Uma empresa para vender notas fiscais

 

Acontece adoidado. Em fundações. Em ONGs. E partidos políticos.

Os melhores negócios do Brasil: cobrar pedágio nas estradas e favelas. E vender notas frias.

Tem gente com mania de criar empresas. Não sei pra quê?

Em Natal, em um hotel zero estrela, o Chalezinho Francês, na Praia do Meio, existe uma suruba de empresas de propriedade de Christine Epaud, que tem três cidadanias, duas pensões, inclusive uma por invalidez na França.

Depois de morar onze anos em Paris, foi aposentada pelo governo do Rio Grande do Norte. E tem um pedido (precatório) de efetivação no Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte.

Essa Christine usa diferentes nomes. Era lotada no gabinete da presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Pelos poderes divinos da onipresença e onipotência.

Em Cachoeiro do Itaperim, a polícia descobriu a empresa ‘ABC Metas’, que foi criada para a emissão de notas fiscais, que eram passadas para diversas empresas.

Ofertas de “negócios” e transações financeiras de Christine Epaud. Promete resolver todo tipo de “problema judicial” no Brasil

Retrato internacional de Christine Epaud

christine epaud

Director Loan invest ltda, student of Law employee Tribunal of justice

Natal Area, Brazil 
Construction
Atual
  • Owner na solbrasils com ltda
  • Director of Loan investments ltda. And solbrasils ltdas naLoan investimentos ltda
  • Director of Loan investmento Ltda mane Solbrasils Ltda naSolbrasils ltda

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Formação acadêmica
  • Facex university natal
Conexões
88 conexões
Sites
  • Site da empresa
Perfil público
http://br.linkedin.com/pub/christine-epaud/40/313/38

Experiência

Owner

solbrasils com ltda

April 2005 – Present (7 years 4 months)

Director of Loan investments ltda. And solbrasils ltdas

Loan investimentos ltda

April 2005 – Present (7 years 4 months) Natal/Brasil I speak 7 language also.

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Director of Loan investmento Ltda mane Solbrasils Ltda

Solbrasils ltda

April 2005 – Present (7 years 4 months) Natal/Brasil

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Tribunal de Justice in Brasil

Saue Municipal Goverment

Government Agency; 11-50 employees; Government Administration industry

March 1982 – Present (30 years 5 months)

Formação acadêmica

Facex university natal

Master of Science (MS), Turisme

1991 – 1995

Informações adicionais

Sites:
Interesses:
Salling Properties, and maling documents, buildingnpopular houses.in Brasil
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christine epaud
Diretor de Crédito Invest Ltda, estudante de Direito empregado Tribunal de Justiça
Natal e redondezas, Brasil Construção
Atual
Proprietário Solbrasils Com. Ltda
Diretor de Empréstimo investimentos ltda. E Solbrasils ltda e Empréstimo Investimentos Ltda
Diretor de Crédito Ltda juba investimentos Solbrasils Ltda e Solbrasils ltda

Formação Acadêmica
Facex Universidade Natal

Site da Empresa
Perfil Público
http://br.linkedin.com/pub/christine-epaud/40/313/38

Experiência

proprietária
Sol Brasils Com. & Construção Ltda
Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses)

Diretor de Empréstimo Investimentos Ltda. E Sol Brasils Ltda
Empréstimo Investimentos Ltda
Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses) Natal / Brasil Falo 7 línguas também.

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Diretor de Empréstimo Investmento Juba Ltda Sol Brasils Ltda

Sol Brasils ltda
Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses) Natal / Brasil

Eu só quero que você informe tudo o que eu falar sete sua linguagem mais fácil de ter conexão para realy estados e Juridicaly.
Tribunal de Justiça no Brasil
Saue Goverment Municipal
Agência do Governo; 11-50 funcionários; Setor de Governo
Março de 1982 – Presente (30 anos 5 meses)

Estas informações estão na internet no Linked in. Confira. Clique aqui.

Estranho que uma funcionária do Tribunal de Justiça apareça na internet oferecendo, para diferentes países, tantas oportunidades de acordos de negócios, investimentos, empréstimos, solicitações de informações, lóbi etc.

Que o Conselho Nacional de Justiça, a Polícia Federal, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte investiguem as empresas citadas. Que transas foram realizadas com este anúncio publicitário. Idem as autoridades econômicas e financeiras.

Estranho que uma funcionária do judiciário seja proprietária de várias empresas. Já denunciei que Christine Epaud tem um suingue de empresas em um hotel de zero estrela. Mais empresas que os quartinhos do hotel Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal. Mais empresas do que funcionários.

Como funcionária da justiça vende os serviços “advocatícios” de resolver “todo tipo de problema judicial no Brasil”. Isso tem nome. Não sei como a presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e a ministra Eliana Calmon chamam tal oferta.

Fico confuso: que a mesma Christine Epaud, africana de nacionalidade brasileira, ora se diz funcionária da Secretaria de Administração do Governo do Estado do Rio Grande, ora pede reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte. Não sei se conseguiu este mágico feito, depois de mais de uma década de ausência, residindo em Paris. Também extraordinário, e escandaloso, e imoral, que seja funcionária do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Uma funcionária pública e proprietária e diretora de uma dezena de empresas.

Nesta terça-feira os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiros vão jurar inocência para o ministro Cesar Asfor Rocha

Os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro prestarão esclarecimentos oficiais pela primeira vez acerca das suspeitas de participação no esquema de desvios de precatórios dentro do Tribunal de Justiça do RN nesta terça-feira. Os dois irão prestar depoimento ao ministro do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, dentro do inquérito judicial aberto para apurar o fato. Afastados de suas funções no Tribunal de Justiça desde a última terça-feira, por determinação do ministro aprovada pela corte especial do STJ.

Juiz auxiliar fez o alerta à presidente

O esquema de desvio de recursos no setor de precatórios começou a ser investigado internamente em setembro do ano passado. Nos bastidores do TJRN comenta-se que o juiz auxiliar da desembargadora-presidente Judite Nunes, Guilherme Pinto, teria alertado sobre procedimentos irregulares no setor. A desembargadora, por sua vez, iniciou uma investigação interna que teria revelado a fraude, mas ainda não em sua totalidade. No dia 10 de janeiro deste ano foram publicadas no Diário Oficial da Justiça a exoneração de Carla Ubarana e a instalação da comissão interna de sindicância, presidida pelo desembargador Caio Alencar, o decanos do tribunal. “Assim que nós percebemos a gravidade dos fatos judicializamos a ação”, disse Caio, em entrevista ao Diario de Natal.

O Ministério Público Estadual foi acionado e no dia 31 de janeiro deflagrou a Operação Judas que prendeu Carla Ubarana e seu marido George Leal, além de três supostos laranjas e um funcionário do Banco do Brasil que não foi sequer indiciado.

Como funcionava o esquema fraudulento

Em depoimento, Carla Ubarana afirmou que agia com o consentimento do desembargador Osvaldo Cruz. O método utilizado para desviar os recursos era variado. Em alguns casos, a divisão de precatórios do TJRN vinculava processos inexistentes à contas judiciais e realizava pagamentos em nome de pessoas que nada tinham a receber. Outra forma de agir era relacionar o número de um processo real a um beneficiário forjado, ou seja, era aberta uma conta corrente em nome de alguém que não tinha absolutamente nada a ver com o processo. Até o momento, a justiça identificou quatro contas de supostos “laranjas” que serviam de passagem para o dinheiro. Os laranjas seriam Carlos Alberto Fasanaro, Carlos Eduardo Cabral Palhares de Carvalho, Cláudia Sueli Silva de Oliveira e Tânia Maria da Silva. Todos foram inocentados por Carla Ubarana em depoimento à justiça. Os pagamentos eram feitos por meio de guias, cheques, ou determinação de transferência bancária. Aos supostos laranjas, Carla e George diziam que o dinheiro era fruto de”medições” realizadas em obras da empresa de George Leal, a Glex Empreendimentos e Serviços Exclusivos.

Segundo o relato de Carla, essas pessoas sacavam o dinheiro de suas contas e entregavam a ela ou ao seu marido, o empresário George Leal. O próximo passo era a divisão do dinheiro entre os envolvidos. Carla Ubaran descreveu em seu depoimento como era feita a divisão do dinheiro. “O percentual nunca foi acertado. Ele (Rafael) recebia na mesma proporção que Osvaldo e até reclamava, dizendo que Osvaldo já tinha recebido por dois anos”. A entrega do dinheiro, segundo ela, era feita na garagem do Tribunal de Justiça e até mesmo dentro dos gabinetes dos desembargadores. “Já tive que entregar na garagem. Eu entregava o envelope a ele (Rafael) e ele, já dentro do carro, ia embora”.

Falta descobrir o destino do dinheiro

Falta muita coisa a descobrir. Carla Ubarana garantiu que todo o dinheiro que pegou  foi para construir uma luxuosa casa de praia, e gastar tudo o mais rápido possível. Não sobrou um tostão furado.

George Leal confirmou o gasto de R$ 1,2 milhão em viagens, quase sempre para Paris. “Nas últimas viagens nós gastamos mais porque os hotéis são muito caros. No início nós ficávamos em quartos com diárias de dois mil euros, mas já chegamos a ficar em um quarto que custava 11 mil euros a diária. Nós passávamos em média oito dias nesses hotéis”.

Esqueceu de revelar que também viajou a convite de Christine Epaud. E ficou no apartamento dela e do marido Gilles. E que estas viagens não eram precisamente turísticas. Tinham a finalidade de traficar o dinheiro roubado. Uma soma ainda desconhecida. É só quebrar o sigilo bancário de Christine Epaud, com livre trânsito na diretoria do Banco do Brasil em Natal, que uma parte dessa grana aparece, e coisas mais. Funcionários do banco também estiveram hospedados no apartamento de Christine e Gilles.

E pelo que sei, Christine manteve negócios suspeitos com os presidentes do TJ-RN. Através de suas empresas, apesar das aposentadorias por invalidez pelas previdências do Brasil (INSS) e da França (Cramif).

Onze anos afastada do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, e funcionária da Secretaria de Administração do Estado, morando em Paris, pediu sua reintegração no Tribunal de Contas, que rendeu ou vai lhe render um belo precatório. E uma terceira aposentadoria pelo Governo do Rio Grande do Norte ou Tribunal de Contas.

Onde os desembargadores esconderam suas botijas de ouro e prata? Que diabo fazia Christine nos gabinetes dos presidentes do Tribunal, além de ganhar todos os processos em que foi parte?

Quebra do sigilo bancário de Christine Epaud foi solicitada no escandaloso, vergonhoso, indecoroso caso da compra do Hotel Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal. O desembargador Aderson Silvino negou.

No processo que corre ou tramitou no Tribunal de Contas teve o direito à justica gratuita, assinando atestado de pobreza, quando é dona de perto de vinte empresas, algumas de fachada, com porteiras de entrada e saída de dinheiro.

Ainda na justiça do RN pediu a prisão do marido, pelo não pagamento de pensão alimentícia. O que realmente lhe interessava era uma ordem de prisão internacional. Conseguiu.  O marido está impedido de entrar no apartamento dele em Paris, quando a esposa vive maritalmente em Natal com um norueguês bilionário.

Tanzaniana, Chistine veio para o Brasil com Wilka da Silva, funcionário da Petrobrás na África, operador de máquinas. Pai de sua segunda filha. Christine que então usava o nome Wilka da Silva, ganhou a cidadania brasileira. Wilka morreu. Não sei para quem ficou a pensão dele. Se para a filha ou para Christine que, usando o nome de solteira, casou com Gilles no Brasil,  adquirindo a cidadania francesa. Ou melhor,  três passaportes valiosos para suas viagens de negócio. Esse segundo casamento, talvez rendeu a cidadania brasileira para Gilles.

Conheça as pessoas investigadas no Caso Judas e a defesa dos desembargadores.

Natal “paraíso do crime” internacional

Foto da reportagem Kriminelt eiendomsparadis, do DN.no Foto da reportagem Kriminelt eiendomsparadis, do DN.no

Quem matou Yngve Richardsen, perto de uma antiga aldeia de pescadores em Ponta Negra, no dia 12 de fevereiro de 2004?

Com este primeiro assassinato, Natal foi transformada em “paraíso do crime”, conforme apropriada denominação da imprensa da Noruega.

A polícia culpou dois pobres pescadores, e deu o caso por encerrado.

O morto fazia parte de uma quadrilha internacional, e estava envolvido com a grilagem de terras, onde foram construídos os espaços do atual turismo de luxo do Rio Grande do Norte.

Diz Geir Petter Borg, que “o bom amigo Richardsen fez dinheiro rápido, sim. Mas, dinheiro perigoso”.

Dinheirama grossa que desapareceu.

E suas propriedades? Parte foi conquistada por outros aventureiros, parte continua disputada entre parentes e quadrilheiros.

O assassinato ficou nas costas de dois pescadores. Caso seja verdade, viraram milionários…

Santiago Hounie, diretor da polícia, e representante da Interpol, revela sua preocupação com o crescente número de criminosos estrangeiros que buscam refúgio em Natal.

Denuncia que eles abrem empresas imobiliárias, compram lojas nos shoppings, e realizam os negócios da “vida noturna e prostituição”.

Quem intermedia a vinda dessa gentalha?

Aparecem sempre dois personagens do Chalezinho Francês. Christine “Epaud” e seu sócio e genro Thomaz Kristiansen.

– Não há dúvida que há risco no Brasil, alerta San Erik Nybakk, da Interpol de NCIS.

Além do Chalezinho Francês, conquistado em um “negócio” selado dentro de uma cadeia, e com dinheiro que ninguém sabe a origem nem o paradeiro, e tudo legalizado pela justiça do Rio Grande do Norte, existe um parque desportivo onde vivem vários criminosos, denuncia Nybakk.

Este parque foi usado como cemitério clandestino pelos irmãos Metralha. Leia a reportagem. Copie o texto, e traduza com o Google, e conheça os nomes das geladas almas sebosas encarnadas no sol de Natal.