Os soldados estaduais de Goiás vão bater legal

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Taí não precisa de lei antiterrorismo para bater no povo. Isso a polícia faz nos dias profanos e santos.

Brecha na lei sempre teve.

Para o bem de Cachoeira.

Para o bem de Maurício Sampaio, que pagou a pistolagem (atiradores de aluguel misturados com policiais) para matar o jornalista Valério Luiz.

Eta Brasil globeleza.

Goiânia, a escalada da violência na terra governada por Cachoeira

Em terra que assassino de jornalista tem ex-desembargadores como advogados, nem a Força Nacional controla a violência.

Em ritmo de pagode universitário todo tipo de crime acontece em Goiânia. Capital em que impera o terrorismo policial e o mando de Cachoeira.

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Goiânia: Festa para os flagelados das enchentes

O jornal O Popular faz hoje a seguinte enquête:

Na sua opinião, a causa de tantos estragos em Goiânia é…

  •  Da população, que joga lixo na ruas, entupindo galerias e bocas-de-lobo.
  •  Do poder público, que permite construções em áreas irregulares e não investe em infraestrutura.
  •  Da natureza, com sua força sempre imprevisível.
  •  De todos os fatores acima.

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Iniciada desde sábado (28), a tradicional comemoração do réveillon na Praça Cívica, região central de Goiânia, já recebeu milhares de pessoas e alguns shows. Informa o jornal Hoje, de Goiânia: Se você não vai deixar a capital neste fim de ano, a Virada na Praça é gratuita e tem muito a oferecer. Hoje, a partir das 20 horas, a festa da virada de ano contará com várias apresentações de artistas goianos. Posteriormente, o sertanejo Leonardo deve revezar o palco com Daniela Mercury.

Para abrir as festividades na Praça Cívica, os dois palcos montados no local devem receber nomes como Vanessa Oliveira, Franco Levine, Nila Branco, Banda Voice, Favela SA, Juraildes da Cruz, Casa Bizantina, Almir Pessoa e Napalm. Nestes últimos dois dias de shows já passaram por esses palcos a cantora gospel Aline Barros e os músicos católicos Tony Allysson e Padre Antônio Maria.

Para melhor acomodação das 50 mil pessoas esperadas para a virada, 40% do espaço reservado para os shows conta com tendas para proteção das pessoas caso haja chuvas. De acordo com os organizadores da festa, o local destinado ao evento foi totalmente isolado por alambrados e possui três entradas para o público. Essas ações e mais 500 policiais na região devem garantir a segurança dos festeiros.

Leonardo e Daniela Mercury estarão juntos com o público na contagem regressiva para a chegada de 2014. Quando os relógios marcarem meia-noite, shows pirotécnicos em diversos lugares do País e do mundo enfeitarão o céu. Goiânia terá aproximadamente 16 minutos de queima de fogos, assim como o conhecido espetáculo realizado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Além da Praça Cívica, shows pirotécnicos serão levados a 14 pontos da capital. São os bairros: Centro, Urias Magalhães, Maria Dilce, Jardim Nova Esperança, Jardim Guanabara II, Jardim Novo Mundo, Vila Pedroso, Conjunto Vera Cruz II, Residencial Goiânia Viva, Moinho dos Ventos, Jardim Curitiba II, Parque Amazônia, Chácara do Governador e Jardim Balneário Meia Ponte.

Goiás. Como se desmonta uma farsa de jaleco

por Fernando Brito

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Está rodando na internet uma farsa apelativa.

O Dr. Rogério Augusto Perillo, que acha que as pessoas são burras, postou uma foto segurando um cartaz dizendo que “não faltam médicos” e denunciando ter sido demitido pelo prefeito da cidade de Trindade, próxima a Goiânia, “para dar lugar a um médico cubano”.

Com a repercussão nas redes, o prefeito teria “reconsiderado” a decisão e mandado readmitir Rogério.

Conversa.

Rogério é amigo e correligionário do prefeito da cidade, Jânio Darrot, do PSDB, com quem aparece sorridente na foto postada há 15 dias.

E, pelo sobrenome Perillo, você deve imaginar de quem ele é parente.

Claro, do governador Marconi Perillo, também do PSDB, aquele que escapou, sabe-se lá como, dos escândalo Demóstenes-Cachoeira.

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E, pelo sobrenome Perillo, você deve imaginar de quem ele é parente.

Claro, do governador Marconi Perillo, também do PSDB, aquele que escapou, sabe-se lá como, dos escândalo Demóstenes-Cachoeira.

A página de Rogério Perillo no Facebook é um misto de carolice, antipetismo, anticomunismo e baixarias que me poupo de reproduzir.

Ele, aliás, tentou fazer uma inscrição no “Mais Médicos” para ajudar a “melar” o programa, dizendo que o sistema não aceitava o CPF.

Ele tem o direito de ser um idiota, ninguém lhe negará.

Como tem o direito de ser integrante do PSDB e apoiador da candidatura Aécio Neves.

Gosto, mesmo sendo duvidoso, não se discute.

Tem mesmo o direito de ser um mau caráter.

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Mas ele não tem o direito de construir uma mentira na rede, para ser reproduzida por incautos, de boa fé, ou mesmo imbecis, de má-fé.

Não tem o direito de manipular para combater o direito de outros brasileiros, não tão “bem-nascidos” quanto ele.

Infeliz do povo que vai ser tratado com critérios éticos como o do Dr. Rogério.

Se Goiás é o curral dos Perillo, não é difícil saber como tratam o seu povo.

(Transcrito do Tijolaço)

Governador Marconi Perillo decreta fim das greves em Goiás. Coisa de tucano

Capaz de também decretar o fim das passeatas de protesto contra a corrupção. Várias manifestações estão marcadas para o dia Sete de Setembro. Goiás é um Estado cheio de presepadas nos três poderes.

Onda de greve nunca mais
Onda de greve nunca mais

Escreve Rodolfo Cardoso

Foi assinado pelo governador Marconi Perillo (PSDB) o decreto de nº (7.964) que estabelece medidas administrativas contra paralisações e greves de servidores públicos.

O texto prevê corte de pontos, instauração de processo administrativo disciplinar para efetivos e exoneração de imediato àqueles que ocupam cargos ou funções comissionadas. Ele também, determina a convocação expressa dos funcionários por meio do Diário Oficial a reassumirem suas funções.

A resolução tem como parágrafo único o seguinte termo: “Somente em caso de acordo celebrado pela categoria profissional com o Poder Público, a fim de que haja a reposição dos dias não trabalhado, é que será autorizado o pagamento dos valores relativos aos descontos na folha”.

O decreto também autoriza o Governo a promover o compartilhamento da execução de atividades com outros entes, a remanejar servidores, mesmo com mudança de domicílio, para substituições e a celebrar contratos temporários em caráter emergencial – “com a finalidade de conter ou mitigar os efeitos provocados por greves, paralisações ou retardamento administrativo”.

A nota técnica, assinada pelo procurador Rafael Arruda Oliveira, diz que a União também editou um decreto no mesmo sentido e nega “pretensão de se disciplinar o exercício do direito de greve constitucionalmente garantido”.

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[Lá em MInas Gerais o governador tucano Antonio Anastasia quis acabar com as passeatas. Botou a polícia dele nas ruas. Tem até um viaduto da morte. Mas o povo unido nunca é vencido.  T.A.]

Os governadores católicos vão mandar a polícia bater nos jovens que o Papa aconselhou ir para as ruas?

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Que vai acontecer depois que Francisco voltar para o Vaticano? O Papa animou os jovens ir para as ruas. Mas os primeiros que vão bater nos manifestantes serão os governadores católicos.

Quando Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, recomeçará o prende e arrebenta. Ele comanda, com Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiros, as duas polícias estaduais mais violentas, repletas de assassinos. Ninguém sabe onde terminam as polícias e começam as milícias. Sempre falo da dualidade claridade/ escuridão: de dia, polícia; de noite, milícia.

Que fenômeno este: quanto mais os oposicionistas – os tucanos Teotônio Vilela (Alagoas), Marconi Perillo (Goiás), Antônio Anastasia (Minas Gerais), Simão Jateme (Pará), Beto Richa (Paraná), José de Anchieta (Roraima), Siqueira Campos (Tocantis), e a demista Rosalba Ciarlini (Rio Grande do Norte) – batem no povo, mais Dilma perde popularidade, conforme as pesquisas de opinião pública?

A versão que prevalece é a da imprensa considerada golpista, que usa e abusa das palavras-chave caos, baderna, vandalismo.

“En un mismo país, hay un Brasil Menor contra un Brasil Mayor”
 Una de las personas que observan con más atención lo que acontece en Brasil es Giuseppe Cocco, profesor de Teoría Política en la Universidad Federal de Río y miembro de la Red Universidad Nómada. Además es autor, entre otros libros, de ‘MundoBraz: el devenir mundo de Brasil y el devenir Brasil del Mundo’, editado por Traficantes de Sueños-Mapas.
Giuseppe Cocco / IZAIAS BUSON
Giuseppe Cocco / IZAIAS BUSON

La subida de los 20 centavos en el transporte público ha colmado la paciencia de la sociedad brasileña y se ha traducido a un polvorín de manifestaciones por todo el país. La presencia de millones de personas en las calles brasileñas ha causado estupefacción en el Gobierno de Dilma Rousseff, en diferentes medios de comunicación de todo el mundo de multitud de lugares del planeta.

¿Cómo considera que se han ido desarrollando las movilizaciones?

En primer lugar, las manifestaciones comenzaron inicialmente en Porto Alegre a finales de abril, pero se esparcieron por todo el país el pasado mes de junio cuando se celebraron en Sao Paulo. En todas ellas, los objetivos e interlocutores eran ayuntamientos (prefeturas) o gobiernos de cada Estado, no englobaban al Gobierno Federal. A partir del lunes 17 de junio, y sobre todo del día 20, las manifestaciones alcanzaron un nivel de “masificación” que se desbordó, pero sin que eso fuese un ataque directo a Dilma Rousseff y al Gobierno federal. Por otro lado, el Partido de los Trabajadores (PT) y el Gobierno federal (de Dilma) no vieron llegar el “tsunami”: sintieron la tierra temblar y esperaron a que pasara, que no se les cayese la casa encima. Así, el PT no dijo nada, los ministros no dijeron nada ( y si algo dijeron fue muy malo). En cambio Dilma si que habló, pero fue el 21 de junio: muy tarde y de una manera muy tímida.

Usted ha comentado que la revuelta brasileña bebe de las revueltas árabes, del 15M o de las manifestaciones en Turquía. Pero hay una diferencia, la presidenta Roussef ya ha lanzado una serie de propuestas.

Las propuestas de Dilma son insuficientes y las materializaciones de estas –influidas por Lula– son hechas de manera equivocada. El PT y Lula no tienen con quién conversar y creen que hablar con las “organizacioncitas” de jóvenes patrocinados por el Gobierno resuelve algo, cuando el movimiento, por un lado, se caracteriza por ser irrepresentable y por otro, por una demanda de giro a la izquierda que necesita mucha más determinación. No es con retórica o con el fomento de ONG y otros aparatitos como se va a poder resolver lo que está ocurriendo.

¿Considera insuficiente la propuesta del Gobierno brasileño para comenzar un proceso constituyente?

La propuesta de de reforma política que Dilma está haciendo ya era discutida hace tiempo. Inicialmente, ella habló de una constituyente restringida y sometida a un plebiscito. Lo que pienso es que se trata de una manera de ofrecer algo a las calles pero de una manera leve.

Se ha señalado que la subida del precio del billete, fue el detonante de las manifestaciones, pero para despejar dudas de uno de los porqués en este momento ¿ qué papel ha jugado la derecha brasileña en estas movilizaciones?

La derecha no desempeña ningún papel en estas movilizaciones aunque hay que resaltar que ella fue la que dio la orden de cargar contra los manifestantes en el Estado de Sao Paulo, que es donde gobiernan. Ese supuesto papel de la derecha en el movimiento es fruto de rumores absurdos difundidos en la primera fase del movimiento por sectores del Gobierno que, paralizados ante los acontecimientos, intentaban hacer cundir el miedo al fascismo y pedir “unidad”. Solamente después de que el lunes 17 de junio, millones de personas bajaron a la calle, la derecha aprovechó su monopolio de los medios de comunicación y pasó a intentar influenciar en el movimiento en las grandes manifestaciones del 20 de junio, con millones de personas en las calles, pero fue muy limitado. Río de Janeiro albergó la manifestación más grande (entre dos y tres millones de personas) que terminó con una batalla campal que se extendió a todos los barrios del centro de la ciudad y de ahí al Palacio del Gobierno.Fue en ese momento, el día 21 de junio, cuando el Gobierno y el PT reaccionaron con la única declaración de Dilma.

¿Cuál es el papel de la población afrodescendiente en estas movilizaciones?

Otra tontería del Gobierno y de la izquierda del Gobierno es haber dicho que hay pocos pobres y pocos negros. En Río de Janeiro, en cuatro días, se manifestaron alrededor de dos o tres millones de personas, o sea, una parte importante de la ciudad. El lunes 24 de junio, hubo manifestaciones en las dos grandes favelas de esta ciudad. La primera, en la favela Maré, fue reprimida con sangre: diez muertos por la Tropa de Élite de la Policía Militar, usaron como pretexto el conflicto con el narcotráfico. Pero los habitantes de la favela Rocinha salieron a la calle a pesar de la represión acontecida en la anterior. Es la primera vez que miles de favelados toman el derecho de descender del “morro” (exactamente del de Rocinha) y van hasta la casa del gobernador, situada en el barrio rico de Leblon, en donde después hubo una acampada y otras manifestaciones, con enfrentamientos con la policía.

Desde su punto de vista ¿por qué los partidos de izquierda, y en este caso el brasileño, no comprenden o no aceptan lo que usted llama “Revolución 2.0”?

Los partidos de izquierda no entienden absolutamente nada, y el PT el que menos. Lo grave es que el PT no lo entienda, porque esto tiene consecuencias para el gobierno de Brasil. Quien está intentando articular una respuesta es Lula, pero es muy insuficiente porque se limita –como he comentado anteriormente– a promover como representantes del movimiento algunas pequeñas organizaciones de jóvenes patrocinadas por el mismo. En este momento, el movimiento está pasando de las grandes movilizaciones (recordemos el pasado lunes 1 de julio en la final de la Copa Confederaciones) a iniciativas descentralizadas: asambleas de barrio, ocupación de Consejos Municipales como ocurrió hace casi una semana en Belo Horizonte (capital del Estado de Minas Gerais) o de Parlamentos de los Estados federados (como ocurrió con la ocupación de la Asamblea Legislativa de Espirito Santo, en Vitoria. El gobierno y el PT no entienden que la revuelta también es contra todos las formas representacíon (ONG, y el resto de movimientos controlados por los aparatos).

En anteriores declaraciones, usted vislumbra un escenario un tanto complicado en este “devenir” Brasil ¿por qué?

Si continuamos así, todo va a depender del movimiento. Si se debilita, y ante la postura conservadora de la izquierda, están corriendo un fuerte riesgo que pueda ser capitalizado por la derecha electoralmente hablando. Además, según los últimos sondeos de opinión, Dilma Roussef ha perdido el 30% de la intención de voto. Lo que es palpable es que #BRevolution está totalmente dentro del ciclo de luchas que conocemos en Tahrir, en la Puerta del Sol, en la Plaza Taksim y nadie sabe cómo será el desenlace de este movimiento increíble. Sin embargo, puede afirmarse que en un mismo país hay un Brasil Menor –de la gente pobre, estudiantes, favelados, indígenas, las mujeres– contra el proyecto del Brasil Mayor: el de las grandes industrias automovilísticas, de las del agro-negocio, contra los representantes políticos. El devenir Brasil del mundo (como devenir-mundo de Brasil) confirma la necesidad de crear nuevos valores y no dejarse homologar dentro de aquellos valores extenuados del capitalismo global.

Imite o patrão e os governadores: aprenda com eles a protestar, a realizar marchas e passeatas

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empresários segurando faixa. que bonitinho

Os governadores realizam marcha em Brasília

 

Veja o governador de Goiás segurando uma faixa durante passeata em Brasília contra o novo ICMS. Não é bonitinho? Foi tudo na santa paz. Não estava lá a polícia dele para dar porrada. Nem do governador de Brasília. Pois é, passeata de governador e empresário tem todas as mordomias: trio elétrico, seguranças e cobertura da imprensa, com manchetão na primeira página. Depois da andança sem prisões, sem fumacê, sem cacetada, sem balas de borracha, todos foram comemorar em restaurantes de luxo ou descansar em hotéis cinco estrelas, que ninguém é de ferro. O que teve de ruim, coisa enganosa, boato safado, foi que, entre os empresários, estava o Carlinhos Cachoeira. Mas isso foi desmentido e provado e comprovado. Mas ele não foi porque não quis.
Liberdade ele tinha, e de sobra, para isso.

 

Enquanto os governadores marchavam os estudantes eram massacrados lá em Goiânia, pela polícia do governador Marconi Perillo. Acontecia o mesmo em Natal. Coisa da governadora Rosalba Ciarlini Rosado.

O centro da cidade de Natal se transformou em uma praça de guerra durante um protesto estudantil, que terminou em agressões e pancadaria.

Informa o Alô Brasilia: No fim de um vídeo gravado pelo Coletivo Foque, é possível ver que os integrantes do protesto estavam saindo de forma pacifica do local, mas a tropa de choque da polícia avança e agride os estudantes. Após a ação da polícia, a câmera fica virada para o chão por alguns segundo. Neste tempo é possível ouvir o grito dos estudantes e barulho de bombas de feito moral.

Em meio ao protesto, um policial se aproxima e toma a câmera do jornalista Rogério Marques. O profissional de imprensa não reage a ação da polícia e fica sem o equipamento de trabalho.

Pouco antes da ação da polícia, o tenente da PM, Bruno Oliveira afirmou que a PM “estava ali apenas mantendo a ordem”.

A redação do Alô entrou em contato com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande de Norte, e o sindicato afirmou que os diretores do órgão vão se pronunciar na sexta-feira (17), pela manhã, em coletiva de imprensa.

Não conseguimos contato com a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, já que no blog da corporação não há informações sobre telefone ou e-mail. Entre as notícias veiculadas no blog da PMRN, não há referências a operação da noite de quarta-feira.

Veja o vídeo

Um protesto sem polícia e sem proibição da justiça. Um acontecimento inusitado

Veja as diferenças no comportamento da polícia e da imprensa (todas as notícias são do jornal O Hoje):

“O provável encontro de protestos na região da Praça A paralisou o trânsito na região de Campinas. O Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) está no local e bloqueou a Avenida Anhanguera para impedir a passagens dos protestantes.

O comercio local fechou as portas temendo enfrentamentos. Estudantes e professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG) iniciaram marcha no Terminal Padre Pelágio, com destino à Praça Cívica, descendo pela Avenida Anhanguera.

Outro grupo protesta contra o aumento anunciado da tarifa dos coletivos de Goiânia, que deve subir para R$3,00, e teve a Praça A como destino, após concentração em frente ao Colégio Estadual Lyceu de Goiânia.

O encontro não ocorreu porque os manifestantes da UEG desviaram a rota. Os manifestantes contra o aumento da passagem tomaram o terminal e queimaram pneus nas entradas dos coletivos.

Houve confronto com o Batalhão de Choque que reagiu e disparou balas de borracha, dispersando o movimento. Uma repórter de TV foi atingida nas costas.

Por volta das 11h20 o Batalhão de Choque decidiu por liberar o trânsito no local, e a entrada de ônibus no Terminal Praça A, que estava fechado em decorrência dos protestos.

O trânsito, informado pela Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC), está crítico e atinge até 12 km/h nas proximidades do terminal. A manifestação da UEG reúne cerca de 150 pessoas e protesta contra as condições da universidade. O protesto contra aumento da passagem contabilizava aproximadamente 200 pessoas”.

A marcha dos intocáveis empresários carregando faixa e que terminou em um palanque armado com discurso do governador Perilo
A marcha dos intocáveis empresários carregando faixa, e que terminou em um palanque armado com discurso do governador Marconi Perillo. Não apareceu nenhum polícia para atirar balas de borracha, jogar fumacê e dar cacetada. Não foi registrada nenhuma prisão de colarinho branco. Tudo na santa paz. Que o direito de protestar existe no Brasil. Para uma minoria.

Todo acontecimento inusitado é notícia sempre. Veja esta outra bajulada e exaltada passeata:

“A articulação política coordenada pelo governador Marconi Perillo (PSDB), avalizada pela bancada goiana no Congresso Nacional e lideranças empresariais e sindicais, obteve ontem uma importante vitória no processo contra a Medida Provisória do governo federal, que unifica a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS).

(…)  O caráter suprapartidário à marcha a Brasília ficou demonstrado pelos políticos que se revezarem em pronunciamentos de cima de um trio elétrico“.

Ao noticiar o protesto estudantil diz o jornal “O Hoje”:

“Estudantes e professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG) realizam protesto em relação a precariedades do ensino da universidade durante a manhã desta quinta-feira (16). A manifestação partiu às 9h20 do terminal Padre Pelágio e pretende percorrer aproximadamente 10 quilômetros até a Praça Cívica, no centro de Goiânia.

A marcha segue com aproximadamente 150 pessoas, esse número ainda não é oficial. O grupo caminha ocupando toda a rua, e usam camiseta do movimento. A manifestação conta com carro de som e auto-falantes.

No momento, os manifestantes se aproximam do Terminal Praça A que se encontra fechado e ocupado pelo Polícia Militar (PM) e o Batalhão de Choque.

Problemas como déficit de professores, laboratórios fechados, falta de infraestrutura no campus resultou na greve de professores e alunos da instituição que teve início em 25 de abril. O movimento foi chamado de Mobiliza UEG”.

Veja só: o governador alugou um trio elétrico; os estudantes, um carro de som. São apenas 150 pessoas. Mas a polícia do governador Marconi Perillo baixa o cacete.

Polícia do governador Marconi Perillo contra estuantes e professores
Polícia do governador Marconi Perillo contra 150 estuantes e professores, que “ocuparam toda a rua”

Cachoeira de processos contra jornalistas

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O ano mal começou e o governador Marconi Perillo está processando mais um jornalista. A lista indica nove profissionais guindados ao banco dos réus, nos últimos 17 meses. Aliás, das 30 ações que tratam sobre supostas ofensa à honra do ocupante da principal cadeira do Palácio Pedro Ludovico, 16 são contra jornalistas, tuiteiros, blogueiros, site e órgãos de comunicação.

A maioria dos processos, num total de 14, foram formalizados à Justiça à época da CPMI do Cachoeira, promovida pelo Congresso Nacional, em 2012. Na mira do legalismo estão reportagens e artigos críticos à gestão de Perillo e às suas relações com o contraventor Carlos Cachoeira. Entre as naturezas das ações estão indenização, interpelação, pedido de explicações e queixa-crime.

Apenas a interpelação judicial contra a jornalista Fabiane Pulcineli, repórter da Política de O Popular, foi arquivada. O governador Perillo se sentiu afrontado com dois artigos escritos pela profissional. A última incursão à Sala da Justiça aconteceu no início deste ano, ao protocolar ação contra a jornalista Lênia Soares, que mantém um blog no jornal digital Diário de Goiás.

De acordo com o criminalista Rogerio Leal todas as pessoas acusadas de atingir a honra de uma pessoa (calúnia, injúria e difamação) podem invocar o instituto da exceção da verdade, pela qual o acusado tem o direito de provar que suas afirmações são verdadeiras. O professor da PUC/GO e Uni-Anhanguera ensina que o acusado pode solicitar a quebra de sigilos fiscal, telefônico, bancário, de mensagens e outros arquivos que julgar necessários a sua defesa.

Para o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Goiás, Cláudio Curado, os políticos em geral deveriam revelar uma maior tolerância ao escrutínio da mídia, principalmente em razão da função pública que exercem. “Homens públicos precisam prestar contas ao público, pois além dos votos que os consagraram, a população mantém a eles e aos seus projetos administrativos”.

Curado adianta que está à disposição dos jornalistas para entrar na questão, quer dando apoio jurídico, quer intermediando soluções políticas e comunicacionais. Isto por que antes de se chegar a ação, tem-se outros institutos que podem ser utilizados, como o pedido de retratação e o direito de resposta. “O sindicato vê com preocupação o excessivo número de ações patrocinadas pelo governador. Até, por que, cabe à imprensa, em um país livre e democrático, cobrar respostas e soluções”.

De modo generalizado, a psicologia avalia que personalidades com dificuldade para aceitar críticas pertencem a pessoas com baixa autoestima e dispostas a culpar o outro pelos percalços enfrentados em seu dia a dia. Uma personalidade anticrítica pode ser ou não inata à estrutura psicológica da pessoa.

No caso do governador Perillo, o presidente da 9ª Regional do Conselho de Psicologia, Wadson Arantes, analisa como uma reação ao momento de estresse político que vivencia. Para o psicólogo é uma maneira de se preservar, sendo assim não uma reação patológica, mas psicossocial.

“Na verdade é um momento de defesa dele (Marconi Perillo). São muitas coisas acontecendo no dia a dia, muitas críticas, e as pessoas tendem a se proteger do modo que lhe apresenta mais segurança. Todos em cargo público estão sujeitos às criticas. Cada indivíduo reage de uma forma. O limite de tolerância é muito variável, principalmente pelo momento em que ele está passando em nosso Estado. As respostas não parecem satisfazer às indagações. Isto gera muito estresse”.

Guardadas as devidas proporções, o govenador Henrique Santillo (1986/1991) esteve sobre fogo cruzado durante toda a sua gestão, principalmente por causa do acidente com o Césio 137 e o fechamento da Caixego. Mas foram nos dez últimos meses de sua administração, quando o então Ministro Iris Rezende Machado decidiu se candidatar a sua sucessão, mas dispensando a ajuda e presença de Santillo em sua campanha.

Machado era visceral em seus discursos e, ainda, contava com o auxílio da mídia, de onde eram postadas as mais duras críticas ao Palácio das Esmeraldas. Santillo costumava responder aos que lhe cobravam providências contra seus detratores que apenas a História poderia trazer luz aos fatos e sentenciava: “Não entro em briga de rua, tenho um Estado para administrar”.

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Transcrevi do Portal 730

Governadores tucanos temem a verdade. Marconi Perillo contra uma estudante de jornalismo

Não sei se a presidente Dilma Rousseff já processou jornalistas. Mas a justiça e a imprensa fizeram do julgamento do mensalão o maior show contra o PT. E esqueceram o mensalinho de Minas Gerais que envolve vários governadores do PSDB.

Onde tem governador do PSDB tem censura. Quando o principal amante da liberdade de imprensa sempre foi a oposição. Sem liberdade de expressão não existe oposição.

CENSURA TOGADA 

Marconi Perillo se esconde debaixo de uma toga
Marconi Perillo se esconde debaixo de uma toga

Jornalista é proibido de citar nome do governador de Goiás em jornal e blog

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), obteve liminar na Justiça de Goiás proibindo a estudante de jornalismo e blogueira Lenia Soares Santana, de citar o seu nome em matérias do Diário de Goiás, onde ela trabalha, e em um blog de análise política semanal. “Na prática, o governador emprega a Justiça para fazer censura prévia”, disse a jornalista, e afirmou que vai recorrer da decisão judicial.