Governo da Paraíba constrói o primeiro condomínio residencial exclusivo para idosos do Brasil

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O Governo entrega o primeiro condomínio residencial exclusivo para idosos do Brasil, e torna a Paraíba referência nacional na criação e fortalecimento de políticas públicas para a terceira idade.

O condomínio Cidade Madura, localizado no Cidade Verde, em João Pessoa, dispõe de 40 unidades habitacionais, posto médico, pista de caminhada, redário, praça e centro de vivência, tudo projetado para atender às necessidades e garantir qualidade de vida para os idosos que mais precisam.

São quase R$ 4 milhões investidos em algo que não tem preço: A dignidade e o respeito a quem precisa e merece! Campina Grande, Cajazeiras e Sousa também serão contempladas com o projeto que é pioneiro no país.

Realmente, um projeto exemplar. Com um salário mínimo de aposentadoria – compare com o vale refeição de um juiz -, ninguém consegue comer as três refeições da cada dia.

Nem pagar o aluguel de um casebre. Tem que morar de favor na casa alheia. Que é uma profunda humilhação. Que será sempre uma moradia provisória, incerta e inquietante. É uma situação terrível, extrema, nem um ser humano merece esse castigo, principalmente quem está com o pé na cova.

Bendito seja o governo que se lembra das crianças e dos velhos, neste Brasil cada vez mais cruel. De empresas escravocratas como a Contax.

 

O pai de Marina tem vida de favelado em um alagado do Rio Branco no Acre. Irmã da evangélica presidenciável: “Ela não está fazendo pelo pai. Vai fazer por alguém?”

Art.230 da Constituição Federal – “A Família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida”.

Quarto Mandamento
Quarto Mandamento
A vida sofrida do pai de Marina Silva, que vive em um miserável casebre, em um alagado do Rio Branco, no Acre.

Marina que tem o apoio dos banqueiros, dos empresários, dos industriais, de empresas internacionais, e que

ganhou R$ 1,6 mi com palestras em três anos,

foi ministra do PT, senadora, dispõe de grana para alugar aviões e jatinhos em duas campanhas presidenciais, que fica hospedada em hotéis de luxo ou palacetes dos amigos bilionários, tem décadas que não dorme na casa do pai. Não existe registro de nenhuma visita.

Pedro, pai de Marina, na rede, estendida na varanda de sua casa de taipa, em um alagado do Rio Branco, no Acre. Clique na foto para ampliar
Pedro, pai de Marina, na rede, estendida na varanda de sua casa de taipa, em um alagado do Rio Branco, no Acre. Clique na foto para ampliar

Diz a irmã de Marina, Maria Elizete da Silva, de 52 anos: “Se a Marina ganhar para presidente, não vai deixar papai mais aqui neste bairro. Vai achar que também é demais, né?
O que é que o povo não vai dizer: ‘ela ganhou, o pai dela continua ali, no alagado, e ela não está fazendo pelo pai. Vai fazer por alguém”, questiona Maria.

Maria Elizete da Silva, irmã de Marina Silva, quer que a candidata à Presidência pelo PSB tire seu pai de bairro pobre em Rio Branco (AC).
Maria Elizete da Silva, irmã de Marina Silva, quer que a candidata à Presidência pelo PSB tire seu pai de bairro pobre em Rio Branco (AC).

A reportagem é de Fábio Fabrini, e publicado no insuspeito jornal o Estado de S. Paulo. Observe que a pobre vida do pobre pai de Marina foi bem suavizada. Confira. Leia aqui. E imagine a vida do ancião, que tem o nome de Pedro, o apóstolo, e primeiro papa para os católicos.

Pedro Augusto da Silva tem 87 anos. Há 34 anos reside no mesmo alagado. Para sobreviver vendia tabaco na antiga rodoviária do Rio Branco. Uma profissão que a filha evangélica condena.

Problemas de saúde fez ele desistir de ser camelô.  Tem um salário mínimo de aposentadoria por idade. Que acha muito pouco. E é. Um salário mínimo do mínimo que a equipe econômica de Marina considera alto.

Não sei a irmã Maria recebe o bolsa-família, que Marina pretende extinguir.

IDOSO (1)

Art.4º – Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei.

Art.10º – É obrigação do Estado e da sociedade, assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, político, individuais e sociais, dos espaços e dos objetos pessoais.
§2º – O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, de valores, ideias e crenças, dos espaços e dos objetos pessoais.

§3º – É dever de todos zelar pela dignidade do idoso, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.

Art.15º – É assegurada a atenção integral à saúde do idoso, por intermédio dos Sistema Único de Saúde – SUS, garantindo-lhe o acesso universal e igualitário, em conjunto articulado e contínuo das ações e serviços, para a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde, incluindo a atenção especial às doenças que afetam preferencialmente os idosos.
§2º – Incumbe ao Poder Público fornecer aos idosos, gratuitamente, medicamentos, especialmente os de uso continuado, assim como próteses, órteses e outros recursos relativos ao tratamento, habilitação ou reabilitação.

Art.19º – Os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra idoso serão obrigatoriamente comunicados pelos profissionais de saúde a quaisquer dos seguintes órgãos:
I – Autoridade Policial;
II – Ministério Público;
III – Conselho Municipal do Idoso;
IV – Conselho Estadual do Idoso;
V – Conselho Nacional do Idoso;

Art.74º – Compete ao Ministério Público:
I – instaurar o inquérito civil e a ação civil pública para a proteção dos direitos e interesses difusos, individuais indisponíveis e individuais homogêneos do idoso (…)

Campanha da Fetape e do MPPE
Campanha da Fetape e do MPPE

Papa Francisco: Quando o homem perde a humanidade, “e torna-se um instrumento do sistema, do sistema social, econômico, do sistema onde os desequilíbrios dominam”

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O Papa alertou para os riscos da “cultura do descartável” quando “o homem perde a sua humanidade” aos membros do seminário internacional que refletiram sobre “uma economia mais inclusiva”, este sábado, no Vaticano.

“Está a acontecer com o homem o que acontece com o vinho quando se torna aguardente, passa por um alambique organizativo. Já não é vinho, é outra coisa mais útil talvez, mais qualificada. O homem passa por este alambique e acaba por perder a humanidade e torna-se um instrumento do sistema, do sistema social, econômico, do sistema onde os desequilíbrios dominam”, disse Francisco aos participantes.

O Papa destacou também que “é importante refletir sem medo e com inteligência”.

Este encontro internacional de dois dias foi organizado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz em colaboração com a Secretaria de Estado do Vaticano e teve como objetivo refletir sobre “uma economia sempre mais inclusiva”, frase do Papa presente na exortação apostólica ‘Evangelii Gaudium’.

Francisco alertou para a necessidade do homem estar novamente no centro da sociedade, dos pensamentos, da reflexão e deu vários exemplos de exclusão social como o baixo índice de natalidade na Europa, os idosos abandonados e a geração “nem-nem”, jovens que nem estudam nem trabalham.

«Creio que este momento seja o tempo mais acentuado de reducionismo antropológico», afirmou, e depois se perguntou: «Quando o homem perde a sua humanidade, o que nos espera?». A resposta está na evocação de outro tema apreciado pelo magistério do Papa Bergoglio: «De fato, verifica-se – disse – uma política, uma sociologia, uma atitude “do descartável”: descarta-se o que não serve porque o homem não está no centro. E quando ele não se encontra no centro, significa que no centro há outra coisa e que o homem está ao serviço dela»

Eis então o mérito dos congressistas, que se reuniram para estudar as novas modalidades para «salvar o homem, no sentido de que volte ao centro: no centro da sociedade, dos pensamentos, da reflexão. Levar o homem, outra vez, para o centro».

Lei de trânsito desumana: 30 segundos, para um velhinho atravessar uma rua, uma avenida, em Porto Alegre

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O novo Estatuto do Pedestre, aprovado pela Câmara Municipal de Porto Alegre, estabelece novas regras e proteções para quem circula a pé na Capital. Entre elas está a exigência de tempo mínimo de 30 segundos para travessias em sinaleiras. Nos últimos seis anos, ocorreram 8.389 atropelamentos na cidade, somando 366 vítimas fatais. O projeto de lei do vereador Nereu D’Avila (PDT) que revogou o antigo estatuto de 2007 quer diminuir o número de acidentes.

Na proposta apresentada por ele está a criação da Ouvidoria do Pedestre, órgão responsável por receber as reclamações sobre a mobilidade da cidade. Também institui a Semana do Pedestre, que deverá ocorrer anualmente em setembro, e a formação do Conselho Municipal dos Direitos e Deveres do Pedestre (Consepe). Os usuários a pé ou com carrinhos de bebê e cadeiras de rodas também terão novas regras e deveres.

Para o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, o estatuto nasce de uma preocupação com a segurança do cidadão. “Foi uma medida para assegurar o bem-estar do pedestre, que é o principal ator em todas as vias da Capital”, afirmou. Para ele o ser humano tem que ser tratado com distinção. “Sempre tendo a prioridade em relação a qualquer outro modal”, acrescentou.

Cappellari alertou sobre a construção do documento. “É uma matéria técnica. Se tentarmos resolver questões importantes como essa, com decreto, com lei, nós vamos paralisar a cidade”, comentou. Mesmo simpatizando com algumas propostas, ele acha que o tempo de 30 segundos, estipulado para travessia nas sinaleiras, não pode ser definido sem um estudo técnico. “Tenho absoluta convicção de que se nós colocarmos esse tempo nos semáforos a cidade vai parar completamente, porque não é dessa forma que se faz um planejamento de circulação.” (Blog Porto Imagem)

 

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Papa: idosos não sofrem com a doença, mas com o abandono e a exclusão

Os idosos são as primeiras vítimas de uma lógica econômica que exclui e, às vezes, mata: é o que escreve o Papa Francisco na mensagem à Pontifícia Academia para a Vida, por ocasião dos seus 20 anos de atividade.

 

A mensagem, endereçada ao Presidente da Academia, Mons. Carrasco de Paula, recorda seu idealizador, o Beato João Paulo II, que instituiu o organismo com o Motu proprio “Vitae mysterium”. Como especificado neste documento, sua missão é mostrar aos homens de boa vontade que ciência e técnica contribuem ao bem comum se colocadas a serviço da pessoa humana e de seus direitos.

 

A seguir, o Pontífice comenta o tema da Assembleia em andamento nesses dias no Vaticano: “Envelhecimento e deficiência”.

 

“Com efeito, nas nossas sociedades se constata o domínio tirânico de uma lógica econômica que exclui e, às vezes, mata, da qual hoje muitas são as vítimas, a começar pelos nossos idosos”, escreve Francisco.

 

Citando sua Exortação Apostólica Evangelii gaudium, o Papa recorda que a cultura do descartável não somente explora e oprime, mas produz outro fenômeno: a exclusão. Os excluídos não são “explorados”, mas são “resíduos”, sobras. A situação sociodemográfica do envelhecimento revela claramente esta exclusão da pessoa idosa, principalmente se doente, deficiente ou vulnerável. “Com frequência, se esquece que as relações entre os homens são de dependência recíproca, que se manifesta em diferentes graus durante a vida e emerge de maneira mais evidente em situações de doença, deficiência e de sofrimento em geral.
Para o Pontífice, na base das discriminações e das exclusões há uma questão antropológica, do valor do homem e no que se baseia este valor – e a saúde não pode ser considerada um critério. “A falta de saúde ou a deficiência jamais são boas razões para excluir, ou pior, para eliminar uma pessoa; e a privação mais grave que os idosos sofrem não é o enfraquecimento do organismo e suas consequências, mas o abandono, a exclusão e a falta de amor.”
Francisco aponta a família como mestra de acolhimento e solidariedade, porque é em seu seio que se aprende a não cair no individualismo e a equilibrar as relações sociais. “O testemunho da família se torna crucial diante de toda a sociedade em reconfirmar a importância do idoso como sujeito de uma comunidade, que tem sua missão a cumprir”, afirma ainda o Papa, recordando que os anciãos são também “esperança dos povos”, contribuindo com sua memória e a sabedoria da experiência. E conclui:
“Queridos amigos, abençoo o trabalho da Academia para a Vida, muitas vezes difícil porque requer ir contracorrente, sempre precioso porque atento a conjugar rigor científico e respeito pela pessoa humana.”

Papa Francisco: «Far-nos-á bem pensar nos numerosos idosos e idosas nas casas de repouso e também naqueles que — esta palavra é feia, mas digamo-la — são abandonados pelos seus entes queridos»

O Papa Francisco voltou a exaltar o papel precioso dos idosos na Igreja e na sociedade. Falou sobre isto durante a missa celebrada na manhã de 19 de Novembro, na capela de Santa Marta.

A MESA DO AVÔ

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A sua homilia começou com uma pergunta: «O que deixamos como herança aos nossos jovens?». Para responder, o Pontífice evocou a narração contida no segundo livro dos Macabeus (6, 18-31) no qual se narra o episódio do sábio ancião Eleazar, um dos escribas mais estimados que, em vez de comer a carne proibida para agradar ao rei, abraçou voluntariamente o martírio. De nada serviram os conselhos dos seus amigos, que o exortavam a fingir que comia aquele alimento para se salvar. Preferiu morrer entre os sofrimentos, para não dar um mau exemplo aos outros, sobretudo aos jovens. «Um idoso coerente até ao fim» — definiu-o o Santo Padre — em cujo comportamento exemplar é possível reconhecer «o papel dos idosos na Igreja e no mundo».

«Este homem — explicou — não duvida diante da escolha entre a apostasia e a fidelidade. Tinha muitos amigos, que o queriam levar a assumir um compromisso: “Finge e poderás continuar a viver”. É a atitude do fingir, do fingir piedade e religiosidade, que Jesus condena com uma palavra muito forte no cap. 23 de Mateus: a hipocrisia. Ao contrário, «este nonagenário bondoso e estimado pelo seu povo não pensa em si mesmo, mas só em Deus, para não o ofender com o pecado da hipocrisia e da apostasia. Mas pensa também na herança» que deve deixar, pensa nos jovens. E na Escritura a palavra jovens é usada com frequência.

Eleazar pensava no que deixaria em herança aos jovens com a sua escolha. E perguntava: «Um compromisso, uma hipocrisia, ou a verdade que procurei seguir sempre?». Eis «a coerência deste homem, da sua fé – disse – mas também a responsabilidade de deixar uma herança nobre».

«Vivemos numa época em que os idosos não contam. É feio dizê-lo – frisou o Papa – mas são descartados porque incomodam». Contudo, «os idosos deixam-nos em herança a história, a doutrina e a fé. São como o bom vinho envelhecido e dentro de si têm a força para nos deixar uma herança nobre».

A este propósito, o Papa referiu-se ao testemunho de outro grande ancião, Policarpo. Condenado à fogueira, «quando o fogo começou a queimá-lo» — recordou — sentiu-se ao seu redor o perfume de pão cozido. Os idosos são: «Herança, vinho bom, pão bom». Ao contrário,  «neste mundo pensa-se sobretudo que eles incomodam».

Aqui, o Pontífice voltou com a memória à sua sua infância: «Recordo que quando éramos crianças nos contavam esta história. Havia uma família, um pai, uma mãe e muitos filhos. E havia um avô que vivia com eles. Mas era idoso e à mesa, quando comia a sopa, sujava tudo: a boca, o guardanapo… não fazia uma linda figura! Um dia o pai disse que, considerando o que acontecia com o avô, a partir do dia seguinte ele teria comido sozinho. Comprou uma mesinha e pô-la na cozinha; assim o avô comia sozinho na cozinha e a família na sala de jantar. Depois de alguns dias o pai voltou para casa e encontrou um dos seus filhos a brincar com um pedaço de madeira. Perguntou-lhe: “O que fazes?”. “Estou a brincar de carpinteiro”, respondeu o menino. “E o que estás a construir?”. “Uma mesinha para ti, para quando fores idoso como o avô”. Esta história fez-me muito bem a vida inteira. Os avós são um tesouro».

Voltando ao ensinamento das Escrituras, a propósito dos idosos, o Papa referiu-se à carta aos Hebreus (13, 7), na qual «se lê: “Lembrai-vos dos vossos guias que vos pregaram a palavra de Deus. Considerai como eles souberam encerrar a carreira. E imitai a sua fé”. A memória dos nossos antepassados leva-nos à imitação da fé. É verdade, às vezes a velhice é um pouco desagradável, devido às doenças que comporta. Mas a sabedoria dos nossos avós é a herança que nós devemos receber. Um povo que não preserva os avós, que não respeita os avós, não tem futuro porque perdeu a memória. Diante do martírio, Eleazar está consciente da responsabilidade  que tem em relação aos jovens. Pensa em Deus, mas também nos jovens: “Devo dar o exemplo de coerência aos jovens até ao fim”».

«Far-nos-á bem pensar nos numerosos idosos e idosas nas casas de repouso e também naqueles que — esta palavra é feia, mas digamo-la — são abandonados pelos seus entes queridos», acrescentou o Santo Padre, recordando que «eles são o tesouro da nossa sociedade. Oremos por eles para que sejam coerentes até ao fim. Este é o papel dos idosos, este é o tesouro. Oremos pelos nossos avós que muitas vezes desempenharam um papel heróico na transmissão da fé em tempos de perseguição». Sobretudo no passado, quando os pais e as mães muitas vezes não ficavam em  casa ou tinham ideias estranhas, confundidas por ideologias em voga naquela época,  «eram precisamente as avós que transmitiam a fé».

O cheiro da morte de quem mora sozinho

Cada vez mais as pessoas nascem e morrem nos hospitais. E morrem sozinhas nas U.T.Is.

Quando não apodrecem em edifícios cortiços. No Brasil, sete em cada dez unidades domésticas têm apenas um responsável pelo domicílio.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 57 milhões de domicílios recenseados em 2010, 6,9 milhões eram de pessoas vivendo sozinhas.

Que serviço público atende um pedido de socorro de pessoas que passem mal: apoplexia (ataque cardíaco), ataques epilépticos, convulsões etc?

Que orientação oferecem os governos federal, estaduais e municipais?

5 pessoas que foram encontradas mortas anos depois de terem morrido

por  Ramon Voltolini

Tente manter contato com um ao menos um círculo pequeno de pessoas. Pode ser que você não seja fã de dar as caras em absolutamente todas as confraternizações agendadas via Facebook. Mas pertencer a um nicho social qualquer é o que nos faz existir. Essas breves considerações se dão em função desta infeliz lista: pessoas que foram encontradas mortas em suas próprias casas depois de anos.

42 anos assistindo à TV sem dar um suspiro

Os restos de uma mulher foram encontrados 42 anos depois de sua morte. Mais curioso notar que o corpo sem vida estava sentado sobre uma poltrona, em frente a uma TV. Hedviga Golik, nascida em 1924, aparentemente fez um copo de chá antes de sentar-se como espectadora de um show qualquer.

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E tudo parou aí. Algumas décadas após 1966 – última vez em que Hedviga fora vista pelos seus vizinhos –, policiais acabaram invadindo o tal flat e a encontraram lá, congelada no tempo. Nada na velha casa tinha sido destruído até a chegada dos policiais – que tomaram o local em função da aquisição do flat por outra pessoa.

3 anos deitada sobre o sofá

Policiais do norte de Londres fizeram uma triste descoberta em janeiro de 2006. Deitado sobre seu sofá, estava o esqueleto de uma mulher. Em um dos quartos, uma televisão ainda estava ligada. Em outro dos cômodos, presentes de Natal ainda não tinham sido abertos.

sofá

Ao combinar os ossos do corpo estático, percebeu-se que tratava-se dos restos mortais de Joyce Vincent. A causa da morte ainda é desconhecida. E por três anos, ninguém deu falta da presença de Joyce – mesmo fazendo ela parte do cenário musical londrino das décadas de 1980 e 1990.

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Ao entrar no flat de Barbara, o cunhado da escritora sentiu um “cheiro horrível”. Uma autópsia preliminar apontou morte natural como causa do infortúnio falecimento.

15 anos, um monte de ossos e pijamas
Um homem sem família foi encontrado morto em sua casa depois de 15 anos. Sobre o esqueleto, um pijama ainda cobria os ossos dos sujeito. O caso aconteceu na França, no ano passado.

caveira

“Não havia bagunça. A casa estava trancada por dentro. E nada sugeriu um ato criminoso”, disse um dos responsáveis por encontrar o corpo. O esqueleto do homem, nascido em 1921, foi achado sobre a cama.

Morto durante 7 anos sobre a cama

Em 2007, o corpo de um homem foi encontrado sem vida sobre uma cama, na Alemanha. E o mais trágico da história é o fato de que nenhum dos parentes sentiu falta do falecido.

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Ao lado da cama, encontrava-se uma carta enviada pelo Welfare Office, um maço de cigarros e um catálogo de televisão. E o cheiro de decomposição não perturbou ninguém? Aparentemente não. Os restos do homem foram encontrados por policiais que cumpriam uma ordem de despejamento.