España. Los estudiantes piden una huelga de tres días de toda la comunidad educativa

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Fotos Fernando Sánchez
Fotos Fernando Sánchez

Cientos de miles de profesores, padres y estudiantes llenaron ayer las calles de más de medio centenar de ciudades para protestar contra la reforma educativa del ministro de Educación, José Ignacio Wert, y sus recortes. La huelga también fue calificada de “éxito” por la Plataforma Estatal de la Escuela Pública, integrada por sindicatos y colectivos de enseñanza, que cifró el seguimiento en más de un 80%.

Sin embargo, el Sindicato de Estudiantes ha dejado claro que una huelga de un día no es suficiente para parar la “contrarreforma” de Wert. Los estudiantes han parado no un día, sino tres, y es lo que pretenden repetir acompañados por toda la comunidad educativa. “El próximo mes de noviembre tiene que ser de intensa movilización, por eso pedimos a los padres y a los profesores que para entonces preparemos una huelga de 72 horas en la que estemos todos juntos”, ha demandado Ana García, secretaria general del Sindicato de Estudiantes, al término de la manifestación este jueves.

La dirigente sindical advirtió a Wert que, ante la multitudinaria movilización, al día siguiente debería “comparecer” para “rectificar” los recortes en educación, readmitir a los profesores despedidos -unos 60.000 según la Plataforma- retirar la Lomce. Algo que, como era previsible, no ha ocurrido. “Hoy hemos dado una lección de unidad de toda la comunidad educativa, una verdadera demostración de fuerza”, aseguró, tras lo que advirtió que el Sindicato de Estudiantes continuará con la lucha por una educación pública.

¿Hacia una huelga indefinida de la educación?

La huelga indefinida en Baleares el mes pasado abrió un camino nuevo en la lucha por la educación pública. Una idea que se lleva reivindicando muchos meses por parte de algunos colectivos integrantes de la marea verde, como Soy Pública. El Sindicato de Estudiantes no se ha pronunciado claramente a favor de esta iniciativa, pero sí ha dejado claro que no descartan “absolutamente nada, ni siquiera la huelga indefinida”.

Por parte de los sindicatos de profesores que integran la Plataforma, la cosa no parece estar tan clara. “Las huelgas son muy problemáticas y sólo organizar una jornada de huelga tiene detrás mucho trabajo y sacrificio”, apuntó Augusto Serrano, de STES, el mes pasado. “La prioridad es buscar puntos de consenso en las movilizaciones, buscar puntos de trabajo conjunto”, añadió Francisco García, de CCOO.

En una entrevista con La Marea hace unos meses, Ana García aseguró: “Estamos decidido a ir a por todas. Queremos que [Wert] retire la subida de tasas, el decreto de becas y la Lomce. Que devuelva todo el dinero que está robando a la educación pública y que readmitan a los profesores. Vamos a empezar por ahí y vamos a ver si es capaz de aguantar la presión”.

 

117 professores da USP assinaram uma carta aberta para se posicionarem contra a greve estudantil

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A carta e os nomes dos assinantes. que deixam claro qual o papel dos professores.  

Uma vez mais, vivemos na FFLCH a paralisação de grande parte de nossas atividades

acadêmicas. Embora decorrência de um movimento político legítimo do corpo discente,

não se pode deixar de notar que a imposição forçada da greve ao conjunto da Faculdade

se dá por métodos de coerção inaceitáveis e inapropriados ao convívio universitário.

Também não se pode deixar de alertar para os efeitos deletérios que tal situação impõe

ao processo educacional e à pesquisa.

Diante desse quadro, temos optado automaticamente por uma adesão ilimitada ao

movimento estudantil em nome da solidariedade. Temos abdicado de apontar e condenar

as derivas autoritárias e truculentas de uma parcela nem sempre representativa dos

alunos. Temos, sobretudo, cultivado a irresponsabilidade de comportamento ao sinalizar

que, seja qual for a duração da paralisação, o conjunto dos alunos não será prejudicado.

Essa postura tem promovido um aviltamento da importância das atividades de ensino e

pesquisa que são ciclicamente interrompidas, tem alimentado a escalada de

agressividade e conflito entre os membros da comunidade, tem, por fim, esvaziado o

próprio potencial político das lutas por uma melhor universidade.

Acreditamos que é mais do que hora de mudar vigorosamente de atitude.

Não desconhecemos que as atuais estruturas de poder da USP sejam pouco permeáveis

às aspirações coletivas, mas reconhecemos, igualmente, o esgotamento das soluções

que afetam irrecuperavelmente nosso cotidiano de trabalho e estudo. Manifestamo-nos,

não contra a greve estudantil, e sim contra métodos de ação como “cadeiraços”,

barricadas e piquetes, que impedem o livre acesso às salas de aula e o diálogo entre

professores e estudantes.

É excepcionalmente grave que se tenha tornado tão banal a interrupção forçada de um

trabalho universitário sério e precioso, que nutre nossas esperanças de um futuro mais

digno e socialmente justo. Não podemos mais aceitar passivamente essa insana espiral.

Desde que as barricadas se levantam para impedir aulas, a obstrução física se impõe,

esvaziando toda possibilidade de concerto e tolhendo as liberdades de cada um. Desde

que os piquetes começam, a vontade da minoria militante impera, dificultando ouvir as

vozes dissonantes, mesmo majoritárias, sepultando o diálogo entre os próprios

estudantes e destes com os docentes. Desde que invasões e ocupações são

apresentadas como primeira estratégia, os canais de comunicação com a administração,

já rarefeitos, afunilam-se ainda mais e minguam, abrindo caminho para o pior.

Reafirmamos o nosso respeito ao direito dos alunos de mobilizarem-se em torno das suas

reivindicações. Ao mesmo tempo, condenamos firmemente a ação política que faz uso de

métodos coercitivos e autoritários, afastando mais do que mobilizando a maioria dos que

frequentam e trabalham em nossos prédios. É necessário recuperar a capacidade de

mobilização por meio do diálogo e do convencimento, características que definem a

própria natureza da Universidade. Ao abrirmos mão dessas qualidades, igualamo-nos a

um regime qualquer, no qual as vontades se impõem pela força, esvaindo-se não muito

tempo depois, sem deixar conquistas, apenas traços de intolerância e isolamento.

 Os nomes dos professores que repudiam o movimento estudantil. Uma vergonha! Eis a resposta dos estudantes

A USP dos Dinossauros Excelentíssimos?

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Sobre os professores que fazem um abaixo assinado contra métodos aprovados em assembleias estudantis, dizendo que é uma minoria de extremistas que promovem baderna. Sua opinião sequer deve ser respeitada. Isso é muito absurdo.

O piquete no meu curso, a Letras, ganhou em todas as assembleias. Inclusive na última, na segunda-feira, dia 21, quando mais de 500 estudantes estiveram presentes. O piquete só teve de ser aprovado, pois professores se achavam no direito de quando votamos pela greve na primeira semana de mobilização, dar aulas, provas e trabalhos.

Mais de 1.000 estudantes da FFLCH votam greve e piquete em assembleias de curso com discussões de dias, comandos de greve e mobilização, saem às ruas, apanham da polícia, correm risco de punição acadêmica…parte deles ocupam a reitoria e sofrem sem água e luz em situação quase insalubre.

Já os 150 professores, cuja maioria sequer saiu de seus gabinetes para debater com a própria categoria, assinam seu nome precedido do famoso “Dê-Erre” num manifesto de repúdio, e querem ser a voz moral de uma comunidade acadêmica de humanidades com mais de 15 mil membros.

É sobre essa pretensão de poder, que nós, grevistas há 23 dias estamos tratando. Chega de decisões por cima de uma burocracia inócua e adaptada ao fechamento político, à repressão, ao sucateamento do ensino. Chega da voz dos “Dê-Erres” serem ouvidas 500 vezes mais alto que a voz de cada estudante nos órgãos de poder da USP. (R.G.)

Estudantes promoveram uma greve geral na Espanha

Pais e estudantes realizaram ontem passeatas em todas as cidades da Espanha contra os cortes na Educação. No Chile, no ano passado, os pais também aprovaram uma greve geral de oito meses pela privatização do ensino em todos os níveis. No Brasil os pais preferem levar os filhos para o carnaval. Que é uma festa de mascarados. O Galo da Madrugada leva mais de um milhão de pessoas para as ruas do Recife, e não atrapalha o trânsito.

elperiodico. greve geral

heraldo_aragon. greve pais e alunos
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Más del 80% de la comunidad educativa se une al parón contra la Lomce y los recortes

 

La Marea
Galicia
Galicia
Barcelona
Barcelona
Valencia
Valencia

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Madrid
Madrid

Aulas vacías, piquetes informativos, pasacalles, concentraciones. La huelga general de la educación ha sido un “éxito”, según sus convocantes, con cifras de seguimiento por encima del 80% en todos los niveles de la enseñanza pública, y por encima del 90% en universidades. “Es una jornada de movilización potente, un ‘no’ claro al Gobierno. Si hace unas semanas el mensaje en el parlamento, durante la tramitación de la Lomce, fue la soledad absoluta del PP, hoy es el de la soledad en la calle, en la sociedad”, ha defendido Francisco García, de CCOO, integrante de la Plataforma Estatal por la Escuela Pública.

Tras dos días de huelga de estudiantes, este jueves tuvo lugar la segunda huelga general de la educación, que ha vuelto a sumar a alumnos, asociaciones de padres y profesores en la lucha contra los recortes y la Lomce. Y esta vez el parón ha tenido aún más seguimiento que la anterior, el pasado 9 de mayo. La movilización culminará esta tarde con manifestaciones en todo el país. Mientras, se han sucedido acciones descentralizadas, como clases en la calle, pasacalles o concentraciones. Cataluña ha sido la región con un menor seguimiento, de cerca del 55% del profesorado.

Fidel González, presidente de la Federación de Asociaciones de Estudiantes Progresistas (FAEST), ha coincidido en que la huelga está siendo un “éxito total”. “Las universidades públicas están totalmente paralizadas y cerradas, y salvo raras excepciones, la enseñanza básica también”, ha asegurado. Los estudiantes aseguran que tienen muchas razones para luchar: “Se ha despedido al 10% de la plantilla de profesores, llevamos un par de años de tasazos en las matrículas, y a todo esto se ha sumado el decreto de becas, que ha dejado a 25.000 estudiantes fuera de la universidad, y que nos tememos que este año expulsará a aún más jóvenes”, enumera. “Hay una situación de auténtica desesperación”.

Fiesta de cumpleaños por tres años de lucha

En Madrid, los miembros de la Plataforma Estatal por la Escuela Pública, junto a decenas de padres, madres, y alumnos de primaria, tuvieron que refugiarse de la lluvia en el Mercado de la Cebada, en el centro de la ciudad. Allí, entre globos y caricaturas del ministro de Educación, José Ignacio Wert, se desarrollaron talleres de manualidades. Los presentes llegaron a cantar el Cumpleaños feliz -”pero no a Wert, ojo, sino a los 3 años de lucha por la educación pública”, han precisado los padres-, y lo hicieron en protesta por sus palabras sobre las movilizaciones. El ministro llegó a comparar las manifestaciones educativas en España con “fiestas de cumpleaños”, en comparación con las de Chile o México.

La comunidad educativa recupera su fuerza con marchas multitudinariasEl miércoles, la secretaria de Estado de Educación, Formación Profesional y Universidades, Montserrat Gomendio, calentó aún más el ambiente tratando de enfrentar a padres y profesores.”Hay que tener en cuenta, de cara a los progenitores, que los profesores tiene un puesto de trabajo fijo y, sin embargo, los padres se enfrentan a unas tasas de desempleo muy elevadas y dificultades económicas importantes”, mantuvo la secretaria de Estado de Educación, Formación Profesional y Universidades, Montserrat Gomendio.

“El ministro es un provocador y la señora Gomendio no le va a la zaga. Entre los dos han despedido a 60.000 profesores en los dos últimos años, por lo que no deben de tener trabajo fijo. Por eso les pediría más argumentos y menos argumentario, más política y menos autoritarismo”, denunció Francisco García, de CCOO.

La marea amarilla vuelve a inundar la capital catalana para defender la educación pública

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Una vez más, la comunidad educativa catalana ha hecho una demostración de fuerza en las calles de Barcelona. Decenas de miles de personas, entre las que había una presencia predominante de estudiantes, han completado una masiva manifestación en la capital catalana en contra de la reforma de la ley de educación.

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La marcha está encabezada por una pancarta que dice: ‘La educación del pueblo en manos del pueblo. No volveremos a las épocas grises”.

Veja vídeo

Temos que aprender com os espanhóis. Promover marchas com crianças. Uma manifestação do povo, principalmente dos estudantes, é uma lição de civismo. Veja o vídeo. Um dia o brasileiro, como acontece nas marchas pela paz e por Jesus, dos padres e pastores eletrônicos, irá para as ruas para defender o direito de uma vida feliz: moradia, emprego digno, um futuro para os filhos da Pátria Amada Brasil.

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Ojos robados: víctimas de balas de goma

Texto: Nicola Tanno (Fotos: Francesca Oggiano). Tanno es portavoz de la asociación STOP Bales de Goma
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Desgraciadamente, todos los que prefirieron no participar en la huelga han escuchado la historia de una Barcelona destrozada por los vándalos, los cuales, según el ministro [de Interior] Fernández, deberían ser equiparados a los terroristas.

La asociación Stop Bales de Goma nació en septiembre de 2010 para contestar a discursos como éste, dando dignidad a los heridos por esta arma y para pedir su prohibición. En Cataluña en los últimos años ha habido un aumento preocupante de casos. Desde 2009, seis personas han perdido un ojo por culpa de las balas de goma y muchos otros han recibido heridas graves en diferentes partes del cuerpo: pecho, mandíbula, piernas, etc– . Ninguno de los responsables ha sido acusado de comportamiento “vandálico”.

Cada vez que se disparan, las balas de goma causan heridos graves en cualquier altercado. Nosotras, como víctimas, entendimos que hacía falta denunciar la peligrosidad de esta arma y subrayar la falta de justicia: en ninguno de nuestros casos ha sido condenado ni un policía, todos los responsables continúan trabajando.

Cinco víctimas de balas de goma nos reunimos con otras personas y grupos sensibles sobre este tema –en particular las asociaciones Altra Italia y Justicia i Pau– y empezamos a organizar iniciativas para informar a la población catalana y presionar al Parlamento para que prohibiera el uso de estas armas.

En un año y medio de trabajo hemos recogido diez documentos médicos que demuestran los graves efectos que provocan en el cuerpo humano. En segundo lugar, hemos demostrado que los proyectiles utilizados por los Mossos d’Esquadra presentan muchos problemas en su control. El protocolo de actuación que regula su uso contempla algunas condiciones muy estrictas: que se dispare a más de 50 metros de distancia, que la pelota golpee el blanco después de haber rebotado al suelo y que impacte sólo contra la parte inferior del cuerpo.

Además, hemos denunciado la imposibilidad de encontrar a los agentes responsables de los disparos. Aunque sean muchos los testigos que han visto a los policías disparar, las víctimas no hemos podido encontrar quién nos disparó. La falta de objetos identificativos de los agentes de la Brigada Móvil es un gravísimo problema del sistema de seguridad de la sociedad catalana, y la carencia de disponibilidad de los Mossos para resolverlo no hace honor a nuestra policía.

Durante todo el año 2011 hemos lanzado una campaña de presión al Parlamento catalán presentando nuestra propuesta y documentación, accesible en la página webstopbalesdegoma.org. Después de manifestaciones, asambleas públicas, de reuniones con todos los grupos políticos, con el conseller de Interior, Felip Puig, y el jefe de los Mossos d’Esquadra, Manel Prat, y una comparecencia en el Parlamento, conseguimos el voto favorable de la Comisión de Interior a favor del estudio de las armas usadas por los agentes antidisturbios.

Las elecciones del 20N cambiaron el panorama político y el PP –que había votado a favor en la Comisión– ha retirado su apoyo, causando el rechazo de la propuesta. Tras los graves hechos del 29M, estamos ahora involucrados en la recogida de todo el material útil para ayudar a los heridos por la violencia policial, personas que no saben quién les disparó y que casi nunca gozan de la simpatía de la gran prensa.

Lo importante para mí, Carles Guillot, Oscar Alpuente, Jordi Naval y Jordi Sallent es que la gente sepa cuáles son las consecuencias de una actitud incontrolada y de una policía no preparada e irresponsable. Pensamos que es necesario formar mejor al cuerpo policial.

Queremos que la gente entienda que el control de las herramientas de quien tiene el monopolio de la violencia es un problema colectivo y fundamental para una sociedad democrática de verdad.

Este proyecto fotográfico forma parte de un trabajo en proceso. Si eres un afectado por las balas de goma puedes contactar con la fotógrafa en su web.

Estudantes de Pernambuco temem a polícia e inquéritos secretos

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“Dois policiais deixaram ontem uma intimação pra mim no DCE da UFRPE. Hoje, às 15h devo comparecer a Delegacia Civil de Santo Amaro para prestar depoimento. A Criminalização da luta da juventude e dos trabalhadores, marca do governo do ditador Eduardo Campos (PSB), é uma crescente nas jornadas de luta da juventude. Passa pela intimação que recebi, pelas demissões injustas dos rodoviários, sequestro e tortura de ativistas. A resposta a isso deve ser cada vez mais a luta e a ofensiva contra esses governos. Lutar não é crime!” Por Raíssa Bezerra

Informa a Folha de Pernambuco:A Polícia Civil começou a ouvir os membros da Frente de Luta Pelo Transporte Público, na delegacia de Santo Amaro, na área Central do Recife. Acompanhado dos advogados, o estudante Pedro Joseph, um dos líderes da Frente, prestou depoimento nesta quarta-feira (4) por cerca de uma hora e meia.Entre os assuntos da conversa estiveram a organização e lideranças do movimento, além da ligação com Black Bloc, grupo que assumiu a autoria dos atos de vandalismo cometidos no Recife, no dia 21 do mês passado. Segundo Pedro, foram mostradas fotos de pessoas que participaram da manifestação, mas ele garante não ter reconhecido ninguém.Já nesta quinta-feira (5), outra estudante será ouvida pela polícia. O depoimento da estudante de Serviços Sociais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Raissa Bezerra está marcado para as 15h. Ela deverá prestar esclarecimentos sobre os últimos protestos realizados na Capital, sobretudo o que aconteceu há duas semanas, quando um ônibus foi incendiado e houve outras depredações na cidade.

De acordo com o delegado responsável pelo inquérito, Darlson Macedo, o caso corre em segredo de justiça, e por isso, ele não poderia dar detalhes sobre as investigações. O prazo para conclusão do inquérito é até o dia 23 deste mês, podendo ser prorrogado por mais trinta dias.

Nota do redator do blogue: Deve alardear, sim. Existem relatos de pessoas desaparecidas. E a polícia está sendo culpabilizada. Os estudantes estão com medo das intimações. De ser sequestradas. E o pior: de ser torturadas. O delegado Darlson Macedo pode perguntar para qualquer estudante se tem pavor da polícia. Vai ficar escandalizado com a resposta. A síndrome do medo nasce de um fato real ou de um boato. É diferente da síndrome de pânico, que é inexplicável.

Essas intimações a estudantes vêm criando uma legenda de medo, desde a prisão injustificada de Cris Patos, outra liderança universitária.
Diário de Pernambuco, “publicação: 23/08/2013 13:04. Atualização: 23/08/2013 13:20:
Policiais da Delegacia do Cordeiro prenderam um homem suspeito de roubar motos 50 cilindradas. A polícia chegou até o suspeito depois de receber vários registros de ocorrências relacionadas a esta prática criminosa.No depoimento, o preso confessou ser um dos responsáveis por incendiar o ônibus durante os protestos da quarta-feira passada, no Recife. Ele disse que recebeu R$ 150 para cometer o crime. O caso está sendo investigado pelo delegado João Gustavo Godoy. A Delegacia do Cordeiro está situada na Rua Antero Mota, bairro do Cordeiro, no Recife”.
Disse mais: que o financiador falava com sotaque. Esse bandido (ainda está preso?) tem comparsas: pelos menos, alguém compra as motos que rouba. O incêndio do ônibus foi patrocinado, obviamente, por quem tem dinheiro para comprar infiltrados, que são profissionais pagos pela polícia ou governos estrangeiros (espionagem internacional), multinacionais ou organizações golpistas da direita. Que, inclusive, prometem manifestações para o próximo dia 7 de Setembro, Dia da Independência.
Recentemente, a imprensa internacional denunciou que a presidente Dilma Rousseff foi espionada pela CIA, um serviço secreto que fez parte da organização da fuga, da Bolívia para o Brasil, do corrupto e assassino senador Roger Pinto.

Os vândalos (infiltrados e terroristas policiais) dos protestos não amedrontam o povo que quer paz e um Brasil melhor sem colonialismo

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Existem balões de ensaio na imprensa. Escreve Leandro Mazzini:

“Embaixadas alertam estrangeiros para saírem do Brasil

Não foi só por compromissos que o presidente da FIFA, Joseph Blatter, viajou para a Europa em meio à Copa das Confederações.

Desde Segunda, as principais Embaixadas em Brasília e escritórios governamentais de dezenas de países emitem alertas sigilosos para seus compatriotas deixarem o Brasil, diante da crescente onda de protestos e violência nas capitais e interior.

Entraram na lista políticos e empresários CEOs de multinacionais. A coluna teve confirmação de dois casos, um dos Estados Unidos e outro de país do Oriente Médio.

Embora haja esforço do governo para manter a ordem e as manifestações indicam arrefecimento dos movimentos, há preocupação das outras nações com as consequências dos protestos sem controle nas ruas, que comparam às mobilizações da Primavera Árabe”.

Este ano tivemos várias greves gerais na Europa e sem alertas nas embaixadas

Vou colocar vários posts (clique neles) para a devida comprovação de vários protestos e greves em Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Itália, Grécia e outros países. Não houve nenhuma ameaça de golpe. E  a imprensa de cada país fez o serviço de sempre: nenhuma propaganda para desestabilizar o governo.

Veja manchete de hoje do principal jornal golpista de Porto Alegre:

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Primeira mentira do Zero Hora: “A democracia não está em cheque”. O jornal não teve coragem de nomear os “grupos radicais”. 

Sobre Joseph Blatter noticia hoje o Portal da Imprensa

 

Jornalista escocês da BBC comemora vaias ao presidente da Fifa

 

O repórter e escritor escocês da BBC, Andrew Jennings, um dos principais adversários da cúpula da Fifa e do seu presidente, Joseph Blatter, publicou, na última terça-feira (18/6), um texto em que aborda os protestos que tomam conta do Brasil e as vaias direcionadas a Blatter e à presidente Dilma Rousseff na abertura da Copa das Confederações.

Crédito:Divulgação
Jornalista comemorou vaias ao presidente da Fifa
De acordo com a Pública, contente pela reação da torcida, Jennings fez um pedido: “Forcem o Blatter e a Fifa a deixarem os estádios. Tirem a Fifa da Copa do Mundo”. Ele ainda escreveu: “Continuem vaiando, camaradas. Continuem vaiando Blatter e os ardilosos da Fifa seja lá onde eles aparecerem durante a Copa das Confederações. Tirem os ladrões das ruas, dos hotéis, das extravagantes celebrações regadas a champanhe e, principalmente, tirem eles dos futuros elefantes brancos que vão se tornar os estádios”.

Jennings é o autor do livro “Foul!”, publicado no Brasil com o nome “Jogo Sujo”, e do especial “Fifa’s Dirty Secrets” (Os Segredos Sujos da Fifa), especial transmitido pela emissora britânica BBC no programa “Panorama”. Seu trabalho relata as práticas fraudulentas realizadas dentro da Fifa, que envolvem alguns dos principais dirigentes que passaram pela entidade que rege o futebol.

“Vaiem e assobiem quando as limousines deles chegarem, vaiem nos camarotes VIPs, vaiem tão alto que impeça o início dos jogos, que o apito do juiz não seja ouvido”, disse o repórter. “E depois disso? Direcionem sua raiva para reclamar seu país de volta e tirar de cena os seus próprios trapaceiros”, completou.

Segundo informações apresentadas pelo escocês, altos dirigentes da Fifa recebiam propinas milionárias da falida agência de marketing ISL para direcionar a venda da transmissão televisiva. Entre os envolvidos revelados pela Suprema Corte da Suíça estavam os brasileiros João Havelange e Ricardo Teixeira, que precisaram pagar uma multa para a justiça do país europeu.