As ligações perigosas com Fernando Cavendish

br_oglobo. Delta

 

Os trilhões da corrupção, do Brasil saqueado – só a Vale do Rio Mais do que Doce vale mais de três trilhões – passam pelas mãos dos doleiros, os traficantes de moedas, e terminam nos paraísos fiscais.

É a parte da dinheirama que não se pode ostentar, que não se pode lavar, que não se pode depositar nos bancos estrangeiros sediados no Brasil Colônia.

Todos os doleiros já tiveram passagem pela Polícia Federal – Daniel Dantas, Naji Nahas, Alberto Youssef, para nomear apenas três sempre citados pela imprensa – e não há justiça que condene os espertalhões, que sabem levar vantagem em tudo.

Em 2003, Alberto Youssef foi preso por envolvimento no escândalo do Banestado Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/doleiro-amigo-de-andre-vargas-tem-ligacao-com-delta-12180893#ixzz2ymgwZwrT  © 1996 - 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Em 2003, Alberto Youssef foi preso por envolvimento no escândalo do Banestado 

Agora são denunciadas as ligações de Youssef e a Delta, construtora dos palácios da justiça do Rio de Janeiro, prédios lascados de novos que parecem mais o Engenhão, estádio construído para a Copa do Mundo, mas que pode ser derrubado por uma ventania mais forte, isso em um país sem ciclones, furacões e tufões.

A justiça faz que não sabe que Fernando Cavendish, dono da Delta, desviava dinheiro público para as empresas fantasmas do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Para prender Cavendish precisa levar juntos presidente do Tribunal de Justiça e governador do Rio de Janeiro. Missão impossível.

A justiça faz que nunca viu o dinheiro dessas quadrilhas entrelaçadas. Como acontece com o ex-governador, ex-candidato a presidente da República e deputado federal ficha limpa e comedor de toco Paulo Maluf. O bem bão da grana dele é árvore permitida no paraiso. E seu doleiro também está solto e livre, como breve, breve deve acontecer, mais uma vez, com Youssef.

 

 

 

 

 

Ao prefeito porcalhão

por Helio Fernandes

Rio-de-Janeiro Netto

Como carioca que nasceu e sempre viveu no Rio, constrangido e envergonhado com a sujeira da cidade. Vergonha e constrangimento que Paes não tem.

Como cidadão, estou revoltado com o que fazem e pagam a esses garis, simpaticíssimos, eles e os “bombeiros do fogo”, sempre aplaudidos.

Mas depois de somar tudo, com os 40% de insalubridade, chegam a um mil, 124 reais. Comparem essa miséria com os supersalários da Câmara, Senado, Justiça e até do ínclito Tribunal de Contas, e concluam.

Parabéns à Justiça, que está multando diariamente os “sindicatos governistas”, que condenam a greve. É preciso uma solução imediata, mesmo que não fique isolada sob o comando desse prefeito do “Engenhão”. URGENTÍSSIMO.

Por erros graves, TCU recomenda parar sete obras do Governo Federal

A engenharia civil brasileira está repleta de erros:

Obras super, super faturadas.  Licitadas por um preço, que vai sendo reajustado a cada propina paga.

Obras inacabadas e regiamente pagas.  Gastaram tanto que a verdinha foi embora.

Obras fantasmas. Apenas existem as  faturas de pagamento. Temos estradas fantasmas, e máfias do asfalto espalhadas por todo o Brasil. Milhares e milhares de ruas estão asfaltadas de mentirinha. Outra ladroagem: as operação tapa-buracos ou mijadinhas de asfalto.

Os erros de obras inauguradas são a cara do Brasil: o estádio do Engenhão no Rio de Janeiro, construído para os jogos da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, pode ser derrubado por uma ventania mais forte. O Palácio da Justiça do Estado do Rio Janeiro é um luxuoso edifício cai mas não cai. Depois de construído, no hospital da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco descobriram que os elevadores não tinham espaços para as macas na horizontal.

Estádio Engenhão, Rio de Janeiro
Estádio Engenhão, Rio de Janeiro

Pelo mundo, a FTC publica a lista dos 60 erros mais engraçados e bizarros. Fotos.

O Correio da Manhã de Portugal mostra erros de engenharia que “resultam de distrações, ou de falta de jeito. Estes erros de construção e engenharia parecem inacreditáveis, mas é possível encontrá-los um pouco por todo o lado.

Por exemplo, já imaginou ter um poste de eletricidade em frente à garagem? Ou uma parede construída por cima da tampa de uma sanita? Pois… mas é possível“.

Existe um blog que relata erros no Brasil. “O prédio de 35 andares, Edifício Real Class, ainda em construção na sua fase de acabamento, pertencente a construtora Real Engenharia, em Belém, desabou no sábado, 29 de janeiro de 2011. Chovia e ventava muito no momento do desabamento.

Real Class desabou em Belém
Real Class desabou em Belém

A destruição foi total, afetou a estrutura de edifícios e casas na vizinhança, danificou a rede elétrica, e os escombros atingiram pessoas que passavam no momento do desabamento (inclusive dentro de carros). Vários carros que estavam na rua ficaram cobertos de poeira e pedras. Um bloco de concreto caiu no meio da rua. Informações preliminares indicam que um edifício ao lado do prédio também corre o risco de cair.

Há informações preliminares – não confirmadas – de um engenheiro civil que supostamente trabalhou na construção do prédio Real Class e que relatara haver um erro absurdo na concretagem de pilares dos primeiros pavimentos.
Por que ocorrem desabamentos na construção civil? Os erros técnicos que geram estes acidentes na construção civil têm três causas básicas:

• Erros de avaliação na escolha do terreno, pela falta de uma sondagem séria que identifique os materiais que compõem o solo (areia, argila, aterros, áreas de turfa).

• Erros de cálculo das fundações, da estrutura, distorções do projeto arquitetônico, etc.

• Erros na execução da obra, resultantes da aplicação de materiais de baixa qualidade ou inadequados. Um exemplo é a utilização de areias com salitre encontradas próximas ao mar, que comprometem a qualidade do concreto pela corrosão na armadura de ferro — problema que pode surgir até muitos anos após a conclusão da obra.

TCU auditou 136 obras públicas em todo o País, com dotações orçamentárias de mais de R$ 34,7 bilhões

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu, no dia último dia 6, recomendar a paralisação de sete obras que receberam recursos do Governo Federal. Dentre elas, quatro fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A recomendação está no relatório Fiscobras 2013.

 

Ponte em construção: do nada para lugar nenhum
Ponte em construção: do nada para lugar nenhum

Ao todo, 136 auditorias foram realizadas pelo TCU. Destas, sete possuem erros graves e, segundo o órgão, devem ser paralisadas: a Ferrovia Norte-Sul, no Tocantins; a Ferrovia Oeste-Leste, na Bahia; o esgotamento sanitário em Pilar, em Alagoas; a Avenida Marginal Leste, no Rio Poty, no Piauí; a Vila Olímpica Parnaíba, no Piauí; a pavimentação da BR-448, no Rio Grande do Sul; e a ponte sobre o Rio Araguaia, na BR-153, no Tocantins.

Além disso, algumas obras foram recomendadas a terem seus valores retidos, por precaução. São elas: a Ferrovia Norte-Sul, em Goiás; a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; o Canal do Sertão, em Alagoas; o terminal fluvial de Barcelos, no Amazonas; os trens urbanos de Salvador; os trens urbanos de Fortaleza; a construção de Adutora Pirapama, em Pernambuco; e a melhoria do Complexo Esportivo Canarinho, em Roraima.

As 136 obras públicas auditadas têm dotações orçamentárias de mais de R$ 34,7 bilhões.

 dna tucano metrô

O grito da facção criminosa do Uruguai: Que ninguém fique para trás

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Para a Folha de S. Paulo, quando o povo protesta tem o comando de uma facção criminosa. Assim acontece na Espanha, Portugal, Chile, Itália e Uruguai, que realizam greves gerais e protestos nas ruas desde a semana última. Crique nos links ‘povo nas ruas’ e ‘protesto’.

Apresento a facção criminosa do Uruguai, que não sofre stalking policial. Atua livremente. Sem as milhares de prisões políticas dos governadores de São Paulo e Rio de Janeiro. Vai terminar não tendo cadeia para tanta gente. Vão fazer como Pinochet. Sérgio Cabral e Alckmin prenderá o povo nos estádios da Copa do Mundo. No Engenhão e Maracanã.

Qual será o campo de concentração de Alckmin?

la diaria uy

Que nadie quede atrás

Masiva movilización del PIT-CNT reclamó avances en los sectores más trabados de la ronda de Consejos de Salarios.

 MST uy

La zona de 18 de Julio y Ejido lucía como en aquellas noches de 2010 en que la selección avanzaba de fase en el Mundial de Sudáfrica, sólo que en lugar de predominar el celeste, ganaba el rojo. Ayer el PIT-CNT realizó un paro general de 9.00 a 13.00, y desde las 10.00 se concentraron los trabajadores en esa esquina céntrica, rumbo al acto central que se llevaría a cabo frente a la sede de la Asociación Rural del Uruguay (ARU), en la avenida Uruguay. Se eligió ese lugar por los hechos ocurridos en la Expo Prado, cuando los organizadores no dejaron entrar a representantes de los trabajadores rurales a repartir volantes, y por la intransigencia de la patronal rural en los Consejos de Salarios, según afirma la central sindical.

La marcha se detuvo frente al supermercado Ta-Ta de 18 y Yaguarón, donde se hizo alusión a la situación de los trabajadores del sector, aunque fue muy poco lo que pudo escucharse, y pasó frente al Ministerio de Economía y Finanzas. Finalmente, pasadas las 11.00 y mientras sonaba una canción de la Abuela Coca que decía “hermano, ta salao”, que una señora acompañaba con un bombo, y al tiempo que dos jóvenes revoleaban banderas de Cerro entre muchas banderas sindicales, las casi diez cuadras de gente llegaron al escenario.

El representante de los trabajadores en el directorio del Banco de Previsión Social (BPS), Ariel Ferrari, fue el primero en hacer uso de la palabra. Al iniciar su intervención recordó: “Los representantes de los trabajadores en los distintos organismos respondemos al PIT-CNT, por eso es un honor estar acá”. Afirmó que desde la postura de los trabajadores se pretende una seguridad social “basada en tres pilares: que sea universal, donde todos tengamos derecho a todas las prestaciones; solidaria entre los que trabajan y aportan para los que no pueden trabajar y también entre los que ganan más y aportan más para darles a los que menos tienen, y sin fines de lucro”, y mencionó las comisiones que se llevaron las Administradoras de Fondos de Ahorro Previsional (AFAP) el año pasado.

Sobre este último punto, Ferrari celebró la posible aprobación de la ley de desafiliación de las AFAP. Aseguró que “aunque no es la ley que quisiéramos, es una ley seria que les da información a aquellos que al afiliarse no la tuvieron”, y resaltó que “mientras el sistema de las AFAP es individual, el del BPS es solidario”. Criticó los dichos del diputado nacionalista Luis Lacalle Pou, quien había mencionado que a casi 70% le va a convenir permanecer en las AFAP, y opinó que “el hecho de que haya tres de cada diez trabajadores a los que les convenga el cambio ya es motivo para impulsar la ley”. Sobre otro dicho del diputado, en cuanto a la posible pérdida de herencias al desafiliarse de una AFAP, Ferrari le sugirió: “Si realmente le interesa la situación de los trabajadores, que el 6 de noviembre vote para aprobar la Ley de Responsabilidad Penal Empresarial”.

En segundo lugar, pronunció su discurso uno de los coordinadores del PIT-CNT, Fernando Pereira, quien al comenzar a hablar resaltó que se trataba de un día de lucha, de esperanza, pero también de festejo: “En unos días se va a aprobar la Ley de Responsabilidad Penal Empresarial por la que tanto hemos luchado. No puede morir un trabajador por semana ni quedar herido uno cada dos días”, expresó. Agregó que “quienes no voten la ley tendrán que explicarles a los trabajadores por qué decidieron no protegerlos”. Pereira también celebró la aprobación de la Ley de Maternidad y Paternidad, que amplía la licencia para madres y padres, “un gran derecho por el que venimos luchando desde hace más de 20 años”. Luego hizo referencia al lugar elegido para el acto, “que no es casualidad, ya que esta asociación prohibió el ingreso a su exposición a trabajadores que portaban enormes armas. Volantes que decían ‘queremos vivir de nuestro salario’, ‘tener derecho al trabajo’, ‘cuidar la seguridad’; eso les parece sedicioso”. Y advirtió que si el hecho se repite el año que viene, “vamos a ir todos los que estamos acá, vamos a cercar la exposición y vamos a entrar, porque no vamos a permitir más atropellos a los trabajadores”.

Destacó la lucha de la Federación Uruguaya de Empleados de Comercio y Servicios (FUECYS) y el hecho de que se esté firmando “un convenio histórico, no sólo por el monto sino porque va a fortalecer al sindicato”, y aseguró que el próximo paso inmediato es “ir por convenios en tiendas y shoppings”. Convocó a militar en contra de la baja de la edad de imputabilidad, a luchar por una mejora de los salarios de maestros, profesores y funcionarios de la educación, y felicitó a todos los trabajadores por el otorgamiento de una señal de televisión digital a la central sindical.

Otro de los coordinadores del PIT-CNT, Marcelo Abdala, hizo referencia a las quejas de las patronales en los Consejos de Salarios por la conflictividad laboral: “Es lógico que a ellos les preocupe lo que a nosotros nos fortalece”, afirmó. También se refirió al proyecto de Ley de Responsabilidad Penal Empresarial: “si el capital nos somete al delito de trabajar en peligro, está muy bueno que el capital vaya en cana por cometer ese delito”. Abdala criticó luego a la ARU y a otras organizaciones: “Estos señores de la Asociación Rural, dueños del país, generadores de la hegemonía de las clases dominantes, redactores del Código Rural durante Latorre, defensores de cuanta dictadura hubo en este país, junto con los otros pitucos de la Cámara de Comercio, que se la llevan a baldes, [con] la Sociedad de Exportaciones de Productos Mercantiles, símbolo de la dependencia flagrante de este capitalismo en que vivimos, los defensores de la sacrosanta propiedad privada, los representantes del gran capital transnacional antiobrero, se han juntado en santa cruzada para impulsar una utopía reaccionaria contra los trabajadores y el pueblo. Nos hablan de privatizar empresas públicas y de liquidar lo que llaman ‘la rigidez del mercado laboral’, que no son más que nuestros derechos”. Al final, le solicitó al Poder Ejecutivo que en lugar de aplicar la esencialidad recurra a la negociación colectiva, y celebró la posibilidad de que Uruguay retire sus tropas de Haití. (La Diaria)

uy_juventud. URUGUAI

Denuncian que peones rurales ganan “8 mil pesos” mientras patrones ganan millones.

Miles de trabajadores marcharon ayer por el centro de Montevideo bajo la consigna “si a los trabajadores nos va bien, le va bien al pueblo” en el cuarto paro general parcial de este año.

El paro general parcial se inició a las 9 horas, y los trabajadores se concentraron en la explanada municipal para marchar después hacia el Ministerio de Economía, y culminar la actividad con un acto central frente a la sede de la Asociación Rural.

Los oradores del acto fueron los coordinadores del PIT-CNT, Marcelo Abdala y Fernando Pereira, y el representante de los trabajadores en el Banco de Previsión Social (BPS), Ariel Ferrari. La movilización fue mayor que la última concentración de trabajadores.

Marcelo Abdala reclamó apoyo del gobierno para que los sectores más sumergidos logren aumentos de salarios en esta ronda de negociaciones, en especial en el sector supermercados y trabajadores rurales. “No puede ser que cueste avanzar hacia un salario mínimo de 15 mil pesos en los supermercados y de 14 mil pesos en el medio rural” exclamó.

“Le pedimos al Poder Ejecutivo que a la hora de votar se fije que en algunos casos hay gremios enteros ganando salarios de hambre”, reclamó.

A su vez, Fernando Pereira reclamó por avances en las negociaciones en el sector rural. “Algunos tienen millones de dólares, y los peones ganan 8 mil pesos” señaló.

Asimismo cuestionó la decisión de la Asociación Rural del Uruguay de impedir el ingreso de sindicalistas en la Expo Prado en setiembre, y advirtió que “sepan que si el año que viene sucede algo, iremos todos. Y créanlo, que además vamos a entrar” y cercar la exposición.

Los oradores también se refirieron a la discusión en el parlamento de la ley de responsabilidad penal empresarial en casos de accidentes laborales. Reclamaron que “todos los diputados se preocupen y en noviembre voten la ley de responsabilidad penal empresarial”.

Ariel Ferrari, representante de los trabajadores en el BPS, insistió en la necesidad de ampliar la posibilidad de desafiliación de los fondos de pensión (AFAP) para los trabajadores. Dijo que el proyecto enviado por el Ejecutivo al parlamento, no es completo pero reconoce que “hay gente perjudicada”.

Los oradores convocaron además a no votar por la reforma constitucional que promueve la rebaja de la edad de imputabilidad.

Llamaron a que “no haya ni un solo voto de los trabajadores” para esa iniciativa que se vota junto a las elecciones nacionales de octubre de 2014.

La plataforma

La plataforma de la central menciona la necesidad de profundizar las mejoras a través de los consejos de salarios en curso, mejorar y ampliar la reforma del sistema nacional de salud, aumentar a 10 mil pesos el salario mínimo nacional. También se reclama por el desarrollo de la industria donde las empresas públicas sean las locomotoras. Se reclama apoyar el desarrollo de la industria naval, la industrialización del hierro.

Finalmente, el PIT-CNT manifiesta su rechazo a la baja de la edad de imputabilidad. (República)

Custo dos estádios da Copa 2014 dispara e chega a R$ 8 bilhões

Mané Garrincha, um comedouro de dinheiro
Mané Garrincha, um comedouro de dinheiro

No Brasil, ninguém sabe, realmente, quanto vão custar os estádios.

Escreve Diego Salgado: Desde a escolha do Brasil como organizador da Copa, o custo das obras dos estádios apresentou quatro valores diferentes. Na escolha das 12 cidades-sede, no dia 31 de maio de 2009, o montante já estava 67% maior que a previsão de outubro de 2007 – passou de R$ 2,3 bilhões para 3,7 bilhões.

No final de 2010, a primeira versão da Matriz de Responsabilidade trouxe outro valor: R$ 5,4 bilhões. Depois de 28 meses, a lista do governo apontava gastos de R$ 7,03 bilhões. Nos últimos meses, contudo, deu-se o maior reajuste no menor período: R$ 950 milhões em apenas oito semanas.

O mais caro
Com o novo valor, o Brasil aumentou a diferença nos gastos em relação às Copas de 2006 e 2010. Os estádios brasileiros, orçados em R$ 8 bilhões, custam duas vezes mais. Na África do Sul, o custo total das dez arenas foi de R$ 3,27 bilhões. Na Alemanha, 12 estádios saíram por R$ 3,6 bilhões.

Custos em agosto de 2013: 7,98 bilhões

Arena da Baixada: 265 milhões
Arena da Amazônia: 605 milhões
Arena das Dunas: 350 milhões
Arena Pantanal: 519,4 milhões
Arena Pernambuco: 529,5 milhões
Beira-Rio: 330 milhões
Castelão: 623 milhões
Fonte Nova: 591,7 milhões
Mané Garrincha: 1,43 bilhão
Maracanã: 1,19 bilhão
Mineirão: 695 milhões
Arena Corinthians: 855 milhões

UM ELEFANTE PERDIDO NA MATA

Faltam acrescentar outros gastos como de mobilidade urbana, e o social, com os horrores dos despejos, na marra, de comunidades. Mais de 250 pessoas sofrerão deslocamentos involuntários. Tal como faziam os nazistas com os judeus.

A Arena de Pernambuco, construída em local de difícil acesso, na mata de São Lourenço, investirá 841 milhões em mobilidade urbana, sendo a principal obra a ligação com o setor hoteleiro, e mais 19,8 milhões com a torre do aeroporto.

Devastaram parte da Floresta Atlântica, em São Lourenço da Mata, para construir a Arena de Pernambuco. E uma rodovia vai desvastar manguesais. Ë um estádio pra lá de ecológico. Devore o verdade das plantações e do dólar
Devastaram parte da Floresta Atlântica, em São Lourenço da Mata, para construir a Arena de Pernambuco. E uma rodovia vai devastar manguezais. Ë um estádio pra lá de ecológico. Devore o verde das plantações e do dólar

ALDO REBELO E OS
“ELEFANTES BRANCOS”

Engenhão

Engenhão fechado. Corre o perigo de ser derrubado por uma ventania. Parece piada.
Engenhão fechado. Corre o perigo de ser derrubado por uma ventania. Parece piada.

por Helio Fernandes

O ministro do Esporte estava sendo entrevistado ontem no ESPN, num excelente programa, chamado “Bola da Vez”. Os entrevistadores faziam restrições aos gastos elevados com estádios, que custaram fortunas, e não serão aproveitados.

O ministro se irritou, supostos comunistas não gostam de críticas ou contestações. Revidou: “Vocês questionam as arenas (é estádio, ministro), mas não fazem qualquer restrição ao Teatro Municipal, também construído com dinheiro público.

Ah!, ministro, entrou um “elefante branco” no seu conhecimento. O Teatro Municipal, doação T-O-T-A-L do governo da França. É exatamente igual ao Teatro da Opera de Paris. Foi inaugurado em 14 de julho de 1909, o presidente era Nilo Peçanha, que como vice, substituía Afonso pena que havia morrido.

CESAR MAIA-EDUARDO PAES

O próprio ministro do Esporte deveria questionar e imediatamente investigar o que aconteceu com o Engenhão. Na construção e na irresponsabilidade da insegurança do público, “com ventos” até de pouca velocidade, tudo isso muito acima do preço convencionado, na administração (?) Cesar Maia.

A PARTICIPAÇÃO DE EDUARDO PAES

O estádio foi construído para os Jogos Panamericanos de 2007. Com Cesar, lógico. Ia ficar como “patrimônio” popular, tudo desapareceu. Paes foi eleito, tomou posse, logo, logo descobriu que o estádio não tinha segurança, interditou-o cinco anos depois.

Por que tanto tempo? O indispensável para que a empreiteira amiga (dele, de Cesar Maia e de cabralzinho) se livrasse de pagar qualquer coisa.

Agora recomeçam, não ficará pronto para a Copa de 2014. E o custo da “reconstrução”? Alucinante, bem na “cara” de administradores alucinados.

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PS – E por hoje nem quero falar nos gastos espantosos do governador cabralzinho com o Maracanã. E Rebelo como ministro. As denúncias COMEÇAM com o custo de 1 bilhão e 200 milhões, fora todo o resto. É imprescindível que esse “maracanaço” de cabralzinho e os parceiros, seja investigado.

maracanã

maraca passeata

maraca privatização

Máfia do asfalto dos governadores e prefeitos ladrões de estradas e ruas nunca construídas

BRA^MA_OEDM máfia do asfalto

BRA^PR_ODNP mafia asfalto

Todas as grandes cidades brasileiras estão repletas de ruas terraplenadas, mas cadastradas como asfaltadas. O pior desse tipo de roubalheira é que os moradores pagam o imposto de um asfalto que não existe. Isso vale para tudo que se enterra: tubulação de esgoto e de água.

Outra safadeza é o asfalto que o vento leva. Não é brincadeira não. O Rio de Janeiro gastou milhões e milhões com o estádio do Engenhão, construído para a Copa das Confederações realizadas este ano, Copa do Mundo de 2014, e Olimpíadas de 2016. Foi fechado antes da Copa das Confederações, que pode ser derrubado por uma ventania mais forte. Este roubo que ficou perto de um bilhão, a justiça faz que não sabe. Mas estava lá na inauguração. Principalmente os ministros dos Tribunais de Contas do Rio de Janeiro e da União.

Conheci um prefeito que dizia: – Asfaltar é o melhor negócio do mundo. Ninguém mede a espessura do asfalto.

Tem outras putarias. Uma delas é a mijadinha de asfalto nas ruas e estradas esburacadas.

Sem falar em ruas e estradas super, super faturadas.

A corrupção, chegou a um grau de ousadia e impunidade, que existem ruas e estradas fantasmas. Estradas que nunca existiram. Ruas que nunca existiram. Que talvez sejam sedes de sindicatos, de ONGs, de fundações e outras indústrias de notas frias e comelança de dinheiro público.

BRA^SP_DDR asfalto

BRA^SP_DDR máfia asfalto

BRA^SP_DDR máfia do asfalto

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Imprensa quer botar medo no Papa e no povo

BRA^SP_MAIS quem acredita em boma da polícia

Quem acredita em bomba plantada pela polícia?

No Recife, a polícia do governador Eduardo Campos prendeu uma jovem universitária. Acusação: a frágil garota carregava pedras e bombas para explodir carros, cavalos, cachorros e batalhões da polícia militar e civil. Seria o maior atentado terrorista da história recente do Brasil. Um juiz pôs fim na ridícula farsa, e tirou Cris Patos do cárcere.

Vem outro jornal direitista a clamar que bons ventos tragam o Papa.

Ora, o simbolismo do vento apresenta vários aspectos. Devido à agitação que o caracteriza é um símbolo de vaidade, de instabilidade, de inconstância.

É uma força elementar que pertence aos Titãs, o que indica suficientemente a sua violência e sua cegueira.

BRA^BA_COR conturbada é a polícia

Fala o jornal que o momento é conturbado. Insinua que o Papa deveria vir ao Brasil em um tempo sem povo nas ruas.

A imprensa não conhece o Papa. O papa ama as multidões.

Sabe Francisco que o vento é sinônimo de sopro e, por conseguinte, do Espírito, do influxo espiritual de origem celeste. Esta é a razão por que os Salmos, assim como o Corão, fazem dos ventos mensageiros divinos, equivalentes aos Anjos. O vento até dá o seu nome ao Espírito Santo. O Espírito de Deus que se move sobre as Águas primordiais é chamado de vento (Ruá); é um vento que traz aos Apóstolos as línguas de fogo do Espírito Santo.

Nas tradições bíblicas, os ventos são o sopro de Deus. O sopro de Deus ordenou o caos primitivo; animou o primeiro homem. A brisa nos olmos anuncia a chegada de Deus.

É bastante impressionante a simbologia do vento na Bíblia, onde a palavra ruah, ruá, além de significar espírito, denomina hálito, respiração.

Ora, ora, a imprensa fala das agitações da rua. Coisa da corrupção que uma ventania possa derrubar o estádio do Engenhão. Que os delegados de polícia corruptos condenem ao exílio o bravo jornalista Mauri König. Que jornalismo se faz com coragem e sonho.

Quando o vento aparece nos sonhos, anuncia que um evento importante está para acontecer; uma mudança surgirá.

O povo está nas ruas, sim, clamando por mudança.

BRA_CB papa nao tem medo

O Papa Francisco jamais correu perigo. A imprensa vê em cada brasileiro um “bugre”, um selvagem, um terrorista, um bárbaro, um vândalo, um serial killer, um assassino do Papa.

Todo esse discurso demoníaco é para justificar o prende e arrebenta da polícia de governadores corruptos.

Que o Papa condene a “cultura de rejeição” que impera no Brasil. Como destaca a Imprensa de Portugal hoje:

publico. Portugal contra rejeição