Desembargador Froz Sobrinho libertou o capitão Fábio Aurélio Saraiva Silva que forneceu a arma que executou o jornalista Décio Sá

O desembargador Froz Sobrinho concedeu liberdade ao capitão da Polícia Militar, Fábio Aurélio Saraiva Silva, o “Fábio Capita”, preso há oito meses acusado de ter fornecido a arma que executou o jornalista Décio Sá, em abril de 2012. Ele está em prisão cautelar.

Décio Sá
Décio Sá
Segundo o magistrado, o PM tem requisitos favoráveis, como ser réu primário, ter bons antecedentes, residência fixa, família e emprego, informou o G1.A decisão substituiu sua prisão pelas medidas cautelares de comparecimento periódico em Juízo para justificar atividades laborais; proibição de sair da comarca sem autorização judicial; recolhimento domiciliar à noite e proibição de manter contato com quaisquer das pessoas apontadas como envolvidas no crime e testemunhas arroladas.

No entanto, segundo o secretário de Estado de Segurança Pública, Aluísio Mendes, ele continua preso por outro processo que responde no Piauí, referente à morte do empresário Fábio Brasil, assassinado em março de 2012. Sete pessoas foram indiciadas no caso, entre eles, o PM.

É um polícia bandido. Quando ele será preso por matar o empresário? Isso é que o desembargador chama de bons antecedentes.
Temos que reformar o judiciário brasileiro. Seguir o exemplo da Argentina.
Fonte: Portal da Imprensa

Cinegrafista e repórter presos pela polícia que escolta dono da boite Kiss

Detidos pela polícia em Cruz Alta

BRA_ZH boite Kiss

A imprensa brasileira e internacional da direita reclama que ninguém pode falar com Hugo Chávez.

Um cinegrafista e uma repórter foram detidos na tarde deste sábado, em Cruz Alta, na Região Noroeste.

De acordo com informações da RBS TV, eles teriam tentado furar o bloqueio da polícia no Hospital Santa Lúcia, onde está internado Elissandro Sphor, um dos sócios da boate Kiss.

Para chegar até o quarto, eles ofereceram uma grande quantia em dinheiro (600 mil reais) para uma funcionária do hospital, que desconfiou do casal e chamou um chefe. A polícia foi acionada e os dois acabaram presos.

Com eles foi apreendida uma câmera escondida e outros equipamentos.
Durante o depoimento eles disseram que planejavam fazer uma entrevista exclusiva com Elissandro e o material seria vendido para uma emissora de televisão.

Em Pernambuco, os jornalistas seriam presos por extorsão.

BRA_PIO que Brasil queremos após boite Kiss

Ficou três horas preso o pastor do “pênis abençoado”. Que ungia as mulheres com o milagroso “leite sagrado”

 Pastor Valdecir Picanto Sobrinho
Pastor Valdecir Picanto Sobrinho

O pastor Valdecir Picanto Sobrinho, de 59 anos, foi preso no interior de Aporé, Goiás, sob a acusação de abusar sexualmente das mulheres da cidade afirmando que teria opênis abençoado.

“Ele dizia que Deus só entraria em nossa vida pela boca… ele pedia para a gente fazer sexo oral nele até o espírito santo aparecer por meio da ejaculação”, relatou uma jovem de 23 anos, que preferiu não se identificar.

Valdecir, chegou a abusar de algumas idosas, mas se defendeu afirmando que teve um encontro com Jesus e que Ele lhe deu a missão de “distribuir o leite sagrado”por todo o estado, começando pelos fiéis da Assembléia, do qual é responsável.“Vocês estão prendendo um servo do Senhor e ainda se arrependerão disso. Espero poder continuar com meu belíssimo trabalho dentro da prisão”, disse Valdecir.

O “Pastor” foi pego em flagrante enquanto esfregava seu “membro abençoado” no rosto de uma comerciante local, em que prometia mais vendas em seu negócio caso deixasse ser derramada pelo líquido divino.

 

A delegada Denise Pinheiro, responsável pela região, disse que ele não ofereceu resistência e ainda perguntou se ela queria fazer parte do reino dos céus durante o trajeto para a delegacia. “Ele não tem vergonha de tais atos e acha tudo isso a coisa mais normal do mundo”, completou.

Valdecir foi liberado após pagar  fiança e prestar 3 horas de depoimento. Pode isso, Brasil?? (CN Goiás)

 

Justiça mole do Rio Grande do Sul e justiça dura de Pernambuco

BRA_CB não esquecer

Lá no Rio Grande do Sul tiveram prisão temporária de cinco dias os donos da câmara de gás que já asfixiou 235 pessoas.

Na noite de ontem, a Polícia Civil pediu a prorrogação da prisão temporária dos proprietários da Boate Kiss e dos dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira. Desde segunda, o vocalista da banda Marcelo de Jesus dos Santos, e o produtor Luciano Augusto Bonilha Leão, assim como um dos proprietários da boate, Mauro Hoffmann, o Maurinho, estão detidos em caráter temporário na Penitenciária Estadual de Santa Maria, no distrito de Santo Antão. O outro proprietário. Elissandro Spohr, o Kiko, está internado em um hospital em Cruz Alta, sob custódia da polícia. Jornal A Rasão rs

Em Pernambuco, Ricardo Antunes por cobrar uma dívida de Antônio Lavareda (a polícia diz que foi extorsão, por tentar vender uma notícia por um milhão de dólares) está preso inafiançável e incomunicável como criminoso de alta periculosidade, perigoso para ordem pública e, que é pior, como jornalista inimigo, desde o dia 5 de outubro último.

Informa Luiz Roese: Em despacho assinado nesta quinta-feira, 31 de janeiro, o juiz Afif Jorge Simões Neto negou o pedido de revogação da prisão temporária do empresário Elissandro Callegaro Spohr, o Kiko, um dos sócios da Boate Kiss, local da tragédia que vitimou 235 pessoas na madrugada do último domingo, em Santa Maria.

Apesar de estar com a prisão temporária decretada, Kiko ainda não foi preso, pois está internado em um hospital de Cruz Alta. O pedido de revogação foi feito pelo advogado dele, Jader Marques.

No final da decisão, assinada durante o plantão do Judiciário, o magistrado escreve: “não vislumbro motivos para revogação da prisão temporária decretada pelo digno colega Régis Adil Bertolini.”

Justiça com medo do bicheiro Cachoeira

A corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, solicitou uma reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, para pedir a aprovação do projeto de lei que permite que crimes praticados por organizações criminosas sejam julgados por um colegiado de juízes e não por um único magistrado. Aprovado pelo Senado em maio desse ano, o Projeto de Lei complementar (PLC) 03/2010 traz uma série de inovações que visam aumentar a segurança dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público.

“Esse projeto é de importância fundamental. Desta forma nós tiramos o foco de cima de um juiz apenas. Vamos fazer colegiados”, disse a ministra no Rio de Janeiro, ao ser questionada sobre medidas para evitar que juízes sejam ameaçados por organizações criminosas, como no caso recente do juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, que renunciou ao processo sobre o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, por ameaças feitas a ele e a sua família. Eliana Calmon participou de uma reunião, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), em que foi assinado um acordo com o governo do estado do Rio para pagamento de precatórios.

Além da possibilidade de que processos contra organizações criminosas sejam julgados por colegiados, o projeto permite ainda que os veículos utilizados pelos membros do Judiciário e do Ministério Público tenham, temporariamente, placas especiais que impeçam a identificação de seus usuários.

De acordo com a ministra, o empenho para a aprovação do projeto também foi solicitado ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em contato recente feito pelo ministro com o presidente do CNJ e do STF, ministro Ayres Britto.

(Tatiane Freire\ Agência CNJ de Notícias)

O mais grave é quando a ameaça parte de dentro da própria justiça. Como aconteceu recentemente na investigação dos precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

Estão soltos os comandantes da chacina de Carajás

Levante da Juventude:

Exigimos justiça e punição aos responsáveis pelo massacre de Eldorado de Carajás, em que 21 companheiros foram assassinados, (19 executados na hora e dois que morreram mais tarde), durante operação da Polícia Militar a mando do Governador Almir Gabriel, no governo FHC, no município de Eldorado dos Carajás, no Pará, em 1996, no dia 17 de abril.

Após 16 anos ao massacre, que teve repercussão internacional, os policiais e os governantes foram inocentados. Mas os dois comandantes foram condenados 220 anos de cadeia. Entretanto, recorreram e estão livres. Agora dia 28 de março, o STF determinou que eles deveriam ser presos. E até agora, estão ainda soltos.

Por outro lado, desde que se instalou a democracia em 1985, já foram assassinados mais de 1700 trabalhadores rurais. E apenas 70 casos foram a júri, e destes apenas 15 condenados. O Poder Judiciário no Brasil só funciona a favor dos ricos. E para proteger os interesses dos latifundiários. E a cada dia aparece mais denúncias na televisão das falcatruas no Poder Judiciário. Porque ainda é um poder monárquico, que não depende do voto do povo. Meia dúzia fazem o que querem. E depois se aposentam ganhando milhões, que o povo vai pagar pro resto da vida.

Leia o manifesto completo no sítio do Brasil de Fato.

A marcha interrompida
A marcha interrompida
O massacre virou história em quadrinhos, literatura de cordel, romance, poesia, teses cadêmicas, livros de sociologia, história e política
O massacre virou história em quadrinhos, literatura de cordel, romance, poesia, teses acadêmicas, livros de sociologia, história e política
Cruzes marcam o local do massacre
Cruzes marcam o local do massacre

Os cadáveres transportados de Eldorado dos Carajás, antigo distrito de Curionópolis
Os cadáveres transportados de Eldorado dos Carajás, antigo distrito de Curionópolis
O velório
O velório
As covas rasas em Curionópolis (cidade de Curió, interventor militar de Curionópolis e Eldorado do Carajás
As covas rasas em Curionópolis (cidade de Curió, coronel Curió, sequestrador, torturador, assassino de presos políticos, interventor militar de Curionópolis e Eldorado dos Carajás)
Reforma agrária: sete palmos de terra
Reforma agrária: sete palmos de terra

QUANDO MATAM A JUSTIÇA

O martírio da juíza Patrícia Lourival Acioli pode salvar 163 magistrados da morte anunciada

Por que estão marcados para morrer?
Esta a pergunta de todos os brasileiros que amam a Justiça.

Estão jurados por possuir as mãos limpas.
E a alma pura.

Fazer Justiça no Brasil passou a ser um risco.
Pobre país. A Justiça precisa de heróis e mártires.

Juíza morta no Rio ‘não tinha medo, era linha-dura mesmo’, diz defensor. E repete a imprensa. Insinuando que existe uma justiça mole. É a guerra do bem contra a maldade.

O Brasil não pode continuar com duas justiças.
A justiça que protege a corrupção, mãe de todos os crimes, e a Justiça Justiça.