Juiz de Fora capital do tráfico internacional de drogas. Presa uma das quadrilhas que contava com importante rede de influências para garantir a manutenção das práticas ilícitas. Esconderam os nomes dos milionários traficantes. Tratamento vip pra bandido rico

E Aécio, será que ele teria coragem de desencadear
uma campanhapelo tráfico livre para helipóperos pelo Brasil
como já acontece em Juiz de Fora, Minas Gerais?!
Será mera coincidência que a cocaína vinda dos países limítrofes
seja distribuída pelo Brasil a partir da cidade mineira de Juiz de Fora?
Será por que a história com um helicóptero com 450 kg virá pó
no noticiário dos velhos parceiros mafiomidiáticos?
Gilmar Crestani

br_agora. drogas 2013 cocaína

POLÍCIA FEDERAL DESARTICULA QUADRILHA QUE FATURAVA 20 MILHÕES POR MÊS
Cocaína saía da Bolívia, passava pelo Paraguai, Triângulo e interior de São Paulo e seguia para Juiz de Fora, onde era distribuída para Rio e Nordeste

por Guilherne Parnaíba

EM Com Br/ ADPF

Um golpe na maior organização criminosa de tráfico internacional de drogas investigada pela Polícia Federal em Minas Gerais nos últimos anos. Foi dessa forma que o delegado regional de Combate ao Crime Organizado da PF, Paulo Henrique Barbosa, caracterizou a quadrilha desarticulada ontem, cuja maior presença está em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Os traficantes faturavam cerca de R$ 20 milhões por mês, segundo estimativas da polícia, já que o esquema distribuía duas toneladas de cocaína por mês a R$ 10 mil cada quilo. Dezessete pessoas foram presas, incluindo 12 em Juiz de Fora e duas em Belo Horizonte. Outros dois alvos de mandado de prisão preventiva já estavam detidos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH.

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“A droga vinha da Bolívia e passava pelo Paraguai, Triângulo Mineiro e interior de São Paulo antes de chegar à Zona da Mata. De Juiz de Fora, seguia principalmente para o Rio de Janeiro e o Nordeste”, informou o gerente operacional do Setor de Inteligência da PF, Alexandre Mees. Além das prisões, a PF conseguiu junto à Justiça o confisco de R$ 70 milhões em bens do grupo, marcado pelo alto padrão de vida e ostentação de imóveis, carros, aviões e lanchas de luxo.

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A investigação começou há cerca de seis meses. Segundo o delegado da PF de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Carlos Henrique Cotta Dângelo, o inquérito é fruto de uma informação obtida pelos agentes no ano passado. “Tivemos uma série de ocorrências com aeronaves do tráfico aqui no Triângulo. Com base nisso, foi repassada a informação de um grupo que agia em Juiz de Fora”, disse o policial. Esse núcleo sediado na Zona da Mata mineira, segundo a PF, recebia a droga que chegava de duas rotas. Uma delas saía da Bolívia passando pelo interior de São Paulo. Antes de chegar aos arredores da cidade paulista de Aguaí, a droga também podia passar pelo Paraguai, sempre usando aeronaves no transporte. De São Paulo, a cocaína seguia para Juiz de Fora pelas rodovias do país. “Outra possibilidade era seguir direto da Bolívia de avião até o Triângulo Mineiro, para depois terminar o caminho de carro até Juiz de Fora”, afirma Alexandre Mees.

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BENS Na cidade mineira, um laboratório de preparo e manuseio de drogas foi estourado ontem pelos policiais, que também encontraram no local cerca de R$ 1 milhão em cheques. Na lista de bens bloqueados pela Justiça está uma cobertura em Juiz de Fora avaliada em R$ 1,5 milhão. Segundo as investigações, o núcleo mineiro da quadrilha, radicado na cidade, usava agências de compra e venda de veículos para lavar o dinheiro obtido com o tráfico de drogas.

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No interior de São Paulo, foi constatada a atividade de transporte de passageiros para garantir a lavagem da quantia arrecadada de forma ilícita. Além dos núcleos responsáveis por transportar e preparar a droga para revenda, a PF verificou também a presença de financiadores, pessoas que injetavam dinheiro no esquema para obter lucros de modo fácil e rápido. Uma dessas pessoas, procurada em São Paulo, esteve envolvida em uma fraude bancária recente e teve rendimentos que totalizaram R$ 120 milhões em um ano.

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Além das 17 prisões de ontem, a PF já tinha capturado outros 16 envolvidos no esquema, todos em flagrante, durante o curso das investigações. Um dos próximos passos é abrir um inquérito para investigar especialmente a lavagem de dinheiro, além de continuar a caça aos foragidos para prender todos os alvos da operação. Três pessoas ainda não foram localizadas. As investigações apontam que o grupo usava documentos falsos e contava com uma importante rede de tráfico de influências para garantir a manutenção das práticas ilícitas.

BRA_DN cocaína

Estudante universitário pode desflorar. Pintor de parede vai preso. Eta Brasil desconforme!

Tem um estuprador solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Toda estudantada sabe quem é. Uma menor de 17 anos, virgem, no azarado dia 13 de abril último, convidada para uma festa no Instituto de Artes e Design, terminou agarrada por um colega universitário. A alma sebosa colocou droga no copo da jovem caloura. O criminoso aplicou o famoso golpe do boa noite Cinderela. A menina levou porrada. O corpo ficou todo marcado por unhadas e hematomas. Um crime covarde, hediondo.

O reitor Henrique Duque abriu um inquérito para inglês ver. A polícia do governador Antônio Anastasia ainda não falou nada para a imprensa.

Ameaçada, a menina teve que abandonar a universidade. Temos assim vários crimes: stalking, assédio sexual, sequestro (ela foi dopada e carregada para detrás do prédio do IAD), estupro, possível curra, tortura, desfloramento de uma menor, pedofilia e tentativa de assassinato (por espancamento e aplicação de droga ilegal). Inclusive um crime premeditado: pela entrega do convite nominal (com senha numerada), compra de entorpecente.

O agressor, universitário veterano, é um psicopata. Que fatalmente vai agir de novo. Que espera a próxima vítima.

Em Brasília, a polícia apresentou nesta terça-feira (19/6), o suspeito de estuprar uma adolescente de 17 anos em setembro de 2010, no Riacho Fundo II. A jovem acabou engravidando. O homem foi detido na noite de segunda-feira (18/6).

Miguel Vieira de Brito Filho, 37 anos, é pintor de paredes e trabalhava com o pai da menina. Ela conta que estava voltando da escola de ônibus e quando desceu, Miguel, que estava próximo à parada, começou a conversar. Ele chamou a menina para sua casa dizendo que ia lhe dar um chocolate. Lá, Miguel teria forçado a garota a manter relações sexuais com ele.

A jovem não comentou o caso com ninguém, até sua mãe perceber que a menstruação da garota estava atrasada. A mãe, então, registrou ocorrência.

Na última sexta-feira (15/6) foi expedido o mandado de prisão preventiva e, desde esta segunda (18/6) o acusado está no Departamento de Polícia Especializada (DPE). Ele alega que namorava com a jovem havia um ano, mas ela afirma que só o conhecia de vista.

Miguel, que não tem antecedentes criminais, vai responder por estupro qualificado, podendo pegar de oito a 12 anos de prisão.

O tarado de Juiz de Fora tem que mofar uma década numa cadeia ou num manicômio judiciário. Basta de duas polícias, de duas justiças.

Falta caçar o cafajeste desflorador da universitária no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Bandido é bandido. Todo estuprador mata. Um psicopata, que pode se tornar, de uma hora para outra, em um serial killer.

O reitor Henrique Duque, o governador Antônio Anastasia estão esperando que o criminoso solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora agarre pelos cabelos sua próxima vítima.

Se o doente mental apenas estuprar tudo bem. Perdoável. Coisa de estudante mineiro. Brincadeira próxima dos trotes sadomasoquistas. E no mais, e no mais, a menor de 17 anos “pediu”. Quem mandou ir a uma festa no Instituto de Artes e Design, logo no IAíDê, onde atrás do prédio, todo mundo sabe, existe um lugar chamado matadouros, para brincadeiras sexuais. Quem mandou ir a uma festa sem a companhia dos pais, e beber, em copo fornecido pelo diretório acadêmico, sendo conhecido, por toda universitária escolada, o golpe do boa noite Cinderela.

Menina da tradicional família mineira, virgem, sabe cuidar do seu hímen. Menina virgem do interior de São Paulo, matuta, religiosa, filha exemplar, estudante aplicada, passou em cinco vestibulares, não aprende como se defender. Bem que mereceu. É a única culpada. Que pague pelos seus pecados imaginados, que inconscientemente estava desejando gozar um estupro sexual, ser arranhada, espancada, o corpo marcado de hematomas. Bem feito. Assim escreveu Kadu Olliveira, porta-voz da reitoria, participante da festa, testemunha chave, baseada no que espionou e em depoimentos tomados dos demais amigos de farra e folia e calourada. Leia. Kadu antecipa o inquérito administrativo que o reitor encomendou a três mosqueteiros professores da UFJF, e o inquérito da polícia do governador Antônio Anastasia, a mesma polícia que protege o assassino prefeito Antério Mânica, defensor do trabalho escravo.

Imoral defesa do estuprador da Universidade Federal de Juiz de Fora

Escreveu Kadu Olliveira
Sexta feira, 13 de Abril. Um suposto estupro ocorreu durante uma calourada na Universidade Federal de Juiz de Fora (Suposto? Existem dois laudos médicos, que inclusive atestam que a menor de 17 anos era virgem. Escrever suposto é defender um psicopata, um anormal sexual, um alma sebosa, doentia, um tarado, um covarde, um violentador). A festa ocorreu no Instituto de Artes e Design, contou com bebida liberada  e menores de idade (isso é crime) num ambiente federal (Daí a legal necessidade de tudo ser investigado pela Polícia Federal).
Após exame médico foi constatado o estupro, porém a menina não lembra do ocorrido, ela tem 17 anos e estava alcoolizada no momento (mentira grosseira. Não estava alcoolizada, e sim dopada, o famoso golpe boa noite Cinderela). Todos os orgãos competentes estão investigando o caso (não é verdade, estranhamente apenas uma delegacia da mulher, e já se passaram mais de 30 dias, e as autoridades  ainda não detiveram nenhum suspeito. Isso chamo de descaso, de incompetência)
e eu vou dizer o que penso e sinto: Uma menina de 17 anos numa festa de bebida liberada:
– Os pais ou responsáveis legais sabiam onde a sua filha estava indo? (Sabiam sim. A garota estava morando em Juiz de Fora, cidade sem lei. Ela telefonou para os pais, que moram em uma cidade do interior de São Paulo, uma pequena cidade sem nenhum curso universitário)
– Ela sabia que, como menor de idade, não pode ingerir bebida alcoolia (sic) ou tabaco? (Sabia, e nunca tinha bebido antes. É uma menina religiosa, estudiosa, caseira, exemplar como filha, como aluna. Passou em cinco vestibulares, e escolheu a universidade errrada, e a cidade errada).

– Os organizadores do evento sabiam que haviam menores de idade? se sim, por que não sinalizaram-os de forma a não liberar bebida alcoolica para eles? (Reportagem da Globo fotografou garrafas de cachaça no diretório acadêmico. Os próprios organizadores da calourada são suspeitos. Tudo indica que foi uma curra. O bulismo, o stalking, o assédio sexual, as gangues de drogas imperam em nossas escolas do ensino médio e universidades).
– Ela foi levada até onde para ser estuprada? (Para trás do prédio do IAD, um lugar que  os estudantes machistas e nazistas chamam de matadouros)
eu estava na festa, outros amigos também (devia procurar a polícia e levar seu depoimento. Para mim você é também um suspeito. Idem fornecer os nomes dos amigos). Um deles conhece a menina e afirma que ela gosta de um alcool mesmo (a menina não é de Juiz de Fora, e para conhecer a menina precisa ser da mesma cidade que ela mora no interior de São Paulo. Esta é uma afirmativa caluniosa, que pode gerar um merecido processo), e que o estupro foi feito no bosque, um lugar fora do espaço físico do evento (Veja que o Kadu reconhece que foi um estupro. Acredito na possibilidade de curra. E aconteceu no campus da universidade: no IAí-dê).
O evento foi feito num espaço público, com seguranças e equipe de buffet contratada. O espaço público foi fechado. O local do fato, como relatou esse amigo, fica fora do prédio (falso, não existe no jornalismo “esse amigo”. As pessoas têm nome. Fonte anônima  não merece crédito. O informante, se ele existe, deve ser também da gangue), onde a segurança é feita pelos guardar da UFJF (se tinha segurança da UFJF … indica que o campus foi o local, e não tem outro).
Se realmente foi um estupro, por que ela não gritou? (A menina estava dopada, e o violentador bate forte, e a vítima fica desmaiada. A menina, conforme dois laudos médicos, ficou toda arranhada, e o corpo cheio de hematomas, o que comprova a violência, idem a covardia do malfeitor safado, bandido todo)
e por que nenhum guarda viu tal ato libidinoso  em espaço público, atuando com as devidas soluções nesse caso? (Fez que não viu para não perder o emprego. E quase sempre essas empresas de segurança prestam serviços fantasmas e superfaturados).
– Atentado ao pudor?  (Uma pergunta pra lá de idiota. Foi um crime hediondo, praticado por um animal, talvez um homossexual sem coragem de sair do armário, a mesma mente criminosa de um sequestrador, de um torturador nos porões da ditadura)
si… não… e agora? ( As autoridades demoram. O agora? É investigar todos os participantes da suruba acadêmica, deter os suspeitos para investigação, e condenar os culpados. Cadeia já! Coisa que o reitor Henrique Duque, para não ser cúmplice, tem que apresentar, pelo menos, o resultado do inquérito administrativo que prometeu abrir. Idem o governador Antônio Anastasia, que comanda as polícias civil e militar). o estupro foi realizado onde haviam seguranças da instituição UFJF, por que eles não estavam lá? e se estavam… XIIIIII (Isso deve ser investigado. Toda omissão é criminosa, idem todo silêncio).

O que importa é que a menor não reconhece tal assunto como estupro, mas sim as colegas e principalmente a familia (A menor estava dopada. E acordou com fortes dores nas partes íntimas, daí a suspeita de curra, da participação de vários alunos. A garota quando acordou  foi parar no hospital, e apresentou uma lista de suspeitos, uma lista que a imprensa precisa divulgar, uma lista que precisa correr na internet, para a proteção de todas as alunas da UFJF).- Porque ela foi sózinha pro mato com um estuprador? (Ô infeliz defensor de um estuprador, a menina estava dopada, que o tráfico de drogas é um lucrativo negócio na  UFJF).
– e a amiga que teve de se ausentar do local por 40 minutos, e quando voltou o fato estava consumado? (a amiga não esperava, nem a vítima, que no IAD existissem estudantes psicopatas, f.d.p.) em 40 minutos uma pessoa consegue sair da sobriedade e chegar ao coma alcóolico? (estamos falando com um especialista em drogas, esquecido que um coma pode ser fatal, durar para todo sempre) 40 minutos sozinha no mato? (que vilania fazer gracinha com um estupro, esse tipo de humor negro pode indicar… ) o que duas meninas estavam fazendo no mato, maria chiquinha? (outra gracinha que lembra o trote da UFJF, este ano, quando as meninas tiveram que carregar cartazetes com os dizeres “sou puta”, “sou sapatão”).
– e o pior: o que tem haver o curso com um evento desses a não ser o espaço fisico, cedido a um grupo de alunos? (Certamente que o campus da UFJF virou um imenso matadouros) um espaço universitário… universidantes utilizam-no (para praticar o bulismo, o assédio sexual, o assédio moral, estupros e outros crimes).
Eu vivo pegando salas de aula pra ficar estudando nos intervalos de uma disciplina e outra, é comum emprestarem (a UFJF vive de empréstimos e obras superfaturadas como acontece com o edifício do Hospital, conforme denúncia do Tribunal de Contas da União).
Quer dizer que todos os professores e servidores deveriam zelar pela santa paz durante a festa? (Pergunta idiota) ou eles mesmos deveriam organizá-la? (outra pergunta idiota. Foi uma festa organizada pelas lideranças estudantis da UFJF que, estranha, acintosa e manhosamente, estão caladinhas… por medo ou cumplicidade)
eu sei que fico indignado com tamanho absudo (sic), suposto estupro confirmado no HPS após uma consulta na Santa Casa de Misericórdia!!!!!!!!!!!!! (Duvida dos médicos? Por que o reitor Henrique Duque não move um processo contra os médicos que examinaram a vítima, que estava acompanhada de autoridades do Juizado de Menores?)
Sinceramente, é muita midia em cima de ago que na verdade não tem nada haver. (é! no dos outros é refresco! E se fosse sua mãe? Sua irmã? Sua filha? – Nada haver!!!) O IAD não tem a finalidade de capacitar alunos a organizar eventos, essa polêmica vai desaguar em algo que é natural: o que é o IAD? um instituto capaz de formar profissionais de conhecimentos em Artes e Design. full stop. (burra defesa. No IAí-dê tem de tudo. O local da calourada foi artisticamente decorado, e o crime bem programado por um estudante frígido, futuro marqueteiro de campanhas eleitorais de candidatos corrutos).
vamos então banalizar menos, e pensar mais no que realmente queremos e pretendemos fazer: é muito facil dizer que o suco está sem açucar se na verdade tomamos café! o IAD não é lugar de festa, não vive disso nem em função disso. O “””estupro””” aconteceu, tudo será averiguadon (duvido!), julgado (em que país?), punido (chiste, pilhéria), eticéta, reticença, e a vida continua (Para a menina a vida não continua. Nada mais vai ser o mesmo. O trauma de um estupro é pra toda vida. Dizer o contrário, precisa ser um estudioso aluno do IAí-dê).
Proponho aos alunos do Instituto de Artes e Design (IAí-Dê) da UFJF que tenham algum interesse pela nota que fizeram no ENEM que se unam, a mim ou aos professores ou aos seus amigos, e se dediquem ao curso antes de mais nada (Viva a safadeza do corporativismo!). Eu acho que o primeiro período de uma universidade não deveria ser mais do que mostrar aos que entram o que é a universidade, quais suas normas, como ela funciona, como é o seu curso…
esse turbilhão de uma coisa só serve para chamar a atenção para nossas atitudes (que devem ser secretas) e o nosso cotidiano (que precisa ser escondido), alguém será multiladamente punido (tá com medo?) conheço policiais e presos, e sei como ambos tratam o anus de estupradores (é a pena de Talião) presidiarios são mais carinhosos (que os estupradores do IAí-dê),
e vamos pensar um pouco no que fazer diante do que estamos fazendo! temos um curso, e o que ele representa pra sociedade enquanto curso? festa? tem algo de errado ai… e se depender de mim, a sociedade em pouco tempo saberá que o IAD é um curso qque capacita profissionais criativos, capazes de dar sentido a vida (de uma menor molestada, estuprada, currada, espancada, arranhada, caluniada?),
e não a ruina dela (o nome do Instituto é mais precioso que a vida de uma estudante? Isso tá me cheirando manifesto de general de pijama do Clube Militar.   A salvação começa pela verdade . Por que os sequestradores e torturadores do golpe de 64 são contra a Comissão da Verdade? Em Belo Horizonte, no CPOR, nas sessões de tortura na Ditadura Militar, havia um sargentão estuprador. Torpe fato histórico relatado no romance “Quando Alegre Partiste” de Moacir Japiassu. Justiça já!  Castigo exemplar para os culpados. Basta de impunidade!).
(Os comentários entre parênteses são da autoria do editor do blogue).
 

Meninos em São Paulo imitam gangue de estupradores do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Menina foi abusada por oito menores. Desenho do Correio da Manhã de Portugal
Menina foi abusada por oito menores. Desenho do Correio da Manhã de Portugal

A imprensa internacional deu destaque ao hediondo crime. O Correio da Manhã de Portugal é um jornal conservador. O realce está no inedetismo do crime.

A polícia mineira vem escondendo o estupro na Universidade Federal de Juiz de Fora. Faz que não sabe o perigo que representa uma gangue solta no campus.

Publica o Correio:

Uma menina de 13 anos foi vítima de um brutal abuso sexual colectivo praticado por oito menores, com idades entre os 14 e os 17 anos, no bairro de Vila Penteado, onde todos vivem, na zona norte da cidade brasileira de São Paulo. Os oito violadores já foram identificados e poderão apanhar penas de prisão até três anos, pena máxima aplicável a um menor no Brasil.

por Domingos Grilo Serrinha

A polícia apreendeu a um dos menores um vídeo em que as sucessivas sevícias sexuais inflingidas à menina pelos oito acusados, em grupo e um após outro, estão claramente provadas e os seus autores identificados. Como não poderiam negar a violação, os acusados alegaram que os actos sexuais foram consentidos pela menina, que, segundo eles, também os desejou, mas na gravação a vítima pede claramente que a deixem ir embora, que não continuem com os abusos.

De acordo com o depoimento da vítima, os oito violadores estavam perto da sua casa quando esta voltava da escola e ofereceram-lhe algo para beber que parecia ser água. Como dois dos acusados são colegas dela na escola e outros são vizinhos, a menina, que ia acompanhada de uma amiga, não desconfiou das intenções do grupo e aceitou a bebida, ficando imediatamente dopada.

Devido a essa semi-inconsciência, não sabe dizer o que aconteceu à amiga, se também foi ou não violada. A polícia, no entanto, acredita que os agressores também tenham molestado a outra menor e que este não foi o primeiro crime do género praticado pelo grupo.

Na esquadra, os menores não pareceram muito preocupados e alguns chegaram a sorrir quando foram fotografados pelos agentes para o cadastro criminal. Além do abuso sexual, começaram a fazer chantagem com a menina, ameaçando divulgar as imagens do abuso sexual colectivo na internet se esta não fizesse tudo o que o grupo mandava, o que fez a vítima pedir ajuda à mãe, que chamou a polícia.

Comentário do editor: Tarado sexual tem que ser preso. O chefe dessas gangues sempre é um psicopata. E todos, não importa, a idade, anormais. Do grupo, fatalmente, surgirá um serial killer.
São bestas humanas, almas sebosas, capazes de todos os crimes.
Quem estupra não é menor de 17 anos. Apenas um animal. Os pais, quando protegem, inclusive as chamadas autoridades competentes, são cúmplices. Para essa escória existe hospital psiquiátrico.

Reitor Henrique Duque, para evitar protestos e estupros, proibiu festas e manifestações na Universidade Federal de Juiz de Fora

Na Universidade Federal de Juiz de Fora tudo agora é proibido. Principalmente atos de contestação. Distribuir panfletos. Fixar cartazes e faixas que reclamem contra os seguintes crimes:

* Bulismo
* Assédio sexual
* Assédio moral
* Stalking
* Violência contra a mulher

E, principalmente, qualquer campanha que vise

* Combater a corrupção, e
* Punir a gangue que currou uma universitária, menor de 17 anos, no campus da UFJF, precisamente no Instituto de Artes e Design, no AIDê no matadouros, um local atrás do prédio.

Revoltados, sem o apoio do diretório acadêmico, que bajula o reitor pelos mais variados motivos, estudantes independentes, notadamente as principais vítimas, as universitárias, pretendem realizar uma festa de protesto:

NOITE DE CAÇA ESTUPRADOR

Aguardem detalhes.

O protesto visa cobrar do governador  Antônio Anastasia um posicionamento. Até agora ele não falou nada. Parece que Juiz de Fora não é um município de Minas Gerais.

A polícia do governador não age. E Minas Gerais tem várias casos de estupro que continuam engavetados.

Para Henrique Duque, o magnífico, ser reitor é construir prédios. Prédio pra cá, prédio pra lá.

UNIVERSITÁRIAS ARMADAS

As universitárias prometem levar algumas das armas que a polícia usa contra os estudantes nas passeatas. Como gás de pimenta e pistolas elétricas. As pistolas  se pode comprar fácil, fácil, pela internet. As autoridades garantem que são inofensivas. Não matam, apenas paralisam o agressor.

Inspiradas  na estilista Pam Hogg, prometem usar cintos de castidade. Artistas modelos da AID se ofereceram para desfilar.

Desfile London Fashion Week
Desfile London Fashion Week

A Noite de Caça Estuprador pretende chamar a atenção da imprensa que vem censurando o noticiário sobre o caso da menor virgem currada no campus. Denunciar o silêncio do reitor. E os inquéritos sigilosos que apenas beneficiam os criminosos. Inquéritos de andança desconhecida.

A polícia, até agora, não apresentou o retrato falado do psicopata que anda solto no campus. Já se passaram mais de trinta dias. A suposta investigação da reitoria está sob sete chaves. Não se conhece sequer os nomes das três autoridades universitárias que o reitor disse ter nomeado para investigar o caso.

Outros modelos de cinto de castidade

As idealizadoras da Noite Caça Estuprador, que têm o apoio de ONGs feministas, dos movimentos em defesa da mulher contra a violência machista, afirmam que é mil vezes preferível usar um cinto que carregar cartazetes  tipo “sou puta”, “sou sapatão”, como aconteceu no trote universitário da UFJF este ano.

A festa é para clarear as mentes e as noites de Juiz de Fora. É um aviso de guerra, de luta:

Basta!

Nunca mais ser caça!

UFJF. Três mosqueteiros procuram o estuprador das pupilas do reitor

Sombrio corredor da UFJF
Sombrio corredor da UFJF

A Universidade Federal de Juiz de Fora instaurou, no dia 20 de abril, uma comissão de sindicância interna para apurar o caso de estupro de uma adolescente paulista, 17 anos, que aconteceu durante a festa de recepção aos calouros do Instituto de Artes e Design, no dia 13, no Campus Universitário.

A investigação é coordenada por três professores efetivos, cujos nomes não foram revelados (temem ser assassinados), e vai apurar “os fatos no âmbito da instituição”. Eles são vários: tráfico de drogas, uso de bebidas alcoólicas por menores, estupro ou possível curra, violência contra a mulher, assédio sexual, bullying, stalking, tortura e sequestro.

Os trabalhos correrão em sigilo, no mais absoluto segredo, em lugar ignorado, e têm a finalidade de originar um relatório secreto, que deve ser encerrado em um mês. Este prazo, entretanto, pode ser prorrogado por mais 30 dias.

O reitor da UFJF, Henrique Duque, também assinou uma portaria que suspende temporariamente os eventos festivos que não estejam diretamente ligados às atividades fins da universidade. A suspensão será mantida até que sejam fixadas novas normas sobre o uso do campus, com aprovação do Conselho Superior, composto por representantes de todas as categorias da UFJF. Inclusive as entidades estudantis, que o reitor garantiu que jamais pertenceram à UFJF.

Os três mosqueteiros do rei ainda não realizaram nenhuma reunião, nem procuraram confirmar se o reitor falou a verdade quando informou que o hediondo crime também estava sendo investigado pela Polícia Federal, pela Polícia Militar do governador Antonio Anastasia, polícia civil e juizado do menor.

Ninguém sabe quando será ouvido o primeiro suspeito da lista fornecida pela menor, aluna matriculada, obrigada a abandonar a universidade que não oferece nenhuma segurança às pupilas do reitor, desde que um estuprador permanece solto no campus, pronto para atacar.

Todo estupro que acontece em Juiz de Fora, principalmente de adolescentes, a polícia deve apresentar as fotos dos estudantes da UFJF, notadamente do Instituto de Artes e Design, os da lista de suspeitos, para o reconhecimento do agressor. A gangue pode atuar dentro ou fora do campus.