Privatización y liberalización es igual a corrupción e ineficacia

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Nueva Tribuna

Y es que se privatiza muy bien cuando detrás de la privatización están los presupuestos del Estado si la cosa no es demasiado rentable, o sí es rentable, la decisión de un gobierno cuyos miembros saben serán recompensados después con todos los manjares que dios creó para los privilegiados en esta tierra maravillosa. De modo que, visto el éxito personal de las privatizaciones de las empresas de titularidad pública, deciden atacar con toda la tropa y acometer la entrega al lucro privado –con los presupuestos del Estado detrás- de la Sanidad, la Educación y la Vejez. ¿Por qué? ¿Es malo nuestro Servicio Nacional de Salud? Excelente hasta hace unos días, uno de los mejores del planeta. ¿Funciona mal la Educación Pública? Tiene a los mejores profesionales y cuando se le dan medios es infinitamente mejor, más libre, más justa y menos segregadora que la concertada que vive del presupuesto, es confesional y excluyente. ¿Y el sistema de pensiones, está mal gestionado por los funcionarios públicos? En absoluto, a día de hoy todavía tiene 60.000 millones ahorrados, aunque en cualquier momento pueden volar sin previo aviso por decisión de sus enemigos depredadores. ¿Entonces? Bien sencillo, por qué va usted, o yo, a tener derecho a ser asistido, educado o pensionado igual que un hijo de Rajoy o de Botín, por qué hay que mantener una esperanza de vida media que está entre las más altas del mundo, por qué vamos a privar a la oligarquía de la enorme alegría pecuniaria de recibir ese magnífico botín? Lo gestionarán mejor. Sí exactamente igual que Endesa, Telefónica, Repsol y demás, ya lo ve usted día a día.

Los procesos de privatización iniciados en España cuando por primera vez las empresas de titularidad estatal comenzaban a ser verdaderas empresas públicas eficaces al servicio de la ciudadanía, están en el origen de todas las corrupciones que hoy nos asolan porque cuanto se vende algo que es de todos sin que exista motivo alguno para ello, ya que da beneficios sociales y económicos, se hace porque sectores privados quieren apropiarse de la cosa para lucrarse de forma desmesurada y segura, y es en ese momento cuando el dinero fluye en cantidades inmensas hacia los centros de poder, llámense municipios, comunidades o Estado. La liberalización o desregulación es el marco “legal” abonado para que esas prácticas mafiosas puedan ocurrir y multiplicarse de modo exponencial. Es por ello que privatizaciones, externalizaciones, concesiones y demás chanchullos putrefactos y antisociales deberían estar prohibidos por la Constitución. Tendríamos entonces unos servicios públicos excelentes, perfectamente asumibles y los corruptos se verían abocados a buscar otra cloaca.

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Os que devem morrer

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por Mauro Santayana

A ciência prolonga a vida dos homens; a economia liberal recomenda que morram a tempo de salvar os orçamentos. O Ministro das Finanças do Japão, Taso Aro, deu um conselho aos idosos: tratem logo de morrer, a fim de resolver o problema da previdência social.

Este é um dos paradoxos da vida moderna. Estamos vivendo mais, e, é claro, com menos saúde nos anos finais da existência. Mas, nem por isso, temos que ser levados à morte. Para resolver esse e outros desajustes da vida moderna, teríamos que partir para outra forma de sociedade, e substituir a razão do “êxito” e da riqueza pela ética da solidariedade.

Ocorre que nem era necessário que esse senhor Taso Aro – que, em outra ocasião, ofereceu o Japão como território seguro para os judeus ricos do mundo inteiro – expusesse essa apologia da morte. A civilização de nosso tempo, baseada no egoísmo, com a economia servidora dos lucros e dos ricos, e, sobretudo, dos banqueiros, é, em si mesma, suicida.

É claro que, ao convidar os velhos japoneses a que morram, Aro não se refere aos milionários e multimilionários de seu país. Esses dispensam, no dispendioso custeio de sua longevidade, os recursos da Previdência Social e dos serviços oficiais de saúde de seu país. Todos eles têm a sua velhice assegurada pelos infindáveis rendimentos de seu patrimônio.

HOMENS-MÁQUINAS

Os que devem morrer são os outros, os que passaram a vida inteira trabalhando para o enriquecimento das grandes empresas japonesas e multinacionais. Na mentalidade dos poderosos e dos políticos ao seu serviço, os homens não passam de máquinas, que só devem ser mantidos enquanto produzem, de acordo com os manuais de desempenho ótimo. Aso, em outra ocasião, disse que os idosos são senis, e que devem, eles mesmos, de cuidar de sua saúde.

Não podemos, no entanto, ver esse desatino apenas no comportamento do ministro japonês, nem em alguns de seus colegas, que têm espantado o mundo com declarações estapafúrdias. O nível intelectual e ético dos dirigentes do mundo moderno vem decaindo velozmente nas últimas décadas. Não há mistério nisso. Os verdadeiros donos do mundo sabem escolher seus serviçais e coloca-los no comando dos estados nacionais.

São eles, que, mediante o Clube de Bielderbeg e outros centros internacionais desse mesmo poder, decidem como estabelecer suas feitorias em todos os continentes, promovendo a ascensão dos melhores vassalos, aos quais premiam, não só com o governo, mas, também, com as sobras de seu banquete, em que são servidos, além do caviar e do champanhe, o petróleo e os minérios, as concessões ferroviárias e nos modernos e mais rendosos negócios, como os das telecomunicações.

A civilização que conhecemos tem seus dias contados, se não escapar desses cem tiranos que se revezam no domínio do mundo.

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A agonia do neoliberalismo

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por Carlos Chagas

Vale, por um dia, começar além da política nacional, arriscando um mergulho lá fora. O que continua a acontecer na França, onde montes de carros, escolas, hospitais e residências comuns foram queimados e saqueados? Qual a razão de multidões de jovens irem para as ruas, enfrentando a polícia e depredando tudo o que encontram pela frente? Tornando quase impossível a vida do cidadão comum, não apenas em Paris, mas em muitas cidades francesas, onde instaurou-se o caos. Por quê?

É preciso notar que o protesto vem das massas, começando pelas massas excluídas, de negros, árabes, turcos e demais minorias que buscaram na Europa a saída para a fome, a miséria e a doença onde viviam, mas frustraram-se, cada vez mais segregados, humilhados e abandonados. Exatamente como em seus países de origem.

Não dá mais para dizer que essa monumental revolta é outra solerte manobra do comunismo ateu e malvado. O comunismo acabou. Saiu pelo ralo. A causa do que vai ocorrendo repousa precisamente no extremo oposto: trata-se do resultado do neoliberalismo. Da consequência de um pérfido modelo econômico e político que privilegia as elites e os ricos, países e pessoas, relegando os demais ao desespero e à barbárie. Porque sempre que se registra uma crise econômica nas nações neoliberais, a receita é a mesma, seja na França ou na Grécia, em Portugal ou na Espanha: medidas de contenção anunciadas para reduzir salários, cortar gastos públicos, demitir nas repartições e nas fábricas, aumentar impostos e taxas.

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EXPLORAÇÃO

Fica evidente não se poder concordar com a violência. Jamais justificá-la. Mas explicá-la, é possível. Povos de nações e até de continentes largados ao embuste da livre concorrência, explorados pelos mais fortes, tiveram como primeira opção emigrar para os países ricos. Encontrar emprego, trabalho ou meio de sobrevivência. Invadiram a Europa como invadem os Estados Unidos, onde o número de latino-americanos cresce a ponto de os candidatos a postos eletivos obrigarem-se a falar espanhol, sob pena de derrota nas urnas.

Preparem-se os neoliberais. Os protestos não demoram a atingir outras nações ricas. Depois, atingirão os ricos das nações pobres. O que fica impossível é empurrar por mais tempo com a barriga a divisão do planeta entre inferno e paraíso, entre cidadãos de primeira e de segunda classe. Segunda? Última classe, diria o bom senso.

Como refrear a multidão de jovens sem esperança, também de homens feitos e até de idosos, relegados à situação de trogloditas em pleno século XXI? Estabelecendo a ditadura, corolário mais do que certo do neoliberalismo em agonia? Não vai dar, à medida em que a miséria se multiplica e a riqueza se acumula. Explodirá tudo.

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LINHA DA POBREZA

Fica difícil não trazer esse raciocínio para o Brasil. Hoje, 40 milhões de brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza, sobrevivendo com a metade desse obsceno salário mínimo que elevaram para 678 reais. Os bancos lucram bilhões a cada trimestre, enquanto cai o poder aquisitivo dos salários. Isso para quem consegue mantê-los, porque, apesar da propaganda oficial, o desemprego continua presente. São 15 milhões de desempregados em todo o país, ou seja, gente que já trabalhou com dignidade e hoje vive de biscates, ou, no reverso da medalha, jovens que todos os anos gostariam de entrar no mercado sem nunca ter trabalhado.

Alguns ingênuos imaginam que o bolsa-família e sucedâneos resolveram a questão, mas o assistencialismo só faz aumentar as diferenças de classe. É crueldade afirmar que a livre competição resolverá tudo, que um determinado cidadão era pobre e agora ficou rico. São exemplos da exceção, jamais justificando a regra de que, para cada um que obtém sucesso, milhões continuam na miséria.

Seria bom o governo Dilma olhar para a França. O rastilho pegou e não será a polícia francesa que vai apagá-lo. Ainda que consiga, reacenderá maior e mais forte pouco depois. Na Europa, nos Estados Unidos e sucedâneos. Até ou especialmente entre nós. Ainda agora assistimos nova tragédia na serra fluminense, com os ricos e os remediados fugindo, mas com a população pobre, majoritária, submetida à morte e à revolta.

A globalização tem, pelo menos, esse mérito: informa em tempo real ao mundo que a saída deixada às massas encontra-se na rebelião. Os que nada tem a perder já eram maioria, só que agora estão adquirindo consciência, não só de suas perdas, mas da capacidade de recuperá-las através do grito de “basta”, “chega”, “não dá mais para continuar”.

Não devemos descrer da possibilidade de reconstrução. O passado não está aí para que o neguemos, senão para que o integremos. O passado é o nosso maior tesouro, na medida em que não nos dirá o que fazer, mas precisamente o contrário. O passado nos dirá sempre o que evitar.

Evitar, por exemplo, salvadores da pátria que de tempos em tempos aparecem como detentores das verdades absolutas, donos de todas a soluções e proprietários de todas as promessas.

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El dinero que recibieron los bancos no lo usaron en créditos

Natalia Aruguete entrevista a uno de los economistas heterodoxos más reconocidos de Europa, Pierre Salama

 

“La única manera de salvarnos es gastando en más solidaridad y no ajustando”, afirma Pierre Salama.
“La única manera de salvarnos es gastando en más solidaridad y no ajustando”, afirma Pierre Salama

¿Cómo evalúa el reciente anuncio de ajuste hecho por el gobierno francés?

–El gobierno no hizo promesas importantes y aplica su programa, que es liberal de izquierda, porque se comunica –habla con los sindicatos, por ejemplo–, pero la ideología es liberal. Su prioridad es disminuir la deuda. Para eso se necesita aumentar impuestos y reducir los gastos. La gran diferencia con los gobiernos de derecha es que los más ricos son los que van a pagar.

¿Se trata de un aumento impositivo progresivo, desde su punto de vista?

–Exactamente. La verdad es que, durante la época de (Nicolas) Sarkozy, la desigualdad en el pago de los impuestos era cada día más fuerte. En cierta manera, ésta es una tentativa de hacer una política diferente en relación con la anterior. Es una medida de izquierda dentro de la filosofía de derecha.

¿Y sobre la disminución de los gastos?

–Me parece una idea estúpida, porque si se disminuye el gasto público aumentan las probabilidades de recesión. Y si hay recesión será imposible lograr el déficit del 3 por ciento que Hollande desea tener. Y estaremos frente a una espiral como la de España o Italia. Europa debe aprender de Argentina y de las políticas de ajuste que se hicieron durante los ’90 en América latina.

¿Por ejemplo?

–A diferencia de Brasil, donde el gobierno gastó más aumentando el salario mínimo, o de China, donde hubo un financiamiento mayor de infraestructura, en Francia se gastó más para salvar a los brokers. Muchos en Francia e Inglaterra creían que, mediante el impulso del gasto público, retomarían el crecimiento y que eso significaría la superación total de la crisis. Pero el dinero que recibieron los bancos no lo usaron en créditos, sino que especularon con bonos y sobre el hecho de que los países tienen un proceso de endeudamiento por causa de los propios salvatajes. Leer más 

A dívida, oficialmente, é de 2 trilhões. Há quem aposte em 3 trilhões. Quanto mais paga, mais aumenta. Auditoria já. Veja filmes que explicam

Os países que fizeram a auditoria, a dívida baixou.

Ë preciso entender a diferença entre liberdade e soberania, origem e pagamento da dívida, a crise dos países periféricos da Europa, Terceiro Mundo e Emergentes.

É preciso aprender com a dolarização da Argentina, e com a crise da Irlanda, da Grécia, da Islândia.

Compreender o que venho repetindo: quanto mais baixo o salário mais alto o lucro das empresas. Ou melhor, o principal lucro é o salário baixo. Apesar do salário baixo criar a recessão. O  colapso da indústria. E para vender os produtos encalhados, aparece a economia dos prestamistas. Isso significa o endividamento da classe média. É o atual ciclo da economia brasileira.

Um dia as prestações  ficam impagáveis. Seja pelo desemprego, seja pelo comprometimento do próximo salário.

Como acontece hoje na Grécia: endividados o governo e o povo.

A presidente Dilma Rousseff tem procurado mostrar a realidade, acabar com as mentiras que causavam um endeusamento dos ministros da economia e dos presidentes do Banco Central que propagavam um falso otimismo. Tipo sexta potência sem independência econômica, pela privatização das estatais e desnacionalização das empresas e indústrias e exportação de matérias-primas. É inexplicável que o Brasil dos latifúndios de milho, de soja, de cana, de gado de engorda, seja o maior importador de trigo, o quarto de arroz. Ou que importe gasolina, porque deste 1983 não constrói uma refinaria em solo nacional.

Dívida pública federal poderá chegar a R$ 2 trilhões em 2012

A dívida pública federal poderá terminar o ano atingindo um novo patamar histórico: R$ 2 trilhões. Segundo o Plano Anual de Financiamento (PAF) 2012, divulgado nesta quinta-feira pelo Tesouro Nacional, o endividamento do governo em títulos fechará dezembro num intervalo entre R$ 1,950 trilhão e R$ 2,050 trilhões. Em 2011, esse valor foi de R$ 1,866 trilhão.

 

Documentalistas griegos muestran en “Catastroika” el fracaso de las privatizaciones neoliberales

por Antonio Cuesta

Con su primer documental alcanzaron más de un millón de espectadores en Internet y cientos de miles tras su emisión por varias televisiones locales, hoy los realizadores de Debtocracy (Deudocracia) avanzaron a Prensa Latina detalles de su nuevo trabajo “Catastroika”.Tras el éxito del pasado año, Katerina Kitidi, Aris Hatzistefanou y Leonidas Vatikiotis se lanzaron a la materialización de un nuevo trabajo con el que evidenciar “el fracaso del capitalismo privatizador”, y su resultado será presentado a finales de marzo en Atenas.Catastroika es una fundamentada denuncia del fracaso de las políticas neoliberales puestas en práctica durante las últimas dos décadas en Occidente, un recorrido por siete países y una larga serie de entrevistas analizan los resultados de esas medidas.“Quisimos evidenciar la falacia del neoliberalismo” explicó Leónidas Vatikiotis, asesor científico y económico del largometraje, “para ello elegimos ejemplos en países ricos, donde se cumplían las propias leyes de mercado”.El resultado es concluyente y certifica el desastroso resultado de la privatización de la energía eléctrica en California (EEUU) en 1998, el deterioro y aumento de los siniestros mortales en los ferrocarriles británicos tras su venta en 1994, o el saldo de un país entero, Alemania Democrática, entre otros.Los datos aportados se complementaron con el análisis de destacados intelectuales como la altermundista Naomi Klein, el realizador británico Ken Loach, el pensador marxista Alex Callinicos o el escritor chileno Luis Sepúlveda.El nombre del documental surge de fundir los términos catástrofe y troika (Comisión Europea, Banco Central Europeo y Fondo Monetario Internacional), que tanto daño está causando en Grecia, aclararon los creadores “pero también recuerda el nombre del proceso que puso fin a la Unión Soviética”.

Como en el caso de su primera producción, los realizadores apostaron de nuevo por una financiación colectiva, mediante pequeñas y múltiples aportaciones realizadas principalmente a través de Internet, y en la que se implicaron organizaciones sociales, sindicatos y centenares de personas a título individual.

De este modo consiguieron recoger la práctica totalidad de su presupuesto, y se mostraron satisfechos tanto de la respuesta de cuantos les apoyaron como de la libertad que eso les permite a la hora de trabajar.

Recordaron que su anterior largometraje se realizó con sólo 8 mil euros y que fue definido por el diario británico The Guardian como “el mejor filme de análisis histórico marxista jamás realizado”.

Noam Chomsky, Ken Loach y otros intelectuales de la izquierda internacional dan su apoyo a Anticapitalistas

En un Manifiesto destacan que “La crisis contemporánea pone de manifiesto el carácter social y ecológicamente destructivo del capitalismo global”.

“Organizarse para cambiar el mundo de base y derrotar las políticas neoliberales, aparece más que nunca como una necesidad imperiosa”.

Um estudante morto. Os indignados nas ruas da Colômbia





Ontem, os universitários da Colômbia marcharam. O dia terminou com um estudante morto em Bogotá. Indignados, os jovens protestaram contra a reforma do ensino, que encarece as mensalidades escolares. Para estudar, afirmaram os mais revoltados, que ficaram nus, teremos que vender a roupa do corpo. É! a onda do liberalismo econômico continua a devastar a Colômbia. Terra dominada pelas milícias da direita, por guerrilheiros da esquerda, por traficantes de drogas, e por bases militares do Tio Sam.