Pegadinhas de Silvio Santos sempre acabam em tragédia

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Sílvio Santos quantos bilhões já pegou dos bancos oficiais para salvar seus bilionários negócios? Dinheiro que utilizado na saúde poderia ter salvo milhares e milhares de brasileiros nas filas do Sus. Dinheiro que utilizado na educação teria salvo milhões de jovens que, analfabetos, permanecem desempregados, ou foram aliciados pelo tráfico, ou revoltados estão mascarados nos protestos de ruas. Jovens que são assassinados pela polícia, ou penam nos presídios, vítimas da justiça PPV.

Veja quanta crueldade neste episódio narrado pelo Jornal VDD:

Na tarde de 31 de outubro último, a produção do programa Silvio Santos se preparava para mais uma pegadinha com a Rafaela Manzolina, que ficou conhecida como “Menina Fantasma do Elevador”. Tudo seria mais ou menos esquematizado da mesma forma da pegadinha anterior. A menina estaria escondida dentro de um provador de roupas, assustando as mulheres que experimentavam roupas em uma loja no centro de São Paulo.

Segundo Ricardo Doccio, produtor do programa Silvio Santos, Rafaela Manzolina gravou cerca de cinco sustos e disse que não queria mais gravar. “Ela dizia que estava com um pressentimento ruim.” – acrescentou.

Eles continuaram as gravações normalmente, até que uma mulher – que preferiu não ser identificada pela família – entrou no provador e seria a próxima “vítima” da pegadinha. O problema é que esta mulher sofria de sérios problemas no coração e entrou em estado de choque assim que viu a “menina fantasma”.

A produção, às pressas, tentou atender a mulher que caiu se debatendo no chão. Mas infelizmente já era tarde demais. Ela faleceu durante as gravações.

Ricardo Doccio já está em contato com a família e disse que o programa Silvio Santos dará toda a assistência necessária para tentar aliviar a dor nesta hora tão difícil. [A polícia sempre que mata, os governadores aparecem com a mesma conversa fiada]

Ricardo também acrescentou que a pegadinha vai ao ar neste domingo. A única parte que será cortada será a triste cena da mulher.

Rafaela Manzolina está em estado de choque e disse que se afastará do programa por alguns meses.

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Você acha certo o SBT colocar esta pegadinha na grade de programação deste domingo?

[Deve exibir sim, desde que apresente o assassinato da mulher. Outras mulheres anônimas já morreram de susto com a explosão de bombas de efeito imoral. Aconteceu com uma gari no Pará. A Prefeitura prometeu  “toda a assistência necessária para tentar aliviar a dor nesta hora tão difícil”. Isto é, pagar os meios de comunicação de massa para não divulgar o crime. Até na morte as promessas são mentirosas. Que ninguém faz nada que preste para o povo.

Polícia de Alckmin vai investigar essa morte? Qual foi o local do pega para matar? Os promotores vão enterrar esse caso na gaveta profunda?] 

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Sílvio Santos anuncia outro programa de “alto nível”:

 
 
 
 
 
 
 

Defensores da medicina privatizada contra o Programa Mais Médicos para a saúde pública dos pobres

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O rico pega o jatinho particular e vai buscar cura no exterior. Nem sabe a língua do médico. Não é preciso. Existe a comunicação não verbal. Todo corpo fala.  Com o toque e a escuta  um médico conversa com qualquer corpo.

Por falta de tempo, uma consulta não dura cinco minutos. Taí os médicos brasileiros não usam mais o telescópio.

Os conselhos de medicina estão exigindo dos médicos estrangeiros o conhecimento da língua portuguesa. Mas existem outras exigências. Inclusive do STJ.

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QUE OS MÉDICOS BRASILEIROS SEJAM PROIBIDOS DE PRATICAR A MEDICINA NO EXTERIOR. Eis a decisão:

O Superior Tribunal de Justiça confirmou validade da regra do programa Mais Médicos que impede a inscrição de estrangeiros oriundos de países que tenham profissionais abaixo da média do Brasil. Os ministros negaram pedido de um médico formado no Paraguai para continuar no processo seletivo do programa.

O profissional teve a inscrição recusada porque o Paraguai não pode participar do programa, pois tem relação de 1,1 médico por habitante. De acordo com as regras do programa, somente profissionais de países cuja média médica por habitante é igual ou superior a 1,8/1.000 podem se inscrever.

Segundo a AGU (Advocacia-Geral da União), que representa o governo na Justiça, o índice é usado com base em estudos da OMS (Organização Mundial da Saúde) para evitar que países com déficit de médicos cedam profissionais para outros países.

— O governo brasileiro optou por elaborar uma política pública que melhore a prestação dos serviços médicos no Brasil e não amplie o déficit nos sistemas de saúde de países que estão em pior situação que a brasileira.

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 O Brasil viola vários tratados internacionais. O STF nem sabe que os deslocamentos involuntários dos habitantes de favelas provocam suicídios, depressão e outras doenças psíquicas e físicas. Os despejos são assinados por juízes e desembargadores.
O STF, também, faz que não sabe que o uso de armas letais constitui crime hediondo. O Brasil gasta uma fortuna com balas de borracha, gás lacrimogêneo, pistolas de choque, canhão sônico etc.
Acrescente-se o costumeiro terrorismo dos sequestros e da tortura no país dos Amarildos.

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Marchas en Brasil. Un discurso donde se pide más derechos ciudadanos

Con una movilización nacional inédita en su historia, Brasil está ingresando en un cambio profundo. Distintos sectores sociales, hasta ahora pasivos, están reclamando un cambio de agenda política. Después de una década de mejoras sociales y económicas, los brasileños desafían al gobierno de Dilma Rousseff a incorporar esas demandas.

Brasil calle

Brasil: la política en las calles

por Federico Vázquez

Télam

¿Qué pasa en Brasil? Como todo momento en que algo profundo parece estar cambiando, lo interesante es plantearse preguntas, antes que cerrar respuestas veloces. Más cuando la distancia (no la geográfica, sino la enorme distancia comunicacional y cultural que todavía persiste entre nuestros países) nos llama a la cautela en las definiciones.

Son ya varios los días de manifestaciones multitudinarias en decenas de ciudades de Brasil. Desde la megalópolis de San Pablo, hasta la nordestina y pequeña Aracajú, cientos de miles de personas salieron a las calles. Es una de las pocas veces en la historia de Brasil que existe algo así como una protesta de alcance “nacional”. En la complejidad del país vecino, Brasil construyó un sindicalismo combativo y que pudo con éxito construir una herramienta política y llegar al gobierno pero, al mismo tiempo, nunca realizó una huelga simultánea en todo el país. En definitiva: a diferencia de la historia Argentina, con una tradición muy fuerte de movilizaciones populares y ciudadanas, en Brasil la ocupación del espacio público por parte de manifestantes, al menos con estos grados de masividad, es algo muy excepcional.

“Es una de las pocas veces en la historia de Brasil que existe algo así como una protesta de alcance nacional.”


Sin no podemos ser conclusivos en el diagnóstico, podemos señalar algunos disparadores para pensar qué está ocurriendo en el país vecino:

-La represión. Las movilizaciones se multiplicaron después de que la policía militar reprimiera desbocadamente en las calles de San Pablo. Al otro día, la movilización se multiplicó. La reacción social frente a los abusos policiales parece estar marcando un pedido ciudadano que viene con atraso. Aún después de treinta años de democracia, las fuerzas de seguridad siguen actuando bajo lógicas represivas muy duras, independientemente del color político del gobierno. Existe una “seguridad militarizada” que es incluso usada por los gobiernos del PT a la hora de imponer alguna presencia estatal en las favelas, por ejemplo. Con algo de injusticia, la reacción social de estos días despertó recién cuando la Policía Militar la emprendió contra los jóvenes universitarios de clases medias. Como sea, este déficit democrático -que se ancla en una larga tradición donde la elite brasileña fue siempre refractaria a la participación popular en cualquiera de sus formas- parece ser uno de los nudos que deberá comenzar a desatar el gobierno de Dilma.

-La participación política. A diferencia de otros procesos políticos en la región (como el argentino o el venezolano) la década de gobiernos del PT en Brasil no fue acompañada por una militancia política masiva. Los gobiernos de Lula y Dilma no tuvieron en su agenda una convocatoria a la movilización de su base electoral. Menos aún en los jóvenes. Una de las características de Brasil es que la iniciativa de la participación social y política tiene aún un protagonismo destacado de las ONG. Las organizaciones de la sociedad civil sin pertenencia partidaria siguen cuasi monopolizando la noción de “participación”, de hacer “algo más” que el compromiso cívico del voto cada dos años. Mientras tanto, la militancia partidaria y de los movimientos sociales como el MST o los sindicatos se encuentran encapsulados en círculos más estrechos y no parecen haber tenido en estos años un crecimiento relevante en la escena pública. De hecho, en las movilizaciones de estos días, los partidos que forman parte del gobierno (principalmente el PT y el PCdoB) llamaron a sus militantes a ir a las calles, intentando tejer algún puente con las demandas de los manifestantes que, a priori, tienen más que ver con la izquierda que con los sectores conservadores. Sin embargo, el experimento terminó mal: las modestas columnas partidarias fueron abucheadas, y los manifestantes más exaltados arrebataron y quemaron banderas del Partido de los Trabajadores. En definitiva, estos diez años de gobierno de la izquierda brasileña no tuvieron un correlato en el “control político de la calle”. Mientras la sociedad permaneció desmovilizada esta ausencia no pareció tener mayores consecuencias para el gobierno, pero en un contexto de efervescencia social como el que está atravesando Brasil, esta carencia se vuelve notoria.

Más allá de la movilización callejera, existe una idea extendida de que las prácticas políticas no se modificaron. No casualmente el momento de mayor debilidad del PT -al menos hasta ahora- fueron las denuncias de compra de voluntades de diputados de otras fuerzas por parte del partido de gobierno en el 2005. Un hecho que rozó al propio Lula y rompió el halo de transparencia que había construido el PT desde su fundación en los años 80. Tal vez por eso, algunos figuras del gobierno comenzaron a señalar la necesidad de encarar una reforma política.

-La crisis “electoral” de los sectores medios. Las manifestaciones son masivas, las del día jueves, en todo Brasil, movilizaron a más de un millón de personas. Cualquier movimiento que involucra a esa masa de gente supera una característica de clase social pura y dura. Cuanto menos, su influencia derrama necesariamente sobre todo el conjunto social. Así y todo, hay que señalar lo evidente: no son los sectores más humildes los que están saliendo a las calles, sino los sectores medios y medios altos. Según la encuestadora Datafolha, el 77% de los que participaron en las marchas tienen estudios universitarios. La convocatoria por las redes sociales, el foco puesto en los gastos para el mundial de fútbol, la acusación genérica de “corrupción” a los políticos y funcionarios, son algunas señas que también denotan una pertenencia social y cultural de los manifestantes. Se trata de una bronca difusa, extensa y la vez opaca, que se expresa por meta-consignas, antes que por reclamos concretos. Como dicen muchos de los manifestantes las movilizaciones son “por todo”, para “cambiar al país”.  Una crisis de representación, pero con una característica fundamental: no es una crisis global del sistema político, en tanto no alcanza a las grandes mayorías, sino a un sector social minoritario, aunque numeroso y con una gran influencia en la construcción de la agenda social. Una masa social quedó fuera de la hegemonía electoral que supo construir Lula y luego Dilma. La crisis de este sector es clara: desde hace una década no consigue ganar elecciones presidenciales. Es la versión brasileña del drama de las oposiciones políticas sudamericanas: sus bases electorales, poderosas en su influencia aunque minoritarias electoralemente, se encuentran frustradas. La consolidación de este escenario (que, además, no parece por ahora mostrar signos reales de agotamiento en tanto todos los sondeos marcan una muy probable reelección de Dilma el año que viene) parece estar llevando a los sectores medios algo así como una “política por mano propia”, ante la baja performance de sus representantes partidarios. En este aspecto, Brasil parece continuar una dinámica que ya se presentó en Argentina y Venezuela.

“El Brasil del hambre y la pobreza extrema, que fue la agenda de Lula, necesita un reemplazo.”


-La necesidad de una agenda nueva. Amén de estos intentos de caracterización, hay un hecho significativo: la agenda de las protestas, aun con su tono difuso, muestra los síntomas de una sociedad que, en estos años, mejoró. Pedir “mejor educación”, “mejor salud”, o incluso discutir si los recursos públicos deben ir hacia la organización de una Copa del Mundo muestra que, de mínima, hay algo que repartir. Lo que parece haber permeado (aún entre los sectores opositores) es un discurso, donde se pide más derechos ciudadanos. Pensando en términos regionales, el clima de época que impusieron los gobiernos progresistas construyeron un sentido común de “izquierda” (distribución del ingreso, igualdad, defensa de lo público, participación política, no represión de la protesta, etc). Volviendo a Brasil,  la emergencia de una agenda basada en una expansión de la cobertura social (con el trípode de transporte, salud y educación, que denota una pertenencia urbana, tener un trabajo y expectativas sobre el futuro personal) pone al gobierno de Dilma ante el desafío de incorporar esas demandas, en tanto no constituyen un cuestionamiento al rumbo de su presidencia pero sí la necesidad de una profundización.

El Brasil del hambre y la pobreza extrema, que fue la agenda de Lula, necesita un reemplazo. Por la enorme virtud de haber conseguido arrimar mucho sus objetivos. Y en ese sentido, la pregunta es en qué medida la agenda esbozada por las calles estos días terminará marcando una nueva agenda al gobierno de Dilma.

A corrupção é mãe de todos os crimes hediondos

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Dilma propôs uma nova legislação que considere a corrupção como crime hediondo. Isso depende de um plebiscito. Que o povo diga sim.

SIM. A corrupção pariu as quatro bestas do Apocalipse: a fome, a morte, a peste, a guerra. Só um corrupto, obviamente, defende a impunidade, uma justiça que não prende bandido de colarinho (de) branco: os empresários de obras super, super faturadas, ou inacabadas, e os negociadores de serviços fantasmas.

O Brasil precisa acabar com as chacinas dos fins de semana. A morte dos jovens pobres, dos negros pobres, dos moradores de rua (Belo Horizonte, em dois anos, trucidou cem filhos da rua).

policia terrorista 2

Quem rouba as verbas do SUS mata os doentes nas filas e dentro dos hospitais. Rouba as verbas para erradicar as doenças terceiro-mundistas como a dengue.  Quem rouba a merenda escolar mata os pobres estudantes pobres das escolas públicas.

Os principais vândalos desviaram o dinheiro da construção de mais escolas, mais hospitais, mais moradias populares, para edificar, a toque de caixa, estádios luxuosos, elefantes brancos e palácios com rachaduras como aconteceu com a sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, com o estádio Engenhão, que pode ser derrubado com uma ventania.

Estes ladrões, sim, são os vândalos invisíveis, que destroçam os prédios públicos. O prefeito e o governador do Rio de Janeiro vão demolir um parque aquático, um estádio, um museu, uma escola, a décima melhor do Brasil, para doar os terrenos a um grupo de empresários liderados por Eike Batista.

A corrupção só acaba se for considerada um crime hediondo.

 

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Campanha pela privatização da saúde

Participantes en la manifestación para protestar contra las privatizaciones de la sanidad aprobadas por el Gobierno madrileño.
Participantes da manifestação de hoje para protestar contra as privatizações da saúde aprovadas pelo governo madrilenho

Madri está em passeata – Marea Blanca – em defesa da saúde pública. E de salários dignos para os médicos. No Brasil, a imprensa publica manchetes envolvendo os médicos na corrupção.

Por que o brasileiro não apóia os médicos nos movimentos grevistas? E, notadamente, a imprensa? Nos jornais de hoje, uma campanha indireta pela privatização da saúde.

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Desde el mediodía de este domingo una nueva Marea Blanca recorrió las calles de Madrid en defensa de la sanidad pública. Los sindicatos habían convocado para este domingo una nueva manifestación ente la Plaza de Colón y la sede del Ministerio de Sanidad en protesta contra el “mal denominado” Plan de medidas de garantía de la sostenibilidad del sistema sanitario público de la Comunidad de Madrid, aprobado el 27 de diciembre en la Asamblea de Madrid y que incluye la privatización de la gestión de seis hospitales y 27 centros de salud de la Comunidad de Madrid.

La capital volvió a teñirse de blanco: miles de personas marcharon entre silbidos y cánticos por el Paseo de la Castellana sin incidentes en un domingo frío y coreando lemas como “Pacientes sí, clientes no” o “Ignacio González, dimisión” hasta llegar frente a la sede del Ministerio de Sanidad, donde la pancarta de cabecera se detuvo durante unos momentos para clamar, de nuevo, por una sanidad pública “universal y gratuita”.

Entre los manifestantes, numerosas familias, profesionales sanitarios y también administrativos de hospitales y centros de salud, como María, que trabaja en el Centro Juan de Austria de Alcalá de Henares, y que contó que han aumentado las protestas de los pacientes porque cada vez son más las personas “que no pueden afrontar el pago de los medicamentos” debido a la tasa del euro por receta y que “lo están pasando realmente mal”.

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Bajo el lema La sanidad pública no se vende, se defiende, los sindicatos quisieron enviar al Gobierno regional del PP un mensaje claro: “No van a cesar las movilizaciones y los actos de protesta hasta que no cambie su actitud de tomar decisiones de forma unilateral y de marcha atrás en su plan de privatización de la sanidad pública”.

Tomás Gómez, en declaraciones a Efe durante la manifestación, reiteró que el PSOE hará “todo lo que esté en su mano” para que el PP de Madrid no “privatice y desmantele” la sanidad pública. “Hay que defender Madrid, porque si cae la sanidad pública de Madrid, caerá la de España”.

Privatização da saúde. A ganância mata. Greve dos médicos contra o lucro exorbitante dos coveiros

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Os governos estaduais estão entregando a administração de hospitais públicos para empresas privadas. É uma concessão danosa, uma privatização da saúde. O dinheiro de doze estados são para construir estádios para a Copa do Mundo.

Na Espanha, os médicos começaram um movimento – a maré branca. O entreguismo não é bom para a saúde.

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La gestión sanitaria privada de centros públicos.

por Pepe Rubio

Así será la Comunidad Autónoma la que pague a las empresas para que ofrezcan esos servicios en vez de ofrecerlos ella como es su obligación. Por lo que ha dicho Ignacio González, la comunidad pagará a la empresa 600 euros al año por cada paciente que tenga como referencia ese hospital. Es decir, que la empresa cobra igual por un paciente que genera un gasto de 50 euros que por uno que genera 600. Pero, y aquí viene el negocio, los pacientes “no rentables” se derivan a hospitales públicos. Por eso se quiere convertir en geriátrico el Hospital La Princesa. Los ancianos son los que generan el grueso del gasto.

Cuando el usuario va al hospital no nota mucha diferencia pero la hay. La empresa de los 600 euros que recibe intenta quedarse el máximo posible, esto lo consiguen recortando en personal, pagándoles menos y presionándoles para que se realicen el menor número de pruebas posibles. Este modelo ha sido puesto en práctica en otros países como en Inglaterra, durante el mandato de Margaret Tatcher, y los resultados, según valoración de la Asociación de Médicos Consultores del NHS en 1995 fueron: Aumento de costes burocráticos en detrimento de la asistencia sanitaria. Existieron presiones financieras para reducir en cantidad y calidad la investigación clínica. Los profesionales sanitarios estaban desmoralizados viéndose presionados por criterios de rentabilidad y no de atención a necesidades sanitarias. Así, una epidemia de gripe colapsó un país que previamente contaba con uno de los mejores servicios sanitarios.

En otros hospitales europeos con este modelo privado se ha comprobado un

aumento significativo de la mortalidad que va desde el 2% en adultos, 10% en recién nacidos, y 8% en crónicos.

Junto con un aumento de las enfermedades como por ejemplo de origen infeccioso. Al producirse recortes de personal en limpieza se producen más infecciones en los quirófanos.

En este tipo de gestión se producen altas prematuras de los pacientes, para rentabilizar al máximo las camas, lo que se traduce en reingresos y reintervenciones por complicaciones.

Marea Blanca

La respuesta al intento por parte de la Comunidad de Madrid de hacer nuevas privatizaciones ha sido unánime por parte de la sanidad madrileña. Empezaba La Princesa con un encierro indefinido, la colocación de mesas informativas y de recogida de firmas, y la realización de 2 concentraciones diarias. Ahora hay 20 hospitales con encierros. También se han sumado centros de salud. Se han entregado en la Consejería de Sanidad un millón de firmas contra la privatización. Se han convocado 4 días de huelga.

En los encierros se han producido asambleas y tomas de decisiones como la acción de abraza tu hospital, que se realizó el 2 de diciembre con enorme éxito. También se han realizado pancartas para usar en manifestaciones y poner por los hospitales.

Esta reacción no ha gustado a Ignacio González que ordenó a los gerentes retirar las pancartas e identificar a los encerrados en algunos hospitales como el 12 de Octubre. La manifestación que se produjo en Madrid el 5 de diciembre colapso la ciudad. La Sanidad Pública no se vende, se defiende. Es el lema de esta marea blanca con la que no contaba el Partido Popular.

Hay que parar este plan privatizador que nos lleva hacia una sanidad de calidad para ricos y una de segunda para la clase obrera.

MareaBlanca

Greve dos Médicos (Onda Branca) em Madri
Greve dos Médicos (Onda Branca) em Madri
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