A petroleira Chevron melou o Rio com excremento do diabo

Eta jornal corajoso. Tipo cão que late não morde. Pela Chevron os Estados Unidos invadiram o Iraque, a Líbia, e ameaçam o Irão. E armam várias ditaduras no mundo árabe. Esse pára do Diário do Comércio é zoada de vira-lata. O me engana que eu gosto.

Outra palhaçada

A Globo diz que os piratas estão proibidos de furar poço. Por quantos dias?
Fernando Henrique fez cinco leilões quermesses dos nossos poços de petróleo e gás.
Lula da Silva também cinco. Chamou de rodadas.
Oficial, declarada e sabidamente dez entregas.
A Chevron não fura mais. Apenas vai botar a cabecinha.

O árabe chama o petróleo de excremento do diabo.

A merda está feita.

No Rio, o secretário estadual de Ambiente, Carlos Minc, declarou que a Chevron fez mau uso “da confiança que lhe foi outorgada”.
“Não somos uma República de Bananas (…) Somos a sétima economia do mundo e queremos tecnologias cada vez mais preventivas”, disse Minc durante coletiva com a imprensa estrangeira.
O vazamento ocorreu no momento em que o Brasil se prepara para explorar as enormes reservas descobertas em alto-mar, na camada do pré-sal, alertou Minc.
“Isto deve nos servir de alerta para o pré-sal. Como obter riquezas ao mesmo tempo em que minimizamos os riscos? Não podemos por em risco a nossa Amazônia azul e sua biodiversidade”.

Minc engana quem? O mar de lama podre está aí

Não é nem mais notícia. A ameaça de CPI foi outra mascarada, fanfarrice.
Este o fim de quem, sem bomba atômica, ameaça a Chevron

De Helio Fernandes:

A IMPORTÂNCIA DA CONSTITUIÇÃO

Helio Fernandes
Helio Fernandes

Em 1987, houve disputa para relator da Constituinte entre Bernardo Cabral e FHC. Este, que começou a carreira como suplente de senador em 1978, tenta convencer a opinião pública, a respeito de dois fatos inteiramente divergentes e colidindo entre si: afirma que foi CASSADO, esquecendo que foi CANDIDATO a suplente de Franco Montoro, em plena ditadura. Ou uma ou outra: nenhum CASSADO disputou eleição na ditadura. E tenho como comprovação o meu próprio exemplo: em 1966, candidato a deputado federal, fui CASSADO POR 10 ANOS, portanto até 1976.

Em 1978, meu partido, o MDB da resistência, lançou meu nome para senador. Os ditadores de plantão VETARAM minha candidatura, alegaram: “A CASSAÇÃO NÃO É MAIS POR 10 ANOS E SIM PARA SEMPRE”.

Conclusão ou escolha que o próprio FHC tem (ou deve) que fazer publicamente: foi CASSADO? Então como conseguiu ser candidato? Já o desafiei várias vezes para mostrar como conseguiu.

Agora, vejam o benefício que a maioria da Constituinte prestou ao Brasil elegendo Bernardo Cabral. E se FHC fosse o relator da Constituinte? Nenhuma dúvida, que colocaria na Constituição, como CLÁUSULAS PÉTREAS, tudo aquilo que depois, como presidente inesperado, passaria a ser a rotina do seu governo, ENTREGUISTA, GLOBALIZADO, DOADO PELA IMORALÍSSIMA COMISSÃO DE DESESTATIZAÇÃO.

Tudo que o presidente FHC consumou arbitrariamente e que se constituiu no RETROCESSO DE 80 ANOS EM 8, estaria na própria Constituição.

Basta um exemplo: apesar da Constituição ter como CLÁUSULA PÉTREA (uma delas) a não reeeleição dos presidentes, FHC comprou a própria permanência no Poder. Não por mais 4 anos, como ficou, e sim mais 8 como pretendia. FHC queria o terceiro mandato, como quiseram Menem e Fujimori. Mas não conseguiu.

Temos que festejar a Constituição CIDADÃ, e festejar mais ainda, antes da PROMULGAÇÃO, a consciência, a previdência e a competência de ter derrotado FHC. Com ele, não haveria Constituição CIDADÃ e sim Constituição ENTREGUISTA, DOADA e GLOBALIZADA.

Na história brasileira é a Constituição que terá a maior duração. A Constituição de 1946, tinha também marcas excelentes. Mas foi assassinada pelo golpe de 1964, antes de completar 18 anos.

* * *

PS – Essa bela Constituição de 1946 cometeu um erro gravíssimo, que viria a provocar, estimular ou abreviar o caminho para o golpe de 1964. Foi a criação da eleição do vice presidente da República separada da eleição do presidente. Começou em 1950, quando Café Filho, inimigo total de Vargas, foi candidato com ele, separados mas aliados.

PS 2 – Café Filho conspirou o tempo todo contra Vargas, um ditador por formação, vocação a convicção. E a morte de Vargas e a posse de Café Filho, levaram à sabotagem de Milton Campos para eleger João Goulart, preparar a “renúncia” de Jânio e tudo o que veio depois.

Política econômica. A cumplicidade das universidades

A política econômica do Brasil nasceu da cabeça dos gênios da raça. Tipo Roberto Campos, Delfim Neto, Malan, Meirelles e outros presidentes do Banco Central e Ministros malandantes e amanteigados da Fazenda.

Presidente do Banco Central já caiu fora por desonestidade. Teve alma sebosa condenada por ser da quadrilha de Salvatore Cacciola.

Ser ladrão é dose. Ser entreguista causa malefícios maiores. Diabo é que o Brasil pariu autoridade econômica desonesta em tudo. Com todos os vícios e todos os crimes (que matar o povo de fome é a pior das torturas. A fome é uma morte mais lenta e dolorosa que o câncer de rico).

Essas almas sebosas são responsáveis pelo êxodo dos brasileiros. Temos quantos milhões de exilados econômicos, retirantes da fome, do desemprego, da miséria?
São responsáveis por vários holocaustos. Quantos negros e índios e mestiços foram dizimados pela escravidão, pelos latifúndios, pelos grileiros, pelos salários indignos, pelo desemprego, por falta de saneamento, de água potável, de hospitais, de medicamentos, de moradias? Isso porque faltou dinheiro. Isso no Gigante pela própria natureza. País do nióbio, do petróleo e riquezas mil.

Essas almas sebosas estão também no Ministério do Planejamento. Na presidência dos bancos oficiais, dos fundos especiais de pensões, das agências reguladoras dos altos preços, no bater dos martelos dos leilões das empresas estatais, no pagamento de dívidas inexistentes e de altos juros, e no desvio de dinheiro para ajudar bancos, seguradoras, inclusive montadoras e oficinas estrangeiras.

Faço este comentário porque aprovo a indignação dos estudantes de Harvard.

Los alumnos de la cátedra de Introducción a la Economía de la Universidad de Harvard exigen nuevas perspectivas académicas

por Julia Evelyn Martínez

Un un hecho insólito, digno de ser incluido en la saga de “Aunque usted no lo crea”de Ripley, el pasado 02.11.2011, un grupo de estudiantes de economía tomó la decisión de retirarse en bloque de la cátedra de Introducción a la Economía de la Universidad Harvard, en protesta por el contenido y el enfoque desde el cual se imparte esta materia.

¿Qué hay de asombroso en este hecho?. En primera lugar, la protesta tuvo como destinatario directo al conocido economista Gregory Mankiw, ex asesor del Presidente George W. Bush y autor de uno de los manuales de macroeconomía más utilizado en las escuelas de economía dentro y fuera de Estados unidos. En segundo lugar, porque de acuerdo a la carta entregada por los/as estudiantes antes de retirarse de la cátedra, el motivo de la protesta fue su indignación por lo que consideran el vacío intelectual y la corrupción moral y económica de gran parte del mundo académico, cómplices por acción u omisión en la actual crisis económica. Y en tercer lugar, se trata de un hecho insólito, porque los integrantes del movimiento estudiantil detrás de este hecho de indignación académica en contra del pensamiento único neoclásico, pertenecen a la élite económica, social y política de los Estados Unidos, que se forma en la Universidad de Harvard para dirigir las corporaciones empresariales globales y/o para asesorar a los gobiernos en materia de políticas económicas y financieras.

En diversos párrafos de la carta al profesor Mankiw se lee: “hoy estamos abandonando su clase, con el fin de expresar nuestro descontento con el sesgo inherente a este curso. Estamos profundamente preocupados por la forma en que este sesgo afecta a los estudiantes, a la Universidad, y nuestra sociedad en general (…) Un estudio académico legítimo de la economía debe incluir una discusión crítica de las ventajas y los defectos de los diferentes modelos económicos. A medida que su clase no incluye las fuentes primarias y rara vez se cuenta con artículos de revistas académicas, tenemos muy poco acceso a aproximaciones económicas alternativas. No hay ninguna justificación para la presentación de las teorías económicas de Adam Smith como algo más fundamental o básico que, por ejemplo, la teoría keynesiana ..(…) ..Los graduados de Harvard juegan un papel importante en las instituciones financieras y en la conformación de las políticas públicas en todo el mundo. Si falla la Universidad de Harvard a la hora de equipar a sus estudiantes con una comprensión amplia y crítica de la economía, sus acciones serán susceptibles de perjudicar el sistema financiero mundial. Los últimos cinco años de crisis económica han sido prueba suficiente de ello”. La carta concluye: “No estamos retirando de su clase este día, tanto para protestar por la falta de discusión de la teoría económica básica y como para dar nuestro apoyo a un movimiento que está cambiando el discurso estadounidense sobre la injusticia económica (Occupy wall street) . Profesor Mankiw, le pedimos que se tome nuestras inquietudes y nuestro retiro de su clase en serio”.

Según reportan los escasos medios de comunicación que le dieron cobertura a esta protesta, el movimiento de los estudiantes de Harvard a favor de una economía crítica, se ha ampliado y ha incorporado otras demandas para hacer de Harvard una “universidad socialmente responsable”. Una de éstas consiste en la negociación de contratos de trabajo más dignos para el personal de servicios de la universidad que sufre las políticas de flexibilización laboral que tanto daño le han ocasionado a la clase trabajadora norteamericana. Movimientos similares han comenzado a surgir en la Universidad de Duke (Carolina del Norte) y en la Universidad de Berkeley (California)

El movimiento iniciado en Harvard por un cambio en el enfoque dominante de la enseñanza de la economía no es nuevo. Más bien es un movimiento que viene a sumarse a la iniciativa por un cambio en la enseñanza de esta disciplina que iniciaron en mayo de 2000 los y las estudiantes de las universidades francesas y que meses después recibió el apoyo de estudiantes de Cambridge, Inglaterra.

En ese entonces, también el movimiento estudiantil francés hizo pública una carta declarándose globalmente descontento por la enseñanza recibida, que les impedía lograr una comprensión profunda de los fenómenos económicos a los cuales las personas se enfrentan en el mundo real. Un pasaje de esta carta señalaba que “ la mayor parte de nosotros ha escogido la formación económica con el fin de adquirir una comprensión profunda de los fenómenos económicos a los cuales el ciudadano de hoy en día se encuentra confrontado. Ahora bien, la enseñanza tal como es expuesta –es decir en la mayor parte de los casos la teoría neoclásica o enfoques derivados –, generalmente no responde a esta expectativa”. La carta finalizaba con un exhortación al profesorado francés similar al mensaje enviado al profesor Mankiw: ¡Despiértense antes de que sea demasiado tarde!.

Leia mais. Principalmente nossos estudantes de economia

Governar é cobrar impostos

Depois que o Brasil vendeu suas empresas e indústrias, entregou suas riquezas em leilões quermesses, os governos dependem dos impostos. Esta fome começou no governo de Fernando Henrique. Governar passou a ser cobrar impostos. Nos tempos bíblicos o coletor de imposto era uma profissão maldita.

Em alguns casos, pagar o IPTU e o imposto de terreno de marinha constitui pagar duas vezes o mesmo imposto. Isso chamo de roubo. Sacanagem grossa.

Com a entrega das empresas de energia, as ruas estão mais escuras. Com postes de luz bunda de vagalume.
Com a entrega da telefonia, cortaram os telefones das escolas, dos postos de saúde, dos hospitais, dos centros sociais e outros serviços públicos. Estão tirando inclusive os orelhões das ruas.

A globalização unilateral de FHC criou o estado mínimo e o imposto máximo.

Reflexões a propósito da privatização das empresas do setor elétrico

Clayton

por Roberto Nascimento

O jornalista Carlos Chagas lembra que o cidadão comum fica indignado e sofre prejuízos quando, de repente, falta energia em sua residência ou em seu local de trabalho.
O BNDES, bancão denominado hospital das empresas privadas, divulgou com dinheiro público uma campanha na televisão para afirmar que as empresas estatais eram mastodontes. Aparecia um elefante para atestar que a estrutura era pesada e difícil de carregar, ou seja, faltava dinheiro para a saúde, inclusive foi criado um imposto para financiá-la (CPMF), contudo os recursos jorravam para mostrar a sociedade que suas próprias empresas não prestavam.

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LIGHT

No Rio de Janeiro, a empresa de eletricidade cumpria seu papel de empresa pública federal, não se via bueiros explodindo, os bairros da Zona Sul não ficavam as escuras por horas a fio e ainda por cima dava lucro.

Entretanto, o governo de então recebeu a incumbência de desmontar as estruturas do Estado para torná-lo o menor possível para que o Brasil pudesse receber os empréstimos externos destinados a financiar o desenvolvimento. Outras recomendações foram executadas como a criação das Agências Reguladoras, diminuindo-se a influência da regulação do Estado através dos Ministérios e até a criação do Ministério da Defesa para reduzir o poder dos comandantes militares e afastá-los das reuniões ministeriais.

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SOBERANIA

Nossos governantes não aprenderam, que o que vem de fora é só casca de banana objetivando travar o desenvolvimento da nação. A privatização do setor elétrico se transformou em um tiro no pé, o qual o governo não sabe mais o que fazer para consertar. Primeiro, porque reestatizar seria reconhecer o fracasso da privataria.

Enquanto isso, os consumidores terão que conviver com apagões, bueiros indo pelos ares e computadores queimando. (Transcrevi trechos)

CANALHAS


por Carlos Chagas

Por certo existem coisas muito piores. Receber uma bala perdida no meio da rua, por exemplo. Ser assaltado dentro de casa. Sofrer de uma doença terminal sem condições de recuperação. Assistir a morte de um ente querido. Até estar desempregado sem condições de subsistência.

Feita a ressalva, nem por isso o cidadão comum deixa de ficar indignado e de sofrer fortes prejuízos quando, de repente, falta energia em sua residência ou em seu local de trabalho. Se o indigitado vinha trabalhando há dias num texto de grande importância e, em um minuto, a falta de luz atinge e queima seu computador, perdeu tudo. E vai reclamar para quem? As companhias de eletricidade encontrarão mil desculpas, quase todas fajutas, para justificar a interrupção. Um urubu bateu no transformador. Um raio caiu nas linhas de transmissão…

Um dia, no futuro, essas desídias serão punidas, porque no fundo de tudo trata-se de descaso e incompetência diante das comunidades que pagam imposto e honram as contas de luz, já que a contrapartida é o corte imediato. À primeira falta de energia, demissão dos diretores dessas companhias. Na outra, afastamento dos governantes…

Sem defesa

Maníaco do poder pelo poder, Jobim deixou o Brasil sem defesa.

De Jobim, tudo de ruim.
A globalização unilateral, que privatizou as estatais e desnacionalizou nossas empresas.
O entreguismo de nossas riquezas.
O espantalho do segredo eterno. Para proteger as maldades de almas sebosas.

Uma pessoa de bem não tem segredo para esconder.
Transparência já! no executivo, no legislativo e no judiciário.

Brasil salvação da Europa

Quantas empresas estatais o Brasil entregou para a Espanha, para a Itália?

Bancos, telefonia, energia, mineradoras, fontes d’água, petróleo, gás, nióbio, latifúndios, indústrias, hotelaria, empresas de turismo, transportes, 1001 botijas de ouro e prata doadas por Fernando Henrique e Lula da Silva na globalização unilateral.

O Brasil, com a desnacionalização de suas riquezas, voltou a ser uma colônia. Uma colônia internacional.

Pobre Brasil saqueado, pirateado, leiloado.

Brasil, “colônia internacional”

Os piratas começaram aparecer no Século XVI. E nunca pararam de atacar o Brasil.

No governo de Fernando Henrique, transformaram o Brasil em uma “colônia universal”.

Fernando Henrique entregou, em leilões fajutos e/ou concessões imorais, minas, mineradoras, poços de petróleo e gás, e terras e mais terras – os latifúndios de soja, de cana, de milho e de capim.

Mais de 70 por cento das empresas estatais foram desnacionalizadas. Assim o Brasil perdeu a Petrobras, a Vale do Rio Mais do Doce, a maior mineradora do mundo.

Os novos alvos da pirataria são os portos, os aeroportos e os Coliseus da Copa do Mundo.

Vida (de) barata

Isso acontece porque todos os serviços essenciais foram entregues a empresas estrangeiras que só pensam no lucro fácil e rápido.

Isso acontece porque existem as agências prostitutas de luxo, reguladoras dos altos preços.

Isso acontece porque nossas fábricas foram desnacionalizadas. O Brasil é o país das montadoras e oficinas.

É isso aí! Vida cara e o salário barato que nem o marido da barata. Cujo sangue corre nas veias de um povo que perdeu o civismo, e trocou o nacionalismo pela globalização unilateral.