Ganhadores do Nobel Paul Krugman e Joseph Stiglitz, criticam autonomia do Banco Central, defendida por Marina Silva

A independência formal do Banco Central é tema de destaque no debate eleitoral. Atualmente, as ações da autoridade monetária brasileira são conduzidas com técnica e responsabilidade, mas dentro da linha do governo eleito democraticamente pelo povo. Existem programas de candidatos à Presidência da República que defendem a independência formal ou legal do BC, o que significa total liberdade frente às políticas governamentais.

Recentemente, economistas renomados, como os ganhadores do Prêmio Nobel Paul Krugman e Joseph Stiglitz, manifestaram suas críticas à independência dos bancos centrais. Para eles, ambos norte-americanos, o maior culpado pela crise econômica mundial, cujo epicentro foram os EUA em 2008, foi a excessiva liberdade dada pelo Federal Reserv (FED) – o BC norte-americano – ao mercado financeiro e sua ganância sem freios.

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Em palestra na sede do Banco Central da Índia, Stiglitz destacou que um dos princípios centrais defendidos pelos banqueiros do Centro-Oeste (Europa e Estados Unidos) é esse desejo de independência do BC. E acrescentou: “Na melhor das hipóteses, essa posição é questionável. Na crise, os países com bancos centrais menos independentes como China, Índia e Brasil fizeram muito, mas muito melhor mesmo do que os países com bancos centrais mais independentes, caso da Europa e dos Estados Unidos”.

“A questão é quem vai estar lá e qual política ele vai praticar”, disse Stiglitz, para quem um presidente de BC escolhido pelo mercado tende a atender aos interesses desse mercado, ainda que isso prejudique a maioria da população. Ele deu como exemplo a atitude do presidente do FED de Nova York, William Dudley, pouco antes da eclosão da crise: “Ele executou um modelo de má governança em razão de seu conflito de interesses: salvou os mesmos bancos que ele deveria regular – os mesmos bancos que lhe permitiram ganhar a sua posição de mando”, afirmou Stiglitz.

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O Banco Central decide sobre taxas de juros e câmbio, estabelece e executa metas de inflação e pode baixar normas para regular o mercado. “Não se pode dar um poder desse ao mercado, que age conforme sua ganância, sem se preocupar com a população e o futuro do país”, critica a secretária-geral do Sindicato, Ivone Maria da Silva.

Patetada – Em entrevista ao Brasil Econômico, a conceituada economista brasileira Maria da Conceição Tavares foi incisiva: “BC independente é uma patetada”. Disse ainda que autonomia não existe porque, se tem liberdade em relação ao Executivo, está ligado às decisões do mercado. “Independente quer dizer o que? Independente do governo? Do mercado?”, questionou.

 

 

 

España. Todos los medios están censurando los 3.158 suicidios por la crisis

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Censura con silencio de la TV , Prensa y Política sobre los 3.158 suicidios por la crisis causada por los errores , estafas o lucrarse de ello por políticos y banqueros , con más de 120 suicidios sólo por desahucios . Los suicidios ya supera las muertes por tráfico. Recordemos : Grecia 720 desahucios al año, España 512 desahucios al día.

 

La crueldad e insensibilidad de los políticos alrededor del drama de la pobreza y el desempleo ha convertido a España en la vergüenza del mundo , sin que los poderes públicos den cuenta de la gravedad de la catástrofe para quienes la padecen . Este cataclismo ha obligado al movimiento 15 – M en abrir una página en Wikipedia para intentar cuantificar el número de suicidios en España relacionados con la crisis , lo que va a aumentando cada mes . No están incluidas las tentativas como la del joven Leandro en Málaga , lo que incrementaría notablemente la cifra.

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La situación parece evidenciar que en España , ante la falta de alternativas políticas , los ciudadanos optan por quitarse la vida antes de que sublevarse contra el régimen o ayudar a su derribo o sustitución . Algunos movimientos sociales están estudiando la idea de dar a conocer los nombres de los políticos con cargo y sueldo vigente que desarrollan su labor en la provincia en que se produce el suicidio de un ciudadano por las crisis , para poder hacer algún día responsables del mismo.

 

El desastre se agrava porque los periodistas del régimen son obligados a silenciar estos sucesos, ya que los medios de comunicación son víctimas de una creencia política, alimentada por la “casta”, que presupone que la publicación de la noticia de un suicidio provoca un sentimiento de imitación en el que, sufriendo las mismas circunstancias que el afectado, la lee o escucha. Esto lleva al silencio ya la censura, en unos momentos en los que es fundamental conocer cuál es la realidad del verdadero impacto de la crisis económica en las clases medias y trabajadoras de España.

 

Salário mínimo: 681 euros. Grécia na capa dos jornais hoje

Os dados são de fevereiro de 2010.

Salário mínimo da Grécia, anual, em dólares:

13. 382

Salário mínimo do Brasil:
4.445

Comparado com o brasileiro, o grego reclama de barriga cheia. No Brasil não tem crise lá em cima.

Mais da metade da população brasileira tem um rendimento mensal de 375 reais.

O Brasil não tem crise. Um sinônimo de crise é transe. Que tem por principais sinônimos: risco, perigo.

Não há cortes possíveis no Brasil dos favelados, dos sem terra, dos sem teto, dos sem nada.

Quanto o Brasil esbanja com marajás, Marias Candelária – os que ganham supersalários além do teto constitucional?

Brasil ainda tem 16,5 milhões de miseráveis
Uma população estimada em 10,5 milhões de brasileiros – equivalente ao Estado do Paraná – vive em domicílios com renda familiar de até R$ 39 mensais por pessoa. São os mais miseráveis entre 16,267 milhões de miseráveis – quase a população do Chile – contabilizados pelo governo federal na elaboração do programa Brasil sem Miséria. Lançado no dia 3 de maio como principal vitrine política do governo Dilma Rousseff, o programa visa à erradicação da miséria ao longo de quatro anos.

Dados do Censo 2010 recém-divulgados pelo IBGE que municiaram a formatação do programa federal oferecem uma radiografia detalhada da população que vive abaixo da linha de pobreza extrema, ou seja, com renda familiar de até R$ 70 mensais por pessoa – que representam 8,5% dos 190 milhões de brasileiros.

A estimativa dos que sobrevivem com até R$ 39 mensais per capita é a soma dos 4,8 milhões de miseráveis que moram em domicílios sem renda alguma e 5,7 milhões de moradores em domicílios com rendimento de R$ 1 a R$ 39 mensais. Estima-se que outros de 5,7 milhões vivem com renda entre R$ 40 e R$ 70 mensais por pessoa da família.

Os números calculados pelo Estado são aproximados e levam em conta o número médio de 4,8 moradores por domicílio com renda familiar entre R$ 1 e R$ 70 mensais.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social com base no Censo 2010, há 4 milhões de domicílios miseráveis no País. Em 1,62 milhão desse total vivem famílias que não têm renda. Em 1 19 milhão de moradias a renda familiar é de R$ 1 a R$ 39 mensais per capita e em outro 1,19 milhão as famílias vivem R$ 40 a R$ 70.

Além da baixíssima renda, os extremamente pobres têm em comum o fato de viverem em domicílios com pelo menos um tipo de carência por serviços básicos, como energia elétrica, abastecimento de água, rede de saneamento ou coleta de lixo.

RANKING _ O Estado com o maior número absoluto de miseráveis é a Bahia, onde estão 2,4 milhões, ou 14,8% da população extremamente pobre. Os baianos miseráveis são 17,7% dos habitantes do Estado.

No Maranhão, no entanto, está a maior proporção de miseráveis. Um em cada quatro moradores vive com renda familiar per capita entre zero e R$ 70 – um total de 1,7 milhão de pessoas, que representam 25,7% da população.

Seis Estados (PA, MA, CE, PE, BA e SP) têm, cada um, mais de 1 milhão de moradores em extrema pobreza. Juntos, eles concentram 9,4 milhões de miseráveis, ou 58% do total.

São Paulo. Estado mais populoso do País, São Paulo tem 1,084 milhão de pessoas que vivem em domicílios em situação de pobreza extrema – o que representa só 2,6% do total de habitantes.

A pesquisadora Lena Lavinas, do Instituto de Economia da UFRJ, especializada no estudo da pobreza, acredita que em um ano seja possível “alcançar as pessoas que, embora indigentes, ficaram de fora do programa Bolsa Família”.

Itália. Os olhos do povo e a imprensa caolha

Basta uma charge para desmascarar a farsa da imprensa dos banqueiros:

Uma questão de foco

Inimigo do povo, o jornalista hoje faz o mesmo serviço sujo da polícia

A polícia deu a foto repetida pela imprensa dos banqueiros
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Uma única foto e o pensamento único
Uma única foto e o pensamento único
Uma repetência que não convence
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Repetição é propaganda
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A reprise da mesma foto
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A volta de Mussolini
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