Lei mais dura para prender mais estudantes em São Paulo

Brasil protesto

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira, 30, que defende penas mais duras para quem agride policiais e penas mais rígidas para casos de vandalismo, como os que ocorreram na segunda-feira na Rodovia Fernão Dias.

“Duas propostas de alteração da legislação federal. Uma, para crime cometido contra o policial, que é um agente de Estado, de ele ser agravado, de a agressão ao policial. Hoje há muita violência na criminalidade. E a outra é para danos. O que está acontecendo? O crime para danos não mantém preso. Então, nós até conversamos com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, ontem fiz uma visita ao presidente, Ivan Sartori, para pedir também uma cooperação do poder judiciário, porque o fato de não manter preso estimula o vandalismo, estimula a impunidade”, disse.

“Nós não descartamos nenhuma hipótese”, disse Alckmin sobre a suposta atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos protestos da zona norte.

O PCC é o governo paralelo invisível que está em todas. Antigamente, nos tempos de Brizola governador do Rio, a imprensa denunciava a presença de gerrilheiros da FARC nas favelas.

BRA_OG vândalos inafiançáveis

Alckmin não falou de leis para os que super faturam obras públicas, comem tocos,  embolsam bilhões com obras e ser√iços fantasmas.

Quem desvia verbas dos serviços da saúde e educação, por exemplo, precisa receber uma pena maior do que um manifestante que quebra um orelhão ou queima um ônibus.

Roubar medicamentos é roubar vidas. Roubar a merenda escolar é roubar o leite das crianças.

O policial que bate, sequestra, tortura, realiza prisões arbitrárias, arma flagrantes falsos, intimida testemunhas é o pior dos vândalos. Tão iníquo quanto um juiz que vende sentenças ou esconde/ engaveta processos.

O combate contra o vandalismo, a corrupção deve ser feito nas ruas, nos palácios e repartições públicas.

gigante protesto

O manifestante não é criminoso.   A adolescente e estudante Dilma Rousseff foi sequestrada, torturada e condenada pela justiça por pertencer a uma ‘facção criminosa’. Ela e milhares de estudantes. Outra geração de estudantes, membros de ‘facções criminosas’ enfrentaram a polícia nas ruas para pedir diretas já. Pintaram a cara pelo impeachment de Collor. Que os estudantes reivindicam hoje para ser considerados membros de ‘facções criminosas’? Fica a pergunta.

vândalo fardado

democracia vida protesto

Conforme planejado e anunciado, o PCC chegou ao Paraná

BRA_HOJE Cascável

O município de Cascavel fica localizado na região oeste do Paraná, do qual é o quinto mais populoso, com 292.372 habitantes, conforme estimativa do IBGE, de agosto de 2012. A distância rodoviária até Curitiba, capital administrativa estadual, é de 492 quilômetros.

Consideravelmente novo e com topografia privilegiada, teve seu desenvolvimento planejado, o que lhe deu ruas largas e bairros bem distribuídos. Isso facilita a fuga dos bandidos. Nas favelas, as ruas estreitas e escuras idem.

Com área de 2.100,105 km² é considerado um polo estratégico do Mercosul, sendo assim logo, logo o PCC vai ter ajuda da Farc, com apoio dos presidentes esquerdistas da América do Sul.

Paraná possui no subsolo o Aquífero Guarani, riqueza que desperta a cobiça do PCC, que sempre ataca nos estados governados por tucanos, e cuja guerrilha urbana tem a orquestração dos jornais golpistas.

Toda propaganda política de um governo fraco precisa de um inimigo único. Que o PCC seja o bode expiatório. E tudo de ruim tem seu lado bom: a esperança de que os delegados de polícia de Beto Richa esqueçam as ameaças de morte a jornalistas e, em defesa da paz social, use e abuse da resistência seguida de morte dos soldados do imaginário Primeiro Comando da Capital, que tem no celular sua principal arma de fogo amigo.

No final, aparece a Terra

Movimento do Sem-Terras
Movimento do Sem-Terras
Carajás, marcha interrompida pela polícia e capangas de fazendeiros
Carajás, marcha interrompida pela polícia e capangas de fazendeiros
Carajás, o massacre impune e corriqueiro, principalmente nas favelas do Rio de Janeiro e São Paulo
Carajás, o massacre impune e corriqueiro, principalmente nas favelas do Rio de Janeiro e São Paulo
por Gilmar Crestani

Só não dá para entender porque demoraram tanto para trazer a público as verdadeiras razões da violência. E por aí também se entende porque a criminalização das FARC pelos grupos mafiomidiáticos e os partidos de direita no Brasil.

Depois do massacre de Eldorado do Carajás, no já distante governo de Almir Gabriel, do PSDB, quando se perpetrou um verdadeiro massacre, a violência no campo tem sido mais seletiva e agora envolve também indígenas no Mato Grosso.

Como porta-vozes dos interesses dos latifundiários, os grupos mafiomidiácos sempre criminalizam os sem-terras, os que lutam para trabalhar na terra. A RBS, quando um brigadiano matou o soldado Brum pelas costas, chegou a festejar. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul há muitas fazendas cujos proprietários nunca apareceram por lá.

Bancos e grandes empresas compram terras e depois contratam pistoleiros para desalojar quem eventualmente esteja por lá produzindo. Os mandantes nunca saem de São Paulo ou mesmo do exterior. Como disse o Lula, mas a foto deles nunca aparece nos jornais, porque são eles que financiam os grupos mafiomidiáticos.

Que têm as terras mas sequer as conhecem (…).

Propaganda da imprensa mafiosa e direitista: os favelados e sem-terras são terroristas
Propaganda da imprensa mafiosa e direitista: os favelados e sem-terras são terroristas

La tierra, epicentro del conflicto armado en Colombia

Más de 1.300 personas se reúnen en Bogotá para hablar sobre el futuro del campo

El gran ausente fue el gremio ganadero que calificó la iniciativa de “inútil”

El director del Centro de Pensamiento sobre el Proceso de Paz de la Universidad Nacional, Alejo Vargas (d), y el representante de la ONU en Colombia, Bruno Moro, el miércoles durante una conferencia en el foro agrario. / M. D. CASTAÑEDA (EFE)
El director del Centro de Pensamiento sobre el Proceso de Paz de la Universidad Nacional, Alejo Vargas (d), y el representante de la ONU en Colombia, Bruno Moro, el miércoles durante una conferencia en el foro agrario. / M. D. CASTAÑEDA (EFE)

por Elizabeth Reyes L.

Como un verdadero y novedoso ejercicio de paz podría definirse lo que ha ocurrido en Bogotá en los últimos tres días, durante un gran foro sobre la tierra y el conflicto armado, organizado a instancias del proceso de paz que adelanta el gobierno colombiano y la guerrilla de las FARC, desde el 19 de noviembre.

Mientras los representantes del gobierno y esa guerrilla negocian en La Habana una política de desarrollo rural, que es el primer punto de la agenda de negociación que busca acabar con una guerra de medio siglo, en Bogotá se reunieron para hablar del mismo tema más de 1.300 personas provenientes de diferentes y opuestos sectores de la sociedad como sindicatos, campesinos, indígenas, afrodescendientes, académicos, movimientos sociales y empresarios del campo. Se supone que el foro dará herramientas de discusión a la mesa de negociaciones.

Pero a pesar de la nutrida asistencia, este foro mostró lo complejo que será resolver uno de los principales temas que mueven la guerra en Colombia. Discutir el tema agrario genera gran resistencia entre algunos sectores, como los ganaderos del país, que han mantenido un pulso de décadas con el campesinado y algunas organizaciones sociales, por sus visiones opuestas sobre el desarrollo rural.

El encuentro dejó en evidencia los obstáculos que tendrá que enfrentar un eventual acuerdo de paz con las FARC. Primero porque hay sectores de la derecha colombiana que creen que no se debe tranzar con la guerrilla temas como la distribución de la tierra, en un país donde son muy pocos los que concentran la mayor cantidad de la propiedad rural. Se habla de que el 1,5 por ciento de los propietarios tiene el 52% de la tierra que se puede cultivar en Colombia. Por otro lado están los miles de campesinos víctimas de la violencia que reclaman no solo la devolución de millones de hectáreas de tierras robadas por los actores armados, sino también una reforma agraria que rompa el monopolio de los grandes terratenientes.

El fin del foro era reunir a representantes claves de los más variados sectores para que hablaran de cómo se imaginan un mejor futuro para el campo, un sector que históricamente ha estado rezagado del desarrollo nacional. Los analistas del tema agrario coinciden en que a la concentración de la tierra se suma el uso que se hace del suelo, ya que 4,9 millones de hectáreas se dedican a la agricultura y más 38,6 millones a la ganadería. Por eso, Alejo Vargas, investigador de la Universidad Nacional y coordinador del foro, afirmó que ya era una ganancia poner a hablar a empresarios y campesinos.

Durante la instalación del evento, Bruno Moro, representante de Naciones Unidas, afirmó que “las causas del conflicto colombiano, así como sus efectos, tienen estrecha relación con la tierra” y de ahí la importancia de la participación de la sociedad civil en la discusión que se adelanta en La Habana. Entre los participantes estaba la Sociedad de Agricultores de Colombia (SAC), que reúne a 45 gremios agrícolas, que descartaron discutir sobre la propiedad privada y la economía de mercado. También estaba la Mesa Nacional de Unidad Agraria, que reúne a 20 organizaciones campesinas que proponen ponerle límites a la concentración de la tierra.

El gran lunar que opacó el optimismo que generó la multitudinaria participación en el foro, corrió por cuenta del gremio ganadero, que aunque afirmó apoyar el proceso de paz con las FARC, no participó de esta iniciativa porque la considera inútil. José Félix Lafaurie, presidente del gremio, fue enfático en sus declaraciones. “Lo consideramos inútil, porque habrá dos posiciones antagónicas: las Farc, que defienden el minifundio, y nosotros, que creemos que debemos producir para la globalización”.

Las reacciones de indignación no se hicieron esperar. El presidente del Congreso, Roy Barreras, consideró la decisión de los ganaderos como “apostarle todo a la violencia”. El presidente Santos afirmó que era “irracional” que los ganaderos no asistieran al foro, si eran precisamente uno de los sectores más golpeados por el conflicto. Aun así, el expresidente Álvaro Uribe, el mayor opositor de una salida negociada al conflicto, apoyó a Lafaurie. “¿Qué dirían otros sectores de la economía si los someten a definir su futuro con el terrorismo?”, escribió en su cuenta de Twitter.

Por su parte, Iván Márquez, jefe negociador de las FARC y segundo de esta guerrilla, que había celebrado desde La Habana la realización del foro afirmando que para ellos, el destino de Colombia depende de solucionar el problema de la tierra, leyó hoy un comunicado donde acusa a Lafaurie de intentar sabotear el evento y además de ser aliado de los paramilitares, basado en declaraciones del exjefe paramilitar Salvatore Mancuso, preso en EEUU.

Este foro agrario, organizado por la Universidad Nacional y la ONU, es uno de los primeros mecanismos de participación ciudadana que han establecido gobierno y FARC, junto con el sitio www.mesadenegociones.com.co, donde los colombianos envían propuestas sobre lo que consideran se debe discutir en La Habana. Estas propuestas se centran en el desarrollo agrario, la participación política de una guerrilla sin armas, el fin del conflicto, la solución al problema de las drogas ilícitas y la reparación a las víctimas. Lo que se tiene previsto es que las propuestas que se recogieron luego de los tres días de discusión en el foro agrario, que suman más de 400, sean entregadas a los negociadores en Cuba en próximo 8 de enero.

Acampamento dos sem-terras
Acampamento dos sem-terras

Manchete mais mentirosa do ano

BRA_ZH Farc propaganda marrom

No governo Brizola no Rio, o jornal O Globo lançou manchete parecida: a prisão de um enviado da Farc nas favelas cariocas. A informação marrom tinha a finalidade de fortalecer a linha dura da ditadura militar. Zero Hora repete o feito para desestabilizar o governador Tarso Genro, e como parte de uma campanha golpista que visa cassar Dilma Rousseff.

Na Colômbia existem três forças armadas em luta: o governo da República, a Farp e os paramilitares (as milícias formadas por políticos direitistas, empresários, fazendeiros, militares, policiais). A denominação paramilitar na Colômbia tem o mesmo significado que milícia no Brasil.

Até Álvaro Uribe, ligado aos tucanos, o governo tinha os paramilitares como aliados. O atual presidente Juan Manuel Santos decidiu por uma aliança com a Farp.

Noticia a conservadora imprensa colombiana hoje:

2013, año clave para la paz; se espera que en noviembre quede sellada

Los equipos negociadores del Gobierno y las Farc durante la instalación de la mesa de diálogos en Oslo (Noruega) el pasado 18 de octubre
Los equipos negociadores del Gobierno y las Farc durante la instalación de la mesa de diálogos en Oslo (Noruega) el pasado 18 de octubre

Si los diálogos emprendidos por el gobierno de Juan Manuel Santos y las Farc el 19 de noviembre avanzan por buen camino, para finales de la segunda mitad del 2013 el país estaría frente al comienzo de la dejación de armas de esta guerrilla, no solo la que más ha perturbado al país en los últimos 50 años, sino la segunda más vieja del mundo, junto con la comunista de Filipinas.

Si bien las Farc han rechazado de manera insistente el tiempo de meses que según el presidente Santos debe tener el proceso de paz, quien incluso a comienzos de diciembre reiteró que este no debe ir más allá de noviembre del 2013, la esperanza está puesta en que el acuerdo para la terminación del conflicto esté firmado para ese mes.

En todo caso, con la entrega de armas de los distintos frentes del grupo armado, el proceso puede extenderse un poco más.

Y si la agenda de negociación -desarrollo agrario, participación política, narcotráfico, dejación de armas y reparación de víctimas- avanza a buen ritmo, probablemente en abril o un poco antes se pondrá en marcha en el Congreso la reglamentación del marco jurídico para la paz, diseñado para traer a las Farc a la vida civil.

Esta reglamentación es clave porque establecerá en qué condiciones podrán participar los guerrilleros desmovilizados en política y cómo pagarán por los delitos que han cometido.

De todas maneras, el país debe estar preparado para eventuales crisis del proceso de paz que se lleva a cabo en La Habana. Alguna podría originarse, incluso, en la diferencia de tiempos que el Gobierno y las Farc tienen para la negociación. Aunque la guerrilla nunca ha hablado de un plazo específico, sí ha enfatizado en que “la paz exprés solo conduce a precipicios”.

Las crisis no significarán necesariamente una ruptura, pero si por alguna circunstancia los diálogos no avanzan, seguramente el presidente Santos le hará saber esto al país desde el primer semestre.

Prolongar unas conversaciones que no vayan por buen camino no es una alternativa para el mandatario, y menos en la perspectiva de la campaña electoral del 2014.

Tierras para los despojados

El que viene será un año definitivo para la restitución de tierras, pues los jueces agrarios deben fallar sobre muchas de las al menos 27.000 demandas de restitución interpuestas por las víctimas. Hasta ahora se han proferido cinco sentencias a favor de 33 familias. (El Tiempo)

Droga legaliza eleição de políticos corruptos

capitalismo droga tráfico indignados

 

Os mercadores de drogas elegem senadores, magistrados e generais na Colômbia. No Brasil, as favelas, os cortiços e os guetos dominadas por milícias e traficantes – os chamados currais do asfalto – elegem vereadores e prefeitos, que se transformam nos principais cabos eleitorais de candidatos a governador, deputado e senador. Os currais no Rio de Janeiro, inclusive, estão sendo murados. O medo conduz os rebanhos. São cães de pastoreio os bandidos da polícia, os justiceiros, os chefes de milícias e quadrilhas. O mundo do crime não vota em político honesto. O voto de cabresto sempre escolhe um ficha suja

voto

Prensa Latina: – Altos chefes militares colombianos acusam as FARC-EP de receber quantias milionárias como resultado do narcotráfico. O que considera a respeito?

Iván Márquez, um dos comandantes da FARC: – Esses são túmulos bonitos por fora, mas podres por dentro. Essa é uma campanha mentirosa das elites verdadeiramente mafiosas e bandidas. Todas as instituições colombianas, há muito tempo, foram permeadas pelo narcotráfico até o teto. Com o dinheiro da máfia foram elegidos vários presidentes, de Turbay até Uribe. Os cartéis colombianos da droga elegeram e continuam elegendo representantes, senadores, magistrados e generais.

Até as duas melhores polícias do mundo receberam pagamento por seus “bons ofícios”. O chefe de informática do DAS (Departamento Administrativo de Segurança), Rafael García, denunciou que esse organismo de Estado, dependente da Presidência, facilitou à máfia a rota da droga para os Estados Unidos, através do cartel mexicano dos Beltrán Leyva, e que os dólares, produto do negócio, entravam pela porta grande do aeroporto Dourado, controlado pelo DAS, diretamente às mãos dos capos. O DAS é conhecido no mundo da máfia como o “cartel das três letras”.

Da mesma forma o ex-chefe de informática denunciou à Promotoria que o DAS abriu também uma rota de droga de Santa Marta para a Europa camuflada como ajuda humanitária a países africanos. JoeToff, diretor da DEA em certo momento, qualificou a Colômbia institucional como uma narco-democracia.

A Colômbia teve presidentes que abriram uma janela no Banco da República para facilitar a lavagem de divisas. Atualmente essa lavagem na Colômbia chega à cifra de 12 bilhões de dólares ao ano (20 bilhões de pesos), e a grande massa desse dinheiro se move pelos circuitos financeiros. Por isso dizemos, que as elites colombianas estão podres por dentro. A campanha mediática institucional contra as FARC-EP perde seu impulso diante da evidência aqui denunciada.

A narco produção está unida a um grave problema social acentuado pelas políticas neoliberais. As pessoas pauperizadas tem que se sustentar de alguma maneira. Por que o governo não impulsiona um programa de substituição desses cultivos, por outros também rentáveis para os camponeses pobres, como o sugeriram as FARC-EP? Por que não debate a legalização do consumo, como ocorreu no passado com o fumo e o álcool, acompanhando essa legalização de uma forte campanha educativa dirigida à juventude? Por que nos Estados Unidos não a poderosa máfia da distribuição, que fica com a parcela do leão do negócio, é perseguida nem os produtores dos insumos químicos?

É fato que 312 bilhões de dólares do narcotráfico foram injetados para uma tentativa de salvar o sistema financeiro mundial. Tudo isto, sem deixarmos de advertir que há por aí alguns ex-presidentes defendendo a legalização da droga, mas em estreita coordenação com os interesses da indústria farmacêutica. Leia entrevista

caso HSBC tráfico2

 

FARC. Dez anos atrasados

 Gilmar Crestani

A revista Veja, uma espécie de ventrílogo dos interesses alienígenas no Brasil, sempre endeusou Álvaro Uribe e demonizou as FARC. Como era do interesse dos EUA, que buscavam uma justificativa para usar a Colômbia como puteiro, a Veja aceitou a$$oCIAr-se aos interesses iangues e acusou Lula e o PT de tentarem negociar com as FARC (RELAÇÕES PERIGOSAS: AS FARC, O PT E O GOVERNO LULA). Dez anos depois o próprio Presidente da Colômbia faz aquilo que a Veja e os EUA não queriam.

La mesa de diálogo se instalariaa a comienzos de octubre en Noruega