Os especuladores de Wall Street

 

O movimento de protesto “Ocupemos Wall Street” crece dia a dia, e está se estendendo a outras cidades dos Estados Unidos. «Somos os 99 por cento que não vão mais tolerar a condição  e a corrupção de um por cento restante», dizem os manifestantes.

No Brasil não tem disso não. Que todo brasileiro é rico de nascença. E depois, e depois, o Brasil sempre foi um povo cordial, sem genocídio de índios e negros, sem escravidão, e com o mais alto salário mínimo do mundo (545 reais, riqueza acima dos 260 dólares), e bacharéis, mestrados e doutores com salário piso que passa dos 400 dólares. E todos os trabalhadores com estabilidade no emprego. Quem tem carteira do trabalho assinada tem emprego fixo. Pra toda vida.

Lá nos Estados Unidos o povo reclama de barriga cheia contra os especuladores, uma praga predadora que o Brasil não conhece. O Brasil não sabe o que é crise. É o País do Nióbio. Do Pré-Sal. Do Petróleo é Nosso. Da Vale do Rio Doce, a maior  mineradora do mundo. Uma Nação que distribui sua riqueza com o povo.

Lá nos Estados Unidos tem disso não.

Veja que coisa:

El megabanco rescatado de Wall Street JPMorgan Chase realizó una donación de 4,6 millones de dólares, deducible de impuestos, a la Fundación de la Policía de la Ciudad de Nueva York, lo cual hizo que los manifestantes se preguntaran: ¿Se paga a la policía de Nueva York para proteger a quién: a la gente o a las empresas? ¿Al 99 por ciento o al 1 por ciento?

Veja a policia em ação.

Coisa escondida pela imprensa do Tio Sam e pela imprensa vassala do Brasil.