Mais três desembargadores do Rio Grande do Norte investigados

Além da apuração de infração disciplinar que corre no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde o fim de abril, os desembargadores Expedito Ferreira de Souza (vice-presidente do Tribunal de Justiça), João Rebouças e Francisco Saraiva Sobrinho (presidente do Tribunal Regional Eleitoral do RN) têm seus trabalhos dentro da Justiça Eleitoral investigados pela Procuradoria Geral da República (PGR). Também está incluído nas investigações de supostas irregularidades no TRE o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB). O processo está sob análise do procurador-geral da República Roberto Gurgel desde quando foi encaminhado à Brasília pela Superintendência da Polícia Federal no RN, em novembro do ano passado. A PGR apura a responsabilidade dos três desembargadores e do deputado federal em “irregularidades verificadas em nomeações para cargos no TRE-RN”, segundo afirmou a assessoria de comunicação da PGR. Reportagem de Paulo Nascimento. Clique aqui

O apagão dos ladrões da Celpe

Neoenergia da Celpe
Neoenergia da Celpe

Depois que os ladrões privatizaram a Celpe, entregue aos piratas por trinta moedas, Recife se tornou a cidade mais escura deste Brasil colônia internacional.

A Celpe (que virou Companhia Energética de Pernambuco, do Grupo Neoenergia) foi doada. Coisa de bandidos para bandidos.

Com a entrega da Celpe, Recife passou a ter apagões parciais todos os dias. E a prostituta Aneel,  agência reguladora dos altos preços, nada faz, além de abrir as pernas em berço esplêndido.

Cruel, coisa da Santa Inquisição d’Espanha, coisa de rei, a Celpe me ameaça cortar a luz:

“Comunicamos que (…) a conta contrato de fornecimento de energia está vencida.

(…) Vencimento em 15.12.2011”. (15 dias de atraso. Deve ter sido a primeira missiva dos safados neste 2012 da Espanha em crise, dependente das antigas e atuais colônias).

Eis a ameaça da empresa estrangeira:

“O não pagamento da fatura poderá acarretar na execução de medidas para o recebimento dos valores em atraso (sic), tais como: suspensão do fornecimento de energia, inclusão no Sistema (a Gestapo) de Proteção ao Crédito (SPC), cobranças administrativas e/ou judiciais cabíveis. (Para legalizar esses serviços sujos existe a justiça brasileira).

(…) Conforme legislação em vigor, será cobrada, posteriormente, taxa de religação” (isto é, mais lucro, mais roubança).

Engraçado, no caso Christine Epaud, no judiciário do Rio Grande do Norte, um procurador se negou a dar parecer por considerar que a venda fraudulenta de um hotel não era do interesse público. A cobrança de uma conta de luz de uma multinacional é. Eta justiça de duas caras!

Podem colocar o meu nome na merda do SPC. É um serviço criado pela ditadura militar. Que atualmente faz espionagem para a vigente ditadura econômica.

Um nome no SPC dignifica. Lá não estão fichados um Maluf, um Daniel Dantas, uma Verônica Serra, um juiz Lalau… & outros & outros da mesma corte.

O que acho atemorizante é o stalking da Celpe, via cartas abertas, visitas espalhafatosas e ameaçadoras de cobradores, cobertura do judiciário e outras ações cruéis, amedrontadoras. Puro terrorismo. A mesma vilania dos agiotas.

Que faz um pobre salário mínimo quando recebe uma carta de apagão da Celpe?

Idem um bolsa família?

Idem um pai de família da classe média desempregado?

Isso é capitalismo selvagem. Colonialismo puro.

Vergonha nossa! Vassalagem! Que o Brasil protege os corsários, os piratas, os especuladores, as milícias do rei, os ladrões de várias bandeiras.

Procura dor e encontra prazeres mil

Lá no judiciário do Rio Grande do Norte tem um procurador que se ausentou no julgamento do caso  Christine Epaud (nome possivelmente fictício de uma falsária internacional, que comprou um hotel sem pagar, e terminou ganhando dois), alegando que não era um processo de interesse público. Se não era, por que teve dois despachos de pai de santo de um desembargador? Um despacho, que a Christine Epaud desconsiderou.  O segundo, Christine Epaud ou Maria José ou quem sabe lá o nome dessa vigarista… disse que valeu. Jurou que pagou  “vultosa soma”. Mas ninguém sabe nem a origem nem o destino do dinheiro. Que o judiciário do Rio Grande do Norte me convoque. Eu conto como foi. Espero que o CNJ – Conselho Nacional de Justiça investigue o caso. Parei de escrever sobre essa sacanagem, a pedido da vítima. Parece que depende da justiça justiça do STF. Falou que minhas denúncias podiam prejudicá-lo. É um crédulo. Um bobão.

São tantas as bandidagens de procuradores neste Brasil, que  não sei se são fiscalizados por algum poder. Sei que recebem salários além do teto. Veja este novo escândalo:

Decreto de Alckmin pode ter causado prejuízo de R$ 1 bilhão a São Paulo. Ministério Público apura

improbidade administrativa

Carlos Newton

Citados como réus, entre outros, na ação popular que tramita na 6ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, por pagamento de juros moratórios indevidos a centenas de credores de precatórios, o atual procurador-geral do Estado, Elival da Silva Ramos, e o ex-procurador-geral Marcos Fábio de Oliveira Nusdeo, defenderam-se, argumentando que, entre 2001 e 2009, quando da quitação de 9 parcelas de precatórios não alimentares, num total de cerca de R$12 bilhões, a Procuradoria-Geral do Estado limitou-se a cumprir o Decreto no. 46.030/2001, pelo qual eles não deveriam ser responsabilizados. Simplesmente, cumpriram dispositivo legal estadual. Leia mais. Fique conhecendo mais uma opereta bilionária.

Vou logo avisando. Esta apuração vai dar em nada. Quem perde o dinheiro é o povo. Um bilhão dava para construir quantas casas populares? Quantas?  Quantos postos de saúde? Quantas escolas?

Natal Paradise Lost

As empresas investigadas: Blue Marlin Village e Cotovelo Resort & Spa, localizado em Barra Mares, em frente à praia do Cotovelo. Outros projetos são B? Zios Ocean View, B? Zios Ocean View I, Tabatinga Beach Resort, Arituba Tropical e Le Park. Leia. Foi assim que Natal virou “Paraiso do Crime” Internacional.

É preciso investigar já! a suspeita, escandalosa, imoral, duvidosa, escabrosa compra do Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal. A compra de um (1) hotel que virou dois (2) no judiciário do Rio Grande do Norte.

No Chalezinho Francês estão instaladas quatro empresas. Em que espaço? No local não existe nenhum escritório. Nenhuma placa. Nenhum birô. Nenhuma estante. Nenhum computador. Nenhuma cadeira. Nem linha de telefone. Nenhum funcionário das empresas. São tão invisíveis – as pessoias & coisas –  quanto o dinheiro que comprou o hotel Chalezinho Francês, que virou dois, pela inclusão do hotel Beira-Mar. Conheça a suruba de empresas de Christine Epaud. Leia.

Como essas empresas foram registradas na Receita Federal? – pergunto para a presidenta Dilma Rousseff, para o ministro Guido Mantega.

Denuncio para o CNJ

Eric Jensen

O Conselho Nacional de Justiça – CNJ precisa, urgentemente, investigar o caso Christine Epaud. Ou melhor, o despacho duvidoso do desembargador Aderson Sivino, que deu, de mão beijada e leve, dois hotéis para criminosos noruegueses.

O caso é do mais alto interesse público.
É uma história de terror, de recibos assinados na cadeia, sob coação.
É uma história mambembe, circense, de recibos pré-datados, o famoso conto-de-vigário.
É uma história de suspense, o realismo fantástico, de recibos a menos e, pasmem! de recibos a mais.

Recibos que o desembargador Aderson Sivino autenticou.

É uma história safada que envolve o judiciário do Rio Grande do Norte. Com ameaças de morte. Uma transa de “vultuosa soma”, definiu o desembargador Aderson Sivino em despacho.

Pergunto ao Conselho Nacional de Justiça:
– Como se pode comprar um hotel, que vira dois, com dinheiro de origem desconhecida?

Um dos hotéis, o Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal “Paraíso do Crime”, virou sede de empresas (quatro registradas na Receita Federal) de lavagem de dinheiro e outros crimes.

Como validar a compra de um hotel com dinheiro de destino desconhecido?
Dinheiro fantasma, invisível.

Dinheiro que se desconhece o valor. Pelos recibos são mais de um milhão. Pelo despacho do desembargador Aderson Sivino: Cr$ 650.000,00.

Quem venderia dois hotéis por preço tão desvalorizado?

E onde está este dinheiro?

A vítima deste caso é um setuagenário, que está ameaçado de morte (o desembargador Aderson Sivino jura que é um caso sem coação). Está de morte anunciada. Inclusive eu, por denunciar a safadeza. Aderson Sivino sabe dessa jura de morte matada.

A vítima pode morrer antes. De morte morrida. O caso esteve engavetado por oito anos. Isso abalou a saúde da vítima da justiça e da bandidagem.
Está sem dinheiro, cardíaco, depressivo e diabético.

Trata-se de um ancião honrado. Fundou, quando jovem, o MDB em Pernambuco, no governo do ditador Castelo Branco, com Marcos Freire, com o senador Jarbas Vasconcelos, de quem é amigo. Sempre teve como exemplo o tio, o inesquecível deputado Djalma Aranha Marinho.

Tem um homem que conhece os quadrilheiros acoitados em Natal, no Chalezinho Francês, e representados pela falsária Christine Epaud, laranja que usa vários sobrenomes.

Eric Jensen (foto) quebrou parte do paraíso norueguês. Parte. Existe por inteiro o paraíso francês de Epaud. E o espanhol.

Eric Jensen é o homem por trás da parte norueguesa da ação que levou a 25 detenções e apreensão dos bens de 300 milhões.

P.S.: Vou continuar com as reportagens:

Quem são os sócios de Christine Epaud

e Eu acuso

Talis Andrade, jornalista profissional

A justiça que mata a Justiça

Juiz ameaçado de morte diz que não vai deixar o local onde trabalha no Rio

A recente descoberta de um plano para matar o juiz Alexandre Abrahão, titular da 1ª Vara Criminal de Bangu, não intimidou o magistrado.
“Em razão do combate a essas diversas facções criminosas, que exploram máquinas caça-níqueis, tráfico de drogas e milícias, esse conglomerado anda insatisfeito com a minha conduta, assim como foi com minha colega Patrícia Acioli. Mas eu não pretendo mudar de vara”, disse.

Quando a Justiça sofre ameaça sinaliza a existência de uma justiça que teme ou faz aliança ou corpo mole com os bandidos lá de cima, que residem em palacetes, em condomínios fechados; com os que se escondem em favelas, bairros da classe média; ou se hospedam e compram hotéis.

O caso do Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal, que envergonha o judiciário do Rio Grande do Norte, encoraja outros bandidos a esperar uma justiça mole, complacente.

A bandidagem internacional, representada por Christine Epaud, comprou um hotel que virou dois em um despacho duvidoso do desembargador Aderson Sivino.

Basta lembrar que ele deu um despacho que Christine Epaud ignorou para o bem de Christine Epaud. Tivesse obedecido ao que ordenou Aderson Sivino ela não teria o despacho que lhe fez compradora, com dinheiro de ignorada origem, ou melhor dito, com dinheiro fantasma, invisível, um hotel em que acoita quatro empresas de ex-presidiários e foragidos da justiça da Noruega & outros bandidos internacionais, que transformaram Natal em “Paraíso do Crime”.

Mas que esperar de um tribunal onde impera o nepotismo? Onde superlotam parentes, aderentes, contraparentes? Nada de contra. Tudo a favor de Mateus. Primeiro os teus, e depois, e depois a quadrilha de Christine Epaud.

Em Natal, a bandidagem aguarda que a justiça seja sempre a mesma que beneficiou Christine Epaud. Isso põe em risco a Justiça, a verdadeira Justiça.

Eu temo pelos honestos magistrados potiguares. Por todos que amam a Justiça Justiça.

Onde se esconde o Conselho Nacional de Justiça – CNJ?

Onde?

O Brasil quer “justiça e ética” no judiciário, no executivo e no legislativo

O Brasil quer “justiça e ética”, sim!
A justiça contra a corrupção principia na Justiça.
Que a limpeza comece no judiciário do Rio Grande do Norte. Onde imperam o nepotismo, o absolutismo, o engavetamento de processos, os despachos de pai de santo, a negação do que seja do interesse público, e o descaso do procurador da primeira vara de Natal “Paraíso do Crime”. Onde uma falsária, Christine Epaud, de duvidosa identidade, que responde por processo de falência noutros estados, monta, com dinheiro encoberto, cinco empresas com um mesmo endereço, e associada com criminosos estrangeiros, ex-presidiários e foragidos da justiça.
O Brasil quer Justiça Justiça.
Da Justiça Justiça depende o surgimento de um Brasil da claridade, da transparência, das autoridades com mãos limpas. Sem segredo eterno. Sem foro especial. O Brasil precisa, sim, sair da escuridão.