O mundo em guerra exterminou este ano 230 milhões de crianças. Quem reza por elas? Quais são os países assassinos? Que país invasor ou ditadura mata mais? O Brasil ameaçado

O homem é o lobo do homem. É o único animal que mata outro da mesma espécie. As chacinas de Herodes

 

Pavel Constantin
Pavel Constantin

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (na sigla em inglês, UNICEF) disse ontem (8) que, este ano, mais de 15 milhões de crianças foram impactadas por conflitos violentos em muitos países, como República Centro-Africana, Iraque, Sudão do Sul, Palestina, Síria e Ucrânia, e que cerca de 230 milhões de crianças moram nos países e regiões influenciadas pelo conflito armado.

O diretor executivo do Fundo, Anthony Lake, apontou que, este ano, muitas crianças se tornaram órfãs e foram sequestradas, abusadas e estupradas, e que as crises de longo prazo ocorridas na Síria, Iraque, Líbia, Ruanda, Mali, Senegal, Burundi, Libéria, Congo,  Somália, Afeganistão, Ucrânia, Palestina e Paquistão trazem influências negativas à vida e ao futuro deles.

 

 

Crianças abandonadas e sem escola

 

Além disso, a fome e as doenças endêmicas do Terceiro Mundo provocaram orfandade de milhares de crianças, e que, também, por volta de cinco milhões e crianças desistiram da educação.

Segundo Lake, as organizações humanitárias estão cooperando entre si para prestar ajuda a essas crianças, em educação, vacinação e atividades para órfãos. Lake apelou a todos os países que melhorem a vida dessas crianças em 2015.

Giacomo Cardelli
Giacomo Cardelli

 

Ameaça de um golpe do judiciário no Brasil

 

Tem gente cruel que pede uma intervenção militar de país estrangeiro no Brasil. Que pode provocar uma guerra civil, o separatismo que tirou a Iugoslávia do mapa da Europa. E mesmo que não aja resistência do povo desarmado, toda ditadura significa morte e corrupção.

Enrico Bertuccioli
Enrico Bertuccioli

 

Brasil Haiti soldado guerra indignados

A justiça que mata

 

A justiça da Espanha mostra seu lado assassino. Para atender os interesses dos banqueiros, conforme leis que protegem esses interesses, assina despejos de famílias de suas casas retomadas pela ganância bancária e/ou pela especulação imobiliária.

A imparcialidade de quem assina uma ordem de despejo para bebeficiar o capitalismo selvagem, considero  ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, manipulaçãoegocentrismo, falta de remorso e culpa para atos cruéis e inflexibilidade com castigos e punições. Esta a definição da sociopatia, distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de carater.

Total falta de sentimento de amor cristão. E negação da justiça social.

Uma ordem de despejo desagrega uma família, e significa a morte social ou física de uma ou várias pessoas. Quando os banqueiros falidos e corruptos continuam em seus palácios, no gozo de uma vida de luxo e luxúria, pela prática de vários crimes: tráfico de moedas, sonegação, agiotagem, especulação, fraude bancária, desvio de dinheiro público etc. O sistema está repleto de bancos falidos e banqueiros bilionários.

Continúan los suicidios en España ante desalojos
A tres aumentaron los muertos este mes por suicidios en España, luego que este viernes un hombre de 50 años en Córdoba falleció tras lanzarse desde un segundo piso, momentos antes de ser desahuciado de su vivienda por una orden judicial.

Un portavoz de la policía precisó que “sobre las 11 de la mañana se ha precipitado una persona de su domicilio a la vía pública y murió al llegar la ambulancia (…) Era un hombre que por desgracia estaba a punto de ser desalojado”.Según reseña Europa Press, una comisión judicial se trasladó a la vivienda del hombre luego que el juez titular del Juzgado de Instrucción número ocho de Córdoba ordenó el desahucio.

En un primer momento, agentes de la Policía Nacional y local dialogaron con el sujeto que amenazaba con tirarse por la ventana, pero cuando lograron subir y entrar al inmueble ya se había lanzado al vacío.

Sin embargo, una fuente de la Subdelegación del Gobierno en Córdoba afirmó que se trataba de un “desahucio familiar”, porque el apartamento era de la familia del hombre y en junio pasado lo habían denunciado ante el juzgado para sacarlo de la vivienda.

“No tiene que ver absolutamente nada con la problemática de los desahucios (…) No era un tema de desahucio bancario”, insistió.

En España, país hundido en la recesión en el que uno de cuatro personas activas no tienen empleo, el número de suicidios se ha incrementado ante el acoso bancario y las amenazas de desahucios. En las últimas semanas dos propietarios amenazados de desalojo se quitaron la vida.

El 25 de octubre un hombre identificado como José Domingo acabó con su vida horas antes que las autoridades embargaran su vivienda por una orden judicial. El comerciante de 53 años tenía que pagar un préstamo de 240.000 euros (310.000 dólares) concedidos en 2007.

La historia se repitió el 9 de noviembre cuando la ex edil socialista de 53 años, Amaia Egaña, se arrojó por la ventana de su vivienda en el País Vasco, poco antes que llegaran las ordenanzas judiciales.

Ante esta situación, en la víspera el Gobierno de Mariano Rajoy informó que fue aprobada una prórroga de dos años en los desalojos de apartamentos para los propietarios que se encuentran en situaciones económicas “vulnerables”.

Desde 2007 unas 400.000 familias han perdido sus viviendas por no poder pagar la hipoteca.