França, apesar de ter armas de destruição em massa, treme de medo de uma mulher

A França imperial, com colônias na América do Sul, Caribe e África, para criar uma legenda de medo, e assim forjar um clima de guerra interna, e abusar do poder de invadir qualquer país que não possui bomba atômica, faz a propaganda de que está ameaçada de ser destruída por uma simples mulher, que ninguém pode garantir que esteja viva.

viuva

E mais escandaloso e impressionante e inverossímil, uma mulher que ameaça o fim do maior império da história da humanidade: os Estados Unidos, que possui a vassalagem dos países atômicos da Europa: França, Inglaterra e Suécia.

Eis a notícia sensacionalista hoje da imprensa internacional:

La viuda del mártir Coulibaly, la más temida terrorista

* Los servicios de inteligencia sitúan a Hayat Boumeddiene, la viuda del terrorista Amedy Coulibaly, en Siria desde hace un mes.

* Allí la joven podría haberse convertido en un icono de culto al ser la viuda de un mártir del Islam.

 

Hayat-Boumeddiene

La mujer más buscada de Francia es la más temible de Siria. Los servicios de inteligencia que sitúan a Hayat Boumeddiene, la viuda del terrorista Amedy Coulibaly, en Siria desde hace ya casi un mes temen que la joven, de 26 años, se haya convertido en una ‘figura de culto’ al ser la viuda de un mártir del Islam.

Algunos expertos, asegura el Washington Post, temen incluso que la joven vuelva Europa con un objetivo: llevar a cabo un atentado. “No hemos visto el final de ella”, aseguró al diario Jean-Louis Bruguière, un exinvestigador de inteligencia francés.

Su marido Amedy llevó a cabo la masacre de 4 rehenes en un supermercado judío de París el pasado mes de enero, además del asesinato de un policía. Aunque no está claro qué conocimiento tuvo ella de los ataques, su huída a Siria pocos días antes de que se produjeran provocó desde el primer momento las sospechas de los servicios de inteligencia.

Una llamada telefónica en la frontera Siria la sitúa a ella en el país mediterráneo: estaría en las filas del Estado Islámico desde principios de mes, lo cual ha levantado también los temores a un vínculo cada vez mayor entre los extremistas del ‘EI’, que opera en Irak y Siria, y al Qaeda, de donde escinde el grupo de al Baghdadi.

Las otras viudas del terror
Hayat no es la primera viuda de un ‘mártir’ yihadista que inquieta a los servicios de inteligencia. Quizá la más conocida de ellas sea Samantha Lewthwaite, una británica de unos 31 años conocida como ‘la viuda blanca’.

Viuda de Germaine Lindsay, uno de los terroristas que llevó a cabo los ataques del 7 de julio de 2005 en Londres, Lewthwaite es una conversa al Islam y es casi indudablemente, la mujer terrorista más buscada del mundo. Se cree que está en el Este de África junto a al Shabaab, grupo islamista y que ha orquestrado varios ataques terroristas contra objetivos occidentales.

A las viudas de mártires de la yihad se les conoce como ‘viudas negras’, un nombre que originó por un grupo de terroristas suicidas femeninas procedente de Chechenia. Se dieron a conocer con la toma de rehenes en 2002 y su nombre se debe a que la mayoría eran viudas de combatientes chechenos.

Na foto da propaganda islamofóbica, uma víuva mártir terrorista nua  é profundamente inacreditável.

 

Hayat Boumeddiene sempre foi considerada namorada de Amedy Coulibaly, e não esposa do francês que matou uma policial e quatro pessoas no atentado ao supermercado judeu em Paris
Hayat Boumeddiene sempre foi considerada namorada de Amedy Coulibaly, e não esposa do francês que matou uma policial e quatro pessoas no atentado ao supermercado judeu em Paris

Publica revista Exame: Hayat Boumeddiene, a namorada de Amedy Coulibaly, terrorista que matou uma policial e quatro pessoas no atentato ao supermercado judeu em Paris, estaria na Síria, segundo informações obtidas pelo jornal francês Le Monde.

Segundo a publicação, uma fonte altamente influente relatou que uma mulher “que se assemelha fortemente à Hayat Boumeddiene e usou seu passaporte” voou de Madri a Istambul, na sexta-feira, dia 2 de janeiro, acompanhada por um homem.

Esse acompanhante de Hayat seria irmão de um homem conhecido por ter prestado serviços à inteligência francesa.

De acordo com informações do serviço de inteligência turco passadas à fonte consultada pelo Le Monde, Hayat teria chegado na fronteira turco-síria na quinta-feira, 8 de janeiro, e nunca teria usado o seu bilhete de retorno a Paris, que estava marcado para o dia 09 de janeiro.

Hayat tem 26 anos e é casada religiosamente, mas não civilmente, com Amedy Coulibaly desde 2009. [Amedy Colibaly e os dois outros franceses que participaram da chacina ao Charlie Hebdo foram mortos pela temida polícia francesa.

Ligações entre os ataques

Segundo as investigações, Izzana Hamyd, esposa de Chérif Kouachi, um dos franceses responsáveis pelo ataque ao jornal Charlie Hebdo, falou mais de 500 vezes com Hayat Boumeddiene por telefone em 2014.

Essa é uma das razões pelas quais a polícia está atrás dela, para tentar concluir qual era a relação entre os dois casais.

 

Charlie Hebdo ridiculariza todas as religiões, menos uma

O jornal Charlie Hebdo era internacionalmente conhecido por debochar da Santíssima Trindade, da virgindade da Imaculada Conceição, dogmas do cristianismo; e fazer palhaçadas com o profeta Maomé, venerado pelos muçulmanos.

Jamais criticou o judaísmo. Por quê?

A chamada grande imprensa esconde. Idem os jornalões brasileiros. Publicado in Contexto Livre:

Os Rothschild compraram o Charlie Hebdo pouco antes dos atentados em Paris

 

 Rothschild
Rothschild

Pra quem ainda acredita que o massacre em Paris não foi ‘false flag’, segue material para reflexão

Os atentados de 7 de janeiro em Paris cada vez mais se parecem ao 11-S. Se fôssemos da Guarda Civil diríamos que o “modus operandi” é o mesmo, que é a mesma mão que balança o berço.

O caso é que uma revista econômica holandesa, Quote, revelou a informação da compra em 9 de janeiro, dois dias depois dos atentados, leia aqui

E o jornal alemão NeoPresse a reproduziu dez dias depois. Confira aqui

A família de banqueiros Rothschild comprou uma revista em ruínas em dezembro do ano passado e ao mesmo tempo o jornal “Libération“, outro velho fóssil de maio de 68, que entrara para as fileiras da pura e dura reação há muito tempo.

Se alguém tinha dúvida dos motivos pelos quais os últimos números de Charlie Hebdo estavam sendo lançandos desde a redação do “Libération”, aqui está a resposta: porque são do mesmo dono.

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A aquisição não foi pacífica; ocorreram desentendimentos dentro da família de banqueiros, conta o Barão Philippe de Rothschild numa entrevista publicada por Quote. O tio Edouard não queria comprá-la porque isso lhes traria um poder político que não queriam, diz o sobrinho à revista. “Não nos queremos misturar em política”, assegura Philippe, “ou pelo menos não de uma maneira tão aberta“.

Se isso estiver correto, como parece, a pergunta é inevitável: foi o atentado contra a revista outro negócio redondo por parte dos Rothschild? Eles a compraram a preço de banana, porque antes de 7 de janeiro, a revista só gerava prejuízos.

Mas se só gerava prejuízos, que interesse teriam os banqueiros em comprar uma revista em ruínas? É então que aparece o aspecto político que o Barão Philippe quer manter em segundo plano: para continuar com as provocações de Charlie Hebdo contra os muçulmanos.

Teremos Charlie Hebdo por algum tempo. Agora que a revista passou a ter não somente 60.000 leitores, mas uma audiência de sete milhões. Além do dinheiro que está chovendo, não só do Estado francês, senão procedente de investidores privados. Estão se forrando.

Mas não sejam vocês preconceituosos nem conspiratórios. Nada do que acabamos de expôr significa que os Rothschild organizaram os atentados, nem muito menos que fizeram matar pessoas pelo vil dinheiro. De jeito nenhum. É claro que o que aconteceu em Paris é uma cópia quase exata do 11-S em Nova York, onde asseguraram os ataques terroristas as Torres Gêmeas pouco antes de derrubá-las, é pura coincidência.

E se a imprensa internacional não publicou nada disto, é porque ainda não estão informados. E quando souberem, será notícia no telejornal das 9 da noite. O que tinham pensado? Pensaram que lhes ocultariam a informação? Que não lhes contariam toda a verdade e nada mais que a verdade?

 

 

‘Yo no soy Charlie’: la viuda de Charb denuncia la hipocresía después del asesinato de su marido

Viúva

 

La viuda del caricaturista Charb (Stéphane Charbonnier) de Charlie Hebdo ha denunciado la hipocresía de la gente que está usando pancartas que dicen “Je suis Charlie”.

Ha recordado a la prensa que la gente no hizo nada cuando acusaron a su esposo y a las otras víctimas de ser islamófobas y racistas.

“Necesitaban de las donaciones para sobrevivir. Fueron criminalizados. Nuestra república es culpable, esta matanza podría haber sido evitada si hubiéramos mostrado algo de solidaridad. La pregunta es, ¿por qué no pasó?

Yo lo amaba por quien era. Un hombre que estaba dispuesto a morir por sus ideales. ¿Cuántos de esos hombres conocen? No necesito saber nada más. Que encarcelen a los terroristas y es el fin. No tengo que saber nada de su pasado y de su niñez. No necesito escuchar excusas sobre los verdugos que matan inocentes.

Charb sabía que iba a morir y hablamos frecuentemente de dejar Francia. Me arrepiento de no haberlo podido convencer que nos fuéramos.

Que se burló de las amenazas era una mentira. Nunca se burló. Era un soldado de la libertad de expresión.

Vivía con miedo de que fuera a ser ejecutado como Theo Van Gogh en Amsterdam.”

Van Gogh, un cineasta holandés, fue apuñalado en Amsterdam en 2014. Veja vídeo

Charb, le 2 novembre 2011.

cartaz charb

Je vous salue, Charlie!

charilie-identidade

 

Duas sacanagens da propaganda marrom da imprensa conservadora e seus assalariados escribas:

1. Reclamar que o Brasil não mandou representante para a marcha de Paris

2. Ligar a Lei de Mídia à chacina na revista Charlie Hebdo

 

Nani
Nani

Mandar representante pra quê? Matam jornalistas adoidado pelo mundo inteiro e ninguém liga. Matam jornalistas comunistas em Paris, e por ser na França, vira um acontecimento internacional.

Toda morte de jornalista é um atentado à Liberdade, à Democracia.

Dois mascarados franceses matam jornalistas franceses, inclusive um policial de origem argelina e maometano.

O Brasil tem vários assassinos de jornalistas soltos. Um jornalista francês não é diferente de um jornalista brasileiro.

Primeiro uma marcha aqui, no Brasil, para defender vários jornalistas que estão ameaçados de morte. E pedir a prisão dos carrascos da imprensa brasileira. No Brasil do assédio judicial. No ano eleitoral de 2014 os candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos, por motivos políticos, mandaram prender jornalistas, com a cumplicidade de uma justiça parcial e iníqua

Regulamentação da mídia já! Para criar conselhos de redação. Conselheiros eleitos por jornalistas empregados sem cargos de confiança. Por uma redação livre. Que a liberdade de imprensa é do jornalista que faz o jornal, e não dos empresários proprietários dos meios de comunicação de massa.

Regulamentação da mídia já! Para acabar com o pensamento único, imposto pelo monopólio dos meios de comunicação de massa.

 

Liberdade de expre$$ão ou discurso de ódio?!

Thiago Lucas
Thiago Lucas

por Gilmar Crestani
Porto Alegre hospedou um certo Siegfried Ellwanger Castan e sua editora Revisão, que duvidava do Holocausto Judeu. Escreveu alguns livros e o STJ, mediante provocação, proibiu a venda e a prisão do ousado revisionista. Merecidamente foi proibido de escrever e publicar o seu revisionismo. Incrivelmente os mesmos que protestavam e se insurgiam contra Castan são hoje defensores ferozes da “liberdade de expressão” do pessoal do Chalie Hebdo nazi(madário) francês. Não é inacreditável que os movimentos neonazistas da europa, como os neofascistas da Liga Norte (Polentoni) na Itália estejam todos contra os imigrantes, inclusive os do sul da Itália (Terroni).

Os mesmos que festejaram, merecidamente, a derrubada do Muro de Berlim, estão criando muros por todos lados. Ontem foi o dia de acertarem o segredo de mais cadeados para tornarem as portas migratórias mais herméticas. Vendo quem são os defensores dos bloqueios das ondas migratórias só posso chama-los de HIPÓCRITAS, posto que representam países colonialistas, que invadiram e impuseram leis, religiões e costumes aos agora migrantes.

Hoje os que vestem a máscara negra do Je suis Charlie também vestiram o manto da censura ao Je vous salue, Marie, do Jean-Luc Godard.

Parodiando a reza Ave Maria em francês: Je vous salue, Charlie, vide de grâce! Eu vos saúdo, Carlos, vazio de graça… Tudo o que se faz diminuindo o outro não pode ser considerado humor. Sem contar a obsessão.

A mídia internacional está faturando encima do ataque terrorista. Nada justifica a morte, muito menos aquelas decorrentes de atos terroristas por divergência de opinião. Deve-se repudiar qualquer ato terrorista. Então pergunto o que faria um pai, irmão, filho que veja os seus serem dizimados por estarem no teatro de guerra só pelo fato de pertenceram a determinada etnia ou religião? Qual a diferença entre um massacre provocado por um Drone ou um ataque perpetrado por duas pessoas?

O que é um ato terrorista? A cultura da eliminação de quem pensa diferente é uma cultura terrorista? Quantas vezes os países onde prepondera a religião muçulmana provocaram guerras contra outros países usando por álibi terem, os invadidos, religião não muçulmana?

A mídia brasileira faz questão de esquecer que o WikiLeaks vazou um documento que desnudava uma estratégia da CIA: “Strategy for Engaging Brazil on Defamation of Religions”. O ódio religioso é uma indústria azeitada e ajeitada pela máquina de guerra norte-americana e seus ventríloquos pelo mundo.

Aliás, alguém ainda lembra da “cruzada” do Bush contra as armas de destruição em massa do Iraque?! Quem não sabe o que foram as Cruzadas?

O ataque não foi contra as charges, mas contra aquilo que as charges simbolizavam: o desprezo ocidental pela religião muçulmana. A desgraça da religião muçulmana foi ter nascido encima do petróleo. O ódio aos muçulmanos devido ao petróleo é compensado pelo amor ao Dalai Lama, por ser anti-china. Pelo que se saiba o Tibet não produz petróleo…

O que se verifica são os dois pesos e duas medidas, mas todas a favor da criminalização dos povos que professam a fé no profeta Maomé. Não é muita coincidência que os mesmos nazi-fascistas da Ucrânia estejam abraçados a favor da cruzada agora contra o terrorismo muçulmano?

Anders Behring Breivik, o norueguês que matou mais de 70 pessoas, era tratado pela imprensa como atirador. Já os indivíduos que participaram do massacre em Paris são tratados como “terroristas”. Conseguem perceber a diferença de tratamento? Assim a imprensa vai modificando nossas cabeças… Professor de Relações Internacionais da PUC-SP Reginaldo Nasser coloca a diferença de tratamento entre o atentado à revista francesa Charlie Hebdo e o ataque realizado em 2011 na Noruega: “Quando se descobriu que o autor era de extrema-direita, a explicação foi de que era um louco. Quando se trata do islâmico, a tendência da grande mídia é associar um a todos”. Por que não houve repúdio internacional à chacina dos estudantes mexicanos incinerados pelo narcotráfico? Onde estavam os chefes de Estado que não cobraram providência dos traficantes mexicanos e dos consumidores norte-americanos. Aliás, em se falando do mercado consumidor, há uma boa entrevista do ator argentino Ricardo Darín.

Assim como o mercado consumidor de drogas são os EUA, também é verdade que o maior vendedor de armas (Irã-contras) são os EUA. São eles que faturam vendendo armas para aqueles que depois fazem “cruzadas” contra o obscurantismo. Quem está por traz da morte de Muamar Kadafi, da Líbia, Mubarah, do Egito, Saddam Hussein, do Iraque, Bin Laden, no Afeganistão?! São os mesmos que financiaram estes personagens enquanto lhes eram úteis. Aliás, são os mesmos que ajudaram a implantar ditaduras a partir do México para baixo.

Os EUA, como a Rede Globo, deve ser um balizador, um sinalizador do lado que deveremos estar. Na mesma direção mas em sentido oposto! SEMPRE!

 

 

Paul Craig Roberts: “Ataque contra ‘Charlie Hebdo’ fue una operación de falsa bandera”

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El exsubsecretario del Tesoro de EE.UU., Paul Craig Roberts, asegura que el ataque terrorista contra la sede de ‘Charlie Hebdo’ en París fue una operación de bandera falsa “diseñada para apuntalar el estado vasallo de Francia ante Washington”.

“Los sospechosos pueden ser tanto culpables como chivos expiatorios. Basta recordar todos los complots terroristas creados por el FBI que sirvieron para hacer la amenaza terrorista real para los estadounidenses”, escribió Roberts en un artículo publicado en su sitio web.

El politólogo afirmó que las agencias estadounidenses han planeado las operaciones de falsa bandera en Europa para crear odio contra los musulmanes y reforzar la esfera de influencia de Washington en los países europeos.

“La Policía encontró el carnet de identidad de Said Kouachi en la escena del tiroteo [cerca de la sede de ‘Charlie Hebdo’]. ¿Les suena familiar? Recuerden que las autoridades afirmaron haber encontrado el pasaporte intacto de uno de los presuntos secuestradores del 11-S entre las ruinas de las torres gemelas. Una vez que las autoridades descubren que los pueblos occidentales estúpidos van a creer cualquier mentira transparente, van a recurrir a la mentira una y otra vez”, dijo Roberts.

El anuncio de la Policía del hallazgo del carnet claramente apunta a que “el ataque contra ‘Charlie Hebdo’ fue un trabajo interno y que las personas identificadas por la NSA como hostiles a las guerras occidentales contra los musulmanes van a ser incriminadas por un trabajo interno diseñado para devolver a Francia bajo el pulgar de Washington”, dijo el politólogo.

Asimismo, Roberts dijo que la economía francesa está sufriendo por las sanciones impuestas por Washington contra Rusia. “Los astilleros se ven afectados al no poder entregar los pedidos rusos debido a la condición de vasallaje de Francia ante Washington”, explicó y agregó que “otros aspectos de la economía francesa están siendo impactados negativamente por las sanciones que Washington obligó a sus Estados títeres de la OTAN a aplicar contra Rusia”.

 

 

O pensamento único dos monopólios é a pior censura. A imprensa livre só é possível com a democratização dos meios

Na França, a extrema-direita quer tirar proveito da chacina da revista Charlie Hebdo.

Ex-companheira de redação dos jornalistas mortos, Caroline Fourest afirma, indignada: “Não têm porquê levar o caixão, quando se sabe quantos pregos eles tentaram empurrar quando Charlie estava `vivo”.

O mesmo acontece no Brasil, quando se pretende criticar o projeto de regulamentação da mídia, omitindo que os maiores inimigos da liberdade de imprensa são os monopólios da mídia. Que promovem a censura do pensamento único.

Rachel Sheherazade, jornalista do SBT, compara a Veja, uma revista da direita, com Charlie Hebdo, um veículo de esquerda. É muito cinismo de Sheherazade, versão cabocla da neofascista e racista Marine Le Pen.

Meme do blogue Homem Culto, que tem como lema "Não deixe que um professor comunista adote seu filho. Intervenção militar já"
Meme do blogue Homem Culto, que tem como lema “Não deixe que um professor comunista adote seu filho. Intervenção militar já”

 

Estranha comparação

por Maíra Streit, do Portal Fórum

O ataque à sede do periódico francês Charlie Hebdo, ocorrido na última quarta-feira (7), chocou o mundo. Ao todo, 12 pessoas morreram; entre elas, quatro dos mais brilhantes cartunistas da atualidade. A ação, classificada pelo governo do país como “terrorista”, teria sido motivada pelas sátiras religiosas publicadas pelo jornal, que desagradaram alguns muçulmanos ao fazerem referência ao profeta Maomé.

Muitos profissionais da imprensa manifestaram solidariedade e consternação diante do episódio. A jornalista Rachel Sheherazade, porém, aproveitou a ocasião para estabelecer uma estranha comparação.

Em comentário feito na rádio Jovem Pan e divulgado em seu blogue pessoal, a apresentadora do SBT Notícias afirmou que falta liberdade de imprensa no Brasil, fazendo uma associação entre o revolucionário Charlie Hebdo e a revista Veja. “Há poucos veículos resistentes e independentes. É o caso da revista Veja”, enfatizou, ao citar a matéria em que a publicação acusou os petistas Lula e Dilma Rousseff de terem conhecimento sobre casos de corrupção na Petrobras e por isso, segundo ela, a editora Abril teria sofrido retaliações. “No Brasil, o maior temor da imprensa livre não são os radicais islâmicos, mas os radicais da esquerda”.

Sheherazade não parou por aí. A jornalista, conhecida por suas opiniões conservadoras, disse que a presidenta Dilma não foi ‘coerente’ ao lamentar, em nota oficial, o ataque. “A mesma mandatária que defendeu a liberdade de expressão na França apóia um projeto de regulação da mídia no Brasil, que pode restringir a liberdade de expressão e até evoluir para uma futura censura dos meios de comunicação”, destacou.

Do lado oposto ao representado por Sheherazade, movimentos sociais defendem que a regulação econômica da mídia, anunciada pela presidenta, poderá pôr fim à concentração de poder da imprensa nas mãos de poucas famílias e, assim, garantirá mais diversidade de programação e uma real representatividade da população brasileira nos meios de comunicação.

 

Pour «Charlie», voir le Front serait un affront

 

Pour «Charlie», voir le Front serait un affront (DR)
Pour «Charlie», voir le Front serait un affront (DR)

por Matthieu ECOIFFIER et Laure EQUY / Libération

L’hebdo a toujours dénoncé le parti d’extrême droite, dont la présence à la manifestation fait polémique.

Le Front national présent dans la marche de dimanche au milieu des pancartes noires «Je suis Charlie» ? Une perspective impossible pour les auteurs et lecteurs de l’hebdo qui bouffe du facho depuis sa création. Mercredi, avant l’irruption des terroristes, «pendant la conférence de rédaction, on a eu un débat sur Houellebecq. Cabu a dit qu’il était révolté par ce livre qui sert la soupe au FN», confiait vendredi Laurent Léger en marge de la première réunion de l’équipe de Charlie Hebdo à Libé. Et ce journaliste d’investigation, rescapé de la tuerie, de rappeler que «le FN n’a jamais défendu les valeurs humanistes, de liberté et de solidarité de Charlie. Ce n’est pas un parti républicain. On a toujours été leur cible. Pour le FN, vouloir défiler dimanche c’est de la récup».«Chez nous, le FN n’est pas le bienvenu. Mais on ne fait pas le service d’ordre de la manif», lâche Gérard Biard, red-chef de Charlie.«On ne fait pas de politique», coupe Richard Malka, leur avocat. Le dessinateur Jul, appelle, lui, à «respecter la sphère de l’autre» : «Il y a le deuil des familles, des gens de Charlie, des amis, des lecteurs et ensuite de la France. Chacun à son niveau doit respecter la sphère de l’autre.»

«Pestiférés». Le politologue Jean-Yves Camus, spécialiste de l’extrême droite, sait bien que les dessinateurs tués à Charlie Hebdo mercredi «auraient été très opposés à une manif avec le Front». Lui veut bien marcher «à côté d’électeurs du FN qui auraient été vraiment touchés par ce qui s’est passé : il ne faut pas leur donner le signal qu’ils sont des pestiférés de la République», prévient le politologue, qui collabore de temps en temps à l’hebdo.

Autre compagne de route de Charlie Hebdo, Caroline Fourest s’indigne de la posture «victimaire» de Marine Le Pen : «Elle a tenté de faire de son caprice un martyr national au lendemain de la mort de mes camarades.» «Ils ne sont pas obligés de se battre pour porter le cercueil quand on sait combien de clous ils ont tenté d’y enfoncer quand Charlie était “en vie”», assène l’essayiste.

On serait curieux d’imaginer comment Cabu, Charb et leur bande caricatureraient le FN furieux de ne pas marcher avec les autres pour la liberté de la presse et la République. Un Jean-Marie Le Pen, gueule patibulaire et chemise brune, comme le croquait Cabu ? Et sa fille dessinée par Charb en merde fumante, comme sur cette une de 2012 portant le titre «la candidate qui vous ressemble» ? Affiche qui a valu un procès à l’hebdo. Certes, Marine Le Pen a dénoncé l’incendie des locaux de Charlie en 2011 – «une atteinte à la liberté de la presse» – et son père, en 2007, reconnaissait, à propos des caricatures de Mahomet, qu’on «ne [pouvait] pas condamner des gens qui usent de leur liberté».

«Gourde». Le Front national a l’humour sélectif, le parti ou ses filiales ayant porté plainte pour diffamation ou injure contre Charlie Hebdo à une dizaine de reprises au moins. L’ancien maire FN de Toulon, Jean-Marie Le Chevalier, a attaqué plusieurs fois le journal en justice, tout comme Mme et M. Mégret, piqués d’avoir été traités de «gourde» et de «petit rat», procès gagné par Charlie. En 1996, l’hebdo avait en revanche été condamné pour avoir qualifié Marie-Caroline Le Pen, la sœur de Marine, de «chienne de Buchenwald».

Charlie Hebdo, depuis sa création, s’amuse à mordre les chevilles des Le Pen et de leur clique. En 1998, le journal avait fait un bon coup en chipant au parti d’extrême droite, alors en pleine guerre entre Jean-Marie Le Pen et Bruno Mégret, la marque «Front national», en la déposant à l’Institut national de la propriété intellectuelle. Deux ans plus tôt, Cavanna, Val, Charb et les autres avaient lancé un appel à «dissoudre le Front national, cette ligue dont le but politique est de faire disparaître la République». La pétition avait recueilli plus de 17 300 signatures.
Rachel Sheherazade 1

Rachel Sheherazade 2

La Francia retrógrada de Le Pen

por Félix Población/ Público/ Es

 

Anne Derenne
Anne Derenne

En principio me sorprendió la inteligencia de la que hizo gala el Frente Nacional para no hacer comentarios miserables o islamófobos sobre el terrible atentado de París, al estilo de los de Samaras en Grecia o el alcalde de Badalona en España. Pensé que había sido así porque le bastaba saber a ese partido que la masacre le había proporcionado un substancioso número de votos y esa convicción era suficiente como para no ir más allá de la condena correspondiente. Pero no, no ha habido conformidad en su lideresa, que no ha podido evitar finalmente el colofón más miserable a los ya aludidos.

Marine Le Pen, presidenta del partido, se ha dejado llevar por su credo mental y programático acerca de los peligros del islamismo y ha planteado en su cuenta de Twitter la posibilidad de verificar un referéndum en Francia sobre la pena de muerte: “A título personal, creo que debería existir tal posibilidad”, ha escrito la lideresa del FN, tal como leemos en este periódico. Sorprende hasta cierto punto que esa sugerencia haya sido pasada por alto, desapercibida o no contestada en España con la rotundidad que merece por parte de aquellos líderes políticos que teóricamente están en contra de la llamada pena capital.

Solo uno, Pablo Iglesias, ha tenido la dignidad de hacerlo con la diligencia y vigor que tal planteamiento merece. El líder de Podemos ha recordado, también vía Twitter, que no se trata de “pena de muerte u odio”, sino que es la “justicia la que hace a un pueblo fuerte y libre“. ¿Se puede saber a qué esperan los reflejos políticos de Pedro Sánchez para coincidir al menos en esto con el secretario general de Podemos?

“Porque ningún hombre es totalmente responsable, porque ninguna justicia puede ser absolutamente infalible, la pena de muerte es moralmente inaceptable”. Tras estas palabras, el 17 de septiembre de 1981, Robert Badinter, ministro de Justicia de Francia, concluyó su famoso alegato en la Asamblea Nacional. Al día siguiente, 18 de septiembre, la pena de muerte fue abolida.

Retrógrado: que retrograda. Partidario de instituciones políticas o sociales propias de tiempos pasados. (RAE)

Desde el 1 de octubre de 2014, Público incorpora un nuevo sistema de gestión y moderación de comentarios: Disqus. Puedes leer todos los detalles aquí.

 

Massacres na França. Polícia tem três suspeitos

Las investigaciones han establecido un mismo modus operandi que en los tiroteos que recientemente mataron a tres militares franceses en el mismo área. Un hombre extremadamente eficiente y frío, capaz de disparar a objetivos bien decididos y que ataca con la misma arma automática y se da a la fuga en la misma moto. Las informaciones periodísticas, a su vez, evocan la pista neonazi, la posibilidad de que se trate un antiguo militar, y resaltan el origen magrebí de los militares muertos. Cobra fuerza esa hipótesis junto con la yihadista, sugerida por el hecho de que los militares participasen en la guerra de Afganistán y por la condición religiosa de las víctimas de ayer. Sea como fuere, conviene ser prudente y reservarse el juicio.

Página 12

Un lobo solitario, adepto de la eliminación racial, asesinó a balazos a cuatro personas, tres niños y un adulto, en la puerta de una escuela judía de la sureña localidad de Toulouse. El individuo repitió la escenografía que había empleado entre el 11 y el 15 de marzo cuando asesinó a tres soldados franceses de origen magrebí e hirió gravemente a un cuarto oriundo de las Antillas francesas. La policía pudo determinar que el criminal usó la misma arma en los dos atentados. Según adelanta el semanario Le Point, las autoridades están buscando a tres militares franceses ligados a los grupos neonazis que pertenecían al mismo regimiento que los tres militares asesinados a sangre fría entre el jueves pasado y el domingo en la localidad de Toulouse y Montauban. El atentado de ayer es un acto de barbarie completo: a las ocho menos cinco de la mañana el individuo, a bordo de una potente moto blanca, llegó a las puertas del colegio judío Ozar Hatora de Toulouse. Disparó contra las personas que estaban en la puerta y mató a quemarropa a un profesor de religión de 30 años, a sus dos hijas de tres y seis años y a otra niña de ocho años, hija del director del colegio. Esta última víctima murió en los brazos de su padre. La matanza continuó luego dentro del colegio. El individuo ingresó al establecimiento para perseguir a los alumnos disparando hacia todas partes. Otras cinco personas resultaron heridas, entre ellas un joven de 17 años que se encuentra en estado crítico.

El carácter racial del operativo no deja lugar a dudas. El hasta ahora desconocido mató en un par de días a personas de origen magrebí, a judíos e hirió a un negro. Ayer, se trataba de eliminar a judíos sin importar que fueran niños o adultos. Matar para eliminar.

La descripción hecha por los testigos y lo que muestran las imágenes de las cámaras de vigilancia dan cuenta de un hombre frío, perfectamente entrenado en el uso de las armas, exento de toda compasión. Luego de matar al profesor, su primera víctima, el hombre persiguió a la niña de seis años y la ultimó a balazos. “Disparó contra todo lo que tenía por delante”, dijo el fiscal de la República, Michel Valet. Llevaba dos armas, una calibre 11.43 y otra de 9 milímetros. La pistola de nueve milímetros se le trabó y sacó la segunda, con la que continuó la matanza. Es esa arma –la calibre 11.43– la que fue empleada en los asesinatos de los tres militares. En esos crímenes anteriores, el hombre actuó con la misma metodología y frialdad. El semanario conservador Le Point adelantó que las investigaciones se orientan hacia la participación de tres militares neonazis pertenecientes al decimoséptimo regimiento de Ingenieros paracaidistas de Montauban. En 2008, el semanario satírico Le Canard Enchaîné y otros diarios publicaron una foto en la que se veían a estos militares haciendo el saludo nazi ante una cruz gamada.

Um dos três o possível atirador
Um dos três o possível atirador

Dos de los tres militares asesinados la semana pasada pertenecían a este regimiento. El perfil de los tres soldados neonazis coincide con el retrato que surge de los testigos de los crímenes: grandes, musculosos, llenos de tatuajes y vestidos de negro. Esta no es, sin embargo, la única pista que exploran los investigadores. Con todo, las similitudes entre los asesinatos son aplastantes: la moto, el arma, las descripciones de los testigos y el hecho de que todas las víctimas tienen origen étnico y confesional distinto.

Áurea Moltó:
La crisis en la UE está dando lugar a un nacionalismo que nutre posturas populistas en todos los países. Pero el problema –llamado aquí de forma un poco confusa “violencia política”– viene de antes. La hostilidad hacia la inmigración es uno de los ejes de este discurso populista-nacionalista, manipulado por la derecha y por la izquierda europeas. Creo que lo más preocupante es lo que señala Fernando Reinares: la responsabilidad de los políticos a la hora de utilizar la cuestión identitaria. En el último año, lo han hecho Merkel, Cameron y Sarkozy: la primera anunciando el fracaso del multiculturalismo y los dos últimos defendiendo la creación de un sentido más fuerte de la identidad nacional. El discurso que pone en el centro los valores y los derechos de la “mayoría histórica” frente a los de las “minorías visibles” de las que habla The Guardian, no lleva a ninguna parte a una UE en declive demográfico. No se trata de ignorar los fracasos de las políticas de integración en Europa, sino de evitar una pseudoideología étnica nacional que justifique las acciones xenófoba de individuos o grupos organizados.

França. Três atentados estremecem o país. Atirador usou a mesma arma e moto

Na capa de hoje, a lista dos mortos dos três atentados
Na capa de hoje, a lista dos mortos dos três atentados

Depois do ataque de segunda-feira à porta de uma escola judaica em Toulouse, que fez quatro vítimas mortais, a França abriu uma caça ao homem, tentando identificar o responsável pelo tiroteio.

Os investigadores estão agora a examinar as gravações das câmaras de segurança que estão apontadas à escola, à procura de qualquer pista válida.

O atacante fugiu numa motorizada depois de ter disparado contra as pessoas que se concentravam diante do liceu Ozar Hatorah pouco depois das 8h (menos uma hora em Portugal continental).

Nicole Yardeni, uma responsável judia de Toulouse que viu as gravações da única câmara de segurança instalada junto ao portão da escola, descreveu o atacante como “determinado, atlético e bem tonificado”. A mesma fonte acrescentou que o atacante usou um capacete com a viseira fechada, o que impede qualquer reconhecimento facial. No ataque morreram três crianças – de três, seis e sete anos – e um professor de religião de 30 anos. Um outro adolescente de 17 anos ficou gravemente ferido.

“É possível ver um homem estacionar a sua motorizada, começar a disparar, entrar na escola e perseguir as crianças até apanhar uma e disparar-lhe um tiro na cabeça”, disse Yardeni. “É insuportável ver a gravação e, depois disso, não é possível ver mais nada. Ele queria matar”.

O atacante usou uma scooter preta roubada, uma Yamaha T-MAX, com matrícula de Toulouse, para fugir do local.

Por outro lado, exames balísticos identificaram a arma do crime como sendo de calibre 11,43 milímetros. Só foram feitos três milhões de unidades destas armas. Em França, as tropas da Indochina usavam-nas, bem como as da Argélia, disse Benoît Ebel, especialista em armas do sindicato de polícia Synergie ao jornal Le Figaro. Actualmente interessa apenas a coleccionadores e atiradores desportivos.

E foi precisamente a mesma scooter preta e o mesmo calibre de arma usados no assassínio de um militar de origem magrebina em Toulouse, a 11 de Março, e no ataque a três outros militares em Montauban, uma cidade próxima do sudoeste de França, quatro dias depois. Dois dos militares do segundo ataque, também de origem magrebina, morreram. Um terceiro, natural das Antilhas francesas, ficou gravemente ferido.

Presume-se, portanto, que a mesma pessoa esteja por detrás dos três ataques.

Na ausência de pistas sobre a motivação destes homicídios, é fácil também ver neles uma motivação anti-semita, anti-emigração ou anti-islâmica, devido à identidade das vítimas.

Mas não se sabe, verdadeiramente, com quem se está a lidar. Os psiquiatras e profilers da polícia francesa debatem-se para criar um perfil do assassino. Será um serial killer ou um assassino de massas, que “se vê com uma missão sagrada a cumprir?”, interrogava o psiquiatra Pierre Lamothe, perito forense, citado pelo Le Figaro. “Não se pode negligenciar a agitação interna de um indivíduo animado pelo desejo de matar por uma causa”, sublinhou.

(Jornal Público, Portugal)

Mesma arma e mesma moto nos ataques de Toulouse e Montauban

Um Colt 45 foi a arma usasa nos três ataques
Um Colt 45 foi a arma usasa nos três ataques

A arma, de calibre 11,43 mm, foi a mesma usada a 11 de março no assassínio de um militar em Toulouse (sul), a 15 de março contra dois militares na localidade vizinha de Montauban e, esta segunda-feira, no ataque a uma escola judaica também em Toulouse, em que morreram um adulto e três crianças, disse uma fonte.

A motorizada em que o atirador fugiu após os ataques é também a mesma, uma “scooter” T-MAX da marca Yamaha, roubada há mais de uma semana na cidade de Toulouse, segundo fonte próxima do inquérito.

Testemunhas afirmaram que os três ataques foram cometidos por um atirador numa motorizada que não tirou o capacete para disparar.

As semelhanças levaram o Ministério Público de Paris, com competência antiterrorista, a centralizar as três investigações “por factos qualificados de assassínio e tentativas de assassínio relacionados com organização terrorista”.

(Jornal de Notícias, Portugal)