117 professores da USP assinaram uma carta aberta para se posicionarem contra a greve estudantil

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A carta e os nomes dos assinantes. que deixam claro qual o papel dos professores.  

Uma vez mais, vivemos na FFLCH a paralisação de grande parte de nossas atividades

acadêmicas. Embora decorrência de um movimento político legítimo do corpo discente,

não se pode deixar de notar que a imposição forçada da greve ao conjunto da Faculdade

se dá por métodos de coerção inaceitáveis e inapropriados ao convívio universitário.

Também não se pode deixar de alertar para os efeitos deletérios que tal situação impõe

ao processo educacional e à pesquisa.

Diante desse quadro, temos optado automaticamente por uma adesão ilimitada ao

movimento estudantil em nome da solidariedade. Temos abdicado de apontar e condenar

as derivas autoritárias e truculentas de uma parcela nem sempre representativa dos

alunos. Temos, sobretudo, cultivado a irresponsabilidade de comportamento ao sinalizar

que, seja qual for a duração da paralisação, o conjunto dos alunos não será prejudicado.

Essa postura tem promovido um aviltamento da importância das atividades de ensino e

pesquisa que são ciclicamente interrompidas, tem alimentado a escalada de

agressividade e conflito entre os membros da comunidade, tem, por fim, esvaziado o

próprio potencial político das lutas por uma melhor universidade.

Acreditamos que é mais do que hora de mudar vigorosamente de atitude.

Não desconhecemos que as atuais estruturas de poder da USP sejam pouco permeáveis

às aspirações coletivas, mas reconhecemos, igualmente, o esgotamento das soluções

que afetam irrecuperavelmente nosso cotidiano de trabalho e estudo. Manifestamo-nos,

não contra a greve estudantil, e sim contra métodos de ação como “cadeiraços”,

barricadas e piquetes, que impedem o livre acesso às salas de aula e o diálogo entre

professores e estudantes.

É excepcionalmente grave que se tenha tornado tão banal a interrupção forçada de um

trabalho universitário sério e precioso, que nutre nossas esperanças de um futuro mais

digno e socialmente justo. Não podemos mais aceitar passivamente essa insana espiral.

Desde que as barricadas se levantam para impedir aulas, a obstrução física se impõe,

esvaziando toda possibilidade de concerto e tolhendo as liberdades de cada um. Desde

que os piquetes começam, a vontade da minoria militante impera, dificultando ouvir as

vozes dissonantes, mesmo majoritárias, sepultando o diálogo entre os próprios

estudantes e destes com os docentes. Desde que invasões e ocupações são

apresentadas como primeira estratégia, os canais de comunicação com a administração,

já rarefeitos, afunilam-se ainda mais e minguam, abrindo caminho para o pior.

Reafirmamos o nosso respeito ao direito dos alunos de mobilizarem-se em torno das suas

reivindicações. Ao mesmo tempo, condenamos firmemente a ação política que faz uso de

métodos coercitivos e autoritários, afastando mais do que mobilizando a maioria dos que

frequentam e trabalham em nossos prédios. É necessário recuperar a capacidade de

mobilização por meio do diálogo e do convencimento, características que definem a

própria natureza da Universidade. Ao abrirmos mão dessas qualidades, igualamo-nos a

um regime qualquer, no qual as vontades se impõem pela força, esvaindo-se não muito

tempo depois, sem deixar conquistas, apenas traços de intolerância e isolamento.

 Os nomes dos professores que repudiam o movimento estudantil. Uma vergonha! Eis a resposta dos estudantes

A USP dos Dinossauros Excelentíssimos?

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Sobre os professores que fazem um abaixo assinado contra métodos aprovados em assembleias estudantis, dizendo que é uma minoria de extremistas que promovem baderna. Sua opinião sequer deve ser respeitada. Isso é muito absurdo.

O piquete no meu curso, a Letras, ganhou em todas as assembleias. Inclusive na última, na segunda-feira, dia 21, quando mais de 500 estudantes estiveram presentes. O piquete só teve de ser aprovado, pois professores se achavam no direito de quando votamos pela greve na primeira semana de mobilização, dar aulas, provas e trabalhos.

Mais de 1.000 estudantes da FFLCH votam greve e piquete em assembleias de curso com discussões de dias, comandos de greve e mobilização, saem às ruas, apanham da polícia, correm risco de punição acadêmica…parte deles ocupam a reitoria e sofrem sem água e luz em situação quase insalubre.

Já os 150 professores, cuja maioria sequer saiu de seus gabinetes para debater com a própria categoria, assinam seu nome precedido do famoso “Dê-Erre” num manifesto de repúdio, e querem ser a voz moral de uma comunidade acadêmica de humanidades com mais de 15 mil membros.

É sobre essa pretensão de poder, que nós, grevistas há 23 dias estamos tratando. Chega de decisões por cima de uma burocracia inócua e adaptada ao fechamento político, à repressão, ao sucateamento do ensino. Chega da voz dos “Dê-Erres” serem ouvidas 500 vezes mais alto que a voz de cada estudante nos órgãos de poder da USP. (R.G.)

El paro España: 72% entre profesores y 90% entre los alumnos

Robert García
Robert García

 

Esperanza, Begoña y Esther son profesoras en Colmenarejo, un pueblo de Madrid. “El año pasado perdimos dos profesores y este año perderemos otro por los recortes y nos van a eliminar un aula, aunque no tenemos problemas de matrícula, al contrario”, cuentan en corrillo, vestidas con la camiseta de la marea verde. Cada una acumula varias huelgas con la consiguiente disminución en el salario, pero eso no las desanima. “Hay que seguir”, sentencian. Las tres han participado en la manifestación que ha recorrido hoy el centro de Madrid y que ha sido convocada por la Plataforma por la Escuela Pública, que reúne a padres, profesores y alumnos. Los convocantes han cifrado en miles de personas el número de asistentes a la protesta. Muchas familias completas, profesores que también son padres, universitarios…

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La marcha de Madrid se dirige hacia la Puerta del Sol
La marcha de Madrid se dirige hacia la Puerta del Sol

“Es la primera vez que nos convocan a todos juntos, y eso se nota, tenemos que estar unidos, porque lo único que pretende el Gobierno es separarnos”, señala José Luis, profesor de un instituto de Getafe. “Quieren burros, no un pueblo culto”, añade Marta, una estudiante de 18 años que aún no sabe si podrá ir a la universidad por falta de recursos económicos.

La marcha ha discurrido en un ambiente tranquilo, pero con la indignación presente en gritos y carteles. Uno de los puntos álgidos se ha vivido a las puertas del Ministerio de Educación, en la calle Alcalá, donde los manifestantes han sacado sus silbatos para pedir a gritos la dimisión del ministro, José Ignacio Wert.

La protesta ha sido grabada por las cámaras de los antidisturbios, que, ante las quejas de los manifestantes, han pedido identificaciones. “Vivimos en un estado policial”, se queja la familia formada por Sebastián, Belinda, Miguel y Marta. Llevan una bandera republicana y muchas ganas de gritar. “Los recortes en educación nos afectan a todos. Hemos ido a todas las marchas educativas, y cada vez hay más peligro de ganar una multa por parte de la policía”, alerta Sebastián, el padre.

Isidra, otra madre, viene del barrio de Hortaleza y se suma a la marcha con su hija, que estudia Primaria en un colegio público. “En el colegio de la niña no hay dinero para excursiones, ni apenas becas de comedor, todos son dificultades”, señala esta mujer.

Los sindicatos calculan que un 72% del profesorado ha ido a la huelga hoy, una cifra que califican de “éxito rotundo”, mientras que entre los estudiantes el porcentaje se eleva al 90%, de acuerdo con la información brindada por el Sindicato de Estudiantes.

Barcelona

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Barcelona
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La marea verde ha vaciado las aulas y llenado las calles en toda España contra la reforma educativa. Según un estudio sindical, la eliminación de unos  60.000 docentes del sistema educativo desde 2009. La jornada de paro ha afectado a los centros de Educación Infantil, colegios de Primaria y Secundaria, institutos y universidades, además de los centros de enseñanzas especiales.

Las movilizaciones, previstas en más de 30 ciudades, han comenzado a mediodía.

Las marchas han transcurrido en general sin incidentes, aunque se han registrado problemas puntuales en Valencia, Jaén y Valladolid con el resultado de al menos seis personas detenidas.

“La respuesta está siendo especialmente importante en el Principado de Asturias y en provincias como Guadalajara, Tarragona y Sevilla”, ha asegurado el secretario general del Sindicato de Estudiantes, Tohil Delgado. De hecho, la Junta de Andalucía ha calificado el seguimiento de “generalizado” en las universidades.

La polémica reforma educativa impulsada por el ministro José Ignacio Wert, que podría ser aprobada este viernes en el Consejo de Ministros, ha recibido el rechazo casi unánime de la comunidad educativa. Entre los puntos más polémicos de la ley están la nueva organización de los contenidos del currículo, la supresión de Educación para la Ciudadanía y la referencia que hace al uso de lenguas cooficiales como vehiculares en la enseñanza. Además, los profesores sostienen que las modificaciones propuestas podrían acabar con la designación “a dedo” del personal docente. Las reválidas o exámenes externos para los alumnos de los distintos niveles, que piensan hacerse públicos para “mejorar la capacidad de elección de los padres” y facilitar la competencia entre centros llevará, según los convocantes, a convertir a los centros de lugares menos favorecidos económicamente “en verdaderos guetos educativos”.

 Tarragona
Tarragona
Valencia
Valencia
Vigo
Vigo
 Zaragoza
Zaragoza

“Sin jóvenes rebeldes no hay cambios ni revoluciones”

“El pasado es referencia, no prisión, por eso los recambios generacionales que suceden cada cierto tiempo, son nueva vida y sin ellos no habría continuidad en las resistencias y en las luchas. Si nos dejamos atrapar por el pasado, la creatividad y la vida deja de tener sentido, pues repetir lo ya conocido es muerte”, sostuvo el periodista uruguayo Raúl Zibechi durante la charla “La emergencia juvenil en América”.

“Ser joven y no ser revolucionario es una contradicción hasta biológica”, recordó frente a un aula repleta Adazahira Chávez, de Desinformémonos,tras la presentación de un video con imágenes de las coberturas a movimientos estudiantiles que durante el último año ha realizado el equipo de la revista electrónica.

Fabio Alkim, de Brasil, advirtió sobre la importancia de no idealizar el crecimiento económico de su país, pues esta idea se basa en “datos que esconden muchas desigualdades internas”, que incluyen la modernización, privatización y mercantilización de las universidades federales y sus diversas áreas, por ejemplo, el financiamiento de las investigaciones en manos privada. Y entonces, se pregunta Alkim, “¿quién va a financiar las investigaciones que buscan generar un conocimiento crítico para la sociedad?”

Durante su participación, Brisa Araujo, de la Universidad de Sao Paulo, habló sobre la huelga estudiantil del primer semestre del 2012, que duró 113 días y en la cual participaron 95 por ciento de universidades federales y bachilleratos. Esta huelga, dijo, ha sido “la más larga de la historia estudiantil brasileña”.

Araujo dijo que el gobierno busca defenderse, recalcando el hecho de que se crearon 14 universidades federales, “pero ¿qué universidades? Se abrieron campus nuevos, con estructuras precarias, sin bibliotecas, sin comedores universitarios, con contrataciones precarias de profesores, bajo el modelo sustituto, sin ninguna clase de garantía, sin planes de carrera y con una inminente sobrepoblación, pues en el Plan de Restructuración y Expansión, se advierte que serán duplicadas las vacantes en las universidades”.

LLAMAMIENTO A LA ACCIÓN para la Huelga de Educación Mundial

Estamos convocando una Huelga de Educación Mundial. Esta es la primera vez que una huelga estudiantil está siendo coordinada mundialmente. Vamos a UNIRNOS en solidaridad porque no importa dónde vivamos, nos enfrentamos a la misma lucha contra el Estado y los intereses promovidos por el ánimo de lucro y su impacto en la educación. El incremento del precio de las matrículas, los recortes presupuestarios, la subcontratación, el cierre de centros de educación, así como otras consecuencias, están relacionadas con la creciente mercantilización y privatización de la educación. Sólo uniéndonos todos seremos capaces de vencer y posibilitar una educación gratuita y libre para todos y todas.
Estamos luchando contra los recortes en educación. La mayoría de nosotros y nosotras está ahogándose en deudas estudiantiles. ¡La presión de rendimiento en nuestros estudios nos enferma; y las restricciones en la educación como el continuo incremento de las tasas de matrícula, entre otras barreras, nos indignan!
Todos y todas debemos tener acceso a la educación, sin importar la capacidad adquisitiva o el estatus social.
Ya hemos sufrido la suficiente presión de querer medirlo todo, ¡incluso lo inconmesurable! Las y los estudiantes estamos hartos y cansados de que la competitividad sea el criterio que dictamina todo lo demás. ¡Es hora de que hagamos algo todos juntos y UNIDOS!
Somos los afectados por la creciente mercantilizacion y comercializacion de la educacion. Esto queda vívidamente retratado por los síntomas que nos afectan como, por ejemplo, la des-democratización de las escuelas y universidades, y la implementacion de estructuras aún más jerárquicas.
El mercado y la competencia entre instituciones educativas están siendo favorecidos e incentivados por los gobiernos a lo largo del mundo, que están paulatinamente privatizando la educacion, la salud y otras necesidades sociales.
Solamente en junio de 2012, hemos recogido 45 protestas en más de 40 ciudadesrelacionadas con la lucha por la educación gratuita y libre. Los gobiernos han desprovisto crónicamente de fondos a las instituciones educativas, arguyendo generalmente la crisis económica como pretexto. Promueven “soluciones” como incentivar la competitividad entre instituciones, cerrar centros que no alcancen dichos estándares de competitividad, aumentar el número de estudiantes sin aumentar los recursos para albergarlos o el profesorado, subcontratando todo lo que se puede, promoviendo las instituciones de élite. Todas estas “soluciones” son pasos hacia una creciente mercantilización y privatización de la educación que resulta perjudicial para las condiciones de aprendizaje y la enseñanza.
El mercado educacional y los Estados buscan que el beneficio tenga prioridad sobre el desarrollo de las capacidades de pensamiento libre y crítico. Ambos necesitan ciudadanos obedientes, consumistas y mano de obra barata, no individuos libres viviendo vidas autodeterminadas.
Estamos siendo mecanizados para funcionar como dientes en la maquinaria capitalista. Estamos siendo programados para competir con nuestros compañeros y compañeras en cada nivel. Nuestra creatividad, nuestra energía y nuestro espíritu libre son aplastados por la institución educativa.

El sistema educativo dentro del capitalismo consiste principalmente en ser fábricas de preparación que han de producir capital humano para la explotación en el mercado laboral, así como hacer del conocimiento una mercancía. Para destacar estas conexiones y parar su modo de producción exigimos cerrar las instituciones educativas del mundo durante la Huelga de Educación Mundial.

¡Lucha! Únete a la HUELGA DE EDUCACIÓN MUNDIAL.
Toda justicia comienza con el conocimiento. Levantémonos todos y todas unidos el próximo octubre y noviembre y el mundo entero escuchará nuestra reivindicación por la educación.

A lição de Chile. E o medo de plebiscito do Brasil

O judiciário brasileiro tem medo de plebiscito.

O governo brasileiro tem medo de plebiscito.

O legislativo brasileiro tem medo de plebiscito.

 

O judiciário, o executivo e o legislativo têm um medo danado de referendo.

Este medo do povo, da voz do povo, explica muita coisa.

 

A justiça andava repleta de togados bandidos no Equador. Um plebiscito limpou o judiciário.

No legislativo da Bolívia tinha ladrão de sobra. Ladrão e quinta-coluna. Um plebiscito varreu as almas sebosas.

Limpos o judiciário e o legislativo, a Bolívia e o Equador são hoje governados por presidentes e ministros honestos.

 

Greve dos estudantes no Chile. Por ensino gratuito. Meses de prende e arrebenta da polícia. Morte.

Professores e estudantes promoveram um plebiscito. Milhões de votos derrotaram o governo e o comércio da educação.

Fez referendo, o povo ganha. Os ladrões de sempre perdem.

Este plebiscito do Chile acaba de acontecer, e a imprensa brasileira esconde.

A imprensa brasileira tem medo de referendo. Tanto quanto adora uma pesquisa de opinião pública. Cada magnata da imprensa é dono de um instituto de pesquisa de opinião pública.

 

 

Fue masivo el plebiscito en Chile

Un 90 por ciento votó a favor del Sí en las cuatro preguntas sobre el sistema educativo.

 

El ministro vocero de La Moneda, Andrés Chadwick, dejó claro ayer en una entrevista radial que al gobierno de Sebastián Piñera el “Plebiscito Nacional por la Educación” organizado por el Colegio de Profesores y la Confederación de Estudiantes de Chile (Confech) le importa poco. Muy poco. Para Chadwick, la consulta no vinculante que constituyó miles de mesas de votación a lo largo del país y en la cual participaron más de un millón de personas “ni siquiera alcanza a constituir una presión” para el gobierno. “Es sólo una acción de un grupo gremial que ha decidido consultar a las personas en términos informales”, agregó. Desde la otra vereda, Jaime Gajardo, presidente del Colegio de Profesores, valoró la participación ciudadana al entregar un balance preliminar del resultado de las votaciones, donde aseguró que a media tarde de ayer 1.246.528 personas participaron de vía presencial.

En ese sentido, precisó que la tendencia es aprobatoria en relación con los cambios estructurales que necesita la educación chilena. Esto porque un 90 por ciento aproximadamente votó a favor de la alternativa Sí, en las cuatro preguntas que se formularon en el plebiscito y que hacían referencia a la gratuidad y calidad de la educación, la desmunicipalización y el fin del lucro en la educación. Respecto de la pregunta sobre un cambio en la Constitución para incluir la instancia de plebiscitos vinculantes en Chile, los votantes aprobaron esa idea con otro 90 por ciento.

Respecto de las declaraciones del gobierno, que bajó el perfil al plebiscito, Gajardo sostuvo que “cuando un gobierno no es capaz de solucionar los problemas, un plebiscito es una herramienta para ir en solución de ello. Llevamos cinco meses y el conflicto estudiantil permanece y no se ha podido destrabar. Cuando hay situaciones de esta envergadura los plebiscitos no contradicen en nada a la democracia, y que ése sea, a través de este mecanismo, que los pueblos resuelvan sus problemas”.

A su vez, el presidente del Movimiento por la Consulta y los Derechos Ciudadanos, Edgardo Condeza, destacó que “es la primera vez en la historia de Chile que se organiza un plebiscito nacional por los mismos ciudadanos; es la primera vez en la historia de Chile que se realiza una consulta en 30 ciudades por los ciudadanos; es la primera vez que votan los chilenos en el exterior, y nunca en Chile se había implementado un sistema de votación por Internet”.

La vocera de los estudiantes, Camila Vallejo (foto), responsabilizó directamente al Ejecutivo del quiebre del diálogo y acusó que “hubo un diseño concertado por parte del gobierno para que esta mesa de trabajo no prosperara”. “Se nos cerraron las puertas y eso hay que recalcarlo aquí. No fuimos nosotros los estudiantes los que quisimos romper con esta mesa, sino que fue el mismo gobierno porque no tenía la capacidad política ni la voluntad de atender las demandas de la gran mayoría del país”, enfatizó. Por Christian Palma. Leia mais