Papa Francisco: humanidade repudie para sempre a guerra

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Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recordou, no Angelus deste domingo, que 70 anos atrás, nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, se verificaram os “terríveis bombardeios atômicos” sobre Hiroshima e Nagasaki. Repropomos as palavras do Santo Padre:

“À distância de tanto tempo, esse trágico evento ainda suscita horror e repulsão. Ele tornou-se o símbolo do desmedido poder destrutivo do homem quando faz uso destorcido dos progressos da ciência e da técnica, e constitui uma advertência perene para a humanidade, a fim de que repudie para sempre a guerra e proíba as armas nucleares e toda arma de destruição em massa. Essa triste data nos chama, sobretudo, a rezar e a empenhar-nos pela paz, para difundir no mundo uma ética de fraternidade e um clima de serena convivência entre os povos. De toda a terra se eleve uma única voz: não à guerra, não à violência, sim ao diálogo, sim à paz! Com a guerra sempre se perde! O único modo de vencer uma guerra é não fazê-la!”

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Entrevistado pela Rádio Vaticano, o presidente do Instituto de Pesquisas Internacionais de Arquivo Desarmamento, Fabrizio Battistelli, traça um quadro sobre a situação da não-proliferação e sobre o objetivo do desarmamento:

Fabrizio Battistelli:- “Em alguns aspectos, a situação neste momento é positiva. O acordo entre os 5+1 (EUA, China, Rússia, França, Inglaterra e Alemanha) e o Irã representou um passo importante no tema do controle dos armamentos nucleares e, sobretudo, na prevenção de uma possível proliferação, ou seja, daquele processo mediante o qual países que não são autorizados a desenvolver tecnologias militares em campo nuclear, ao invés, violando as normas internacionais, fazem-no. Tivemos a Coreia do Norte; Índia e Paquistão já são potências nucleares e tudo leva a crer que também Israel disponha de uma cota de ogivas nucleares.”

RV: Dias atrás, por ocasião do aniversário do lançamento da primeira bomba – a que foi jogada sobre Hiroshima –, John Kerry reiterou a importância do acordo recentemente alcançado com o Irã sobre sua produção de energia nuclear, a fim de que certos fatos não se repitam…

Fabrizio Battistelli:- “Não se pode deixar de concordar com o secretário de Estado norte-americano. Todos concordam em considerar o acordo com o Irã um grande passo avante. Surpreendem algumas críticas que foram feitas: parece-me, sobretudo, um importantíssimo passo avante na direção de uma prevenção da proliferação nuclear.”

RV: As armas atômicas ainda são uma ameaça para o mundo?

Fabrizio Battistelli:- “São absolutamente uma ameaça para o mundo. O Tratado de não-proliferação prevê um dúplice processo: de um lado, a contenção da proliferação; ao mesmo tempo, o Tratado oferece a esses países a possibilidade e o compromisso que os países nucleares adotem medidas de desarmamento nuclear, no sentido de uma redução das ogivas nucleares disponíveis. Portanto, a renúncia a ampliar seus arsenais. Potencialmente, o mundo é sempre vulnerável.”

RV: Recentemente, causou perplexidade a discussão de uma proposta de lei sobre a diminuição das restrições às forças armadas no Japão, onde a paz é um valor defendido na Constituição…

Fabrizio Battistelli:- “É um precedente inquietante. É uma triste notícia o ato de o próprio Japão, que tinha uma linha muito rigorosa de desarmamento e de rejeição em relação à corrida armamentista, inclusive por muitos motivos de política internacional a nível regional – leia-se a competição com a China, país cada vez mais emergente –, renuncie essa sua posição pacifista que seguiu tradicionalmente durante 70 anos.”

RV: Segundo algumas interpretações, as bombas sobre Hiroshima e Nagasaki serviram para decretar o fim da II Guerra Mundial, mas a um preço altíssimo de vidas humanas…

Fabrizio Battistelli:- “O lançamento das duas bombas sobre Hiroshima e Nagasaki foi o último ato da II Guerra Mundial, mas foi também o início da III Guerra Mundial: a Guerra Fria. Essa é uma interpretação trágica, mas não totalmente infundada.”

RV: Passaram-se 70 anos desde então. Qual advertência resta, hoje, da tragédia de Hiroshima e Nagasaki?

Fabrizio Battistelli:- “A advertência sobre os limites da ação humana. Toda vez que o homem esquece seus deveres em relação aos outros homens e em relação à natureza, pode esquecer todo o mais; pode esquecer a sua natureza humana, os limites à própria ação que nós homens, diferentemente de outras espécies, podemos encontrar somente em nós mesmos.” (RL)

(from Vatican Radio)

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Estados Unidos, Ocidente e Coréia do Sul: “Provocadores de uma guerra nuclear”

Osvaldo Gutierrez Gomez
Osvaldo Gutierrez Gomez

A quem interessa uma guerra que vai matar 7o% da humanidade? Você está entre os sobreviventes?

O progresso do mundo hodierno dependeu de inventos militares, posteriormente adaptados para fins pacíficos.

Em uma entrevista ao Le Monde, em 1981, declarou o filósofo Michel Serres: “Hoje o político tem em mãos a violência absoluta, isto é, a bomba atômica. Nós não podemos fazer mais nada neste caso. A filosofia e o Estado estão separados. Pelas primeira vez desde Platão! Fazemos portanto o nosso retiro dizendo aos políticos: são vocês agora que têm nas mãos este futuro previsto de violência universal. De nossa parte, ficamos bobamente – e somos responsáveis por isso – com a esperança da humanidade. Eles ficaram com a destruição e nós ficamos com o resto”.

E acrescentou Serres: “O conhecimento estava de tal forma misturado ao poder e à violência, que o fim deste história foi Hiroshima. E ainda é Hiroshima. Ora, se há desafios na cultura, na filosofia, é de descobrir as condições de algo que vá além dessa data de vencimento, sempre adiada mais alguns milímetros. Nossa história é esse prazo de Hiroshima. Que é que fazem os políticos atualmente? Afastam esse prazo por um fim de semana, ou por mais uma semana, como as crianças que empurram com o pé sua madeira quando jogam amarelinha.Hiroshima está atrás de nós e à nossa frente. Isso não constitui um futuro. Mas se há uma esperança histórica, está além dessa data de vencimento, e é essa passagem que os filósofos devem negociar.

(…) Agora que o filósofo não está mais enredado no poder e na violência, agora que ele fica de fora, transformou-se no olho implacável que fita o príncipe e revela o seu engano. Não é mais parte atuante. Eu posso dizer ao príncipe: você tem a bomba atômica nas mãos, não tem nenhuma necessidade de mim. Mas, enquanto filósofo, eu sou aquele que mostra, que revela que você tem isso nas mãos e que de agora em diante só fará repetir-se indefinidamente. Não lhe restou mais do que isto: a destruição universal. Somos nós, de agora em diante, que mostraremos a nudez de todos os reis. O real fugiu deles, e vem em nossa direção”.

 

Ramses Morales Izquierdo
Ramses Morales Izquierdo
La multipolaridad se profundiza en América del Sur

 

 

 

A principio de mes ocurrió un acontecimiento de una enorme trascendencia Geopolítica, del cual los grandes medios de comunicación masivos han ninguneado y ocultado. Y es la declaración que formulara la “coalición gubernamental del Brasil” en un comunicado dirigido al embajador de Corea del Norte en Brasil – donde se califica a Estados Unidos, Occidente y Corea del sur como “provocadores de una guerra nuclear“. Esta información publicada en la web de Defensa.com, sitio destinado a tratar temas militares, de defensa, geopolíticos y de la industria afín, agrega: Es la primera vez que organizaciones gubernamentales llegan tan lejos en sus apreciaciones, máxime las hasta ahora excelentes relaciones de Seúl con Brasilia, que, sin embargo, no vio con buenos ojos la – hasta ahora ventajosa – aproximación de Corea del Sur con Perú y Colombia, amén de proponer un TLC  a Uruguay. Además, aviones y barcos surcoreanos están ingresando a las dotaciones de las Fuerzas Armadas andinas en forma bastante exitosa últimamente. Hasta aquí parte del articulo del sitio web mencionado, que se sorprende porque el gobierno de Dilma Rousseff, no había moderado el comunicado sino que además con su silencio indirectamente avala el mismo.Este nuevo posicionamiento de Brasil en un mundo en conflicto y trasformación es la consecuencia lógica de su cambio de estatus, ya que supero su escalón de país en desarrollo al de Potencia Emergente, e integra el Grupo BRICS que ha pasado de ser un proyecto intangible a conformar una importante plataforma geopolítica singular en el nuevo mundo multipolar que se avecina, constituyendo un rival geoestratégico del viejo orden internacional implantado por Occidente. Y como bien lo grafica nuestro colega el Dr. Miguel A. Barrios este es: “Giro historico-estrategico del Brasil, pensado y analizado desde Itamaraty. Brasil es una cancillería que cambia presidentes. Solo Brasil, lo puede hacer y lo hizo. Helio Jaguaribe, Moniz Bandeira y Pinheiro Guimarães, son algunos de los maestros que colaboraron y colaboran para crear la base de un pensamiento brasilero estratégico”.

Este giro histórico estratégico es consecuencia, no solo por su nuevo estatus de Potencia emergente, sino que es el resultado de un profundo análisis de la realidad mundial y los nuevos desafíos que se les impone a los países que intentan salir del rol que le determina el “destino manifiesto norteamericano” y que en los últimos días el Secretario de Estado norteamericano Kerry volvió a hacer referencia, diciendo que USA debía volver sus pasos sobre “su Patio Trasero” para asegurar el mismo a sus intereses geoestratégicos y geoeconómicos, y seguramente Itamaraty incluye en su análisis, el plan “Eje Asiático” creado por el Pentágono, que significa el inicio de la política de contención militar contra China y el traslado de las prioridades geoestratégicas occidentales del Medio Oriente al Pacífico asiático. Sin olvidar que desde el fin de la Guerra Fría las Resoluciones del Consejo de Seguridad de la ONU pasaron de 600 en casi 40 años a 1300 en 23 años de post Guerra Fría. Lo que nos lleva a comprender la importancia de esta nueva posición de Brasil, que debe ser analiza profundamente por las cancillerías regionales y Gobiernos, porque es un cambio de gran importancia en el camino hacia el nuevo Orden Mundial y que profundiza el modelo multipolar en nuestra región.

 

Gianfranco Uber
Gianfranco Uber

Hiroshima e Nagasaki: 240 mil mortes. Uma guerra na Coréia atingirá 70% da humanidade

Que alguma autoridade mundial desminta a previsão: uma segunda guerra nuclear atingirirá “70% da população mundial”.

Fídel Castro chamou de conflito “incrivel e absurdo a situação criada na penísula da Coréia, uma área geográfica onde se agrupam quase 5 dos 7 bilhões de pessoas que, neste momento, habitam o planeta”.

“Se começar um conflito, os povos de ambas as partes da península serão terrivelmente sacrificados, sem benefícios para nenhum dos dois”, avisou o ex-presidente do Comité Central do Partido Comunista de Cuba.

 HIROSHIMA
A nuvem de cogumelo sobre Hiroshima após a queda da Little Boy
A nuvem de cogumelo sobre Hiroshima após a queda da Little Boy (Menininho)
Bandeira de Hiroshima
Bandeira de Hiroshima

Em uma segunda-feira, 6 de agosto de 1945, às 8 horas e 15 minutos da manhã, a bomba atômica “Little Boy” foi lançada sobre Hiroshima por um bombardeiro B-29 americano, o Enola Gay, matando instantaneamente por volta de 80 mil pessoas. Ao final do ano, ferimentos e a radiação causaram um total de 90 a 140 mil vítimas. Aproximadamente 69% das construções da cidade foram completamente destruídas e cerca de 7% foi severamente danificada.

Pesquisas sobre os efeitos do ataque foram restritas durante a Ocupação do Japão e as informações censuradas até a assinatura do Tratado de São Francisco em 1951, devolvendo o controle do país para os japoneses.

O oleandro é a flor official da cidade de Hiroshima pois foi a primeira a florescer depois da explosão da bomba atômica de 1945.

Oleandro
Oleandro

NAGASAKI

A explosão da Fat Man em 9 de agosto de 1945
A explosão da Fat Man (Homem Gordo) em 9 de agosto de 1945
Bandeira de Nagasaki
Bandeira de Nagasaki

Na manhã de 9 de Agosto de 1945, a tripulação do avião dos E.U.A. B-29 Superfortress, baptizado de Bockscar, pilotado pelo Major Charles W. Sweeney e carregando a bomba nuclear de nome de código Fat Man, deparou-se com o seu alvo principal, Kokura, obscurecido por nuvens. Após três vôos sobre a cidade e com baixo nível de combustível devido a problemas na sua transferência, o bombardeiro dirigiu-se para o alvo secundário, Nagasaki – a maior comunidade cristã do Japão.

De acordo com a maior parte das estimativas, cerca de 40 mil dos 240 mil habitantes de Nagasaki foram mortos instantaneamente, e entre 25 mil e 60 mil ficaram feridos. No entanto, crê-se que o número total de habitantes mortos poderá ter atingido os 80 mil, incluindo aqueles que morreram, nos meses posteriores, devido a envenenamento radiativo.

Fonte: Wikipédia/ Google/ agências

Selos do Apocalipse

por Talis Andrade

João XXIII
João XXIII

 

A NOVA ESCRAVIDÃO

(Profecia do Papa João XXIII)

 

A grande arma explodirá no Oriente

deixando eternas chagas

Esta imprudente covardia

sobre a carne do mundo

jamais será cancelada

A grande arma

inútil para a guerra

possui a única finalidade

de apavorar as nações

 

Falar-se-á de paz

mas as armas estarão sempre ocultas

A águia o urso o tigre

há um longo tempo armazenam ogivas nucleares

nas entranhas de submarinos e aviões

 

Nas entranhas da terra

no fundo do mar

nas frias luas que escurecem o céu

mochos metálicos chocam os ovos da morte

 

Homens voarão ao céu

e os homens se entusiasmarão

Deveriam chorar

O mal conquista o céu

para golpear a terra

Deveriam chorar

In livro inédito Selos do Apocalipse

 

 

Dime con quién te asesoras

Este artigo é importante, não tanto pelas denúncias que jamais serão confirmadas, como acontece no Brasil com os “assassinatos” de Siqueira Campos, Getúlio Vargas, Juscelino, Jango, Carlos Lacerda, delegado Fleury e outros.

Nestas eleições municipais nada se sabe dos marqueteiros comprados, tipo Duda Mendonça, e das fraudadas pesquisas de opinião pública. Idem os principais financiadores de campanhas.

Escreve Manuel E. Yepe:

En esta etapa de la campaña electoral, apenas puede negarse que Mitt Romney y Barack Obama sean prácticamente idénticos en todos los sentidos. En cuanto a sus posiciones en materia de salud pública, austeridad económica y perpetuidad de las guerras, el aspirante y el Presidente son dos imágenes idénticas en un mismo espejo.Lo anterior es la opinión del analista estadounidense Brandon Turbeville, de Carolina del Sur, en un artículo que publica la revista digital Activist Post en vísperas de las elecciones presidenciales de su país.Turbevile aprecia que hay identidad en cuanto a la expansión de las guerras y las masacres masivas; las diferencias están en que Obama las promueve mediante engaños y acciones encubiertas, y la psicosis de guerra de Mitt Romney se manifiesta mucho más abiertamente. “La carrera de Romney hacia una tercera guerra mundial -potencialmente termonuclear – no podría ser más clara”.

El equipo de política exterior de Romney estará integrado por neoconservadores que fueron parte del equipo de Bush, a los que se sumarán otros rabiosos halcones de guerra, sionistas e imperialistas, dice el analista.

Entre todos ellos, sobresale el neoconservador Dov Zakheim, considerado por algunos autor intelectual principal de los fatídicos actos terroristas del 11 de septiembre de 2001. Se asegura que será su asesor superior.

Turbeville recuerda que el diez de septiembre de 2001, el entonces Secretario de Defensa y jefe del Pentágono, Donald Rumsfeld, ofreció una conferencia de prensa en la que informó que del Pentágono se habían desaparecido 2.3 mil millones de dólares. (La periodista e informante de la CIA Susan Lindauer ha asegurado que la suma desaparecida era de 9.1 mil millones). Transcrevi trechos. Leia mais.

Uma terceira guerra mundial é o Apocalipse. Sua história jamais será contada.
Michel Serres, em entrevista ao Le Monde, em 10 de maio de 1981, falou que “hoje o político tem em mãos a violência absoluta, isto é, a bomba atômica. Nós não podemos fazer mais nada neste caso”.
Revela o filósofo: “O conhecimento estava de tal forma misturado ao poder e à violência, que o fim dessa história foi Hiroshima. E ainda é Hiroshima. Ora, se há desafios na cultura, na filosofia, é no sentido de descobrir as condições de algo que vá além dessa da data de vencimento, sempre adiada mais alguns milímetros. Nossa história é esse prazo de Hiroshima. Que é que fazem os políticos atualmente? Afastam esse prazo para um fim de semana, ou por mais uma semana, como as crianças que empurram com o pé sua madeira quando jogam amarelinha. Hiroshima está atrás de nós e à nossa frente. Isso não constitui um futuro”.
Para Michel Serres, se há uma esperança histórica “está além dessa data de vencimento, e é essa passagem que os filósofos devem negociar”. Para tanto, neste mundo hodierno, existe o cientista político que, no Brasil, está mais preocupado com a arte de ganhar dinheiro mais rápido e fácil. Viraram aduladores dos governantes.
Os primeiros cientistas políticos foram os profetas e os criadores de utopias. Serres afirma: “Acredito fundamentalmente que, em matéria de Antropologia, é a história das religiões que têm os conteúdos mais concretos, carnais, globais. (…) Sou um leitor assíduo de Homero, de Virgílio, de toda a Antiguidade grego-latina e também dos profetas de Israel que, para mim, inventaram a noção de História”.
E acrescenta:
“Eu posso dizer ao príncipe: você tem a bomba atômica nas mãos, não tem nenhuma necessidade de mim. Mas, enquanto filósofo, eu sou aquele que mostra, que revela que você tem isso nas mãos e que de agora em diante só fará reperti-se indefinidamente. Não lhe restou mais do que isto: a destruição universal. Somos nós, de agora em diante, que mostraremos a nudez absoluta de todos os reis. O real fugil deles, e vem em nossa direção”.
O real e a visão do futuro é a fala profética.

Os corruptos da saúde matam

Sem contar os que morrem sem receber socorro médico nas filas dos Sus. Sem contar os que morrem por causa desconhecida. Sem contar os que morrem por erro médico. O sucatado e corrupto sistema de saúde brasileiro trucida. Chacina. Mais de cem mil brasileiros morrem, por ano, de infecção hospitalar. A estatística oficial sempre minimiza seus crimes. Isso é um holocausto. A bomba de Hiroshima matou 140 mil pessoas.