O POVO SABE VOTAR. Aécio perdeu feio em casa

A campanha da candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), convocou governadores e senadores eleitos pelo PT e outras siglas aliadas para uma reunião hoje, em Brasília. Candidatos que foram ao segundo turno e senadores bem-votados também foram escalados pela cúpula petista. O objetivo é traçar as estratégias para o segundo turno.

Comandados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estará na reunião, participarão os governadores do PT eleitos em primeiro turno: Fernando Pimentel (Minas Gerais), Rui Costa (Bahia) e Wellington Dias (Piauí), bem como o aliado do PCdoB Flávio Dino (Maranhão). Entre os que estão no segundo turno, os aliados petistas Tarso Genro (Rio Grande do Sul), Delcídio do Amaral (Mato Grosso do Sul) e Tião Viana (Acre), e fluminenses Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB). Somados, os nove nomes incluídos na lista de Dilma obtiveram 19,6 milhões de votos no último domingo.

Fotogaleria do Jornal de Notícias de Portugal

A diversidade do Brasil, mostrou-se nas urnas: índio da tribo Ticuna, no Estado de Manaus, junto a uma mesa de voto foto EPA/DIEGO JANATA
A diversidade do Brasil, mostrou-se nas urnas: índio da tribo Ticuna, no Estado de Manaus, junto a uma mesa de voto
foto EPA/DIEGO JANATA
O pescador António Lopes da Silva, mostra o cartão de eleitor enquanto a mulher, Patrícia Helena Batista, amanha o peixe para o almoço, numa casa flutuante em Iranduba foto RAPHAEL ALVES/AFP
O pescador António Lopes da Silva, mostra o cartão de eleitor enquanto a mulher, Patrícia Helena Batista, amanha o peixe para o almoço, numa casa flutuante em Iranduba
foto RAPHAEL ALVES/AFP
Quando se está perante a imensidão do Amazonas, o maior rio do Mundo, o barco é a melhor opção para ir votar foto PAULO SANTOS/REUTERS
Quando se está perante a imensidão do Amazonas, o maior rio do Mundo, o barco é a melhor opção para ir votar
foto PAULO SANTOS/REUTERS
As urnas e voto chegaram à Ilha Grande, atravessando o Amazonas, desde Belém foto PAULO SANTOS/REUTERS
As urnas e voto chegaram à Ilha Grande, atravessando o Amazonas, desde Belém
foto PAULO SANTOS/REUTERS
Fuzileiros da marinha brasileira patrulham ruas da favela da Maré, repletas de boletins de voto foto RICARDO MORAES/REUTERS
Fuzileiros da marinha brasileira patrulham ruas da favela da Maré, repletas de boletins de voto
foto RICARDO MORAES/REUTERS
Junto à favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, fez-se fila para votar foto VANDERLEI ALMEIDA/AFP
Junto à favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, fez-se fila para votar
foto VANDERLEI ALMEIDA/AFP
Numa escola de Rio Branco, no Estado do Acre, as pessoas fazem fila para votar foto AFP
Numa escola de Rio Branco, no Estado do Acre, as pessoas fazem fila para votar
foto AFP
Noutra zona mais isolado do mesmo Estado, nem parece que há 143 milhões de brasileiros a ir a votos foto SERGIO MORAES/REUTERS
Noutra zona mais isolado do mesmo Estado, nem parece que há 143 milhões de brasileiros a ir a votos
foto SERGIO MORAES/REUTERS
O mapa no interior de escola do rio de Janeiro, domingo feita mesa de voto, mostra imensidão do Brasil, com 200 milhões de habitantes foto PILAR OLIVARES/REUTERS
O mapa no interior de escola do rio de Janeiro, domingo feita mesa de voto, mostra imensidão do Brasil, com 200 milhões de habitantes
foto PILAR OLIVARES/REUTERS
Junto a uma parede cravejada de balas, na favela da Maré, também se vê a diversidade do Brasil foto RICARDO MORAES/REUTERS
Junto a uma parede cravejada de balas, na favela da Maré, também se vê a diversidade do Brasil
foto RICARDO MORAES/REUTERS
Detido no Presidio Central, em Porto Alegre, votou vigiado pela polícia foto AFP PHOTO/LUCAS UEBEL
Detido no Presidio Central, em Porto Alegre, votou vigiado pela polícia
foto AFP PHOTO/LUCAS UEBEL

A principal estrela da companhia é o futuro governador de Minas, Fernando Pimentel, eleito pelos votos de 52,98% dos mineiros e que bateu, no primeiro turno, Pimenta da Veiga (PSDB), candidato de Aécio Neves.

Aécio foi deputado, governador duas govarnador e, hoje, é senador de Minas Gerais. Perdeu feio em casa.

Dilma também já conta com o apoio de outros quatro eleitos: os peemedebistas Jackson Barreto (Sergipe), Marcelo Miranda (Tocantins) e Renan Filho (Alagoas), e o pessebista Raimundo Colombo (Santa Catarina).

Os 5,3 milhões de votos obtidos neste domingo por Fernando Pimentel, cacifaram o ex-ministro do Desenvolvimento de Dilma a ser o responsável pela coordenação política da campanha presidencial do PT em Minas Gerais. Para isso, a primeira decisão é deixar em segundo plano a transição para o governo, que começa em 1º de janeiro do ano que vem. De acordo com o coordenador da campanha de Pimentel, Helvécio Magalhães, “a prioridade agora é o segundo turno” presidencial.

No front. Pimental aponta para a direção de algumas das estratégias que devem ser adotadas para a disputa. Uma delas passa por manter e ampliar a vantagem em Minas, onde Dilma abriu uma frente de 400 mil votos para Aécio na terra onde ele governou por oito anos e elegeu seu sucessor.

O Nordeste, região onde Dilma venceu em todos os Estados – exceto Pernambuco, comandado pelo PSB de Marina Silva –, é outra frente importante. O cálculo da campanha é que a petista pode ampliar a votação e, para isso, contará com os três aliados eleitos.

A região Sul é outra que deve ser destacada. Dilma, que perdeu no Paraná e em Santa Catarina, viu sua vantagem para Aécio cair drasticamente no Rio Grande do Sul.

OS SOROS NÃO GANHAM ELEIÇÃO

Após o Ibovespa disparar e a cotação do dólar norte-americano cair com o resultado do primeiro turno das eleições, a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, disse ontem que “o investidor pode fazer tudo, mas não ganha a eleição”. “Quem ganha e vota no Brasil chama-se povo brasileiro”, disse, respondendo a uma repórter sobre a torcida de investidores por uma vitória do candidato do PSDB, Aécio Neves.

Em coletiva de imprensa concedida em São Paulo, maior colégio eleitoral do país e onde obteve a maior votação neste primeiro turno, Aécio disse que os “brasileiros estão muito preocupados com os monstros do presente: inflação alta, recessão, corrupção”. Questionada sobre as declarações do rival, Dilma respondeu: “Comparem a minha recessão com a dele e comparem os monstros do passado com o que está acontecendo no meu governo. Ele pode usar a retórica, mas a realidade se imporá”, disse.

Pesquisas. Dilma negou que tenha ficado frustrada com o resultado do primeiro turno – pesquisa de boca de urna apontava vantagem maior da petista. “Eu não (fiquei frustrada), eu esperava direitinho, sabe por quê? Nós não achamos e não acreditamos nessa infalibilidade das pesquisas, né?”, destacou.

“Vocês me desculpem, mas eu acho que pesquisa é uma referência, eu sempre digo que não comento (pesquisa), acho que ela é para analista. Nós usamos várias outras informações além das pesquisas”, encerrou.

(Fonte: Jornal O Tempo de Minas Gerais e agências)

Panamá y Brasil. La corrupción no es cultura popular

Panamá = Brasil
Canal = Ferrovia
Istmo = Berço esplêndido

corrupção democracia

Alainet

 

 

La corrupción viene en muchas formas y tamaños. Lo que caracteriza a la corrupción, en general, es la forma en que los empresarios se apropian de los bienes públicos de manera fraudulenta. La corrupción no es parte de la cultura popular. Es el resultado de las condiciones estructurales que predominan en una sociedad.

La corrupción se presenta especialmente en las luchas para llegar al poder político y/o para conservar el poder político. Los distintos grupos sociales pugnan por alcanzar el poder político y usan – entre sus herramienta – la corrupción. Hay casos en que la corrupción es legalizada (hay leyes que la protegen) y/o legitimada (los valores sociales prevalecientes lo aceptan).

Políticamente, la corrupción en Panamá (y en el resto del mundo) es generalizada. Puede ser perseguida como delito, protegida por la ley y/o aceptada por los valores de la sociedad. En este sentido, hay quienes pretenden decir que la corrupción es parte de la cultura panameña. No hay algo más alejado de la realidad.

¿Qué se entiende por “cultura”? La cultura es lo que heredamos de nuestros antepasados. Hay que incluir todas las influencias que recibieron de otras culturas. Como diría un filósofo, somos dueños de nuestro destino pero subordinados a la realidad (cultura) de la cual formamos parte. Gran parte de la historia de Panamá (colonial y republicana) se asocia a la cultura “comercial” en la zona de tránsito (‘transitista’). Panamá ha experimentado otros momentos – breves – en que sectores o fracciones de clase productivas han logrado apoderarse de las instancias gubernamentales y orientado el país en otra dirección. (Se destacan los periodos del Estado Federal en el siglo XIX y el régimen militar del siglo XX).

El siglo XXI quizás constituye el período de mayor mercantilización de nuestra política. La generación de riqueza ha sido reducida casi exclusivamente a la circulación de mercancías. No hay producción. Panamá tiene, por ejemplo, un PIB de 36 mil millones de dólares según cifras oficiales. Apenas, 4 mil millones, un poco más del 10 por ciento, es generado por el sector productivo. El resto de la riqueza es producto de la especulación, en forma de comercio y de las transacciones internacionales que utilizan a Panamá como plataforma.

Los especuladores imponen una cultural consumista/mercantilista. En política el voto tiene un precio. En cultura la expresión artística tiene un precio. Todos los valores como la lealtad, la honradez y la amistad tienden a cotizarse en el merado. En la actualidad, la corrupción tiene un sabor a comercio.

La duración de este estilo de acumulación sin sustento productivo es históricamente muy breve. Puede durar 10 años. El país no produce, la riqueza pasa de las manos de los pobres a la de los ricos a escala mundial. Panamá que se encuentra en la ‘zona de tránsito’ recoge las migajas de los excedentes que circulan por el mundo.

A diferencia de los especuladores, los sectores productivos impulsan una cultura de trabajo y educación. La corrupción tiene un significado negativo y es condenada por la sociedad. No quiere decir que se erradica la corrupción. Es menos abierta pero igualmente orgánica. La corrupción que presenciamos en Panamá (o en cualquier otro país) es el resultado de las luchas entre los grupos y clases sociales que aspiran al poder. Hay una mala noticia y otra buena. La primera es que el problema de la corrupción no se puede resolver con leyes. Los corruptos meten más gente presa y aparecen muchos más para reemplazarlos. Como ocurre en la actualidad, la mayor parte de la población no cuenta con los recursos para defenderse. La buena noticia es que la corrupción puede resolverse mediante cambios claves o estratégicos en la estructura social. La educación es importante. Pero la educación tiene que concebirse para convertir a todos los jóvenes en trabajadores altamente calificados y productivos contribuyendo a crear nuevas riquezas en el país.

En la actualidad, el gobierno panameño que maneja un presupuesto superior a los mil millones de dólares para la educación manifiesta, abiertamente y en sus documentos, que quiere crear un sistema para formar trabajadores improductivos. El objetivo de quienes controlan políticamente el país es tener mano de obra abundante y barata para apropiarse de riquezas (o despojar a quienes tienen riqueza). Este sistema de educación (que se basa en la noción de “competencias”) sólo favorece a los grupos que acumulan sobre la base de la captura de excedentes de la producción de otros países que utilizan el istmo (sobre el cual se construyó el Canal) para pasar sus mercancías de manera más expedita.

La corrupción es un factor que frena y paraliza el desarrollo del país. Esta realidad panameña tiende a agudizarse desde la década de 1990 hasta el presente. Circula mucho dinero en manos de unos pocos. La gran mayoría de la población tiene “empleos informales” -no produce riqueza social- recibe remuneraciones precarias, se le impide participar políticamente y sus organizaciones son destruidas. Se convierten en “clientes políticos” de los grandes comerciantes y especuladores. El actual sistema político descarta al trabajador informal, lo excluye, lo margina. Eso se llama corrupción.

corrupção geral todo povo

Argentina contra os “fundos abutres”

 

A Argentina é alvo de vários fundos usurários, entre eles o mais conhecido é NML Capital, filial de Elliott Management, registrado nas Ilhas Cayman. Após ter embargado uma fragata argentina em Gana, esses fundos de investimentos especulativos acabam de ganhar o processo ante um tribunal novayorquino que condenou a Argentina a pagar-lhe a totalidade de sua dívida, apesar de grande parte da mesma ser ilegítima.

NML Capital aproveitou-se do caos do início de 2000, quando 20 milhões de argentinos viviam abaixo da linha de pobreza, para estabelecer a estratégia emblemática dos fundos usurários: em primeiro lugar, comprou com um grande desconto bônus emitidos em 1994 (Bônus Globais), considerados incorporáveis, com a expressa intenção de especular; recusando-se, posteriormente, a participar das permutas de bônus em 2005 e 2010. Finalmente, demandou ao Estado ante diversas jurisdições, particularmente protetoras dos direitos dos credores, para forçá-la a reembolsar a dívida aos 100% mais os juros, multas e diversos gastos com processos judiciais.

Mas, esta não é a primeira tentativa de NML Capital. Em 1999, obteve, através de uma sentença do Tribunal de Apelação de Nova York, o pagamento por parte do peru de 58 milhões de dólares por uma dívida que o fundo havia comprado por somente 11 milhões de dólares.

Essa última sentença contra a Argentina é uma nova prova de que a estratégia imoral dos fundos usurários funciona ante os tribunais, salvo que, desta vez, o governo argentino se nega a pagar.

CADTM apoia esta decisão soberana da Argentina de não reembolsar ao NML Capital e a anima a enfrentar os demais credores dos quais também são parte os Estados membros do Clube de Paris.

De fato, uma grande parte da dívida argentina é ilegítima. Em uma célebre sentença (a “Sentença Olmos”), de 13 de julho de 2000, a Corte Suprema Argentina declarava a nulidade dessa dívida, que inchou durante a ditadura (1976-1983) e continuou seu crescimento durante os governos civis de Raúl Alfonsín e Carlos Menem. A justiça argentina havia feito o censo de pelo menos 477 delitos na formação da dívida(1). A Argentina estaria, portanto, em direito de repudiar toda essa dívida ilegítima.

Para proteger-se dos ataques judiciais de seus credores e recuperar sua soberania, o CADTM anima a Argentina a retirar-se imediatamente do Tribunal do Banco Mundial: o Ciadi (Centro Internacional de Ajuste de Diferenças Relativas a Investimentos). De fato, esse tribunal parcial, que não considera os direitos humanos, é a ferramenta jurídica preferida dos “investidores” privados contra os Estados. A Argentina é o país com mais julgamentos ante o Ciadi, com 51 demandas contra ela. Esse tribunal a condenou a pagar 912 milhões de dólares, o que equivale aos salários anuais de 75.000 médicos no hospital público. Os processos em curso poderiam fazer com que o país perdesse 20 bilhões de dólares; ou seja, seis vezes o orçamento de saúde e 3 vezes o de educação.

Recusar submeter-se aos tribunais estrangeiros, como o do Banco Mundial, cujas decisões vão contra os direitos humanos e da soberania dos povos, é completamente possível. É uma questão de vontade política. A Bolívia, o Equador e, recentemente, a Venezuela, têm demonstrado isso, retirando-se do Ciadi. (Agência Adital)

Nota:
1) Texto completo da Sentença Olmos (em espanhol).

 

Petrobras halla 56 mil 600 millones de m3 de gas en pozos perforados en Perú

por Daniela Bravo

La brasileña Petrobras informó del hallazgo de 56.600 millones de metros cúbicos de gas natural y 113,7 millones de barriles de gas condensado en tres pozos perforados en la región este de la cordillera andina de Perú y espera nuevos descubrimientos para finales de año.

Se trata de los pozos Urubamba, Picha y Taini, perforados en el lote 58 de la cuenca Madre de Dios, cercana a la región con mayores reservas de gas del país.

“En el mismo lote, está siendo perforado el pozo Paratori, con final previsto para diciembre de 2012 que, en conjuto con otros estudios exploratorios enfocados en el área sur, podrían revelar volúmenes adicionales”, indicó un comunicado de la empresa divulgado en Rio de Janeiro el jueves de noche.

Petrobras Energía Perú, la filial de la estatal brasileña en el país andino, detenta el 100% de la participación en el lote.

La petrolera invirtió 235 millones de dólares en proyectos de exploración y explotación en 2010. En la actualidad, extrae 15.300 barriles de petróleo en su principal operación en el país: el lote X de la cuencia de Talara, en el noreste del país, según informaciones de la empresa.

En septiembre, Repsol y Petrobras anunciaron el descubrimiento de importantes reservas de gas en la región subandina de Perú.


A Petrobras tem dinheiro para investir nos quatro cantos do mundo. O dinheiro sobra. Construiu refinarias, investe em explorações. Tudo lá fora, lá longe.

Refinaria da petrobras nos  Estados Unidos
Refinaria da petrobras nos Estados Unidos
Refinaria da Petrobras no Japão
Refinaria da Petrobras no Japão

O petróleo no Brasil dá na canela. Mas falta refinaria. Desde 1981 que a Petrobras está proibida (por quem?) de investir em refinarias no Brasil. Resultado o Brasil exporta petróleo. E importa, a preço de guerra, gasolina.

Dilma vai começar neste mês de novembro uma grande feira mundial no pré-sal. A refinaria da Petrobras, em Pernambuco, vem sendo sabotada. Estava previsto um investimento de dois bilhões. Hugo Chávez deu um bilhão. Ninguém sabe onde foi parar esse dinheiro.

Quais são os donos da Petrobras, empresa de economia mista (bote mistura nisso): o povo brasileiro, o governo do Brasil, piratas estrangeiros, investidores tipo Soros? O diabo sabe.

O olho grande dos banqueiros: “É preciso procurar o dinheiro onde ele está: com os pobres. Eles não têm muito, mas são muitos…”. Para aumentar o lucro da agiotagem bancária, Dilma mexeu na poupança

O porco como símbolo moderno da fortuna remonta possivelmente ao antigo hábito de dar um porco como prêmio de escárnio ou de consolação ao último colocado nas competições esportivas. “Quem fracassar, leva a porca debaixo do braço para casa”(para escondê-la).

Para os chineses, o porco (zhu) é o último dos doze animais do zodíaco e simboliza a força viril e a abundância.

A propaganda dos bancos, para captar o dinheiro dos pobres, sempre apresenta um porquinho como minhaeiro.

O porquinho representa a caderna de poupança do trabalhador do salário mínimo. Idem do bacharel do salário piso. O pisoteado piso. É a poupança dos pobres tão cobiçada pela agiotagem bancária.

Alphonse Allais (1854-1905): “É preciso procurar o dinheiro onde ele está: com os pobres. Eles não têm muito, mas são muitos…”.

De grão em grão (milho é sinônimo de dinheiro) a galinha enche o papo, ensina o ditado. Para o banqueiro, a poupança, uma galinha de ovos de ouro.

E Dilma deu uma de Collor. Mexeu na poupança dos pobres para beneficiar os bancos.

A caderneta de poupança dos pobres sempre rendeu uma miséria. Dilma arranjou um jeito de piorar

 

Os juros de menos que os bancos não pagam constituem um ganho ou ladroagem. Assim como o salário do trabalhador. Quanto mais mínimo maior o lucro das empresas.

Já expliquei que há uma diferença entre correção monetária do governo e atualização monetária do judiciário.

Collor mexeu na poupança. Dilma fez o mesmo. Collor estabeleceu um limite. Dilma, um tempo.

Com Collor, apenas perderam os sonegadores. Era costumeiro um espertalhão possuir dois ou mais CPFs  Contas milionárias continuaram depositadas nos bancos sem que aparecessem os donos. Dinheiro que o governo não assumiu a posse. E que os banqueiros desviaram. Os banqueiros ganham todas.

A última ação governamental contra a corrupção foi de Collor. O fim do cheque ao portador atingiu todos os ladrões. A Lei da Ficha Limpa apenas afeta os candidatos a cargos eletivos.

Para beneficiar o pequeno poupador, o governo devia estabelecer uma tabela. Até x valor, um rendimento que favorecesse os pobres.

O Brasil precisa diferenciar o  trabalhador que amealha, que economiza, dos especuladores milionários nacionais e estrangeiros.

Brasil deve e muito. Não sabe quanto, mas paga em dia

O governo brasileiro sempre foi bom em coletar impostos do povo. Impostos diretos e indiretos. Impostos pagos pelos 99% mais pobres, que os 1% mais ricos não desembolsam quase nada, ou são isentos, ou compram notas frias esquentadas nas ONGs e fundações e, ainda, gozam de descontos pelo patrocínio de superfaturados eventos culturais e esportivos.

Duvido essas organizações e as centrais sindicais promoverem um debate democrático, um

Llamamiento para una auditoría ciudadana de la deuda pública

 

Hoy, 26 de octubre de 2011, el Colectivo Nacional para una auditoría ciudadana de la deuda pública emite su llamamiento constitutivo. En él invita a todos los ciudadanos y ciudadanas a firmar este llamamiento y a comprometerse con el proyecto de la auditoría ciudadana para que la deuda pública sea por fin objeto de un verdadero debate democrático en el ámbito local, nacional y europeo. El Colectivo para una auditoría ciudadana está compuesto por una veintena de organizaciones sindicales y asociativas y apoyado por varias formaciones políticas. Convocará una conferencia de prensa el 2 de noviembre a las 12 h., en Niza, durante la contracumbre que precederá y contestará al G-20

 

Escuelas, hospitales, albergues… Pensiones, desempleo, cultura, medio ambiente… vivimos en nuestra cotidianidad la austeridad presupuestaria y todavía está por llegar lo peor. «Vivimos por encima de nuestras posibilidades», es la cantinela con la que los grandes medios de comunicación nos machacan. Ahora hay que «pagar la deuda», nos repiten mañana y tarde. «No tenemos elección, es necesario tranquilizar a los mercados financieros, salvar la buena reputación, la triple A de Francia»

Rechazamos ese discurso culpabilizador. No queremos ser meros espectadores ante un replanteamiento de todo lo que hacía todavía soportables nuestras sociedades, en Francia y en Europa. ¿Gastamos demasiado en educación y sanidad o son los regalos fiscales y sociales que se otorgan desde hace 20 años los que agotaron los presupuestos? ¿Acaso esta deuda ha sido, en su totalidad, contraída de acuerdo con el interés general, o bien puede considerarse en parte ilegítima? ¿Quiénes son los tenedores de esos títulos, que se aprovechan de la austeridad? ¿Por qué los Estados están obligados a endeudarse en los mercados financieros y en los bancos, mientras que estos últimos sí pueden hacerlo y a menos coste en el Banco Central Europeo?

Rechazamos que estos problemas se eludan o se traten a nuestras espaldas por expertos oficiales bajo la influencia de lobbies económicos y financieros. Queremos responder nosotros mismos a esta situación en el marco de un debate democrático que decidirá nuestro futuro común.

A fin de cuentas, ¿acaso somos algo más que simples juguetes en manos de los accionistas, especuladores y acreedores, o tal vez ciudadanos y ciudadanas capaces de deliberar juntos sobre nuestro porvenir?

Nos movilizamos en nuestras ciudades, barrios, pueblos, lugares de trabajo haciendo un llamamiento para una amplia auditoría ciudadana de la deuda pública. Crearemos en el ámbito nacional y en el local comités para una auditoría ciudadana con sindicatos y asociaciones, con expertos independientes, con nuestros colegas, nuestros vecinos y conciudadanos. Tomaremos las riendas de nuestros problemas para que reviva la democracia.

Primeros firmantes:

Marie-Laurence Bertrand (CGT), Jean-Claude Chailley (Résistance Sociale), Annick Coupé (Union Syndicale Solidaires), Thomas Coutrot (ATTAC), Pascal Franchet (CADTM), Laurent Gathier (Union SNUI-Sud Trésor Solidaires), Bernadette Groison (FSU), Pierre Khalfa (Fondation Copernic), Jean-François Largillière (Sud BPCE), Philippe Légé (Économistes atterrés), Alain Marcu (Agir contre le Chômage !), Gus Massiah (Aitec), Franck Pupunat (Utopia), Michel Rousseau (Marches européennes), Maya Surduts (Collectif national pour les droits des femmes), Pierre Tartakowsky (Ligue des Droits de l’Homme), Patricia Tejas (Fédération des Finances CGT), Bernard Teper (Réseau Education Populaire), Patrick Viveret (Collectif Richesse)

Y Philippe Askénazy (economista), Geneviève Azam (economista), Étienne Balibar (filósofo), Frédéric Boccara (economista), Alain Caillé (sociólogo), François Chesnais (economista), Benjamin Coriat (economista), Cédric Durand (economista), David Flacher (economista), Susan George (escritora), Jean-Marie Harribey (economista), Michel Husson (economista), Stéphane Hessel (escritor), Esther Jeffers (economista), Jean-Louis Laville (sociólogo), Frédéric Lordon (economista), Marc Mangenot (economista), Dominique Méda (sociólogo), Ariane Mnouchkine (artista), André Orléan (economista), Dominique Plihon (economista), Christophe Ramaux (economista), Denis Sieffert (periodista), Henri Sterdyniak (economista)…