“Vamos por onde tenha povo”, disse o Papa para o motorista

Isso faz quem não tem medo do povo.
Isso faz quem não tem nojo do povo.

Por que as autoridades brasileiras gastam fortunas com polícia, seguranças e capangas?

O Papa Francisco bota fé no povo brasileiro, apesar de argentino…

papa polícia

Escreve Helio Fernandes:

FOI O PAPA QUE DEU A ORDEM AO MOTORISTA: “VÁ POR ONDE TENHA POVO”. POR QUE TERIA MEDO DA RUA?
PS – Destaque das televisões brasileiras ontem: “Chegada do Papa ao Brasil tem grande repercussão na Itália”. Só na Itália?

PS2 – Na própria segunda-feira, os sites dos grandes jornais da Europa utilizaram todo o espaço, até com perplexidade, para assinalar o sucesso da chegada de Francisco.

PS3 – Isso apesar do fuso da Europa, pois quando o Papa chegava ao Guanabara, já eram 10 horas nas capitais da Europa, com exceção de Londres, lá eram 9.

PS4 – Grande discussão a respeito do roteiro seguido pelo Papa, assim que deixou o Galeão. Culpavam o secretário municipal de Transportes, que teria jogado o carro do Papa num engarrafamento.

PS5 – Não conheço o secretário, mas o roteiro não foi traçado ou imposto por ele. Não teria coragem ou autonomia para fazer alteração.

PS6 – A ordem foi direta do Papa ao motorista, “vamos por onde tenha povo”. Essa determinação pegou de surpresa os próprios agentes de segurança do Vaticano, que deixaram visível seu desespero. (Como assinalei ontem).

PS7 – Acontece que Francisco sabia a ordem que dava. Nunca esteve a perigo, não fechou os vidros do carro, sempre com um sorriso nada forçado, estava à vontade.

PS8 – No Guanabara também não exibiu desconforto, embora quisesse ficar o menor tempo possível. Ali não estava seu público predileto. Bem antes das 8 se preparou para ir embora. E foi.

PS9 – Quase unanimidade, mesmo sem objetividade: o Papa aproveitaria a folga de ontem, terça-feira, para conhecer o Corcovado. A conclusão vinha de uma certeza: “Francisco vir ao Rio e não visitar o Corcovado, quase um sacrilégio”.

PS10 – Mas as horas foram passando, a noite aparecendo e Francisco descansava no Sumaré. Dom Orani Tempesta abria a JMJ em Copacabana, o Papa se resguardava para os cinco dias agitadíssimos e cansativos, de hoje até domingo à noite, quando deixará o Brasil.

PS11 – Sem dúvida alguma, foi viagem histórica e inesquecível, essa de Francisco ao Brasil, Repercussão muito maior do que a dois outros dois Papas que estiveram no Brasil.

PS12 – Outra certeza: Francisco terá passagem também marcada para sempre, fique quantos anos ficar no Vaticano. Em 4 meses, Francisco já deixou indelével a palavra que influenciará a Igreja, com ele e depois dele: r-e-v-o-l-u-c-i-o-n-á-r-i-a.

PS13 – Dione de Castro e Silva: perdão e obrigado. Confundir Castro Alves com Olavo Bilac não é crime, talvez seja a traição da admiração. Sem desculpa ou alternativa, a responsabilidade deve ser da longevidade.

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Nenhum chefe de Estado tem a receptividade do Papa 

PS – O avião com o Papa chegou 15 minutos adiantado. O Papa desceu as escadas do avião quase correndo, forma física notável. Esperando-o na pista a presidente Dilma, que foi apresentando a sua comitiva.

PS2 – “Este é o Ministro Mercadante, que já foi derrotado duas vezes para governador de SP, quer a terceira”.

PS3 – “Este é o Sérgio Cabral, governador do Estado do Rio, não consegue sair de casa por causa dos protestos. Em homenagem ao senhor, deram uma trégua a ele”.

PS4 – “Vou lhe apresentar meu vice, Michel Temer, quer beijar sua mão, o que o senhor acha? “O Papa concordou, Temer se abaixou, de forma subserviente, como sempre.

PS5 – Dona Marta Suplicy atravessou a faixa, um guarda queria impedi-la. Dona Dilma não deixou, apresentou-a: “Dona Marta, Ministra da Cultura, derrotada duas vezes para prefeita, quer ser derrotada para o governo”.

PS6 – Dom Orani Tempesta se aproximou, Dona Dilma ia dizer alguma coisa, o Papa falou: “Esse eu conheço, vai ser o primeiro Cardeal brasileiro promovido por mim”. E acrescentou, provocando risos: “Se ele aceitar”. O Papa exibe o bom humor e a simplicidade de sempre.

PS7 – Muitos políticos, o Papa não falou com nenhum. Comentadíssimo, Dona Dilma não apresentou o prefeito do Rio. Por quê?

PS8 – O Papa entrou no carro fechado, Dona Dilma fez o gesto de segui-lo, mas o transporte era exclusivo para ele. Que vexame para ela.

PS9 – O vice de Cabral estava, não foi apresentado, como dizer ao Papa, que fala português: “Este é o Pezão”.

PS10 – A primeira parada do Papa foi na belíssima Catedral Metropolitana, no fim da Rua do Lavradio, a cem metros da Tribuna da Imprensa. O Jornal não pôde esperá-lo aberto, ele conhece a história, resistiu a uma ditadura de 7 anos, a Tribuna, a outra de 21 anos.

PS11 – O trajeto foi muito mal planejado, jogando o carro do Papa em lugares de congestionamento, principalmente de pessoas. E aumentando a responsabilidade dos seguranças de fora do carro. Estes não podem ser agressivos nem omissos.

PS12 – Em nenhum momento, o Papa fechou as janelas do carro, beijou crianças. Exatamente às 5 horas, saltou do carro fechado e entrou no papamóvel. Impressionante, sempre alegre.

PS13 – O Papa passou em frente à Petrobras, podia ter abençoado o prédio, a empresa, Dona Graça, servindo indiretamente ao povo, que tem ações do FGTS-Petro.

PS14 – Na Avenida Rio Branco, o Papa via mães com crianças, pedia para irem até ele, beijava-as. Essa mãe jamais esquecerá o fato.

PS15 – O Papa não saltou na Rio Branco, como as autoridades se assustavam. Depois foi para o Guanabara, 2 horas no Rio, sucesso total. Nenhum chefe de Estado tem a receptividade do Papa.

(Transcrito da Tribuna da Imprensa)

Vídeo

O Papa não aceitou as chamadas normas de segurança. Dias depois diria: Me sinto enjaulado no Brasil.  Os que vendem segurança reclamaram. O governador do Rio e outros nem de carro andam. Preferem usar helicópteros.

 

 

 

Quanto vão gastar com segurança na Copa do Mundo? Na Jornada Mundial da Juventude: 58 milhões no Rio. Que a polícia não serve pra nada

CABRAL E PAES VÃO USAR VISITA DO PAPA PARA NEGOCIATAS

Polícia treinada para matar favelados (T.A.)
Polícia treinada para matar favelados (T.A.)

por Anthony Garotinho

A organização e segurança para a visita do Papa Francisco em julho são incumbência do governo federal. Mas é claro que o governo do Estado e a prefeitura do Rio também terão papel importante principalmente na questão do transporte. Agora o que chama a atenção, até do Globo, é que Cabral vai gastar R$ 28 milhões, sem licitação, é claro, e Paes outros R$ 28 milhões, igualmente sem licitação. Dá R$ 56 milhões. Até o Papa vai ser usado para mais uma farra com o dinheiro público.

O BANQUEIRO,  O JORNALISTA, O DEPUTADO E OS R$ 50 MILHÕES POR BAIXO DOS PANOS  

Reprodução do twitter de Jorge Bastos Moreno
Reprodução do twitter de Jorge Bastos Moreno

O jornalista Jorge Bastos Moreno, do Globo, no lugar de escrever bobagens cheias de ódio a meu respeito (para agradar os Irmãos Marinho) nesse caso aí de cima, deveria era ter dado o nome aos bois. Deveria dizer “o banqueiro A” deu R$ 50 milhões para o “deputado B”. Senão a “bomba” jornalística vira bombinha de São João. Mas não é difícil adivinhar a quem ele se refere.

Algo huele podrido en Boston

¿Quién investiga a los investigadores?

This Can’t Be Happening

 

Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández

 

(El siguiente artículo fue escrito el pasado día 22 de abril por Dave Lindorff y actualizado ayer. La actualización se añade al final)

No soy muy amigo de las teorías de la conspiración, pero hay algo que decididamente apesta en toda la historia de los atentados de Boston.

Por lo que estamos leyendo sobre el caso, resulta que el FBI llevaba al menos dos años, que puede que fueran cinco, investigando a Tamerlan Tsarnaev, el hermano mayor de 26 años que murió durante el tiroteo entre la policía y los dos hermanos, Tamerlan y Dzhokar, de 19 años. Habían interrogado ya a Tamerlan en su casa, le habían advertido de que estaban registrando cuanto comía, cuanto miraba en su ordenador, etc. Sabían que había ido a Rusia, Daguestán y Chechenia.

Luego tenemos la cuestión del dinero. ¿Verdad que se nos dijo que Tamerlan había abandonado el instituto público de formación profesional por problemas de dinero? ¿Institutos públicos de formación profesional? Asistir a clase ahí apenas cuesta nada. Eso es lo que les caracteriza: que todo el mundo puede permitírselos. Y, al parecer, ¡sólo estaba yendo a tiempo parcial! Pero, entonces, ¿cómo es que los dos hermanos conducían un Mercedes y llevaban ropas de marca?

Un estiloso Tamerlan y su Mercedes-Benz: ¿un tipo con mala suerte o alguien protegido por el gobierno?

Estamos hablando de dos hermanos, ambos graduados de la escuela pública, con un padre que estaba enfermo y vivía en Daguestán, que había trabajado como mecánico ambulante cuando estaba en EEUU, y una madre que tenía una especie de salón de belleza en casa, y esos chicos vestían ropa estilosa y conducían un coche caro, aunque lo compraran de segunda mano, y que es también terriblemente caro de mantener.

¿De dónde venía todo ese dinero? No lo sabemos. Al parecer, Tamerlan trabajaba repartiendo pizzas durante esa época. Todo eso mientras vivía con su mujer y cuidaba en casa de su hija, que tiene ahora tres años. Se ha dicho que la mujer de Tamerlan, una artista, estaba manteniendo a la familia trabajando de “60 a 80 horas a la semana” como auxiliar sanitaria a domicilio, uno de los trabajos peor pagados que puedas encontrar y por el que a menudo se recibe menos del salario mínimo.

¿Por qué resulta inquietante todo esto? Porque una y otra vez, cuando las tramas terroristas se “interrumpen” y se arresta a los supuestos terroristas, resulta que son unos incautos ineptos a los que provocadores del FBI han dirigido hasta sus “complots”.

Por tanto, ¿acaso este horrendo atentado fue otra de la larga cadena de operaciones encubiertas del FBI que quizá salió mal? O peor aún, ¿fue esto en realidad, como los padres de los Tsarnaev, ahora divorciados y viviendo por separado en Daguestán, están sugiriendo, un montaje de “bandera falsa” de las agencias de inteligencia estadounidenses?

Pero hay más elementos curiosos en todo este asunto. Se ha informado ampliamente, incluso en los principales medios de comunicación locales (al menos en los primeros momentos), de que este año había una presencia policial inusual tanto al principio como al final del maratón –presencia que incluía perros policías detectores de droga- y también, ¡no se lo pierdan!, personal privado de seguridad, según consta, de Craft International, ¡que llevaban el mismo tipo de ropas negras y mochilas negras que se vio llevar a los hermanos Tsarnaev! ¿De qué va todo esto? El parecido entre la ropa que llevaban los hermanos Tsarnaev y la que llevaban los mercenarios de Craft es increíble, hasta las gorras negras con el logotipo blanco sobre la frente (el logo de Bridgestone de Tamerlan no era una calavera pero, desde una determinada distancia, podría haber pasado por lo mismo).

El parecido de la cazadora, los pantalones, las gorras e incluso las mochilas entre las fotos de Tarmelan Tsarnaev (la primera de arriba a la izquierda y la primera de abajo por la derecha) y las de los mercenarios de Craft International Security en la escena (en la fila superior, las dos del centro y la segunda de abajo por la derecha), así como de los agentes de la policía federal del CST (una unidad de la Guardia Nacional) es tan perfecto que permite desafiar cualquier afirmación de que se trata de una mera coincidencia

 

La página web de Craft International describe que la empresa proporciona “el mejor entrenamiento del mundo en armas de combate, seguridad y defensa al ejército, policía, corporaciones y clientes civiles”. Hasta ahora, ninguna entidad, privada o gubernamental, ha asumido la responsabilidad de haber contratado a Craft para prestar servicios durante el Maratón.

Imágenes de presuntos efectivos del personal de seguridad de Craft International antes y después de las explosiones en el Maratón. Fíjense en el atuendo similar entre las ropas y mochilas de los tipos camuflados de la seguridad de Craft y la que los dos sospechosos del atentado. (¡Irónicamente, el tipo de tez oscura de la primera foto –el segundo por la izquierda- fue erróneamente señalado como sospechoso en las fotos de prensa!)

 

Seguramente, si los perros rastreadores hubieran estado haciendo bien su trabajo y no hubieran tenido taponadas las narices, habrían detectado a dos aficionados que supuestamente prepararon dos grandes ollas a presión de cocina llenas de pólvora negra y clavos, que después colocaron en las mochilas y que iban caminando entre la multitud en la línea de meta. La pólvora negra tiene un fuerte olor reconocible y es muy difícil manejarla de forma limpia, algo parecido a utilizar polvos de talco e intentar que no manchen nada (prueben a hacerlo alguna vez).

Para quienes tengan dudas acerca de la afirmación de que los mercenarios de Craft estaban en el escenario, echen un vistazo aquí , y a la siguiente foto con la imagen del logo de la compañía en las gorras.

Mercenarios de Craft en el escenario del Maratón de Boston, llevando las gorras con el logo de la compañía (ampliado aquí)

Y después tenemos también una extraña entrevista en WEEI, una radio con un programa de llamadas de la zona de Boston denominado Dennis & Callahan Morning Show, a partir de una llamada de una mujer de nombre Linda, que afirma que presenció el tiroteo entre los dos hermanos y la policía en el que murió Tamerlan. La mujer, que dice que estaba en casa de su novio en la calle Dexter, en el Watertown, afirma que “corrieron a la parte delantera” de la casa cuando oyeron el sonido de los disparos y las explosiones y “vieron un todoterreno de la policía que atropellaba al sospechoso, al que, después de llevárselo por delante, le dispararon múltiples veces”.

Al aclarar las cosas, en virtud de las preguntas del locutor de la radio, ella dice que Tamerlan fue primero golpeado por el coche de la policía y después añade: “Por lo que vimos esta mañana temprano, me cuesta creer que en realidad le declararan muerto en el hospital, quiero decir que con las heridas que le causaron en la calle, probablemente estaba ya muerto cuando le metieron en la ambulancia”. Continúa sugiriendo que Tamerlan pudo haber sido ejecutado por la policía: “Recuerdo que le dispararon múltiples veces”. Desde luego, “Linda” y su historia podrían ser una farsa total, pero su relato, es totalmente contrario al relato oficial de un Dzhokhar despiadado e insensible atropellando a su propio hermano durante el tiroteo, arrastrándole a lo largo de diez metros por la carretera antes de escaparse a pie del cordón policial (de forma y manera que los perros rastreadores no pudieron seguir su rastro ensangrentado).

Están apareciendo otros testigos del asesinato de Tamerlan. Uno de ellos, Adam Kitzenberg, ya ha acusado a la policía de haberle disparado antes de ser atropellado por la huída de su hermano, y tiene fotos que muestran a los dos hermanos disparando contra la policía detrás de un coche, por lo tanto, “Linda” podría ser una artista del fraude. Tendremos que esperar más pruebas sobre ese tema.

El mismo Dzhokhar, que actualmente está bajo estrictas medidas de seguridad en el Hospital Beth Israel de Boston, donde se encuentra en estado grave con tres heridas de bala y que ha sido interrogado por el FBI antes de que le leyeran sus derechos y le acusaran formalmente, tiene mucha suerte de estar vivo. Cuando le descubrieron, debilitado por la pérdida de sangre, escondido dentro del remolque de una lancha de recreo en el camino de entrada a la casa de un jubilado de la compañía New England Telephone, la policía, llamada por el propietario, David Henneberry, disparó inicialmente varios tiros hacia la lancha tratando de matarle, hasta que un supervisor les ordenó que dejaran de disparar. No se sabe si la bala que alcanzó a Dzhokhar en el cuello, produciéndole una herida que ahora al parecer le impide hablar, era una de las que la policía disparó en aquel momento (la policía afirma que “probablemente” se disparó él mismo).

Será interesante escuchar lo que finalmente tenga él que decir… o escribir, si es que tiene la laringe liquidada. No doy mucha credibilidad a los informes de que está “confesando” ante los federales. Esos mismos informes mencionan que también está sedado, por lo tanto, los entrenados profesionales en hacer cantar de los equipos del FBI estaban en una posición inmejorable para hacer preguntas desorientadoras y conducentes a obtener las respuestas que ansiosamente esperaban de él. Tendremos que esperar para saber algo más, si logra sobrevivir a su cautividad secreta en los vigilados confines del hospital. Mientras tanto, las fotos que siguen apareciendo plantean cada vez más preguntas acerca de quién estaba realmente detrás de los atentados y de qué iba todo.

No sé qué hacer ni qué pensar de tantas rarezas, pero sí estoy seguro de una cosa. Teniendo en cuenta el largo y perverso historial del FBI a la hora de orquestar y financiar complots terroristas a partir del 11 de septiembre de 2001, para poder después explotarlos tanto para pulir su propia imagen como para aterrorizar a la gente, la última organización que debería encargarse de interrogar a Dzhokhar Tsarnaev en el hospital, y de investigar todo lo relativo al atentado, es el FBI. La agencia tiene mucho que explicar sobre sí misma en este extraño caso.

Antes de que el país siga su marcha hasta convertirse en un estado policial, y de que las calles tomadas por la ley marcial se conviertan en la nueva “normalidad”, necesitamos averiguar qué hacía el FBI –y qué hacía Craft International- en Boston y de dónde sacaban su dinero, sus ideas y sus suministros los hermanos Tsarnaev. (Y, a propósito, si usted pensaba que la orden de “no salgan de sus casas” a toda la ciudad de Boston estaba motivado para proteger a la gente, y no como un ejemplo de ley marcial en marcha, miren en este video cómo se actúa sobre el terreno, con los ciudadanos sacados de sus casas a golpe de pistola y la policía como tropas de asalto y no como servidores públicos, gritando órdenes a los aterrados vecinos).

Imágenes que muestran a Dzhokhar Tsarnaev huyendo del atentado del Maratón ¡con su mochila a la espalda!

Ayer escribí un amplio artículo sobre el creciente número de aspectos extraños en el supuesto atentado de los hermanos Tsarnaev en el Maratón de Boston, que incluía interrogantes acerca de dónde sacaba ndinero el hermano mayor, Tamerlan Tsarnaev, que era repartidor de pizzas, y su mujer, que trabajaba como auxiliar sanitaria a domicilio con un salario muy precario, para poder comprar ropas de marca y un Mercedes Benz; por qué la línea de meta del Maraton estaba llena de mercenarios con cazadoras negras de la agencia de seguridad privada Craft International Security y cómo fue que la agencia federal, la agencia policial y la Guardia Nacional consiguieron sellar una ciudad de un millón de almas en sólo unas pocas horas sin ningún plan previo.

Ahora, un tipo listo con una web denominada Underground World News ha encontrado una foto que muestra al hermano menor superviviente, Dzhokhar, huyendo del escenario del atentado. Esa imagen muestra claramente que todavía carga con su mochila, la que supuestamente había dejado atrás para que explotara en medio de la multitud.

Además, la misma foto muestra imágenes, que han circulado ya ampliamente, de la mochila explotada, con un único cuadrado blanco en su parte superior –un diseño que es claramente visible en la parte superior de la mochila negras que llevaba uno de los dos mercenarios de Craft, la misma persona de tez oscura que, irónicamente, fue al principio erróneamente identificado en algún medio importante como uno de los sospechosos.

Y después, la tremenda sorpresa: Otra imagen, que también ha circulado ampliamente, muestra a ese mismo mercenario de Craft huyendo de la explosión de la bomba ¡sin su mochila!

Obviamente, hoy en día se puede hacer photoshop con las imágenes, por eso se aconseja precaución, pero aunque esa imagen de Dzhokhar corriendo es nueva, las otras, las de la mochila después de explotar y la del mercenario de Craft –mostrando ambas ese distintivo cuadrado blanco- estaban ampliamente disponibles desde poco después de que tuviera lugar el atentado.

Como escribí en la cabecera de mi anterior artículo “This Can’t Be Happening!”, el gobierno y los medios tienen una prisa enorme por acusar al capturado Dzhokhan de este horrible crimen y de ejecutarle por él, pero “Algo huele a podrido en Boston”.

Si sólo se tratara del destino de un joven, esa prisa en juzgarle ya sería algo suficientemente inquietante, pero su caso se ha utilizado para justificar un extraordinario recorte de las libertades constitucionales, tanto del derecho a disponer de un abogado como de la imposición de facto de la ley marcial sobre toda una ciudad durante la caza del hombre. Esto hace que sea especialmente importante clarificar y explicar todo lo ocurrido.

Este fotomontaje muestra una escena del video grabado con Dzhokahr abandonando el escenario del atentado llevando su mochila. También muestra a un tipo de la seguridad de Craft con una mochila con el mismo cuadrado blanco que aparece en la mochila que explotó, con otros dos tipos de Craft y ahora no lleva la mochila. Cabría hacer un montón de preguntas….

Dave Lindorff es un veterano periodista de investigación. Ha escrito cuatro libros, el más reciente es The Case for Impeachment (St. Martin’s, 2006). Sus artículos suelen editarse en diversas publicaciones como The Nation, Mother Jones, Businessweek, Treasury & Risk, Rolling Stone y Salon. Habla chino de forma fluida y pasó cinco años como corresponsal en Hong Kong para Businessweek.

 

Fuente: http://www.thiscantbehappening.net/node/1696, actualización: http://www.thiscantbehappening.net/node/1708 

Estados Unidos: De cidadão-jornalista a cidadão-polícia

Em Boston, as autoridades norte-americanas lançaram um inquérito em linha, apelando ao envio de fotos e videos feitos antes e depois das explosões. E juntaram um estímulo ao apelo: 50 mil dólares por qualquer informação que levasse à prisão dos autores do atentado. Os resultados ultrapassaram as expectativas — mais de um milhão de imagens e mais de mil horas de sequências video enviadas pelos cidadãos-polícias.  Pelo meio, manifestações de racismo e acusações infundadas a inocentes. Os media também se portaram mal, mas acabaram fazendo mea culpa. Leia mais 

Propaganda e terrorismo na França

Paz, por Pablo Picasso
Paz, por Pablo Picasso

 

Uma morte, uma chacina, nos países do Primeiro Mundo, pode decidir uma campanha política. Como acontece nas atuais eleições presidenciais dos Estados Unidos e França.

No Brasil não. A morte se tornou coisa banal. O tema segurança sim. Cada eleitor permanece preocupado com a sua própria segurança. A dos outros pouco importa. Isso no país que as empresas de segurança proliferam que nem ninhos de ratos.

Em cada Capital e cidade de grande porte no Brasil existem mais empresas de segurança do que delegacias de polícia. Ou os ricos não confiam na polícia ou a segurança pública vem sendo privatizada.

Nos Estados Unidos incomoda Obama o assassinato de um adolescente negro. Na Franca ganha a eleição quem melhor usar o slogan Ninguém Vai Colocar a França de Joelhos.

 

Pai de uma das vítimas de Merah

 

pede para Sarkozy se calar

 

Abel Chennouf
Abel Chennouf

 

Albert Chennouf, pai de um dos três militares assassinados por Mohammed Merah, pediu nesta terça-feira para o presidente francês, Nicolas Sarkozy, controlar suas palavras ao falar sobre a diversidade do Exército francês.

‘Peço que modere um pouco seu discurso. Eu não sabia que havia muçulmanos, budistas e chineses no Exército. Para mim, meu filho era um soldado. Portanto, por favor, cale-se presidente’, afirmou Chennouf em entrevista concedida ao canal ‘Itélé’.

O pai do militar assassinado se referiu às declarações que Sarkozy realizou ontem na emissora ‘France Info’, onde o chefe do Estado qualificou de ‘muçulmanos, em todo caso de aparência’, dois dos três militares assassinados por Merah entre 11 e 15 de março em Toulouse e Montauban.

 

Sarkozy no Brasil
Sarkozy no Brasil

Sarkozy recebe críticas ao evocar

 

‘muçulmanos de aparência’

 

Sarkozy caracterizou de “muçulmanos na aparência” dois dos três soldados mortos pelo jovem jihadista Mohamed Merah em Toulouse e Montauban. A oposição, indignada, criticou.

Ao denunciar as observações contra o Islã feitas pela candidata de extrema-direita Marine Le Pen no domingo sobre os assassinatos cometidos por Mohamed Merah, Sarkozy disse nesta segunda-feira à rádio France Info: “As comparações não têm significado algum, quero lembrar que dois dos nossos soldados … como posso dizer … muçulmanos, pelo menos na aparência, já que um era católico, mas de aparência”.

“Esta expressão, além de ser uma estupidez inimaginável, é claramente racista!”, reagiu o Partido Comunista, que em um comunicado considerou a declaração “uma provocação inaceitável”.

“Como o presidente da República chega a confundir, se não tiver feito de propósito, questão de fé e cor da pele?”, questionaram os comunistas.

A equipe de campanha do socialista François Hollande também afirmou que Nicolas Sarkozy conseguiu “resumir em uma frase todo o preconceito sofrido por muitos franceses, que são discriminados constantemente por sua origem ou religião presumida”.

O presidente, no entanto, “recusou-se a vincular a imigração ao drama de Toulouse”, lembrou em comunicado a equipe de Holland.

“A República não reconhece aparência. Já é tempo de Nicolas Sarkozy fazer o mesmo e parar de usar palavras que dividem”, conclui o comunicado assinado por Mireille Le Corre, responsável pelas questões de imigração.

Os três paraquedistas franceses mortos por Mohamed Merah são Imad Ibn Ziaten, de 30 anos, e Abel Chennouf, de 25, ambos no dia 11 de março em Toulouse, e Legouade Mohammed, de 23, no dia 15 de março em Montauban.

 

La fabrique sociale de la violence

 

Par Xavier Crettiez, professeur de science politique et chercheur

La tache est difficile de vouloir expliquer  l’acte terrifiant de ce jeune Toulousain, responsable de la mort de sept personnes abattues froidement, à l’arme de poing. Au-delà de l’émotion qui emporte toutes les tentatives d’explication souvent lues comme de vaines tentations de justification : la question demeure : comment comprendre  le surgissement de cette violence brutale dans nos paisibles démocraties ?

Comment interpréter cette banalité outrageante du mal qui s’exprime derrière le visage rieur du jeune tueur ? Monstre ou bourreau ordinaire ? Psychopathe sadique ou paumé endoctriné ? Jeune désoeuvré fasciné par un mythe révolutionnaire djihadiste ou simple exécutant instrumentalisé d’un combat qui le dépasse ? La mort du principal intéressé ne permettra pas d’apporter les réponses attendues et il faudra du temps pour que les enquêteurs se fassent une idée précise du cheminement qui a pu conduire à ce geste fou. Au-delà des cas d’espèce, essayons de  poser quelques jalons pour une réflexion plus générale sur cette fabrique terrifiante de la violence.

Plusieurs registres explicatifs peuvent être mobilisés. Certains, les plus avancés, ne sont pas toujours satisfaisants. Le premier consiste à psychologiser à outrance une geste criminelle peu lisible. On aurait à faire  à un psychopathe, un fou, au mieux, en guise d’explication, un sadique, prenant plaisir à tuer  comme l’attesterait un comportement distant et sans empathie pour ses victimes. Ce type d’explication est le reflet d’une pensée limitée qui dépolitise l’événement, le discours est pratique : enfermons les fous, nous n’aurons plus de violents ! Il ne permet pas non plus de dire  pourquoi tous les dérangés, dépressifs ou schizophrènes ne finissent pas tueurs de masse. Or l’histoire a montré que des hommes ordinaires pouvaient se muer  en criminels de guerre sans que une santé mentale altérée.

L’autre explication, plus sociologique, fait état des déterminismes lourds qui permettraient de “profiler” un portrait de tueur : l’origine familiale, l’appartenance genrée, les choix sexuels, les lieux de vie, le rapport à l’institution scolaire, la précarisation sociale etc. permettraient de tracer  des portraits types d’acteurs violents. Si on peut trouver  des similitudes biographiques chez les criminels étudiés, comment comprendre que des millions d’autres individus aux caractéristiques semblables ne versent pas dans une carrière criminelle ?

Il nous semble important d’évacuer les déterminismes faciles, les explications causales simplistes pour préférer une approche compréhensive plurielle qui tente de saisir les raisons de l’action. On fera intervenir  quatre grands registres explicatifs dépendants les uns des autres. On insistera d’abord sur les effets de la socialisation qui structure à la fois la personnalité des acteurs combattants et leur offre les moyens pratiques du passage à l’acte violent. Le cadre familial, l’environnement amical ou certains acteurs institutionnels pourvus d’une forte autorité et légitimité (religieuse par exemple) ont un rôle déterminant sur la construction intellectuelle du jeune, lui offrant des modèles de référence, des encouragements tacites à l’usage de la violence, un cadre de confort à l’expression belliqueuse.

Plus encore lorsque, comme Mohamed Merah, on évolue, à l’occasion de ses séjours en Afghanistan et au Pakistan, dans un univers où l’affirmation de la haine du juif et du croisé relève de l’évidence, où l’usage des armes paraît normal, voire valorisé, où l’affirmation d’une culture  violente est partagée par tous, le choix du crime pensé comme  politique semble presque naturel.

La deuxième variable explicative du basculement dans la haine est celle du cadre cognitif, c’est-à-dire l’environnement intellectuel, idéologique, doctrinal, voire affectuel, dans lequel baigne le jeune “militant”. S’il ne faut pas exagérer la cohérence idéologique des acteurs violents et surtout le passage mécaniste entre idéologie et action, il faut s’intéresser aux “traducteurs de sens”, ces organisations ou institutions qui vont  offrir à un jeune sans repères une lecture simplifiée de son environnement, lui “bricoler” une boussole cognitive séduisante et pas trop complexe à manipuler.

Le rôle de certains passeurs de message, qu’ils prennent la forme d’organisations structurées à l’image des groupes terroristes ou d’individualités déterminées pourvues d’une assise institutionnelle, est central. Mais l’idéologie ne fonctionnera que si elle rentre en résonance avec l’expérience vécue du jeune, que si elle vient confirmer aux yeux de l’apprenti militant une situation d’injustice ou d’oppression ressentie, permettant d’alimenter des émotions négatives comme la haine, le dégoût, la colère. Cette connexion entre idéologie et ressenti affectif passe par la confrontation avec un “choc moral”, une expérience vécue comme insupportable et suscitant une répulsion telle qu’elle transforme ce qui relève du possible (devenir violent) en un quasi-devoir (sacré).

Le rôle de films ou de récits collectifs, de photos ou d’images va s’avérer déterminant en confrontant un jeune endoctriné à une réalité vécue et insoutenable. C’est ici que la propagande sur le Net ou au sein de réseaux militants acquiert toute sa dimension formatrice, présentant un monde binaire fait d’ennemis absolus résolus à venir à bout de croyants méritants. Le sentiment d’injustice parfois ressenti (échec à l’intégration dans l’armée, condamnation jugée “injuste” à une peine de prison) peut participer à la construction de ce choc moral.

Troisième élément du puzzle compréhensif de la radicalisation violente, on évoquera les aléas de la biographie de l’acteur meurtrier, quitte à parler de la progressive construction d’une carrière criminelle. Rares sont en fait les tueurs isolés, sans soutien, agissant pour leur seule gloire ou pour “laisser une trace” noire de leur passage sur terre (les fameux “loups solitaires” évoqués par les criminologues anglo-saxons).

De la même façon, rares sont les basculements soudains et inexpliqués dans la violence la plus froide, sous l’emprise d’une colère immédiate et irraisonnée. On pénètre progressivement dans la violence, on s’y acclimate, on la domestique grâce à des rencontres-clés, des interactions décisives. La jonction entre une organisation et un acteur disponible à un moment donné est déterminante. Souvent jeunes, sans enfants, peu insérés professionnellement, les militants djihadistes sont de fait disponibles et deviennent d’autant plus facilement des recrues de choix qu’ils évoluent dans des univers sociaux où la rencontre avec des organisations politiques est possible (banlieue communautarisée, réseau religieux radical, fondamentalisme en prison).

Le rôle du tuteur (un caïd de prison, un imam ou… un frère), qui met en contact l’acteur novice, le forme, est important non seulement parce qu’il offre un pied d’entrée dans la violence mais aussi parce qu’il magnifie l’acteur violent en devenir, qui prend confiance en lui, renforce sa radicalité dans l’entraînement avec ses frères d’arme. C’est en “jouant” à devenir  violent (dans des camps d’entraînement) qu’on le devient, désireux de ne pas faillir, de mériter son statut d’élu, une fois la commande du meurtre passée. Le rôle fascine celui-là même qui l’endosse, attaché à son double identitaire guerrier, devenu au bout d’un moment incapable de faire machine arrière et persuadé de sa pleine légitimité.

Enfin, on ne saurait passer sous silence ce que les sociologues appellent les incitations à l’activisme. Bien sûr, dans le cas présent, on n’évoquera pas des incitations matérielles, réelles dans des pratiques meurtrières politiques en apparence désintéressées ou extrêmes. Mais parler  de rétributions symboliques n’est pas exagéré, du point de vue de l’acteur violent. Celui-ci ne l’affiche pas, mais le narcissisme de son geste parle pour lui (l’usage de la caméra, destinée à jouir de son propre spectacle ou/et à alimenter  la filmographie islamiste). Devenir Dieu, c’est-à-dire juger  seul et sans entrave du devenir de sa victime, relève d’un délicieux sentiment de toute-puissance ressenti par le tueur solitaire.

L’incitation s’exprime aussi dans la notoriété dont bénéficie le meurtrier, devenu ennemi public numéro un. Vertige narcissique prodigieux que de voir  son nom affiché partout, mobilisant les plus hautes sphères de l’Etat honni, par son seul activisme, ancré dans sa certitude de combattre  une masse hostile. Enfin, on pourrait prendre  au sérieux les croyances du criminel et penser que le statut de martyr relève d’une incitation à l’activisme violent. La promesse d’une vie éternelle dans l’au-delà et d’une notoriété ici-bas peut satisfair  celui qui possède peu de perspectives d’épanouissement.

In Le Monde


Wall Street ocupada e preocupada

O governo dos Estados Unidos para justificar sua política externa e interna criou os famosos alertas de ameaça terrorista. Um clima de medo que popularizou e reelegeu Bush. Obama segue a mesma estratégia de propaganda. Mas todo terrorismo estatal tem seus efeitos colaterais inesperados. O que era para atemorizar a classe média, bastou um simplório acampamento de indignados para tirar o sossego dos 1% mais ricos. É o que comprova Juan Gelman:

A Ocupar Wall Street merece ya el nombre de movimiento nacional: se ha extendido a decenas de ciudades importantes de EE.UU. con idénticas consignas, consigue apoyo sindical y estudiantil. Es un movimiento pacífico, como prueba la reacción de los ocupantes de Oakland: el martes respondieron con una marcha sin mayores incidentes al brutal ataque policial contra su campamento que terminó con cien arrestos y un agredido baleado y en estado de coma. Es pacífico pero no pasivo y el miedo empresarial pasa sigiloso por las calles del centro financiero más importante del mundo.

Es notorio que estos indignados se declaran representantes del 99 por ciento infortunado de la población estadounidense y que sus reclamos están dirigidos al opulento uno por ciento del país. Forbes invitó a varios multimillonarios de sus listas a visitar de incógnito a los reunidos en el Parque Zuccotti, ahora de la Libertad, para conocer de primera mano las demandas de los ocupantes. Sólo aceptó Jeff Greene, magnate del negocio inmobiliario al que la revista le calcula un capital de 2100 millones de dólares, y éste fue su comentario: “Por ahora es como una manifestación estudiantil, una muestra de la frustración de la clase media, pero podría eventualmente desembocar en la violencia, el próximo paso a temer”

Hay, sin embargo, seres felices en medio de esta paranoia: los fabricantes de dispositivos de seguridad y los directores de las agencias del ramo. Ejecutivos de bancos, compañías financieras y aseguradoras llaman cada vez con más frecuencia a las firmas que se ocupan de proporcionar seguridad. Paul M. Viollis, confundador de Risk Control Strategies –que vende protección a algunos de los ejecutivos más importantes de Wall Street–, espera “duplicar con creces sus ingresos este año” (www.nytimes.com, 18/10/11). Christopher Falkenberg, director de Insite Security, dice que los suyos aumentarán un 40 por ciento. Las tarifas son picantes.

Un guardaespaldas fornido y entrenado del “servicio profesional de protección” puede costar 200 dólares la hora y un chofer full-time hasta 150.000 por año. La vigilancia de locales y oficinas se cobra por metro cuadrado y el precio de un sistema completo de seguridad para viviendas oscila entre los 100.000 y 1,5 millón de dólares. Se ofrecen –y se venden– además ventanales a prueba de balas y artefactos de vanguardia como cerraduras biométricas que sólo se dejan abrir si la huella digital es la correcta, cámaras de infrarrojo que graban aunque la oscuridad sea total y sensores especiales que detectan movimientos de algún posible intruso. La panoplia es amplia. Y cara.