Curra: Aconteceu no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

BRA^PA_DDP aconteceu na universidade

 

Dois empresários safados curraram uma adolescente de 15 anos em um iate no Pará. Um bando de universitários, de uma gangue de drogas, currou uma estudante virgem, de 17 anos, caloura, em abril último, no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Ninguém foi preso.

Em um país, com 500 mil crianças prostitutas, com 90 mil prostitutas na Europa, uma virgindade perdida não é nada.

Essas 500 mil meninas são todas drogadas. Essas meninas, de sete a 14 anos, têm moradia digna, escola, merenda escolar, médico de graça; a mãe recebe o bolsa família, o pai ganha o salário mínimo com carteira assinada. Essas meninas, apesar das benesses que os governos federal, estaduais e municipais oferecem, indecentes e pecaminosas preferem uma vida de sexo e drogas.

Essa menina de 15 anos do Pará, currada em um iate, recebeu o que merecia. Os empresários são dois homens que fizeram coisas de Homem: um segurou a menina, e o outro estuprou. Depois trocaram. Opa! depois o que desvirginou agarrou a menina para o companheiro completar o serviço. Coisa de homem, de paranaense. Virgem presa ou de visita, em cadeia de homens, acontece adoidado no Pará. Isso não é crime hediondo. Crime hediondo é publicar os nomes dos empresários. É vender uma notícia por um milhão de dólares.

Acontece que essa menina de 15 anos é filha de um coronel. Essa história pode ter um final diferente.

Conta Amary Silveira:

Um bacanal ocorrido na última quarta-feira , 28, terminou na Polícia. Na manhã de ontem, foi instaurado inquérito policial sobre o caso na Seccional Marambaia.

Dois empresários foram indiciados. Três garotas menores de idade, são as vítimas. Duas, de 17 anos, no crime de corrupção de menores, e a terceira, de 15 anos, os crimes foram de estupro de vulnerável, corrupção de menor, e embriaguez de menor.

A garota de 15 anos é filha de um coronel aposentado da Polícia Militar. O caso está nas mãos do delegado Armando Mourão, diretor da Seccional Marambaia. Porém, estranhamente, ele não quis dar detalhes do caso, dizendo que a apuração exigia sigilo.

Uma fonte da seccional, entretanto, disse que as garotas de 17 anos, foram quem convidaram a de 15, para um passeio em um iate, pela orla de Belém, na Baia do Guajará.

Disseram que o Iate era de um empresário dono de uma agência de turismo de Belém, e que um amigo dele, proprietário de outra empresa de compra de importados, as acompanharia no passeio.

A garota de 15, segundo a mesma fonte da seccional, foi embebedada. Tomou o conteúdo de uma garrafa de cachaça Ipioca. Em seguida, estuprada com a aquiescência das outras garotas e, depois, foi deixada desacordada, na casa de uma amiga, no bairro da Marambaia, de onde foi levada para a casa de seus familiares, no conjunto Satélite.

Os dois empresários acusados, já teriam sido localizados e ficaram de prestar depoimento por todo o dia de ontem, para o delegado Mourão.

A fonte que informou sobre o caso, disse que o delegado Armando Mourão já encaminhou a garota de 15 anos para exame de conjunção carnal, no Centro de Perícias “Renato Chaves” e já obteve informações preliminares, que confirmam o estupro da adolescente.

O pai da garota já esteve na seccional e quer total rigor policial na apuração dos fatos. Na próxima quinta-feira, as duas garotas de 17 anos, com acompanhamento de responsável, serão também ouvidas pelo delegado que preside a apuração do caso.

Estudante universitário pode desflorar. Pintor de parede vai preso. Eta Brasil desconforme!

Tem um estuprador solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Toda estudantada sabe quem é. Uma menor de 17 anos, virgem, no azarado dia 13 de abril último, convidada para uma festa no Instituto de Artes e Design, terminou agarrada por um colega universitário. A alma sebosa colocou droga no copo da jovem caloura. O criminoso aplicou o famoso golpe do boa noite Cinderela. A menina levou porrada. O corpo ficou todo marcado por unhadas e hematomas. Um crime covarde, hediondo.

O reitor Henrique Duque abriu um inquérito para inglês ver. A polícia do governador Antônio Anastasia ainda não falou nada para a imprensa.

Ameaçada, a menina teve que abandonar a universidade. Temos assim vários crimes: stalking, assédio sexual, sequestro (ela foi dopada e carregada para detrás do prédio do IAD), estupro, possível curra, tortura, desfloramento de uma menor, pedofilia e tentativa de assassinato (por espancamento e aplicação de droga ilegal). Inclusive um crime premeditado: pela entrega do convite nominal (com senha numerada), compra de entorpecente.

O agressor, universitário veterano, é um psicopata. Que fatalmente vai agir de novo. Que espera a próxima vítima.

Em Brasília, a polícia apresentou nesta terça-feira (19/6), o suspeito de estuprar uma adolescente de 17 anos em setembro de 2010, no Riacho Fundo II. A jovem acabou engravidando. O homem foi detido na noite de segunda-feira (18/6).

Miguel Vieira de Brito Filho, 37 anos, é pintor de paredes e trabalhava com o pai da menina. Ela conta que estava voltando da escola de ônibus e quando desceu, Miguel, que estava próximo à parada, começou a conversar. Ele chamou a menina para sua casa dizendo que ia lhe dar um chocolate. Lá, Miguel teria forçado a garota a manter relações sexuais com ele.

A jovem não comentou o caso com ninguém, até sua mãe perceber que a menstruação da garota estava atrasada. A mãe, então, registrou ocorrência.

Na última sexta-feira (15/6) foi expedido o mandado de prisão preventiva e, desde esta segunda (18/6) o acusado está no Departamento de Polícia Especializada (DPE). Ele alega que namorava com a jovem havia um ano, mas ela afirma que só o conhecia de vista.

Miguel, que não tem antecedentes criminais, vai responder por estupro qualificado, podendo pegar de oito a 12 anos de prisão.

O tarado de Juiz de Fora tem que mofar uma década numa cadeia ou num manicômio judiciário. Basta de duas polícias, de duas justiças.

Tem um estuprador solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Em abril último, no Instituto de Artes e Design, uma estudante menor de idade, 17 anos, virgem, foi desflorada no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.

O crime aconteceu no prédio do IAD.

No prédio do IAD de sombrios corredores

Até quando este crime hediondo ficará impune?
Até quando durará o silêncio do reitor Henrique Duque?
Até quando a polícia do governador Antônio Anastasia engavetará o inquérito, para proteger um psicopata que voltará a agir?
Até quando a sociedade de Juiz de Fora, os estudantes, principalmente as alunas, e os professores permanecerão calados?
Por que tanto medo?
Existem ONGs de direitos humanos em Juiz de Fora?

Documentário sobre a revolta estudantil Pinguim no Chile. UNE na gelada cachoeira de notas frias .

 

Enquanto no Brasil, a UNE é investigada pelo uso de notas frias, o gasto de 12 milhões do governo federal em quatro anos de muita farra e safadeza, no Chile os estudantes realizaram oito meses de greve geral, com várias paradas que mobilizaram todo o país.

O reitor pode roubar, a UNE nem aí.

O governo federal corta verbas das universidades, a UNE nem aí.

A polícia de Alckmin invade a USP, prende, espanca, desaloja e expulsa estudantes, a UNE nem aí.

Lá no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora, onde estão construíndo um hospital escola superfaturado, uma universitária menor de 16 anos, virgem, foi estuprada em abril último, a UNE nem aí.

A UNE é formada por uma cachoeira de diretórios acadêmicos que estão no bolso dos reitores. Diretórios acadêmicos de m.

 

Entre 2006 e 2010, a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Municipal dos Estudantes Secundaristas (Umes) de São Paulo receberam aproximadamente R$ 12 milhões do governo federal, por meio de convênios.

Agora, o Ministério Público aponta indícios de irregularidades nesses repasses que eram destinados à capacitação de estudantes e à promoção de eventos culturais e esportivos. No caso da UNE, o procurador do MP junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Marinus Marsico identificou o uso de notas fiscais frias para comprovar gastos.

Ele também percebeu que parte do dinheiro proveniente dos cofres públicos foi usada para comprar bebidas alcoólicas (cerveja, vinho, cachaça, uísque e vodca), bem como pagou despesas sem vínculo com o objeto conveniado (faturas de energia elétrica, dedetização da sede da entidade, limpeza de cisterna, impressão do jornal da UNE). Curioso também foram os gastos com a compra de búzios, velas, ventilador, tanquinho de lavar roupas, freezer e celular. Além disso, Marinus detectou diversas notas emitidas por bares com a identificação “despesas” na descrição do gasto.

No final de maio, o procurador formalizou representação ao TCU para que o órgão investigue o uso dos recursos federais repassados à UNE e à Umes pelos ministérios da Cultura, Saúde, Esporte e Turismo. (In Leis dos Homens).

Existem várias denúncias de roubalheira$. Pobre Brasil! que até os movimentos estudantis são liderados por corruptos. Veja o exemplo do Chile. Revolta Pinguim 

 

 

 

Falta caçar o cafajeste desflorador da universitária no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Bandido é bandido. Todo estuprador mata. Um psicopata, que pode se tornar, de uma hora para outra, em um serial killer.

O reitor Henrique Duque, o governador Antônio Anastasia estão esperando que o criminoso solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora agarre pelos cabelos sua próxima vítima.

Se o doente mental apenas estuprar tudo bem. Perdoável. Coisa de estudante mineiro. Brincadeira próxima dos trotes sadomasoquistas. E no mais, e no mais, a menor de 17 anos “pediu”. Quem mandou ir a uma festa no Instituto de Artes e Design, logo no IAíDê, onde atrás do prédio, todo mundo sabe, existe um lugar chamado matadouros, para brincadeiras sexuais. Quem mandou ir a uma festa sem a companhia dos pais, e beber, em copo fornecido pelo diretório acadêmico, sendo conhecido, por toda universitária escolada, o golpe do boa noite Cinderela.

Menina da tradicional família mineira, virgem, sabe cuidar do seu hímen. Menina virgem do interior de São Paulo, matuta, religiosa, filha exemplar, estudante aplicada, passou em cinco vestibulares, não aprende como se defender. Bem que mereceu. É a única culpada. Que pague pelos seus pecados imaginados, que inconscientemente estava desejando gozar um estupro sexual, ser arranhada, espancada, o corpo marcado de hematomas. Bem feito. Assim escreveu Kadu Olliveira, porta-voz da reitoria, participante da festa, testemunha chave, baseada no que espionou e em depoimentos tomados dos demais amigos de farra e folia e calourada. Leia. Kadu antecipa o inquérito administrativo que o reitor encomendou a três mosqueteiros professores da UFJF, e o inquérito da polícia do governador Antônio Anastasia, a mesma polícia que protege o assassino prefeito Antério Mânica, defensor do trabalho escravo.

Perfil do estuprador do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

1) Intenção: a intenção do estuprador de uma menor de 17 anos, no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora, no Instituto de Artes e Design, precisamente atrás do prédio, local que os estudantes chamam de matadouros, foi agredir, ferir e humilhar.  A universitária ficou com todo o corpo arranhado e cheio de hematomas.

2) Causas: distúrbios psíquicos. Todo estuprador é um psicopata.

3) Desejo: seu desejo vai além de tratar a mulher como objeto de desejo sexual, mas ela é uma coisa que lhe pertence e com a qual ele pode fazer o que bem entender.

Abaixo segue um texto extraído do artigo Estupro provoca reações contraditórias, de Ana Calazans, publicado na página “Aqui Salvador” do jornal Correio da Bahia, em 3 de junho de 2000:

Perfil psicológico do estuprador:

O velho mito de que o estuprador é vitima de seus impulsos e incapaz de controlar sua sexualidade não se sustenta. De acordo com a casuística jurídica, o estuprador é, na maior parte das vezes, um cidadão bem integrado à sociedade e não é tido como pessoa violenta.

No caso da Universidade Federal de Juiz de Fora, os principais suspeitos são alunos do Instituto de Arte e Design. As verdades sobre as motivações do ato talvez sejam tantas quantas sejam as sombras que habitam em cada homem, mas existem hipóteses que ajudam a formar um perfil psicológico mais ou menos consensual. Entre elas, a idéia de que o estuprador foi perseguido pela imagem de uma mãe dominadora, foi abusado na infância e de que normalmente é um homem conformista e conciliador que encontra poucas oportunidades de se impor socialmente. O estupro seria, segundo este raciocínio, uma espécie de confirmação de um sentimento íntimo de superioridade que não encontra vazão.

O fato de existirem muito poucos estudos de caso sob a ótica da psicologia pode explicar a manutenção de estereótipos. Com um trabalho único no país, o psicólogo José Aloísio Rezende, da Secretaria de Segurança do Estado de Sergipe, se dedica há cinco anos a desvendar os abismos inconscientes de estupradores confessos. Com uma casuística de 33 criminosos, o método de Aloísio consiste na aplicação inicial de uma bateria de testes para saber se eles têm inteligência normal.

O trabalho trouxe surpresas: “O nível de inteligência da maioria é normal ou acima do normal, sempre da média para a média superior”, afirma. O que confirma ser um estudante do IAD.

A convivência com estupradores fez com que Aloísio acumulasse não só certezas, mas dúvidas. “Não dá para saber com certeza o que leva homens a cometer este tipo de violência”, avalia. Casos que analisou, como o do rapaz de 19 anos, casado e pai de um filho, que estuprou uma senhora de 84 anos contribuem para a sua perplexidade.

Algumas certezas. “O estereótipo do estuprador viril é um mito, a maioria pede para que a vítima faça felação para poder conseguir a ereção”.

Aloísio compartilha da idéia de que o estupro não é um ato sexual. “O homem não usa o pênis como um órgão de prazer, mas como veículo de poder e dominação”, sustenta, acrescentando: “Alguns não se consideram agressores, mas agredidos”.

A experiência empírica do psicólogo desfaz estereótipos, como o de que o estuprador normalmente foi alguém que foi abusado na infância. “Isso não ocorre com a frequência esperada”.

Em sua prospecção diária, ele cataloga os mais variados motores e idiossincrasias para a violência. Alguns homens escolhem a mulher porque tem tatuagem, outros gostam de estuprar em frente a uma terceira pessoa, muitos se excitam com o pavor.

Outro padrão: o estuprador  não demonstra sentimento de culpa. As conclusões de Aloísio casam com estudo da criminalista israelense Sarah Ben David. De 57 casos estudados por ela, apenas três estupradores demonstravam sentimento de culpa, eram também os únicos que enxergavam a vítima como uma pessoa. A “personificação” da vítima é apontada pelos psicólogos como um mecanismo de desarme da violência.

No caso da UFJF havia vários fatores para a seleção da vítima: era moradora de outra cidade, extremamente religiosa, e virgem. E conhecida com c.d.f. , cu de ferro, na gíria estudantil, isto é, uma aluna aplicada, diligente. Passou em cinco vestibulares, sendo três em  universidades públicas. Os estudantes de artes valorizam mais a inteligência, a criatividade, e consideram o estudioso como burro, disciplinado, aplicado,  incapaz de transgressões.

Estranho que o reitor Henrique Duque se limitou a telefonar para o pai da vítima. Um absurdo! o governador Antônio Anastasia ainda não se pronunciou sobre o caso.

Existem várias entidades estudantis em Juiz de Fora, e todas estão censuradas, inclusive porque entre os suspeitos estão lideranças acadêmicas e herdeiros das maiores fortunas de Minas Gerais.

(Fonte: Rádio Cirandeira)

Imoral defesa do estuprador da Universidade Federal de Juiz de Fora

Escreveu Kadu Olliveira
Sexta feira, 13 de Abril. Um suposto estupro ocorreu durante uma calourada na Universidade Federal de Juiz de Fora (Suposto? Existem dois laudos médicos, que inclusive atestam que a menor de 17 anos era virgem. Escrever suposto é defender um psicopata, um anormal sexual, um alma sebosa, doentia, um tarado, um covarde, um violentador). A festa ocorreu no Instituto de Artes e Design, contou com bebida liberada  e menores de idade (isso é crime) num ambiente federal (Daí a legal necessidade de tudo ser investigado pela Polícia Federal).
Após exame médico foi constatado o estupro, porém a menina não lembra do ocorrido, ela tem 17 anos e estava alcoolizada no momento (mentira grosseira. Não estava alcoolizada, e sim dopada, o famoso golpe boa noite Cinderela). Todos os orgãos competentes estão investigando o caso (não é verdade, estranhamente apenas uma delegacia da mulher, e já se passaram mais de 30 dias, e as autoridades  ainda não detiveram nenhum suspeito. Isso chamo de descaso, de incompetência)
e eu vou dizer o que penso e sinto: Uma menina de 17 anos numa festa de bebida liberada:
– Os pais ou responsáveis legais sabiam onde a sua filha estava indo? (Sabiam sim. A garota estava morando em Juiz de Fora, cidade sem lei. Ela telefonou para os pais, que moram em uma cidade do interior de São Paulo, uma pequena cidade sem nenhum curso universitário)
– Ela sabia que, como menor de idade, não pode ingerir bebida alcoolia (sic) ou tabaco? (Sabia, e nunca tinha bebido antes. É uma menina religiosa, estudiosa, caseira, exemplar como filha, como aluna. Passou em cinco vestibulares, e escolheu a universidade errrada, e a cidade errada).

– Os organizadores do evento sabiam que haviam menores de idade? se sim, por que não sinalizaram-os de forma a não liberar bebida alcoolica para eles? (Reportagem da Globo fotografou garrafas de cachaça no diretório acadêmico. Os próprios organizadores da calourada são suspeitos. Tudo indica que foi uma curra. O bulismo, o stalking, o assédio sexual, as gangues de drogas imperam em nossas escolas do ensino médio e universidades).
– Ela foi levada até onde para ser estuprada? (Para trás do prédio do IAD, um lugar que  os estudantes machistas e nazistas chamam de matadouros)
eu estava na festa, outros amigos também (devia procurar a polícia e levar seu depoimento. Para mim você é também um suspeito. Idem fornecer os nomes dos amigos). Um deles conhece a menina e afirma que ela gosta de um alcool mesmo (a menina não é de Juiz de Fora, e para conhecer a menina precisa ser da mesma cidade que ela mora no interior de São Paulo. Esta é uma afirmativa caluniosa, que pode gerar um merecido processo), e que o estupro foi feito no bosque, um lugar fora do espaço físico do evento (Veja que o Kadu reconhece que foi um estupro. Acredito na possibilidade de curra. E aconteceu no campus da universidade: no IAí-dê).
O evento foi feito num espaço público, com seguranças e equipe de buffet contratada. O espaço público foi fechado. O local do fato, como relatou esse amigo, fica fora do prédio (falso, não existe no jornalismo “esse amigo”. As pessoas têm nome. Fonte anônima  não merece crédito. O informante, se ele existe, deve ser também da gangue), onde a segurança é feita pelos guardar da UFJF (se tinha segurança da UFJF … indica que o campus foi o local, e não tem outro).
Se realmente foi um estupro, por que ela não gritou? (A menina estava dopada, e o violentador bate forte, e a vítima fica desmaiada. A menina, conforme dois laudos médicos, ficou toda arranhada, e o corpo cheio de hematomas, o que comprova a violência, idem a covardia do malfeitor safado, bandido todo)
e por que nenhum guarda viu tal ato libidinoso  em espaço público, atuando com as devidas soluções nesse caso? (Fez que não viu para não perder o emprego. E quase sempre essas empresas de segurança prestam serviços fantasmas e superfaturados).
– Atentado ao pudor?  (Uma pergunta pra lá de idiota. Foi um crime hediondo, praticado por um animal, talvez um homossexual sem coragem de sair do armário, a mesma mente criminosa de um sequestrador, de um torturador nos porões da ditadura)
si… não… e agora? ( As autoridades demoram. O agora? É investigar todos os participantes da suruba acadêmica, deter os suspeitos para investigação, e condenar os culpados. Cadeia já! Coisa que o reitor Henrique Duque, para não ser cúmplice, tem que apresentar, pelo menos, o resultado do inquérito administrativo que prometeu abrir. Idem o governador Antônio Anastasia, que comanda as polícias civil e militar). o estupro foi realizado onde haviam seguranças da instituição UFJF, por que eles não estavam lá? e se estavam… XIIIIII (Isso deve ser investigado. Toda omissão é criminosa, idem todo silêncio).

O que importa é que a menor não reconhece tal assunto como estupro, mas sim as colegas e principalmente a familia (A menor estava dopada. E acordou com fortes dores nas partes íntimas, daí a suspeita de curra, da participação de vários alunos. A garota quando acordou  foi parar no hospital, e apresentou uma lista de suspeitos, uma lista que a imprensa precisa divulgar, uma lista que precisa correr na internet, para a proteção de todas as alunas da UFJF).- Porque ela foi sózinha pro mato com um estuprador? (Ô infeliz defensor de um estuprador, a menina estava dopada, que o tráfico de drogas é um lucrativo negócio na  UFJF).
– e a amiga que teve de se ausentar do local por 40 minutos, e quando voltou o fato estava consumado? (a amiga não esperava, nem a vítima, que no IAD existissem estudantes psicopatas, f.d.p.) em 40 minutos uma pessoa consegue sair da sobriedade e chegar ao coma alcóolico? (estamos falando com um especialista em drogas, esquecido que um coma pode ser fatal, durar para todo sempre) 40 minutos sozinha no mato? (que vilania fazer gracinha com um estupro, esse tipo de humor negro pode indicar… ) o que duas meninas estavam fazendo no mato, maria chiquinha? (outra gracinha que lembra o trote da UFJF, este ano, quando as meninas tiveram que carregar cartazetes com os dizeres “sou puta”, “sou sapatão”).
– e o pior: o que tem haver o curso com um evento desses a não ser o espaço fisico, cedido a um grupo de alunos? (Certamente que o campus da UFJF virou um imenso matadouros) um espaço universitário… universidantes utilizam-no (para praticar o bulismo, o assédio sexual, o assédio moral, estupros e outros crimes).
Eu vivo pegando salas de aula pra ficar estudando nos intervalos de uma disciplina e outra, é comum emprestarem (a UFJF vive de empréstimos e obras superfaturadas como acontece com o edifício do Hospital, conforme denúncia do Tribunal de Contas da União).
Quer dizer que todos os professores e servidores deveriam zelar pela santa paz durante a festa? (Pergunta idiota) ou eles mesmos deveriam organizá-la? (outra pergunta idiota. Foi uma festa organizada pelas lideranças estudantis da UFJF que, estranha, acintosa e manhosamente, estão caladinhas… por medo ou cumplicidade)
eu sei que fico indignado com tamanho absudo (sic), suposto estupro confirmado no HPS após uma consulta na Santa Casa de Misericórdia!!!!!!!!!!!!! (Duvida dos médicos? Por que o reitor Henrique Duque não move um processo contra os médicos que examinaram a vítima, que estava acompanhada de autoridades do Juizado de Menores?)
Sinceramente, é muita midia em cima de ago que na verdade não tem nada haver. (é! no dos outros é refresco! E se fosse sua mãe? Sua irmã? Sua filha? – Nada haver!!!) O IAD não tem a finalidade de capacitar alunos a organizar eventos, essa polêmica vai desaguar em algo que é natural: o que é o IAD? um instituto capaz de formar profissionais de conhecimentos em Artes e Design. full stop. (burra defesa. No IAí-dê tem de tudo. O local da calourada foi artisticamente decorado, e o crime bem programado por um estudante frígido, futuro marqueteiro de campanhas eleitorais de candidatos corrutos).
vamos então banalizar menos, e pensar mais no que realmente queremos e pretendemos fazer: é muito facil dizer que o suco está sem açucar se na verdade tomamos café! o IAD não é lugar de festa, não vive disso nem em função disso. O “””estupro””” aconteceu, tudo será averiguadon (duvido!), julgado (em que país?), punido (chiste, pilhéria), eticéta, reticença, e a vida continua (Para a menina a vida não continua. Nada mais vai ser o mesmo. O trauma de um estupro é pra toda vida. Dizer o contrário, precisa ser um estudioso aluno do IAí-dê).
Proponho aos alunos do Instituto de Artes e Design (IAí-Dê) da UFJF que tenham algum interesse pela nota que fizeram no ENEM que se unam, a mim ou aos professores ou aos seus amigos, e se dediquem ao curso antes de mais nada (Viva a safadeza do corporativismo!). Eu acho que o primeiro período de uma universidade não deveria ser mais do que mostrar aos que entram o que é a universidade, quais suas normas, como ela funciona, como é o seu curso…
esse turbilhão de uma coisa só serve para chamar a atenção para nossas atitudes (que devem ser secretas) e o nosso cotidiano (que precisa ser escondido), alguém será multiladamente punido (tá com medo?) conheço policiais e presos, e sei como ambos tratam o anus de estupradores (é a pena de Talião) presidiarios são mais carinhosos (que os estupradores do IAí-dê),
e vamos pensar um pouco no que fazer diante do que estamos fazendo! temos um curso, e o que ele representa pra sociedade enquanto curso? festa? tem algo de errado ai… e se depender de mim, a sociedade em pouco tempo saberá que o IAD é um curso qque capacita profissionais criativos, capazes de dar sentido a vida (de uma menor molestada, estuprada, currada, espancada, arranhada, caluniada?),
e não a ruina dela (o nome do Instituto é mais precioso que a vida de uma estudante? Isso tá me cheirando manifesto de general de pijama do Clube Militar.   A salvação começa pela verdade . Por que os sequestradores e torturadores do golpe de 64 são contra a Comissão da Verdade? Em Belo Horizonte, no CPOR, nas sessões de tortura na Ditadura Militar, havia um sargentão estuprador. Torpe fato histórico relatado no romance “Quando Alegre Partiste” de Moacir Japiassu. Justiça já!  Castigo exemplar para os culpados. Basta de impunidade!).
(Os comentários entre parênteses são da autoria do editor do blogue).