QUE ESTRANHO! Marcha do dia 15 por um presidente de nome não revelado

Um movimento golpista que prende e arrebenta

 

Crianças filhas de perseguidos pela ditadura militar no Brasil era fichadas pelo Dops
Crianças filhas de perseguidos pela ditadura militar no Brasil era fichadas pelo Dops

 

Os da varandas e camarotes desejam a volta dos 21 anos de ditadura, de escuridão, de tortura e morte. De massacres até de crianças.

Eles vão marchar neste domingo, dia 15, para colocar no governo um presidente cujo nome não é revelado.

Deve ser algum lacaio do império, algum inimigo do Brasil.

Qual o nome desse Judas, desse Barrabás, traidor do povo e da Pátria?

 

Retorno da ditadura é sede de sangue

Para pedir o retorno da ditadura é preciso ser um analfabeto político ou um nazista fanático.

A ditadura, iniciada em 1 de abril de 1964, torturava e assassinava crianças, revela livro editado pela Comissão da Verdade de São Paulo, que reúne depoimentos de sobreviventes que hoje têm entre 40 e 60 anos.

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Organizado pela Comissão da Verdade de São Paulo, o livro “Infância Roubada” traz depoimentos de 44 pessoas que hoje têm entre 40 e 60 anos e são filhos de presos políticos, perseguidos, assassinados e desaparecidos durante a Ditadura Militar (1964-1985) no Brasil. A obra foi lançada no dia 05 de novembro na Biblioteca Mário de Andrade, em SP.

Cada testemunho é acompanhado, ainda, de fotografias, de acervo familiar e arquivos públicos, com o objetivo de resgatar a memória das famílias e a contextualizar o momento histórico, época em que crianças eram fotografadas e fichadas pelos órgãos de repressão. Há casos de crianças que, além de fichadas como “subversivos” e “terroristas”, foram banidas do país.

São lembranças de tortura, humilhação, de dor, de desamparo, de exílio, vazio, solidão e medo. Há casos de sequestro, de adoção e de ameaças de adoção, de banimento, de nascimento em cativeiro, de fetos torturados ainda no ventre de suas mães. Alguns tiveram que viver na clandestinidade, afastados dos pais, com nomes trocados

Prova de que esse tema é ainda uma ferida aberta para as vítimas, na semana de audiências, alguns convidados, mesmo com presença confirmada, não conseguiram comparecer. Alguns só aceitaram contar sua história por meio de entrevista, ou em testemunhos escritos. Outros preferiram que suas histórias não fossem publicadas. São homens e mulheres de 40, 50, 60 anos que ainda têm dificuldades de falar no assunto.

Embora os 44 testemunhos deste livro representem apenas uma pequena amostra do universo de crianças atingidas pela violência, eles pretendem cumprir a missão de ampliar e dar a visibilidade ao extenso leque de afetados pelo terrorismo de Estado do regime de 1964 e dar mais um passo a caminho da memória, verdade e justiça.

 

 

Criança brasileira

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por Luciene Martins Tanaka

As pessoas não nascem com os sentimentos, nascem com uma predisposição, um
potencial para desenvolvê-los e tomar consciência deles na sua história de
desenvolvimento, em função do contato que a pessoa tem com seu ambiente social. Uma pessoa isolada, ou que se desenvolveu numa comunidade verbal limitada, terá um grau de consciência menor sobre os seus sentimentos. Quanto menos palavras existirem para nomear sentimentos e quanto menos elaboradas forem as condições para ensinar uma criança a nomeá-los, menos a criança discriminará seus sentimentos.

Criança soldado. Campanha que denuncia “senhor da guerra” do Uganda vira atração na internet

 

Essa de que os internautas apenas desejam besterol é coisa dos portais que preferem divulgar tolices para o povo não pensar. Veja que o jornalismo on line brasileiro não tem link para  cultura.

Um documentário sobre a situação das crianças soldado do Uganda, criado pela organização não governamental Invisible Children, está nas bocas do mundo. O vídeo, de quase 30 minutos, já foi visto e partilhados milhões de vezes.

Uma organização não governamental conseguiu chamar a atenção de todos nos últimos dias. Decididos a denunciar o “senhor da guerra” do Uganda, Joseph Rao Kony, os membros da organização Invisible Children criaram, há duas semanas, um documentário sobre o flagelo das crianças soldado, inserido numa falsa “campanha eleitoral” por Kony2012. O objetivo é trazer o nome de Kony ao conhecimento de todos e, consequentemente, lutar pela sua perseguição e condenação internacional.

No mundo, milhões de crianças lutam em guerras e conflitos armados. Muitos deles, meninas e meninos, se encontram espalhados pela América, África, Ásia e também na Europa. A maioria das crianças-soldado encontra-se no continente africano. Segundo dados estimativos das ONU, existem mais de 100.000 crianças que atuam como soldados, sobretudo em Uganda, Libéria, República Democrática do Congo e Sudão. A Kindernothilfe é membro da aliança Coordenação Alemã de Combate ao Recrutamento de Crianças-soldado (Deutsche Koordination Kindersoldaten) e engaja-se contra a utilização de crianças em conflitos armados e, além disto, apoia projetos de assistência a ex-crianças-soldado.

A vida de crianças-soldado é dura e perigosa, pois geralmente atuam como mensageiras, carregadoras, espiãs, e, muitas vezes, também precisam transportar explosivos e aprender a manejar pistolas, fuzis e metralhadoras. As meninas frequentemente são obrigadas a satisfazerem os desejos sexuais de soldados nos acampamentos. As crianças-soldado não são somente vítimas em conflitos armados, elas também são, ao mesmo tempo, réus e rés. Como prova de “dureza”, muitas vezes, são obrigadas, sob pena de morte, a assassinar amigos e membros da própria família. As crianças também são usadas como soldados pelo fato de serem mais maleáveis e dóceis do que os adultos e, por isso, podem ser melhor doutrinadas para matar e obedecer. Em muitos casos, isto ocorre sob a influência de drogas e bebida alcoólica. As crianças que passam por estas experiências sofrem de danos emocionais e físicos – muitas vezes irreparáveis – durante a vida toda.

Ditadura. Crianças roubadas na Argentina e no Brasil.

Infância e adolescência atrás das grades
Infância e adolescência atrás das grades

Na ditadura militar Argentina, as vidas das estudantes sequestradas e torturadas eram roubadas, e os filhos adotados por cúmplices da guarda herodiana.

Na ditadura econômica brasileira,  cada detenta custa cerca de supertafurados dez mil reais por mês, e roubadas as vidas dos filhos.

Qual regime mais cruel?

 

 

Trabalho Infantil

de Denise Mourão

A vergonha do meu país
É ver a criança infeliz,
No sol a labutar,
Para a família sustentar!
O pai não sabe quem é?
A mãe espera nenê…
E a criança embrutecida.
Vai passando pela vida,
Sem infância, sem escola.
E o menino prodígio
Que adorava desenhar,
É empurrado para a vida,
Seus sonhos, deixa pra lá.
E logo na esquina começa a assaltar,
Não tem rosto, não tem nome…
É mais um Zé da fome,
Que na prisão vai morar.

Veja vídeo

Mais de 5 milhões de jovens entre 5 e 17 anos de idade trabalham no Brasil

Wikipédia: O trabalho infantil ainda é um problema grave no Brasil. Mais de 5 milhões de jovens entre 5 e 17 anos de idade trabalham no país, apesar da lei estabelecer 16 anos como a idade mínima para o ingresso no mercado de trabalho e 14 para trabalhar na condição de aprendiz.
Na última década, o governo brasileiro ratificou convenções internacionais sobre o assunto e o combate ao trabalho infantil se tornou prioridade na agenda nacional.
Foram criados órgãos, alteradas leis e implantados programas de geração de renda para as famílias, jornada escolar ampliada e bolsas para estudantes, numa tentativa de dar melhores condições para que essas crianças não tivessem que sair de casa tão cedo para ajudar no sustento da família.
O número de jovens trabalhando diminuiu de mais de 8 milhões, em 1992, para os cerca de 5 milhões hoje[carece de fontes]. Mas especialistas afirmam: o momento de inércia ainda não foi vencido e, se o trabalho que está sendo feito for suspenso agora, vai ser como se nada tivesse acontecido.

Trabalho infantil escravo – Reduzir o trabalhador à condição análoga à de escravo, por meio de trabalhos forçados, jornada exaustiva ou condições degradantes de trabalho (artigo 149 do Código Penal), com a agravante de se tratar de criança ou adolescente (§ 2º, item I). A agravante foi introduzida pela lei 10.803, de 11/12/2003, e aumenta a pena em uma metade.

Maus-tratos (artigo 136 do Código Penal),crime aplicável a menores – Expor a perigo a vida ou a saúde de criança ou adolescente, sob sua autoridade, guarda ou vigilância, sujeitando-a a trabalho excessivo ou inadequado. Se a pessoa for menor de 14 anos, há ainda a agravante do § 3º, introduzida pelo ECA (lei 8.069/90), que aumenta a pena em mais um terço.

Veja vídeo