Goiânia. Prefeito Paulo Garcia botou guardas municipais na rua pra quebrar professores no pau. Os covardes usaram até spray de pimenta

Professora Goiânia

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Goiânia baixou o cacete nos servidores da Educação do município, que estão em greve desde o último dia 14.

Na manifestação de ontem, pela manhã, no Paço Municipal, 60 pessoas foram atingidas por spray de pimenta e quatro foram hospitalizadas. Durante a tarde, os grevistas se aglomeraram em frente ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) para prestar solidariedade aos companheiros feridos. As imagens, em fotos e vídeos, dos professores sangrando, repercutiram negativamente e revoltaram estudantes e pais.

De acordo com os servidores, a intenção era caminhar pelos corredores do Paço Municipal. O ato político havia sido decidido em Assembleia, que ocorria em frente ao local desde as 8 horas da manhã. “A Assembleia terminou por volta das 11 horas da manhã e ficou decidido que faríamos o ato político de caminhar pelos corredores do Paço”, comenta a professora Mirna Marinho Anaquiri, que é professora da Escola Municipal Bernardo Élis desde 2013.

Para a servidora pública, o sentimento era de indignação perante a truculência com a qual os grevistas foram recebidos e tratados, perante ato que se iniciou pacificamente. “Mas a nossa luta continua e não seremos parados pela violência”, afirma Mirna, que se queixava de estar com a pele de ardência e vermelhidão pelo corpo devido ao uso de spray de pimenta pela guarda.

A morte encomendada de Valério Luiz

Ontem teve passeata em Goiânia contra a impunidade do mandante chefe de uma quadrilha de pistoleiros, formada por soldados estaduais, que matou o jornalista Valério Luiz.

O mandante, o rico cartolário Maurício Sampaio, cartola, e agiota imobiliário amigo de Cachoeira e de policiais assassinos
O mandante, o rico cartolário Maurício Sampaio, cartola, e agiota imobiliário amigo de Cachoeira e de policiais assassinos

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Goiânia, a escalada da violência na terra governada por Cachoeira

Em terra que assassino de jornalista tem ex-desembargadores como advogados, nem a Força Nacional controla a violência.

Em ritmo de pagode universitário todo tipo de crime acontece em Goiânia. Capital em que impera o terrorismo policial e o mando de Cachoeira.

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BRA^GO_HOJE Goiás tem 2. 950

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Goiânia: Festa para os flagelados das enchentes

O jornal O Popular faz hoje a seguinte enquête:

Na sua opinião, a causa de tantos estragos em Goiânia é…

  •  Da população, que joga lixo na ruas, entupindo galerias e bocas-de-lobo.
  •  Do poder público, que permite construções em áreas irregulares e não investe em infraestrutura.
  •  Da natureza, com sua força sempre imprevisível.
  •  De todos os fatores acima.

BRA^GO_DDM chuva

BRA_OP chuva

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Iniciada desde sábado (28), a tradicional comemoração do réveillon na Praça Cívica, região central de Goiânia, já recebeu milhares de pessoas e alguns shows. Informa o jornal Hoje, de Goiânia: Se você não vai deixar a capital neste fim de ano, a Virada na Praça é gratuita e tem muito a oferecer. Hoje, a partir das 20 horas, a festa da virada de ano contará com várias apresentações de artistas goianos. Posteriormente, o sertanejo Leonardo deve revezar o palco com Daniela Mercury.

Para abrir as festividades na Praça Cívica, os dois palcos montados no local devem receber nomes como Vanessa Oliveira, Franco Levine, Nila Branco, Banda Voice, Favela SA, Juraildes da Cruz, Casa Bizantina, Almir Pessoa e Napalm. Nestes últimos dois dias de shows já passaram por esses palcos a cantora gospel Aline Barros e os músicos católicos Tony Allysson e Padre Antônio Maria.

Para melhor acomodação das 50 mil pessoas esperadas para a virada, 40% do espaço reservado para os shows conta com tendas para proteção das pessoas caso haja chuvas. De acordo com os organizadores da festa, o local destinado ao evento foi totalmente isolado por alambrados e possui três entradas para o público. Essas ações e mais 500 policiais na região devem garantir a segurança dos festeiros.

Leonardo e Daniela Mercury estarão juntos com o público na contagem regressiva para a chegada de 2014. Quando os relógios marcarem meia-noite, shows pirotécnicos em diversos lugares do País e do mundo enfeitarão o céu. Goiânia terá aproximadamente 16 minutos de queima de fogos, assim como o conhecido espetáculo realizado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Além da Praça Cívica, shows pirotécnicos serão levados a 14 pontos da capital. São os bairros: Centro, Urias Magalhães, Maria Dilce, Jardim Nova Esperança, Jardim Guanabara II, Jardim Novo Mundo, Vila Pedroso, Conjunto Vera Cruz II, Residencial Goiânia Viva, Moinho dos Ventos, Jardim Curitiba II, Parque Amazônia, Chácara do Governador e Jardim Balneário Meia Ponte.

Forró, a dança Caliente do Nordeste Brasileiro, está de volta com força total em Goiás

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A música de Pernambuco, decretada pela Globo, Governo de Pernambuco e Prefeitura do Recife, é da Bahia. Pernambuco terra do frevo, apenas no Carnaval.

Em Pernambuco, não tem virada de ano com forró. Forró, música considerada brega, pelos recifenses, fica para o São João de Caruaru. Que promete, neste 2014, ser para lá de animado.

O novo governador de Pernambuco, depois de março, é caruaruense e, para completar, tem o nome do santo.

João Lyra Neto vai fazer tudo para que a “Princesinha do Agreste” mereça o título – disputado com Campina Grande – de “Capital do Forró”. São 31 dias contados de festejos de rua.

Vão queimar muito dinheiro público nas fogueiras. Que pra festa nunca falta grana.

Começar o Ano Novo com forró é coisa de Goiânia.  Publica o CN Goiás hoje:

O forró surgiu no século XIX no tempo do chão batido.  A palavra forró é uma abreviação de Forrobodó que significa: arrasta pé, confusão, farra. Uma característica é o ato de arrastar os pés durante a dança, sempre realizada por casais que dançam com os corpos bem colados. Por muitos anos o forró foi uma dança tipicamente nordestina, que se espalhou por todo Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Virou uma febre, grandes nomes da nossa música somaram para que a dança do nordeste se espalhasse mais e mais país a fora.  Existem vários gêneros do forró: forró eletrônico, forró tradicional, forró universitário, forró pé de serra e agora o forronejo.  Como as coisas mudam, a dança também teve  mudanças, com novos ritmos surgindo a cada momento o forró sumiu, casas antes lotadas, abriu espaço para o sertanejo universitário e os mais jovens também aderiram a outros ritmos. Um exemplo da mudança frenética é a nova onda funk que alastrou e também passou por mudanças; o Funknejo essa mistura quase que improvável tentou, mas não está sendo o “boom” do momento. A moda retrô voltou e junto  a onda forro pegou mais uma vez. O sertanejo universitário já não é mais o mesmo, e o universo do forró está com força total, trazendo grandes bandas que arrasta o publico dançante. Diversas casas hoje apostam 100% no forró. As academias apostam no retorno do ritmo misturado com o zouk, uma dança sensual em que os dançarinos se posicionam lembrando a “lambada” porem com uma sensualidade mais explicita onde  simulam um prazer incondicional, visto que: a dança além de modelar o corpo, queima calorias, resultado de escolas de dança cheias. Hoje as Casas de Shows,  usam meios da semana e promovem festas que atraem multidões, pessoas que bebem pouco e dançam muito. Goiás é um estado sertanejo?  Errado Goiás é um estado forronejo.  Na nova mistura entre forró e sertanejo,  a lambada também está de volta e  nessa salada musical fez com que novos ritmos surjam. Muitos dizem que o excesso de romantismo musical de certa forma afasta as pessoas, já no forró a dança envolve mais.  Prova disso é o mega sucesso que Marcya Delukas vem fazendo na noite Goiana. Considerada como a ”Rainha do Forró Goiano”, Marcya vem sendo disputada para grandes Shows na Capital e interior, usando em seu repertorio a raiz do forró. Musicas que foram engavetadas por muito tempo, ressurge agora com força total, atraindo um publico que curtia dançar, o publico da dança de salão, lambada e agora o zouk .   Marcya Delukas nasceu em Londrina PR. Mas se mudou com a família para Bauru SP onde viveu até os 15 anos. Iniciou sua carreira cantando musicas evangélicas. Já em Goiânia animava festas e cantava em bandas. Além de ser um sucesso cantando forró e hoje se considerar uma Goiana de Coração, Marcya já é figura carimbada nos carnavais do interior de Goiás, que todos os anos ela faz com a Banda Extremo Desejo.  Após retornar sua carreira, Marcya Delukas coloca em pratica um grande projeto, lançar um CD até o final do ano e continuar seus shows tanto na Capital, quanto no interior. Marcya já está com um repertorio formado para as festas de fim de ano, onde canta ao lado do esposo Castro Junior em confraternizações e outros eventos um repertorio voltado para MPB e músicas mais lentas. Confira entrevista concedida por Marcya Delukas ao jornal CN/Goiás.

Entidades da imprensa protestam contra a liberdade da quadrilha do milionário Maurício Sampaio que matou jornalista

O cartorário e empresário Maurício Sampaio paga a vários ex-desembargadores para ser seus advogados em diferentes crimes financeiros, e liberar a quadrilha que matou o cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira.

O maior cartório de Goiás, o de Maurício Sampaio, praticou safadezas mil, que estão sendo investigadas pelo Conselho Nacional de Justiça.

O podre, pode de rico, Maurício Borges Sampaio (com a mão no bolso)
O podre, pode de rico, Maurício Borges Sampaio (com a mão no bolso)

 

Podre de rico, Maurício Sampaio é o maior proprietário de imóveis do Estado,  grileiro, e diretor do Atlético Clube Goianiense lavava dinheiro para o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Foi esta denúncia de Valério Luiz a motivação do seu assassinato, praticado por pistoleiros profissionais e apadrinhados de Maurício Sampaio.

Valério Luiz, covardemente assassinado no exercício da profissão de risco no Brasil: o jornalismo verdadeiro
Valério Luiz, covardemente assassinado no exercício da profissão de risco no Brasil: o jornalismo verdadeiro

Informa o Portal da Imprensa:  Na última quinta-feira, entidades representativas da imprensa em Goiás se reuniram em audiência pública na sede da Assembléia Legislativa, em Goiânia, para protestar contra o assassinato do jornalista Valério Luiz de Oliveira, em julho do ano passado, em frente à Rádio Jornal 820 AM, local onde trabalhava.

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Um dos vários protestos realizados pelos jornalistas contra a impunidade em Goiás, terra da pistolagem
Um dos vários protestos realizados pelos jornalistas contra a impunidade em Goiás, terra da pistolagem

 

Segundo o Terra, a investigação policial sobre o caso, que durou 8 meses, concluiu que o radialista foi morto a tiros por ter feito comentários críticos contra a então diretoria do Atlético Clube Goianiense e que o empresário e ex-vice-presidente do Clube, o cartorário Maurício Sampaio, foi o mandante do crime. Urbano de Carvalho Malta e o sargento da PM, Djalma da Silva, teriam organizado o assassinato com o auxílio do açougueiro Marcus Vinícius Pereira Xavier. Ainda segundo o inquérito, o cabo da PM, Ademá Figueiredo, foi o executor do radialista.

Marcus Vinícius Pereira Xavier, o açougueiro do assassino Maurício Sampaio
Marcus Vinícius Pereira Xavier, o açougueiro do assassino Maurício Sampaio

Todos os acusados estão em liberdade por concessão de habeas corpus. O juiz responsável pelo caso ainda vai estabelecer se realizará ou não um júri popular. No entanto, a família de Valério pede a federalização do julgamento, pois acredita que as dificuldades enfrentadas para manter os acusados presos ocorrem pela possível influência do poder econômico do empresário Maurício Sampaio junto ao Judiciário do Estado. A ideia já foi apoiada pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).

Para o presidente da Associação Goiana de Imprensa, Valterli Guedes, o assassinato de Valério Luiz constituiu um atentado contra toda sociedade e, principalmente, contra todos os comunicadores. “Crimes desta natureza precisam ser punidos como prevenção contra outras situações deste tipo”, disse o presidente, informando que já levou o caso a Associação Brasileira de Imprensa, em busca de apoio.

Romes Xavier, presidente da Associação dos Cronistas Esportivos de Goiás, ressaltou que de acordo com pesquisa feita pela entidade, Valério é o único jornalista que atuava na cobertura esportiva assassinado no Brasil. “Não temos em arquivo um caso em Goiás, e no Brasil, de um jornalista esportivo que foi assassinado por emitir sua opinião”, pontuou. “Nós lutamos para que tenhamos o direito de emitir opiniões, sem ter que pagar com a própria vida pelo aquilo que se fala”, disse.

 

Criminoso Maurício Sampaio, o turista milionário da justiça falha de Goiás, mandou matar o jornalista Valério Luiz

por Galtiery Rodrigues

BRA^GO_HOJE Mandante da morte do jornalista Valério Luiz

“BANDIDO RICO NÃO FICA PRESO”

O cartorário Maurício Sampaio [o cartório dele está sob investigação, mas continua funcionando a todo vapor], acusado de ter mandado matar o radialista e cronista esportivo Valério Luiz em julho do ano passado, foi solto ontem, após conseguir mais um habeas-corpus na Justiça. Por 3 votos a 2, os desembargadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) acataram os argumentos da defesa de Sampaio e concederam a liminar favorável. O réu estava preso desde o dia 14 de março no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. A família de Valério informa que vai entrar com representação no Ministério Público de Goiás (MP/GO) para que nova prisão seja decretada.

Desde que foi preso preventivamente pela primeira vez, no dia 2 de fevereiro deste ano, Maurício viveu um vaivém constante entre a prisão e a liberdade concedida. Este foi o terceiro habeas-corpus favorável a ele. Dessa vez, foram dois meses e oito dias preso. Sampaio deixou o complexo prisional ontem, no início da noite, acompanhado pelos advogados. Os desembargadores que deram voto a favor do cartorário foram: Ivo Fávaro, Sílvio Rabuski e Nicomedes Borges. Já os contrários foram o relator do caso, Jairo Ferreira Júnior, e Avelirdes Almeida Pinheiro de Lemos.

O pedido de habeas-corpus entrou na pauta de votação, inicialmente, no último dia 14, mas o desembargador Ivo Fávaro pediu vistas do processo. Ele questionou o relator do caso, que considerou que os fatos novos apresentados pela defesa de Maurício Sampaio eram baseados apenas “em meras declarações” e que, portanto, não passaram pelo crivo do contraditório. Mas Fávaro rebateu afirmando que, se as mesmas declarações serviram para a decretação da prisão, elas teriam de servir também para a soltura. Foi a partir daí que outros dois desembargadores o acompanharam no voto favorável a Sampaio.

Sílvio Rabuski apresentou, ainda, o argumento de que, de acordo com o artigo 312 do Código Penal, a prisão preventiva só pode ser decretada para garantir a ordem pública, econômica, assegurar a aplicação da lei penal e a instrução processual. O caso em questão, segundo ele, não se enquadra em nenhum desses quesitos. O relator, Jairo Ferreira, votou contrário ao habeas-corspus, sob o princípio da segurança jurídica, ou seja, qualidade conferida à sentença judicial contra a qual não cabem mais recursos.

Os advogados de defesa alegaram no pedido que a prisão de Maurício Sampaio era nula, já que o indício de autoria, que é pressuposto indispensável para a decretação da prisão preventiva, não foi objeto de análise pelo Tribunal. Pontuaram, também, que novos depoimentos de Marcus Vinícius Pereira Xavier, o Marquinhos, mostravam que Maurício jamais o ameaçou ou lhe ofereceu vantagem econômica, situações inseridas no inquérito. Tais depoimentos serviram, em contrapartida, para o embasamento do voto do relator, que preferiu ser cauteloso frente à mudança da versão apresentado por Marquinho. Na primeira vez, ele fez menção do risco de morte e, na segunda, já afirmou que isso nunca existiu sem, no entanto, explicar tal contradição.

Familiares de Valério contestam soltura

Tanto a promotoria como a família de Valério Luiz estranharam a forma como o pedido de habeas-corpus foi apresentado. No entender deles, não houve fato novo capaz de fundamentar o pedido, tampouco a mudança de opinião dos desembargadores. O advogado Valério Luiz, filho do radialista de mesmo nome, adiantou que vai recorrer para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e que, referente ao habeas-corpus de ontem, vai enviar representação ao Ministério Público para um novo pedido de prisão. “Esse habeas-corpus foi um completo absurdo”, afirma. A viúva Lorena Oliveira vai hoje ao MP se encontrar com o promotor Maurício Nardini para decidir que atitude tomar.

Ontem, ao falar com a reportagem, Lorena expressou certo desânimo, em relação ao caso. Apesar de ressaltar que vai insistir e lutar pela Justiça até o final, ela não deixou de pontuar a frustração frente ao que chama de impunidade e tristeza. “Bandido rico não fica preso”, disse. A revolta foi expressada também pelo pai do radialista, Mané de Oliveira, que acompanhou, ontem, a audiência no Tribunal de Justiça. Ele saiu pelos corredores gritando e chamando de absurda a decisão. O advogado de Maurício Sampaio, Ney Moura Teles, reafirmou a inocência do cliente e disse que o certo é que ele aguarde o andamento do processo em liberdade. O cartorário deixou ontem o Complexo Prisional reforçando a versão da inocência e descrevendo os dias na prisão como momentos difíceis, mas de muita fé.

Imite o patrão e os governadores: aprenda com eles a protestar, a realizar marchas e passeatas

BRA_OP um protesto sem polícia

empresários segurando faixa. que bonitinho

Os governadores realizam marcha em Brasília

 

Veja o governador de Goiás segurando uma faixa durante passeata em Brasília contra o novo ICMS. Não é bonitinho? Foi tudo na santa paz. Não estava lá a polícia dele para dar porrada. Nem do governador de Brasília. Pois é, passeata de governador e empresário tem todas as mordomias: trio elétrico, seguranças e cobertura da imprensa, com manchetão na primeira página. Depois da andança sem prisões, sem fumacê, sem cacetada, sem balas de borracha, todos foram comemorar em restaurantes de luxo ou descansar em hotéis cinco estrelas, que ninguém é de ferro. O que teve de ruim, coisa enganosa, boato safado, foi que, entre os empresários, estava o Carlinhos Cachoeira. Mas isso foi desmentido e provado e comprovado. Mas ele não foi porque não quis.
Liberdade ele tinha, e de sobra, para isso.

 

Enquanto os governadores marchavam os estudantes eram massacrados lá em Goiânia, pela polícia do governador Marconi Perillo. Acontecia o mesmo em Natal. Coisa da governadora Rosalba Ciarlini Rosado.

O centro da cidade de Natal se transformou em uma praça de guerra durante um protesto estudantil, que terminou em agressões e pancadaria.

Informa o Alô Brasilia: No fim de um vídeo gravado pelo Coletivo Foque, é possível ver que os integrantes do protesto estavam saindo de forma pacifica do local, mas a tropa de choque da polícia avança e agride os estudantes. Após a ação da polícia, a câmera fica virada para o chão por alguns segundo. Neste tempo é possível ouvir o grito dos estudantes e barulho de bombas de feito moral.

Em meio ao protesto, um policial se aproxima e toma a câmera do jornalista Rogério Marques. O profissional de imprensa não reage a ação da polícia e fica sem o equipamento de trabalho.

Pouco antes da ação da polícia, o tenente da PM, Bruno Oliveira afirmou que a PM “estava ali apenas mantendo a ordem”.

A redação do Alô entrou em contato com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande de Norte, e o sindicato afirmou que os diretores do órgão vão se pronunciar na sexta-feira (17), pela manhã, em coletiva de imprensa.

Não conseguimos contato com a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, já que no blog da corporação não há informações sobre telefone ou e-mail. Entre as notícias veiculadas no blog da PMRN, não há referências a operação da noite de quarta-feira.

Veja o vídeo

Lucas Fortuna assassinado

Lucas Fortuna
Lucas Fortuna

Militante ativo do Movimento Gay, em Goiânia, fundador do Grupo Colcha de Retalhos, que luta pela causa LGBT da UFG, organizador de diversas paradas gays na capital goiana, o jovem dirigente do PT lutou pela aprovação do Projeto de Lei 122, que assegura a punição à homofobia no Brasil.

O jornalista goiano Lucas Cardoso Fortuna, 28, foi encontrado morto na manhã do domingo de 18 de novembro último, na praia de Cabo de Santo Agostinho, próxima à cidade de Recife, no Estado de Pernambuco. Segundo informações de uma amiga próxima do rapaz, o corpo foi encontrado trajando apenas cueca, com sinais de espancamento e todo ensanguentado.

A amiga informou que Lucas teria ido para Cabo de Santo Agostinho a serviço da Federação Goiana de Voleibol, para ser árbitro de um campeonato. Ele teria sido visto pela última vez no hotel em que estava, na noite de sábado (17/11). Na manhã de domingo,como não foi encontrado no quarto, os amigos suspeitaram que estivesse desaparecido e começaram uma busca pela redondeza. A praia em que Lucas foi encontrado fica bem próxima ao hotel.

Lucas era presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), no município de Santo Antônio de Goiás, e militante ativo do Movimento Gay em Goiânia. Foi fundador do Grupo Colcha de Retalhos, pela causa LGBT na UFG. E organizou diversas paradas na capital goiana pela aprovação do Projeto de Lei 122, que assegura a punição à homofobia no Brasil.

Investigação

O jornalista Lucas Fortuna morreu por afogamento (?). A conclusão é do laudo do Instituto de Medicina Legal (IML). O documento atesta que foi espancado: apresentava diversas marcas de violência pelo corpo, e esfaqueado duas vezes na altura da orelha e no pescoço.

É! jogaram o corpo nas águas do mar.

Qual estado brasileiro mais mata e mata e mata mais e mais jornalistas?

Dilma vai ou vai federalizar as investigações dos atentados e assassinatos de jornalistas?
Dilma vai ou vai federalizar as investigações dos atentados e assassinatos de jornalistas?

Embora o perfil internacional do Brasil tenha se mantido em ascensão, o governo sistematicamente deixou de expressar liderança em questões relacionadas à liberdade de imprensa. A violência contra jornalistas aumentou, com quatro assassinatos diretamente relacionados ao exercício da profissão; também piorou a posição do Brasil no Índice de Impunidade do CPJ, que destaca os países onde jornalistas são assassinados com regularidade e as autoridades não se mostram capazes de solucionar os crimes. Juntamente com a Índia e o Paquistão – dois outros países mal classificados no Índice de Impunidade – o Brasil levantou objeções à abrangente proposta da UNESCO para ajudar as nações a combater a impunidade e proteger jornalistas. Em face de fortes críticas, a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti mais tarde manifestou amplo apoio à liberdade de imprensa e a elementos do plano da UNESCO. Entretanto, o compromisso do governo com a liberdade de expressão foi posto à prova em outra importante questão internacional. O Brasil apoiou uma iniciativa liderada pelo Equador para enfraquecer a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, o órgão de monitoramento de direitos humanos da Organização dos Estados Americanos, e sua relatoria especial para a liberdade de expressão. Em dezembro, Mauri König, repórter investigativo e ganhador do Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do CPJ, deixou o país após receber ameaças de morte por suas reportagens sobre corrupção policial. O governo da presidente Dilma Rousseff apoiou duas iniciativas que promovem o direito púbico à informação. Rousseff assinou uma lei de acesso à informação e criou uma comissão para investigar os abusos contra os direitos humanos cometidos durante a ditadura militar no país, entre 1964 e 1985.

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26 Journalists Killed in Brazil/Motive Confirmed

Rodrigo Neto, Radio Vanguardia and Vale do Aço

March 8, 2013, in Ipatinga, Brazil

Mafaldo Bezerra Goes, FM Rio Jaguaribe

February 22, 2013, in Jaguaribe, Brazil

Eduardo Carvalho, Última Hora News

November 21, 2012, in Campo Grande, Brazil

Valério Luiz de Oliveira, Radio Jornal

July 5, 2012, in Goiânia, Brazil

Décio Sá, O Estado do Maranhão and Blog do Décio

April 23, 2012, in São Luis, Brazil

Mario Randolfo Marques Lopes, Vassouras na Net

February 9, 2012, in Barra do Piraí, Brazil

Gelson Domingos da Silva, Bandeirantes TV

November 6, 2011, in Rio de Janeiro, Brazil

Edinaldo Filgueira, Jornal o Serrano

June 15, 2011, in Serra do Mel, Brazil

Luciano Leitão Pedrosa, TV Vitória and Radio Metropolitana FM

April 9, 2011, in Vitória de Santo Antão, Brazil

Francisco Gomes de Medeiros, Radio Caicó

October 18, 2010, in Caicó, Brazil

Luiz Carlos Barbon Filho, Jornal do PortoJC Regional, and Rádio Porto FM

May 5, 2007, in Porto Ferreira, Brazil

José Carlos Araújo, Rádio Timbaúba FM

April 24, 2004, in Timbaúba, Brazil

Samuel Romã, Radio Conquista FM

April 20, 2004, in Coronel Sapucaia, Brazil

Luiz Antônio da Costa, Época

July 23, 2003, in São Bernardo do Campo, Brazil

Nicanor Linhares Batista, Rádio Vale do Jaguaribe

June 30, 2003, in Limoeiro do Norte, Brazil

Domingos Sávio Brandão Lima Júnior, Folha do Estado

September 30, 2002, in Cuiabá, Brazil

Tim Lopes, TV Globo

June 3, 2002, in Rio de Janeiro, Brazil

Zezinho Cazuza, Rádio Xingó FM

March 13, 2000, in Canindé de Sáo Francisco, Brazil

José Carlos Mesquita, TV Ouro Verde

March 10, 1998, in Ouro Preto do Oeste, Brazil

Manoel Leal de Oliveira, A Regiao

January 14, 1998, in Itabuna, Brazil

Edgar Lopes de Faria, FM Capital

October 29, 1997, in Campo Grande, Brazil

Reinaldo Coutinho da Silva, Cachoeiras Jornal

August 29, 1995, in São Gonçalo, Brazil

Aristeu Guida da Silva, A Gazeta de São Fidélis

May 12, 1995, in São Fidélis, Brazil

Marcos Borges Ribeiro, Independente

May 1, 1995, in Rio Verde, Brazil

Zaqueu de Oliveira, Gazeta de Barroso

March 21 1995, in Minas Gerais, Brazil

Joao Alberto Ferreira Souto, Jornal do Estado

February 19, 1994, in Vitória da Conquista, Brazil

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8 Journalists Killed in Brazil/Motive Unconfirmed

Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, Jornal Da Praça and Mercosul News

February 12, 2012, in Ponta Porá, Brazil

Valderlei Canuto Leandro, Radio Frontera

September 1, 2011, in Tabatinga, Brazil

Auro Ida, Olhar DiretoMidianews

July 21, 2011, in Cuiabá, Brazil

Valério Nascimento, Panorama Geral

May 3, 2011, in Rio Claro, Brazil

José Givonaldo Vieira, Bezerros FM and Folha do Agreste

December 14, 2009, in Bezerros, Brazil

Jorge Lourenço dos Santos, Criativa FM

July 11, 2004, in Santana do Ipanema, Brazil

Mário Coelho de Almeida Filho, A Verdade

August 16, 2001, in Magé, Brazil

Natan Pereira Gatinho, Ouro Verde

January 11, 1997, in Paragominas, Brazil

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