Espanha junta-se a Portugal na primeira “greve ibérica”

Numerosos sectores profesionales que habían mostrado su apoyo a la huelga general de 24 horas prevista en Grecia para el jueves anunciaron ayer la ampliación de un día más en su protesta.

Médicos, farmacéuticos, odontólogos, ingenieros, notarios, magistrados y personal de los juzgados iniciarán hoy miércoles un paro que se extenderá durante dos días para hacerlo coincidir con la jornada de huelga general convocada por los sindicatos mayoritarios contra los nuevos recortes que pretende implementar el Ejecutivo.

Los médicos, tanto del sector público como del privado, anunciaron su oposición a las medidas de austeridad del gobierno y su participación en la manifestación prevista para el 18 de octubre en Atenas junto al resto de trabajadores y profesionales convocados.

Durante 48 horas los hospitales públicos solo atenderán urgencias, mientras que las farmacias únicamente permanecerán abiertas para cumplir los turnos de guardia.

A su vez, el comité que representa a todos los sindicatos de abogados del país decidió el lunes por la noche en asamblea extender su acción a tres días, por lo que no trabajaron ya ayer y no volverán hasta el viernes.

Por su parte los trabajadores de los medios de prensa adelantarán al miércoles su jornada de paro, para poder cubrir informativamente lo que suceda un día después a nivel nacional.

Los sindicatos mayoritarios convocaron para el jueves la que será la segunda huelga general en menos de un mes, y que se hizo coincidir con la Cumbre europea para hacer llegar hasta Bruselas la oposición existente frente a las medidas de austeridad impuestas a los ciudadanos griegos.

Numerosos colectivos sectoriales ya anunciaron su participación en la jornada de protesta, entre los que se encuentran los vinculados a trabajadores autónomos y al pequeño comercio reunido en la Confederación General de Profesionales, Artesanos y Comerciantes.

Las organizaciones sindicales acusan a la Unión Europea de crear pobreza, desempleo y llevar al país a un callejón sin salida, por su persistencia en mantener unas políticas impopulares y lesivas contra los trabajadores y la economía en su conjunto.

In Diário de Notícias, Portugal

 

HUELGA GENERAL

Tras meses de especulaciones, la convocatoria de la segunda huelga general a la que se enfrentará el Gobierno de Mariano Rajoy por fin se ha definido. Fuentes sindicales han confirmado a Público que CCOO y UGT convocarán un paro general para el próximo 14 de noviembre, cuando también está prevista una jornada de “acción y solidaridad europea” que se concretará en cada país con paros, huelgas o manifestaciones
La séptima huelga de la democracia y la segunda contra Rajoy
La del 14 de noviembre de 2012 será la séptima huelga general de 24 horas de la historia de España y la tercera que se convoca contra un Gobierno del PP. La primera huelga que se hizo en el país se celebró en 1985 durante el Gobierno de Felipe González por la ley de Pensiones que, entre otras cuestiones, aumentaba el período de cálculo de las pensiones de 2 a 8 años.

La segunda se celebró en 1988 cuando también gobernaba Felipe González aunque, en esta ocasión, los trabajadores pedían la retirada del plan de empleo juvenil. En 1994 y debido a la reforma laboral, se convocó la última huelga general durante el mandato de González. En 2002, con José María Aznar ya en el Gobierno, CCOO y UGT convocaron un paro general para protestar por las medidas de reforma de la protección por desempleo y de la Ley Básica de Empleo aprobadas por el Ejecutivo conservador.

El cuarto paro contra un Ejecutivo socialista tuvo lugar el 29 de septiembre de 2010, con José Luis Rodríguez Zapatero de presidente.

Los sindicatos protestaron por la reforma laboral y las políticas de ajuste del Ejecutivo del PSOE. La última huelga general, con Mariano Rajoy al mando del país, se celebró el pasado 29 de marzo. La del 14-N será la tercera contra un Gobierno del PP y la segunda en protesta por las decisiones adoptadas por Mariano Rajoy. Con la del 29-M, los sindicatos querían conseguir echar para atrás la reforma del mercado laboral que se aprobó en febrero y que, según argumentan, abarata y facilita el despido. Casi ocho meses después de su entrada en vigor, los sindicatos sostienen que la reforma ha sido un fracaso y que sólo ha servido para acelerar la destrucción de empleo.

Además de todas las huelgas antes mencionadas, en los años 1978 y 1992 se celebraron dos paros de una hora y de media jornada, respectivamente. En 1978 los sindicatos salieron a la calle motivados por una convocatoria europea, mientras que en 1992 fue el recorte de las prestaciones por desempleo propuesto por Felipe González lo que provocó el paro

In Público, Espanha

 

Greves no cinema. Lista de dez filmes

Este filme estreou em: 20 de Janeiro de 2012.
Centrada na guerra dos sexos, esta comédia dramática é uma fábula moderna de uma pequena vila onde mulheres ameaçam fazer greve de sexo se os homens não buscarem água em um lugar longínquo. A rebelião é liderada pela jovem liberal Leila (Leïla Bekhti). Trailer

Trabalhadores explorados, endividamentos, lutas e patrões capitalistas – com outro manifesto nas telas, o diretor britânico Ken Loach descreveu as massas pobres e oprimidas e sua lutas para sobreviver em um mundo cruel de “laissez-faire” em Bread and Roses (Pão e Rosas).

O filme passa-se em Los Angeles, onde imigrantes mexicanos ilegais trabalham como faxineiros do turno da noite em um edifício de escritórios, por salários humilhantes. Eles não têm assistência médica, nenhuma proteção trabalhista e ainda suportam um patrão abusivo.
Bread and Roses não deve deixar um único par de olhos secos na platéia, ao mostrar a luta pela criação de um sindicato, pelo trabalho e alguns dos imigrantes voltando-se para o roubo e prostituição para pagar o aluguel e alimentar os filhos.

No meio disso tudo há Maya, uma jovem de Tijuana que, com um ativista americano apaixonado – Sam – corajosamente lidera uma campanha guerrilheira contra corporações, ameaçando as famílias e vidas dos empregadores, e correndo o risco de uma extradição.Trailer

O diretor francês Laurent Cantet escolheu a realidade da vida como tema principal de seus filmes, procurando sempre abordar ou se inspirar em histórias que aconteceram ou podem vir a acontecer. Na sua estréia em longas, Recursos Humanos (Ressources Humaines), um dos seus filmes mais elogiados e premiados, Cantet faz uma análise sobre a área de gestão com pessoas na França através da história de um estagiário numa empresa que acaba sendo indiretamente um dos responsáveis pela demissão de seu próprio pai, antigo funcionário da fábrica. Trailer

Veja a lista

Por que o povo não apoia greve da polícia?

A polícia costuma bater nos trabalhadores. Reprime os grevistas e os movimentos sociais.

A polícia bate no povo. O “episódio do Pinheirinho”, em São José dos Campos, e outras chacinas como Carajás, Candelária e Carandiru são bem representativas.

A polícia chega nos morros do Rio, nas favelas das cidades brasileiras, sempre atirando, derrubando portas, espancando, estuprando, no prende e arrebenta da ditadura que continua. A ditadura dos banqueiros e dos piratas das empresas e indústrias estrangeiras.

A polícia trata os sem terra e os sem teto como animais.

Soldado tem que se lembrar sempre que é povo. Que será sempre da camada mais baixa da hierarquia policial. Ganha mais que um salário mínimo. Dois ou três salários mínimos, isto é, o salário piso de várias categorias profissionais formadas por nossas universidades públicas e privadas. E tem o direito de estabilidade, quando todos os empregos das empresas privadas passaram a ser temporários e precários. Não existe mais emprego fixo.

Como conseguir o apoio do povo? Metade da população pena com um rendimento mensal de 370 reais.

Ou da maioria dos trabalhadores?

O soldado não bate nos grevistas do Fisco nem do Judiciário.

Esta falta de apoio às greves justas dos praças, em vários Estados brasileiros, constitui uma lição que soldados, cabos e sargentos precisam aprender.

Os oficiais da Polícia Militar apoiam às escondidas os grevistas: por causa do gatilho salarial. Eles serão os principais beneficiados.

O povo continuará na mesma. A baixo da linha de pobreza, e perseguido pela polícia e pela justiça PPV.

OS POLÍTICOS

A esquerda extra-governamental brasileira, PSOL e PSTU, apoia a greve da polícia militar baiana, que continua a ocupar a Assembleia Legislativa, enquanto o número de mortos causado pela onda de violência já ultrapassou os cem.

PSTU considera que “os policiais lutam pela melhoria nas suas condições de trabalho” e acusa o governador do estado (Jacques Wagner, do PT) de procurar criminalizar os grevistas tratando-os como delinquentes. Para o PSTU, a solução passa pela retirada da Força Nacional deslocada para o estado da Bahía, considerando que a sua chamada visa “não a segurança do povo pobre, mas garantir a segurança para os milionários negócios da burguesia comercial e da grande indústria do turismo e do entretenimento no verão”, o que vai significar “um aumento da repressão e violência, um banho de sangue pode acontecer”. O PSTU defende “todo apoio e solidariedade a greve dos policiais” e “uma greve geral unificada de todas as associações de policiais”.

EXEMPLO DE PORTUGAL

Recentemente, as Forças Armadas de Portugal mandaram um aviso para o Governo: não iriam para as ruas reprimir o povo nas passeatas dos indignados, nem nas greves sindicais.

Os lápis continuam escrevendo contra a ditadura

Em Buenos Aires uma praça para lembrar um protesto estudantil

Marcha dos estudantes
Marcha dos estudantes

que terminou em prisão

tortura

e chacina de adolescentes

Esta noite negra, chamada de “Noite dos Lápis”, marca da crueldade da ditadura militar na Argentina. Uma repressão que continua nas greves estudantis dos países do Cone Sul, notadamente no Brasil e no Chile.

A “Noite dos Lápis” jamais será esquecida. Jamais.

Chegará o dia do Brasil lembrar seus mártires assassinados nas ditaduras de Castelo Branco, Costa e Silva, Junta Militar e Médici.

Faltam monumentos.

Parques, hortos, praças, avenidas e ruas exibirão  os nomes dos que sonharam a Pátria Livre.

Nomes encobertos por leis infames tipo segredo eterno. Que o medo persiste. O lixo da ditadura ainda não foi varrido dos porões do Brasil.

O nacionalismo, o patriotismo, a brasilidade, a liberdade, a democracia e a fraternidade dependem do culto aos heróis, aos mártires.

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