Terrorismo policial se baseia na declaração de uma guerra interna

Com a desculpa de combate ao terrorismo, o mundo ocidental e cristão, cada vez mais realiza crimes que, na guerra fria, pós Segunda Grande Guerra Mundial, culpava como propaganda os governos comunistas da União Soviética,  China e Cuba, apontados exemplos de regimes perversos e inimigos da Liberdade, da Fraternidade e da Democracia.

É o que acontece hoje nos Estados Unidos:  A polícia classifica você. Diz quem você é. Não importa que a alegação seja falsa.

Todo inquérito com juízo de valor é imoral, sinaliza a existência do terrorismo da polícia.

Todo braço armado do poder, que separa os maus cidadãos dos bons, considerando a existência de uma guerra interna, comprova que o país vive em um sistema político de exceção. E poderes como o legislativo e o judiciário passam a ser enfeites, adornos de uma democracia que não existe.

Toda ditadura luta contra inimigos visíveis e invisíveis. Quando tudo constitui uma armação, mortífero embate contra inimigos fictícios.

O imaginário supera o real na criação do medo, na caça às bruxas, no prende e arrebenta.

No Brasil, as polícias militares, comandadas pelos governadores, realizam julgamentos sumários nos guetos das favelas, engavetam inquéritos, e criam novelescos processos que a justiça legaliza.

Temos a aberração da justiça com o poder de polícia, e a polícia com o poder de justiça.

As polícias e as justiças estaduais são poderes localizados na República Federativa do Brasil. Poderes advindos da ditadura militar de 64. Poderes que, nos Estados Unidos são nacionais e internacionais, sendo mais conhecidos os exercidos em nome das siglas FBI e CIA.

 

Journalist Barrett Brown sentenced to 63 months in federal prison, must pay $890K in restitution

The intelligence and security journalist has already served more than two years in prison for charges related to his proximity to sources within the hacktivist entity known as Anonymous.

by Xeni Jardin

 

jornalista

A court in Dallas has sentenced Barrett Brown to 63 months in federal prison, minus 28 months already served. For count one in the case, he receives 48 months. For count 2, he receives 12 months. And for count 3, he receives 3 months. He is also ordered to pay $890,000 in restitution.

The government’s charges against the intelligence and security reporter stemmed from his relationship with sources close to the hacker group Anonymous, and the fact that Brown published a link to publicly-available copies of leaked Stratfor documents.

Brown read a statement to the court during the sentencing hearing, and you can read that statement in entirety here.

“Journalists are especially vulnerable right now, Your Honor, and they become more so when the FBI feels comfortable making false claims about them,” Brown wrote:

Deny being a spokesperson for Anonymous hundreds of times, and you’re still a spokesperson for Anonymous. Deny being a journalist once or twice, and you’re not a journalist. What conclusion can one draw from this sort of reasoning other than that you are whatever the FBI finds it convenient for you to be at any given moment. This is not the “rule of law”, Your Honor, it is the “rule of law enforcement”, and it is very dangerous.

From our earlier coverage:

Brown originally faced more than a century in prison on a swathe of charges relating hacks targeting corporations. He admitted lesser crimes to reduce his possible sentence to 8½ years.

Published in Vanity Fair, The Guardian and elsewhere, Brown is often described as an “unofficial spokesperson” for the Anonymous collective, which he denies. He founded Project PM, a website intended to collate publicly-leaked information for use by journalists and activists.

Among the secrets exposed were collaborative efforts between the government and private contractors to monitor social networks, and to develop online surveillance systems.

Brown, 33, was arrested in 2012 after his and his mothers’ homes were raided and he used “threatening” language toward FBI officers in a response posted to YouTube. He was subsequently accused of working with the hackers whose efforts yielded a huge tranche of embarrassing and revealing information concerning misbehavior and sleaze at U.S. government contractors.

Among the charges was the claim that merely linking to the leaked information was illegal—an alleged crime for which prosecutors sought decades in prison and which roused the interest of press freedom groups.

He ultimately signed a plea deal on three lesser charges: transmitting a threat, trying to hide a laptop computer during a raid, and to being “accessory after the fact in the unauthorized access to a protected computer.” He spent a year awaiting trial in federal prison, and was subject to a 6-month gag order prohibiting him from discussing his case with the media.

Tweets from observers, activists, and journalists present at today’ sentencing hearing in the Dallas courtroom follow.

 

 

 

Fim de uma era, uma nova civilização ou o fim do mundo?

Existirá-uma-terceira-guerra-mundial1

por Leonardo Boff

Há vozes de personalidades de grande respeito que advertem que estamos já dentro de uma Terceira Guerra Mundial. A mais autorizada é a do Papa Francisco. No dia 13 de setembro deste ano, ao visitar um cemitério de soldados italianos mortos em Radipuglia perto da Eslovênia disse:”a Terceira Guerra Mundial pode ter começado, lutada aos poucos com crimes, massacres e destruições”. O ex-chanceler alemão Helmut Schmidt em 19/12/2014 com 93 anos adverte acerca de uma possível Terceira Guerra Mundial, por causa da Ucrânia. Culpa a arrogância e os militares burocratas da União Européia, submetidos às políticas belicosas dos USA. George W. Bush chamou a guerra ao terror, depois dos atentados contra as Torres Gêmea, de “World War III”. Eliot Cohen, conhecido diretor de Estudos Estragégicos da Johns Hopkins University, confirma Bush bem como Michael Leeden, historiador, filósofo neoconservador e antigo consultor do Conselho de Segurança dos USA que prefere falar na Quarta Guerra Mundial, entendendo a Guerra-Fria com suas guerras regionais como já a Terceira Guerra Mundial. Recentemente (22/12/2014) conhecido sociólogo e analista da situação do mundo Boaventura de Souza Santos escreveu um documentado artigo sobre a Terceira Guerra Mundial (Boletim Carta Maior de 22/12/2014). E outras vozes autorizadas se fazem ouvir aqui e acolá.

A mim me convence mais a análise, diria profética, pois está se realizando como previu, de Jacques Attali em seu conhecido livro Uma breve história do futuro (Novo Século, SP 2008). Foi assessor de François Mitterand e atualmente preside a Comissão dos “freios ao crescimento”. Trabalha com uma equipe multidisciplinar de grande qualidade. Ele prevê três cenários: (1) o superimpério composto pelos USA e seus aliados. Sua força reside em poder destruir toda a humanidade. Mas está em decadência devido à crise sistêmica da ordem capitalista. Rege-se pela ideologia do Pentágo do”full spectrum dominance”(dominação do espectro total) em todo os campos, militar, ideológico, político, econômico e cultural. Mas foi ultrapassado economicamente pela China e tem dificuldades de submeter todos à lógica imperial. (2) O superconflito: com a decadência lenta do império, dá-se uma balcanização do mundo, como se constata atualmente com conflitos regionais no norte da Africa, no Oriente Médio, na Africa e na Ucrânia. Esses conflitos podem conhecer um crescendo com a utilização de armas de destruição em massa (vide Síria, Iraque), depois de pequenas armas nucleares (existem hoje milhares no formato de uma mala de executivo) que destroem pouco mas deixam regiões inteiras por muitos anos inabitáveis devido à alta radioatividade. Pode-se chegar a um ponto com a utilização generalizada de armas nucleares, químicas e biológica em que a humanidade se dá conta de que pode se auto-destruir. E então surge (3) o cenário final: a superdemocracia. Para não se destruir a si mesma e grande parte da biosfera, a humanidade elabora um contrato social mundial, com instâncias plurais de governabilidade planetária. Com os bens e serviços naturais escassos devemos garantir a sobrevivência da espécie humana e de toda a comunidade de vida que também é criada e mantida pela Terra-Gaia.

Se essa fase não surgir, poderá ocorrer o fim da espécie humana e grande parte da biosfera. Por culpa de nosso paradigma civilizatório racionalista. Expressou-o bem o economista e humanista Luiz Gonzaga Belluzzo, recentemente: “O sonho ocidental de construir o hábitat humano somente à base da razão, repudiando a tradição e rejeitando toda a transcendência, chegou a um impasse. A razão ocidental não consegue realizar concomitantemente os valores dos direitos humanos universais, as ambições do progresso da técnica e as promessas do bem-estar para todos e para cada um”(Carta Capital 21/12/2014). Em sua irracionalidade, este tipo de razão, construi os meios de dar-se um fim a si mesma.

O processo de evolução deverá possivelmente esperar alguns milhares ou milhões de anos até que surja um ser suficientemente complexo, capaz de suportar o espírito que, primeiro, está no universo e somente depois em nós.

Mas pode também irromper uma nova era que conjuga a razão sensível (do amor e do cuidado) com a razão instrumental-analítica (a tecnociência). Emergirá, enfim, o que Teilhard de Chardin chamava ainda em 1933 na China a noosfera: as mentes e os corações unidos na solidariedade, no amor e no cuidado com a Casa Comum, a Terra. Escreveu Attali:”quero acreditar, enfim, que o horror do futuro predito acima, contribuirá para torná-lo impossível; então se desenhará a promessa de uma Terra hospitaleira para todos os viajantes da vida (op.cit. p. 219).

E no final nos deixa a nós brasileiros esse desafio:”Se há um país que se assemelha ao que poderia tornar-se o mundo, no bem e no mal, esse país é o Brasil”(p. 231).

Pavel Constantin
Pavel Constantin

Livro relata envolvimento de FHC com a CIA

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Está esgotado nas duas maiores livrarias do Rio o livro da escritora Frances Stonor Saunders Quem pagou a conta? A CIA na Guerra Fria da cultura, no qual o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é acusado, frontalmente, de receber dinheiro da agência norte-americana de espionagem, para ajudar os EUA a “venderem melhor sua cultura aos povos nativos da América do Sul”.

O exemplar, cujo preço varia de R$ 72 a R$ 75,00, leva entre 35 e 60 dias para chegar ao leitor, mesmo assim, de acordo com a disponibilidade no estoque. O interesse sobre a obra da escritora e ex-editora de Artes da revista britânica The New Statesman, no Brasil, pode ser avaliado ao longo dos cinco anos de seu lançamento.

Quem pagou a conta?, segundo os editores, recebeu “uma ampla cobertura pela mídia quando foi lançado no exterior”, em 1999. Na obra, Frances Stonor Saunders narra em detalhes como e por que a CIA, durante a Guerra Fria, financiou artistas, publicações e intelectuais de centro e centro-esquerda, num esforço para mantê-los distantes da ideologia comunista. Cheia de personagens instigantes e memoráveis, entre eles o ex-presidente brasileiro, “esta é uma das maiores histórias de corrupção intelectual e artística pelo poder”.

“Não é segredo para ninguém que, com o término da Segunda Guerra Mundial, a CIA passou a financiar artistas e intelectuais de direita; o que poucos sabem é que ela também cortejou personalidades de centro e de esquerda, num esforço para afastar a intelligentsia do comunismo e aproximá-la do American way of life.

No livro, Saunders detalha como e por que a CIA promoveu congressos culturais, exposições e concertos, bem como as razões que a levaram a publicar e traduzir nos Estados Unidos autores alinhados com o governo norte-americano e a patrocinar a arte abstrata, como tentativa de reduzir o espaço para qualquer arte com conteúdo social.

Além disso, por todo o mundo, subsidiou jornais críticos do marxismo, do comunismo e de políticas revolucionárias. Com esta política, foi capaz de angariar o apoio de alguns dos maiores expoentes do mundo ocidental, a ponto de muitos passarem a fazer parte de sua folha de pagamentos”.

As publicações Partisan Review, Kenyon Review, New Leader e Encounter foram algumas das publicações que receberam apoio direto ou indireto dos cofres da CIA.

Entre os intelectuais patrocinados ou promovidos pela CIA, além de FHC, estavam Irving Kristol, Melvin Lasky, Isaiah Berlin, Stephen Spender, Sidney Hook, Daniel Bell, Dwight MacDonald, Robert Lowell e Mary McCarthy, entre outros.

Na Europa, havia um interesse especial na Esquerda Democrática e em ex-esquerdistas, como Ignacio Silone, Arthur Koestler, Raymond Aron, Michael Josselson e George Orwell.

O jornalista Sebastião Nery, em 1999, quando o diário conservador carioca Tribuna da Imprensa ainda circulava em sua versão impressa, comentou em sua coluna que não seria possível resumir a obra em tão pouco espaço: “São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas”, afirmou.

Fonte: Jornal Correio do Brasil

“El mundo está cerca de una guerra nuclear”

Declaraciones del intelectual estadounidense Noam Chomsky

 

Tomas
Tomas

 

El estallido de una guerra nuclear, aunque sea de forma inintencionada, es posible debido a las peligrosas interacciones entre los países, afirmó Noam Chomsky a RT.

“El mundo ha estado desgraciadamente a punto de sufrir una guerra nuclear en el pasado y esto podría suceder de nuevo al haber caído Rusia y Occidente en lo que parece ser otra Guerra Fría”, afirmó el lingüista, filósofo y activista estadounidense Noam Chomsky en el programa ‘Sophie&Co’ de RT.

“Una vez que la OTAN ha expandido sus fronteras para llegar hasta Rusia, su misión ha cambiado mucho desde su fundación”, dijo Chomsky, añadiendo que “ahora su objetivo es alcanzar el control global de los sistemas de energía, en lugar de velar por el mantenimiento del equilibrio militar intergubernamental”.

“El peor de los escenarios, por supuesto, sería una guerra nuclear, que sería terrible. Los estados que la iniciaran serían eliminados por sus consecuencias. Ese sería el peor caso. Ha llegado a estar alarmantemente cerca en varias ocasiones en el pasado. Y podría ocurrir nuevamente, pero no por ser planeada, sino por las peligrosas interacciones que se llevan a cabo”, dijo Chomsky a la presentadora Sophie Shevardnadze.

Asimismo, Chomsky afirma que la situación general de inestabilidad se ha visto empeorada por la implicación de Estados Unidos en los asuntos de Oriente Medio catalizando así los conflictos regionales,con acciones como las llevadas a cabo en Irak que el filósofo compara con “un golpe de un mazo”.

 

Iván Lira
Iván Lira

Premiê ucraniano acusa Rússia de querer a ‘terceira guerra mundial’, que jamais existirá. Seria a última e o fim da humanidade

Kiev, por Alfredo Martirena
Kiev, por Alfredo Martirena

As bombas nucleares são inúteis para uma guerra. Servem apenas como garantia de que um país do fechado clube de nações atômicas jamais será invadido.

Esta a razão da Guerra Fria, que durou do final da Segunda Guerra Mundial (1945)  à extinção da União Soviética (1991), entre os Estados Unidos e a Rússia nunca ter esquentado.

O Papa João XXIII escreveu, em 1935, na Turquia, fatos que deverão ocorrer até o ano de 2033. Duas de suas profecias transformei em poemas inéditos em livro, que espero publicar este ano.

 

A NOVA ESCRAVIDÃO
(Profecia do Papa João XXIII)

Por Talis Andrade

 

A grande arma explodirá no Oriente

deixando eternas chagas

Esta imprudente covardia

sobre a carne do mundo

jamais será cancelada

A grande arma

inútil para a guerra

possui a única finalidade

de apavorar as nações

.

Falar-se-á de paz

mas as armas estarão sempre ocultas

A águia o urso o tigre

há um longo tempo armazenam ogivas nucleares

nas entranhas de submarinos e aviões

.

 

Nas entranhas da terra

no fundo do mar

nas frias luas que escurecem o céu

mochos metálicos chocam os ovos da morte

 

.

Homens voarão ao céu

e os homens se entusiasmarão

Deveriam chorar

O mal conquista o céu

para golpear a terra

Deveriam chorar

 

As conflitos são localizados, e com armas convencionais, sejam invasões colonialistas ou guerras internas financiadas por países do Primeiro Mundo.

Mali bombas

Mente o primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, quando propaga que a Rússia está disposta a iniciar a Terceira Guerra Mundial. Segundo o premiê, o governo russo tem apoiado as manifestações separatistas no leste do país.

Arseni vê as últimas ações da Russia como uma forma de afrontar a soberania do povo ucraniano. “O europeu ainda não esqueceu a Segunda Guerra e as recentes ações de Putin é querer reviver o horror pelo que o mundo passou”, afirma.

O premier fez um apelo para que a comunidade internacional se posicione contra ao apoio russo aos movimentos separatistas e terroristas pois ao fazer isso, a Rússia comete crimes internacionais.

O ministro da Defesa ucraniano, Mykhailo Koval, afirmou que o exército russo tem realizado inúmeras ações militares na fronteira com o país e em muitos casos, ficam a menos de um quilômetro de distância. Além dos soldados, Koval informou que helicópteros também têm feito das operações russas e, segundo, a Ucrânia está preparada para revidar a qualquer ataque que a Rússia tente fazer.

O clima de instabilidade política na Ucrânia e a tensão com a Rússia, sobretudo após a anexação da Criméia, deram início a movimentos separatistas com idéias afins às russas. Koval assegura que a partir de agora, o país combaterá a qualquer tentativa de independência dentro do país.

Pró-Ocidente, na concepção do governo provisório ucraniano, terrorista é todo o cidadão ucraniano que possui um posicionamento favorável à Rússia.

 

A TERRA ESTÁ MUDANDO
(Profecia do Papa João XXIII)

por Talis Andrade

 

As luzes do céu
azuis vermelhas verdes velozes
naves celestiais
descerão das nuvens

Alguém que vem de longe
deseja contatar os homens da terra
trazendo uma mensagem de paz
a cura para a grande peste

Alguém que vem de longe
tenciona mostrar um sentido para a vida
além do fugaz prazer das drogas
e da beleza dos jovens além
da presumida sabedoria dos velhos

Deixarão os homens de adorar o deus da guerra
para apertar a mão de alguém que vem de longe
De adorar o deus do ouro para ouvir a voz
de um ser que vem de longe

Os homens não vêem a terra está mudando

Estados Unidos, Ocidente e Coréia do Sul: “Provocadores de uma guerra nuclear”

Osvaldo Gutierrez Gomez
Osvaldo Gutierrez Gomez

A quem interessa uma guerra que vai matar 7o% da humanidade? Você está entre os sobreviventes?

O progresso do mundo hodierno dependeu de inventos militares, posteriormente adaptados para fins pacíficos.

Em uma entrevista ao Le Monde, em 1981, declarou o filósofo Michel Serres: “Hoje o político tem em mãos a violência absoluta, isto é, a bomba atômica. Nós não podemos fazer mais nada neste caso. A filosofia e o Estado estão separados. Pelas primeira vez desde Platão! Fazemos portanto o nosso retiro dizendo aos políticos: são vocês agora que têm nas mãos este futuro previsto de violência universal. De nossa parte, ficamos bobamente – e somos responsáveis por isso – com a esperança da humanidade. Eles ficaram com a destruição e nós ficamos com o resto”.

E acrescentou Serres: “O conhecimento estava de tal forma misturado ao poder e à violência, que o fim deste história foi Hiroshima. E ainda é Hiroshima. Ora, se há desafios na cultura, na filosofia, é de descobrir as condições de algo que vá além dessa data de vencimento, sempre adiada mais alguns milímetros. Nossa história é esse prazo de Hiroshima. Que é que fazem os políticos atualmente? Afastam esse prazo por um fim de semana, ou por mais uma semana, como as crianças que empurram com o pé sua madeira quando jogam amarelinha.Hiroshima está atrás de nós e à nossa frente. Isso não constitui um futuro. Mas se há uma esperança histórica, está além dessa data de vencimento, e é essa passagem que os filósofos devem negociar.

(…) Agora que o filósofo não está mais enredado no poder e na violência, agora que ele fica de fora, transformou-se no olho implacável que fita o príncipe e revela o seu engano. Não é mais parte atuante. Eu posso dizer ao príncipe: você tem a bomba atômica nas mãos, não tem nenhuma necessidade de mim. Mas, enquanto filósofo, eu sou aquele que mostra, que revela que você tem isso nas mãos e que de agora em diante só fará repetir-se indefinidamente. Não lhe restou mais do que isto: a destruição universal. Somos nós, de agora em diante, que mostraremos a nudez de todos os reis. O real fugiu deles, e vem em nossa direção”.

 

Ramses Morales Izquierdo
Ramses Morales Izquierdo
La multipolaridad se profundiza en América del Sur

 

 

 

A principio de mes ocurrió un acontecimiento de una enorme trascendencia Geopolítica, del cual los grandes medios de comunicación masivos han ninguneado y ocultado. Y es la declaración que formulara la “coalición gubernamental del Brasil” en un comunicado dirigido al embajador de Corea del Norte en Brasil – donde se califica a Estados Unidos, Occidente y Corea del sur como “provocadores de una guerra nuclear“. Esta información publicada en la web de Defensa.com, sitio destinado a tratar temas militares, de defensa, geopolíticos y de la industria afín, agrega: Es la primera vez que organizaciones gubernamentales llegan tan lejos en sus apreciaciones, máxime las hasta ahora excelentes relaciones de Seúl con Brasilia, que, sin embargo, no vio con buenos ojos la – hasta ahora ventajosa – aproximación de Corea del Sur con Perú y Colombia, amén de proponer un TLC  a Uruguay. Además, aviones y barcos surcoreanos están ingresando a las dotaciones de las Fuerzas Armadas andinas en forma bastante exitosa últimamente. Hasta aquí parte del articulo del sitio web mencionado, que se sorprende porque el gobierno de Dilma Rousseff, no había moderado el comunicado sino que además con su silencio indirectamente avala el mismo.Este nuevo posicionamiento de Brasil en un mundo en conflicto y trasformación es la consecuencia lógica de su cambio de estatus, ya que supero su escalón de país en desarrollo al de Potencia Emergente, e integra el Grupo BRICS que ha pasado de ser un proyecto intangible a conformar una importante plataforma geopolítica singular en el nuevo mundo multipolar que se avecina, constituyendo un rival geoestratégico del viejo orden internacional implantado por Occidente. Y como bien lo grafica nuestro colega el Dr. Miguel A. Barrios este es: “Giro historico-estrategico del Brasil, pensado y analizado desde Itamaraty. Brasil es una cancillería que cambia presidentes. Solo Brasil, lo puede hacer y lo hizo. Helio Jaguaribe, Moniz Bandeira y Pinheiro Guimarães, son algunos de los maestros que colaboraron y colaboran para crear la base de un pensamiento brasilero estratégico”.

Este giro histórico estratégico es consecuencia, no solo por su nuevo estatus de Potencia emergente, sino que es el resultado de un profundo análisis de la realidad mundial y los nuevos desafíos que se les impone a los países que intentan salir del rol que le determina el “destino manifiesto norteamericano” y que en los últimos días el Secretario de Estado norteamericano Kerry volvió a hacer referencia, diciendo que USA debía volver sus pasos sobre “su Patio Trasero” para asegurar el mismo a sus intereses geoestratégicos y geoeconómicos, y seguramente Itamaraty incluye en su análisis, el plan “Eje Asiático” creado por el Pentágono, que significa el inicio de la política de contención militar contra China y el traslado de las prioridades geoestratégicas occidentales del Medio Oriente al Pacífico asiático. Sin olvidar que desde el fin de la Guerra Fría las Resoluciones del Consejo de Seguridad de la ONU pasaron de 600 en casi 40 años a 1300 en 23 años de post Guerra Fría. Lo que nos lleva a comprender la importancia de esta nueva posición de Brasil, que debe ser analiza profundamente por las cancillerías regionales y Gobiernos, porque es un cambio de gran importancia en el camino hacia el nuevo Orden Mundial y que profundiza el modelo multipolar en nuestra región.

 

Gianfranco Uber
Gianfranco Uber

Desaparición forzada, un mecanismo represivo que, inaugurado por los nazis, sigue aplicándose

Cuando en 1942 el mariscal Keitel – ministro del Interior de Hitler – ordenó a las fuerzas alemanas en el extranjero el ocultamiento del paradero y destino final de los prisioneros de forma tal que “se perdieran como en la noche y en la niebla” (imagen que hizo conocer ese decreto como “Noche y Niebla”), estaba inaugurando una forma de represión propia de la época contemporánea: la desaparición forzada de personas (DF). Desde entonces, se da en un contexto represivo, de indefensión, acompañando otros crímenes de lesa humanidad como las ejecuciones extrajudiciales y las torturas.

Terminada la Segunda Guerra Mundial, la DF pasó a engrosar el menú represivo de la contrainsurgencia. Fue practicada sobre los pueblos que llevaban adelante la lucha anticolonialista (la practicó Francia en Vietnam y Argelia), o antidictatorial, por ejemplo en América Latina (AL), o simplemente reivindicativas en regímenes democráticos (México, Perú).

Era la época de la “guerra sucia” en la AL de la Doctrina de la Seguridad Nacional, del combate al gran enemigo del momento: el comunismo. La etapa en que todo opositor que no compartiera las ideas del sistema era llamado (lo fuera o no) “comunista” y por ende era enemigo. Su marco internacional era la Guerra Fría, un estado de equilibrio entre las dos superpotencias de la época, en torno al cual el mundo se dividió en áreas de influencia, y en el que se conformaron las respectivas alianzas militares (OTAN y Pacto de Varsovia) que garantizaban la paz en sus metrópolis y se trazaban “fronteras ideológicas” resguardadas por los arsenales nucleares.

No obstante, durante la Guerra Fría ambos bloques protagonizaron episodios bélicos como las invasiones a países en Europa Oriental por parte de la URSS, la guerra de Vietnam (Francia y luego EEUU) y las múltiples intervenciones en AL por EEUU con las consecuencias que todos conocemos. Las Fuerzas Armadas y de Seguridad de AL fueron instruidas en esta contrainsurgencia. La Escuela de las Américas (hasta 1984 instalada en la zona del Canal de Panamá) dictaba cursos permanentemente y los asesores de seguridad recorrían el hemisferio, al tiempo que las agencias de inteligencia prosperaban.

Fueron nuestros años tenebrosos. AL perdió decenas de miles de personas, vio distorsionado el desarrollo de sus sociedades y saqueados sus países.

El concepto de terrorista, más ambiguo aún que el de comunista, se usa con una enorme amplitud, pero en el fondo sólo quiere decir “el que está contra mí”, ya sea Estado, organización política, civil o persona. “Contra mí” quiere decir “contra mis intereses”.

El eje del mal es una definición lo suficientemente vaga como para “justificar” cualquier acción militar en cualquier lugar del mundo. Ya sea para cooperar con la población de los estados fallidos o para reforzar sus gobiernos o sustituirlos. Han cambiado las características de la guerra y de la injerencia. Pero las nuevas guerras incorporan las viejas formas de violar los DDHH: los asesinatos, las torturas, la DF, aunque tiendan a enmascarar al Estado como responsable último.

En AL, donde los grupos guerrilleros han pasado de comunistas a terroristas, donde se agregó la “guerra contra el narcotráfico” y la combinación narcoterrorista, están en marcha dos planes: Colombia (2000) y México (2006). Se han registrado decenas de miles de víctimas y la DF campea por esos países.

Nos queda denunciar, solidarizarnos y difundir estas realidades para que todos los ciudadanos sigamos atentamente la política exterior, militar y de seguridad que llevan nuestros Estados. Sabemos que AL está en proceso de siembra de bases, que los cuerpos especializados están instruyendo a personal nativo, que se están usando mercenarios y que los paramilitares “buenos” proliferan impunemente. Trabajar contra la DF no es tener ojos en la nuca, es tener información del presente y prever el futuro.

En materia de violaciones a los DDHH, sus daños conllevan:

• Desapariciones forzadas. El representante del alto comisionado de la ONU para los DDHH en Colombia, Christian Salazar, informó el 18 de agosto: “Colombia es uno de los países en América Latina y en el mundo con más desaparecidos”, y agregó que “décadas de conflicto armado interno y de persecución estatal” han dejado “miles y miles de desaparecidos y con ello un sufrimiento prolongado de sus familias”. Sobre las más de 16.600 desapariciones forzadas, explicó que fueron “cometidas por agentes del Estado y fuerzas paramilitares que colaboraban con ellos”.

• Desplazamientos forzados. Más de cuatro décadas de conflicto armado interno -que tiene por centro la pugna entre modelos de propiedad y explotación de las riquezas naturales- han dejado cuatro millones de desplazados. La población civil, campesinos, comunidades indígenas y afrodescendientes son víctimas vulnerables, simplemente por el valor y la riqueza que encierran sus tierras para megaproyectos de explotación de empresas transnacionales, o por ser consideradas estratégicas para la lucha contrainsurgente. Este despeje de territorios se impone a comunidades enteras, conllevando masacres, desapariciones forzadas, ejecuciones sumarias, torturas, bombardeos indiscriminados, acciones de una guerra que se justifica en la destrucción de las supuestas “bases sociales” de apoyo a la guerrilla y/o en la lucha contra el narcotráfico, desplazando, asimismo, los mecanismos de control social.

• Falso positivo. Desde el accionar de las FFAA emerge una de las figuras de los albores de este siglo XXI en Colombia: el falso positivo. Esta verdadera escenografía del horror, enmarcada en una política de eficiencia de las fuerzas de seguridad, ejecuta a miembros de la población civil, presentados como supuestos combatientes abatidos. El relator de las Naciones Unidas para las Ejecuciones Extrajudiciales, Sumarias y Arbitrarias, Philip Alston, en su informe sobre Colombia -junio de 2009- afirma: “Las fuerzas de seguridad han perpetrado una cantidad impresionante de asesinatos premeditados de civiles y han presentado de manera fraudulenta a los civiles como ‘muertos en combate’. Sin embargo, es claro que si bien los así llamados ‘falsos positivos’ no fueron asumidos como objeto de una política de Estado, tampoco ocurrieron como casos aislados. Los asesinatos […] Se dieron porque las unidades militares se sintieron presionados a mostrar resultados exitosos contra las guerrillas mediante el número de muertos”.

• Biodiversidad e inversión. Las políticas del PC orientadas a la implementación de capitales extranjeros en el país conducen a la afectación de derechos esenciales, a la apropiación de las riquezas naturales e incluso atentan contra su sustentabilidad ecológica. Se implementa así el monocultivo de palma africana13 -sustituto de cultivos “ilícitos”- para producir biodiésel y etanol y venderlo a EEUU libre de aranceles en el marco del TLC entre ambos países. Hoy esta producción ocupa 7,8% del territorio cultivable (350.000 hectáreas), pero se proyecta potencialmente a 3.352.000. Este megaproyecto, al igual que la hidroeléctrica del río Ranchería y las explotaciones mineras, requiere territorios despejados que se obtienen generando desplazamientos forzados. Las comunidades ven así afectadas sus formas tradicionales de cultivo y subsistencia, pero además la fumigación sistemática de vastas zonas con el fin de la eliminación de los cultivos ilegales elimina indiscriminadamente otras riquezas y contamina fuentes fluviales – con sus consecuentes secuelas sanitarias.
(Transcrevi trechos)

O índio cidadão brasileiro ou um bom selvagem?

Todo mundo tem uma visão maluca do índio. E um projeto interesseiro para a Amazônia.

Por que o índio brasileiro  continua sendo o bom selvagem?

Cada país das Américas adota uma política diferente. Massacres na Colômbia, no Peru, no México.

No Equador, índio escraviza índio.

Na Bolívia, os índios elegeram um presidente, e possuem universidades, depois de um apartheid de 500 anos.

No Brasil dos sem terra, dos sem teto, criamos reservas indígenas, onde o governo  abandona os bons selvagens. Acontece o mesmo com o gado criado solto nos latifúndios estrangeiros. Isto é, nos imensos currais com cercas invisíveis.

Os governos estrangeiros, com a piedade das missões jesuíticas dos tempos do Brasil Colônia, cuidam desses índios e/ou dessas terras da Floresta tão cobiçada. São mais de cem ou duzentas mil ONGs no pedaço.

Integrar pra não entregar

Escreve Odenildo Sena: Ao seu modo, os militaresa da ditadura tiveram sua preocupação com a Amazônia. Tanto que criaram diversos programas destinados a dar respostas às suas expectativas em relação ao que entendiam serem ameaças à soberania brasileira na região.

Sob o lema “integrar pra não entregar”, deram asas à megalomania e projetaram a Transamazônica, que, interligando o país de ponta a ponta, abriria caminho para o povoamento dessas áreas com baixíssima densidade populacional, com a oferta de terras e outras facilidades aos que comprassem o patriótico desafio de desbravar o inóspito território amazônico. Fruto de tal estratégia, os militares governantes esperavam dessa população de migrantes o papel de natural guardiã desse território, ostensivamente cobiçado por estrangeiros, particularmente pelos americanos. Deu no que deu. O projeto da Transamazônica foi abandonado e os resultados colhidos foram pífios, mas os desastres ambientais deixaram marcas profundas e irreversíveis até hoje notadas. Na perspectiva de quem olha do presente, com todo o destabanamento que cercou aquelas ações, não há como historicamente negar o grande equívoco que foram, mas não há, também, como negar que houve iniciativas e que foram postas em prática. Mas por que fui me lembrar do “integrar pra não entregar”, que, inclusive, foi lema do então Projeto Rondon, mobilizador de estudantes universitários para atuar em diferentes regiões do país? É que acabo de ler, no Observatório da Imprensa, uma entrevista na qual a professora Bertha Becker tece pertinentes críticas à visão simplificada e exótica que a mídia tem da Amazônia. Ao lembrar o “fantástico potencial relacionado com os avanços da ciência”, com destaque para o fato de a Amazônia abrigar o maior banco genético do planeta, o que implica um incalculável potencial para a produção de fármacos, fitoterápicos e cosméticos, para ficar só nesses exemplos, Bertha me fez atentar para o fato de que, se os militares erraram feio ao tentar acertar, nós não temos mais o direito a cometer nenhum equívoco. Sabemos, sem mais espaço para a dúvida, que a soberania sobre a Amazônia é proporcional ao conhecimento que dela produzirmos e ao proveito sustentável que dela pudermos tirar em benefício das mais de vinte milhões de almas que nela habitam. E, convenhamos, isso não se consegue com máquinas e tratores, mas com capital intelectual altamente qualificado.


Leia Cartografia dos Estereótipos

La segunda guerra fría y América del Sur

 

Cinco días después del discurso de Obama ante el parlamento australiano, militares brasileños filtraron a la prensa un informe interno del Ministerio de Defensa sobre la situación del equipamiento de las diversas armas. La prensa conservadora tituló que buena parte del material bélico se había convertido en “chatarra”y aseguraba que de las cien embarcaciones de combate de la Marina apenas 53 están navegando y que sólo dos de sus 24 aviones A-4 están operativos (O Estado de Sao Paulo, 22 de noviembre).

La difusión del “informe secreto” se produjo en un momento en que diversos sectores, incluyendo al ministro de Defensa, Celso Amorim, presionan para acelerar el proceso de modernización y equipamiento de las fuerzas armadas, y muy en particular de la Marina encargada de defender la Amazonia verde y la azul, en referencia a las dos principales riquezas del país: biodiversidad y petróleo. Otro de los puntos neurálgicos es la compra de 36 cazas a Francia que lleva más de dos años paralizada. Sin embargo, la prensa no destaca los importantes avances que se están realizando en la fabricación de submarinos con importante transferencia de tecnología.

El general de brigada (retirado) Luiz Eduardo Rocha Paiva, miembro del Centro de Estudios Estratégicos del Ejército con amplia trayectoria militar y formación estratégica, analizó el reciente viraje estadounidense advirtiendo que la “pérdida de espacios” de la superpotencia y sus aliados repercute directamente sobre la región sudamericana y Brasil. Vale la pena reproducirlo extensamente porque refleja la mirada de buena parte de los gobernantes, militares o no, del país. “Los conflictos llegaron a nuestro entorno. El fracaso o éxito limitado de Estados Unidos y sus aliados en áreas distantes resultarán en presiones para imponer condiciones que aseguren el acceso privilegiado a las riquezas de América del Sur y del Atlántico Sur” (O Estado de Sao Paulo, 20 de diciembre).

Rocha Paiva destaca la creciente influencia de China en la región, la presencia de Rusia e Irán en países como Venezuela y concluye: “Los Estados Unidos reaccionarán a la penetración de rivales en su área de influencia y eso afectará el liderazgo de Brasil en el proceso de integración regional y en la defensa de su patrimonio y su soberanía”. Por eso apuesta a reforzar el poder militar defensivo ante la nueva realidad”.

Esa percepción sobre las amenazas que enfrenta es compartida por una porción mayoritaria de los brasileños. Un reciente estudio del Instituto de Investigación Económica Aplicada (IPEA por sus siglas en portugués), entre casi cuatro mil personas, muestra que el 67 por ciento piensa que existe una amenaza militar extranjera por los recursos naturales de la Amazonia. Un 63 por ciento cree que los yacimientos hidrocarburíferos en el mar pueden sufrir ataques militares externos (4).

Más interesantes aún son las respuestas cuando la pregunta gira en torno a qué país puede constituir una amenaza militar en los próximos veinte años para Brasil. El 37 por ciento piensa en Estados Unidos. Muy lejos, Argentina con el 15 por ciento. Debe destacarse que esa era la hipótesis de guerra más probable desde la independencia hasta la creación del Mercosur, incluyendo a la dictadura militar (1964-1985) cuyo despliegue principal era en dirección sur. Esta percepción revela que los cambios en la estrategia militar de Brasil, que se plasmaron en la última década y sobre todo en la “Estrategia Nacional de Defensa”, publicada en 2008, cuenta con un amplio respaldo social.

(Transcrevi trechos)