Gilmar, um ministro de bengala, defensor dos corruptos e corruptores tucanos

por Gilmar Crestani
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Atendendo solicitação de FHC, Gilmar Mendes, assim como fizera com Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres, Daniel Dantas, Roger Abdelmassih, continua sua luta solitária protegendo corruptos e bandidos.

[E doleiros da raça de um Naji Nahas, de um Alberto Youssef]

 

Por que a mídia protege corruptores do PSDB?

 

censura tv imprensa rádio jornalismo

 

A pergunta que não quer calar: Quando se trata de corrupção, por que a velha mídia não cobra dos grandes grupos empresarias tanto quanto cobra dos partidos? Agora que passaram as eleições, Aécio Neves não precisa mais explicar a construção de aeroportos nas fazendas da família? Imagine o que diriam os A$$oCIAdos do Instituto Millenium se Dilma tivesse beneficiado alguém de sua família como faz Aécio Neves em relação aos seus familiares empregados por ele quando governador?!

A corrupção corporativa nasceu com Cabral trocando espelhinho. De lá para cá, toda vez que um corruptor era preso, havia um Gilmar Mendes para dar, contra todas as provas, dois habeas corpus em menos de 24 horas. O histerismo do PSDB com a corrupção instalada na Petrobrás vem de seus finanCIAdores. É por aí que se explica porque o PSDB prefere o financiamento privado ao financiamento público. Mesmo estando 6 x 1, quando não havia mais votos para provar o contrário, Gilmar Mendes senta no processo que já está decido. Como Gilmar Mendes pretende mudar este placar? Corrompendo seus pares? Que tipo de negociata ele propõe para mudar este placar? Será que ele toma a si por parâmetro para julgar seus pares? Por que as derrotas impostas a ele no TSE levou-o a chamar o TSE de Tribunal Nazista [para defender o governador ladrão José Roberto Arruda]? A tentativa da PEC da Bengala tem a ver com o domínio do PSDB nas cortes superiores.

Assim como todos os partidos tinham operadores na Petrobrás, o PSDB tem Gilmar Mendes no STF.

Por que Aécio está histérico? 5 empreiteiras da Lavajato dividiram obras da Aéciolândia

 

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Nas últimas entrevistas de Aécio Neves (PSDB), ele aparece praticamente histérico tentando pautar desesperadamente a mídia na operação Lavajato para atacar o governo Dilma, uma forma de afastar os holofotes dos tucanos. Mas vai ser difícil.
Como se não bastasse antecedentes tucanos na Operação Castelo de Areia, como se não bastasse a infiltração de corruptos na Petrobras vir do governo FHC, como se não bastasse o inquérito que liga Youssef à Cemig, basta olhar o caso da construção do palácio de governo de Minas na gestão de Aécio quando foi governador.
Para quem não se lembra, a “grande” obra de Aécio Neves (PSDB-MG) como governador de Minas, além dos dois famosos aecioportos, não foi construir hospitais, nem escolas técnicas, nem campus universitários. Foi um palácio de governo faraônico chamado Cidade Administrativa de Minas, cujo custo foi cerca R$ 2,3 bilhões (R$ 1,7 bi em 2010 corrigido pelo IGP-M). A farra com o dinheiro público ganhou dos mineiros até apelido de Aéciolândia ou Neveslândia.

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Além da obra ser praticamente supérflua para um custo tão alto, pois está longe de ser prioridade se comparada com a necessidade de investir em saúde, educação, moradia, mobilidade urbana, foi feita com uma das mais estranhas licitações da história do Brasil.
O próprio resultado deixou “batom na cueca” escancarado em praça pública, pois basta observar que dois prédios iguais foram construídos por dois consórcios diferentes, cada um com três empreiteiras diferentes.

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Ora, se um Consórcio ganhou um dos prédios com preço menor, teria que construir os dois prédios, pois nada justifica pagar mais caro pelo outro praticamente igual.

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Se os preços foram iguais, a caracterização de formação de cartel fica muito evidente e precisa ser investigada. Afinal por que seis grandes empreiteiras, em uma obra que cada uma teria capacidade de fazer sozinha, precisariam dividir entre elas em vez de cada uma participar da licitação concorrendo com a outra? Difícil de explicar.
O próprio processo licitatório deveria proibir esse tipo de situação, pois não existe explicação razoável. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

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No final das contas, 9 grandes empreiteiras formando três consórcios, executaram a obra. Cinco delas estão com diretores presos na Operação Lavajato, acusados de formação de cartel e corrupção de funcionários públicos.

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Em março de 2010 havia uma investigação aberta no Ministério Público de Minas Gerais para apurar esse escândalo. Estamos em 2014 e onde estão os tucanos responsáveis? Todos soltos. A imprensa mineira, que deveria acompanhar o caso, nem toca no assunto de tão tucana que é.

 

 

Aécio governador entregou milhões do povo mineiro para Aécio barão da mídia embolsar

No debate da SBT, quinta- feira última, Dilma Rousseff perguntou para Aécio Neves: – Eu gostaria de saber se o senhor realmente nunca empregou parentes em seus governos?

Aécio respondeu que a irmã, Andrea Neves, trabalhou em serviço de voluntáriado, sem receber nada.

Replicou Dilma: O nepotismo é uma decisão do STF. Toda a sociedade brasileira sabe que dentro do governo federal e do estado não pode ter família

Sua irmã era responsável por toda a verba destinada à publicidade, que foi para as rádios e os jornais que vocês têm em Minas

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Aécio é um barão da imprensa. Ganhou concessão de rádio, inclusive para esticar o mandato do presidente Sarney.

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Aécio governou Minas de janeiro de 2003 a abril de 2010. Durante os dois mandatos, a irmã Andrea comandou o Núcleo Gestor de Comunicação Social da Secretaria de Governo, criado por decreto em 3 de abril de 2003, pelo próprio governador.

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O setor tinha as funções de:
1) coordenar, articular e acompanhar a execução de toda a política de comunicação social do Estado, inclusive a das secretarias, autarquias, empresas públicas e fundações estaduais;
2) decidir a alocação de recursos financeiros de toda a publicidade do Estado de Minas Gerais, sua administração direta e indireta, até mesmo das empresas controladas pelo poder público mineiro, bem como o patrocínio de eventos e ações culturais e esportivas.

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De 2003 a 2010, as despesas com “divulgação governamental” somaram R$ 489 milhões. No primeiro mandato, foram R$ 157 milhões; no segundo, R$ 325 milhões, de acordo com o Sistema Integrado de Administração Financeira do Tesouro (Siafi).
Nesses valores não estão incluídos os gastos com publicidade de empresas públicas ou de economia mista controladas pelo Estado, como as companhias Mineradora (Codemig), Energética (Cemig), Saneamento (Copasa) e Gás (Gasmig), assim como as do Banco de Desenvolvimento de Minas (BMDG) e Loteria estadual (LEMG). Eles totalizaram mais de R$ 325 milhões de 2003 a 2009, conforme o Tribunal de Contas do Estado.

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Pois era Andrea quem orientava, determinava e supervisionava quanto, quando, como e onde aplicar todos esses recursos do Estado e suas empresas, diretamente ou via agências de publicidade.

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No decorrer das gestões do irmão-governador, o seu núcleo aplicou, a título de publicidade, dinheiro de estatais mineiras e da administração direta estadual na rádio Arco-Íris e em outras empresas de comunicação dos Neves.
Exatamente quanto não se sabe, pois o ex-procurador-geral Alceu José Marques Torres nem ao menos investigou quanto de dinheiro público a rádio Arco-Íris recebeu. Leia mais 

 

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Propostas de Aécio, “música” aos senhores da riqueza financeira

Paulo Copacabana, em especial para o Viomundo, escreveu que as propostas de Marina eram música para os “senhores da riqueza financeira”. Troquei o nome de Marina pelo de Aécio. Por vários motivos.

Que Marina se vendeu a Aécio. Em troca do apoio, quer um ministério todinho pra ela, um mandato de quatro anos para presidente, e ser candidata do PSDB em 2018.

Miguel
Miguel

Finalmente, tirou a máscara de fada defensora da floresta, e desconstruiu o mito de Nossa Senhora das Dores, de uma infância parecida com a de Santa Joana d’Árc, a analfabeta que salvou a França, e o sofrimento de Santa Benadette. Santas que fizeram parte da devo√ação de Marina, noviça da Congregação das Irmãs Servas de Maria Reparadoras, em Rio Branco (AC).

“Maria Osmarina da Silva, a Marina Silva, chegou à casa das irmãs em 19 de fevereiro de 1976, 11 dias depois de completar 18 anos.

(…) ‘É a primeira vez que vive com as irmãs’, afirma o documento, guardado no arquivo da entidade.

No período de um ano e cinco meses em que ficou lá, Marina ocupava uma das três camas do quarto 07, de cerca de 25 metros quadrados ao final de um amplo corredor de paredes verde-claras que liga a sala aos quartos das aspirantes. O cômodo mantém a decoração: alguns dos móveis simples de madeira e até as colchas daquela época.

O casarão com varandas é amplo e fresco nos dias de brisa da incomum friagem (período de queda de temperatura) da equatorial Rio Branco. Tem oito quartos – para quatro moradoras e visitantes –, cozinha e copa espaçosas e um grande terreno gramado, com seringueiras e um pomar com pés de enormes laranjas e de cupuaçu. Era o seu canto favorito. ‘Ela era muito voltada à contemplação, gostava de ficar no quintal, junto às árvores, talvez um ambiente parecido com aquele em que vivia antes’, diz a irmã Eva, repetindo relatos.

O restante do tempo dividia entre as aulas no Instituto Imaculada Conceição – hoje com cerca de 700 alunos e ainda mantido pela ordem – e os estudos religiosos. ‘Ela entrou para a família religiosa com o intuito de ser irmã, mas chegou o momento em que não se encaixou e, depois de conversas, decidiu sair. A pessoa entra, conhece a estrutura e o jeito de viver, mas às vezes não se encaixa, é comum. É uma vida muito rigorosa, difícil’.

As Irmãs Servas de Maria Reparadoras tiveram origem na Itália, em 1900, voltada a ajudar e educar crianças órfãs. Chegou em 1921 ao Brasil e se instalou em Sena Madureira (AC). É da corrente progressista da Igreja Católica e atua na educação, saúde e contra violações de direitos humanos. ‘Uma moça sem ligação com educação não fica. Talvez tenha inspirado Marina, depois professora, não sei o que ela pensa disso, mas acho que influenciou nas suas opções’, disse irmã Eva, que não deve votar na ex-companheira. ‘Não fiz a opção ainda. Talvez a opção seja outra.’

Os sinais da saúde frágil já apareciam, mostra o livro. ‘Em 29/7/76, estando com gripe acompanhada de tosse, foi consultada pelo Dr. Silvestre; este solicitou uma radiografia dos campos pulmonares, a qual foi tirada no mesmo dia. Resultado: normal.’

Em julho de 1977, Marina desistiu da vida religiosa. ‘A própria candidata disse não ter vocação’ é a anotação do livro. O pai, Pedro, tem outra versão. ‘Ela queria emprego para ajudar nossa família, mas lá o dinheiro fica na comunidade. Aí desistiu”.

Sinfronio
Sinfronio

Marina nunca gostou de trabalhar. No seringal de onde saiu perto de completar 16 anos não foi seringueira, trabalho proibido para as mulheres. Principalmente para uma criança. Pelos perigos de ficar solta na floresta. Perigos de todos os tipos. Não se quebra, facilmente, os tabus de pequenas comunidades.

No mais, Marina teve os poderes, eleita pelo PT, de vereadora, deputada estadual, duas vezes senadora, ministra de Lula; tem as amizades das maiores fortunas do Brasil; e o pai, com 87 anos, vive no alagado de uma favela do Rio Branco, em casa de madeira.

Tem irmãs que ainda vivem nas mesmas terras de sua infância feliz.

Pedro Augusto, 87 anos, pai de Marina
Pedro Augusto, 87 anos, pai de Marina

Marina pai

 

É um conto de fadas de Cinderela: Marina empregada doméstica. O pai não ia deixar a filha sair de casa (Marina vivia e foi criada pela avó, parteira) para a cidade grande, sem ter para aonde ir. Para ficar na rua. Marina viajou para um endereço certo.  A casa do tio delegado, de onde saiu por maltrato não explicado. Antes de entrar no convento ficou em uma casa tão pobre quanto a do pai dela hoje. Como agregada.

Não confundir pobreza com vida de miserável, de abandono.

Do convento, Marina saiu para estudar história em uma universidade, quando fundou a CUT, e foi candidata derrotada a deputado federal, tendo Chico Mendes como candidato a deputado estadual. Era a Marina sindicalista e comunista.

Senadora conheceu as maiores fortunas do Brasil, e foi candidata a presidente em 2010, tendo como vice um dos homens mais ricos do Brasil, explorador da Floresta da Amazônia, dono de uma empresa com o nome bem sugestivo, Natura. Este ano foi candidata, pela segunda vez, tendo como vice um latifundiário do Rio Grande do Sul, líder da bancada ruralista na Câmara dos Deputados, e defensor das empresas de álcool, fumo e armas, lóbi que não casa com Marina evangélica, parceira dos pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano.

nani mudança marina

Qual a diferença entre Maria Alice Setubal, dona do Banco Itaú e mentora do plano econômico de Marina, e Armínio Fraga, também banqueiro, que coordena a campanha de Aécio Neves?

Os dois defendem a autonomia do Banco Central, contra o Mercosul, o BRICS; e a volta do FMI e das privatizações de Fernando Henrique, o tudo para “os senhores da riqueza financeira”, e neca para o povo pobre e para os miseráveis.

Aécio lucro

Armínio Fraga

Armínio Fraga era um empregado de George Soros, indicado para presidir o Banco Central no governo entreguista de Fernando Henrique.

Bancário que era virou banqueiro.

No governo de FHC, Soros se tornou o principal acionista da Vale do Rio Mais do que Doce.

A imprensa vendida brasileira informou que Soros trocou as ações da Vale por ações da Petrobras. Acho que não existe esse tipo de transa. Assim sendo, a Petrobras passou a ser sócia da Vale. Coisa pouca: 634 milhões de dólares.

O noticiário da campanha de Aécio jura que Soros, temeroso de uma vitória de Dilma, passou essas ações para não se sabe quem. Queira Deus que sim. Soros é um especulador, um predador internacional. Ladrão todo. Se aparecer na Rússia vai preso. Patrocina a atual guerra da Ucrânia e outras. Pela teoria da conspiração, mandou matar Eduardo Campos. Não acredito que seja verdade, mas que ele é capaz disso é, e de coisas piores.

Na Ucrânia, muitos dos participantes das manifestações em Kiev assumiram fazer parte de determinadas Organizações Não Governamentais (ONGs) responsáveis por treiná-los em táticas de guerrilha urbana, em numerosos cursos e conferências promovidos pela Fundação do Renascimento Internacional (IRF, em inglês), criada por Soros. A IRF, fundada e financiada pelo multimilionário, orgulha-se de ter feito “mais do que qualquer outra organização” para a “transformação democrática” da Ucrânia, afirmou.

A ação de Soros, no entanto, permitiu que ultranacionalistas passassem a controlar os serviços de segurança ucranianos, como a polícia e as forças armadas. Em abril, o secretário do Conselho de Segurança Nacional e da Defesa, Andréi Parubiy, foi acusado por testemunhas de aceitar suborno da CIA para ajudar no combate àqueles que se opõem ao governo autoproclamado. Ainda segundo o InfoWars, a operação militar de Kiev, com seu caráter violento, incluindo o incêndio na sede de um sindicato em Odesa, no qual morreram mais de 80 pessoas, também pode ser atribuído ao ativismo de George Soros e das outras organizações ligadas à IRF.

Estas mesmas ONGs foram detectadas no Brasil com um serviço semelhante àqueles prestados pela IRF à ultradireita na Ucrânia. A ONG Brazil No Corrupt seria mais uma na lista de organizações patrocinadas por organismos internacionais para a promoção de atos de vandalismo e de violência nas manifestações de rua.

No Brasil, antes e durante e depois da Copa do Mundo, no movimento #naovaitercopa. Compete, ainda, a estas organizações, o patrocínio de páginas nas redes sociais, como a TV Revolta, entre outras, criadas para disseminar o ódio e promover a desestabilização do governo instituído, em manifestações violentas nas principais capitais, com infiltrados das polícias de São Paulo e Rio de Janeiro.

Em Pernambuco, a campanha do governador eleito Paulo Câmara Ardente denunciou que “O PT mandou matar Eduardo Campos”. Resultado: o PT não elegeu o senador, e nenhum deputado federal. Os pernambucanos colocaram nas urnas o voto justiceiro. As eleições representaram um verdadeiro linchamento dos “assassinos”. Sobrou para Dilma e Armando Monteiro, candidato a governador.

Incompetência da propaganda petista. Bastaria completar a frase pichada nos muros: “O PT matou Eduardo Campos” para eleger Marina ou Aécio.

 

 

Frank
Frank

 

Eis o texto de Paulo Copacabana:

Não tem como fazer omeletes sem quebrar os ovos.

Esta frase, para mim, resume os desafios políticos que temos pela frente para melhorarmos nosso país nos próximos anos.

A Nova Política só começará com uma ampla discussão e mobilização popular sobre uma reforma política que permita três coisas: ampliar os canais de participação da sociedade na definição do seu próprio destino, reduzir o poder do dinheiro sobre a política e ampliar a representação das classes populares nos parlamentos brasileiros.

Para isso, precisamos de partidos fortes, democracia interna e idéias claras sobre suas posições.

Para Marina Silva representar efetivamente este ideal, não basta dizer que representa a Nova Política. Os aliados que ela carrega e o jatinho que usou financiado por caixa 2 e empresas laranjas desmentem a todo momento esta sua profissão de fé.

Ela precisa rapidamente dizer quando, como, em que direção e com quem fará uma reforma política no Brasil, já no início do seu governo.

A princípio, Marina não parece se preocupar com partidos fortes ou idéias claras. Parece carregar apenas o “espírito do tempo”, marcada por vontades de mudanças abstratas, sem saber exatamente para onde e como. Uma certa continuidade e vertente eleitoral das jornadas de junho de 2013.

Os apolíticos e os antipolíticos parecem finalmente se juntar aos reacionários e àqueles que representam a infantilização da política (quero tudo agora e de qualquer jeito).

As dificuldades de Marina em construir a Nova Política residem exatamente nesta sua frágil base politica de sustentação.

Precisará dos movimentos sociais e trabalhadores organizados para aprofundar a democracia no Brasil. Quando e se quiser fazer este aceno, será rapidamente abandonada pela sua base eleitoral. Crise política à vista.

Por outro lado, na economia política, Marina já encarna o papel de melhor guardiã da financeirização da riqueza. As poucas famílias, empresas não financeiras e bancos, que aplicam suas riquezas em diversos produtos financeiros, estão indo ao delírio com as propostas dos gurus econômicos de Marina.

Banco Central independente, altíssimas taxas de juros que procurem levar a inflação a níveis suíços, câmbio livre, cortes nos gastos públicos, redução dos salários e “outras maldades” já reveladas soam como música aos senhores da riqueza financeira.

Deve começar seu governo já refém destes interesses poderosos. Uma verdadeira crise econômica se avizinha.

Paralisia política e crise econômica pode ser o resultado mais esperado do seu governo. Marina já acenou que planeja ficar apenas quatro anos.

Não terá outra saída. De qualquer modo, já terá cumprido o papel para os senhores do dinheiro.

Para o país, uma lição a mais: a infantilização da política não produz avanços.

 

Dilma Aécio nova políitca

 

Ele só quer só pensa em namorar

Escreve a prestigiada e excelente jornalista Mônica Bergamo: “O rol de conquistas de Aécio é admirável. Se existe um traço comum entre suas namoradas ou affaires é que a maioria tem cabelos longos e lisos. A idade também as aproxima – quase todas elas têm uns quinze anos a menos. Ele tem 53 [este texto é de 7 de 7 de 2013].

Estrelam o grupo a jornalista Cynthia Howllet, a modelo Michele Pin e  estudante Luciana Milhomens. Leia mais e veja galeria de fotos.

Michele Pin, BBB 13, com Aécio 1

Michele 2

Michele 3

Michele 4

Michele 5

Aécio e a BBB13 Michele Pin, curtindo uma praia em Salvador
Aécio e a BBB13 Michele Pin, curtindo uma praia em Salvador
  Cynthia Howllet
Cynthia Howllet

 

A MISS E O GOVERNADOR AÉCIO

 

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Publica Istoé Gente: Frequentador do Rio, para onde embarca nos finais de semana, o governador ainda tem entre suas conquistas a dentista Michele Bahiense…

Na madrugada carioca, Aécio Neves e Natália Guimarães trocam beijos em restaurante. Fascinado pelos encantos da companhia, o governador nem sequer se preocupou em escolher uma mesa mais reservada. Durante duas horas e meia em que permaneceram no restaurante, não esconderam o quanto estão encantados um pelo outro. A conversa, entrecortada por abraços e beijos, foi regada a vinho tinto Doña Paula Estate, safra 2005.

Aécio e Natália degustaram lagostim de entrada e escolheram peixe como prato principal. A miss Brasil optou por cherne enquanto o governador mineiro escolheu atum. Alheios aos olhares mais curiosos, saborearam o jantar em clima de romance e deixaram o restaurante abraçados. Texto de Rosangela Honor e Thaís Botelho. Leia mais [Aécio abandonava Minas Gerais, e entregava o governo para a irmã Andréa Neves]

Miss Brasil Natália Guimarães
Miss Brasil Natália Guimarães
Governador Aécio Neves e Michele Bahiense
Governador Aécio Neves e Michele Bahiense

 

Twitter, fotos e namoradas do senador

 

Ao contrário da maioria dos políticos, Aécio é um boêmio. Gosta de sair à noite, beber um pouco de uísque (aguardente ele só bebe em sua fazenda) e namorar.

A lista de ex-namoradas dele é ocupada só por belas garotas, como as modelos Ana Luiza Castro e Letícia Weber ( atual esposa do político).

Apresentadora Lívia Lemos
Apresentadora Lívia Lemos
Martha Graeff
Martha Graeff
Ana Luiza Castro
Ana Luiza Castro
Aécio e Letícia Weber
Aécio e Letícia Weber

O POVO SABE VOTAR. Aécio perdeu feio em casa

A campanha da candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), convocou governadores e senadores eleitos pelo PT e outras siglas aliadas para uma reunião hoje, em Brasília. Candidatos que foram ao segundo turno e senadores bem-votados também foram escalados pela cúpula petista. O objetivo é traçar as estratégias para o segundo turno.

Comandados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estará na reunião, participarão os governadores do PT eleitos em primeiro turno: Fernando Pimentel (Minas Gerais), Rui Costa (Bahia) e Wellington Dias (Piauí), bem como o aliado do PCdoB Flávio Dino (Maranhão). Entre os que estão no segundo turno, os aliados petistas Tarso Genro (Rio Grande do Sul), Delcídio do Amaral (Mato Grosso do Sul) e Tião Viana (Acre), e fluminenses Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB). Somados, os nove nomes incluídos na lista de Dilma obtiveram 19,6 milhões de votos no último domingo.

Fotogaleria do Jornal de Notícias de Portugal

A diversidade do Brasil, mostrou-se nas urnas: índio da tribo Ticuna, no Estado de Manaus, junto a uma mesa de voto foto EPA/DIEGO JANATA
A diversidade do Brasil, mostrou-se nas urnas: índio da tribo Ticuna, no Estado de Manaus, junto a uma mesa de voto
foto EPA/DIEGO JANATA
O pescador António Lopes da Silva, mostra o cartão de eleitor enquanto a mulher, Patrícia Helena Batista, amanha o peixe para o almoço, numa casa flutuante em Iranduba foto RAPHAEL ALVES/AFP
O pescador António Lopes da Silva, mostra o cartão de eleitor enquanto a mulher, Patrícia Helena Batista, amanha o peixe para o almoço, numa casa flutuante em Iranduba
foto RAPHAEL ALVES/AFP
Quando se está perante a imensidão do Amazonas, o maior rio do Mundo, o barco é a melhor opção para ir votar foto PAULO SANTOS/REUTERS
Quando se está perante a imensidão do Amazonas, o maior rio do Mundo, o barco é a melhor opção para ir votar
foto PAULO SANTOS/REUTERS
As urnas e voto chegaram à Ilha Grande, atravessando o Amazonas, desde Belém foto PAULO SANTOS/REUTERS
As urnas e voto chegaram à Ilha Grande, atravessando o Amazonas, desde Belém
foto PAULO SANTOS/REUTERS
Fuzileiros da marinha brasileira patrulham ruas da favela da Maré, repletas de boletins de voto foto RICARDO MORAES/REUTERS
Fuzileiros da marinha brasileira patrulham ruas da favela da Maré, repletas de boletins de voto
foto RICARDO MORAES/REUTERS
Junto à favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, fez-se fila para votar foto VANDERLEI ALMEIDA/AFP
Junto à favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, fez-se fila para votar
foto VANDERLEI ALMEIDA/AFP
Numa escola de Rio Branco, no Estado do Acre, as pessoas fazem fila para votar foto AFP
Numa escola de Rio Branco, no Estado do Acre, as pessoas fazem fila para votar
foto AFP
Noutra zona mais isolado do mesmo Estado, nem parece que há 143 milhões de brasileiros a ir a votos foto SERGIO MORAES/REUTERS
Noutra zona mais isolado do mesmo Estado, nem parece que há 143 milhões de brasileiros a ir a votos
foto SERGIO MORAES/REUTERS
O mapa no interior de escola do rio de Janeiro, domingo feita mesa de voto, mostra imensidão do Brasil, com 200 milhões de habitantes foto PILAR OLIVARES/REUTERS
O mapa no interior de escola do rio de Janeiro, domingo feita mesa de voto, mostra imensidão do Brasil, com 200 milhões de habitantes
foto PILAR OLIVARES/REUTERS
Junto a uma parede cravejada de balas, na favela da Maré, também se vê a diversidade do Brasil foto RICARDO MORAES/REUTERS
Junto a uma parede cravejada de balas, na favela da Maré, também se vê a diversidade do Brasil
foto RICARDO MORAES/REUTERS
Detido no Presidio Central, em Porto Alegre, votou vigiado pela polícia foto AFP PHOTO/LUCAS UEBEL
Detido no Presidio Central, em Porto Alegre, votou vigiado pela polícia
foto AFP PHOTO/LUCAS UEBEL

A principal estrela da companhia é o futuro governador de Minas, Fernando Pimentel, eleito pelos votos de 52,98% dos mineiros e que bateu, no primeiro turno, Pimenta da Veiga (PSDB), candidato de Aécio Neves.

Aécio foi deputado, governador duas govarnador e, hoje, é senador de Minas Gerais. Perdeu feio em casa.

Dilma também já conta com o apoio de outros quatro eleitos: os peemedebistas Jackson Barreto (Sergipe), Marcelo Miranda (Tocantins) e Renan Filho (Alagoas), e o pessebista Raimundo Colombo (Santa Catarina).

Os 5,3 milhões de votos obtidos neste domingo por Fernando Pimentel, cacifaram o ex-ministro do Desenvolvimento de Dilma a ser o responsável pela coordenação política da campanha presidencial do PT em Minas Gerais. Para isso, a primeira decisão é deixar em segundo plano a transição para o governo, que começa em 1º de janeiro do ano que vem. De acordo com o coordenador da campanha de Pimentel, Helvécio Magalhães, “a prioridade agora é o segundo turno” presidencial.

No front. Pimental aponta para a direção de algumas das estratégias que devem ser adotadas para a disputa. Uma delas passa por manter e ampliar a vantagem em Minas, onde Dilma abriu uma frente de 400 mil votos para Aécio na terra onde ele governou por oito anos e elegeu seu sucessor.

O Nordeste, região onde Dilma venceu em todos os Estados – exceto Pernambuco, comandado pelo PSB de Marina Silva –, é outra frente importante. O cálculo da campanha é que a petista pode ampliar a votação e, para isso, contará com os três aliados eleitos.

A região Sul é outra que deve ser destacada. Dilma, que perdeu no Paraná e em Santa Catarina, viu sua vantagem para Aécio cair drasticamente no Rio Grande do Sul.

OS SOROS NÃO GANHAM ELEIÇÃO

Após o Ibovespa disparar e a cotação do dólar norte-americano cair com o resultado do primeiro turno das eleições, a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, disse ontem que “o investidor pode fazer tudo, mas não ganha a eleição”. “Quem ganha e vota no Brasil chama-se povo brasileiro”, disse, respondendo a uma repórter sobre a torcida de investidores por uma vitória do candidato do PSDB, Aécio Neves.

Em coletiva de imprensa concedida em São Paulo, maior colégio eleitoral do país e onde obteve a maior votação neste primeiro turno, Aécio disse que os “brasileiros estão muito preocupados com os monstros do presente: inflação alta, recessão, corrupção”. Questionada sobre as declarações do rival, Dilma respondeu: “Comparem a minha recessão com a dele e comparem os monstros do passado com o que está acontecendo no meu governo. Ele pode usar a retórica, mas a realidade se imporá”, disse.

Pesquisas. Dilma negou que tenha ficado frustrada com o resultado do primeiro turno – pesquisa de boca de urna apontava vantagem maior da petista. “Eu não (fiquei frustrada), eu esperava direitinho, sabe por quê? Nós não achamos e não acreditamos nessa infalibilidade das pesquisas, né?”, destacou.

“Vocês me desculpem, mas eu acho que pesquisa é uma referência, eu sempre digo que não comento (pesquisa), acho que ela é para analista. Nós usamos várias outras informações além das pesquisas”, encerrou.

(Fonte: Jornal O Tempo de Minas Gerais e agências)

VENEZUELA. La integración brasileña con Latinoamérica y los Brics

ve_universal. Venezuela

ve_clarin_aragua. Venezuela

Expectativas tras la primera vuelta de las elecciones presidenciales

por Nils Castro

Contra las expectativas sembradas hace algunas semanas, Dilma Rousseff le sacó más de 7 puntos de ventaja a Aécio Neves quien, a su vez, relegó a Marina Silva, en unas elecciones en las que participó más del 80% de los votantes. ¿Ahora qué va a pasar?

La candidatura de Marina, pese a este desplome, cumplió su papel: gracias a la muerte de Eduardo Campos. Su fugaz ascenso al papel de favorita permitió mandar a segunda vuelta una elección que antes pareció que Dilma le ganaría a Aécio en la primera.

Sin embargo, parte sustantiva de ese temporal apoyo a Marina no vino del voto ecologista ni del evangélico, sino de los sectores de izquierda inconformes con el PT. Pero en la próxima vuelta ni los ambientalistas ni esas izquierdas le darán su voto a Aécio, candidato neoliberal del PSDB, los grupos financieros y la gran prensa.

Ello no hace de Aécio un contrincante deleznable. En la contienda por la segunda vuelta le sobrará respaldo financiero y los medios recrudecerán vigorosamente su campaña contra Dilma y el PT. Todo el espectro de las derechas hará de esto una cruzada.

Aécio vender Brasil

No obstante, uno de los principales temas de campaña volverá a ser el de la corrupción y, en este campo, Aécio es bastante vulnerable. Luego de gobernar el estado de Minas Gerais durante los dos últimos períodos, allí su candidato fue derrotado por el del PT precisamente por esto. El escándalo mayor fue el del “aeciopuerto”, el nuevo aeropuerto que como gobernador él ordenó construir con fondos públicos sobre tierras de su familia.

En la campaña que viene veremos enfrentarse dos personalidades opuestas. Dilma ya no es solo la profesional eficaz que hace cuatro años se estrenó como candidata; ahora es “corazón valiente”, la Jefa de Estado que durante este período expandió los programas sociales creados por Lula, incrementó la eficacia del gobierno e impulsó la integración brasileña con Latinoamérica y los Brics.

Aécio, nombrado líder por su abuelo antes de sudar la camisa, y tutoreado por Fernando Enrique Cardoso, deberá remontar su aureola del play boy para resistir durante las próximas tres semanas la ofensiva concentrada de esa veterana luchadora, de Lula y el PT, ahora que ya no hay Marina que los distraiga.

 

El Mercosur en el debate

JB
JB

por Mercedes López San Miguel

 


La contienda entre Dilma Rousseff y Aécio Neves representa dos modelos de inserción internacional en pugna: uno apuesta a la integración regional y el otro se propone debilitar el Mercosur para hacerlo más abierto al mundo. Estados Unidos vería con buenos ojos que se eliminara la cláusula 32 que obliga a los socios del Sur a negociar juntamente acuerdos de libre comercio con otros bloques o países. Ese punto, que hasta ahora no se tocó, nació con el Tratado de Asunción de 1991.

El opositor Neves propone flexibilizar las reglas del Mercosur para que Brasil pueda realizar acuerdos bilaterales en caso de que no adhieran a la idea los otros socios (Argentina, Paraguay, Uruguay y Venezuela). “No se trata de salir del Mercosur, sino de pedir flexibilidad”, declaró el titular de la socialdemocracia. El ex gobernador del estado de Minas Gerais sostiene que el tratado de libre comercio que se negocia desde hace más de una década entre la Unión Europea y el Mercosur es “extremadamente estratégico para Brasil”, pero se mantiene estancado por las posiciones “ideológicas” de algunos países miembro, entre los que mencionó a la Argentina – la Cancillería argentina advirtió que el acuerdo podría generar un impulso pobre en términos de crecimiento —. Para Neves, abierto antichavista, el ejemplo a seguir es la Alianza del Pacífico (México, Colombia, Perú y Chile), que es lo más afín al proyecto norteamericano de integración hemisférica con apertura comercial.

Rousseff dio continuidad a la política externa de su antecesor, Lula da Silva. Brasil firmó a favor del ingreso de Caracas al Mercosur y reforzó el bloque de los Brics (formado por Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica). La mandataria este año lideró el acercamiento de los países de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) con el grupo Brics. Asimismo, enfrió las relaciones con Estados Unidos tras la revelación del megaespionaje norteamericano el año pasado, suspendiendo un encuentro bilateral con Barack Obama y resistiendo las presiones para la compra de aviones de guerra estadounidenses.

El 26 de octubre se pondrán en juego dos apuestas regionales. Con Aécio Neves como presidente se auguran tormentas con los socios del Mercosur y cantos de sirena para los defensores del librecambio. Con la reelección de Dilma Rousseff se garantiza la continuidad de un bloque fuerte.

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Um Brasil potência mundial ou vira-lata?

Marina Silva, na reta final da campanha, deu uma escapadinha e foi, de cuia na mão, fazer promessas a empresários e banqueiros nos Estados Unidos.

Dilma presidenta esteve na ONU, para afirmar: O Brasil independente defende a paz, não entra na guerra de nenhum império.

Os economistas que elaboraram as plataformas de governo de Aécio Neves e Marina programaram o retorno de um Brasil quintal, um país colonizado e vendido por Roberto Campos, Delfim Neto, Lara Rezende, Armínio Fraga, Eduardo Giannetti e outos malandantes.

Para quem cultua a alma de vira-lata, veja a importância, para o mundo, de um Brasil que virou potência com o Mercosul e o Brics.

Diferente da imprensa nossa conservadora e vendida, os jornais doutros países defendem seus interesses nacionalistas.

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