A conspiração que visa privatizar a Petrobras e o que resta de estatais e derrubar Dilma

República Federativa do Brasil
República Federativa do Brasil. Não esquecer que a República é simbolizada por uma mulher nua

 

A Operação Lava Jato e a CPI da Petrobras são parte de uma conspiração golpista, pelo retorno da ditadura, orquestrada pela imprensa estrangeira e barões brasileiros da mídia corporativa.

Todo golpe pode ser o começo da uma guerra civil ou de uma guerra interna, conforme definição do general e geopolítico Golbery, criador do  Serviço Nacional de Informações (SNI)
Todo golpe pode ser o começo da uma guerra civil ou de uma guerra interna, conforme definição do general e geopolítico Golbery, criador do Serviço Nacional de Informações (SNI)

Hoje, escandalosamente, a British Broadcasting Corporation (BBC)  denuncia:

Que o novo presidente da Petrobras tem que realizar o impossível: “primorar a governança corporativa” da empresa. Que esconde este título? Eis a  frase que nomeia:

“O escândalo da Lava Jato lançou uma nuvem de incertezas sobre os mecanismos de governança corporativa da Petrobras ao sugerir que seus controles não são suficientes para evitar fraudes e abusos”.

Fica explícita a manobra de que a Petrobras deve ser governada pelos acionistas privados, cujos investidores estrangeiros são majoritários.

Esta proposta vai além. Significa a tomada do comando do que resta de estatais brasileiras. Conclui a inglesa BBC:

“O pior é que essas suspeitas sobre a governança corporativa da Petrobras prejudicam também outras empresas brasileiras listadas em bolsa”, diz Michael Viriato, professor do Insper.
“Se nem os controles da estatal funcionaram, por que os investidores vão acreditar que os de outras empresas brasileiras funcionam?”

gasolina

As estatais necessárias

por Mauro Santayana

As empresas estatais são necessárias, em qualquer país do mundo, para o processo de desenvolvimento econômico e social da população e a conquista e defesa de soberania e independência com relação às outras nações.

Nos Estados Unidos, que são citados como paradigma da livre iniciativa, o Exército, com 75 usinas, é o maior operador de hidrelétricas do país e a AMTRAK, a gigantesca empresa ferroviária nacional, subsidiada pelo governo – o que ninguém estranha – oferece um dos melhores serviços de transporte de passageiros do mundo.

Na China, com quase 4 trilhões de dólares em reservas internacionais, pouquíssimas empresas não têm participação majoritária do estado ou até mesmo do Partido Comunista Chinês. Elas competem entre si, dentro e fora do país, até mesmo na compra de empresas estrangeiras, principalmente da Europa, da América Latina e dos Estados Unidos.

No Brasil, também já tivemos grandes estatais, que foram essenciais para o desenvolvimento da siderurgia, da energia, do transporte, das telecomunicações, nos governos de Getúlio Vargas, de Juscelino e durante o regime militar. O problema das estatais não é o fato de pertencerem ao Estado, mas quem se coloca à frente delas. Como diz o economista Delfim Netto, não há diferença essencial entre empresa pública ou empresa privada, mas, sim, entre empresa bem administrada e mal administrada.

Infelizmente, muitas delas foram esquartejadas, desnacionalizadas e vendidas a preço de banana nos anos 1990, para empresas internacionais. Por ironia, muitas das compradoras eram estatais estrangeiras, ou tinham participação de governos estrangeiros, até mesmo de países menos desenvolvidos do que o nosso, que tinham acesso a dinheiro barato e subsidiado, e estão quebrando agora, como é o caso da Espanha.

Entre os argumentos para privatização, estava o de que o preço dos serviços ia cair e que ia se acabar com os cabides de empregos. E o que aconteceu? Pagamos, em telecomunicações, por exemplo, algumas das tarifas mais altas do mundo. Os serviços são tão “bons”, que empresas estiveram proibidas de comercializá-los até que melhorassem o funcionamento de suas redes. Seus lucros servem para pagar ao genro do Rei da Espanha, um jogador de handebol envolvido com a corrupção, mais de um milhão de euros por ano para participar de algumas reuniões como conselheiro da Telefónica (Vivo) para a América Latina.

A administração das estatais deve ser conduzida por critérios técnicos e sempre subordinada politicamente ao interesse nacional maior.

Escândalos como o da VALEC, com o prejuízo de mais de 400 milhões de reais, desgastam o Estado diante da opinião pública, o que só favorece aos estrangeiros que querem dominar a nossa economia.

 

José Serra não é palhaço. A privataria tucana fez do Brasil o país dos palhaços e palhaçadas

Depois de mentir no Senado apresentando-se como engenheiro – sem sê-lo – e de ludibriar a Justiça Eleitoral e o povo brasileiro dizendo sereconomista, o tucano Zé Chirico acaba de reincidir na prática de contravenção penal, afirmando publicamente que é palhaço.
Ao participar de um evento nesta terça-feira, o perjuro fez pouco caso da CPI das Privatizações e qualificou o pedido de instalação de Comissão como “palhaçada”. A informação está na reportagem de Raoni Scandiuzzi, publicada no portal da Rede Brasil Atual.
 “Não foi instalada nenhuma CPI ainda”, desconversou Serra. Apesar de 185 assinaturas terem sido colhidas – 14 a mais do que o mínimo constitucional de um terço dos 513 deputados – e de o pedido já ter sido protocolado, o tucano afirmou não ter conhecimento sobre a iniciativa. A seguir, partiu para o ataque: “Isso é tudo uma palhaçada, porque eu tenho cara de palhaço, nariz de palhaço, só posso ser palhaço”. Em seguida, ele afastou-se sem responder mais questionamentos sobre o tema, diz a matéria.

SERRA CUMPRIRÁ PENA EM CELA COMUM

Se o ministro Gilmar Mendes não interferir no processo, o morto-vivo Zé Chirico, candidato à presidência da república derrotado por Lula e Dilma,  deverá puxar a cana a que será condenado dividindo “espaço” com vários coleguinhas e correligionários.
Baseados nas bandalheiras apresentadas pelo livro A Privataria Tucana, renomados criminalistas consultados por este Cloaca News estimaram que Serra pode pegar uma condenação cumulativa superior a 50 anos de xilindró, em regime fechado. A privação da liberdade, nesse caso, não seria a pior notícia para o tucano. Por não possuir diploma de graduação em curso superior reconhecido no Brasil, Serra não poderá desfrutar o “benefício” da cela especial. Se tivesse concluído o curso de Engenharia na Escola Politécnica da USP, quem sabe. Mas, como ele mesmo já declarou, “não deu pra terminar”. Serra não é engenheiro, apesar de já ter mentido a esse respeito em uma audiência no Senado. Serra também não é economista, uma vez que, até hoje, nenhum Corecon do país tenha encontrado sua ficha. A bem da verdade, alguns Conselhos Regionais de Economia já tentaram denunciá-lo por falsidade ideológica, contravenção que lhe renderia mais três meses tomando café de canequinha.
(Transcrito do Cloaca News)

Palhaçada

Cara de palhaço
Pinta de palhaço
Roupa de palhaço
Foi este o meu amargo fim;
Cara de gaiato,
Pinta de gaiato,
Roupa de gaiato,
Foi o que eu arranjei pra mim.
Estavas roxa por um trouxa
Pra fazer cartaz,
Na tua lista de golpista
Tem um bobo a mais
Quando a chanchada deu em nada
Eu até gostei
E a fantasia foi aquela que esperei.
Cara de palhaço
Pinta de palhaço
Roupa de palhaço
Pela mulher que não me quer,
Mas se ela quiser voltar pra mim
Vai ser assim,
Cara de palhaço,
Pinta de palhaço
Roupa de palhaço
Até o fim!!!

Escute a música de Miltinho (vídeo)

Política econômica. A cumplicidade das universidades

A política econômica do Brasil nasceu da cabeça dos gênios da raça. Tipo Roberto Campos, Delfim Neto, Malan, Meirelles e outros presidentes do Banco Central e Ministros malandantes e amanteigados da Fazenda.

Presidente do Banco Central já caiu fora por desonestidade. Teve alma sebosa condenada por ser da quadrilha de Salvatore Cacciola.

Ser ladrão é dose. Ser entreguista causa malefícios maiores. Diabo é que o Brasil pariu autoridade econômica desonesta em tudo. Com todos os vícios e todos os crimes (que matar o povo de fome é a pior das torturas. A fome é uma morte mais lenta e dolorosa que o câncer de rico).

Essas almas sebosas são responsáveis pelo êxodo dos brasileiros. Temos quantos milhões de exilados econômicos, retirantes da fome, do desemprego, da miséria?
São responsáveis por vários holocaustos. Quantos negros e índios e mestiços foram dizimados pela escravidão, pelos latifúndios, pelos grileiros, pelos salários indignos, pelo desemprego, por falta de saneamento, de água potável, de hospitais, de medicamentos, de moradias? Isso porque faltou dinheiro. Isso no Gigante pela própria natureza. País do nióbio, do petróleo e riquezas mil.

Essas almas sebosas estão também no Ministério do Planejamento. Na presidência dos bancos oficiais, dos fundos especiais de pensões, das agências reguladoras dos altos preços, no bater dos martelos dos leilões das empresas estatais, no pagamento de dívidas inexistentes e de altos juros, e no desvio de dinheiro para ajudar bancos, seguradoras, inclusive montadoras e oficinas estrangeiras.

Faço este comentário porque aprovo a indignação dos estudantes de Harvard.

Los alumnos de la cátedra de Introducción a la Economía de la Universidad de Harvard exigen nuevas perspectivas académicas

por Julia Evelyn Martínez

Un un hecho insólito, digno de ser incluido en la saga de “Aunque usted no lo crea”de Ripley, el pasado 02.11.2011, un grupo de estudiantes de economía tomó la decisión de retirarse en bloque de la cátedra de Introducción a la Economía de la Universidad Harvard, en protesta por el contenido y el enfoque desde el cual se imparte esta materia.

¿Qué hay de asombroso en este hecho?. En primera lugar, la protesta tuvo como destinatario directo al conocido economista Gregory Mankiw, ex asesor del Presidente George W. Bush y autor de uno de los manuales de macroeconomía más utilizado en las escuelas de economía dentro y fuera de Estados unidos. En segundo lugar, porque de acuerdo a la carta entregada por los/as estudiantes antes de retirarse de la cátedra, el motivo de la protesta fue su indignación por lo que consideran el vacío intelectual y la corrupción moral y económica de gran parte del mundo académico, cómplices por acción u omisión en la actual crisis económica. Y en tercer lugar, se trata de un hecho insólito, porque los integrantes del movimiento estudiantil detrás de este hecho de indignación académica en contra del pensamiento único neoclásico, pertenecen a la élite económica, social y política de los Estados Unidos, que se forma en la Universidad de Harvard para dirigir las corporaciones empresariales globales y/o para asesorar a los gobiernos en materia de políticas económicas y financieras.

En diversos párrafos de la carta al profesor Mankiw se lee: “hoy estamos abandonando su clase, con el fin de expresar nuestro descontento con el sesgo inherente a este curso. Estamos profundamente preocupados por la forma en que este sesgo afecta a los estudiantes, a la Universidad, y nuestra sociedad en general (…) Un estudio académico legítimo de la economía debe incluir una discusión crítica de las ventajas y los defectos de los diferentes modelos económicos. A medida que su clase no incluye las fuentes primarias y rara vez se cuenta con artículos de revistas académicas, tenemos muy poco acceso a aproximaciones económicas alternativas. No hay ninguna justificación para la presentación de las teorías económicas de Adam Smith como algo más fundamental o básico que, por ejemplo, la teoría keynesiana ..(…) ..Los graduados de Harvard juegan un papel importante en las instituciones financieras y en la conformación de las políticas públicas en todo el mundo. Si falla la Universidad de Harvard a la hora de equipar a sus estudiantes con una comprensión amplia y crítica de la economía, sus acciones serán susceptibles de perjudicar el sistema financiero mundial. Los últimos cinco años de crisis económica han sido prueba suficiente de ello”. La carta concluye: “No estamos retirando de su clase este día, tanto para protestar por la falta de discusión de la teoría económica básica y como para dar nuestro apoyo a un movimiento que está cambiando el discurso estadounidense sobre la injusticia económica (Occupy wall street) . Profesor Mankiw, le pedimos que se tome nuestras inquietudes y nuestro retiro de su clase en serio”.

Según reportan los escasos medios de comunicación que le dieron cobertura a esta protesta, el movimiento de los estudiantes de Harvard a favor de una economía crítica, se ha ampliado y ha incorporado otras demandas para hacer de Harvard una “universidad socialmente responsable”. Una de éstas consiste en la negociación de contratos de trabajo más dignos para el personal de servicios de la universidad que sufre las políticas de flexibilización laboral que tanto daño le han ocasionado a la clase trabajadora norteamericana. Movimientos similares han comenzado a surgir en la Universidad de Duke (Carolina del Norte) y en la Universidad de Berkeley (California)

El movimiento iniciado en Harvard por un cambio en el enfoque dominante de la enseñanza de la economía no es nuevo. Más bien es un movimiento que viene a sumarse a la iniciativa por un cambio en la enseñanza de esta disciplina que iniciaron en mayo de 2000 los y las estudiantes de las universidades francesas y que meses después recibió el apoyo de estudiantes de Cambridge, Inglaterra.

En ese entonces, también el movimiento estudiantil francés hizo pública una carta declarándose globalmente descontento por la enseñanza recibida, que les impedía lograr una comprensión profunda de los fenómenos económicos a los cuales las personas se enfrentan en el mundo real. Un pasaje de esta carta señalaba que “ la mayor parte de nosotros ha escogido la formación económica con el fin de adquirir una comprensión profunda de los fenómenos económicos a los cuales el ciudadano de hoy en día se encuentra confrontado. Ahora bien, la enseñanza tal como es expuesta –es decir en la mayor parte de los casos la teoría neoclásica o enfoques derivados –, generalmente no responde a esta expectativa”. La carta finalizaba con un exhortación al profesorado francés similar al mensaje enviado al profesor Mankiw: ¡Despiértense antes de que sea demasiado tarde!.

Leia mais. Principalmente nossos estudantes de economia

Governar é cobrar impostos

Depois que o Brasil vendeu suas empresas e indústrias, entregou suas riquezas em leilões quermesses, os governos dependem dos impostos. Esta fome começou no governo de Fernando Henrique. Governar passou a ser cobrar impostos. Nos tempos bíblicos o coletor de imposto era uma profissão maldita.

Em alguns casos, pagar o IPTU e o imposto de terreno de marinha constitui pagar duas vezes o mesmo imposto. Isso chamo de roubo. Sacanagem grossa.

Com a entrega das empresas de energia, as ruas estão mais escuras. Com postes de luz bunda de vagalume.
Com a entrega da telefonia, cortaram os telefones das escolas, dos postos de saúde, dos hospitais, dos centros sociais e outros serviços públicos. Estão tirando inclusive os orelhões das ruas.

A globalização unilateral de FHC criou o estado mínimo e o imposto máximo.

Enriquecimento (i)lícito dos políticos e banqueiros

A desonestidade dos políticos vem sendo denunciada nas marchas dos indignados. A novidade é apresentar os banqueiros como patrões ou sócios dos governantes.

A corrupção no Brasil permanece escondida, apesar das denúncias de  casos isolados. Os grandes assaltos – leilões das estatais, proer dos bancos, tráfico de moedas etc – são encobertos pela imprensa. E pelos tribunais que facilitam a eleição de fichas sujas.

A corrupção tupiniquim constitui uma herança portuguesa com certeza. Veja gráfico. Gráfico identifico precisa ser realizado no Brasil.

Os políticos apresentam aos tribunais eleitorais suas declarações de bens. Não sei para que utilidade.

Ninguém rouba sozinho. Todo dinheiro tem origem e destino. Diferentes quadrilhas cuidam do saque, do transporte e da guarda do butim.

Fotos do povo nas ruas em Portugal.

Povo nas ruas, no Brasil, apenas quando convocado pela Globo, pelos pastores e padres eletrônicos, OAB, para enterros de políticos, passeatas pela paz em bairros de ricos, defesa dos salários além do teto de advogados, blindagem de advogados de porta de palácio, parada gay, carnaval fora de época, e shows e festivais superfaturados por prefeitos e governadores, e empresas que descontam todos os nababescos gastos nas declarações esquentadas, com notas frias, do imposto de renda.