Universitário estuprador solto no campus

FUNECO. Aluna agredida sofreu um corte no supercílio ao lutar com agressor
UNIVERSIDADE FUMEC. Aluna agredida sofreu um corte no supercílio ao lutar com agressor

Os estupros nas universidades do País da Geral são bem escondidos. Os reitores patrocinam. Com a cumplicidade das autoridades competentes, e o silêncio da imprensa.

Uma corrupção que beneficia os estupradores.

Aconteceu em novembro de 2011:

Uma estudante sofreu uma tentativa de estupro dentro da Universidade Fumec, no Bairro Cruzeiro, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Segundo Pedro Villalobos, aluno da faculdade, o crime ocorreu dentro de um dos banheiros localizados no subsolo do prédio da Faculdade de Ciências Empresariais (Face), pouco antes do intervalo das aulas. A jovem foi salva por estudantes que ouviram seus gritos.

“O agressor já estava dentro do banheiro, na hora do intervalo. Ele a agarrou por trás quando ela lavava as mãos e tapou a boca da vítima”, conta Pedro.

“Segundo o estudante, alunos de uma sala em frente ao banheiro ouviram grito e barulho e invadiram o local. “Se não tivessem agido rápido, o caso poderia ter sido muito mais grave”, avalia Pedro. A vítima, que tem 28 anos e é aluna do curso de Marketing, sofreu um corte no supercílio, uma lesão na nuca e teve cabelos arrancados pelo agressor. Ela dispensou atendimento médico.

“Falaram (alunos do campus) que ele (o agressor) também é aluno da Fumec, do curso de Administração, e chama Leonardo”, destaca o estudante. Segundo ele, o rapaz foi levado pelos alunos, orientados pelos corrdenadores de curso, para uma sala isolada. Ele permaneceu lá, sob escolta dos seguranças, até a chegada da Polícia Militar.

A PM confirmou que o agressor é aluno da instituição e tem 19 anos. Um colega de sala contou à reportagem que ele é muito introspectivo e dá indícios de que sofre de algum distúrbio psicológico. Leia mais 

Abril de 2012:
Uma menor de 17 anos, virgem, aluna do Instituto de Artes e Design, é estuprada no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Também por um aluno. Cujo nome vem sendo encoberto. No primeiro caso, revelaram que foi um tal de Leonardo. Faltou o sobrenome do tarado. Que punição sofreu esse psicopata? Como conheço nosso Brasil da corrupção, posso afirmar, com certeza, que constitui mais um caso impune. E talvez essa alma sebosa esteja estudando ou ensinando no IAD.

Marcha das vadias protestou contra o desfloramento de uma menor no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora (com vídeo)

Marcha das Vadias em Belo Horizonte
Marcha das Vadias em Belo Horizonte

As mulheres do Brasil cobraram a apresentação do inquérito administrativo que o reitor Henrique Duque mandou abrir para inglês ver.

E do governador Antônio Anastasia, de Minas Gerais, a conclusão do inquérito secreto, super secreto, que corre na escuridão da Delegacia de Proteção e Orientação à Família, em Juiz de Fora, comandada pela delegada Maria Isabela Bovalente Santo.

O estupro ou possivel curra aconteceu numa sexta-feira 13. Dia 13  de abril último, no Instituto de Artes e Design (AID). A menor de 17 anos, que foi vítima do golpe boa noite cinderela, apresentou uma lista de  estudantes safados, imorais, indecentes, covardes, mentalmente e moralmente doentes, machistas cruéis da UFJF, que podem ter participado do hediondo crime. Uma gangue acostumada a praticar o bulismo e trotes sadomasoquistas.

Parece que não foi investigado, ainda, nenhum dos nomes da lista sangrenta. Nenhunzinho. Tudo filho do papai. Da tradicional família mineira.

Veja vídeo da chamada para a Passeata das Vadias em Campinas.

Não foi confirmado, mas o reitor Henrique Duque mandou dobrar o policiamento na UFJF. No campus, continua proibida a realização de  qualquer protesto. Medida ditatorial que conta com o apoio suspeito do diretório acadêmico.

Falta caçar o cafajeste desflorador da universitária no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Bandido é bandido. Todo estuprador mata. Um psicopata, que pode se tornar, de uma hora para outra, em um serial killer.

O reitor Henrique Duque, o governador Antônio Anastasia estão esperando que o criminoso solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora agarre pelos cabelos sua próxima vítima.

Se o doente mental apenas estuprar tudo bem. Perdoável. Coisa de estudante mineiro. Brincadeira próxima dos trotes sadomasoquistas. E no mais, e no mais, a menor de 17 anos “pediu”. Quem mandou ir a uma festa no Instituto de Artes e Design, logo no IAíDê, onde atrás do prédio, todo mundo sabe, existe um lugar chamado matadouros, para brincadeiras sexuais. Quem mandou ir a uma festa sem a companhia dos pais, e beber, em copo fornecido pelo diretório acadêmico, sendo conhecido, por toda universitária escolada, o golpe do boa noite Cinderela.

Menina da tradicional família mineira, virgem, sabe cuidar do seu hímen. Menina virgem do interior de São Paulo, matuta, religiosa, filha exemplar, estudante aplicada, passou em cinco vestibulares, não aprende como se defender. Bem que mereceu. É a única culpada. Que pague pelos seus pecados imaginados, que inconscientemente estava desejando gozar um estupro sexual, ser arranhada, espancada, o corpo marcado de hematomas. Bem feito. Assim escreveu Kadu Olliveira, porta-voz da reitoria, participante da festa, testemunha chave, baseada no que espionou e em depoimentos tomados dos demais amigos de farra e folia e calourada. Leia. Kadu antecipa o inquérito administrativo que o reitor encomendou a três mosqueteiros professores da UFJF, e o inquérito da polícia do governador Antônio Anastasia, a mesma polícia que protege o assassino prefeito Antério Mânica, defensor do trabalho escravo.

Imoral defesa do estuprador da Universidade Federal de Juiz de Fora

Escreveu Kadu Olliveira
Sexta feira, 13 de Abril. Um suposto estupro ocorreu durante uma calourada na Universidade Federal de Juiz de Fora (Suposto? Existem dois laudos médicos, que inclusive atestam que a menor de 17 anos era virgem. Escrever suposto é defender um psicopata, um anormal sexual, um alma sebosa, doentia, um tarado, um covarde, um violentador). A festa ocorreu no Instituto de Artes e Design, contou com bebida liberada  e menores de idade (isso é crime) num ambiente federal (Daí a legal necessidade de tudo ser investigado pela Polícia Federal).
Após exame médico foi constatado o estupro, porém a menina não lembra do ocorrido, ela tem 17 anos e estava alcoolizada no momento (mentira grosseira. Não estava alcoolizada, e sim dopada, o famoso golpe boa noite Cinderela). Todos os orgãos competentes estão investigando o caso (não é verdade, estranhamente apenas uma delegacia da mulher, e já se passaram mais de 30 dias, e as autoridades  ainda não detiveram nenhum suspeito. Isso chamo de descaso, de incompetência)
e eu vou dizer o que penso e sinto: Uma menina de 17 anos numa festa de bebida liberada:
– Os pais ou responsáveis legais sabiam onde a sua filha estava indo? (Sabiam sim. A garota estava morando em Juiz de Fora, cidade sem lei. Ela telefonou para os pais, que moram em uma cidade do interior de São Paulo, uma pequena cidade sem nenhum curso universitário)
– Ela sabia que, como menor de idade, não pode ingerir bebida alcoolia (sic) ou tabaco? (Sabia, e nunca tinha bebido antes. É uma menina religiosa, estudiosa, caseira, exemplar como filha, como aluna. Passou em cinco vestibulares, e escolheu a universidade errrada, e a cidade errada).

– Os organizadores do evento sabiam que haviam menores de idade? se sim, por que não sinalizaram-os de forma a não liberar bebida alcoolica para eles? (Reportagem da Globo fotografou garrafas de cachaça no diretório acadêmico. Os próprios organizadores da calourada são suspeitos. Tudo indica que foi uma curra. O bulismo, o stalking, o assédio sexual, as gangues de drogas imperam em nossas escolas do ensino médio e universidades).
– Ela foi levada até onde para ser estuprada? (Para trás do prédio do IAD, um lugar que  os estudantes machistas e nazistas chamam de matadouros)
eu estava na festa, outros amigos também (devia procurar a polícia e levar seu depoimento. Para mim você é também um suspeito. Idem fornecer os nomes dos amigos). Um deles conhece a menina e afirma que ela gosta de um alcool mesmo (a menina não é de Juiz de Fora, e para conhecer a menina precisa ser da mesma cidade que ela mora no interior de São Paulo. Esta é uma afirmativa caluniosa, que pode gerar um merecido processo), e que o estupro foi feito no bosque, um lugar fora do espaço físico do evento (Veja que o Kadu reconhece que foi um estupro. Acredito na possibilidade de curra. E aconteceu no campus da universidade: no IAí-dê).
O evento foi feito num espaço público, com seguranças e equipe de buffet contratada. O espaço público foi fechado. O local do fato, como relatou esse amigo, fica fora do prédio (falso, não existe no jornalismo “esse amigo”. As pessoas têm nome. Fonte anônima  não merece crédito. O informante, se ele existe, deve ser também da gangue), onde a segurança é feita pelos guardar da UFJF (se tinha segurança da UFJF … indica que o campus foi o local, e não tem outro).
Se realmente foi um estupro, por que ela não gritou? (A menina estava dopada, e o violentador bate forte, e a vítima fica desmaiada. A menina, conforme dois laudos médicos, ficou toda arranhada, e o corpo cheio de hematomas, o que comprova a violência, idem a covardia do malfeitor safado, bandido todo)
e por que nenhum guarda viu tal ato libidinoso  em espaço público, atuando com as devidas soluções nesse caso? (Fez que não viu para não perder o emprego. E quase sempre essas empresas de segurança prestam serviços fantasmas e superfaturados).
– Atentado ao pudor?  (Uma pergunta pra lá de idiota. Foi um crime hediondo, praticado por um animal, talvez um homossexual sem coragem de sair do armário, a mesma mente criminosa de um sequestrador, de um torturador nos porões da ditadura)
si… não… e agora? ( As autoridades demoram. O agora? É investigar todos os participantes da suruba acadêmica, deter os suspeitos para investigação, e condenar os culpados. Cadeia já! Coisa que o reitor Henrique Duque, para não ser cúmplice, tem que apresentar, pelo menos, o resultado do inquérito administrativo que prometeu abrir. Idem o governador Antônio Anastasia, que comanda as polícias civil e militar). o estupro foi realizado onde haviam seguranças da instituição UFJF, por que eles não estavam lá? e se estavam… XIIIIII (Isso deve ser investigado. Toda omissão é criminosa, idem todo silêncio).

O que importa é que a menor não reconhece tal assunto como estupro, mas sim as colegas e principalmente a familia (A menor estava dopada. E acordou com fortes dores nas partes íntimas, daí a suspeita de curra, da participação de vários alunos. A garota quando acordou  foi parar no hospital, e apresentou uma lista de suspeitos, uma lista que a imprensa precisa divulgar, uma lista que precisa correr na internet, para a proteção de todas as alunas da UFJF).- Porque ela foi sózinha pro mato com um estuprador? (Ô infeliz defensor de um estuprador, a menina estava dopada, que o tráfico de drogas é um lucrativo negócio na  UFJF).
– e a amiga que teve de se ausentar do local por 40 minutos, e quando voltou o fato estava consumado? (a amiga não esperava, nem a vítima, que no IAD existissem estudantes psicopatas, f.d.p.) em 40 minutos uma pessoa consegue sair da sobriedade e chegar ao coma alcóolico? (estamos falando com um especialista em drogas, esquecido que um coma pode ser fatal, durar para todo sempre) 40 minutos sozinha no mato? (que vilania fazer gracinha com um estupro, esse tipo de humor negro pode indicar… ) o que duas meninas estavam fazendo no mato, maria chiquinha? (outra gracinha que lembra o trote da UFJF, este ano, quando as meninas tiveram que carregar cartazetes com os dizeres “sou puta”, “sou sapatão”).
– e o pior: o que tem haver o curso com um evento desses a não ser o espaço fisico, cedido a um grupo de alunos? (Certamente que o campus da UFJF virou um imenso matadouros) um espaço universitário… universidantes utilizam-no (para praticar o bulismo, o assédio sexual, o assédio moral, estupros e outros crimes).
Eu vivo pegando salas de aula pra ficar estudando nos intervalos de uma disciplina e outra, é comum emprestarem (a UFJF vive de empréstimos e obras superfaturadas como acontece com o edifício do Hospital, conforme denúncia do Tribunal de Contas da União).
Quer dizer que todos os professores e servidores deveriam zelar pela santa paz durante a festa? (Pergunta idiota) ou eles mesmos deveriam organizá-la? (outra pergunta idiota. Foi uma festa organizada pelas lideranças estudantis da UFJF que, estranha, acintosa e manhosamente, estão caladinhas… por medo ou cumplicidade)
eu sei que fico indignado com tamanho absudo (sic), suposto estupro confirmado no HPS após uma consulta na Santa Casa de Misericórdia!!!!!!!!!!!!! (Duvida dos médicos? Por que o reitor Henrique Duque não move um processo contra os médicos que examinaram a vítima, que estava acompanhada de autoridades do Juizado de Menores?)
Sinceramente, é muita midia em cima de ago que na verdade não tem nada haver. (é! no dos outros é refresco! E se fosse sua mãe? Sua irmã? Sua filha? – Nada haver!!!) O IAD não tem a finalidade de capacitar alunos a organizar eventos, essa polêmica vai desaguar em algo que é natural: o que é o IAD? um instituto capaz de formar profissionais de conhecimentos em Artes e Design. full stop. (burra defesa. No IAí-dê tem de tudo. O local da calourada foi artisticamente decorado, e o crime bem programado por um estudante frígido, futuro marqueteiro de campanhas eleitorais de candidatos corrutos).
vamos então banalizar menos, e pensar mais no que realmente queremos e pretendemos fazer: é muito facil dizer que o suco está sem açucar se na verdade tomamos café! o IAD não é lugar de festa, não vive disso nem em função disso. O “””estupro””” aconteceu, tudo será averiguadon (duvido!), julgado (em que país?), punido (chiste, pilhéria), eticéta, reticença, e a vida continua (Para a menina a vida não continua. Nada mais vai ser o mesmo. O trauma de um estupro é pra toda vida. Dizer o contrário, precisa ser um estudioso aluno do IAí-dê).
Proponho aos alunos do Instituto de Artes e Design (IAí-Dê) da UFJF que tenham algum interesse pela nota que fizeram no ENEM que se unam, a mim ou aos professores ou aos seus amigos, e se dediquem ao curso antes de mais nada (Viva a safadeza do corporativismo!). Eu acho que o primeiro período de uma universidade não deveria ser mais do que mostrar aos que entram o que é a universidade, quais suas normas, como ela funciona, como é o seu curso…
esse turbilhão de uma coisa só serve para chamar a atenção para nossas atitudes (que devem ser secretas) e o nosso cotidiano (que precisa ser escondido), alguém será multiladamente punido (tá com medo?) conheço policiais e presos, e sei como ambos tratam o anus de estupradores (é a pena de Talião) presidiarios são mais carinhosos (que os estupradores do IAí-dê),
e vamos pensar um pouco no que fazer diante do que estamos fazendo! temos um curso, e o que ele representa pra sociedade enquanto curso? festa? tem algo de errado ai… e se depender de mim, a sociedade em pouco tempo saberá que o IAD é um curso qque capacita profissionais criativos, capazes de dar sentido a vida (de uma menor molestada, estuprada, currada, espancada, arranhada, caluniada?),
e não a ruina dela (o nome do Instituto é mais precioso que a vida de uma estudante? Isso tá me cheirando manifesto de general de pijama do Clube Militar.   A salvação começa pela verdade . Por que os sequestradores e torturadores do golpe de 64 são contra a Comissão da Verdade? Em Belo Horizonte, no CPOR, nas sessões de tortura na Ditadura Militar, havia um sargentão estuprador. Torpe fato histórico relatado no romance “Quando Alegre Partiste” de Moacir Japiassu. Justiça já!  Castigo exemplar para os culpados. Basta de impunidade!).
(Os comentários entre parênteses são da autoria do editor do blogue).
 

Delegada Maria Isabela Bovalente Santo já começou a investigar o estupro da pupila do reitor Henrique Duque no campus da UFJF?

Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora
Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

A estudante de 17 anos, que (assim determina a lei permissiva) foi vítima de estupro (ou curra) dentro da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e o pai dela prestaram depoimentos na Delegacia de Orientação e Proteção à Família sobre o crime. Sem esse ritual de autoflagelação não se faz um inquérito de violência sexual no Brasil. Exclusivamente a vítima pode denunciar. E, quando menor de 17 anos, mesmo sendo universitária, tem que ir a uma delegacia acompanhada pelos pais. Eta país conivente. Acrecente-se que não são crimes: o assédio moral, o assédio sexual, nem o bulismo. Nem o trabalho escravo. Tais barbaridades são simples delitos. Como avançar um sinal de trânsito. Ou disputar uma corrida de carro, o perigoso pega, como faz o poderoso Thor, o príncipe herdeiro do Brasil.

Portanto, o pai da adolescente oficializou na delegacia a denúncia do crime de estupro, cujo registro é condicionado à representação da vítima, de acordo com a legislação vigente.

A família da jovem confirmou que o abuso aconteceu durante uma calourada realizada no Instituto de Artes e Design da universidade, um prédio da União, um crime que precisa ser também investigado pela Polícia Federal. Que os ministros da Justiça e da Educação fiquem atentos.

Na noite da azarada sexta-feira 13 de abril último, a estudante, caloura, foi encontrada por algumas veteranas caída atrás do prédio do instituto e levada para um quarto (que quarto é este dentro do IAD?) Apesar dos testemunhos dos partipantes da calourada, o reitor Henrique Duque, temendo a presença da Polícia Federal, alega que o crime aconteceu fora do campus.

No dia seguinte, sábado 14 de abril, a adolescente acordou com dores e sangramento e foi encaminhada para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. A universitária passou por exames médicos que constataram os abusos. Estava com o corpo todo arranhado e cheio de hematomas. Daí a suspeita de curra. Ou o violentador é um sádico, capaz de matar. Ou o crime foi praticado por dois ou três estudantes, isso precisa ser bem esclarecido.

Safada, antijornalisticamente, com estranha e suspeita participação, Secom – Secretaria de Comunicação da UFJF, composta por uma redação paga pelo reitor, noticiou, no dia 16 de abril:

“Uma estudante de 17 anos foi vítima de um estupro ocorrido dentro de uma festa realizada na última sexta-feira no Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. De acordo com o boletim de ocorrências, a jovem e uma amiga de 21 anos, estariam em um evento promovido para os calouros no Instituto de Artes e Designer e teriam ingerido bebidas alcoólicas. A acompanhante deixou a universitária na companhia de várias pessoas e saiu por mais ou menos 40 minutos. Quando retornou ao local, encontrou a colega bastante embriagada e com vários arranhões nos braços. No sábado pela manhã, a garota reclamava de um desconforto e várias dores e afirmou que teria sido estuprada. Ela foi levada para o HPS onde foi confirmada a ação praticada por outras pessoas”. Transcrevo o press release por confirmar (1) que o estupro ocorreu no campus, (2) que o evento foi promovido para os calouros, (3) a vítima deixou o evento acompanhada de várias pessoas (testemunhas), (4) e com vários arranhões, (5) e que a ação (o estupro) foi praticada por várias pessoas (curra).

Mentiu o Cecom, quando afirma que a universitária estava embriagada, quando é crime servir bebidas a menores, principalmente dentro de uma universidade.A vítima estava dopada. Colocoram entorpecente no copo. O que marca a presença de traficantes de drogas no campus.

A delegada Maria Isabela Bovalente Santo, responsável pelas investigações, já intimou as pessoas citadas pela universitária tanto em depoimento, como no registro do boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar? Idem as universitárias que socorreram a vítima? Todas as metidas e aproveitadoras lideranças estudantis que promoveram a festança devem explicações.

Solicitou o laudo de corpo de delito ao Posto de Medicina Legal, a fim de materializar o crime em apuração? Uma equipe de policiais civis foi designada para fazer levantamentos que possibilitem (que possibilitem? Isso me parece chacota, piada de humor negro) a autoria do estupro. O prazo para conclusão do inquérito é de 30 dias. Prazo já vencido.

A UFJF, escandalosa e irresponsalvemente, falseou que a festa não foi realizada pela instituição (mentiu descarada e despudoradamente) e que as possíveis ocorrências registradas durante o evento estão sendo conduzidas pelos órgãos competentes (não citou nenhum). Serão instalados procedimentos internos de apoio às investigações das autoridades policiais (criou uma comissão de três mosqueteiros todos subordinados do reitor). O prazo de 30 dias da comissão, para apurar, caducou. Reitor Henrique Duque, colocou os malandros, de novo, no invisível, sigiloso, secreto, segredoso serviço de investigação?

Pela corpo de delito ficou constatado o estupro, e que a jovem era virgem, e foi brutalizada (Fonte: notícia de Luana Cruz, in em.com.br). Existe uma operação abafa na imprensa de Minas Gerais, assim como escondem a corrupção na reitoria, a começar pela construção do hospital. Cujos preços superfaturados foram constatados pelo Tribunal de Conta da União.

As gangues que atuam na UFJF estão ameaçando testemunhas. A polícia precisa precisa prender esses bandidos covades, cruéis, capazes de todos os crimes, filhinhos do papai corrupto, que frequentam a alta sociedade mineira, e estão soltos no campus. Cadeia já para estas almas sebosasI
As gangues que atuam na UFJF estão ameaçando testemunhas. A polícia precisa prender esses filhinhos do papai corrupto, bandidos covardes, cruéis, capazes de todos os crimes, que frequentam a alta sociedade mineira, e estão soltos no campus. Cadeia já para essas almas sebosas de sangue podre!

Reitor Henrique Duque não sabe nada dos inquéritos para descobrir quem desflorou uma menor no campus dele, na Universidade Federal de Juiz de Fora

Disse o magnífico que existem várias investigações:

* da Polícia Civil
* da Polícia Militar
* da Polícia Federal
* do Juizado de Menor
* da Universidade Federal de Juiz de Fora

Apesar de tantas autoridades em ação – do governo de Antonio Anastasia, do judiciário de Minas Gerais, do governo da República -, o reitor Henrique Duque não sabe informar qual foi o local que aconteceu o crime, a possível curra de uma menor por estudantes da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Que incompetência! Descaso!

Fique sabendo “seu” Duque: o local do hediondo crime, praticando por um aluno seu (ou dois, ou três), foi no Instituto de Artes e Design.

Conheça o mapa do crime

Os alunos do IAD, por medo (quem não tem medo de uma gangue que promove assédio sexual, stalking e bullying? E que, tudo indica, está envolvida com drogas), evitam falar do crime. Que o estuprador continua solto. Têm estudantes do IAD que são mais do que cúmplices. Promoveram a festança, e premeditaram o crime. Levaram droga. Para dopar a menor. Inocente e virgem. Uma inexperiente menina do interior de São Paulo. Caloura do primeiro ano. Tem apenas 17 anos. Estudiosa. Passou em cinco vestibulares (três universidades federais e duas particulares). Preferiu a Universidade Federal de Juiz de Fora. Escolheu o lugar errado. Teve que abandonar a faculdade.

O que mais incomoda as universitárias, que foram obrigadas a carregar cartazes com os dizeres “eu tenho cara de sapatão”, “eu tenho cara de puta”, é que a menor, escolhida para ser violentada, jamais bebeu, jamais teve namorado. Este é o testemunho dos moradores da cidade que ela reside.

Estudei em universidades brasileiras e conheço as principais universidades das Américas e Europa Ocidental, sei que alunos estudiosos, chamados de c.d.f., principalmente religiosos e tipo filha exemplar, são discriminados.

O Diretório Acadêmico (DA) de Comunicação Social é uma zona. Parece mais um prostíbulo de terceira categoria. Até quarto tem. Para o descanso dos guerreiros das lutas estudantis.

Registra O Globo: “Tem paredes pintadas por grafites e videogames ligados à televisão. Sobre a geladeira, algumas garrafas de cachaça e vodca, aparentemente em uso, embora não se saiba se o conteúdo era de bebida alcoólica. Na porta, uma placa com o nome do diretório em homenagem a Vladimir Herzorg, jornalista morto em 1975, durante a ditadura militar”.

Herzorg jamais apoiou estupros. Os estudantes do IAD tremem de medo. Leia

A apatia do universitário brasileiro aprova a corrupção. A UNE morreu com a ditadura militar

Continua solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora um estuprador. Ou vários. Neste começo de ano letivo, uma estudante menor de 17 anos foi desflorada. Talvez uma curra promovida pelos organizadores da calourada.  O reitor Henrique Duque proibiu qualquer protesto. Ninguém sabe do andamento de nenhuma investigação. O reitor anunciou que existe uma da própria universidade. Uma segunda da Polícia Federal. Uma terceira da Polícia Militar. Uma quarta da Polícia Civil. Demasiadas investigações para nenhum preso. Qual menina da tradicional família mineira será a próxima vítima?

O reitor  João Grandino Rodas militarizou a USP. Desalojou e expulsou alunos. Também este ano. O medo impera na USP. Um medo que persiste desde os idos de março de 1964. O governo Alkmin repete na USP o “episódio do Pinheirinho”.

Reinam na maioria das universidades sucateadas e de cartões corporativos e obras superfaturadas e serviços fantasmas: o stalking, o bullying, o assédio moral, o assédio sexual, as gangues de sexo, de tráfico, de drogas, o nepotismo e o magnífico poder dos reitores absolutistas. Idem nos lucrativos negócios das universidades particulares. É um Brasil desconhecido, jamais investigado.

As mentiras ou insinuações do reitor Henrique Duque da Universidade Federal de Juiz de Fora sobre o hediondo crime de uma menor desflorada no Instituto de Artes e Design

O estupro de uma adolescente de 17 anos aconteceu dentro do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.

O crime foi praticado em uma festa promovida por alunos veteranos, para recepcionar os calouros, no Instituto de Artes e Design, onde a menor estudava.

Segundo o reitor da UFJF, Henrique Duque, as polícias Federal, Militar e o setor de segurança do Campus estão apurando a possível curra. Isto é, dois ou mais alunos abusaram sexualmente da universitária, que era virgem.

Pelo que se sabe, o reitor manobrou para retirar a Polícia Federal da investigação do hediondo crime.
O desfloramento ocorreu dentro de um prédio da União.
Mente o reitor quando informa que a Polícia Militar também participa das diligências para prender os suspeitos, cujos nomes estão em uma lista fornecida pela aluna.
Culpa o reitor a violência da cidade de Juiz de Fora, insinuando que o crime aconteceu fora do campus, e praticado por bandidos que não são alunos nem funcionários da UFJF. Esta afirmativa inocenta os participantes da calourada.
Escute a fala do reitor  , que prometeu um inquérito da própria universidade. Prometeu.
 Publica a revista Veja:
 “A vítima, pelo que apuraram os investigadores, é aluna do 1º período do curso e, na festa, teria ingerido bebida alcoólica e, possivelmente, algum tipo de medicamento. A garota foi encontrada de madrugada, por uma amiga da turma, desacordada e com as roupas ‘decompostas’. Ao receber ajuda, ela apresentava forte sintoma de embriaguez, não se lembrava do que havia acontecido, tinha arranhões nos braços e se queixou de dores”. Nas partes íntimas.
A menina tomou um copo de cerveja. Apenas um. Primeiro crime: oferecer, vender bebida alcoólica a menor de idade. Segundo crime: “possivelmente algum tipo de medicamento”. Melhor explicado: colocaram droga no copo da menina. Compete investigar a origem desse entorpecente. Sinaliza que uma rede de traficantes atua dentro da universidade. Quem levou o “medicamento” para a festa, premeditou o crime. Pode ser um psicopata. E tudo indica que este não foi seu primeiro estupro.
Esse anormal, de mente doentia, violento (o corpo da garota ficou repleto de hematomas e cheio de arranhões), voltará a atacar e, para não ser preso, poderá matar sua próxima vítima.
Esse desviado sexual não pode continuar solto dentro da universidade. Estou falando de morte anunciada, e as autoridades acadêmicas passam a ser responsáveis por todo e qualquer crime desse indivíduo.
Voltarei a escrever sobre este crime.
Tem mais: o reitor proibiu os estudantes de realizar manifestações de protesto, de denúncia, de cobrança de punições para o estuprador ou estupradores.
Recado para os pais e advogado da aluna: estou pronto para divulgar toda essa sujeira. Uma universidade não é campus para stalking, bullying, assédio sexual, estupro, violência contra a mulher, machismo, homofobia, lesbofobia, tráfico de drogas, de sexo, venda de bebida para menor, coito de estuprador, racismo, censura, mordaça, cabresto e bula de santa inquisição mesmo que seja assinada por quem se acredita magnífico.

Quem será a próxima vítima do estuprador da UF-JF? Conheça o manual de sujeição sexual das calouras da UF-PR

A delegada que investiga o desfloramento de uma menor no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora decretou a lei do silêncio para a proteção do criminoso, e anunciou que é muito difícil provar um crime de estupro. É mesmo? Então por que investiga?

Na Universidade Federal do Paraná, um bando de canalhas decretou que as calouras devem serviços sexuais gratuitos aos veteranos. Acontece que no caso da menor de Juiz de Fora a estudante tinha 17 anos e era virgem.

Um “manual de sobrevivência” foi distribuído a calouros do curso de direito da UF-PR. O livreto de oito páginas afirma que mulher “tem a obrigação de dar” e que não pode ser parcelado.

O manual machista foi tema de reportagem de Jean-Philip Struck publicada na Folha de S. Paulo.

O texto safado afirma que se uma garota disser “vamos com calma”, o aluno deve dizer “não pode o devedor obrigar o credor a receber parte em uma prestação e parte em outra”, segundo um trecho do artigo 252. E conclui: “Ela vai ter que dar tudo de uma vez”.

O livro foi produzido pelo PDU (Partido Democrático Universitário), grupo que até 2011 comandava o centro acadêmico local. Um grupo direitista, com tendências neonazistas, e cujas irmãs e noivas, servilmente e submissas, eles esperam que sejam escravas sexuais. Isso chamam de “democracia”. Quando não passa de um incitamento ao stalking, ao bullying, ao assédio sexual, ao estupro. Idênticas mentes criminosas programaram a calourada no Instintuto de Artes e Design, na UF-JF. Serviram bebidas alcoólicas e drogas.

O manual dá dicas aos calouros dos melhores bares vizinhos à instituição e de como “se dar bem na vida amorosa seguindo a legislação brasileira”. Uma legislação permissiva e que não criminaliza quase nenhum crime sexual. No caso de estrupo, a polícia só investiga se a vítima denunciar. Tem que ir a uma delegacia e prestar queixa. Cabe a qualquer cidadão denunciar todo crime que testemunha. Para não ser cúmplice pelo silêncio.

O caso da estudante da UF-JF foi um estupro programado e, possivelmente, um crime mais grave, porque existe a suspeita de que aconteceu uma currra.

Reitor Henrique Duque desconhece o local do estupro da adolescente no campus da UF-JF

Reitor Henrique Duque
Reitor Henrique Duque

O reitor Henrique Duque concedeu entrevista exclusiva, no programa certo – a cara dele -, sobre o estupro da universitária de 17 anos, no campus da Universidade Federal.

Desconhece o local do crime, e chega a insinuar que os violentadores são pessoas estranhas. Invasores. Bandidos da violenta Juiz de Fora.

Em nota oficial, os professores da UF-JF afirmam:

“Na noite de 14 de abril de 2012, em uma festa de estudantes na UFJF, no Instituto de Artes e Desing, uma jovem de 17 anos foi estuprada. Queremos que haja apuração e punição de culpados, por parte da Reitoria, Direção do Instituto e demais autoridades. Também queremos que ações educativas sejam implantadas. Isso porque, muito embora saibamos que a violência física e simbólica contra as mulheres lamentavelmente ocorra em toda a sociedade, não podemos admitir tais atrocidades no ambiente acadêmico, onde o ensino, a pesquisa, a extensão e a administração devem se dar na busca por uma sociedade igualitária e democrática.

O estupro da jovem, no dia 14 de abril, infelizmente é uma situação limite mas não é um fato isolado”.

Esta nota foi assinada por várias entidades. Inclusive a dos Blogueiros Independentes do Estado de São Paulo, como anunciei.

Escute o lava mãos do reitor. Parece mais desculpa de delegado de polícia, de costumeiro aparecimento no programa de Datena.

Instituto de Artes e Desing, da UF-JF, local em que estudava e foi estuprada uma adolescente de 17 anos
Instituto de Artes e Desing, da UF-JF, local em que estudava e foi estuprada uma adolescente de 17 anos