Nem toda nudez deve ser castigada

A imprensa direitista da Venezuela jamais reclamou das fotos da mulher do presidente da França nua. Nem os franceses.  Carla Bruni tinha mais popularidade que o marido, François Sarcozy, que perdeu a reeleição para François Hollande.

Carla Bruni
Carla Bruni

Recentemente apareceu na internert uma foto de Angela Merkel quando jovem. O pintor berlinense pernambucano Duch (classificou de suposta foto) disse que se tornou comum, durante a Alemanha comunista, as jovens despirem o vestido. Como catarse contra a dureza do regime. Era uma maneira de respirar o ar da liberdade…

Angela Merkel
Angela Merkel

A imprensa oposicionista da Venezuela protesta contra a nomeação de Alejandra Benítez como ministra dos Esportes. Como se toda nudez merecesse ser castigada.

Benita
Alejandra Benítez

Publica Puente Sur: Nicolás Maduro fue elegido recientemente presidente de Venezuela, luego de que Hugo Chávez falleciera víctima del cáncer. Y si bien Maduro era uno de los hombres más cercanos a Chávez —al grado de que fue el vicepresidente durante los últimos años antes del deceso del presidente—, es posible que se acerque una época de cambios para la nación sudamericana.

Pero quizá no como el que, de entrada, tiene el ámbito deportivo del país, en particular el que se fomenta desde el gobierno y que a partir de ahora estará encabezado por Alejandra Benítez, una joven odontóloga y esgrimista de 32 años que fue designada por Maduro como Ministra de Deportes.
Sin embargo, este nombramiento ha causado revuelo por la apariencia de Benítez, sumamente atractiva físicamente de acuerdo con los cánones occidentales de belleza contemporánea: alta, rasgos finos, piel clara, cuerpo discretamente voluptuoso y ese toque caribeño —los ojos grandes, los labios carnosos— al que también se le adjudica cierto encanto.
Pero contrario a lo que podría pensarse, la mujer no ha alcanzado dicho puesto por su presencia física. Según medios locales, la precede una amplia trayectoria política en las llamadas filas del chavismo, gracias a lo cual el año pasado fue diputada local y desde hace varios promotora del deporte. Por otro lado, uno de sus opositores, Miguel Pizarro, asegura que Benítez es “una joven muy radical que llega en un momento muy delicado”.
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A pernambucanidade de Clarice Lispector, Leonhard Duch e Carlos Pena Filho

De Berlim, o jornalista e pintor Leonhard Frank Duch veio para o Brasil, não sei se menino de colo ou de pé, e virou pernambucano.

Aconteceu com a jornalista e romancista Clarice Lispector, que nasceu em Tchetchelnik , mas nunca esqueceu seus tempos de criança no Recife, na Praça Maciel Pinheiro.

Clarice Lispector: "O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas, e trazia um pouco do mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele"
Clarice Lispector: “O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas, e trazia um pouco do mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele”

Clarice foi naturalizada brasileira. Quanto ao Estado pertencente, se declarava pernambucana.

Chegou ao Brasil quando tinha um ano e dois meses de idade, e sempre que questionada de sua nacionalidade, afirmava não ter nenhuma ligação com a Ucrânia. “Naquela terra eu literalmente nunca pisei: fui carregada de colo” – e que sua verdadeira pátria era o Brasil.

É a mesma pernambucanidade de Leonhard Duch:

“Vivi 43 anos no Recife, tive cinco filhos, e todos brasileiros. É uma sensação de ser um nordestino sem ser; ou sem ser, me sentir nordestino”.

E acrescentou: “Tenho não só duas culturas e idiomas em mim, tenho duas vidas inteiras numa só”.

Leonhard Frank Duch:  "Sou mais um tipo de saborear a vida. Que sensação boa a cultura e os usos (e abusos) dos nordestinos".
Leonhard Duch: “Sou mais um tipo de saborear a vida. Que sensação boa a cultura e os usos (e abusos) dos nordestinos”.

Fernando Pena me disse que o irmão, jornalista e poeta Carlos Pena Filho, era português de nascimento.

“Fui feito lá”, foi a resposta, com duplo sentido, de Carlos Pena que, em 1937, com a separação dos pais, mudou-se para Portugal, com sua mãe e irmãos, Fernando e Mário, indo morar na casa dos avós paternos.  Lá viveu dos oito aos doze anos, quando retornou.

Carlos Pena Filho: Recife, cruel cidade,
águia sangrenta, leão.
Ingrata para os da terra,
boa para os que não são.
Amiga dos que a maltratam,
inimiga dos que não
este é o teu retrato feito
com tintas do teu verão
e desmaiadas lembranças
do tempo em que também eras
noiva da revolução
Carlos Pena Filho: “Recife, cruel cidade, / 
águia sangrenta, leão./ 
Ingrata para os da terra, /
boa para os que não são. /
Amiga dos que a maltratam, /
inimiga dos que não /
este é o teu retrato feito /
com tintas do teu verão /
e desmaiadas lembranças/ 
do tempo em que também eras
 /noiva da revolução”

O pai e a mãe de Pena viveram o namoro, noivado e o começo do casamento em uma casa portuguesa, com certeza.

Leonhard Frank Duch:  "Pinto por puro prazer e sensualidade"
Leonhard Frank Duch: “Pinto por puro prazer e sensualidade”. Clique para ampliar

Um morador despejado na Espanha causa revolta. Para realizar a Copa do Mundo, o Brasil cordial vai desalojar 170 mil pessoas e ninguém liga ninguém

Despejo na Espanha

Um despejo na Espanha, do dia 4 último, causou a revolta do povo (vide foto). No Brasil os despejos da justiça são costumeiros. Só para a realizar a Copa do Mundo, e abrir espaço para a construção de estádios e obras de infraestrura, vão ser desalojadas mais de 170 mil pessoas.

Nada comove as frias autoridades, a justiça cega e o povo brasileiro é desunido em tudo. Ninguém ajuda ninguém.

Cartaz português
Cartaz português

Eta povo colonizado e vencido. Que receber o bolsa família – no máximo, cem dólares – significa pertencer à classe média.

O brasileiro só é solidário na hora de comer a mulher do próximo.

Comenta o grande pintor Leonhard Frank Duch: “Colonizado e vencido… isso soa brutal, mas… a história nos mostra repetidamente que um povo só se organiza quando está totalmente na merda, 100% na merda.

Isso significa que o brasileiro ainda está se sentindo confortavelmente bem, num berco esplendido…

A ilusão do egoísmo destrói a organização. Talvez só o tempo produza o remédio para este grandioso país. Eu ainda confio”.

Dos detenidos y multitud de heridos en el intento de desahuciar a una mujer de 70 años enferma de Alzheimer

Ayer, viernes 4 de abril, fue un día marcado por la violencia e ilegalidad contra quienes luchan por el derecho a una vivienda digna.

A las 11:45 de la mañana estaba previsto el desahucio de Mónica, una inquilina de 70 años enferma de Alzheimer que no debe un solo euro al propietario. El piso en el que vive desde hace 40 años, situado en el Paseo de la Castellana, constituye una oportunidad perfecta para la especulación. El propietario, tras años de pleitos y acoso inmobiliario, consiguió que una jueza decretase el desahucio, sin tener en cuenta el impacto que podía tener para la enfermedad de Mónica.

Desde las 10 de la mañana, más de 200 personas –entre vecinos y solidarios– se concentraban frente al portal para frenar esta injusticia. Poco después llegaban varias furgonetas de la UIP que, sin mediar palabra, desataron la violencia contra los presentes. En esta ocasión no hubo diálogo, negociación o requerimiento para abandonar voluntariamente la entrada. Los agentes arremetieron a empujones y golpes hasta que tomaron el control del portal, identificando a varias personas y deteniendo a un hombre de unos sesenta años. La dureza de la intervención se incrementó en el segundo acceso al portal, donde se sucedieron las cargas y las agresiones gratuitas. Numerosas personas fueron arrojadas y golpeadas contra el suelo; una mujer de 60 años tuvo que ser atendida por el SAMUR, fue trasladada al hospital y actualmente se encuentra ingresada en observación. Otra mujer de 50 años fue detenida mientras los periodistas que trataban de informar de lo sucedido fueron amenazados y agredidos. Cuando el desahucio se había paralizado y los concentrados abandonaban el lugar, una persona que volvía a casa fue retenida y el hijo de Mónica fue identificado.

Ayer también decenas de policías acudían a casa de Agripina y sus 3 hijos menores para echarlos de su vivienda, perteneciente a la EMVS. El desahucio se produce después de que la diputada Eva Durán se comprometiera a paralizarlo junto con otras 3 familias a las que van a desahuciar próximamente. La diputada mintió y ayer por la mañana Agripina y sus hijos han sido desalojados 20 días antes de la fecha fijada para el lanzamiento, quedándose literalmente en la calle al carecer de alternativa habitacional. La EMV ha cometido una manifiesta ilegalidad al ejecutar en el día de ayer un desahucio señalado para el 26 de abril.

Por último, la policía desalojó el centro social okupado Raíces, situado en un inmueble propiedad de Bankia abandonado desde hace años. El trabajo de construcción realizado durante meses por los vecinos, es arrojado por la borda para construir un hotel. Sabemos que los desalojos no frenarán la expansión de los centros sociales madrileños, que serán 10, 100, 1000.

Su represión no nos parará
¡Ni desahucios ni desalojos!

Veja vídeo

Leonhard Frank Duch

Leo 1

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VITA

1940 – geboren in Berlin

1949 – Aufenthalt (1 Jahr) in Spanien, erste Kontakte mit der Malerei

1951 – Emigration (mit den Eltern) nach Brasielein (Sao Paulo)

1954 – Besuch der Kunstschule “Associacao Paulista de belas Artes”

1958 – Umzug nach Recife

1963 – Umzug nach Sao Paulo

1964 – Schüler von Fernando Odriozola in Sao Paulo

1967 – Umzug Nach Recife

1974 – Diplom als Journalist an der “Universidade Católica de Pernambuco”

1975 – Beginn internationaler Mail-Art Kontakte

1983 – Beginn der Bilderserie “Altares”

1984 – Preisträger des 37. “Salao de Arte Plásticas de Pernambuco”

1987 – Preisträger des “Salao de Arte Contemporanea de Pernambuco”

1994 – Rückkehr nach Deutschland

Conheça este brasileiro nascido na Alemanha, ou este berlinense repleto de pernambucanidade na beleza de sua arte  

 Leonhard Frank Duch
Leonhard Frank Duch