O juiz Moro e o caso Banestado, aquele das contas CC5. Diz que os inquéritos “se desdobraram em cerca de 3.600 procedimentos criminais”

Joen Yunus
Joen Yunus
Choque de propósitos

por Janio de Freitas

As posições contrárias do Supremo e da Lava Jato quanto à jurisdição apropriada para os processos não ligados aos desvios na Petrobras azedou com inconveniência para os dois lados.

Desagradados com a decisão do Supremo de encaminhar para outro juízo um inquérito que não inclui Petrobras, mas está na Lava Jato, o juiz Sergio Moro e procuradores fazem afirmações agudas. É da regra judicial brasileira, porém, que os inquéritos e processos corram onde teria havido o fato em questão, deslocando-se os julgamentos em casos de extrema excepcionalidade. O Supremo transferiu, de Curitiba para o judiciário federal em São Paulo, o processo sobre pagamentos da empresa Consist que a Lava Jato supõe retribuírem um contrato de gerenciamento do crédito consignado.

Os comentários mais simbólicos da argumentação e da carga forte da Lava Jato contra o decidido pelo Supremo foram postos por Moro em sua sentença condenatória de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT. Escreveu ele que a “dispersão das ações penais não serve à causa da Justiça, tendo por propósito pulverizar o conjunto probatório e dificultar o julgamento”.

Sendo quem são, no caso, os imaginados portadores de tal propósito, não há como ver sensatez na afirmação do juiz Sergio Moro, descreditada ainda por valer-se do que deveria ser só uma sentença.

Mas, já que se trata da distribuição de inquéritos, pode-se dispor de um outro trecho de texto. É do balanço feito pelo Ministério Público Federal sobre a ação da sua força-tarefa que se ocupou do grande caso Banestado, aquele das contas CC5. Diz que os inquéritos “se desdobraram em cerca de 3.600 procedimentos criminais, que foram distribuídos para as subseções judiciárias do domicílio dos representados, permanecendo cerca de 600 procedimentos criminais na capital paranaense”.

Foi distribuição como a atacada na sentença, e em outras situações, por Sergio Moro, e em diversas ocasiões por procuradores da Lava Jato. Mas os procuradores da Lava Jato estavam na força-tarefa do Banestado. Tanto que o autor do balanço foi Januário Paludo, procurador nas duas forças-tarefas. E quem procedeu à distribuição dos inquéritos para as jurisdições “do domicílio dos representados”, em qualquer parte do Brasil, foi o juiz Sergio Moro.

moro doleiro banestado lava FHC

Juiz Sergio Moro tem um salário legal de fazer inveja a 99 por cento dos brasileiros

Wadih Damous: Moro descumpre constituição e tem salário de R$ 77 mil

teto salarial justiça

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) criticou nesta quinta-feira (20), na tribuna da Câmara, juízes e integrantes do Ministério Público que estão descumprindo o artigo 37 da Constituição Federal, recebendo vencimentos acima do teto salarial.

“E, para a nossa surpresa, na relação de juízes, desembargadores e membros do Ministério Público que percebem acima do teto, está o nome do insuspeito juiz Sérgio Moro, esse mesmo, que prometeu limpar o Brasil da corrupção, que prometeu passar o Brasil a limpo”, ironizou.

O juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, segundo Wadih Damous, tem recebido nos últimos meses acima do teto, que é limitado ao salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje em R$ 37,4 mil.

O deputado Wadih Damous destacou que as informações que o mundo jurídico já conhecia, sobre o descumprimento do teto salarial na magistratura, foram publicadas na última semana, no site Consultor Jurídico, especializado em questões ligadas ao Direito, ao Judiciário e ao Ministério Público.

“A matéria mostra que muitos juízes e desembargadores percebem acima do teto. Na verdade, o texto sintetiza de forma clara que o teto virou piso. Isto graças a expedientes de criação de penduricalhos do tipo auxílio-moradia, auxílio- táxi, auxílio-educação, auxílio isso, auxílio aquilo” enfatizou. Veja vídeo

Do Portal Vermelho, com informações da agência PT

Beto Richa é outro tucano do Lava Jato que a grande imprensa esconde

por Ismael Morais

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Investigações da Lava Jato batem na porta do governo Beto Richa

Reportagem de Amanda Audi, no jornal Gazeta do Povo, edição desta sexta-feira (17), afirma que o juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, investiga negócios entre o ex-deputado André Vargas (sem partido), preso há uma semana, com empresas e órgãos estaduais do governo Beto Richa (PSDB).

Segundo o jornal, uma força-tarefa do Ministério Público Federal está investigando se algum político levou vantagem nos sete contratos firmados pela empresa usada por Vargas, a tecnologia It7 Services, no valor de R$ 18 milhões, com Receita Estadual do Paraná, a Celepar e a Compagás.

Foram R$ 10,1 milhões pela Celepar, R$ 6,9 milhões pela Receita e R$ 459,8 mil pela Compagás. A empresa também prestou outros serviços de TI, por valores menores.

De acordo com a Gazeta, os contratos foram assinados entre 2012 e 2014 pelo então secretário da Fazenda Luiz Carlos Hauly (PSDB), pela Receita; Jacson Carvalho Leite, pela Celepar; e Stênio Jacob, hoje aliado do ex-governador Orlando Pessuti, pela Compagás.

Resta saber se o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, provará ao Brasil que não conduz uma operação seletiva, antipetista, somente para prejudicar a presidenta Dilma Rousseff. Ontem nas redes sociais, a hashtag ‘#ExplicaMoroPorqueSoPT’ (Explica Porque só o PT) liderou na maior parte do dia a “trend topics” do Twitter no país.

O envolvimento do governo Richa em mais esse escândalo da Lava Jato dá força para a instalação da CPI da Corrupção na Assembleia Legislativa.

O círculo próximo ao Palácio Iguaçu já enfrenta devassa do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço policial do Ministério Público do Paraná, que aponta crimes de agentes públicos em três frentes: pedofilia, propina da Receita Estadual e fraudes em licitações do governo do estado.

Esposa do juiz Moro assessora do PSDB

 

Esposa de Sérgio Fernando Moro, juiz responsável pela Operação Lava Jato, é assessora jurídica do PSDB. Além da esposa, o irmão do Juiz, Cesar Moro, não esconde o fanatismo pelos tucanos nas redes sociais

Rosângela Wolff de Quadros Moro, esposa do Juiz da Operação Lava Jato e assessora do PSDB
Rosângela Wolff de Quadros Moro, esposa do juiz da Operação Lava Jato e assessora do PSDB

por Fabiano Portilho, JornalI9

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O nome de Rosângela Wolff de Quadros Moro passaria despercebido se não fosse por um detalhe: o sobrenome “Moro”.

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Rosângela é esposa de Sérgio Fernando Moro, o juiz responsável pela Operação Lava Jato, apontado por diversos juristas de nome e renome como o “Rei dos Vazamentos”, mas só quando os depoimentos citam alguém do PT e PMDB.

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A senhora Moro é assessora jurídica de Flávio José Arns (PSDB), vice do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB).

Rosângela Moro faz parte do escritório de Advocacia Zucolotto Associados em Maringá

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O escritório defende várias empresas do Ramo do Petróleo, como:

INGRAX com sede no Rio de Janeiro,

Helix da Shell Oil Company, subsidiária nos Estados Unidos da Royal Dutch Shell, uma multinacional petrolífera de origem anglo-holandesa, que está entre as maiores empresas petrolíferas do mundo. Aproximadamente 22 000 funcionários da Shell trabalham nos Estados Unidos. A sede no país está localizada em Houston, Texas.

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Além das empresas do Ramo de Petróleo, o escritório presta serviços para empresas de Farmácias e Clínicas Médicas.

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Uma em especial chamou a atenção, tirando as empresas do ramo de Petróleo: A Paranaense Perkons, empresa investigada pelo MPF por comandar a Máfia dos Radares no Sul do país, e nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.

Uma família tucana na república do Galeão do Paraná

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O elo de Rosângela Moro com o PSDB é tão visível que ela acompanha todos os trabalhos de Eduardo Barbosa de Minas Gerais, vice-líder do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na Câmara dos Deputados, chegando a segui-lo na Rede Social.

O juiz Sérgio Fernando Moro tem um irmão, César Fernando Moro que, além de ser maratonista e diretor executivo na empresa Iadtec Soluções em Tecnologia, é um dos que pregam o ódio ao PT, veja:

Coração Tucana da Família

O slogan “Taca-lhe pau” ficou conhecido em todo o País, como “grito de guerra tucano”, como “taca-lhe pau Aécio”.

Leia a mensagem de César Moro para o irmão juiz:

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Os irmãos de nomes trocados

Sérgio, que devia ter o nome de César, e não o irmão, ministro do Supremo seria mais um Gilmar Mendes…


Transcrito do Pragmatismo Político

Fernando Henrique vendeu 36 por cento das ações da Petrobras. Operação Lava Jato defende a Petrobras do Brasil ou dos acionistas estrangeiros?

Veja que o jornal Rio Branco publicou na manhã deste domingo, para animar o povo ir pra rua:

“O apoio aos protestos contra a presidente é alto (75%), assim como a taxa de eleitores que associam Dilma ao escândalo de corrupção na Petrobras, objeto da investigação da Operação Lava Jato”. Veja que propaganda mais escandalosa!

 

petrobras paulo francis FHC

Que Petrobras a direita pretende defender?

A Petrobras dos brasileiros?

Ou a Petrobras dos acionistas estrangeiros?

Denuncia Fernando Siqueira: “Ëm 1999, Fernando Henrique mudou o  estatuto da Petrobras com três finalidades:

1 – permitir que estrangeiros possam ser presidentes da empresa (Philippe Reichstul);
2 – permitir a venda de ações para estrangeiros;
3 – retirar os diretores da empresa do Conselho de Administração, colocando em seu lugar representantes do Sistema Financeiro Internacional, como Jorge Gerdau Johannpeter (comandante do lobby para a quebra do monopólio), Roberto Heiss, Paulo Haddad e outros.

Reichstul inicia o mandato cancelando atabalhoadamente (propositalmente?) o contrato da empresa Marítima — fornecimento de seis plataformas para perfuração exploratória — um mês antes dela incorrer numa grave inadimplência.

O cancelamento salvou a Marítima de pesadas multas e ainda deu a ela argumentos para processar a Petrobras, pedindo R$2 bilhões de indenização pelo incrível cancelamento. Ganhou em primeira instância.

Reichstul viaja aos EUA com o ex-jogador Pelé e, juntos, fazem propaganda do lançamento e venda de ações da Petrobras em Wall Street.

O governo vende, então, 20% do capital total da Petrobras, que estavam em seu poder. Posteriormente, mais 16% foram vendidos pelo irrisório valor total de US$5 bilhões”.

Lei mais safadezas do governo Fernando Henrique na Petrobras aqui

O maior acionista estrangeiro da Petrobras é o pirata George Soros, ex-patrão do presidente do Banco Central na época do entreguismo de FHC.

Denunciou Evo Morales, presidente da Bolívia, que o governo do Brasil possui apenas 22% das ações. Isso em 2006. Isso é verdadeiro? Com a palavra o governo brasileiro, notadamente os investigadores CPI da Petrobras da Câmara dos Deputados e o juiz Moro. Assim sendo a Operação Lava Jato atende mais os interesses de um George Soros…

É isso aí: a Petrobras é uma empresa de economia mista, com o capital pra lá de misturado. Bote misturado nisso.

Com a danação de que o povo paga os prejuízos, inclusive toda vez que  os piratas aumentam o preço da gasolina, do gás de cozinha etc.  E o lucro sempre fica no bolso dos acionistas.

Contabilize o lucro futuro com a entrega dos novos poços descobertos de petróleo e gás do Pré-Sal, & outros a descobrir. Idem com a terceirização, fonte de toda corrupção na Petrobras.

 

George Soros, o maior acionista da Petrobras. Um dos principais beneficiados pela Operação Lava Jato
George Soros, o maior acionista da Petrobras. Um dos principais beneficiados pela Operação Lava Jato

Clique nas tags. Fique por dentro das safadezas e grandezas da Petrobras

 

 

Torturadores e assassinos da ditadura de 64 são derrotados pelo povo nas ruas de São Paulo. Carlinhos Metralha lança candidaturas de Moro e Bolsonaro

A imprensa conservadora e os partidos da direita (PSDB & aliados), que votaram a terceirização na Câmara presidida por Cunha (PMDB), foram derrotados hoje nas ruas vazias de São Paulo.

Promoveram até estripitize como chamariz.

Juliana Isen, a musa dos analfabetos políticos, não fez sucesso
Juliana Isen, a musa dos analfabetos políticos, não fez sucesso

 

Mas o estripitize mais escandaloso foi de um conhecido e impune estripador: o ex-agente do Dosp Carlos Alberto Augusto, carinhosamente chamado pela imprensa pusilânime de “Vovô Metralha”.

vovo metralha

vovo metralha 1

Bruna Bortoletto, no Facebook:  Metralha, esse cara torturou e matou pessoas, ele é um assassino, deveria estar preso!
Bruna Bortoletto, no Facebook: Metralha, esse cara torturou e matou pessoas, ele é um assassino, deveria estar preso!

O Movimento SOS Forças Armadas reuniu civis, policiais e militares do golpe de 64.

O carro de som da ordem unida tocando músicas marciais procurava animar o ajuntamento. Inclusive homenageou o ex-segurança do famigerado delegado Sérgio Fleury, Carlinhos Metralha, uma dupla de assassinos que participou da Chacina da Chácara São Bento, narrada no célebre romance Soledad no Recife, de Urariano Mota. Um massacre  de seis militantes de esquerda, dedurados por Cabo Anselmo.

Tinha carro de som, mas faltou gente
Tinha carro de som, mas faltou gente

Vestindo um paletó preto, gravata borboleta, capacete usado na Revolta Separatista de 1932, Carlinhos, que tem o alcunha de “Carteira Preta”, deitou falação. Disse que estava cercado de velhos parceiros, e revelou que o SOS era pelo retorno da ditadura dos marechais ou o juiz Moro para presidente.

 

Jair Bolsonaro, um candidato a presidente Daia Oliver: R7 SOS Forças Armadas. Foto
Jair Bolsonaro, um candidato a presidente do SOS Forças Armadas. Foto R7: Daia Oliver

É! faltou gente apesar das atrações circenses.

Noticiou o R7: O tratamento recebido em São Paulo pelo deputado Jair Bolsonaro foi bastante diferente do que vivenciou no Rio de Janeiro, quando foi vaiado por manifestantes.

Admiradores do Bolsonaro o rodearam e o chamavam de “presidente” enquanto pediam para o deputado tirar uma selfie.

Quem também marcou presença no protesto foi o deputado federal e major Olímpio Gomes, que preferiu não discursar.

— Eu vim aqui aplaudir.

É! as fotos mostram as ruas vazias. Portal Metropole publica:

Movimento “Fora Dilma” também fracassa em SP e leva menos de 5 mil à Paulista

Sem números oficiais da PM, a imprensa apura que menos de 5 mil pessoas estiveram presentes no movimento na Avenida Paulista

Avenida Paulista
Avenida Paulista. Foto M7
O da bandeira é da PM? É! havia mais fardados que paisanos. Foto M7
O da bandeira é da PM? É! havia mais fardados que paisanos. Foto M7

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Por que nenhum jornalista quis ouvir a advogada da Odebrecht?

jus julgamento final justiça deus

por Paulo Nogueira

 

Se um dia a posteridade quiser aferir a miséria do jornalismo brasileiro nestes tempos, bastará consultar o desabafo da advogada Dora Cavalcanti, que defende a Odebrecht no caso Petrobras.

Num artigo publicado na Folha, ela contou que nem um único jornalista a procurou para conversar sobre o encontro que ela teve com o ministro José Cardozo no dia 5 de fevereiro.

Repito: nem um. Zero.

Que havia interesse jornalístico na reunião é evidente. É só ver, primeiro, o tom apocalíptico com que a mídia a noticiou. E depois a reação histérica e despropositada de Joaquim Barbosa e do juiz Sérgio Moro.

Por que, então, ninguém foi atrás de uma pessoa que participou do encontro?

É que a mídia brasileira não quer ouvir ninguém que traga pontos de vista diferentes dos seus em relação ao caso Petrobras.

Não há espaço para vozes divergentes. Não existe pluralidade. A grande mídia tirou de sua agenda opiniões discordantes.

Ajudar o leitor a entender a complexidade de muitas situações é uma das funções mais sagradas da imprensa.

A nossa abdicou disso há muitos anos. Se você mostra uma realidade parcial para o leitor é mais fácil manipulá-lo.

Esta a lógica sinistra da mídia brasileira.

Dora tens bons pontos.

A questão dos vazamentos seletivos é um deles. Em outros países, pondera ela, isso é inaceitável.

No Brasil, isso virou uma rotina – sem que se veja nenhum empenho em Moro em tentar pôr fim a elas.

Os vazamentos seletivos, e este é outro bom ponto de Dora, atrapalham consideravelmente o direito de defesa dos réus.

Em essência, é uma coisa injusta.

Como teria se comportado Moro se os vazamentos não alcançassem os suspeitos de sempre?

Bem, é uma hipótese inverossível: a imprensa não publicaria nada.

A advogada Dora Cavalcanti trouxe alguma luz ao caso Lava Jato com seu depoimento.

Moro e Barbosa, em compensação, produziram sombras.

Com sua agressão a Cardozo, Moro deixou claro, talvez involuntariamente, que está longe de personificar o ideal do juiz equidistante e imparcial.

É uma má notícia para a sociedade. Não à toa, a imprensa deu a ele o mesmo ar heroico que no Mensalão fora de Barbosa.

Os dois – Barbosa antes e Moro hoje – simbolizam o conservadorismo na Justiça nacional.

Barbosa, no Mensalão, fez horrores sem virtualmente nenhum obstáculo.

É um alerta.

Moro não pode ter o mesmo caminho fácil agora que foi concedido no passado a Barbosa. Seus métodos têm que ser desafiados quando necessário.

Foi o que a advogada Dora Cavalcanti fez.

A despeito do que a Justiça decida sobre o papel da Odebrecht na história, o gesto de sua advogada merece aplausos. De pé.

 

Leia para saber mais sobre o golpista Partido Judicial

 

justiça cagando povo

 

1 – Joaquim Barbosa foi mais Joaquim Barbosa que nunca ao condenar sumariamente o ministro da Justiça

2 – As críticas de Barbosa ao ministro da Justiça serviram, sobretudo, para ele vender suas palestras

3 – Dora Cavalcanti: Lava Jato põe em risco o Estado de Direito

4 – Cardozo acerta ao lidar com advogados da Lava Jato

5 – Barbosa reage à atuação de Cardozo na Lava Jato e pede demissão do ministro

6 – Cardozo responde a Moro e diz que é ‘dever’ de ministro receber advogados