Estudantes ocupam London School of Economics

 

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Esta terça-feira algumas dezenas de estudantes ocuparam um espaço na universidade londrina, reclamando o fim das propinas e da precariedade dos funcionários, uma gestão democrática da instituição e o corte dos laços com instituições ligadas ao sector militar ou que lucram com as  invasões do Iraque e da Palestina.

A ocupação estudantil ocorre meses depois de uma ação com objectivos semelhantes na Universidade de Amesterdão, que ainda decorre. Os estudantes da London School of Economics já tinham ocupado a universidade em 2011 e venceram a batalha, na altura pelo corte das relações com o filho do então ditador líbio Khadafi.

 

 

Os escândalos do propinato na Petrobras e da cartelização em São Paulo

por Luís Fernando Veríssimo

 

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Despidas de todas as suas outras óbvias implicações, as revelações sobre a relação das empreiteiras com as estatais e o poder público são uma aula do capitalismo de compadres em ação. Os escândalos do propinato na Petrobras e da cartelização em São Paulo para assegurar contratos sem obedecer à aborrecida formalidade de licitações provam, como se fosse preciso mais provas, o que está no Marx para principiantes: o caminho natural do capital é para o monopólio.

O compadrio das empreiteiras faz pouco da importância da competição no mercado supostamente autorregulavel da pregação liberal. É compreensível que a direita festeje o embaraço da esquerda com as revelações que levaram diretores de empreiteiras à prisão e podem até punir a Dilma pela audácia de ganhar as eleições. Mas o capitalismo brasileiro também está levando suas lambadas neste entrevero.

O Roberto Campos chamava a Petrobras de ‘Petrossauro’ e entregá-la a estrangeiros mais competentes sempre foi um mantra da direita. Os entreguistas não orquestraram o que está acontecendo com a Petrobras agora, mas, se tivessem planejado sua atual transformação, de orgulho nacional em vergonha nacional, não teriam tido tanto sucesso. É, irônica e dolorosamente, sob um governo de esquerda, aspas à vontade, que o orgulho está chegando a um estado terminal.

Nem a Margaret Thatcher, que privatizou toda a Inglaterra, tocou no serviço nacional de saúde do país, que atravessou governos conservadores e pseudoprogressistas e permanece até hoje como uma espécie de cidadela socialista, sem aspas, em meio à comercialização de tudo.

O Chile de Pinochet seguiu à risca a receita neoliberal da escola de Chicago para a sua economia, mas nem Pinochet acabou com o controle estatal do cobre, que também continua até hoje.

Não se esperava que a cidadela Petrobras, que sobreviveu aos ataques da direita durante todos estes anos, fosse ser atacada por dentro. Mesmo que o governo não esteja envolvido diretamente no esquema da corrupção, é responsável pelo desleixo que a propiciou. E pela alegria dos entreguistas.

 

Nani
Nani

Escócia independente?

Com 4.285.323 pessoas registradas a votar – 97% do eleitorado -, espera-se o maior comparecimento da história. Houve também 789.024 pedidos de votação por correspondência – o maior volume já registrado na história da Escócia.

Com a expectativa de um grande comparecimento nas urnas, autoridades implementaram medidas para reduzir o risco de filas das seções de votação.

São 2.608 seções de votação, que estão abertas desde às 7h até 22h desta quinta-feira (3h e 18h de Brasília). O resultado deverá ser divulgado na manhã de sexta-feira.

A BBC, em acordo com outras emissoras britânicas, está cobrindo apenas notícias factuais, para evitar influenciar o resultado.

USA
USA
Alemanha
Alemanha
Portugal
Portugal
Bélgica
Bélgica
Espanha
Espanha
França
França
Canadá
Canadá
Espanha
Espanha

Se a Escócia decidir se separar do Reino Unido, o mundo não assistirá simplesmente ao nascimento de mais um país. A nação que daí resultaria seria rica não apenas do ponto de vista econômico, mas também intelectual.

A lei que desejam para o Brasil prendeu um brasileiro em Londres e matou outro

O mineiro Jean Charles de Menezes, em 22 de julho de 2005, foi assassinado pela unidade armada da Scotland Yard dentro de um trem do metrô de Londres, onde trabalhava como eletricista. Pela aparência com um árabe, foi confundido com o terrorista.

Seu caso está contado em um filme. Veja o trailer:

 

 

Justiça britânica considera legal detenção do brasileiro David Miranda

David Miranda
David Miranda

 
A Alta Corte britânica declarou nesta quinta-feira que a polícia agiu corretamente ao deter sob as leis antiterroristas o brasileiro David Miranda, companheiro de um jornalista relacionado aos vazamentos de Edward Snowden.

O jornalista Glenn Greenwald trabalhava na época no jornal britânico The Guardian e foi o responsável pela divulgação de documentos classificados em posse de Snowden, um analista da Agência de Segurança Nacional (NSA) americana que está refugiado na Rússia.

Os documentos causaram grande controvérsia porque revelavam a espionagem em massa de cidadãos não suspeitos e de líderes aliados por parte dos serviços secretos americanos.

Miranda, um cidadão brasileiro, transportava parte da informação codificada de Berlim ao Rio de Janeiro quando foi detido no aeroporto londrino de Heathrow no dia 18 de agosto de 2013.

A polícia fronteiriça apreendeu seu computador, telefone, cartões de memória e DVDs e, a pedido do serviço de inteligência MI5, foi interrogado pelo tempo máximo permitido pela lei, nove horas.

Apoiado por várias organizações de direitos civis, Miranda levou sua detenção à Alta Corte, alegando que foi ilegal e violou seus direitos humanos.

Três juízes rejeitaram nesta quarta-feira sua apelação, uma decisão saudada pela ministra do Interior, Theresa May.

“Esta resolução apoia sem fissuras as medidas tomadas pela polícia neste caso para proteger a segurança nacional”, disse May.

“Se a polícia acredita que um indivíduo está em posse de informação importante roubada que pode ser útil ao terrorismo, tem que agir. Estamos satisfeitos pelo fato de a Corte estar de acordo”, acrescentou.

Já Miranda declarou que a sentença confirma as restrições à liberdade de imprensa na Grã-Bretanha e anunciou que não recorrerá.

“É claro que não estou feliz por um tribunal ter dito formalmente que eu era legitimamente suspeito de terrorismo, mas os dias do império britânico acabaram há tempos, e esta sentença não terá efeitos fora do país”, declarou em um comunicado publicado na The Intercept, a nova revista on-line de Greenwald.

“Estou convencido de que com esta sentença prejudicaram mais seu país do que a mim, porque ela coloca em evidência o que o mundo já sabe: o Reino Unido despreza a liberdade de imprensa mais elementar”, acrescentou.

 

David Miranda e Glenn Greenwald
David Miranda e Glenn Greenwald

A lei antiterorrista que serviu para deter David Miranda está sendo atualmente revisada no Parlamento, após as críticas de políticos e meios de comunicação pela prisão do brasileiro.

 

Alemanha critica postura do Reino Unido em detenção de brasileiro

Por que a imprensa brasileira esconde o caso David Miranda? Certamente por não ter destacado a lista de jornalistas brasileiros espancados e presos nos recentes protestos de rua. A polícia do governador Geraldo Alckmin, para um exemplo, acertou, com balas de borracha, o rosto de dois jornalistas. Outros foram bombardeados com gás lacrimogêneo e splay

Giulia
Jornalista Giuliana Vallone
jornalista fotográfico Sérgio Silva
Repórter fotográfico Sérgio Silva

de pimenta. Até agora nenhum policial foi investigado. Fica tudo como dantes nos quartéis de Abrantes. O prende e arrebenta continua liberado nas 27 polícias estaduais.

Edward Snowden, por Payam Boromand
Edward Snowden, por Payam Boromand

“Acho que um cenário como esse que está sendo discutido no Reino Unido é praticamente inconcebível aqui”, afirmou porta-voz da chanceler alemã Angela Merkel

Autoridades alemãs fizeram duras críticas ao governo do Reino Unido nesta quarta-feira pela forma como lidou com o Guardian após o jornal britânico trazer à tona o recente escândalo de espionagem dos EUA.

O jornal O Tempo divulga: “Quero deixar claro: A liberdade de imprensa e a proteção de fontes são um bem precioso para nós”, disse Steffen Seibert, porta-voz da chanceler alemã, Angela Merkel. “Acho que um cenário como esse que está sendo discutido no Reino Unido é praticamente inconcebível aqui”, acrescentou o porta-voz que falou durante coletiva de imprensa.

Os comentários de Seibert se referem à atitude do governo britânico em relação ao Guardian, que foi o primeiro veículo a noticiar sobre o esquema de espionagem dos EUA. Como parte da disputa entre Londres e o jornal, o companheiro de um jornalista do Guardian foi detido no Aeroporto de Heathrow no fim de semana.

“A forma como as autoridades detiveram David Miranda no Aeroporto de Heathrow não é aceitável”, disse Markus Loening, comissário de direitos humanos do governo alemão, em entrevista ao jornal Berliner Zeitung.

Miranda, um brasileiro que vive com o repórter do Guardian Glenn Greenwald no Rio de Janeiro, ficou detido por quase nove horas após chegar ao Reino Unido proveniente de Berlim, segundo Greenwald, que escreveu sobre o incidente em artigo publicado no site do jornal.

A Polícia Metropolitana de Londres confirmou que, logo após as 8h (horário local) da manhã de domingo, um homem de 28 anos foi abordado ao chegar de Berlim e interrogado de acordo com a legislação britânica de combate ao terrorismo, mas ressaltou que o suspeito não foi detido e acabou sendo liberado por volta das 17h do mesmo dia. Advogados contratados pelo Guardian exigem a proteção de dados que estavam em poder de Miranda e foram recolhidos por policiais.

O editor do Guardian, Alan Rusbridger, havia relatado recentemente que foi interpelado por vários oficiais do governo exigindo que seu jornal destrua ou entregue dados relacionados a matérias sobre informações sigilosas vazadas pelo ex-agente da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) Edward Snowden, com a ameaça de processar a publicação. Greenwald é um dos repórteres para os quais Snowden vazou documentos secretos da NSA. Fonte: Dow Jones Newswires.

NSA of America, by Miguel Villalba Sánchez (Elchicotriste)
NSA of America, by Miguel Villalba Sánchez (Elchicotriste)

Colonizado europeu e o caso do brasileiro preso relembra atentado conta Evo Morales

O jornalista americano Glenn Greenwald, que revelou informações vazadas pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden, elogiou a indignação do governo do Brasil no episódio da detenção de seu parceiro, o brasileiro David Miranda, no aeroporto de Heathrow em Londres no domingo passado.

David Miranda
David Miranda

“Eu acho que o governo brasileiro lidou com a situação de forma maravilhosa”, disse o americano à repórter Júlia Dias Carneiro.

“Desde o primeiro minuto em que comecei a ligar para autoridades brasileiras para explicar o que havia acontecido com o David, o cidadão deles, eles estavam indignados. Genuinamente indignados, e não apenas fingindo indignação por motivos diplomáticos.”

Evo Morales

obama evo

O governo brasileiro está cobrando respostas das autoridades diplomáticas britânicas sobre a detenção de Miranda. O parceiro de Greenwald foi detido com base em uma lei antiterrorismo e questionado por nove horas pela polícia britânica – e teve todo seu material eletrônico apreendido.

Greenwald e o jornal The Guardian, para o qual o americano trabalha, acusam as autoridades britânicas de usar a lei antiterrorismo apenas para intimidar um familiar de um jornalista que investiga escândalos de inteligência.

Já o governo britânico se defende, dizendo que tinha motivos suficientes para deter Miranda, já que ele portava material “sensível” e “roubado”.

Greenwald disse que o governo brasileiro foi bastante duro nas suas cobranças – públicas e privadas – em relação ao governo britânico, e que o Brasil já havia se comportado desta forma em episódios passados.

“Eu acho que o mesmo aconteceu quando os Estados Unidos e seus aliados europeus impediram o avião do [presidente boliviano] Evo Morales de voltar para casa”, afirmou.

“Isso tem todo o ranço de atitude colonialista e imperialista da qual as pessoas no Brasil e na América Latina se ressentem. Isso é um grande componente de como as pessoas reagiram a isso tudo aqui [no Brasil].” Fonte: BBC

ar_pagina Evo não tenho medo

Terrorismo inglês contra brasileiro

David Miranda (esquerda), que vive com Glenn Greenwald no Rio de Janeiro, ia de Berlim para o Rio e foi obrigado a ficar no aeroporto de Heathrow por nove horas AP Photo/Janine Gibson, the Guardian
David Miranda (esquerda), que vive com Glenn Greenwald no Rio de Janeiro, ia de Berlim para o Rio e foi obrigado a ficar no aeroporto de Heathrow por nove horas
AP Photo/Janine Gibson, the Guardian
A imprensa inglesa abre, sem medo, a primeira página para denunciar o terrorismo estatal. A imprensa brasileira esconde. Tão acostumada com a censura e a autocensura... considera coisa normal e costumeira
A imprensa inglesa abre, sem medo, a primeira página para denunciar o terrorismo estatal. A imprensa brasileira esconde. Tão acostumada com a censura e a autocensura… considera coisa normal e costumeira a brutalidade policial. Não esquecer que, no mesmo aeroporto, um brasileiro foi morto, confundido com um terrorista

O jornalista americano Glenn Greenwald, correspondente do jornal The Guardian no Brasil, afirmou à BBC que o seu parceiro brasileiro, detido em um aeroporto de Londres, foi interrogado sobre futuras reportagens sobre a Agência de Segurança Nacional Americana (NSA, na sigla em inglês).

O brasileiro David Miranda, que vive com Greenwald no Rio de Janeiro, ia de Berlim para o Rio e foi obrigado a ficar no aeroporto de Heathrow por nove horas.

Na cidade alemã, Miranda teria encontrado a cineasta americana Laura Poitras, que vem investigando com o jornal e Greenwald as informações vazadas pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden, atualmente exilado na Rússia.

Brasileiro casado com jornalista do caso Snowden é retido em Londres

spiegel. Snowden

Segundo documentos revelados por Snowden, a NSA teria cometido abuso de autoridade em milhares de ocasiões, tendo violado leis que protegem a privacidade de cidadãos.

Greenwald confirmou ao jornal The New York Times que o companheiro teve a viagem para Berlim paga pelo Guardian, para levar informações e receber documentos a respeito do trabalho que o jornalista e a cineasta fazem sobre os documentos vazados por Snowden.

“Ataque à liberdade de imprensa”

Segundo o Guardian, a Scotland Yard apenas confirmou que “um homem de 28 anos foi detido em Heathrow sob a lei antiterrorismo, às 8h05 (horário local). Ele não foi preso. E foi liberado às 17h”, sem dar detalhes quanto ao motivo de sua detenção temporária.

Miranda teve equipamentos eletrônicos que carregava confiscados pela polícia, incluindo um laptop, telefone celular, câmera fotográfica, cartões de memória, DVDs e consoles de videogame.

Greenwald disse que a detenção de Miranda foi uma forma de “intimidá-lo” e um “profundo ataque à liberdade de imprensa”.

País protesta contra retenção de brasileiro em Londres

“Eles [Scotland Yard] jamais perguntaram a ele [David] uma só questão sobre terrorismo ou relacionada a organizações terroristas’, disse Greenwald à BBC.

— Passaram o dia todo perguntando a ele sobre a reportagem que eu estou fazendo e sobre o que outros jornalistas do Guardian estão fazendo.

“Questão de polícia”

O jornalista diz que foi informado a respeito do questionamento pelas próprias autoridades britânicas e mobilizou advogados do jornal e autoridades brasileiras.

A lei permite que cidadãos em aeroportos britânicos sejam interrogados (sem que haja necessariamente uma suspeita contra eles), revistados e detidos por até nove horas — depois disso, têm que ser liberados caso não sejam formalmente acusados.

Mas, de acordo com dados do governo Britânico, 97% desses interrogatórios duram em média uma hora. Miranda, no entanto, ficou retido pelo tempo máximo, sem direito a um advogado, até ser liberado sem acusações formais.

O Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha disse ao The New York Times que se tratava de uma “questão de polícia” e não iria comentar o caso.

Grave preocupação

O Itamaraty divulgou nota na noite deste domingo manifestando “grave preocupação com o episódio”.

— Um cidadão brasileiro foi retido e mantido incomunicável no aeroporto de Heathrow por período de 9 horas, em ação baseada na legislação britânica de combate ao terrorismo. Trata-se de medida injustificável por envolver indivíduo contra quem não pesam quaisquer acusações que possam legitimar o uso de referida legislação. O governo brasileiro espera que incidentes como o registrado hoje [domingo] com o cidadão brasileiro não se repitam.

Um porta-voz do Guardian disse que a empresa está “consternada com o fato de o parceiro de um jornalista do jornal que tem escrito sobre serviços de segurança ter sido detido por quase nove horas”.

(Transcrito do R7 Notícias)

sam blogueiro censura liberdade

O funeral de Thatcher reviverá o Happy Guy Fawkes Day

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O chanceler Héctor Timerman quebrou o silêncio da Argentina sobre a morte da ex-premiê britânica Margaret Thatcher. Nesta quinta-feira, em entrevista a uma rádio argentina, o ministro reagiu às notícias de que a família da ex-primeira-ministra teria vetado a presença de representantes do governo argentino no funeral marcado para a próxima quarta. Timerman considerou a decisão “mais uma provocação” dos britânicos. E desdenhou: “Por que eu me importaria em ser convidado a um lugar ao qual não planejo ir?”

O governo de Cristina Kirchner assumiu um discurso de reivindicação da soberania do arquipélago, invadido pela Grã-Bretanha desde 1833, que provoca ranger de dentes entre os dois países. Neste cenário, o jornal inglês The Telegraph publicou que familiares da ex-premiê consideraram “inadequada” a presença de Cristina ou de outros membros do governo argentino no funeral. A cerimônia terá como tema exatamente a Guerra das Malvinas, segundo informação do governo britânico.

[Transcrito da revista Veja, que diviniza a “dama de ferro”, para a imprensa imperialista; e “ladra de leite”, para a maioria dos ingleses. É verdade, o governo argentino guardava um respeitoso silêncio, não devido.

Fazer propaganda da Guerra das Malvinas constitui um abuso que ofende toda a América do Sul, pela presença bélica do Reino Unido no Continente.

A política nefasta neoliberal de Thatcher tirou do povo importantes direitos. Uma política direitista que teve seguidores nas ditaduras do Cone Sul, e que ameaça hoje a Europa do euro.

 

A polícia inglesa teme protestos em Londres. O inglês não é o brasileiro que esquece a perversidade dos seus governantes. O povo vai para as ruas, durante o funeral, para se vingar da “bruxa” e denunciar o mito forjado pela propaganda da globalização].

 

“Lembrai, lembrai, o cinco de novembro A pólvora, a traição e o ardil; por isso não vejo porque esquecer; uma traição de pólvora tão vil”
“Lembrai, lembrai, o cinco de novembro
A pólvora, a traição e o ardil;
por isso não vejo porque esquecer;
uma traição de pólvora tão vil”

Ninguém ameaça país do fechado clube nuclear

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Por Julián Bruschtein

“La Cancillería repudia las amenazas militaristas del primer ministro David Cameron relacionadas con la ocupación ilegal que Gran Bretaña ejerce sobre las islas Malvinas desde hace 180 años”, señaló el ministro de Relaciones Exteriores, Héctor Timerman, respondiendo a las declaraciones del primer ministro británico, David Cameron, quien aseguró que su “determinación es extremadamente fuerte” para defender las islas Malvinas y que para ello era “primordial que tengamos aviones de caza y tropas estacionadas” en el archipiélago. El político inglés contestó así con una amenaza al pedido de diálogo que realiza Argentina desde hace años y que fue reiterado la semana pasada por la presidenta Cristina Fernández de Kirchner al cumplirse los 180 años de la ocupación colonial inglesa la semana pasada. “Los pueblos necesitan más trabajo y menos guerras”, sentenció Timerman.

“Los argentinos solicitamos que el señor David Cameron no utilice los legítimos y pacíficos reclamos que realizamos contra la usurpación de parte de nuestro territorio y en contra del colonialismo como excusa para seguir sosteniendo la industria armamentista en lugar de paliar la severa crisis social por la que atraviesa Europa”, destacó Timerman en respuesta a las beligerantes declaraciones que Cameron realizó en una entrevista en la BBC londinense. Los dichos del primer ministro fueron una nueva respuesta a la carta enviada por Fernández de Kirchner al cumplirse un nuevo aniversario de la ocupación colonial que comenzó el 3 de enero de 1833. Cameron fue explícito al señalar que “por supuesto que lucharemos para mantener las islas”, ratificando las denuncias que llevó Argentina a la ONU acerca de la militarización de la zona a las que los ingleses siempre respondieron minimizando la situación.