PM informa que cachorro passa bem depois de morder deputado que votou contra Richa

por Esmael Moraes

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O cão que mordeu o deputado Rasca Rodrigues (PV) passa bem, segundo a Polícia Militar. O animal tomou vacina depois de atacar o parlamentar verde, que, ironicamente, é defensor dos direitos dos animais.

O deputado Rasca Rodrigues foi um dos 20 que votou contra o confisco da poupança previdenciária. A Assembleia aprovou o projeto de Richa por 31 votos.

Piada à parte, o covarde massacre de milicianos contra professores e servidores públicos que lutavam contra o roubo da previdência enseja a discussão sobre a extinção da PM.

Além de pôr fim à força policial militar, algo anacrônico no mundo moderno, é fundamental que se discuta a ‘renúncia já’ do governador Beto Richa (PSDB) — que ordenou o massacre dos professores no último dia 29 de abril, no Centro Cívico, em Curitiba.

O faminto Pitbull da PM também atacou o repórter cinematográfico Luiz Carlos de Jesus, que ficou ferido na perna.

Ao todo, mais de 200 pessoas ficaram feridas no massacre ordenado pelo monstro chamado Beto Richa.

Agora, vai ficar por isso mesmo ou ele renunciará ao cargo?

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A “banalização do mal” nas ruas de São Paulo

por Leo Bueno

Bolsonaro, armado e acompanhado de capangas, prega o golpe contra Dilma Rousseff, a intervenção militar, o retorno da ditadura nas ruas de São Paulo, no derrotado terceiro turno de Aécio Neves
Bolsonaro, armado e acompanhado de capangas, prega o golpe contra Dilma Rousseff, a intervenção militar, o retorno da ditadura nas ruas de São Paulo, no derrotado terceiro turno de Aécio Neves

 

Hannah Arendt, a filósofa, acompanhou o julgamento de Adolf Eichmann em Jerusalém em 1962. Judia, presa em um campo de concentração, fugitiva e expatriada, tinha tudo para unir-se ao coro da massa e exigir a cabeça do ex-oficial da SS.

Só que tem o seguinte: Arendt estava lá para pensar e descobriu que Eichmann era apenas um idiota. O gerente de transportes do Reich, responsável por colocar milhões de judeus, ciganos, negros e homossexuais em trens para a morte certa fazia o que fazia simplesmente porque seguia ordens. Não era particularmente antissemita, era apenas alguém com um cargo num sistema, ele sim, assassino.

A essa idiotia, a filósofa deu o nome de “banalização do mal”. Porque, quando alguém simplesmente segue a ordem, ou a regra, ou a lei, sem raciocinar sobre seus resultados, está, mais do que aceitando o mal, recusando-se a pensar. E, como disseram os filósofos da existência que precederam Arendt, pensar é o que define o ser humano. Ao recusar-se ao pensamento, estamos recusando nossa condição humana. Os efeitos são nefastos.

Arendt foi uma das principais pensadoras sobre a Política no século XX. A sua “banalização do mal” continua em grande evidência. Quando pedem ditadura só porque não aceitam um resultado democrático, quando entendem que a esquerda ou a direita são particularmente mais suscetíveis à prática da corrupção, enxergando a corrupção como uma característica somente ‘do outro’, as pessoas estão desconsiderando ostensivamente as consequências perversas de suas reivindicações. Estão se recusando a pensar.

Em outras palavras, a aniquilação do humano já começou, filosoficamente, nas ruas de São Paulo.

A jornalista Marlene Bergamo foi espancada quando filmava a marcha nazista
A jornalista Marlene Bergamo foi espancada quando filmava a marcha nazista
A premiada jornalista levou um murro desse sujeito covarde, que usa uma soqueira, que a polícia incompetente não consegue identificar
A premiada jornalista levou um murro desse sujeito covarde, que usa uma soqueira, que a polícia incompetente do governador Geraldo Alckmin não consegue identificar

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Toda a gang neonazista usava botina militar e soco-inglês. Fotos e legenda editadas por Talis Andrade
Toda a gang neonazista usava botina militar e soco-inglês. Fotos e legenda editadas por Talis Andrade

Não existe democracia com censura de programa eleitoral

jornalismo censura polícia

 

Tempo de Tv é para mostrar a realidade. Nada de esconder o passado de candidatos corruptos. O silêncio é conivência. É cumplicidade.

Campanha política é debate. Discutir propostas é discutir promessas. Promessa não é dívida. Ninguém abre falência ou perde votos por prometer. O povo vota em candidato ficha suja porque não conhece o passado do sujeito, ladrão todo!

Censura é coisa de ditadura. Não existe democracia quando um tribunal censura um candidato. E mais grave ainda, um candidato a presidente da República.

Lá em Minas Gerais, o Tribunal de Justiça do Estado prendeu o jornalista Marco Aurélio Carone para ele parar de denunciar os crimes de Aécio Neves. Carone continua acorrentado e amordaçada. Uma prisão arbitrária, injusta e cruel, a pedido dos irmãos Aécio e Andréa Neves.

O espancamento de jornalistas e o aprisionamento são mordaças. O Brasil é campeão mundial em censura judicial.

A morte é a solução final da censura.

 

TSE suspende anúncio de Dilma e diz que tempo na TV deve ter propostas

 

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Maioria dos ministros decidiram que horário eleitoral gratuito deve ser propositivo, para a discussão de propostas, não para o ataque entre adversários

 

 

Jornal O Tempo – Por 4 votos a 3 os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram tirar do ar uma propaganda da presidente Dilma Rousseff (PT) em que o senador Aécio Neves (PSDB) é acusado de perseguir jornalistas que o criticavam quando estava à frente do governo de Minas Gerais.

De acordo com a maioria, o horário eleitoral gratuito deve propositivo, para a discussão de propostas, não para o ataque entre adversários. A decisão foi tomada numa representação apresentada pelo PSDB contra a campanha de Dilma.

Ao proclamar o resultado do julgamento, o presidente do TSE, Dias Toffoli, destacou que a corte estava mudando sua jurisprudência, uma vez que ataques nunca foram motivo para a suspensão de propagandas.

Por isso, a corte deverá começar a usar, a partir de agora, um critério mais rígido contra ataques, o que pode levar à suspensão de um maior número de propagandas no rádio e na televisão.

 

Sergei Tunin
Sergei Tunin

Portal Terra – Na quarta-feira (15), o programa de Dilma Rousseff na propaganda eleitoral na TV abordou um ponto sensível de Aécio Neves: a relação do tucano com a imprensa.

“Aécio perdeu as eleições em seu estado. Sabe por quê? Entre outras coisas, porque durante o seu governo, ele levou a imprensa mineira com mão de ferro, processando veículos e jornalistas críticos da sua administração”, anunciou o locutor do programa petista.

Eneida da Costa, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, fez um desabafo em tom de denúncia contra a mordaça em relação ao caso do aeroporto construído em terras de um tio de Aécio.

“Essa história todinha lá da questão do aeroporto de Cláudio, aqui dentro de Minas Gerais a gente tinha essa história. Nós sabíamos disso. Nós, os jornalistas. A gente nunca pôde publicar”, declarou a sindicalista.

Outro jornalista mineiro, Geraldo Elísio Lopes, surgiu na tela para reafirmar a acusação de censura: “Simplesmente castraram a liberdade de imprensa, fazendo com que Minas, durante doze anos, tivesse todos os atos negativos escondidos”.

Ao contabilizar doze anos, Lopes se referiu aos dois mandatos de Aécio Neves como governador e aos 4 anos da gestão de seu sucessor, o também peessedebista Antonio Anastasia, eleito senador no dia 5.

Os conflitos de Aécio Neves com a imprensa antecedem estas eleições. O político já tentou na Justiça a remoção de links em sites de buscas como Google, Yahoo e Bing, nos quais seu nome é associado ao uso de entorpecentes e irregularidades durante sua administração em Minas.

O presidenciável também tentou autorização judicial para obter dados cadastrais de usuários que, de acordo com sua argumentação, formariam uma rede de boatos a fim de prejudicar sua imagem e a candidatura à Presidência.

 

[Aécio Neves comprou jornais e mandou demitir e prender jornalistas. Entrou na justiça com centenas de pedidos de censura. Isso é perseguir. É querer esconder a verdade tendo, muitas vezes, juízes como parceiros. Veja links]

 

 

Revolta contra sentença que culpa fotógrafo por perder o próprio olho

* Jornalistas se unem contra uma decisão que responsabiliza Alex Silveira por ter sido alvejado
* Ele trabalhava em um protesto e ficou cego de um dos olhos

tapa olho

por Talita Bedinelli/ El País/ Espanha

 

Fotógrafos e repórteres de São Paulo vão cobrir um de seus olhos durante um dia de trabalho, em protesto contra a decisão da Justiça paulista de ter culpado o fotógrafo Alex Silveira por ter perdido a própria visão ao ser atingido por uma bala de borracha lançada pela Polícia Militar em um protesto.

Na época, Silveira trabalhava para o jornal “Agora”, do Grupo Folha. Ele foi atingido enquanto fotografava um ato de servidores da saúde e da educação na avenida Paulista que acabou em um confronto entre os cerca de 15.000 manifestantes e a tropa de Choque da Polícia Militar, que usou balas de borracha, gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral contra a multidão. Cerca de 20 pessoas acabaram feridas, entre elas Alex, atingido no olho direito, o que provocou uma hemorragia e o descolamento de sua retina e o fez perder 80% da visão.

Silveira processou o Estado e pediu uma indenização por danos materiais e morais. Uma sentença havia condenado a Secretaria da Fazenda a pagar todos os gastos médicos, além de cem salários mínimos, mas o Governo recorreu. Nesta semana, uma decisão da 2ª Câmara Extraordinária de Direito Público reverteu a sentença anterior. A nova decisão afirma que “as circunstâncias em que os fatos ocorreram não autorizam a indenização”. O texto afirma que o fotógrafo “colocou-se em situação de risco ou perigo, quiçá inerente à sua profissão”. “O autor colocou-se em quadro no qual se pode afirmar ser dele a culpa exclusiva do lamentável episódio do qual foi vítima”, afirma o desembargador Vicente de Abreu Amadei. Silveira acabou sendo condenado a pagar as despesas do processo, fixadas em 1.200 reais.

Na última quarta-feira, fotógrafos e repórteres de diferentes veículos de comunicação se reuniram na sede do sindicato dos jornalistas de São Paulo e decidiram iniciar protestos para alertar sobre os possíveis efeitos da sentença. “É uma decisão absolutamente improcedente e muito séria porque coloca a culpa em um profissional que estava trabalhando. Isso fere a liberdade de se estar ali, fazendo o próprio trabalho”, afirma José Luis da Conceição, vice-presidente da Arfoc-SP, associação que reúne repórteres fotográficos e cinematográficos. “A decisão abre um precedente muito grave, que inibe o profissional de fazer seu trabalho”, afirma ele.

Ele diz ainda que a instituição se coloca contrária a qualquer tipo de uso de arma em manifestações e destaca que durante a série de protestos iniciada em junho do ano passado vários outros profissionais acabaram feridos. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), mais de cem jornalistas foram atingidos enquanto cobriam os atos, a maioria por agressões policiais. Entre eles, o fotógrafo Sérgio Silva, que também ficou cego ao ser atingido por uma bala de borracha, e a jornalista da TV Folha Giuliana Vallone, também atingida no olho por uma bala de borracha lançada propositalmente por um policial – ela estava identificada como repórter.

A data dos protestos dos jornalistas será decidida na próxima segunda. Mas muitos profissionais já começaram a divulgar imagens em que aparecem com um dos olhos tapados por um tapa-olho.

Alex Silveira baleado pela polícia de Alckmin. Foto de Sebastião Moreira
Alex Silveira baleado pela polícia de Alckmin. Foto de Sebastião Moreira

Em carta divulgada pela Arfoc-SP, Silveira afirma: “Permanecendo este parecer ridículo, todos nós estaremos em um grande perigo de uma nova ditadura, mas agora velada de interesses mesquinhos e danosos, e dando para os agentes do Estado um salvo-conduto”. E continua: “Acredito que essa causa é maior do que todos nós. Perdemos a nossa individualidade e nos tornamos um só repórter, essa luta agora é de todos nós”.

 

 

 

 

 

 

 

São Paulo a cidade mais violenta para repórteres em cobertura de manifestações

Pelicano
Pelicano

57 casos de agressões e detenções de repórteres

Os jornalistas são espancados, feridos e presos pela polícia de Geraldo Alckmin. Este terrorismo estatal não impede que o governador de São Paulo continue com o apoio dos patrões. Que no Brasil a liberdade de imprensa é uma propriedade das empresas, e não um direito dos jornalistas empregados.

Abraji lamenta agressões e detenções de jornalistas durante protesto em SP

Quatorze jornalistas que faziam a cobertura do protesto realizado no último sábado (22.fev.2014) em São Paulo sofreram agressão ou foram detidos pela Polícia Militar. Pelo menos cinco deles sofreram violações mesmo estando identificados como profissionais da imprensa.

Sérgio Roxo (O Globo), Reynaldo Turollo (Folha de S.Paulo), Paulo Toledo Piza (G1), Bárbara Ferreira Santos (Estadão), Fábio Leite (Estadão), Victor Moriyama (freelancer) e Felipe Larozza (Vice) foram detidos temporariamente, por períodos que variaram de alguns minutos a cerca de três horas. Roxo, Bárbara e Moriyama também sofreram agressões.

Bruno Santos (Terra) sofreu uma torção no tornozelo e foi atingido por golpes de cassetete enquanto tentava escapar de uma confusão em meio ao protesto.

Evelson de Freitas (Estadão), Amanda Previdelli (Brasil Post), Mauro Donato (Diário do Centro do Mundo), Tarek Mahammed (Rede de Fotógrafos Ativistas), Alexandre Capozzoli (Grupo de Apoio Popular) e Alice Martins (Vice) foram agredidos com cassetetes, golpes de escudo ou chutes.

Com estes, chegam a 57 os casos de agressões e detenções de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas cometidos por policiais militares desde junho de 2013 em São Paulo. Dessas ocorrências, a maioria – 56% – foi deliberada, ou seja, o jornalista identificou-se como tal e mesmo assim foi agredido ou detido.

São Paulo mostra-se a cidade mais violenta para repórteres em cobertura de manifestações: dos 133 casos de agressões registrados de 13.jun.2013 a 22.fev.2014, 63 ocorreram na capital paulista. Um total de 59 profissionais sofreu algum tipo de violação. O levantamento completo pode ser baixado neste link

A Abraji lamenta, mais uma vez, que jornalistas sejam detidos e agredidos enquanto realizam seu trabalho durante a cobertura de manifestações de protesto. Tentar impedir o trabalho da imprensa é atentar contra o direito da sociedade à informação e, em última análise, à democracia.

 

Policiais na Ucrânia pedem perdão de joelhos. Em São Paulo solicitam desculpas “se eventualmente houve alguma falha”

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Coronel Celso Luiz Ferreira, da Polícia Militar de SP, em entrevista coletiva  domingo último, admitiu que jornalistas foram agredidos e retidos na segunda manifestação contra a Copa realizada no sábado. Na Ucrânia, os policiais esqueceram a prepotência, e pediram perdão ao povo de joelhos.

A polícia mobilizou mais de 2 mil homens na operação – número superior, portanto, ao de manifestantes. Para Ferreira, repetindo o governador Geraldo Alckmin, a operação foi bem sucedida porque houve menos depredações e menos manifestantes feridos.

A intervenção policial também foi criticada por ter resultado na agressão a jornalistas e advogados que atuavam em favor dos ativistas. Ferreira disse ser muito difícil identificar quem era ou não repórter durante a manifestação, pois alguns usavam máscaras e capacete – ao menos um dos jornalistas agredidos, Sérgio Roxo, do jornal O Globo, não portava este tipio de acessório. Sobre os advogados, que buscavam acompanhar as revistas feitas pelos policiais aos manifestantes, o coronel acusou alguns de “incitarem a violência e não permiterem o trabalho da PM”.

Ferreira também pediu desculpas aos jornalistas. “Venho de antemão pedir desculpas se eventualmente houve alguma falha com relação aos jornalistas”, disse ele.

Un centenar de antidisturbios piden perdón de rodillas en Ucrania

Ucrânia. Policiais antidisturbios pedem perdão de joelhos

Los agentes prometieron estar siempre del lado del pueblo ucraniano

Unos cien policías antidisturbios pidieron perdón de rodillas en la ciudad de Lvov, en oeste de Ucrania, y prometieron que siempre estarán junto al pueblo ucraniano, como se pudo apreciar en la imágenes difundidas hoy por los medios digitales locales.

La Policía ucraniana pide perdón de rodillas por la represiónEl acto de constricción pública tuvo lugar anoche en un mitin en la plaza junto al monumento al poeta Tarás Shevchenko, convertida en el centro de las protestas europeístas en Lvov, baluarte de los nacionalistas ucranianos.Los miembros del cuerpo antidisturbios “Berkut” (águila) subieron al escenario escoltados por miembros de los llamados grupos de autodefensa creados por la oposición radical al depuesto régimen de Víktor Yanukóvich, mientras los manifestantes les arrojaban monedas y pequeños objetos.

Ya sobre el escenario, los agentes se pusieron de rodillas, después de lo cual uno de ellos prometió que siempre estarán junto al pueblo de Ucrania.

Agregó que ninguno de los policías antidisturbios de Lvov participó en los violentos enfrentamientos que tuvieron lugar en Kiev la semana pasada, que se cobraron 82 muertos y cerca de 700 heridos y que terminaron con la caída de Víktor Yanukóvich, actualmente en paradero desconocido.

Por el contrario, el Departamento de Interior de la ciudad afirmó una semana antes del estallido de la violencia que en Kiev se encontraban 130 efectivos antidisturbios enviados desde Lvov.

O primeiro-ministro também pediu perdão.

DENÚNCIA CONTRA OS SOLDADOS DE ALCKMIN. UM DIA DE CÃO NO PAÍS DA COPA

Um Dia de Cão no País da Copa

Por volta das 17 horas, começou o protesto Segundo grande ato contra copa 2014, já sentia-se a tensão no ar, principalmente pelo excesso de policiais cerca de 10 para cada um manifestante.
Como é de costume, alguns adeptos a tática Blac Blok ficaram na linha frente do ato, logo atrás os demais manifestantes, o ato seguia pacifico de todos os lados; Mas quando foi se aproximando do Teatro Municipal, alguns policias já estavam fazendo prisões de manifestantes sem motivo algum, a partir daí a tropa de choque começou disparar bombas de efeito moral para dispersar e efetuar as prisões.
Enquanto fotografava toda ação, acabei levando uma rasteira e na sequencia um mata-leão dos policiais, fui arrastado dali por cinco.
Após tudo isso, como é de costume acompanhei os manifestantes até as delegacias (3° e 4° DP), uma forma de apoio aos detidos indevidamente. Mas não estavam em nenhum destes DPs, decidiram então ir ao 78° DP, no caminho passaram pelo Vale do Anhangabaú onde a PM com um contingente de 300 homens, cercaram os poucos manifestantes (talvez 100 no máximo), neste momento um senhor de meia-idade passou atrás de toda esta movimentação, foi parado questionado e por fim levou um TAPA NO ROSTO!!!
Passaram alguns minutos e policia abriu o cerco liberando, inconformados alguns questionaram a ação da policia, sem entender por que motivo ficaram encurralados; Ai foi um “salve-se quem puder” partiram para agressão sendo que não havia incitação de violência do outro lado, o Fotografo Ativista Tarek, foi espancado, e acabou levando um corte feio na cabeça. O governo faz de tudo para haja uma copa do mundo, nem que pra isso o sangue escorra nas ruas. (Texto e Foto: Wesley Passos — com Tarek Mahammed)

MOLOTOV

Fotógrafo da Rede Fotógrafos Ativistas é agredido com pontapés e cacetadas por “policiais” militares.

No segundo grande ato (NÃO VAI TER COPA), a truculência dos soldadinhos do Geraldinho imperou. Não é mais falta de preparo policial, é maldade e tesão em bater. Momentos pacíficos se tornaram caos e tristeza.

A falta de dialogo era a senha para que os subordinados do status quo saíssem dos escudos que os seguravam a tentação e caíssem matando em todos os manifestantes, mascarados ou não, em todos os pacifistas, em todos das mídias, menos as mídias tradicionais que não tem culhão para estar no meio do caos, mas mesmo assim alguns acabaram sendo agredidos e outros detidos.

Força a todos os Guerreiros que estiveram nesse ato e irão continuar nas ruas, para trazer a verdade. (Fotógrafos Ativistas)

O mais novo método da Policia Militar já está em ação: a "tropa do braço"
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Polícia Militar acaba com manifestação, prende 262, agride de forma generalizada e espalha o terror pelo centro de São Paulo para "evitar a quebra da ordem"
Polícia Militar acaba com manifestação, prende 262, agride de forma generalizada e espalha o terror pelo centro de São Paulo para “evitar a quebra da ordem”

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