Amazon denuncia o vampirismo tributário brasileiro que beneficia servidores públicos parasitas e desnecessários

Denuncia a Amazon, empresa estadunidense, a infraestrutura terceiro-mundista do Brasil, e o “nosso labirinto tributário e vampiresco – necessário para bancar tantos políticos corruptos, além, é claro, do sem fim de servidores públicos parasitas (e, em grande parte, desnecessários)”.

Governar o Brasil é coletar impostos indiretos. Impostos pagos pelos pobres e pela classe média baixa.

Dinheiro arrecadado pelo governo federal para pagar os mega salários das cortes do executivo, do legislativo e do judiciário (inclusive os desnecessários Tribunal Superior Eleitoral e  Tribunal de Contas da União), e os juros e mais juros da dívida.

Dinheiro arrecadado pelos governos estaduais para sustentar, no luxo e na riqueza, as provincianas cortes do executivo, do legislativo e do judiciário (inclusive os desnecessários tribunais de contas e  regionais, que são estaduais de justiça. O de São Paulo, o maior do mundo, tem 360 (tresentos e sessenta) desembargadores.

Dinheiro arrecadado pelos governos municipais para enriquecer prefeitos e vereadores e suas legiões de secretários, assessores especiais & capangas.

Governos federal, estadual e municipal que nada realizam que preste para o povo, que os modernos aeroportos, estádios e shoppings são destinados aos turistas.

O Brasil vendeu todas suas empresas estatais (inclusive a Vale do Rio Doce, a maior mineradora do mundo, e a Petrobras, a quarta empresa petrolífera). Todas suas riquezas. É o país das montadoras e serviços.

Desnacionalizadas suas riquezas. O exemplo mais recente é o pré-sal. Todas suas empresas. Vide os casos da JBS S.A. , o maior frigorífico  no setor de carne bovina do mundo. Da Marfrig, a segunda maior exportadora de frango e suínos do Brasil, e a segunda maior provedora de produtos elaborados e processados de suínos e de produtos derivados de aves. Da CPF energia, que o o governo paulista vem fatiando.

O Brasil é tão dependente que, na última semana, o ditador do Paraguai ameaçou o Brasil com um apagão. Isso para posicionar o voto da presidente Dilma Rousseff sobre sanções econômicas ao Paraguai no Mercosul. Basta o desejo de um Federico Franco para deixar 18 estados sem energia, como aconteceu no apagão de 2009. Federico tem a chave, que liga e desliga Itaipu.

Leilões e concessões desnacionalizaram o extrativismo vegetal (começa pelo tráfico de madeira nobre e de plantas medicinais) e o extrativismo mineral. Potencialmente, o Brasil é um dos raros países do mundo com capacidade para se tornar auto-suficiente quando ao abastecimento de matérias-primas minerais, indispensáveis ao seu desenvolvimento.  Jazidas que começam a ser desvendadas. E logo doadas. Veios encobertos. Que as minas em exploração se encontram nas regiões mais povoadas do país. O nióbio está nesta lista. Minério traficado em Minas Gerais.

A cobiça do Eldorado e da His Brasil pressiona a criação de reservas indígenas dominadas pela pirataria. Reservas exageradamente dimensionadas, que podem se transformar em nações independentes, ou internacionalizar a Amazônia. O Brasil precisa rever os conceitos de reservas florestais, de reservas indígenas, e de  latifúndio, notadamente de latifúndio estrangeiro, e de monocultura. A colônia da Guiana Francesa não tem reserva indígena.

Não esquecer que apenas os postes do marechal Rondon integravam o imenso Brasil. Os Correios e Telégrafos a primeira empresa brasileira criada por Pedro I com o esquecido grito de “Independência ou Morte”. E querem privatizar os Correios sem os Telégrafos…

A Amazon no Brasil

por Yuri Vieira 

A Amazon pretende abrir sua filial brasileira no quarto trimestre deste ano e, segundo informa a Reuters Brasil, a empresa pretende, de início, vender apenas produtos digitais, uma vez que nossa infraestrutura de Terceiro Mundo e nosso labirinto tributário vampiresco – necessário para bancar tantos políticos corruptos, além, é claro, do sem fim de servidores públicos parasitas (e, em grande parte, desnecessários) – não permitiriam o enraizamento da empresa caso ela entrasse de cara no varejo. (Se você já foi empresário, deve ter notado como o governo brasileiro atrapalha de todas as formas possíveis e kafkianas o enraizamento da sua plantinha capitalista.) Enfim, a Amazon vem aí, mas de mansinho, pois não está acostumada a funcionar em locais tão inóspitos à livre iniciativa. (Aliás, imagino que você já tenha visto, no site norte-americano da Amazon, os enormes impostos tupiniquins embutidos nos preços dos produtos, isto é, apenas quando vendidos para nós, claro. Nós, brasileiros, precisamos parar de acreditar que mega-impostos, giga-taxas e encargos trabalhistas inspirados em Mussolini fazem parte da natureza. São frutos de malandragem, de safadeza e de boas intenções do tipo que enchem o inferno. Do contrário, como disse alguém outro dia, “como sou pobre, só posso comprar quando viajo aos Estados Unidos”. Comprar no Brasil é coisa de gente rica.)

Leia trecho da matéria na Reuters


Os juros dos serviços essenciais e dos impostos. Ninguém fala deles

Para cortar o rendimento – que já era pequeníssimo – da caderneta de poupança dos pobres, o governo não negociou com nenhum trabalhador que ganha o salário mínimo, nenhum bacharel que recebe o pisoteado piso. Fez na marra.

O governo não tirou nada dos especuladores internacionais do cassino da bolsa. Nem vai baixar os juros das contas de luz, de água, de telefone, do condomínio (principalmente de quem paga aluguel – os sem teto da classe média), do imposto de marinha, da taxa dos bombeiros, do IPTU e outros.

Esse economês de spread, de rankig de taxas cobradas; esse vocalulário todo em língua estrangeira, não engana mais o brasileiro. O governo devia ser transparente, e falar a língua do povo para o povo. Que é ele, com o salário congelado, quem vai pagar as contas.

 

 

Los irlandeses se rebelan frente a la austeridad y no pagan impuestos

Insumisión ante dos nuevas tasas

Sólo la mitad de los propietarios de inmuebles se han registrado para pagar un nuevo impuesto con el que el Gobierno irlandés quiere financiar el pago de la deuda

Año y medio después del rescate financiero, los irlandeses han comenzado a darle forma a su propia rebelión contra la gestión de la crisis y el modelo económico.Con una menor tradición de movilización social que en otros lugares como Grecia o el Estado español, en Irlanda ni las manifestaciones ni el movimiento Occupy ni las huelgas generales (no se ha convocado una sola) han calado como método de presión en contra de los recortes y la obediencia absoluta del Gobierno a la hoja de rutamarcada desde la Unión Europea y el Fondo Monetario Internacional.

Oposición a los impuestos

Sin embargo, los irlandeses han ido fraguando su propio camino a través del boicot a dos de los impuestos establecidos en el pacto entre su Gobierno y el tándem UE-FMI. La sociedad civil está respondiendo con un ‘no’ rotundo al nuevo impuesto sobre el agua y la propiedad inmobiliaria.

Tras año ymedio del pacto, los irlandese han podido comprobar cómo, además de que el supuesto cortafuegos no ha surtido efecto respecto a otros Estados, los contribuyentes deberán pagar la deuda de 85 billones de euros acordada con los organismos internacionales para rescatar a sus bancos.

La primera reacción fue castigar al Gobierno de Fianna Fail por su gestión financiera, que, básicamente, se basó en primero dar carta blanca a los bancos a través de una completa desregulación, y después inyectar dinero público para ir salvando los problemas de deuda a los que se venían sometiendo cuando estalló la crisis mundial. Así fue como, en las elecciones celebradas en febrero de 2011, el Gabinete de Brian Cowen se llevó el mayor batacazo de su historia al perder su hegemonía y pasar de 77 a 20 parlamentarios.

El nuevo Gobierno, formado por el partido conservador Fine Gael y el partido laborista, sin embargo, no ha demostrado ofrecer una alternativa y se ha inclinado por mantener la paz en las calles y cumplir todas las órdenes dirigidas desde la UE y el FMI, quienes exigen una reducción del déficit del actual 10% al 3% en 2016.

De todos modos, la extrema situación de aumento del desempleo, los regresivos impuestos a las clases medias-bajas (el impuesto de sociedades sigue en el 12,5%) y los recortes en los servicios públicos están impulsando, finalmente, el despertar social.

Nunca antes na História deste país se pagou tanto imposto

por Carlos Newton

Por volta das 11 horas de terça-feira, a soma de todos os impostos pagos pelos brasileiros no ano ultrapassou a marca de R$ 1 trilhão, segundo a contagem do “impostômetro”, um painel que fica no prédio da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Em 2010, a cifra foi alcançada 35 dias mais tarde, em 18 de outubro.

Para registrar a marca, a Associação Comercial promoveu um “feirão do imposto” em frente ao painel, que fica no centro da capital paulista, para mostrar às pessoas o valor dos impostos embutidos em produtos do dia a dia, como sabonete, feijão e açúcar.

A Associação aproveitou também para enviar um documento oficial, em nome dos empreendedores paulistas, pedindo que os deputados federais votem a favor do Projeto de Lei 1472/2007, já aprovado pelo Senado, cujo texto determina que o valor dos impostos seja discriminado nas notas fiscais.

Além disso, a Associação Comercial lançou um site no qual a população poderá opinar sobre a carga tributária do País, inclusive através da postagem de vídeos. A página foi batizada de “Hora de Agir”.

O “impostômetro” foi inaugurado em abril de 2005, mas só em 2008 a marca de R$ 1 trilhão foi registrada pela primeira vez – no dia 15 de dezembro daquele ano. Desde então, o fato aconteceu cada vez mais cedo. A marca alcançada hoje significa que os brasileiros pagaram R$ 50 mil em impostos por segundo neste ano, inclusive quando estavam dormindo.

A projeção do Impostômetro é que o brasileiro pagará R$ 1,5 trilhão em tributos no ano. É uma bela arrecadação, nunca vista na História deste país. Pena que a contrapartida, em termos de educação, saúde, segurança e logística, deixe tanto a desejar.

Brasil tem a maior taxa de juros do mundo

O povo é quem paga

Vem o governo e anuncia com estardalhaço:
a redução da taxa básica de juros do País em 0,5 ponto percentual. A taxa passou a ser de 12% ao ano.

Ora, ora, dona Dilma, a média do juro do mundo é de 0,1 por cento ao ano. Uma taxa muito próxima do zero.

Escreve o Estadão:
“A adoção de taxas nominais cada vez mais próximas de zero ou juros reais negativos tem sido um esforço de bancos centrais de Estados Unidos, Europa e Japão, isto é de países desenvolvidos, para impulsionar as suas economias”.

Por que no Brasil é diferente?
Por que o Brasil adota a mesma malandante política da ditadura econômica de Roberto Campos & Delfim Neto?

Toda vez que aumenta os juros aumenta a dívida dos prestamistas que ganham o salário mínimo do mínimo, o miserável trabalhador brasileiro. Idem da classe média pendurada no cartão de crédito.

O brasileiro também é saqueado no pagamento dos impostos mais altos do mundo. Os impostos diretos e indiretos.

O governo, coletor de impostos, com os altos juros e os altos impostos, aumenta o ganho dos especuladores e dos bancos, agiotas oficiais do Brasil da dívida que vai além de um trilhão. Impagável. Uma dívida jamais auditada.