Argelia asalta la planta de gas atacada por un grupo de islamistas

aujourd_hui.Mali terrorismo

 

El Ejército de Argelia ha decidido asaltar la planta de gas que ayer fue tomada por un grupo de islamistas para poner fin al secuestro de los trabajadores, decenas de ellos occidentales. Las consecuencias de la operación militar están todavía por ver ya que el número de víctimas que ha dejado el ataque es aún muy confuso.

En un primer momento, la agencia mauritana ANI, que citaba a uno de los captores, hablaba de 34 rehenes y 15 secuestradores muertos. La televisión qatarí Al Yazira también reportaba una cifra similar de fallecidos. El portavoz del grupo islamista radical aseguraba además que quedaban siete rehenes vivos (dos estadounidenses, tres belgas, un japonés y un británico) y había amenazado con ejecutarlos si el Ejército argelino seguía aproximándose a las instalaciones.

Sin embargo, la agencia Reuters ha disminuido la cifra y dice que habría seis rehenes extranjeros y ocho secuestradores muertos. Asimismo, la agencia asegura que 25 de los secuestrados habrían podido escapar junto a 180 trabajadores argelinos. Algo que contrasta con la información ofrecida por la agencia argelina de noticias APS que dice, citando a fuentes locales, que el Ejército habría conseguido liberar a 600 rehenes argelinos y cuatro extranjeros (dos escoceses, un keniano y un francés).

De momento, las autoridades del país no han confirmado ninguna cifra de víctimas. Continúa siendo una incógnita la cifra sobre el número de rehenes, tanto argelinos como de otras nacionalidades, que permanecen retenidos en este gran complejo gasístico en el que trabajan cientos de operarios.

Los secuestradores siguen las órdenes de Mojtar Belmojtar, otrora uno de los principales dirigentes de Al Qaeda en el Magreb Islámico (AQMI), pero que abandonó el grupo hace unos meses para liderar otra formación yihadista cercana a Al Qaeda. Al-Mouthalimin, tal y como se han autodenominado, ha reivindicado la autoría del secuestro y ha subrayado que los secuestradores son varias decenas y que tienen en su poder armas ligeras y pesadas, incluyendo morteros y cohetes antiaéreos, según han informado a ANI fuentes del grupo.

Mercado imobiliário do capitalismo cristão. Centenas de igrejas transformadas em mesquitas

Aqui no Brasil essa prática de vender para estrangeiros – desnacionalização – a imprensa chama de globalização. Basta lembrar que metade da riqueza brasileira passou para mãos alienígenas.

Una de las muchas iglesias abandonadas en Europa
Una de las muchas iglesias abandonadas en Europa

De maneira preconceituosa, informa o Alerta Digital:

La descristianización de las diócesis europeas las empujan a deshacerse de iglesias. La diócesis de Bourges, debido a la falta de fondos y de fieles, la ha puesto a la venta asegurando que pretende evitar “un presupuesto deficitario recurrente” y para poder “mantener y desarrollar su actividad pastoral”. La oferta más significativa, más allá de las llegadas de la mano de empresas y comerciantes, ha sido la de la Asociación de Marroquíes.

La diócesis, en “recesión” y las preocupantes cifras en Francia

De los veintisiete mil habitantes de la ciudad de Vierzon, solamente 300 son practicantes y van a misa una vez a la semana. La ciudad cuenta ya con seis iglesias, por lo que reducir una supone mandar a los fieles a otra de las cinco restantes: “Entiendo que los cristianos se conmuevan por la venta de una iglesia, pero lo importante no son los edificios, sino las comunidades cristianas vivas”, se justifica el prelado en la entrevista, recordando además que el uso pastoral de la iglesia es muy limitado actualmente. Recientemente se han dado a conocer datos sobre el fenómeno islámico en Francia, país en el que ya se construyen más mezquitas que iglesias católicas, y donde hay más musulmanes practicantes que católicos practicantes. El líder islámico más conocido del país galo, Dalil Boubakeur, rector de la Gran Mezquita de París, ha sugerido que el número de mezquitas debería duplicarse (hasta llegar a cuatro mil) para satisfacer la demanda.

Cientos de iglesias convertidas en mezquitas en toda Europa

Un alarmante fenómeno -el de la conversión de iglesias en mezquitas- que es común a todo el centro y norte de Europa. Casi doscientos cincuenta edificios sagrados han cambiado de manos en los Países Bajos: donde hace más de un siglo estaban orando católicos, luteranos y calvinistas hoy rezan musulmanes. Como por ejemplo la mezquita de Fatih Camii, en Amsterdam, que tiempo atrás fue una iglesia católica. O la iglesia de San Vincentius, puesta en subasta junto con los confesionarios, bancos, crucifijos y candelabros. El número de católicos ha disminuido en un setenta por ciento y el Islam se considera la religión más practicada en Holanda. A principios de este año, Soeren Kern, analista senior del Grupo de Estudios Estratégicos de Madrid, proporcionó datos sobre la proliferación de mezquitas en los antiguos lugares de culto cristianos: en Alemania la Iglesia católica ha cerrado más de 400 iglesias y la protestante cien más.

Mezquita de Fatih, Amsterdam
Mezquita de Fatih, Amsterdam

Cristãos e muçulmanos: E agora, para onde vamos?

Um filme que é um hino à paz e à harmonia entre as religiões

 

 

Num vilarejo libanês cristãos e muçulmanos convivem pacificamente, isolados do resto do mundo, graças ao colapso providencial de uma ponte. Mas de vez em quando os ecos da guerra, que recomeçou no país, chegam a eles, por meio de uma televisão improvisada, e as mulheres se reúnem em segredo para encontrar um modo de dissuadir os homens do revoltar-se novamente uns contra os outros…

Algumas linguagens são um pouco explícitas entre as mulheres, alguma cena sensual.

Grande habilidade da diretora (também protagonista) no saber dirigir grande diversidade de características e conseguir dar-nos a imagem de uma comunidade viva, apaixonada e cheia de humanidade.

O filme, se não prestarmos atenção a algumas perdoáveis arritmias, é uma obra-prima.

A ambientação num pequeno vilarejo isolado do resto do mundo por causa da guerra, em um tempo não especificado, dá ao filme características de uma história que pode falar-nos sobre um tema universal, a paz.

Misturando comédia, fábula, drama e musical com uma capacidade de fazer-nos sorrir com coisas muito sérias.

Trailer

Para assistir o filme

Judeus e muçulmanos condenam qualquer manipulação do drama de Toulouse

JUNTOS OS DIRIGENTES DO ISLAMISMO E DO JUDAÍSMO NA FRANÇA. O reitor da Mesquita de Paris Boubakeur (g 2e), o presidente do CRIF Richard Prasquier (3 g), o rabino-chefe Gilles Bernheim (centro), presidente da Central judaica Joel Mergui (segunda d) e o presidente da CFCM Mohamed Moussaoui (d) após uma reunião no Palácio do Eliseu com o presidente Nicolas Sarkozy. (Foto: Benoit Tessier. Reuters)
JUNTOS OS DIRIGENTES DO ISLAMISMO E DO JUDAÍSMO NA FRANÇA. O reitor da Mesquita de Paris Boubakeur (g 2e), o presidente do CRIF Richard Prasquier (3 g), o rabino-chefe Gilles Bernheim (centro), presidente da Central judaica Joel Mergui (segunda d) e o presidente da CFCM Mohamed Moussaoui (d) após uma reunião no Palácio do Eliseu com o presidente Nicolas Sarkozy. (Foto: Benoit Tessier. Reuters)

O presidente do Conselho Representativo das Instituições Judaicas na França (CRIF), Richard Prasquier, lembrou: “ele já matou três soldados”.

O presidente do Conselho Muçulmano francês (CFCM), Mohammed Moussaoui, disse para os repórteres: “Imprima uma frente unida contra esse ódio e vamos agir em conjunto para tranquilizar todos os nossos cidadãos”, acrescentou.

“Somos essencialmente francês, judeu ou muçulmano”, afirmou o Grão-Rabino da França, Gilles Bernheim.

Publiquei apenas pequenos trechos. Leia mais

Descoberta a mais antiga bíblia na Turquia. Desconhecido conteúdo do livro preocupa cristãos e maometanos

Uma bíblia de 1500 anos foi descoberta na Turquia, após a prisão de uma quadrilha que comercializava antiguidades de forma ilegal. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo.

Há informações de que o Vaticano demonstrou preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem que especialistas da Igreja Católica pudessem avaliar o livro e seu conteúdo, que se suspeita, contenha o “Evangelho de Barnabé”, escrito no século XIV e considerado controverso, por descrever Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica (vide vídeo)

São Barnabé era natural da ilha de Chipre. Como o Apóstolo São Paulo, foi discípulo de Gamaliel: «José, a quem os apóstolos haviam dado o cognome de Barnabé, que quer dizer ‘filho da consolação’, era um levita originário de Chipre. Sendo proprietário de um campo, vendeu-o e trouxe o dinheiro, depositando-o aos pés dos apóstolos» (At  4,36-37). Foi São Barnabé quem convenceu a comunidade de Jerusalém a receber o temível perseguidor dos cristãos, Paulo de Tarso.

“Então Barnabé o tomou consigo, levou-o aos apóstolos e contou-lhes como Saulo tinha visto no caminho, o Senhor, que falara com ele, e como, na cidade de Damasco, ele havia pregado, corajosamente, no nome de Jesus. Daí em diante, Saulo permanecia com eles em Jerusalém e pregava, corajosamente, no nome do Senhor” (Atos 9,27-28).

Barnabé e Paulo foram escolhidos pelos profetas e doutores de Antioquia para anunciar o Evangelho aos gentios ainda não convertidos à fé cristã. Paulo, Barnabé e João Marcos, seu primo, partiram, então, para Chipre, Perge, Antioquia da Pisídia e cidades da Licaônia. Barnabé participou do Concílio de Jerusalém. Desentendeu-se com Paulo e dele se separou, tomando rumo diferente.

Quando Barnabé foi à Síria e a Salamina pregando o evangelho, alguns judeus, tendo-se irritado com o seu extraordinário sucesso, caíram sobre ele quando estava pregando na sinagoga, arrastaram-no para fora e apedrejaram-o até a morte. Seu primo, João Marcos enterrou seu corpo em uma caverna, onde permaneceu até a época do imperador Zenão I, em 485 d.C. Seus restos mortais foram descobertos em 488. Seu túmulo se encontra no mosteiro construído em seu nome, em Salamina, Chipre.

Barnabé é venerado como o santo padroeiro de Chipre.

Barnabé, o apóstolo
Barnabé, o apóstolo

Considerado santo...
Considerado santo...
... pelas igrejas Católica e Ortodoxas
... pelas igrejas Católica e Ortodoxas

O Evangelho de Barnabé é considerado um epígrafe da Era Medieval que apresenta a história dos Evangelhos de um modo diferente.

Esta obra tem se popularizado grandemente entre os muçulmanos nos últimos anos devido à grande similaridade do conteúdo da obra com as narrativas que o Alcorão apresenta dos feitos de Jesus e seus discípulos.

O escritor muçulmano Muhammad ‘Ata ur-Rahim, em seu livro ‘Jesus, a Prophet of Islam’ argumenta que a obra do Evangelho de Barnabé se trata de uma obra autêntica e apresenta argumentos que estabelecem uma relação entre o Evangelho de Barnabé e o Alcorão. Ele argumenta que o autor teria sido mesmo Barnabé, companheiro de viagens do apóstolo Paulo.

Alguns estudos mais independentes estabelecem que a obra conhecida como Evangelho de Barnabé pode ser uma falsificação do século XIV. O aparecimento de uma bíblia de 1500 anos, na Turquia, com o escrito de Barnabé, até onde contribuiria para um ponto final neste discussão teológica? Há que considerar um Jesus real, um histórico, e Jesus Deus (a divinização de Jesus é apenas aceita pelo cristianismo).

Jesus no islamismo é considerado o VI profeta.

No Evangelho de Barnabé estaria descrito que Cristo não foi crucificado, em seu lugar teria sido Judas, que foi por Deus transformado na aparência de Jesus.

Maomé repete esta versão.