Adultização da criança e o violento rito de passagem

Existem vários temas considerados tabus envolvendo crianças e adolescentes. Quanto mais rica a escola, mais escondidos os casos de bullying (bulismo), suicídio, sexo (a idade da primeira relação sexual), racismo, homossexualismo, uso de drogas etc.

O bulismo indica formação de gangues que espancam, praticam estupros, furtos e o tráfico de entorpecentes.

Fora da escola, a adultização das crianças, sempre com o incentivo dos pais, na participação de desfiles de modelos, concursos de miss infantil, ou o sonhado trabalho no cinema, na televisão.

Que esses crimes existem ficam patentes nos extremas das reações. Na caça às bruxas e bruxos: o pedófilo (que estigmatiza os velhos), o mafioso do tráfico internacional de órgãos (pelo desaparecimento de crianças), da prostituição infantil, da adoção de crianças enjeitadas e órfãs (notadamente por casais estrangeiros).

É um Brasil desconhecido que, por falta de estatísticas confiáveis, ninguém sabe onde termina a realidade e começa o imaginário coletivo.

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TVE pergunta: Será a roupa das crianças provocadora de mais?

Escreve Daniela Espírito Santo
Jornal de Notícias/ Portugal

O canal espanhol TVE virou tópico de controvérsia nas redes sociais esta semana. Em causa está uma reportagem onde se questiona se as crianças de mini-saia sabem que são provocadoras.

A polémica está instalada no país vizinho. Pelas redes sociais espanholas, o assunto das conversas de terça e quarta-feira era quase sempre o mesmo: uma reportagem da TVE sobre um projeto educativo, onde se ensinam os pais a incutir “decoro” na vestimenta dos filhos. Na peça, questiona-se se as crianças, ao usarem certas roupas (como mini-saias), têm consciência de que estão a provocar.

A reportagem sobre “como se devem vestir adequadamente as jovens” causou diversas reações nas redes sociais, onde muitos não se coibiram de associar o comportamento do canal de televisão ao antigo regime de Franco. Entre acusações de valores demasiado conservadores ou completo acordo com o conteúdo da reportagem, muitas eram as opiniões de quem falava, online, do que se debatera na televisão pública.

Também o setor político não se coibiu de deixar a sua opinião sobre a matéria, com o grupo parlamentar socialista espanhol a acusar a TVE de “querer impor a sua moral”.

Esta não é a primeira polémica da TVE nos últimos tempos, diga-se. Este canal de televisão já tinha dado que falar recentemente, ao recomendar aos espanhóis desempregados que combatam a ansiedade com… orações.

O brasiliense, preso no luxuoso armário, odeia as mulheres

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Precisamos divulgar o termo lesbofobia. O jornal estampa a agressão a uma universitária da UnB. Lembra o trote infame da Universidade Federal de Juiz de Fora, em 2012, quando uma garota teve de carregar um cartaz, pendurado no pescoço, com os dizeres “sou lésbica”.  Depois do trote, uma suruba no campus, e uma caloura estuprada.

“Tenho medo de sair de casa”, diz a estudante de 20 anos espancada no câmpus da UnB. Ela conta que abria a porta do carro quando um rapaz chegou por trás. “Sua lésbica nojenta”, ele falou. “Quando me virei, levei um soco e caí.” Casos como o dela são cada vez mais corriqueiros na capital do país. No ano passado, o Disque 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República recebeu 236 queixas de agressões (…).

Depoimento

“Gravei o olhar dele”

“Eu estava indo embora da UnB em direção ao meu carro. Carregava o meu computador, a mochila, tinha muita coisa nas mãos e, por isso, não consegui reagir. Virei para abrir a porta do veículo quando o rapaz chegou por trás e falou: “Sua lésbica nojenta”. Quando virei de novo, levei um soco e caí. Ele me chutou e veio para cima. Como faço luta, consegui tirá-lo de cima de mim, mas levei outro soco no nariz e comecei a sangrar. Apaguei, fechei os olhos por alguns segundos. Quando vi, ele estava fugindo, escondendo-se entre os carros. Falei com a polícia que, se me colocarem de frente com ele, conseguirei reconhecê-lo. Gravei o olhar dele. Estou bem machucada, com hematoma no rosto, a boca cortada e a costela machucada. Estou tomando remédio para dor de cabeça e muscular, anti-inflamatório e para não desenvolver a síndrome do pânico. Também estou fazendo tratamento psicológico. Tenho medo de sair de casa, de voltar à UnB. O agressor tinha cara de estudante. O que desejo é que isso se transforme em uma revolução contra a homofobia, o racismo ou qualquer outro tipo de preconceito. Na UnB, homossexuais são ameaçados a todo o momento, temos que falar, temos que lutar.”

Estudante da UnB agredida na última segunda-feira

A população feminina é predominante no DF e também em Brasília, onde mulheres alcançam 53% e homens 46%. A população de idosos é de 21,9%.
Os agressores são sempre jovens. Da classe alta de barnabés, que Brasília tem o segundo maior PIB e nenhuma indústria. Os filhos de papai estupram e matam (relembrem o caso Ana Lídia), queimam índios e mendigos…
O psicopata social, uma doença do ensino privado. Impera o bulismo nas escolas mais ricas.

As escolas bocas de drogas

Não sei o motivo de uma pesquisa de agosto do ano passado virar manchete hoje da imprensa nacional. Talvez uma campanha contra o ensino público.

Quando tem droga na escola pública (com alunos pobres), tem na escola particular (com os filhos de papai cheios da grana).

Vai completar o ano da revelação da pesquisa, e nenhuma providência das autoridades competentes.

O consumo de drogas provoca a formação de gangues que realizam bulismo, estupros, curras e prostituem rapazes e moças.

A polícia, o juizado de menores, os secretários estaduais e municipais de Educação e os proprietários de escolas particulares possuem os endereços das bocas: perto e dentro dos estabelecimentos de ensino.

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Publica o portal Terra: Pouco mais de um terço (35%) das escolas públicas brasileiras têm tráfico de drogas nas proximidades.

No DF, mais da metade dos estabelecimentos (53,2%), a maior proporção do País, registram a ocorrência de venda e compra de drogas nas redondezas.

Nenhum Estado está livre. A menor ocorrência é no Piauí, com 15,3% das escolas. Os dados foram levantados pelo QEdu: Aprendizado em Foco, uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos voltada para educação.

A pesquisa se baseou nas respostas dos questionários socioeconômicos da Prova Brasil 2011, aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgada em agosto do ano passado.

A questão sobre o tráfico nas proximidades das escolas foi respondida por 54,5 mil diretores das escolas públicas. Deles, 18,9 mil apontaram a existência da atividade. A situação, de acordo com especialistas, é preocupante e está associada diretamente à violência e à precariedade que cercam muitos centros de ensino do País, além de contribuir para que os alunos deixem de estudar.

O responsável pelo estudo, o coordenador de Projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins, diz que não dá para isolar escola no contexto em que está inserida. “Ela faz parte de um todo maior, se há violência fora, haverá também nos centros de ensino. Basta observar que o Distrito Federal (53,2%) e São Paulo (47,1%), (regiões) com altos índices de violência, são (as áreas) com o maior percentual”, afirmou.

Desculpa de governador: Toda violência é coisa do PCC

Seis anos depois da implementação da Lei Maria da Penha, que endureceu as penas para os agressores das mulheres, o principal desafio nas políticas de combate à violência doméstica é a ampliação da rede de atendimento às vítimas, que inclui delegacias especializadas, centros de referência, casas abrigo, entre outros.

A avaliação é da ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), Eleonora Menicucci. Segundo ela, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado hoje (25), é uma data para se reafirmar o enfrentamento do que chamou de “lamentável tragédia brasileira e mundial”.
“Acredito que [o principal desafio] é consolidar e expandir essa rede. As delegacias especializadas, por exemplo, somam 375, que é muito pouco para o tamanho do Brasil”, disse a ministra, acrescentando que, além de poucas, essas unidades são mal distribuídas no país. Somente o estado de São Paulo concentra um terço (125) de todas as delegacias especializadas de atendimento à mulher.
Quantas delegacias funcionam no estado falido da Paraíba?
Toda violência existente no Brasil passou a ser coisa do PCC. De dentro dos presídios a ordem de execução de todos os crimes. Inclusive os praticados por policiais.
Do PCC a Lei de Talião para os estupradores. Foi essa lei bíblica que fez um blogueiro de m. escrever em defesa do violentador do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Um crime impune. Em abril último, uma estudante virgem de 18 anos foi violentada no Instituto de Artes e Design (É isso aí: o nome em inglês. Coisa de colonizado).
Que as feministas apelem para os comandantes do PCC  – todos em presídios de segurança máxima: Pena de Talião para os assassinos de mulheres!
E esqueçam que a violência contra a mulher se combate com mais escolas. Com moradia digna. Um salário que não seja o mínimo do mínimo.  Acontece que nenhum governo faz nada que preste para o povo.
 A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) divulgou uma declaração que denuncia “a persistência da discriminação contra as mulheres em todos os âmbitos, incluindo a política, a educação, o emprego e a saúde”.”O lar continua sendo um lugar perigoso para muitas mulheres da América, devido às altas taxas de violência doméstica”, continua o comunicado e acrescenta que as mulheres vítimas dessa violência enfrentam obstáculos formidáveis no acesso à justiça. “Para a maioria das mulheres, as leis que existem no papel sobre seu direito à equidade e à justiça nem sempre se tornam realidade”.La discriminación contra las mujeres continúa estando profundamente arraigada en las estructuras sociales de los países de la región. En general, las mujeres son más afectadas por la pobreza que los hombres, tienen menos acceso a vivienda y a servicios de salud, y son sujetas a violencia física y sexual en mayor proporción que los hombres. Existe además una interseccionalidad en la discriminacion contra las mujeres, en base a factores como la raza, la etnicidad y la pobreza. En este sentido, por ejemplo, las mujeres indígenas y las mujeres afrodescendientes están particularmente expuestas a actos de violencia física, psicológica y sexual. La Comisión ha destacado que la ausencia de una respuesta eficaz por parte del Estado y la impunidad reinante en relación con la violencia y la discriminación propician su repetición.

Universitário estuprador solto no campus

FUNECO. Aluna agredida sofreu um corte no supercílio ao lutar com agressor
UNIVERSIDADE FUMEC. Aluna agredida sofreu um corte no supercílio ao lutar com agressor

Os estupros nas universidades do País da Geral são bem escondidos. Os reitores patrocinam. Com a cumplicidade das autoridades competentes, e o silêncio da imprensa.

Uma corrupção que beneficia os estupradores.

Aconteceu em novembro de 2011:

Uma estudante sofreu uma tentativa de estupro dentro da Universidade Fumec, no Bairro Cruzeiro, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Segundo Pedro Villalobos, aluno da faculdade, o crime ocorreu dentro de um dos banheiros localizados no subsolo do prédio da Faculdade de Ciências Empresariais (Face), pouco antes do intervalo das aulas. A jovem foi salva por estudantes que ouviram seus gritos.

“O agressor já estava dentro do banheiro, na hora do intervalo. Ele a agarrou por trás quando ela lavava as mãos e tapou a boca da vítima”, conta Pedro.

“Segundo o estudante, alunos de uma sala em frente ao banheiro ouviram grito e barulho e invadiram o local. “Se não tivessem agido rápido, o caso poderia ter sido muito mais grave”, avalia Pedro. A vítima, que tem 28 anos e é aluna do curso de Marketing, sofreu um corte no supercílio, uma lesão na nuca e teve cabelos arrancados pelo agressor. Ela dispensou atendimento médico.

“Falaram (alunos do campus) que ele (o agressor) também é aluno da Fumec, do curso de Administração, e chama Leonardo”, destaca o estudante. Segundo ele, o rapaz foi levado pelos alunos, orientados pelos corrdenadores de curso, para uma sala isolada. Ele permaneceu lá, sob escolta dos seguranças, até a chegada da Polícia Militar.

A PM confirmou que o agressor é aluno da instituição e tem 19 anos. Um colega de sala contou à reportagem que ele é muito introspectivo e dá indícios de que sofre de algum distúrbio psicológico. Leia mais 

Abril de 2012:
Uma menor de 17 anos, virgem, aluna do Instituto de Artes e Design, é estuprada no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Também por um aluno. Cujo nome vem sendo encoberto. No primeiro caso, revelaram que foi um tal de Leonardo. Faltou o sobrenome do tarado. Que punição sofreu esse psicopata? Como conheço nosso Brasil da corrupção, posso afirmar, com certeza, que constitui mais um caso impune. E talvez essa alma sebosa esteja estudando ou ensinando no IAD.

Falta caçar o cafajeste desflorador da universitária no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Bandido é bandido. Todo estuprador mata. Um psicopata, que pode se tornar, de uma hora para outra, em um serial killer.

O reitor Henrique Duque, o governador Antônio Anastasia estão esperando que o criminoso solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora agarre pelos cabelos sua próxima vítima.

Se o doente mental apenas estuprar tudo bem. Perdoável. Coisa de estudante mineiro. Brincadeira próxima dos trotes sadomasoquistas. E no mais, e no mais, a menor de 17 anos “pediu”. Quem mandou ir a uma festa no Instituto de Artes e Design, logo no IAíDê, onde atrás do prédio, todo mundo sabe, existe um lugar chamado matadouros, para brincadeiras sexuais. Quem mandou ir a uma festa sem a companhia dos pais, e beber, em copo fornecido pelo diretório acadêmico, sendo conhecido, por toda universitária escolada, o golpe do boa noite Cinderela.

Menina da tradicional família mineira, virgem, sabe cuidar do seu hímen. Menina virgem do interior de São Paulo, matuta, religiosa, filha exemplar, estudante aplicada, passou em cinco vestibulares, não aprende como se defender. Bem que mereceu. É a única culpada. Que pague pelos seus pecados imaginados, que inconscientemente estava desejando gozar um estupro sexual, ser arranhada, espancada, o corpo marcado de hematomas. Bem feito. Assim escreveu Kadu Olliveira, porta-voz da reitoria, participante da festa, testemunha chave, baseada no que espionou e em depoimentos tomados dos demais amigos de farra e folia e calourada. Leia. Kadu antecipa o inquérito administrativo que o reitor encomendou a três mosqueteiros professores da UFJF, e o inquérito da polícia do governador Antônio Anastasia, a mesma polícia que protege o assassino prefeito Antério Mânica, defensor do trabalho escravo.

“Que mundo é este que, para ser escravo, é preciso estudar”

Os estudantes foram declarar o apoio aos professores grevistas, tendo em vista o sucateamento da educação, que os docentes buscam melhorá-la.

Bom ver a estudantada sair do comodismo, do velho costume de dar uma dos três macaquinhos.

No campus da Universidade Federal de Juiz de Fora estupraram uma caloura, menor de 17 anos, virgem, e todo mundo calado.

Bancar o cego é gostar de viver na escuridão magnífica da ditadura da reitoria.

Bancar o mudo é viver como um morto. Curtir o silêncio do túmulo.

Quem não reivindica como estudante será amanhã um empregado acomodado, que não faz greve, que aceita, sem reclamar, o salário de fome .

Bancar o surdo é virar as costas para o clamor do povo. Perder o sentimento de fraternidade, de solidariedade, de união.

Ensina a canção: Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Tem o filhinho do papai, bichinho de estimação, que prefere a condição de estudante adestrado, encabrestado, fura-greve. Este tipo de bunda mole a canção dos indignados portugueses chama de parvo.

O bunda mole nasceu para dançar na boquinha da garrafa.