A liberdade de imprensa é propriedade dos meios de comunicação de massa

O jornalista é empregado pela sua crença, obediência e confiabilidade. Todo redação tem regras. Todo repórter tem pauta. E deve obediência aos editores e ao chefe de reportagem, que são cargos de confiança, da máxima confiança. Que, por sua vez, são comandados pelo chefe de redação e/ou diretor responsável, que pode ser o patrão ou um Menecma. Idem os colunistas, noticiaristas, editiorialistas… que o jornalismo é uma profissão hierarquizada.

 
El National Press Club suspende a un periodista por hacer preguntas incómodas a un príncipe saudí

Amy Goodman
Democracy Now!

Un veterano periodista acusa al National Press Club de censura por suspenderlo a consecuencia de las preguntas formuladas a un miembro de la familia real saudí durante una conferencia de prensa esta semana. El periodista, Sam Husseini del Institute for Public Accuracy, interrogó al Príncipe Turki al-Faisal al-Sa’ud.
Sam Husseini dijo: “Mucho se ha hablado acerca de la legitimidad del régimen sirio, quisiera saber qué legitimidad tiene su régimen señor. Usted se presenta ante nosotros representando a uno de los regímenes más autocráticos y misóginos sobre la faz de la Tierra. Human Rights Watch y otros grupos informan sobre la tortura y detención de activistas, ustedes aplastaron el levantamiento democrático en Bahréin, intentaron echar por tierra el levantamiento democrático en Egipto y de hecho continúan oprimiendo a su propio pueblo. ¿Qué legitimidad tiene su régimen además de miles de millones de dólares y armas?”.

Peter Hickman, del National Press Club, dijo: “Sam, déjalo responder”.

El príncipe Turki al-Faisal al-Sa’ud dijo: [Haciendo señas a Husseini para que se acercara al podio] “¿Quiere venir y hablar aquí? ”.

Husseini dijo: “Quisiera que usted intentara responder a esa pregunta”.

El príncipe dijo: “Lo haré lo mejor que pueda, señor. Bien señor, no sé si ha estado usted en el reino o no”.

Husseini dijo: “¿Qué legitimidad tienen, señor?”.

El príncipe dijo: “¿Estuvo en el reino?”.

Husseini dijo: “¿Qué legitimidad tiene su régimen que no sea la de oprimir a su propio pueblo?”

William McCarren, Director Ejecutivo del National Press Club, dijo: “Plantee su pregunta y permítale responder. El salón está lleno de personas”.

Husseini [a McCarren]: “Él [refiriéndose al príncipe] me hizo una pregunta. Él me preguntó y yo respondí”

El príncipe dijo: “No, usted no respondió”.

Hickman dijo: “Continúe [al príncipe]”

El príncipe dijo: “Como sea señoras y señores, recomiendo a cualquiera que se plantee esas preguntas que vaya al reino y vea por sí mismo. No necesito justificar la legitimidad de mi país”

Días después del intercambio, Husseini recibió una carta del National Press Club informándole de le suspenderían durante dos semanas. En respuesta, Husseini afirmó: “Me embarqué en periodismo directo y sin rodeos con un poderoso oficial de gobierno de un régimen autocrático que es aliado del gobierno de Estados Unidos. Y eso aparentemente amerita la suspensión en el National Press Club”. (Rebelión)

1 – Eu acuso

Émile Zola (Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola) (Paris, 2 de abril de 1840 — Paris, 29 de setembro de 1902) foi um consagrado escritor francês, considerado criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista, além de ser uma importante figura libertária da França. Foi assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J’accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima.

J`accuse é um dos mais famosos textos do jornalismo mundial. São raros os textos jornalísticos lembrados pela História. Quase tudo que a imprensa publica termina virando lixo. Jornal velho serve para embrulhar peixe, costumam dizer.

Transcrevo da Wikipedia:

J’accuse (Acuso)

J’accuse, famoso artigo escrito por Émile Zola.

Em 1898, Zola tomou parte no aceso debate público relativo ao caso Dreyfus, publicando artigos em jornais e revistas onde tornou claro aquilo que mais tarde se viria a provar definitivamente: a inocência de Dreyfus. O seu famoso artigo J’accuse (Acuso), com o subtítulo Carta a Félix Faure, Presidente da República, publicado no jornal literário L’Aurore, era tão incisivo que levou à revisão do processo, dando uma nova dinâmica ao processo que terminaria anos depois do assassinato de Zola, com a reabilitação do oficial Alfred Dreyfus em 1906, injustamente acusado de traição.

Após a publicação de J’accuse, Zola foi processado por difamação e condenado a um ano de prisão. Ao saber da condenação, Zola partiu para o exílio na Inglaterra. Após o seu regresso, quando já não corria o risco de ser preso dada a evolução positiva do processo, publicou, no “La Vérité en marche”, vários artigos sobre o caso.

A 29 de Setembro de 1902, morreu misteriosamente em seu apartamento da rue de Bruxelles. A causa da morte: inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma chaminé defeituosa. Muitos estudiosos não descartam a possibilidade de Zola ter sido assassinado por inimigos políticos, entretanto, nada foi provado.
Foi enterrado no cemitério de Montmartre em Paris. As suas cinzas foram transferidas para o Panthéon a 4 de Junho de 1908, dois anos depois de Dreyfus ter sido reabilitado. No trajeto, um fanático nacionalista e anti-semita, Gregori, dispara contra o comandante Alfred Dreyfus e o fere no braço.

(Continua)

O jornalista empregado

Depois que Fernando Henrique cassou a lei que regulava o trabalho.

Depois que a suprema justiça rasgou o diploma – a lei que regulava a profissão.

Qualquer um pode ser empregado dos jornalões, das revistas de papel cuchê e redes de rádio e televisão.

O jornalista, que possui o rei na barriga e a cabeça de camarão, foi fielmente retratado por Wicman. É o jornalista da globalização.

Este não é o jornalista que fez as campanhas libertárias pela Independência. Pela Abolição. Pela República. Pelo Petróleo é Nosso.