Jornalista tem dia de descanso?

pintando o 7

Vamos ensinar as crianças a pintar o 7.

O sete corresponde aos sete dias da semana, aos sete planetas, aos 7 graus da perfeição, às sete pétalas da rosa. O sete é o número dos céus, dizia Dante.

O sétimo dia foi objeto de numerosas interpretações simbólicas no sentido místico. Esse dia em que Deus descansou após a Criação significa como que uma restauração das forças divinas na contemplação da obra executada. Esse descanso do sétimo dia marca um pacto entre Deus e o homem.

Na Europa medieval, dava-se muita importância aos grupos de sete: Havia sete dons do Espírito Santo, representados na arte gótica em forma de pomba; sete eram as virtudes, as artes e as ciências. Havia sete sacramentos, sete idades do homem, sete pecados capitais, sete pedidos expressos no Pai Nosso.

O sete simboliza a conclusão do mundo e a plenitude dos tempos. Segundo Santo Agostinho, ele mede o tempo da história, o tempo da peregrinação terrestre do homem. E que Deus reserva um dia para descanso.

O próprio homem é convidado pelo número 7 – que indica o descanso, a cessação do trabalho – a voltar-se para Deus, e a descansar somente nele.

A voltar-se para a família.

Não deixe ninguém lhe roubar este dia.
Reserve este dia para seus filhos. Sempre.
E neste domingo, venha para o Parque Dona Lindu.
Traga seus filhos ou netos. Para um aprendizado de brasilidade, de pernambucanidade, de patriotismo, de nacionalismo, de civismo, de liberdade, de fraternidade, de generosidade, de com pão eirismo, de igualdade, de amor ao próximo.

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Faruk Soyarat
Faruk Soyarat
Arcadio Esquivel
Arcadio Esquivel
Anne Derenne
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O perfil do bom jornalista que não sofre assédio judicial

Baseado em respostas de 2.731 jornalistas do Brasil e também do exterior, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) lançou estudo que mostra o perfil profissional de imprensa nacional. A pesquisa, elaborada por 18 pesquisadores, revela que 2/3 dos jornalistas brasileiros recebem até cinco salários mínimos e quase a metade (40,3%) trabalha mais de oito horas por dia.

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Os dados foram levantados entre 25 de setembro a 18 de novembro de 2012 (Imagem: Nathália Carvalho)

“Esses dados de jornada são realmente preocupantes. A legislação dos jornalistas é de cinco horas com, no máximo, duas horas-extras. Esse excesso do trabalho afeta muito a qualidade de vida dos jornalistas e a precariedade das redações no Brasil”, afirma Wanderlei Pozzebom, vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, que esteve presente no lançamento do estudo.

Os dados ainda mostram que 98% dos profissionais têm formação superior, sendo que 40,4% destes graduados possuem pós. Quando o assunto é desemprego, a taxa segue a mesmo do país, que fechou 2012 com 5,5%. Pelo menos 24,2% dos jornalistas são filiados a sindicatos, o que representa um a cada quatro profissionais do mercado.  No total, 55% atuam em mídia, 40% fazem atividades de assessoria de imprensa e os outros 5% dedicam-se predominantemente a área acadêmica.

Fonte: comunique-se. com

[A coisa fica mais feia quando o jornalista decide criar um blogue. Nas redações existe a censura do patronato. Nos blogues, a justiça cuida do politicamente correto.

Ser livre no Brasil é difícil, pra lá de difícil]

00cartao_jornalista_ vc está na pauta

 

Hora extra para as empregadas domésticas. Falta acabar com a escravidão no campo

Pagar horas extras ninguém paga. Empregada doméstica receber hora extra será mais uma lei para inglês ver. Depois do rasga da CLT, por Fernando Henrique, começou a funcionar o único banco que o trabalhador tem crédito: o Banco de Horas.

Também é preciso acabar com o trabalho escravo no campo. Principalmente nos latifúndios da lavoura de exportação.

O trabalhador carece de tempo para descanso, para dormir, para fazer amor, para cuidar das crias e para o lazer.

Hora Extra

Em Direito do trabalho, hora extra consiste no tempo laborado além da jornada diária estabelecida pela legislação, contrato de trabalho ou norma coletiva de trabalho.
Quando permitida, normalmente é paga com um valor adicional sobre a hora normal de trabalho.

Direito Brasileiro

No Brasil, o direito a este adicional está previsto nos arts. 7°, XVI, da Constituição Federal de 1988 e 59 da CLT.

Duração
A prestação de labor extraordinário tem o limite diário máximo de duas horas.
O art. 59 da CLT – “A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho” determinou que a prorrogação de jornada de trabalho não possa ser superior a 2 (duas) horas diárias.
É admissível a prorrogação deste limite, mediante situação de força maior, serviço inadiável ou prejuízos iminentes ao empregador. A referida exceção não é exposta de forma clara na lei (CLT art. 61), devendo ser utilizada com cautela e mantido em registro o fato que lhe deu causa, evitando assim eventual multa por parte da fiscalização.

Valor do adicional
Todo empregado que laborar em jornada elastecida terá direito a perceber um adicional de no mínimo 50% sobre o valor da hora normal, caso o trabalho seja efetuado de segunda a sábado, e de 100% aos domingos e feriados.
Esses percentuais podem ser elevados por vontade do empregador, acordo entre as partes ou instrumentos normativos.
Ao trabalhor menor de idade é vedado a prática de hora extra, salvo em condição excepcional de empregador.

Como calcular o valor da hora extra

Os empregadores não pagam horas extras. Relógio de ponto é piada

Os trabalhadores trabalham mais de oito horas por dia. E de graça.

Os sindicatos são vendidos. Idem as federações. Idem as centrais. As lideranças dos trabalhadores só pensam naquilo.
Eles não fiscalizam nada.

Hora extra é de graça. Tem empresa que troca por hora de descanso. No chamando banco de horas.

Veja que piada:

Apenas 117 empregadores se cadastraram no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para usar o novo sistema eletrônico de marcação de jornada de trabalho. De acordo com a Portaria nº 373, publicada em fevereiro deste ano, a utilização obrigatória do Registro Eletrônico de Ponto (REP) teria início no dia 1º de setembro. Dados do MTE mostram que, no Brasil, 700 mil empresas usam relógios eletrônicos de pontos para marcar horários de entrada e saída de seus funcionários.

Eles marcam sim. Para controle interno.

Acontece que, agora, as máquinas terão que emitir um comprovante em papel a cada marcação de ponto com todas as entradas e saídas dos empregados, para que os documentos possam servir de prova em futuras ações trabalhistas.

Qual empresa quer isso?
Cadê os sindicatos para exigir e fiscalizar? Cadê?
Leia mais. E veja, trabalhador: você ganha pouco, e salário baixo é roubo que vira lucro para as empresas. E trabalhar hora extra, sem receber nenhum tostão furado, é escravidão.

Aqui no Recife, fica a denúncia: no Shopping Center Recife, para um exemplo, todo empregado trabalha mais de oito horas todos os dias. Quando se sabe que hora extra é ocasional. Mas todos os dias, dias profanos e santos, isso tem vários nomes pra lá de infernais.
É exploração!
É coisa de escravocrata!
É falta de justiça!
É falta de governo!
É desumanidade!
É crueldade com os burros de carga!
É tratar o ser humano como bicho!
É coisa de campo de concentração!
Do capitalismo selvagem!
Bote selvagem nisso!