A farsa do laudo psicopatológico pós morte do menor Marcelo

* A encefalite que nunca existiu

* A falta de conhecimentos médicos do psiquiatra forense

* Um “laudo” para enganar, para a mídia divulgar, para convencer a opinião pública

 

Família Pesseghini
Família Pesseghini

por George Sanguinetti

 

Quando foi divulgado o laudo “risível”, e o menor Marcelo foi diagnosticado após a morte como portador de encefalite, procedi minucioso estudo e revisão bibliográfica das encefalites, e constatei que encefalites são infecções agudas do cérebro, comumente causadas por um vírus.
Caracterizada por um inchaço e inflamação do cérebro. Pode também ter origem bacteriana como na meningite.
Uma criança, um adolescente, que seja portador de encefalite sofre de febre, dor de cabeça, fotofobia (horror a luz), fraqueza muscular, lentidão nos movimentos, rigidez no pescoço, com alterações na consciência, que pode progredir ao estupor e coma.
No protocolo de encefalite do Hospital Israelita Albert Einstein, encontramos com clareza elementos científicos para desmascarar a farsa do “laudo risível”. Consta no protocolo que é uma síndrome aguda do sistema nervoso associada a alta morbidade e mortalidade, com sequelas cognitivas, comportamentais e até de epilepsias sintomáticas; 60% caminham para a demência.
De modo objetivo quero transmitir, também ao Dr. psiquiatra forense que elaborou o “risível laudo”, que se o menor Marcelo fosse portador de encefalite, não teria condições de aprendizagem, de frequentar escola, coordenar movimentos, aprender a atirar, dirigir.
O mais importante, os sintomas descritos pelo psiquiatra não eram de encefalite. Não há portadores de encefalite incursos no Art. 26 do Código Penal, ou seja, não matam, não agridem, nem ao menos cometem suicídio.
Como um homicídio foi declarado suicídio, no inquérito, este laudo veio para completar os demais no teor de veracidade. Será desentranhado dos autos no Judiciário, e mostra do conhecimento, da preparação técnica e científica das “autoridades”.
Até para a farsa é necessário competência.

George Sanguinetti lamenta silêncio da imprensa e reafirma que o menor Marcelo Pesseghini foi assassinado

por George Sanguinetti

Silencia a imprensa sobre as mortes da Família Pesseghini e aceita-se como verdade, a autoria das mortes e de um suicídio que não ocorreu, do menor Marcelo.

Ganha-se tempo para evitar o esclarecimento.

Há uma absurda espera, para que a opinião pública esqueça tão emblemático caso, onde o esforço tem sido para ocultar e não esclarecer.

As autoridades, divulgaram no caso do menor Marcelo, explicações que não convencem e não correspondem a verdade.

Não é verdade:

1. Que o menor cometeu suicídio, pois a posição como o cadáver foi encontrado, como já referi antes, com o braço e antebraço direitos em flexão, voltados para a esquerda e a mão direita sobre parte esquerda do crânio, acima do ferimento de entrada por disparo de arma de fogo.

2. A posição do braço e antebraço esquerdos, em ângulo de 90 graus, com a região palmar esquerda apresentando “lesões de defesa “, especificamente equimoses na concavidade da mão, região palmar, que não foi ocasionada como explicou o delegado pelo recuo da arma, uma pistola ponto 40.  O recuo da arma não produz mais que 0,89 quilogrâmetro de energia, e a dispersão não é palmar, e sim punho-antebraço. Não é verídico que disparo de pistola ponto 40 cause equimoses na palma da mão.

mao

3. O ferimento no punho esquerdo, especificamente uma ferida pérfuro-cortante na parte anterior, terço inferior do punho, não foi citada , nem explicada; foi também uma ” lesão de defesa”, que ocorreu em vida, antes de ser eliminado.

4. A elaboração de um pseudo laudo, uma fantasia, apresentando o menor como portador de encefalite, o que não era verdade, e se o fosse não teria os sinais e sintomas descritos na rizível peça.

O autor do pretenso laudo compensou o desconhecimento psicopatológico com a literatura de Miguel de Cervantes. E a parte técnica, pericial, que provas apresentou?

Lamento o silêncio dos que conhecem os dados de Criminalística e Medicina Legal.

Lamento o tão necessário jornalismo investigativo.

Lamento a cumplicidade dos que silenciam.

Marcelo foi morto

“O laudo teratológico, risível”, da chacina da família Pesseghinni

Transcrevo comentário do professor George Sanguinetti  sobre “o rizível laudo psiquiátrico do menor Marcelo”, que considera  que “a motivação do crime foi psicopatológica”.

Sanguinetti faz comparações com o caso PC Farias, e pergunta que pessoas a polícia do governo de São Paulo pretende proteger: “Na época dos PC, empreiteiras, governo, políticos corruptos e hoje, quem está por trás disto? Por que o caso não pode ser apurado corretamente?”

pe 2

pe 3

pe 4

pe 5

pe 6

pe 7

pe 8

pe 9

pe 10

pe 11

Da impossibilidade do menor ter sido autor do disparo que o matou, está mais que provado

por George Sanguinetti

 

 

Por não dispor de provas técnicas para embasar a tese pré-estabelecida; com os laudos periciais de local e necroscópicos não indicando haver o menor Marcelo cometido suicídio, o inquérito policial busca a literatura de Miguel de Cervantes para, numa ilação, atribuir doença mental, mais especificamente encefalopatia, a afirmar que a motivação dos crimes e do suicídio do menor foi psicopatológica.

Psicopatológico tem sido a condução do inquérito. Diante de uma chacina onde os pais, avó, tia são executadas e o menor,  “a investigação” passa a ser literária, pois a Criminalística e a Medicina Legal direciona para um caminho, que não interessa ao responsável pelo inquérito.

Da impossibilidade do menor ter sido autor do disparo que o matou, está mais que provado; as “lesões de defesa” indicando que o menor foi executado não foram divulgadas; sepulta-se também a verdade, e envereda-se numa trilha para proteger os autores. Quem são? Que dificuldades traria a investigação correta?

Lembro mais uma vez que, quando Dr. PC Farias e Suzana Marcolino foram executados, para encobrir o duplo homicídio, a certeza do silêncio eterno de PC Farias, apresentando a sociedade um simples crime passional, divulguei para todo o Brasil a farsa, que passional era o inquérito, as mortes, duplo homicídio.

Para fortalecer a farsa foi elaborado um laudo psiquiátrico como este que concluia que Suzana Marcolino tinha perfil suicida. O Juiz, anos após, quando o caso já podia ser apurado, considerou o laudo teratológico.

Temos um novo laudo teratológico, risível. Temos um Marcelo com encefalopatia, delírios e a descrição de um psicopata, o que conflita com os que o conheciam, depoimentos corretos de familiares, amigos, etc.

Concluo, envergonhado, com o engodo que se pretende obter, da dimensão que certas autoridades atribuem a inteligência dos brasileiros, e interrogando a quem se tenta encobrir, proteger.

Na época dos PC, empreiteiras, governo, políticos corruptos e hoje, quem está por trás disto? Por que o caso não pode ser apurado corretamente?

 

 

“O menor Marcelo não foi o autor da chacina e de sua morte”

por George Sanguinetti

 A arma usada para matar toda a família ainda na mão do garoto
A arma usada para matar toda a família ainda na mão do garoto

O local de morte do menor Marcelo.

A imputação de suicida para o menor Marcelo, contrariando a perícia de local.

Considerar qualquer morte por arma de fogo, como homicídio; com o exame de local, a posição final do cadáver, da mão da vítima em relação a arma, do ferimento de entrada em relação a posição dos membros superiores, mãos, segmento cefálico, etc, minuciosamente procura-se digitais na arma, estojo (cápsula), resíduos do tiro na região dorsal da mão, especificamente, no dorso do polegar e indicador, presença de ” lesões de defesa”, que quando presentes , como foi o caso, indica claramente tratar-se de homicídio.

As equimoses, na concavidade da mão esquerda, não foram citadas e, de modo equívoco, declarada pelo delegado condutor do inquérito, como uma distensão muscular resultante do manuseio de pistola ponto 40.

Não serei repetitivo quanto a esta estória, pois no Facebook, em artigos anteriores já forneci os esclarecimentos necessários. Por que não foi consignado, no laudo, o ferimento perfuro-cortante na parte interna, terço inferior do punho esquerdo do menor Marcelo?

Porque era também uma ” lesão de defesa”, indicativo que foi vítima de homicídio.

Em resumo, a perícia de local ignora, claramente, as provas técnicas: que o menor Marcelo foi vítima de homicídio, e conclui o laudo: “que a hipótese mais provável é que o menor cometeu suicídio”.

O Instituto de Criminalística jamais poderia escrever, concluir como fez; não tem valor jurídico, mas a certeza que não irá ao Judiciário, que será mais um inquérito arquivado de acordo com um resultado pré-estabelecido.

Os laudos necroscópicos contribuem com a resposta positiva que houve morte e fixa o horário das mesmas entre 24 a 48 horas do início do exame cadavérico; falhos, irregulares, nada contribui para incriminar o menor como autor. Aos meus amigos do Facebook: tive que esperar 17 anos para a Justiça reconhecer que no caso PC Farias minha argumentação técnica estava correta. Peço um esforço aos meus amigos do Facebook para que também não tenha que esperar tanto tempo para que seja reconhecido que não foi o menor Marcelo, autor da chacina e de sua morte.

Nota do redator do blogue: A mão do garoto Marcelo foi assassinada com um profissional “tiro de execução”. Este o preço de quem denuncia colegas policiais participantes de quadrilhas. No caso: assaltantes de caixas eletrônicos. O pai do garoto também recebeu um tiro na nuca. A mãe do garoto estava acordada quando morreu. De joelhos, pedindo clemência para o pistoleiro.

Publica hoje o G1 sobre uma dessas quadrilhas:

Esta semana, a Polícia Civil de Santos prendeu 11 suspeitos de pertencer à quadrilha. Quatro deles são policiais militares.

Os soldados: Willian Bandeira Tamiarana, está há 21 anos na PM; Adailton Andrade Chaves, 9 anos; André Augusto Gonçalves de brito, 6; e o sargento Rodrigo Cisti Guedes, está há 9 anos na Polícia Militar.

“Esses policiais nunca tinham respondido processo. Então a gente vê que é a facilidade, a oportunidade acaba fazendo o ladrão. Por que furto de caixa eletrônico? Porque eu não preciso ir lá com fuzil, não preciso ir lá para ameaçar pessoas, não vou ter resistência”, afirmou Marcelino Fernandes da Silva, da Corregedoria da Polícia Militar. Leia mais

Publica a revista Veja:

Parentes da família não acreditam na hipótese levantada pela investigação. O ex-chefe da mãe do garoto afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes, que não acreditava que o filho do policial tinha matado a família toda e acrescentou que a cabo tinha feito denúncias contra colegas de farda que estariam envolvidos em um esquema de roubo de caixas eletrônicos.

Trechos da entrevista

Cel. Wagner Dimas: “Ela teve participação, como eu diria, assim, voluntária. Pra ajudar. Esses daí (policiais denunciados), houve transferência, tá, nós tiramos aqui do quadro, do que seria do grupo do batalhão”.

Repórter Agostinho Teixeira: “Quer dizer, os policiais que ela indicou como envolvidos em roubo de caixa enetrônico, alguns foram afastados, mas nenhum foi punido?”

Cel. Wagner Dimas: “Exatamente”.

Esta mesma denúncia foi apresentada pelo deputado major Olímpio.

Soldados da Coréia do Sul: Cem tiros para acertar um homem. Compare com a pontaria do menino Marcelo

Página Facebook
Página Facebook

O menino Marcelo era bom no gatilho.

Um tiro, um morto: o pai, sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos.

Segundo tiro, outra morte: a avó materna Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos.

Terceiro tiro, terceira morte: a tia-avó Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos.

Quarto tiro, a vítima ajoelhada pedindo para não morrer: a mãe, cabo Andreia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, delatora dos colegas de farda, membros de uma quadrilha de assaltantes de caixas eletrônicos.

Finalmente o quinto tiro: o suicídio de Marcelo, 13 anos, o menino que queria ser pistoleiro, quando podia realizar o sonho seguindo a profissão dos pais, que trabalhavam para a polícia mais violenta do mundo: a de São Paulo. Tanto que do pai, contava na escola que matou dois em um só dia.

"Não foi o Marcelo Bovo Perseghini". Página FaacebooK
“Não foi o Marcelo Eduardo Bovo Perseghini”. Página Facebook

Corea del Sur
Disparan cien veces para matar a un hombre rumbo al Norte

Las tropas surcoreanas que mataron a tiros a un hombre que intentaba cruzar a nado un río fronterizo con Corea del Norte dispararon “cientos” de veces, indicó un alto oficial militar de Corea del Sur este martes.

“Hubo cientos de disparos”, declaró el brigadier general Cho Jong-Sul, quien defendió la acción de los guardias, afirmando que habían cumplido con lo que está previsto en esos casos.

Nam Yong-Ho, de 47 años, murió a las 14H30 (5H30 GMT), cuando intentaba cruzar el río Imjin, que marca la frontera entre las dos Coreas.

Nam llevaba su pasaporte, el cual mostraba que había intentado obtener asilo político en Japón, pero se le había denegado y había sido expulsado.

Nam había ignorado varias advertencias, afirmó Cho.

Los intentos de este tipo son muy poco comunes. Los soldados surcoreanos no habían disparado a nadie en estas circunstancias en los últimos 20 años.

“Los soldados tienen que disparar contra quienes ignoran las advertencias de los militares y huyen en zonas fronterizas”, declaró Cho a la prensa.

“Se trataba de una situación urgente, ya que se podría haber ido al Norte muy rápido con el chaleco salvavidas que tenía puesto”, agregó.

“Tal vez resulte difícil de entender para los extranjeros […] pero las dos Coreas aún están en guerra”, declaró por su parte el viceministro de Defensa Baek Seung-Joo.

justiça cega

Nova versão muda sequência e horário das mortes

De acordo com um dos laudos, a sequência das mortes iniciou pelo pai de Marcelo, o sargento da Rota Luis Pesseghini, que dormia num colchão, no chão da sala. Depois foi a vez da mãe do garoto, a soldado [cabo da temida Rota] Andréa Bovo Pesseghini. De acordo com o laudo, ela saiu do quarto para ver o que havia acontecido. O menino, que estava escondido, esperou a mãe se agachar para socorrer o marido e fez um disparo na nuca de Andréa. Depois, Marcelo seguiu para a outra casa que fica no mesmo terreno, onde matou a avó e a tia-avó.

Segundo a investigação, depois de matar a família, Marcelo dirigiu até a escola e voltou para casa de carona no começou da tarde de 5 de agosto. Outro laudo mostra que ele se suicidou. Fios de cabelo do menino ficaram queimados depois do disparo da pistola na cabeça dele. Também havia o mesmo tipo de cabelo queimado na ponta do cano da arma. Legistas descobriram que Marcelo sofreu uma distensão na mão esquerda por fazer força ao puxar o gatilho. [A distensão aconteceu no primeiro ou no último tiro? Quer dizer que precisava “fazer força”? Essa lesão não impediu de dar quantos tiros?]

“Não se pode selecionar, num inquérito policial, só as testemunhas favoráveis a uma linha pré-estabelecida. A quem interessa encerrar rapidamente o caso, atribuindo culpa a quem foi na verdade vítima, o menor Marcelo?

Professor George Sanguinetti
Professor George Sanguinetti

 

O criminologista George Sanguinetti escreveu na sua página no Facebook:

O inquérito policial que apura as mortes da Família Pesseghini.

O direcionamento de culpa para o menor Marcelo.

Desde a descoberta dos corpos, mesmo com as fotografias da perícia de local, onde a observação final do corpo do menor Marcelo denota claramente, que o mesmo não poderia ter sido autor do disparo que o matou, esta e só esta foi a linha investigativa.

Colegas do colégio ” deram” depoimentos que ele pretendia matar os pais, para ser matador profissional; foram apresentados alguns menores a quem ele teria dias antes dito que mataria os pais, etc. Estranho nenhum haver comentado com seus pais ou professores da ” intenção” de Marcelo. A professora, a Diretora declararam que Marcelo estava bem na escola. Para tentar convencer a opinião pública que o menor foi autor da chacina, foi providenciado um inusitado exame psicológico e psiquiátrico póstumo, no desejo de diagnosticar pós morte a existência de doença mental. Entendo bem destes exames mentais póstumos, porque quando declarei para todo o Brasil, que Suzana Marcolino não matou PC Farias e em seguida cometeu suicídio, foi ” realizado” um exame psiquiátrico póstumo de Suzana, para tentar convencer a opinião pública que a mesma tinha perfil suicida. No caso de Alagoas, para embasar a fraude e só 17 anos após , a Justiça reconheceu que havia sido duplo homicídio, que Suzana , apesar do exame psiquiátrico póstumo, não tinha perfil suicida, não matou PC, o que declarei desde a descoberta dos corpos.

Havia pessoas importantes, autoridades envolvidas, no caso de Alagoas. E em São Paulo? Por que estão importando modelo de inquérito e práticas que não funcionou em Alagoas?

Espero mais de São Paulo, sei da competência da Polícia paulista e não aceito que se as provas técnicas indicam claramente que o menor também é vítima, porque isto não é divulgado?

Foram liberados os exames cadavéricos ( necroscópico), do pai, da mãe, da avó e da tia; mas não o do menor Marcelo, onde claramente vai ser observada a etiologia jurídica da morte.

Com o trabalho que tenho analisado sobre o caso, entendo que o senhor Delegado deve querer me ouvir; é o contraditório. Não se pode selecionar num inquérito policial, só as testemunhas favoráveis a uma linha pré-estabelecida. A quem interessa encerrar rapidamente o caso, atribuindo culpa a quem foi na verdade vítima, o menor Marcelo?

Na mais recente mensagem:

Menor Marcelo vítima também da chacina.

 

Os laudos periciais não concluem que o menor Marcelo foi autor das mortes da Família e que em seguida cometeu suicídio. Consta no laudo pericial do Instituto de Criminalística 396.009/2013. Conclusão do laudo: ” a hipótese mais plausível é a que o garoto matou os pais, avó, tia e depois arrependido cometeu suicídio”. Os laudos periciais para serem aceitos, para ter valor probante, devem afirmar, apresentar conclusões, provas técnicas. Não podem ter expressões como o realizado pelo Instituto de Criminalística onde consta: ” nos parece”, ” acreditamos”, ” é a melhor hipótese”, etc.

Cita que na arma há substância de aspecto hematóide e fios de cabelo. Não aceito, São Paulo com sua Medicina Legal escrever isto. Por que não foi ao laboratório e identificou o que parecia ser sangue?

E os cabelos denominados de modo errado, por que não identificados a quem pertenciam, pelo DNA ou DNA mitocondrial?

E quanto aos laudos necroscópicos 2675/2013 identificação Luiz Marcelo Pesseghini, 2676/2013 identificação Andreia Regina Bovo Pesseghini, laudo2678/2013 identificação Benedita Oliveira Bovo e 2679/2013 identificação Bernadete Oliveira da Silva são falhos, desobedecem a metodologia e não justifica alegar que haviam muitos corpos para examinar.

A descrição das lesões, a mensuração, a especificação se é frontal esquerdo ou direito, a discussão dos achados que é onde os peritos externam suas opiniões quanto aos ferimentos, presença ou ausência de queimadura, esfumaçamento, tatuagem, orla de contusão ou enxugo. Poderia não cobrar se todos os disparos tivessem sido com arma apoiada; não foram. Descrever fenômenos de transformação cadavérica de modo idêntico nos 4 laudos e estabelecer um horário de morte de 24 a 36 horas após iniciada a necropsia para o pai, avó e tia, e de 8 a 36 para a mãe, deixa muito a desejar quanto ao aspecto científico.

Laudos que são falhos, que têm erros sanáveis, mas têm que ser corrigidos, e que também não estabelecem contribuição maior.

Aguardo o do menor Marcelo para completar minha análise, mas até aqui, pela parte técnica, não foi Marcelo autor da chacina e de sua própria morte. Hipóteses, possibilidades, achismos não têm valor jurídico. E vamos melhorar o padrão, o nível dos laudos. Já não quero que o caso vá para órgãos internacionais; que estes laudos fiquem por aqui.

JORNAL INGLÊS VÊ “ARMAÇÃO” SOBRE MENINO EM MASSACRE

marcelo casa

marcelo2

Uma reportagem publicada no jornal britânico Daily Mail sugere que o garoto de 13 anos visto como o assassino de seus pais e parentes pela Polícia Civil de São Paulo pode ter sido vítima de uma armação. Para sustentar sua tese, o veículo aponta que “a polícia de São Paulo é amplamente vista como uma das mais corruptas do mundo e que nos anos recentes policiais se envolveram em vários escândalos“.

O menino era destro ou canhoto?

George Sanguinetti:

A “LINGUAGEM DO CADÁVER DE MARCELO” DIZ CLARAMENTE QUE NÃO FOI AUTOR DO TIRO QUE O MATOU

Em entrevista para Causa Operária, o perito legista explica por que considera falsa a versão de que o garoto teria matado os pais e depois se suicidado.

– Você já está se tornando conhecido por questionar perícia. Foi assim no caso PC Farias, e da menina Isabella. O que te faz questionar a versão oficial, geralmente, em casos tão polêmicos? O que gera a suspeita?

Não discuto autoria, esclareço a etiologia jurídica da morte do menor com provas técnicas.
Não sou um contestador de perícias; não discuto culpa; mas tenho capacidade para observar, detectar as provas técnicas e afirmar o que ocorreu.

– Nesse caso específico do garoto de 13 anos acusado de matar os pais policiais, você questiona inclusive a cena do crime, suspeita de mudança da cena?

– No caso da morte do menino Marcelo há visíveis na cena de local, em fotografias tiradas pelos peritos oficiais, três lesões no menor, que são provas técnicas que ele não cometeu suicídio:

Ferida perfuro-cortante no punho esquerdo, que é uma lesão de defesa;
Na concavidade da mão esquerda há equimoses que também são lesões de defesa, significando que a vítima que era sinistra (canhoto) esboçou, tentou defender-se do agressor, segurando ou tentando segurar a arma que o matou;
Ferida por arma de fogo na têmpora esquerda, sob a mão direita; observe bem, o braço direito toca o tórax e a mão direita em hiper extensão está na parte superior do crânio; O braço esquerdo em ângulo de 90°, tocando a arma com o indicador. Impossível o suicídio com a posição final dos braços e mãos; é só verificar o que ocorre quando alguém dispara uma pistola ponto 40 com os braços e mãos em relação ao ferimento de entrada.
Chama a atenção o menor ser autor de uma chacina com tiros de execução em lugar típico de atirador profissional. Na mão esquerda onde hipoteticamente teria efetuado disparos, até o que o matou, não ter sido encontrado resíduos de chumbo, antimônio, bário, nitritos, etc.

– Poderia explicar a questão dos resíduos do disparo que a polícia diz ter dado negativo, mas segundo suas declarações seriam impossíveis?

– Se o menino Marcelo tivesse efetuado múltiplos disparos claro que haveria na mão e até nas vestes resíduos do tiro. Seria impossível não ter sido encontrado com o uso de boa técnica. E ainda restaria a química forense par a detectar os resíduos do tiro.

Há investimento da autoridade policial em divulgar “estórias” de colegas de Marcelo e de um exame psiquiátrico pós-morte, onde o menor teria doença psiquiátrica, até então, enquanto vivo, de comportamento normal segundo a médica-assistente que o acompanhava há anos.

Veja que nas fotografias da perícia oficial no local das mortes, a avó do menor apresentava no braço uma mancha de sangue delgada, por esfregaço; alguém limpou as mãos no braço da vítima; o ferimento que recebeu foi no crânio não sujou a blusa ou vestido, apenas o travesseiro e o colchão. Não há explicação para a mancha (esfregaço) ter sido resultado do tiro que recebeu.

O assassinato do menor Marcelo. A imprensa tem divulgado “depoimentos” de menores, colegas de Marcelo, alegando que o mesmo afirmou que mataria os pais. Esta tentativa de formar opinião para um pretenso suicídio, após matar os pais, não convence, pois mesmo sem os laudos oficiais, a análise da cena das mortes, as lesões de “defesa” encontradas em Marcelo e a posição do corpo, dos braços e mãos inviabiliza admitir possibilidade de suicídio. Acrescente-se a ausência de chumbo, antimônio, bário, nitritos, enfim o exame residuográfico negativo, indicando que o menor não deflagrou arma. Há 3 lesões no menino, que não podem ser ocultadas e que muito contribui para o esclarecimento do caso.
1) Uma ferida perfuro-cortante no punho esquerdo, a qual não resultou de disparo de arma de fogo. É uma lesão de ” defesa”, um esboço de reação ao agressor.
2) Equimoses na concavidade da mão esquerda, que não poderiam resultar de disparo de arma de fogo e sim, de um esboço de reação.
3) Um ferimento por arma de fogo, na região temporal esquerda, lesão esta que o matou, mas que não poderia ter sido produzida pelo mesmo, devido a posição das mãos, dos braços, da arma, conforme expliquei em artigo anterior no Facebook. Estou aguardando a divulgação dos laudos, mas sem entender da vontade de manipular a opinião pública. Os estudiosos estão atentos; aguardo os laudos para comentar com mais profundidade e rigor científico.

– Desde que a notícia foi divulgada, com o garoto sendo o principal suspeito, gerou grande desconfiança, apesar da unanimidade na polícia e os esforços da imprensa em dar legitimidade a esta versão. Porque você afirma que as mortes, inclusive do garoto, foi realizada por profissional?

– O local dos disparos por arma de fogo que vulnerou as vítimas são característicos dos escolhidos pelos profissionais. Ferimento único na região cefálica. Há o “selo” do executor profissional, do homem acostumado a executar. Há um disparo a 30 cm que o menor não teria condições de fazer; sendo o mesmo autor, disparo apoiado, quase “colado”. Gostaria de enfocar algo muito importante: quando divulguei que Marcelo apresentava na concavidade da mão esquerda equimoses e no punho esquerdo ferida perfuro-cortantes e que eram lesões ” de defesa”, apresentei elementos da cena do crime, dados técnicos. Para surpresa, no Jornal Nacional da Globo, o delegado que mostrou mais de uma dezena de laudos aos familiares, afirmou que Marcelo apresentava, segundo o legista, uma distensão muscular na mão esquerda, consequência dos disparos que efetuou com a pistola ponto 40. Isto é equívoco. Jamais o manuseio, disparar pistola ponto 40, levaria a produzir a lesão nominada pelo delegado de distensão muscular. A senhora como jornalista, não teria dificuldade em ouvir um oficial, um instrutor de tiro com pistola ponto 40 e constatar da veracidade de minha afirmativa. Não sou um contestador de laudos, mas não pode o laudo, um documento médico-forense, que deve esclarecer a Justiça, relatar o que foi encontrado no exame necroscópico, conter afirmações sem sustentação científica.

– Levando em conta essa informação, mais o depoimento de uma vizinha que teria visto um policial pulando o muro da casa, e o fato de a mãe do garoto, cabo da polícia, ter denunciado outros policiais por envolvimento em roubos a caixas eletrônicos… tudo isso significa dizer que a própria polícia está envolvida no crime?

– Por que o menor Marcelo não cometeu suicídio? A pedido da imprensa (rede de TV de São Paulo), analisei as fotografias da cena do drime, onde o sgt. PM foi assasinado, sua esposa, também policial PM, mais duas senhoras da família e apareceu morto também o filho único do casal, o menor Marcelo, ao qual se atribui autoria das mortes e posterior suicídio. É básico em Criminalística e Medicina Legal que o Perito só atesta o que encontra, só declara o que pode provar. Portanto irei analisar a morte de Marcelo, que tem sido divulgada como suicídio. O membro superior direito, encontra-se em flexão, braço-antebraço na parte anterior do tórax (esternal) dirigindo-se para o lado esquerdo da cabeça, onde a mão direita encontra-se na parte esquerda do segmenro cefálico. O membro superior esquerdo, braço-antebraço, em ângulo de 90 graus e a região palmar voltada para o dorso. Foi afirmado que o menor era sinistro (canhoto), impossível disparar arma de fogo com a mão esquerda, na têmpora esquerda e a mão direita, ser encontrada na posiçao final, onde foi, do lado esquerdo, e a mão esquerda fletida para o dorso, apresentando o braço esquerdo=antebraço, rotação para o dorso. Não estou contestando o trabalho da Polícia de São Paulo, apenas estou apresentando a “linguagem do cadáver de Marcelo” que diz claramente que não foi autor do tiro que o matou. A ausência de exame residuográfico positivo também tem muita importância, como também na epiderme-derme chumbo, pólvora, antimônio, bário. Como o tiro teria sido com arma apoiada, também sangue e outros materiais orgânicos resultantes da explosão dos gases (lesão de Hoffmann ou buraco de mina).

Menino Marcelo um estudioso de criminalismo

Sabia tudo sobre os crimes mais famosos. Esta a conclusão última da polícia de São Paulo sobre o menino de 13 anos que matou a família com quatro certeiros tiros.

Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini planejou as mortes dos pais policiais e da avó e tia avó, não se sabe com que idade.

Levou um tempinho. Para realizar a chacina. Que praticou tiro ao alvo, aprendeu a dirigir automóvel e a dopar: a escolha do medicamento e da medida precisa para adormecer,  uma dosagem não fatal, para que todos familiares fossem eliminados com certeiros tiros. Para cada vítima, uma única bala. Estudou o local de estacionar carros, fora do alcance das câmeras de vigilância. E a arte de representação do garoto bom aluno e comportado. O “queridinho” dos pais, da médica que lhe tratava de uma doença terminal, dos professores e pais de alunos (um deles lhe deu carona no dia da chacina, que Marcelo esqueceu que tinha ido de carro, como esqueceu as balas do revólver que iria matar a diretora da escola).

Agora parece mais um genial Marcelo estudioso de crimes famosos. A excelência criminalista do garoto de 13 anos derruba as teses do coronel Wagner Dimas, do deputado major Olímpio e do professor George Sanguinetti.

Publica o jornal “O Dia”, em 7 de agosto:

O “Daily Mail”, da Inglaterra, (…) lembrou um caso parecido que aconteceu em Nova York, em 1974, quando Ronald DeFeo Jr, de 23 anos, usou um rifle para assassinar seus pais, Ronald e Louise, e irmãos Marc, John Matthew, Dawn e Allison. DeFeo foi condenado há 150 anos de prisão e cumpre pena num presídio de segurança máxima em Nova York. Confira a notícia

Em 9 de agosto, dois dias depois: “47 Notícias” publica:  Marcelo (…) fez uma postagem em rede social, no ano passado, em que citava o massacre de Amityville. O caso aconteceu em 1974, nos Estados Unidos. Um jovem de 23 anos matou os pais, dois irmãos (de 9 e 12 anos) e as irmãs (de 13 e 18 anos).

Leia o furo. Marcelo teria colocada uma foto da escada da casa. Sem nenhum comentário e nenhum cadáver.

O “Daily Mail” e “47 notícias” citam o mesmo massacre.

Também é curioso que Marcelo tenha começado suas
pesquisas sobre crimes aos 12 anos (no ano passado).

Ronald Joseph (“Butch”) DeFeo Jr., o assassino, não era nenhuma criança. Nasceu em 1951, e praticou os crimes em 1974. Conheça o caso 

Henry Lee Lucas, teve uma vida familiar marcada pela violência
Henry Lee Lucas teve uma vida familiar marcada pela violência
 

sangue

Ensanguentada família de Henry Lee Lucas
Ensanguentada família de Henry Lee Lucas
Marcelo filmado pela Câmara de vigilância
Marcelo filmado pela Câmara de vigilância
Pai de Marcelo deitado, Marcelo e mãe ajoelhados. Compare as duas chacinas
O pai deitado, a mãe e Marcelo ajoelhados. Compare as duas chacinas

A trágica vida de Henry

 
 
 
 

Para a polícia não existe outra rota de investigação. Marcelo matou os pais e avós e foi à escola revelar a chacina para os amigos

PSICÓLOGOS INFANTIS

Fonte G1: De acordo com depoimentos dados à Polícia Civil de São Paulo por cinco colegas de escola, Marcelo Pesseghini, principal suspeito de matar a família e se suicidar em seguida, o adolescente se queixava que se sentia “sozinho” mesmo quando seus pais, que eram policiais militares, voltavam cansados do trabalho. Está sendo investigado se o casal passava por alguma crise conjugal e se isso poderia ter contribuído de algum modo para o estudante de 13 anos cometer os crimes. Os parentes da vítima não acreditam que o garoto seja o assassino.

[Puxa, que coisa incomum: os pais chegavam cansados do trabalho…]

“Me sinto sozinho”, disse Marcelo aos amigos do Colégio Stella Rodrigues, segundo eles contaram ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). O órgão investiga a autoria da chacina ocorrida entre os dias 4 e 5 de agosto dentro de duas casas num mesmo terreno na Brasilândia, na Zona Norte da capital.

O DHPP pretende ouvir ainda na próxima semana mais dois amigos do colégio que teriam aparecido caminhando ao lado de ‘Marcelinho’, como era chamado, em imagens gravadas por câmeras de segurança. A investigação também quer colher os depoimentos de cinco policiais militares que poderiam ter entrado nas residências onde as vítimas foram encontradas mortas. Mais de 40 pessoas já falaram com o departamento.

[Puxa, estes cinco policiais ainda não foram ouvidos!… Seriam eles os policiais da quadrilha de assaltantes de caixas eletrônicos, denunciados pela mãe de Marcelo, que morreu ajoelhada pedindo clemência?]

Também são aguardados os laudos do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística (IC), da Política Técnico-Científica, para corroborar com a tese

[para corroborar com a tese, não sendo para isso não servem?]

de que Marcelinho assassinou com [certeiros] tiros nas cabeças [para cada morto uma bala]: os pais, o sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, e a cabo Andreia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, a avó materna Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos, e a tia-avó Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos. Em seguida, o investigado teria se matado com um disparo na cabeça. A arma usada foi uma só: a pistola 40 da mãe.

foto pai mão e filho

avó materna Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos
Avó materna Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos
Tia-avó Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos
Tia-avó Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos

O motivo dos assassinatos e do suposto suicídio ainda não são conhecidos. O objetivo dos policiais com os depoimentos e com os laudos é o de traçar o perfil psicológico do garoto de 13 anos; tentar esclarecer o caso e entender quais teriam sido as razões que levaram Marcelinho, o único suspeito, a cometer os crimes. Entre as hipóteses estão a de surto psicótico desencadeado por algum grande trauma. O estudante morava com os pais num dos imóveis. No outro ficavam a avó e a tia-avó. Quando não estava em casa, ia para a escola ou estava fazendo tratamento contra uma doença genética que tinha. Segundo relatos de testemunhas, ficava a maior parte do tempo em casa, mesmo durante as brincadeiras com os poucos amigos que possuía.

LÍDER

Desde o dia dos crimes, algumas informações levadas ao conhecimento do DHPP, principalmente por conta dos depoimentos dos colegas, mostram que Marcelinho havia criado um grupo, “Os Mercenários”, inspirado no game “Assassins Creed”.

[Quem cria grupo assume o papel de líder. Sinaliza que era um garoto com mando sobre os colegas]

No dia do crime, Marcelo estava cabisbaixo dentro da sala de aula, e um dos amigos perguntou, brincando: ‘tentou matar a avó de novo e não conseguiu?’ Marcelo respondeu ‘não, hoje consegui’. Um dos meninos disse também que naquele dia antes de entrar na sala de aula, Marcelo foi pra uma roda de amigos e disse ‘hoje matei meus pais’.

[Que bando de garotos insensíveis. Um amigo revelar que matou os pais jamais merecer nenhum comentário de desaprovação…  E a informação de um crime hediondo, mais fantasiosa que possa parecer, ser guardada como segredo, ou ser motivo de galhofa]

Um dos garotos falou que um dia Marcelo chegou à escola com um ferimento no rosto. O amigo perguntou o que era. Ele disse que havia atirado com uma pistola 40, e o tranco da arma o machucou.

Outro depoimento revelou que um dia Marcelo chegou à escola orgulhoso e contente dizendo ‘hoje meu pai matou dois bandidos’.

[A polícia já ouviu “cinco colegas” de Marcelo, e vai interrogar mais “dois amigos”. Pelos menos, para sete companheiros de escola, Marcelo fazia confidências. Não era uma pessoa sozinha, isolada, tudo indica bem falastrão. Tinha orgulho do pai, de matador que era]

Confira

[Impressionante as fotos. Todas sem marcas de sangue… Parecem pessoas dormindo em paz…]

A rota da polícia na investigação da chacina da família do menino Marcelo

Escrito por Marcelo no dia dos pais, em 2012
Escrito por Marcelo no dia dos pais, em 2012

A polícia tem apenas uma rota: provar que o menino Marcelo é o autor da chacina.

Publica G1 (meus comentários vão entre colchetes):

O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Maurício Blazec, disse que a investigação ainda não está concluída. “Nada está sendo desprezado, todos os informes trazidos pelas testemunhas estão sendo verificados e serão checados. A linha de investigação principal ainda é a autoria atribuída ao menino. O caso ainda não está concluído, aguardamos os laudos a fim de que eles possam ou não comprovar de forma concreta esta tese”, disse Blazec.

[Que a polícia tem a dizer da análise do médico legista e professor George Sanquinetti de que Marcelo não cometeu suicídio?

Quando serão interrogados os policiais que tentaram aliciar a mãe de Amarildo para participar de uma quadrilha de assalto a caixas eletrônicos, conforme revelação do deputado estadual major Olímpio? Ela denunciou, e informou os nomes dos policiais bandidos. Todo mundo sabe que, pela omertá (lei do silêncio), o preço da delação é a morte]

Um policial militar ouvido no DHPP disse que o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, havia ensinado o filho a atirar. A informação foi confirmada pelo delegado Itagiba Franco, responsável pela investigação.

[Um pai policial ensinar o filho de 13 anos a atirar pratica vários crimes. Primeiro, não é um bom pai.]

O PM, que morava na mesma rua da família, também informou ao DHPP que o sargento e a mãe do jovem, a cabo Andréia Pesseghini, ensinaram o filho a dirigir automóveis e que o jovem tirava o carro da família todos os dias da garagem. O automóvel foi localizado na rua onde o garoto estudava e a polícia investiga se ele dirigiu até lá, assistiu à aula e só depois retornou para casa e se matou.

[Um mãe também irresponsável. Capaz do crime de ensinar o filho de 13 anos a dirigir, infligindo a lei. Não parece em nada com a cabo Andréia Regina Bovo Pesseghini, que teve a coragem de denunciar a bandidagem dos colegas de farda.

Não entendo porque Marcelo teria ido de carro para a escola, e preferido voltar de carona. Carona oferecida por quem? Outro desatencioso policial que não viu o carro da família estacionado na frente da escola?

Veja que a família e professores vêm sofrendo stalking policial para confirmar a tese do Marcelo serial killer. Leia mais]

conversa professora