Três suspeitos na tentativa de golpe de estado e eleitoral

v delação

Escreve a procuradora Noélia Brito: “De acordo com essa ilustração, a tal delação que está sendo usada pela Veja para dar um golpe de Estado em nossa democracia, só foi presenciada pelo advogado, pelo delegado da polícia federal que preside o inquérito e por um procurador da República. Quem vazou, se é verdade que alguém vazou alguma coisa, já que a Veja já é conhecida por suas mentiras, cometeu crime pelo qual poderá perder o cargo e ser condenado como o foi o Delegado Protógenes, essa semana, pelo Supremo com relação à Operação Satiagraha e ainda beneficiar os criminosos com a anulação das provas. Tudo isso pra fazer Aécio presidente e derrotar a Dilma e o PT? Cheira mal, heim? Aliás, fede! Por isso, nós o povo, queremos saber os nomes do delegado e do procurador da República envolvidos no caso e que eles sejam chamados a dar explicações sobre esse suposto vazamento”.

 

ADVOGADO DE DOLEIRO: VEJA MENTIU SOBRE DILMA

 

cristo futebol 2

247 – A tentativa de golpe da Editora Abril contra a democracia brasileira não durou um dia. Menos depois de 24 horas após circular com uma edição extra, acusando a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula de “saberem de tudo” sobre o esquema denunciado na Petrobras, o “depoimento” do doleiro Alberto Youssef foi desmentido por ninguém menos que seu próprio advogado, o criminalista Antonio Figueiredo Basto.

“Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso (que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras). Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso”, afirmou Basto. “Conversei com todos da minha equipe e nenhum fala isso. Estamos perplexos e desconhecemos o que está acontecendo. É preciso ter cuidado porque está havendo muita especulação”, alertou o advogado.

A edição de Veja foi antecipada para esta quinta-feira para tentar interferir na sucessão presidencial, sobrepondo-se à soberania popular. Ontem, pesquisas Ibope e Datafolha confirmaram a liderança da presidente Dilma Roussef nas pesquisas eleitorais (leia aqui).

Os responsáveis diretos pelo atentado à democracia cometido pela Editora Abril são o diretor de Redação de Veja, Eurípedes Alcântara, o executivo Fábio Barbosa, que conduz a gestão da empresa, além dos acionistas da família Civita. Conduziram o jornalismo brasileiro a seu momento mais irresponsável, mais vil e mais torpe.

 

 

Dilma Rousseff sugiere expulsar a Paraguay del Mercosur y Unasur


  • Dilma Rousseff, presidenta brasileña
Asunción, IP Paraguay – La presidente de Brasil, Dilma Rousseff, luego de conocerse la destitución del presidente Fernando Lugo, sugirió expulsar del Mercado Común del Sur (Mercosur) y de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) a Paraguay, según informa el portal web del diario Folha.

En una conferencia de prensa en la tarde del viernes, antes de hablar en la sesión de clausura de la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo Sostenible Río +20, Dilma reiteró que el Mercosur y Unaur son organismos que tienen cláusulas en sus estatutos que requiere el respeto de las reglas democráticas.

Hay pena anticipada “para aquellos que no cumplen con” los principios que caracterizan a una democracia “, dijo Dilma. Para ella, el Paraguay está experimentando una” situación complicada”.

Preguntada por cuál es la pena para el Paraguay, optó por responder de una manera genérica. Dijo que para un país que viola la cláusula de la democracia la sanción es “la no participación de los organismos multilaterales, es decir, la expulsión del Mercosur y Unasur”.

El Senado paraguayo decidió este viernes destituir al ahora expresidente paraguayo Fernando Lugo, por la vía del juicio político. Esta situación fue calificada por la Unasur como un “golpe de Estado”.

Inicio de Golpe de Estado de la derecha en Paraguay

En menos de 24 horas la derecha paraguaya orquestó un juicio político apresurado contra el presidente constitucional Fernando Lugo, quien ratificó el jueves por la mañana que se mantendrá en el cargo para evitar la violación de la voluntad popular que lo llevó a la Jefatura de Estado en 2008. A las 18 horas (6:00 pm) de este jueves, en una sesión extraordinaria, el Senado formulará las acusaciones contra el jefe de Estado, luego de que el pasado viernes 11 campesinos y seis policías resultaran muertos durante unos enfrentamientos registrados en la región de Curuguaty, a unos 380 kilómetros de Asunción.Hace un día, el mandatario dispuso la creación de una comisión especial de investigación compuesta por representantes de la sociedad civil y la Organización de Estados Americanos (OEA) para esclarecer los hechos. 

Fernando Lugo y Dilma Rousseff
Fernando Lugo y Dilma Rousseff

La defensa del líder paraguayo será expuesta mañana viernes a las 12:00 horas. Luego, a las 14:30 horas se presentarán las pruebas; una hora más tarde los alegatos y a las 16:30 de la tarde se emitirá la sentencia.

El secretario Político del Partido Popular Tekojota, Aníbal Carrillo Iramain, denunció que el juicio político se trata de un “pacto privado” y advirtió que “por detrás están operando los cuervos”.

Carrillo Iramain afirmó que el pueblo paraguayo está ante “un complot que tiene un primer capitulo en Curuguaty y un segundo capítulo que es el juicio político”.

“Ahora se desnuda quienes estuvieron tras la masacre de campesinos y policías. Los principales beneficiarios de la tragedia ahora desnudan sus reales intereses de utilizar la masacre para sus fines de atentar contra la democracia”, afirmó la organización política a través de un comunicado difundido en su página web.

Parlamento Latinoamericano rechaza “intento de golpe de Estado en Paraguay”

El Parlamento Latinoamericano expresó este jueves a través de un comunicado su rechazo a la decisión del Congreso de abrir un juicio político contra el presidente Fernando Lugo, medida que según el organismo obedece a “un intento de golpe de Estado”.

Cuerpos de seguridad rodean los alrededores del Senado paraguayo

El centro de La Asunción (capital paraguaya), específicamente los alrededores del Senado, han sido tomados por las fuerzas de seguridad y contingentes policiales tras el anuncio de la llegada de manifestaciones campesinas en apoyo al presidente Fernando Lugo.

Medios paraguayos han informado que las fuerzas policiales que se han apostado a los alrededores del senado para mantener el orden, no portan armas, según lo dado a conocer por el comandante de la policía Arnaldo Sanabria, que recalcó que un refuerzo de 150 policías podría ser enviado al lugar.

En relación al despliegue de fuerzas militares, el Comando de las Fuerzas Armadas informó que se respetará la institucionalidad en el país.

Por otra parte, varias instituciones educativas han dado a conocer que suspenderán las actividades escolares, a pesar de que el Ministerio de Educación (MEC) divulgó en un comunicado que no existen motivos que afecten la tranquilidad y el desarrollo de las clases en los colegios y las escuelas de la capital.

El MEC sostuvo que será a criterio de los padres la asistencia de sus hijos y que en las próximas horas se notificará ante cualquier alteración o situación que amerite la suspensión de clases.

Fonte: La República, Espanha

Justiça comandou a chacina e o presidente do Paraguai pode ser golpeado hoje. Que sirva de lição para Dilma Rousseff

Jornal golpista faz a campanha da derrubada de Ludo
Jornal golpista faz a campanha da derrubada de Ludo

O direitista Riquelme pediu para a justiça o despejo de camponeses de seu latifúndio – o grilado Morombí. Um juiz qualquer concedeu. Convocou tropas federais. O presidente Fernando Lugo acedeu. Era uma fria, uma armação.

O desalojamento dos sem terra terminou em uma chacina.

Neste momento o Congresso está votando o impeachment de Lugo. Riquelme, que tem o monopólio dos mercados e supermercados, mandou o  comércio fechar as portas. As escolas particulares idem. A imprensa espalha informações sobre terrorismo de esquerda. Está tudo orquestrado. Para a tomada do poder pelos filhotes do ditador Stroessner, de quem Riquelme foi senador.

É uma tapa na desmoralizada Rio + 20.  Outra na Unasul.

Informa o G1 da Globo:

“A pressão política sobre Lugo cresceu nas últimas horas com a aprovação pela Câmara dos Deputados de um processo de impeachment sob o argumento de responsabilidade no confronto entre policiais e camponeses que deixou 17 mortos na última sexta-feira”.

 Estado de São Paulo:

“Não vou renunciar”, disse Lugo em coletiva de imprensa transmitida pela televisão nesta quinta-feira. Na manhã de hoje, a Câmara dos Deputados aprovou, por 73 votos a um, o impeachment do presidente. A proposta seguirá agora para o Senado, controlado pela oposição.

“Nossas conquistas, particularmente na esfera social, geraram reações dos setores insensíveis e egoístas que sempre viveram com privilégios e nunca quiseram compartilhar os benefícios da prosperidade com o povo”, declarou Lugo.

A justificativa para o impeachment foi a desastrada ação das forças de segurança na remoção de sem-terra de uma fazenda privada, no fértil nordeste do país, na sexta-feira. Pelo menos seis policiais e 11 sem-terra foram mortos nos confrontos em Curuguaty, 250 quilômetros a nordeste da capital, Assunción.

Confrontos violentos pela posse de terras são comuns no Paraguai, onde a maior parte das terras produtivas estão nas mãos de uma pequena parte de população. O país é um dos mais pobres do continente.

A economia paraguaia é predominantemente agrícola. O país é o quarto maior exportador de soja do mundo e foi o oitavo maior exportador de carne bovina no ano passado, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Lugo, ex-bispo católico, chegou à presidência em 2008 com a promessa de fazer uma reforma agrária. Mas a iniciativa foi barrada no Congresso, dominado pela oposição.

Camponês baleado na chacina armada por Riquelme
Camponês baleado na chacina armada por Riquelme

A imprensa do Paraguai dá destaque a notícias alarmistas.


Emergencias Médicas: Código rojo

El hospital de Emergencias Médicas activó el código rojo en las instalaciones en preparación para cualquier eventualidad, informó el director de la institución, Enrique Bellasai.

Fachada de Emergencias Médicas. / Archivo, ABC Color.

El director explicó que realizaron la liberación de camas y habilitación de un número mayor de camillas. También suspendieron las cirugías programadas y solicitaron un refuerzo policial para custodiar las instituciones.

El personal de la salud se mantiene alerta para cualquier convocatoria por alguna eventualidad.

Este jueves, legisladores decidieron iniciar un juicio político en contra del presidente de la República Fernando Lugo, a raíz de un enfrentamiento sangriento entre policías y campesinos en Curuguaty que resultaron en 17 muertes.

Grupos a favor y en contra del Gobierno se manifiestan en la tarde de este jueves frente al Congreso Nacional.

El director explicó que realizaron la liberación de camas y habilitación de un número mayor de camillas. También suspendieron las cirugías programadas y solicitaron un refuerzo policial para custodiar las instituciones.

El personal de la salud se mantiene alerta para cualquier convocatoria por alguna eventualidad.

Este jueves, legisladores decidieron iniciar un juicio político en contra del presidente de la República Fernando Lugo, a raíz de un enfrentamiento sangriento entre policías y campesinos en Curuguaty que resultaron en 17 muertes.

Grupos a favor y en contra del Gobierno se manifiestan en la tarde de este jueves frente al Congreso Nacional.

Tractorazo se mantiene

Por Marti Bogado, corresponsal ABC Color

La Coordinadora Agrícola del Paraguay mantiene aún la medida de fuerza conocida como “tractorazo” cuyo inicio está previsto para este lunes 25 de junio. Mientras tanto, tres camiones repletos de “carperos” se dirigen a Asunción.

El “tractorazo” se hará el próximo lunes 25 de junio, tal como estaba previsto. / ABC Color.

SAN CRISTÓBAL. “Fernando Lugo está cosechando lo que sembró y debería renunciar por el bien del país. El es el único responsable de todo el circo que terminó en la violencia”, sostienen productores que suspendieron una reunión en este distrito a raíz del anuncio del juicio político a Lugo. “El tractorazo se mantiene para el próximo lunes”, anunciaron los gremialistas

Una reunión de la Coordinadora Agrícola del Paraguay que debía realizarse en Relocue, de la colonia Leopoldo Perrier de este distrito, se suspendió esta mañana. Héctor Cristaldo, volvió rápidamente a Asunción ante el anuncio del juicio político al presidente Lugo.

Hermes Aquino de la Coordinadora Agrícola del Paraguay manifestó que Lugo cosechó lo que sembró. “Lamentablemente ocurrió todo lo que yo venía diciendo a la gente. Desembocó en una violencia terrible”, afirmó.

Señaló que los “carperos” hicieron un esfuerzo terrible para que los productores reaccionaran con violencia pero que no lo hicieron gracias a un trabajo en equipo. “Hoy podemos dormir tranquilos porque no tenemos ningún muerto en la mochila, Lugo en cambio carga con 17 en la suya”, aseguró.

Sostuvo que por el bien del país debería renunciar ya que por ética no lo hará al desconocer el significado de esa palabra. Lo calificó de obispo pervertido.

Sobre el “tractorazo”, dijo que la orientación que tiene de la directiva es que se mantiene y se iniciará el lunes. Los productores de esta zona del Alto Paraná se unirán con los de Caaguazú en el km. 80 de la ruta VII en el límite entre ambos departamentos.

En tanto que Alex Lughessi, de Santa Rosa del Monday, sostuvo que si tiene una pizca de vergüenza en la cara, Lugo debería renunciar. Lo responsabilizó de promover toda la violencia que ocurrió ya que siempre estuvo en contra del sector productivo.

Sin embargo, señaló que es necesario un cambio para que mejoren las cosas, ya que las personas de su entorno tampoco apoya al sector productivo.

Grecia: golpe de Estado europeo frente a un levantamiento popular

Así pues, es en Grecia donde se ha estrenado la nueva pieza que promete tener un gran éxito en esta estación política europea y que se titula La toma de poder por parte de los banqueros. Italia parecía elegida para la siguiente etapa, lo que no hace sino aumentar el interés del proceso griego que ha llevado a la dimisión de Georges Papandréou y a la formación de un nuevo gobierno llamado de “acuerdo nacional” dirigido por Lucas Papademos.

Un gobierno que, por primera vez desde la caída del régimen militar (1974), también está marcado por la participación de la extrema derecha la cual ve como se le atribuye un ministerio (Transporte y Obras Públicas) y tres secretarías de Estado. Pero lo que permitió llegar a este resultado fue, mucho más que estas maniobras políticas, las presiones de los gobiernos alemán y francés, y de lo que se denomina los “mercados”. Papademos, ex vicepresidente del Banco Central Europeo (BCE), de 2002 a 2010, miembro de la Comisión Trilateral, fue director del Banco Central de Grecia entre 1994 y 2002 y por ello uno de los arquitectos de la entrada de Grecia en el euro junto a su mentor en política, el ex primer ministro socialista “modernista” Costas Simitis, el principal arquitecto del neoliberalismo en Grecia, considerado particularmente próximo a los medios de negocios alemanes.

¿Cómo comprender de manera más profunda esta espectacular conmoción del paisaje político que en una decena de días ha visto al ex primer ministro Papandreu anunciar un referéndum, retractarse, ganar un voto de confianza en el Parlamento para finalmente dimitir y dar paso a un gobierno de “acuerdo nacional” a las órdenes de los financieros de la UE? Precisemos de entrada lo siguiente: contrariamente a una impresión ampliamente difundida en y por los medios de comunicación internacionales, lo que precipitó los acontecimientos no fue el anuncio de un referéndum en relación a las decisiones de la cumbre europea del 27 de octubre, sino la situación preinsurreccional en la que estuvo sumergida Grecia desde los días 19 y 20 de octubre, y de manera más clara, desde los altercados que acompañaron a la fiesta nacional del 28 de octubre. Por lo demás, a esta situación es a lo que venía a responder la iniciativa de alto riesgo de Papandreu y que resultó ser fatal para su suerte.

En este sentido, los últimos acontecimientos se deberían comprender como la prolongación lógica de las tendencia que aparecieron el pasado mes de junio, cuando la movilización del “pueblo de las plazas” llegó a un pico y desencadenó la primera fase de la crisis política. Papandreu se situó entonces por unas horas en posición de dimisionario en busca de un acuerdo de gobierno de “acuerdo nacional” con el dirigente de la oposición de derecha Antonis Samaras. Si bien este episodio se cerró rápidamente por medio de una simple remodelación gubernamental, no dejó de poner en evidencia los tres determinantes principales de la secuencia que desemboca en la situación actual:

– un aumento de las movilizaciones que adquiere el cariz de un auténtico levantamiento popular,

– la acentuación de la crisis del sistema político y su transformación en crisis de Estado,

– el papel de tipo neocolonial desempeñado por la UE convertida en actor principal de la escena política del país.