Papa Francisco: A ditadura do pensamento único mata a liberdade dos povos e das consciências

 

Alex Falco Chang
Alex Falco Chang

 

A ditadura do pensamento único mata a liberdade dos povos e das consciências – esta a principal mensagem do Papa Francisco na Missa desta quinta-feira na Capela da Casa de Santa Marta.
A homilia do Santo Padre toma como principal estímulo a leitura do Evangelho de S. João proposta pela liturgia do dia, para explicar a recusa dos fariseus à mensagem de Jesus. Segundo o Papa Francisco o erro dos fariseus foi terem retirado os mandamentos do coração de Deus. Pensavam que tudo se resolvesse na observância dos mandamentos – sublinhou o Santo Padre – mas estes não são uma lei fria porque nascem de uma relação de amor. Mas o coração estava fechado para isto:
“É um pensamento fechado que não está aberto ao diálogo, à possibilidade de que haja uma outra coisa, à possibilidade de que Deus nos fale, nos diga como é o seu caminho, como fez com os profetas. Esta gente não tinha escutado os profetas e não escutava Jesus.”
“Não há possibilidade de diálogo, não há possibilidade de abrir-se às novidades que Deus trás com os profetas. Fecharam os profetas, esta gente; fecham a porta à promessa de Deus. E quando na história da humanidade vem este fenómeno do pensamento único, quantas desgraças. No século passado nós vimos todos as ditaduras do pensamento único que acabaram por matar tanta gente…”
Segundo o Papa Francisco também hoje em dia existe uma idolatria do pensamento único que retira a liberdade dos povos e das consciências:
“Hoje deve-se pensar assim e se tu não pensas assim, não és moderno, não és aberto ao diálogo ou pior ainda. Tantas vezes dizem alguns governantes: ‘eu peço uma ajuda financeira’; ‘mas se tu queres uma ajuda tens que pensar assim e deves fazer esta lei e outra ainda… Também hoje existe a ditadura do pensamento único e esta ditadura é a mesma desta gente: pega na pedras para lapidar a liberdade dos povos, a liberdade da gente, a liberdade das consciências, a relação da gente com Deus. E hoje Jesus é crucificado outra vez.”

 

Repórteres sem Fronteiras: UMA INVESTIGAÇÃO FEDERAL DEVE SANCIONAR OS ABUSOS POLICIAIS COMETIDOS DURANTE OS PROTESTOS

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“É preciso lembrar que a polícia militar foi criada durante a ditadura como auxiliar do exército? Seus métodos nunca evoluíram desde esses anos de chumbo”

Repórteres sem Fronteiras apela à Secretaria de Direitos Humanos e à sua ministra, Maria do Rosário, para que iniciem uma investigação sobre as brutalidades e as graves violações das liberdades constitucionais cometidas pela Polícia Militar (PM) de São Paulo no decurso de manifestações contra o aumento das tarifas de transporte público. O mesmo procedimento deverá ser aplicado, caso seja necessário, a outras cidades em que se tenha constatado violência do mesmo tipo.

“A liberdade de informação é uma das garantias consagradas pela Constituição democrática de 1988. A repressão do movimento social efetuada pela PM foi acompanhada por importantes atropelos a esse direito fundamental. Tais abusos, juntamente com as detenções e agressões direcionadas contra determinados jornalistas, requerem um exame aprofundado e sanções apropriadas. As responsabilidades dos poderes públicos devem ser apuradas”, declara Repórteres sem Fronteiras.

Detido no decorrer das jornadas de protestos de dia 11 de junho, Pedro Ribeiro Nogueira continuava preso no dia seguinte, apesar de um pedido de habeas corpus interposto por seus advogados. De acordo com as nossas fontes, o jornalista de Portal Aprendiz deverá recuperar sua liberdade no dia 14 de junho. Desejando que a liberação chegue o mais depressa possível, Repórteres sem Fronteiras exige a retirada da aberrante acusação de “formação de quadrilha” que pesa sobre ele.

O dia 13 de junho, quarto dia de manifestações, teve com saldo mais duas detenções de jornalistas, felizmente libertados pouco depois. O primeiro, Piero Locatelli, do semanário Carta Capital, foi detido em pleno centro paulista por transportar uma garrafa de vinagre, destinada a atenuar os efeitos das queimaduras provocadas pelo gás lacrimogêneo. Piero Locatelli já por então se havia devidamente identificado aos policiais presentes. O mesmo sucedeu com Fernando Borges, fotógrafo do Portal Terra, retido durante quarenta minutos pela polícia mesmo após ter mostrado suas credenciais profissionais.

No mesmo dia, Giuliana Vallone, da TV Folha, foi atingida num olho pelo disparo de uma bala de borracha de um agente da Rota, a unidade de elite da PM de São Paulo. Seu colega do diário Folha de São PauloFábio Braga, ficou ferido no rosto. Outros cincos jornalistas do mesmo jornal e dois do diárioO Estado de São Paulo foram vítimas de ataques com gás lacrimogêneo.

“É preciso lembrar que a polícia militar foi criada durante a ditadura como auxiliar do exército? Seus métodos nunca evoluíram desde esses anos de chumbo”, apontava o jornalista independente Ivan Seixas, coordenador da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo (ver o relatório). Os recentes acontecimentos dão-lhe razão.

El efecto mordaza de las querellas contra el periodismo independiente

PERIODISTAS SILENCIADOS POR VÍA JUDICIAL

 

por Patricia Manrique

 

“En el vídeo que ahora tenemos que retirar, apuntábamos hace un año a o que ahora están investigando la Guardia Civil, la Fiscalía, los jueces… pero, aun así, no sólo vamos a tener que retirar el vídeo, sino que tal vez tengamos que pagar una multa de diez mil euros”, explica con indignación Albano Dante, periodista y editor de la revista Cafè Amb Llet, un día antes de retirar el vídeo “El robo más grande de la historia de Cataluña”, resultado de una investigación de dos años del semanario, en el que denuncian “la enorme opacidad en el sistema sanitario catalán y cómo esta opacidad permite enriquecerse a unas cuantas personas”.

Dante está especialmente indignado porque otras dos de las personas nombradas en la investigación han pasado a disposición judicial esa misma semana: Carles Manté, exdirector del Servicio Catalán de la Salud, y Josep Prat, presidente del Instituto Catalán de la Salud hasta junio de 2012, detenidos por presunta estafa, apropiación indebida y malversación de fondos públicos en el marco de la “Operación Cirugía”, por denuncias que parten del nodo local de la CUP en Reus y del partido local Ara Reus. Antes que ellos, Ramón Bagó, otro objeto de sus investigaciones, fue investigado por la Fiscalía Anticorrupción por contratar a sus propias empresas del grupo Sehrs mediante su cargo en el Consorcio de Salud y Social de Cataluña. Y otro de los mencionados en el reportaje, el diputado de CiU en el Parlament y exalcalde de Lloret de Mar, Xabier Crespo, ha sido imputado por su vínculo con la mafia rusa. “Mientras tanto, nosotros somos los únicos condenados”, subraya Marta Sibina, coeditora del semanario.

El promotor de la querella, Josep María Vía, destacado cargo de la sanidad pública y privada catalana y asesor de Artur Mas, tan sólo aparecía nombrado en el vídeo a colación de un artículo en El País en el que reflexionaba sobre el exceso de control en la sanidad catalana; sin embargo, a la juez María Millán Gisbert –condecorada el 17 de noviembre de 2011 por el mismo Artur Mas, como ha destacado el semanario catalán La Directa–, el hecho de aparecer en un documento visual en cuyo título figura la palabra “robo”, y la frase “gente como usted, como Bagó, como Manté y tantos otros, que se han enriquecido a costa de hundir nuestra sanidad” le han parecido motivos suficientes para condenarles por lesión al honor de Vía a pagar 10.000 euros y retirar la información. Reporteros Sin Fronteras ha criticado duramente la sentencia, y el exfiscal anticorrupción, Carlos Jiménez Villarejo, ha señalado que “una vez más, la balanza se ha inclinado a favor de quienes ocupan posiciones de poder frente a quienes, con rigor y valentía, se atreven a denunciarlas”.

No me toques lo concreto

“El sistema tolera toda la presión del mundo en opinión, incluso en las redes, pero el zapatazo te lo dan cuando denuncias algo concreto”, señala Patxi Ibarrondo, director deldesaparecido semanario cántabro La Realidad. Este periodista, que trabajó para diversos medios, como El PaísCambio 16 o La Hoja del Lunes, se lanzó allá por el año 2000 a impulsar la creación de un semanario independiente con un fuerte componente de denuncia. “Se volcaron a fondo para cargarse el periódico”, explica. Lo molesto que era para los poderes locales devino en el cierre del semanario: una denuncia tras otra, casi todas archivadas, amenazaban cada semana su existencia. En 2001, llegó la querella definitiva: la presentada por el entonces secretario general del PP de Cantabria, diputado autonómico y presidente de Caja Cantabria, Carlos Sáiz, por una nota en la sección sarcástica denominada “Tinta Confidencial” firmada por Ulises Quintacolumna, en la que se reseñaba que, allá por 1996, “a raíz de una elecciones municipales”, Sáiz y una secretaria del partido “fueron por carretera hasta Zúrich (Suiza) de los bancos a manejar fondos” y que “a la entidad bancaria entró solamente la secretaria porque Carlos Sáiz no quería que le filmasen las cámaras de seguridad”. Esta y otra nota similar, también de corte humorístico, bastaron para que la juez Laura Cuevas Ramos estimase que se lesionaba “objetivamente” el honor de Sáiz. La condena inicial fue de 120.000 euros, y se ejecutó provisionalmente, con lo que la falta de recursos económicos para atender a la misma provocó la quiebra de la cooperativa de trabajadores que editaba el periódico. Finalmente quedó en 12.000, 27.000 con los costes procesales e intereses. Ibarrondo, que enfermó de párkinson, aún sigue pagando a Sáiz con el embargo de una parte de su pensión de invalidez.

 

SUFRIÓ EL ACOSSO CONSTANTE, SEMANA TRAS SEMANA

Ya por aquel entonces, el desaparecido periodista Javier Ortiz, que denunció el caso desde las páginas del El Mundo, apuntaba las dificultades de ejercer el periodismo independiente, mayores en el ámbito local. “Los obstáculos son constantes y las presiones más fuertes en el periodismo de investigación periférico”, apunta Ibarrondo: “Cantabria –y, como aquí, ocurre en otros territorios– es un coto cerrado de caciques que se reparten el pastel en plan mafia, y rige la omertá siciliana, el silencio cómplice”. A su juicio, “se han cargado el periodismo de investigación porque atenta contra los cimientos de la impunidad”, y éste ha dado paso al “periodismo de filtración”, espoleado, demasiado a menudo, por intereses espurios.

El periodista Carlos Otto sufrió también presiones en el ámbito local. Trabajaba enEl Día de Ciudad Real, periódico propiedad del constructor Domingo Díaz de Mera, uno de los principales promotores del aeropuerto de Ciudad Real, ligado durante muchos años a diversos medios de comunicación y al extinto club Balonmano Ciudad Real. En octubre de 2008, cuando estaba a punto de abrirse el aeropuerto, se denegó la licencia de apertura por diversas irregularidades y Otto, en su blog personal Modus Tollens, escribió un post muy duro contra varias de las personalidades ligadas al aeropuerto, a quienes llamó “capos”, denunciando la compra de favores y el amiguismo existente en la Comisión de Seguimiento de la Declaración de Impacto Ambiental. Entre los mencionados, se hallaba el director de su periódico, “cosa que yo sabía perfectamente, pero lo hice porque lo tenía que hacer”, explica el propio Otto. El post fue portada en Menéame. Al día siguiente, el periodista fue despedido. Poco después, recibía la comunicación para tres actos de conciliación, que auguraban las correspondientes querellas, firmadas las tres por el mismo abogado en representación del propio Díaz de Mera, de Juan Antonio León Treviño, presidente del aeropuerto, y de la gerente del El Día, Carmen García de la Torre. No se avino a las condiciones de la conciliación –disculpas, eliminación del artículo y 6.000 euros por caso–, y se dispuso a esperar las querellas… que nunca llegaron. El despido, eso sí, fue declarado procedente.

Albano Dante y Marta Sibina, en una concentración de apoyo a 'Cafè amb llet'. / RAMÓN SERRA
Albano Dante y Marta Sibina, en una concentración de apoyo a ‘Cafè amb llet’. / RAMÓN SERRA

 

HACER PERIODISMO SIN MIEDO

“Mi sensación era que, aparte de amedrentar, intentaban lanzar al resto el mensaje de que esto es lo que pasa si se critica a quien no se debe”, explica. A su juicio, “ha habido una ‘burbuja’ de medios de comunicación, fruto de la burbuja inmobiliaria, montados por personas que no sólo no tienen nada que ver con la comunicación, sino para quienes la libertad de expresión seguramente sea su mayor enemigo”. Por aquel entonces, la mayor parte de Ciudad Real desconocía, por ejemplo, que Díaz de Mera había sido investigado por la Fiscalía Anticorrupción. Sus medios no informaban sobre esas cuestiones.

Con todo, Ibarrondo, Otto, Dante o Sibina no se arrepienten de nada. Para Dante, “si la gente sale a las calles y se arriesga a que le arranquen un ojo, los periodistas también tendrán que empezar a arriesgarse”Cafè amb llet consiguió mediante un crowdfunding 23.000 euros para pagar la multa, Otto recibió un gran apoyo en internet. Ibarrondo no tuvo tanta suerte, pues su caso se produjo en una era preinternet. “El grupo PRISA tiene dinero –reflexiona Dante–, nosotros tenemos una comunidad inmensa. Cuanto más apoyo tengan de la ciudadanía los medios pequeños, más podrán hacer el trabajo de plantar cara al poder”, subraya. Y en ello siguen.

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EL EFECTO CHILLING, AMENAZAS QUE CALLAN

“Hay un concepto en el periodismo norteamericano, el de chilling effect, sobre cómo ante la dificultad total de que las cosas sean claras, por miedo, nadie acaba diciendo nada”, explica Albano Dante, de la revista Cafè amb Llet. La expresión, que podría traducirse al castellano como “efecto intimidatorio”, se refiere a un fenómeno bautizado por un juez del Tribunal Supremo de los Estados Unidos en 1950, y se utiliza para señalar el efecto dedeterminadas actuaciones judiciales que amedrentan y provocan autocensura en la labor que desempeñan periodistas, pero también intelectuales y activistas.

Casos como los reseñados, y algunos de otra naturaleza como los de EginEgunkaria o Ardi Beltza, publicaciones clausuradas por actuaciones judiciales que después no tendrían refrendo en tribunales, pero acabaron con su labor periodística, son ejemplos que pueden provocar este fenómeno. En el caso de Cafè amb Llet, el exfiscal anticorrupción Jiménez Villarejo, entre otras voces críticas, ha valorado que “la juez ha preferido optar por la vía más directa y represiva”.

En sentido contrario al “efecto chilling”, el “efecto Streisand” es un fenómeno de internet en el que un intento de censura u ocultamiento de cierta información fracasa o incluso es contraproducente para el censor, ya que la información acaba siendo más divulgada al recibir mayor publicidad que si no se la hubiese pretendido acallar. Esto último ocurría la semana pasada con el vídeo de Cafè amb Llet, que se replicó en multitud de servidores.

Sobre la libertad de escribir

Por Marta Riskin

 

La diferencia entre los comunicadores que disfrutan del vínculo entre felicidad y libertad y aquellos que la lamentan no es meramente intelectual. Los mensajes de inseguridad y miedo, inculcados por los medios en el medio del corazón del hombre y la mujer medios, no fueron sólo un recurso de venta y cría de consumidores, sino una eficiente y terrible herramienta de disciplinamiento y control social que logró imponer, durante mucho tiempo, el estremecimiento de las vísceras por sobre la acción de las neuronas.

Entre estafadores y estafados, algunos comunicadores y sus audiencias continuaron sosteniendo consignas automáticas e instrucciones añejas sin advertir las contradicciones más evidentes. Incapacitados para celebrar la distribución de la palabra e incluso para verificar sus propias percepciones, las fuertes ataduras a juicios y prejuicios ni siquiera permiten el registro que, desde hace años, cualquiera puede, no sólo sentir lo que desea y decir lo que siente, sino escribir, opinar y hasta insultar a los gritos con total libertad.

Hay seres humanos para quienes la libertad de los otros, simplemente, no existe.

El goce de la libertad

Habitamos un mundo interconectado.

A la puesta en marcha de operativos de prensa como el de “las dictaduras de la democracia” hoy es posible enfrentarla con voces que señalan el monopolio mediático en Latinoamérica como el principal resabio de las dictaduras o evidencian que, para quienes administran el negocio, democracia o dictadura fueron siempre detalles menores.

La multiplicidad de cosmovisiones y paradigmas opone las profecías de terror y descreimiento con las oportunidades concretas de creativo cambio social.

La proximidad de la aplicación completa de la ley de medios y, por tanto, la libertad de prensa efectiva e innegable, y no la abstracción que establecen los monopolios internacionales de prensa, agudiza las contradicciones y exhibe los conflictos, pero permite la libertad de elección.

¿No se trataba de eso la democracia?

El amor y la esperanza de repartir la palabra permitirán que más ciudadanos descubran la alegría de compartir valores que no cotizan en Bolsa.

 (Transcrevi trechos)

Agencia de Inteligencia de EE.UU. recluta periodistas para espionaje, revela Christine Assange

Christine Assange, madre del fundador de WikiLeaks, y el presidente Rafael Correa, en el balcón del Palacio de Carondelet. Foto: Presidencia
Christine Assange, madre del fundador de WikiLeaks, y el presidente Rafael Correa, en el balcón del Palacio de Carondelet

Christine Assange, madre del fundador de WikiLeaks, agradeció este miércoles al presidente Rafael Correa por la apertura del Gobierno para tratar la solicitud de asilo político para su hijo. La reunión se desarrolló en el Palacio de Carondelet, en Quito.

En la cita, el Jefe de Estado reiteró que su gobierno sabrá adoptar una decisión soberana en torno al pedido del periodista australiano.

“Si WikiLeaks revelaba cosas de Ecuador, Venezuela, que hubieran beneficiado a las potencias, tal vez Julian sería un héroe, pero como reveló sus manipulaciones, entonces es un perseguido (…) Lamentablemente hay una doble moral internacional donde no se juzga a la gente por buenas o malas, sino por si es amiga o no”, destacó.

Correa agregó que WikiLeaks reveló cerca de 3.000 cables sobre su Gobierno y que la prensa publicó lo que creyó que haría daño al régimen, según recogió el portal oficial El Ciudadano.

“Luego seguimos investigando y descubrimos una gran cantidad de cables que revelaban la corrupción de la prensa nacional y de los políticos, revelaban los nombres de los periodistas y políticos informantes”, dijo.

“Esos grupos son los que hacen una campaña para pedir que no se le otorgue el asilo a Julian, pero le insisto, no se preocupe, nosotros sabremos tomar una decisión con total independencia y soberanía”, añadió el Mandatario.

Tras exponer la situación tensa que atraviesa su familia y agradecer al Presidente ecuatoriano por analizar el caso, Christine Assange se refirió al manejo de ciertas agencias de inteligencia de los Estados Unidos que, según dijo, “contratan a periodistas para labores de espionaje”.

Mencionó así a la agencia de Inteligencia Global Stratfor, que tiene reporteros encubiertos en todo el mundo, explicó la australiana.

Ante ese comentario, Correa dijo que con esto se derrumban los mitos de que existen “heroicos periodistas que (dicen) luchar por la libertad de expresión, y que sepan que es gente pagada, infiltrada en los medios de comunicación para desestabilizar a los gobiernos y aquí es evidente quiénes son”.

 

Estudar em uma universidade para receber o salário piso

Acorda, bicho! Estás estudando para receber um salário piso?

O salário piso, o salário pago pelas ex-estatais que foram leiloadas (doadas) por Fernando Henrique e Lula da Silva.

Desperta. Depois de formado, qual vai ser teu salário de bacharel?

Será um salário digno?

Esse teu futuro emprego vai durar quanto tempo?

Todo emprego no Brasil é temporário. Que a estabilidade foi cassada pelo ditador Castelo Branco, em 1964.

Apenas o funcionário público tem emprego fixo.

E depois dos 35 anos, arranjar emprego não é fácil. Mais difícil que o primeiro emprego.

Ô da poltrona!

Brzezinski: QUE EL MUNDO DESPIERTE ES LA PEOR PESADILLA PARA EL PODER

La humanidad estamos siendo engañados, esclavizados y manipulados por una pequeña élite de familias de poder organizadas en diversas estructuras que dominan a casi todos los países del planeta desde hace generaciones. Estas familias y sus organizaciones son las inductoras y responsables de casi todas las desgracias y penurias que acaecen en nuestras angustiadas vidas. Sin embargo, aunque dominen los ejércitos y las fuerzas de seguridad que les protegen, ELLOS nos tienen miedo, realmente son débiles y vulnerables. Su mayor MIEDO es el DESPERTAR de la población, el hecho de que las masas salgan de la ignorancia y el engaño en el que nos tienen sumidos, el salir de la MATRIX mental en la que vivimos encerrados.

Este medo existe. Eis porquê a polícia bate nos indignados.

Um bode que só pensa no embalo de sábado à noite não incomoda ninguém.
Uma vaca sentada só faz dar leite e carne para os outros.

Ô da poltrona, você acha justo a maioria dos trabalhadores, dos aposentados, dos pensionistas receberem 545 reais, o segundo pior salário mínimo da América do Sul?

Você chama de cristianismo mais da metade da população brasileira ter um rendimento de 375 reais?

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Jornal das oito desin-forma cordeirinhos. Não sejas medíocre!
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Ter uma opinião favorável é uma ação passiva. Sei dos males do cigarro, mas fumo.

Ter uma atitude favorável é ficar sentado no muro, na poltrona.

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O conhecimento liberta.