Goiânia. Prefeito Paulo Garcia botou guardas municipais na rua pra quebrar professores no pau. Os covardes usaram até spray de pimenta

Professora Goiânia

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Goiânia baixou o cacete nos servidores da Educação do município, que estão em greve desde o último dia 14.

Na manifestação de ontem, pela manhã, no Paço Municipal, 60 pessoas foram atingidas por spray de pimenta e quatro foram hospitalizadas. Durante a tarde, os grevistas se aglomeraram em frente ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) para prestar solidariedade aos companheiros feridos. As imagens, em fotos e vídeos, dos professores sangrando, repercutiram negativamente e revoltaram estudantes e pais.

De acordo com os servidores, a intenção era caminhar pelos corredores do Paço Municipal. O ato político havia sido decidido em Assembleia, que ocorria em frente ao local desde as 8 horas da manhã. “A Assembleia terminou por volta das 11 horas da manhã e ficou decidido que faríamos o ato político de caminhar pelos corredores do Paço”, comenta a professora Mirna Marinho Anaquiri, que é professora da Escola Municipal Bernardo Élis desde 2013.

Para a servidora pública, o sentimento era de indignação perante a truculência com a qual os grevistas foram recebidos e tratados, perante ato que se iniciou pacificamente. “Mas a nossa luta continua e não seremos parados pela violência”, afirma Mirna, que se queixava de estar com a pele de ardência e vermelhidão pelo corpo devido ao uso de spray de pimenta pela guarda.

A morte encomendada de Valério Luiz

Ontem teve passeata em Goiânia contra a impunidade do mandante chefe de uma quadrilha de pistoleiros, formada por soldados estaduais, que matou o jornalista Valério Luiz.

O mandante, o rico cartolário Maurício Sampaio, cartola, e agiota imobiliário amigo de Cachoeira e de policiais assassinos
O mandante, o rico cartolário Maurício Sampaio, cartola, e agiota imobiliário amigo de Cachoeira e de policiais assassinos

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Goiânia, a escalada da violência na terra governada por Cachoeira

Em terra que assassino de jornalista tem ex-desembargadores como advogados, nem a Força Nacional controla a violência.

Em ritmo de pagode universitário todo tipo de crime acontece em Goiânia. Capital em que impera o terrorismo policial e o mando de Cachoeira.

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BRA^GO_HOJE Goiás tem 2. 950

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Goiânia: Festa para os flagelados das enchentes

O jornal O Popular faz hoje a seguinte enquête:

Na sua opinião, a causa de tantos estragos em Goiânia é…

  •  Da população, que joga lixo na ruas, entupindo galerias e bocas-de-lobo.
  •  Do poder público, que permite construções em áreas irregulares e não investe em infraestrutura.
  •  Da natureza, com sua força sempre imprevisível.
  •  De todos os fatores acima.

BRA^GO_DDM chuva

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Iniciada desde sábado (28), a tradicional comemoração do réveillon na Praça Cívica, região central de Goiânia, já recebeu milhares de pessoas e alguns shows. Informa o jornal Hoje, de Goiânia: Se você não vai deixar a capital neste fim de ano, a Virada na Praça é gratuita e tem muito a oferecer. Hoje, a partir das 20 horas, a festa da virada de ano contará com várias apresentações de artistas goianos. Posteriormente, o sertanejo Leonardo deve revezar o palco com Daniela Mercury.

Para abrir as festividades na Praça Cívica, os dois palcos montados no local devem receber nomes como Vanessa Oliveira, Franco Levine, Nila Branco, Banda Voice, Favela SA, Juraildes da Cruz, Casa Bizantina, Almir Pessoa e Napalm. Nestes últimos dois dias de shows já passaram por esses palcos a cantora gospel Aline Barros e os músicos católicos Tony Allysson e Padre Antônio Maria.

Para melhor acomodação das 50 mil pessoas esperadas para a virada, 40% do espaço reservado para os shows conta com tendas para proteção das pessoas caso haja chuvas. De acordo com os organizadores da festa, o local destinado ao evento foi totalmente isolado por alambrados e possui três entradas para o público. Essas ações e mais 500 policiais na região devem garantir a segurança dos festeiros.

Leonardo e Daniela Mercury estarão juntos com o público na contagem regressiva para a chegada de 2014. Quando os relógios marcarem meia-noite, shows pirotécnicos em diversos lugares do País e do mundo enfeitarão o céu. Goiânia terá aproximadamente 16 minutos de queima de fogos, assim como o conhecido espetáculo realizado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Além da Praça Cívica, shows pirotécnicos serão levados a 14 pontos da capital. São os bairros: Centro, Urias Magalhães, Maria Dilce, Jardim Nova Esperança, Jardim Guanabara II, Jardim Novo Mundo, Vila Pedroso, Conjunto Vera Cruz II, Residencial Goiânia Viva, Moinho dos Ventos, Jardim Curitiba II, Parque Amazônia, Chácara do Governador e Jardim Balneário Meia Ponte.

Forró, a dança Caliente do Nordeste Brasileiro, está de volta com força total em Goiás

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A música de Pernambuco, decretada pela Globo, Governo de Pernambuco e Prefeitura do Recife, é da Bahia. Pernambuco terra do frevo, apenas no Carnaval.

Em Pernambuco, não tem virada de ano com forró. Forró, música considerada brega, pelos recifenses, fica para o São João de Caruaru. Que promete, neste 2014, ser para lá de animado.

O novo governador de Pernambuco, depois de março, é caruaruense e, para completar, tem o nome do santo.

João Lyra Neto vai fazer tudo para que a “Princesinha do Agreste” mereça o título – disputado com Campina Grande – de “Capital do Forró”. São 31 dias contados de festejos de rua.

Vão queimar muito dinheiro público nas fogueiras. Que pra festa nunca falta grana.

Começar o Ano Novo com forró é coisa de Goiânia.  Publica o CN Goiás hoje:

O forró surgiu no século XIX no tempo do chão batido.  A palavra forró é uma abreviação de Forrobodó que significa: arrasta pé, confusão, farra. Uma característica é o ato de arrastar os pés durante a dança, sempre realizada por casais que dançam com os corpos bem colados. Por muitos anos o forró foi uma dança tipicamente nordestina, que se espalhou por todo Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Virou uma febre, grandes nomes da nossa música somaram para que a dança do nordeste se espalhasse mais e mais país a fora.  Existem vários gêneros do forró: forró eletrônico, forró tradicional, forró universitário, forró pé de serra e agora o forronejo.  Como as coisas mudam, a dança também teve  mudanças, com novos ritmos surgindo a cada momento o forró sumiu, casas antes lotadas, abriu espaço para o sertanejo universitário e os mais jovens também aderiram a outros ritmos. Um exemplo da mudança frenética é a nova onda funk que alastrou e também passou por mudanças; o Funknejo essa mistura quase que improvável tentou, mas não está sendo o “boom” do momento. A moda retrô voltou e junto  a onda forro pegou mais uma vez. O sertanejo universitário já não é mais o mesmo, e o universo do forró está com força total, trazendo grandes bandas que arrasta o publico dançante. Diversas casas hoje apostam 100% no forró. As academias apostam no retorno do ritmo misturado com o zouk, uma dança sensual em que os dançarinos se posicionam lembrando a “lambada” porem com uma sensualidade mais explicita onde  simulam um prazer incondicional, visto que: a dança além de modelar o corpo, queima calorias, resultado de escolas de dança cheias. Hoje as Casas de Shows,  usam meios da semana e promovem festas que atraem multidões, pessoas que bebem pouco e dançam muito. Goiás é um estado sertanejo?  Errado Goiás é um estado forronejo.  Na nova mistura entre forró e sertanejo,  a lambada também está de volta e  nessa salada musical fez com que novos ritmos surjam. Muitos dizem que o excesso de romantismo musical de certa forma afasta as pessoas, já no forró a dança envolve mais.  Prova disso é o mega sucesso que Marcya Delukas vem fazendo na noite Goiana. Considerada como a ”Rainha do Forró Goiano”, Marcya vem sendo disputada para grandes Shows na Capital e interior, usando em seu repertorio a raiz do forró. Musicas que foram engavetadas por muito tempo, ressurge agora com força total, atraindo um publico que curtia dançar, o publico da dança de salão, lambada e agora o zouk .   Marcya Delukas nasceu em Londrina PR. Mas se mudou com a família para Bauru SP onde viveu até os 15 anos. Iniciou sua carreira cantando musicas evangélicas. Já em Goiânia animava festas e cantava em bandas. Além de ser um sucesso cantando forró e hoje se considerar uma Goiana de Coração, Marcya já é figura carimbada nos carnavais do interior de Goiás, que todos os anos ela faz com a Banda Extremo Desejo.  Após retornar sua carreira, Marcya Delukas coloca em pratica um grande projeto, lançar um CD até o final do ano e continuar seus shows tanto na Capital, quanto no interior. Marcya já está com um repertorio formado para as festas de fim de ano, onde canta ao lado do esposo Castro Junior em confraternizações e outros eventos um repertorio voltado para MPB e músicas mais lentas. Confira entrevista concedida por Marcya Delukas ao jornal CN/Goiás.

Entidades da imprensa protestam contra a liberdade da quadrilha do milionário Maurício Sampaio que matou jornalista

O cartorário e empresário Maurício Sampaio paga a vários ex-desembargadores para ser seus advogados em diferentes crimes financeiros, e liberar a quadrilha que matou o cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira.

O maior cartório de Goiás, o de Maurício Sampaio, praticou safadezas mil, que estão sendo investigadas pelo Conselho Nacional de Justiça.

O podre, pode de rico, Maurício Borges Sampaio (com a mão no bolso)
O podre, pode de rico, Maurício Borges Sampaio (com a mão no bolso)

 

Podre de rico, Maurício Sampaio é o maior proprietário de imóveis do Estado,  grileiro, e diretor do Atlético Clube Goianiense lavava dinheiro para o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Foi esta denúncia de Valério Luiz a motivação do seu assassinato, praticado por pistoleiros profissionais e apadrinhados de Maurício Sampaio.

Valério Luiz, covardemente assassinado no exercício da profissão de risco no Brasil: o jornalismo verdadeiro
Valério Luiz, covardemente assassinado no exercício da profissão de risco no Brasil: o jornalismo verdadeiro

Informa o Portal da Imprensa:  Na última quinta-feira, entidades representativas da imprensa em Goiás se reuniram em audiência pública na sede da Assembléia Legislativa, em Goiânia, para protestar contra o assassinato do jornalista Valério Luiz de Oliveira, em julho do ano passado, em frente à Rádio Jornal 820 AM, local onde trabalhava.

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Um dos vários protestos realizados pelos jornalistas contra a impunidade em Goiás, terra da pistolagem
Um dos vários protestos realizados pelos jornalistas contra a impunidade em Goiás, terra da pistolagem

 

Segundo o Terra, a investigação policial sobre o caso, que durou 8 meses, concluiu que o radialista foi morto a tiros por ter feito comentários críticos contra a então diretoria do Atlético Clube Goianiense e que o empresário e ex-vice-presidente do Clube, o cartorário Maurício Sampaio, foi o mandante do crime. Urbano de Carvalho Malta e o sargento da PM, Djalma da Silva, teriam organizado o assassinato com o auxílio do açougueiro Marcus Vinícius Pereira Xavier. Ainda segundo o inquérito, o cabo da PM, Ademá Figueiredo, foi o executor do radialista.

Marcus Vinícius Pereira Xavier, o açougueiro do assassino Maurício Sampaio
Marcus Vinícius Pereira Xavier, o açougueiro do assassino Maurício Sampaio

Todos os acusados estão em liberdade por concessão de habeas corpus. O juiz responsável pelo caso ainda vai estabelecer se realizará ou não um júri popular. No entanto, a família de Valério pede a federalização do julgamento, pois acredita que as dificuldades enfrentadas para manter os acusados presos ocorrem pela possível influência do poder econômico do empresário Maurício Sampaio junto ao Judiciário do Estado. A ideia já foi apoiada pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).

Para o presidente da Associação Goiana de Imprensa, Valterli Guedes, o assassinato de Valério Luiz constituiu um atentado contra toda sociedade e, principalmente, contra todos os comunicadores. “Crimes desta natureza precisam ser punidos como prevenção contra outras situações deste tipo”, disse o presidente, informando que já levou o caso a Associação Brasileira de Imprensa, em busca de apoio.

Romes Xavier, presidente da Associação dos Cronistas Esportivos de Goiás, ressaltou que de acordo com pesquisa feita pela entidade, Valério é o único jornalista que atuava na cobertura esportiva assassinado no Brasil. “Não temos em arquivo um caso em Goiás, e no Brasil, de um jornalista esportivo que foi assassinado por emitir sua opinião”, pontuou. “Nós lutamos para que tenhamos o direito de emitir opiniões, sem ter que pagar com a própria vida pelo aquilo que se fala”, disse.

 

Criminoso Maurício Sampaio, o turista milionário da justiça falha de Goiás, mandou matar o jornalista Valério Luiz

por Galtiery Rodrigues

BRA^GO_HOJE Mandante da morte do jornalista Valério Luiz

“BANDIDO RICO NÃO FICA PRESO”

O cartorário Maurício Sampaio [o cartório dele está sob investigação, mas continua funcionando a todo vapor], acusado de ter mandado matar o radialista e cronista esportivo Valério Luiz em julho do ano passado, foi solto ontem, após conseguir mais um habeas-corpus na Justiça. Por 3 votos a 2, os desembargadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) acataram os argumentos da defesa de Sampaio e concederam a liminar favorável. O réu estava preso desde o dia 14 de março no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. A família de Valério informa que vai entrar com representação no Ministério Público de Goiás (MP/GO) para que nova prisão seja decretada.

Desde que foi preso preventivamente pela primeira vez, no dia 2 de fevereiro deste ano, Maurício viveu um vaivém constante entre a prisão e a liberdade concedida. Este foi o terceiro habeas-corpus favorável a ele. Dessa vez, foram dois meses e oito dias preso. Sampaio deixou o complexo prisional ontem, no início da noite, acompanhado pelos advogados. Os desembargadores que deram voto a favor do cartorário foram: Ivo Fávaro, Sílvio Rabuski e Nicomedes Borges. Já os contrários foram o relator do caso, Jairo Ferreira Júnior, e Avelirdes Almeida Pinheiro de Lemos.

O pedido de habeas-corpus entrou na pauta de votação, inicialmente, no último dia 14, mas o desembargador Ivo Fávaro pediu vistas do processo. Ele questionou o relator do caso, que considerou que os fatos novos apresentados pela defesa de Maurício Sampaio eram baseados apenas “em meras declarações” e que, portanto, não passaram pelo crivo do contraditório. Mas Fávaro rebateu afirmando que, se as mesmas declarações serviram para a decretação da prisão, elas teriam de servir também para a soltura. Foi a partir daí que outros dois desembargadores o acompanharam no voto favorável a Sampaio.

Sílvio Rabuski apresentou, ainda, o argumento de que, de acordo com o artigo 312 do Código Penal, a prisão preventiva só pode ser decretada para garantir a ordem pública, econômica, assegurar a aplicação da lei penal e a instrução processual. O caso em questão, segundo ele, não se enquadra em nenhum desses quesitos. O relator, Jairo Ferreira, votou contrário ao habeas-corspus, sob o princípio da segurança jurídica, ou seja, qualidade conferida à sentença judicial contra a qual não cabem mais recursos.

Os advogados de defesa alegaram no pedido que a prisão de Maurício Sampaio era nula, já que o indício de autoria, que é pressuposto indispensável para a decretação da prisão preventiva, não foi objeto de análise pelo Tribunal. Pontuaram, também, que novos depoimentos de Marcus Vinícius Pereira Xavier, o Marquinhos, mostravam que Maurício jamais o ameaçou ou lhe ofereceu vantagem econômica, situações inseridas no inquérito. Tais depoimentos serviram, em contrapartida, para o embasamento do voto do relator, que preferiu ser cauteloso frente à mudança da versão apresentado por Marquinho. Na primeira vez, ele fez menção do risco de morte e, na segunda, já afirmou que isso nunca existiu sem, no entanto, explicar tal contradição.

Familiares de Valério contestam soltura

Tanto a promotoria como a família de Valério Luiz estranharam a forma como o pedido de habeas-corpus foi apresentado. No entender deles, não houve fato novo capaz de fundamentar o pedido, tampouco a mudança de opinião dos desembargadores. O advogado Valério Luiz, filho do radialista de mesmo nome, adiantou que vai recorrer para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e que, referente ao habeas-corpus de ontem, vai enviar representação ao Ministério Público para um novo pedido de prisão. “Esse habeas-corpus foi um completo absurdo”, afirma. A viúva Lorena Oliveira vai hoje ao MP se encontrar com o promotor Maurício Nardini para decidir que atitude tomar.

Ontem, ao falar com a reportagem, Lorena expressou certo desânimo, em relação ao caso. Apesar de ressaltar que vai insistir e lutar pela Justiça até o final, ela não deixou de pontuar a frustração frente ao que chama de impunidade e tristeza. “Bandido rico não fica preso”, disse. A revolta foi expressada também pelo pai do radialista, Mané de Oliveira, que acompanhou, ontem, a audiência no Tribunal de Justiça. Ele saiu pelos corredores gritando e chamando de absurda a decisão. O advogado de Maurício Sampaio, Ney Moura Teles, reafirmou a inocência do cliente e disse que o certo é que ele aguarde o andamento do processo em liberdade. O cartorário deixou ontem o Complexo Prisional reforçando a versão da inocência e descrevendo os dias na prisão como momentos difíceis, mas de muita fé.