Desvio das verbas de Saúde e Saneamento mata. Aumenta o risco de epidemias

BRA_OP porque dengueNo final dos anos 60 e início da década de 70 a noção de contenção é substituída pela “Vigilância Epidemiológica” que pressupõe o alerta constante e o desencadeamento de ações de controle imediatas a fim de circunscrever o problema em sua fase inicial.

As sucessivas alterações da estrutura social, principalmente nos países não desenvolvidos, na conjuntura de crise dos anos 70 propiciaram a reinstalação de muitos problemas cujo controle era tido como satisfatório. Nessa condição incluimos as recentes epidemias de malária, febre amarela silvestre e dengue, que vêm acometendo vários países da América Latina.

Desta forma, a questão das epidemias torna-se mais uma vez presente, pondo em cheque, a maneira habitual de concebê-las e controlá-las.

saude aécio

No Brasil, prefeitos e governos ficam esperando, de cuia na mão, dinheiro do governo federal, na maioria das vezes desviado, para investir apenas nos programas de saúde pública. Que ninguém investe em Saneamento. Obra enterrada não proporciona boa propaganda, badalada e visível.

Além dos vampiros, temos os traidores do povo que planejam a privatização da Saúde, para enriquecimento dos piratas, notadamente dos rendosos planos de saúde.

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Neste domingo marcha pela terceirização e Temer presidente

Não existe nenhuma possibilidade constitucional de votação de impeachment. O protesto, na realidade, é para pedir o retorno da ditadura. Trama que os organizadores escondem.

Foto de propaganda do Jornal de Brasília
Foto de propaganda do Jornal de Brasília

Estão marcadas para amanhã, em pelo menos 378 cidades, manifestações em protesto ao governo. Uma pesquisa desenvolvida pela desconhecida Hibou, entre os dias 7, 8 e 9 de abril, revela que 80% dos entrevistados voltarão às ruas porque acreditam que o governo ainda não entendeu o que a população deseja: 60% querem o PT fora do governo.

Ao todo, apenas 719 pessoas foram ouvidas em cinco capitais: São Paulo, Brasília, Curitiba e Belo Horizonte.

O levantamento também contabilizou que 10,4% não concordam com os motivos dos protestos. Entre as bandeiras levantadas, 42% dos entrevistados querem a fixação do número de ministérios, 53% a transparência nos dados sobre os empréstimos do BNDES, 70% pedem auditoria das urnas da eleição passada e 40% querem o impeachment da presidente Dilma Rousseff. E que assuma o vice-presidente Michel Temer.

Sponholz
Sponholz

Os promotores da Ordem Unida esquecem que Temer, além de ser uma indicação pessoal de Dilma Rousseff, foi eleito com os votos da presidenta do Brasil.

Depois de ouvir a recusa do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB), para assumir a Secretaria de Relações Institucionais, a presidenta Dilma Rousseff decidiu integrar a pasta à vice-presidência, e entregou a Michel Temer (PMDB) a articulação política do governo.

Miguel
Miguel
Luscar
Luscar
Clayton
Clayton

Um dos slogans dos manifestantes é “todo poder ao PMDB”, que já preside, com Eduardo Cunha, a Câmara dos Deputados;  e com Renan Calheiros, o Senado Federal.

O PMDB tem José Sarney como presidente de honra.

Ninguém vai protestar contra o emprego terceirizado, votado pelo PMDB e PSDB.

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Os números também revelam que 91% dos brasileiros acreditam que a Saúde é o setor mais prejudicado pela corrupção seguido de: educação com 85%, segurança 77%, transportes 71%, preço dos alimentos 71%, saneamento básico 70%, preço do combustível 68%, moradia popular 68% e condições nos portos e estradas 67%.

aécio saúde

Para os entrevistados, quando perguntados sobre quais ações reduziriam a corrupção, 76% responderam que se deve colocar e manter na cadeia os corruptos. Já 73% disseram que tem que deixar a Policia Federal investigar toda e qualquer pessoa independente do cargo que ocupe. Além disso, 69% responderam que a corrupção deveria se tornar um crime hediondo, 63 % que deveria confiscar todos os bens do corrupto. Texto: Redação do Jornal de Brasília e agências

 

MALABARISMOS. Senador do DEM, amigo de Gilmar Mendes, tem processo ‘esquecido’ na gaveta de Barbosa

Prescreve em 6 de outubro crime de peculato do qual é acusado Jayme Campos por desvio de verbas federais de saúde quando era governador de Mato Grosso, em 1994

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por Helena Sthephanowitz

Na tarde do dia 2 de maio de 2013, nove meses atrás, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento do Inquérito 2606, instaurado a partir de uma denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o senador Jayme Campos (DEM), acusado de peculato e de burlar a Lei de Licitações quando era governador de Mato Grosso, em 1994, quase 20 anos antes – o MPF constatara que Campos teve participação no desvio de verbas federais da Saúde para compra de equipamentos e materiais hospitalares, através de superfaturamento com dispensa de licitação de forma ilegal.

A sessão do STF não condenaria nem ao senador, nem a ninguém. Apenas decidiria se a denúncia seria acatada para virar processo ou não.

Naquele dia, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, viajava para a Costa Rica, para onde fora convidado a acompanhar a celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Presidia a sessão o vice-presidente da Corte, Ricardo Lewandowski.

O julgamento foi interrompido por sugestão de Celso de Mello, acatada pelos demais ministros após o voto de Luiz Fux, que se manifestou favorável a abrir o processo contra Jayme Campos. Lewandowski proclamou a decisão do adiamento, dizendo que estava ali interinamente e por isso deixaria para Joaquim Barbosa remarcar nova data para continuar a apreciação da denúncia do MPF.

Mas o inquérito 2606 entrou na pauta do STF para ser retomado no dia 23 de maio de 2013 – e não foi julgado. Apareceu na pauta de novo nos dias 13 de junho, 20 de junho, 25 de junho, mas nada de o julgamento continuar em nenhuma desta datas. Depois disso, o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, não colocou mais em pauta, e a apreciação plenária da matéria continua em aberto. No próximo dia 6 de outubro, o crime de peculato de que Jayme Campos é acusado prescreverá.

O senador não é o único a desfrutar da impunidade com as prescrições e com o engavetamento do inquérito. Ao não colocá-lo em julgamento, o ex-secretário estadual de Saúde do Mato Grosso Domingos Sávio Pedroso de Barros e o então presidente da comissão de licitação do governo daquele estado, Moacy Lopes Suares, também ficarão impunes.

Jayme Campos articula candidatar-se à reeleição ao Senado coligado a Pedro Taques (PDT) para governador. Antes desta articulação com Taques, ele lançou a candidatura a governador de Mato Grosso nada menos que Gilmar Mendes, também ministro do STF e seu conterrâneo. Convidou-o a filiar-se ao DEM. Campos disse aos jornais que tinha uma relação de amizade, admiração e respeito por Mendes. O ministro declinou do convite.

Pelo andar da carruagem no STF, a ficha de Jayme Campos estará sem este processo quando apresentar-se ao eleitor nas eleições deste ano. E no dia seguinte ao primeiro turno da eleição, mesmo que ele perca nas urnas, terá o que comemorar: a prescrição do peculato.

Não se defende aqui a impunidade de ninguém, seja de onde for, venha de que partido vier. Mas é impossível não lembrar que, enquanto os réus petistas da Ação Penal 470 tiveram processo aberto em dois anos, e foram condenados seis anos após a denúncia, Jayme Campos está há seis anos denunciado no STF, mas nem sequer tem processo aberto por atos cometidos há quase 20 anos. E a um passo da prescrição.

Por essas e tantas outras, quanto malabarismo garantista…

Assista à sessão do STF que iniciou o julgamento do mérito do inquérito contra Jayme Campos (Transcrito da Rede Brasil Atual)

 

Ação Civil Pública do MPPE revela herança do governo Eduardo Campos na Saúde: mortes e filas de espera por cirurgias com mais de 6 mil pacientes

por Noelia Brito

 

 

Saúde-Pública

O Dr. Edvaldo Palmeira, titular da 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital, concedeu, no último dia 03 de abril, liminar atendendo a uma ação civil publica movida pelo Ministério Público de Pernambuco, determinando que o Estado de Pernambuco apresente, no prazo da contestação, as listas completas e detalhadas por especialidade (constando o nome do usuário, número de identificação – como CPF e Registro Geral, a idade, o tipo de cirurgia, a data da indicação cirúrgica e a unidade de saúde requisitante) de todos os usuários do SUS que ainda aguardam realização de cirurgias eletivas em unidades hospitalares da rede própria ou conveniada do Estado e que, no mesmo prazo, também apresente nos autos um cronograma para a efetiva realização das cirurgias eletivas, quer relativamente às pendentes quer quanto àquelas cujas requisições possam ser estatisticamente previstas para este ano de 2014 e, por fim, que no mesmo prazo, faça a adesão ao SISREG ou apresente cronograma de implantação de sistema próprio de gerenciamento de lista de pacientes que aguardam por cirurgias eletivas, nele incluídos todos os hospitais da rede pública do Estado ou com ele conveniados, especificando as informações que terá tal sistema, fixando multa de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por cada dia de descumprimento da decisão, a ser revertida ao Fundo Estadual de Saúde, sem prejuízo da responsabilização criminal e por ato de improbidade, além do direito de regresso contra quem der causa ao não cumprimento da decisão.

Ao analisar o processo, o Juiz constatou a existência de relatos dramáticos de casos de pessoas que, quando não foram a óbito, ficaram com a qualidade de vida extremamente comprometida, em face da demora na realização dos procedimentos cirúrgicos pelo SUS, quando procuraram hospitais da rede pública do Estado de Pernambuco ou com esta conveniados.

As listas de espera por cirurgias eletivas até o momento levadas aos autos por apenas 5 (cinco) dos hospitais públicos estaduais/conveniados alcançam o expressivo número de 5694 pacientes. Não se sabe ainda nos autos a quantidade exata de hospitais públicos ou conveniados em funcionamento no Estado, mas deve-se considerar pelo menos a existência de mais 9 (nove), que teriam sido criados pelo governo Eduardo Campos, além da reabertura do Hermínio Coutinho e da Maternidade do Hospital e Policlínica Jaboatão Prazeres, conforme informado pelo próprio governo em sua manifestação prévia, o que leva a crer que a fila de espera seja ainda bem maior que aquele levantada até o momento para os cinco hospitais, sem falar que no tocante ao Hospital da Restauração – um dos maiores do Estado – somente foi informado o número de pacientes aguardando cirurgias traumato-ortopédicas.

Apesar de toda a deficiência constatada pelos promotores e pelo próprio Juiz na instrução da ação, causou escândalo observar que mais de meio bilhão de reais foram gastos somente nos anos de 2013/2014, pelo governo Eduardo Campos, com despesas consideradas não essenciais e com publicidade, aí incluídos arranjos de flores, apresentações da Banda Calipso, eventos como o Olinda Beer e o Tamandaré Fest e a compra de bolos de rolo e repasses voluntários para municípios através do FEM. Leia mais

 

[Nota do redator do blogue: O governador Eduardo Campos saiu do governo sem revelar quanto gastou para construir um estádio na Mata de São Lourenço. A propaganda mentirosa do governo diz que jogou no mato ou na mata um pouco mais de meio bilhão de cruzeiros… apenas na construção do Coliseu…]

http://www.osvideoslegais.com/o-comercial-da-copa-que-foi-censurado-pela-tv/

Veja que a Argentina faz para acabar com a dengue

“Quando é detectada uma pessoa suspeita de ter contraído a dengue, imediatamente começa o que é chamado bloqueio de foco, para erradicar os mosquitos dentro de nove quadras próximas de onde o paciente se encontra, de modo a evitar uma propagação da doença”.

No Brasil, José Serra, quando ministro, acabou com os guardas mata-mosquitos.

Mais de 500 brasileiros morreram de dengue em 2013 e quase 1 milhão e meio contraíram a doença.

Raramente se pulveriza inseticidas, através do popular “fumaçê”, que prefeitos e secretários de saúde roubam as verbas enviadas pelo governo federal.

A dengue é mais uma constatação de que a corrupção mata.

Histórico da dengue no Brasil
As primeiras referências à dengue no Brasil remontam ao período colonial. Em 1865 foi descrito o primeiro caso na cidade de Recife. Sete anos depois, em Salvador uma epidemia levou a 2 mil mortes. Em 1846, a dengue é considerada como epidêmica, atingindo vários Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo. Até 1916, São Paulo foi atingido por várias epidemias de dengue.

O transmissor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, tem origem africana, sendo reconhecido pela primeira vez no Egito – daí o seu nome. Chegou ao Brasil nos navios negreiros – e se reproduzia nos depósitos de água dos barcos nas viagens da África para cá.

O Aedes estava erradicado no Brasil em 1955 (governo de Café Filho), mas retornou em 1985, com uma epidemia de dengue em Roraima.

 

Foi mais um presente da ditadura militar, no governo de João Figueiredo (1979-1985).

Prefeitos ladrões, para receber verbas federais para erradicar a dengue, chegaram a disseminar em seus municípios larvas de Aedes aegypti. Vários casos foram denunciados pela imprensa. Que os nomes desses assassinos sejam lembrados.

Argentina: El dengue, en baja

En 2013, en la Argentina se reportaron sólo 2718 casos de dengue, ninguno mortal
En 2013, en la Argentina se reportaron sólo 2718 casos de dengue, ninguno mortal

Un informe del Ministerio de Salud muestra que entre 2009 y 2013 se registró una caída del 90 por ciento de la enfermedad. En los países de la región, el año pasado fue una epidemia.

Los casos registrados de dengue en Argentina disminuyeron un 90 por ciento entre 2009 y 2013, informó el Ministerio de Salud de la Nación en referencia a la enfermedad que se contrae por la picadura de un insecto. Esta, junto a otras de transmisión vectorial, constituyen el tema central con el que la Organización Mundial de la Salud conmemora el Día Mundial de la Salud el próximo 7 de abril.

“El año pasado hubo una epidemia de grandes proporciones en el Cono Sur, con más de 250.000 casos, y nuestro país reportó sólo 2718, ninguno mortal, lo que constituyó una cantidad pequeña en relación al resto del continente”, destacó el ministro Juan Manzur.

En 2009, Argentina había padecido una epidemia que dejó cinco muertos y que reportó 26.923 casos.

Desde principios de este año hasta la primera semana de abril se llevan registrados 27 casos confirmados de dengue “cuando el promedio anual oscila entre 200 y 250, salvo cuando hubo epidemia, como la que se disparó en 2013 en países limítrofes”, comentó Héctor Coto, director de Enfermedades Transmisibles por Vectores del Ministerio de Salud de la Nación. El funcionario detalló que “cuando se detecta a una persona sospechosa de haber contraído el dengue de inmediato se pone en marcha lo que se llama bloqueo de foco y que consiste en erradicar los mosquitos en un radio de nueve manzanas de donde se encuentra el paciente, de modo de prevenir que haya una propagación de la enfermedad”.

El dengue es causado por un virus que se transmite a través de la picadura de mosquitos infectados, principalmente de la especie Aedes Aegypti, lo que convierte el control del vector en una herramienta fundamental para la prevención de la enfermedad.

El cuadro más común se caracteriza por fiebre acompañada de un intenso malestar general (dolor de cabeza, de músculos y articulaciones), erupciones rojizas en brazos y piernas, picazón, náuseas y vómitos y sangrado de nariz y encías.

Ante estos síntomas se debe acudir sin demoras al médico para recibir el tratamiento adecuado y es importante no automedicarse ya que las aspirinas, el ibuprofeno o la aplicación de inyecciones intramusculares pueden empeorar el cuadro de la enfermedad.

En América, existen 35 países que concentran casi toda la población del continente y conviven con el mosquito Aedes Aegypti; durante las últimas décadas, América latina se convirtió en la región con las cifras anuales reportadas más altas en el mundo, advirtieron la OPS y la OMS.

De cara al Día Mundial de la Salud, que se celebra cada 7 de abril, la OPS y la OMS llamaron a tomar medidas sencillas para evitar este tipo de enfermedades, como el uso de ropas que sirvan de barrera en la exposición a la picadura y la reducción de criaderos cerca de las casas.

 

 

Como vai a saúde dos médicos e hospitais?

Além do Ministério, o Brasil tem as secretarias de Saúde estaduais e municipais com hospitais e postos de saúde e as reitorias com hospitais escolas, e uma infinidade de planos de saúde e uma rede hospitalar privada que cresce cada vez mais, financiada e enriquecida com o dinheiro da União, Estados e Municípios.

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O povo doente e a saúde dos bolsos de prefeitos, secretários, mercadores de planos e outros comerciantes da morte

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