Vice de Aécio apresenta versão de “confronto” para defender a polícia de Beto Richa

Não teve confronto. Nem batalha campal. Veja abaixo a manchete mentirosa de um jornal vendido, governista e inimigo do povo.

BRA^PR_OP batalha campal

Não foi um dia de guerra. Foi um dia de massacre. Um dia com a cara nazista do governador Beto Richa.

BRA^PR_DDC em dia de guerra

.
Aloysio Nunes defende governador do PR 

.

Thiago Lucas
Thiago Lucas

O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que disputou a vice-presidência na chapa de Aécio Neves, saiu em defesa nesta quinta-feira (30), do governador do Paraná e também tucano, Beto Richa, após o massacra dos policiais militares que deixou mais de 200 pessoas feridas em Curitiba.

Em resposta a senadores petistas que se revezaram na tribuna para criticar Richa e cobrar um posicionamento do PSDB, Aloysio acusou os professores de entrar em “confronto” com os policiais, e afirmou que não há “inocentes neste caso”.

“Não há inocentes neste caso, como o senhor quer apresentar as pessoas que confrontaram a polícia militar como sendo vítimas”, disse Aloysio em resposta ao líder do PT no Senado, Humberto Costa.

Segundo o senador tucano, a Polícia Militar do Paraná teve de reagir à tentativa dos manifestantes de invadir a Assembleia Legislativa. Ele afirmou, no entanto, que Richa vai apurar se houve excesso por parte da PM e, caso isso fique comprovado, punir os responsáveis.

“Confio na ponderação, no espírito democrático, do governador Beto Richa para que ele mande proceder as apurações, com rigor, para que, se houve indícios de excessos que possam ser atribuídos a membros das forças de segurança, eles sejam punidos”, disse. Mais de 200 pessoas feridas, oito em estado grave, os tucanos acham pouco.

Enquanto ocupou a tribuna, o líder do PT culpou o governador do Paraná pela chacina, e cobrou do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), uma posição sobre o assunto. “Onde está o senador Aécio Neves? Onde está o democrata, o defensor da boa gestão? Onde está o PSDB para aqui defender o indefensável, defender uma gestão temerária e, acima de tudo, a violência cometida contra os trabalhadores?”, disse.

Antes dele, a petista Gleisi Hoffmann, que é do Paraná, lamentou o episódio e disse que o Estado estava “de luto” pelo que aconteceu. Ela afirmou que nunca, em sua vida, havia visto tamanha truculência e observou: “Não podemos deixar que o governador não responda por essa barbaridade que foi feita”.

— O estado do Paraná está de luto pela forma como foram tratados os professores, os trabalhadores da educação que faziam ontem um manifesto na Assembleia Legislativa. Eu estive ontem com o senador Roberto Requião na Assembleia Legislativa do Paraná e também participei, junto aos professores, da manifestação que faziam, aliás estive junto aos professores quando foram atingidos por bombas de gás lacrimogênio, por cassetetes da polícia e por uma truculência incomparável — disse a senadora.

.

Richa não tem mais condições de governar, afirma Requião

.

confronto entre o peito e a bala

“Foi um massacre”, assim definiu o senador Roberto Requião (PMDB-PR), em entrevista ao Brasil 247, descrevendo a repressão da Polícia Militar do governador Beto Richa (PSDB), contra os professores estaduais. Requião acompanhou os fatos de dentro da Assembleia Legislativa do Paraná, em Curitiba.

“Uma violência absurda contra idosos, mulheres, jovens… Aqui, em Curitiba, o sentimento é de indignação, perplexidade e revolta”, completou o senador.

Requião foi à Assembleia, acompanhado da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Ambos tentaram convencer os parlamentares a não votar o pacote fiscal de Richa, que confisca R$ 2 bilhões da previdência dos servidores para tapar rombos no orçamento.

“Esse parlamento envergonhou o Paraná. Todos se venderam ao Beto. Votaram em troca de emendas e de pequenas benesses em suas localidades”, declarou Requião.

Segundo o senador, embora Richa tenha conseguido aprovar o pacote, ele perdeu as condições morais de permanecer no cargo. “Não tem a menor condição de governar. Antes desse massacre, a rejeição dele já era de 80%. Agora, vai bater no teto”, salientou.

Requião disse Richa só se mantém no cargo graças ao apoio quase absoluto da imprensa paranaense, que se replica também em veículos nacionais. “Como é que chamam de confronto um massacre que deixa 200 feridos? Era um elefante contra uma formiga”, pontua o parlamentar.

.

Confisco de R$ 2 bilhões dos fundos dos servidores

.

Como é característico de Requião, não poupou críticas ao governador e disse que o Paraná foi tomado por uma “quadrilha”.

“Beto elevou a distribuição de dividendos das estatais, como Copel e Sanepar, para os sócios privados e esmagou os professores. O que fazer diante desse quadro?”, indagou.

Segundo ele, agora os parlamentares pedirão um posicionamento do Ministério da Previdência sobre o confisco de R$ 2 bilhões dos fundos dos servidores. Requião avalia que, depois do massacre deste 29 de abril, os professores dificilmente retomarão as aulas no Paraná.

.

Quem tem medo dele? “Muita gente”

O_Cordel_do_Coronel

O único jornalista que fazia oposição ao governador Eduardo Campos está preso. A justiça considera Ricardo Antunes um indivíduo de “alta periculosidade”. Um perigo para a “ordem pública”.

Natural que ex-governadores, senadores e deputados tenham medo dele o “imperador”, o “coronel”, o “general”.

Deu a louca em Luiz Maklouf Carvalho entrevistar Eduardo Campos. Conversa de cabra da peste com cabra da peste. Veja só esse trecho:

Provocado – “O senhor leva mesmo um jeitão de coronel…” –, Campos não esconde o desconforto. Leva a cadeira para a frente e para trás, dá uma brusca freada de general e responde:
– Isso só acontece quando alguém nasce por aqui. Nunca vi um rótulo desses num político carioca, paulista ou mineiro. Então lamento, porque é uma coisa desqualificando. Que maneira tenho de botar ordem aqui? “É um coronel.” Tá bom. (Falar) é um direito (deles). Fazer o quê?

Comenta Magnus Martins:

O repórter da Época que veio a Pernambuco e passou quase um mês entrevistando mais de 200 personagens para a capa da revista desta semana, que traz o governador Eduardo Campos (PSB) em destaque, saiu daqui boquiaberto.
Não encontrou um só político no campo da oposição com disposição de declarar guerra ou algo que desgostasse o socialista. Daí, a razão do título bem sugestivo: “Quem tem medo dele?”
A ideia da matéria era apontar o governador como um imperador, que governa com mão de ferro, deixando os poderes Legislativo e Judiciário reféns dos seus interesses.
Muita gente – leiam-se deputados desgostosos com o tratamento recebido, ex-aliados, neoaliados e tantos outros – deu dicas sob a garantia do off, mas a declaração mais dura partiu do tucano Daniel Coelho, que disse que o governador concilia práticas coronelistas com eficiência de gestão.
O senador Humberto Costa, ainda ressabiado com a derrota para Geraldo Júlio, também sinalizou endurecimento recorrendo aos ensinamentos de Maquiavel, de que o mandatário não deve ser amado, mas temido.
O quadro político em Pernambuco encontrado pelo repórter Luiz Maklouf Carvalho, enviado por Época, é fruto da absoluta e evidente inexistência de oposição. Nunca se viu algo igual. Até o senador Jarbas Vasconcelos, esmagado nas urnas pelo governador em 2010, se rendeu.
Na Assembleia, ninguém dá um pio. Daniel Coelho é andorinha solitária, que não faz verão, como diz a música. Com a eleição de Geraldo Júlio, Eduardo ficou mais poderoso e temido. Vai surgir alguém um dia com coragem cívica para enfrentar o governador?

O bloco governista é tão grande que se aparecer algum herói com tamanha disposição certamente sairá da própria base oficial e não da minúscula, medrosa e inoperante oposição de hoje.

Terrorismo eleitoral: Polícia do governador Eduardo Campos mantém jornalista preso desde a antevéspera do primeiro turno

O temor do Brasil. Na antevéspera das eleições do primeiro turno, o governo de Pernambuco prendeu o único jornalista que fazia oposição. Que estava a revelar os bastidores da campanha eleitoral, dos conchavos do governador Eduardo Campos com o prefeito petista do Recife João da Costa. Isso facilitou derrotar o candidato oficial do PT senador Humberto Costa, que tinha outro petista histórico como vice: o ex-prefeito e deputado federal João Paulo do PT de Lula.

Eduardo Campos devastou doze anos de mando petista no Recife, elegendo fácil seu candidato Geraldo Júlio logo no primeiro turno. Uma inesperada conquista que abriu caminho para outras vitórias neste segundo turno, e o lançamento não oficial de uma candidatura a presidente. Eduardo Campos já avisou que não tem vocação para vice, e que vai deixar o Palácio das Princesas em março de 2014. Não se sabe se vai disputar a presidência já ou em 2018.

O jornalista Ricardo Antunes continua em presídio de segurança máxima, incomunicável, proibido de receber visitas, ler jornais e escrever. A última matéria escrita no seu blogue é de 5 de outubro, dia de sua secreta prisão.

No dia 3, Ricardo Antunes escreveu: “Essa semana, Lavareda, jantou com o governador Eduardo Campos e discutiu o cenário eleitoral local e de outras cidades”.

Os dois não conversaram a prisão de Ricardo… (quem acredita?). No dia 5, a polícia conseguiu o feito de publicar na imprensa pernambucana e nacional o seguinte release: “O jornalista pernambucano Ricardo Antunes, 51 anos, foi preso pela Polícia Civil de Pernambuco, nesta sexta-feira (5), por volta das 15h30 . Ele é acusado de tentar extorquir o cientista político e marqueteiro Antônio Lavareda.

Segundo a assessoria de imprensa da Civil, o blog Leitura Crítica, assinado pelo jornalista, vinha publicando matérias ofensivas contra o marqueteiro. Ele teria exigido R$ 2 milhões para deixar de produzir as matérias. Foi quando a vítima procurou a polícia.

Eles marcaram um encontro no escritório do cientista político, na Ilha do Leite, no Recife, na tarde desta sexta, para efetuar a primeira parte do valor. Neste momento, foi dada voz de prisão ao jornalista.

O jornalista foi autuado em flagrante no Grupo de Operações Especiais (GOE) e deve ser encaminhado ainda esta noite para o Centro de Observação e Triagem Dr. Everardo Luna (Cotel)”.

Esta a “verdade” única e última. Fica valendo o precedente como legenda de terror. O Chile publica hoje a manchete a baixo:

Último artigo de Ricardo Antune antes de ser preso pela polícia do governador Eduardo Campos. Uma notícia por um milhão de dólares

HUMBERTO PISA NO CALO DA COMPESA

A reação avassaladora de defesa da PPP da Compesa por parte do governo estadual, que misturou sem o menor constrangimento a campanha institucional paga pelo contribuinte à campanha eleitoral, fez o senador Humberto Costa centrar seu fogo no tema novamente.

Humberto pode até ter conseguido chamar a atenção para o problema, que consiste no déficit inicial da operação que pode resultar ou no aumento de tarifa para o usuário, ou na necessidade de aporte de recursos por parte do governo, para garantir que a empresa concessionária não arque com o prejuízo.

Ricardo Antunes foi preso no dia 5 último, antevéspera das eleições. Incomunicável, está impedido de escrever. Ninguém sabe quando será solto. Vai continuar amordaçado até quando?

Ele foi preso por possuir uma notícia de UM MILHÃO DE DÓLARES. Que notícia vale um milhão de dólares?

O Brasil tivesse jornalismo investigativo, todo bom repórter procuraria descobrir.

Se existir tal notícia (!?@#$%&*) vai virar filme

TRE-PE diz que Humberto Costa foi detido após votar

Humberto Costa, fotografado por Clemilson Campos
Humberto Costa, fotografado por Clemilson Campos

Informa o Jornal do Comércio on line: O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) divulgou agora no final da tarde que o candidato do PT a prefeito do Recife Humberto Costa foi detido no final da manhã deste domingo (7) e logo em seguida liberado por estar com 300 camisas do partido que, com a distribuição, é caracterizada como crime eleitoral. Humberto votou no Colégio da Polícia Militar, no bairro do Derby.

“Na lista de detenções, da 8ª Zona Eleitoral do Recife, o nome de Humberto Costa aparece como detido”, disse Orson Lemos, assessor da Corregedoria do TRE. Contradizendo o Tribunal, a Polícia Militar informou que não existe registro com o nome do candidato. No último balanço parcial do TRE-PE, o nome de Humberto não havia aparecido na lista de detenções.

 

Senador Humberto Costa pretende roubar a beleza da CPI do Cachoeira

Qual o benefício de cassar o senador Demóstenes Torres?

Vários senadores foram cassados e voltaram. Idem deputados. Alguns, inclusive, são inquisitores na CPI do Cachoeira.

Ou pune todos ou nenhum. Escrevi: O Brasil precisa acabar com a catarse do bode expiatório. Prenderam o Cacciola e soltaram a quadrilha dele de dirigentes do Banco Central. Prenderam o juiz Lalau e a quadrilha dele, formada pelos empresários mais ricos de Brasília, continua em liberdade.

Com a cassação do senador Desmótenes, assume o suplente Wilder Morais, secretário de infraestrutura de Goiás.

Wilder Pedro de Morais
Wilder Pedro de Morais

Humberto Costa vai confundir a cabecinha linda de Andressa Alves Mendonça que é ou era casada com Wilder, o homem que ela largou para ficar com Cachoeira.

Se Andressa voltar para o marido, o Senado fica mais bonito. Com certeza.

Andressa
Andressa

Mas uma CPI sem musa é uma CPI sem inspiração.