Emprego motel virou sofrimento dos brasileiros

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ALTA ROTATIVIDADE

 

O ditador Castelo Branco, em 1964, acabou com a estabilidade no emprego. E com o governo de Fernando Henrique, que rasgou a CLT de Getúlio Vargas, foi pro brejo o emprego fixo. Hoje todo emprego é temporário, com ou sem carteira assinada.

 

Quem tem um emprego precário, que projeto pode fazer para o futuro? Não ter nenhuma esperança significa matar todos os sonhos. O que resta é lutar, ir para as ruas, protestar, reivindicar o direito de ser feliz.

Diretoria governista do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco confessa que governou sem ética

Veja a propaganda da chapa comandada pelos jornalistas secretários de Eduardo Campos e patronato:

Sinjope

Existem grandes nomes, agora indicados, que vão ter muito trabalho pela frente. Começa por proibir as chamadas “visitas humanitárias” a jornalistas presos, para oferecer atestado falso de prisão especial cinco estrelas, e testemunhar cegamente que não viu nenhum sinal de tortura física ou psicológica.

Idem. Denunciar e pedir a condenação de policiais que prendem e arrebentam jornalistas no exercício da profissão, incluindo blogueiros, e todo os que, com o salário da fome e do medo, trabalham nos meios de comunicação de massa.

A chapa governista é composta de 22 nomes. Nós da aposição apenas onze. Não foi possível contatar mais sindicalizados. Até hoje a atual diretoria – coisa de coronelismo dos tempos dos votos de cabresto, dos votos de marmita e das urnas prenhas – não entregou a lista de votantes. Tivemos apenas quatro horas para formar uma chapa e registrar.

O ditador Castelo Branco acabou com a estabilidade no emprego. Os empregos hoje são precários e temporários.

Tivesse existido tempo hábil,  a Chapa Você Sabe Porquê  seria composta com 22 nomes. Ou mais. Se fosse permitido por lei.

Como todo emprego é temporário, a chapa sindical evita certas demissões solicitadas pelas Salomés.

Os togados possuem estabilidade eterna. Mesmo quando praticam crimes.

Até a danada da aposentadoria especial do jornalista foi cassada por Fernando Henrique, quando no Brasil existe todo tipo de aposentadoria para beneficiar os lá de cima. Inclusive aposentadorias herdadas pelas filhas maiores de idade. Aposentadorias que muitas vezes passam para os netos e netas.

O Conselho Fiscal vai ter uma trabalheira danada, na auditoria das contas do Sindicato. E tem que investigar a transformação da sede do Sinjope em um depósito de lixo:

 

 

Primeiro de Maio no Brasil festeja o salário mínimo que não passa de 300 dólares


Mais de cem milhões de brasileiros – a metade da população – estão desempregados. Vivem de biscates, esmolas e bolsa-família. Têm um rendimento mensal máximo de 270 reais. Coisa de 150 dólares.

A maioria dos trabalhadores, aposentados e pensionistas recebem o mínimo de 610 reais. Isso é menos de 300 dólares.

 

Não existe mais emprego fixo. A estabilidade no emprego foi cassada pelo ditador Castelo Branco, para a alegria dos presidentes pós-ditadura.

Todo emprego é temporário. E pra lá de precário. Mas apesar desta realidade cruel, as ricas centrais dos trabalhadores realizaram festas, shows e até churrasco. Gastaram milhões. Coisa de dinheiro fácil. E sem prestação de contas. Dinheiro nosso, via governo da União.

O G1 da Globo mostra como foi. Para tanto, várias equipes de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas produziram páginas e mais páginas de notícias. Milhares de fotos. Dezenas de filmes. Veja  

España. “La reforma laboral nos devuelve a relaciones paternalistas y de servidumbre”

Entrevista a Héctor Illueca y Adoración Guzmán, autores de “El Huracán neoliberal. Una reforma liberal contra el trabajo”

¿Pensáis que con la reforma se liquida el Derecho Laboral? Alberto Garzón y Juan Torres hablan en un artículo de “voladura controlada”

El Derecho del Trabajo nace para gestionar el conflicto dentro de la empresa, es decir, otorgar a la clase trabajadora ciertas prestaciones en un contexto de explotación capitalista. Con la reforma (especialmente, al dinamitar la negociación colectiva) se ha roto este sistema de regulación; se pretende, así, llevar al punto máximo la explotación de la fuerza de trabajo. Lo que no está tan claro es que la liquidación del derecho laboral sea “controlada”, pues se les ha ido la mano. Es más, las consecuencias ciertamente no las han previsto. Van a producirse unos niveles de conflictividad imposibles de gestionar si no es desde salidas autoritarias.

Pasamos “Del derecho al trabajo a la libertad para trabajar”, afirmáis en un capítulo del libro. ¿Qué supone este cambio?

El derecho al trabajo implica el reconocimiento de ciertas prestaciones y garantías jurídicas. Supone un paso adelante frente al liberalismo absoluto. Pero ahora nos encontramos en una situación en que se pierde este derecho y se reconoce, como mucho, la libertad para trabajar (si es que uno encuentra trabajo). Sin embargo, más allá de lo que dice el libro, nos adentramos en un sistema semifeudal en que el trabajador vende su persona. Caminamos, de hecho, a un sistema de servidumbre y vasallaje dentro de las empresas.

También explicáis en el libro otro cambio: “El fin del derecho del trabajo y el nacimiento del derecho del emprendedor”. ¿Qué significa?

Esto es, en términos orwellianos, “neolengua” pura y dura. En otras palabras, se hace servir el lenguaje para confundir a la gente y crear una nebulosa ideológica. Cuando hablan de “emprendedor” están refiriéndose al empresario capitalista. En puridad, el término “emprendedor” procede del Derecho de la Unión Europea y designa a los autónomos. Pero la reforma laboral identifica, de manera muy burda, a los empresarios con emprendedores, al crear un contrato nuevo “de emprendedores” para las empresas de menos de 50 trabajadores. Dentro de estos límites caben el 99% de las empresas españolas. Todas ellas, siguiendo el razonamiento, estarían gestionadas por emprendedores.

No Brasil tudo começou com o ditador Castelo Branco, que acabou com a estabilidade no emprego e criou,  como compensação, o FGTS. Os governos pós-ditadura, notadamente o de Fernando Henrique, rasgaram a CLT, e colocaram no lixo todo e quaquer direito do trabalhador.

NO FGTS, o dinheiro do trabalhador cresce feito rabo de cavalo, sem a correção monetária de um precatório devido a um togado, para um exemplo.

Acabaram com a semana inglesa, o feriado do domingo, as horas extras pagas em dobro, e fundaram o banco de horas, o único banco que o trabalhador tem crédito.

Não existe mais emprego fixo. Todo emprego é precario, e imperam o assédio moral e o assédio sexual.

Depois dos 35 anos vai ficando difícil arranjar trabalho. E as vagas anunciadas pelas grandes empresas são para peões, que recebem o salário mínimo do mínimo.

Para os donos de canudos universitários, as multinacionais pagam o salario piso. Pisoteado piso.

Os altos cargos das empresas, desnacionalizadas, são exercidos por estrangeiros.

A vida da classe média tem sido assim: dois ou três anos em um emprego  temporário, e  um ou dois anos batendo calçada. Tudo é difícil.

Tudo sobe e os salários congelados

Por que o povo não apoia greve da polícia?

A polícia costuma bater nos trabalhadores. Reprime os grevistas e os movimentos sociais.

A polícia bate no povo. O “episódio do Pinheirinho”, em São José dos Campos, e outras chacinas como Carajás, Candelária e Carandiru são bem representativas.

A polícia chega nos morros do Rio, nas favelas das cidades brasileiras, sempre atirando, derrubando portas, espancando, estuprando, no prende e arrebenta da ditadura que continua. A ditadura dos banqueiros e dos piratas das empresas e indústrias estrangeiras.

A polícia trata os sem terra e os sem teto como animais.

Soldado tem que se lembrar sempre que é povo. Que será sempre da camada mais baixa da hierarquia policial. Ganha mais que um salário mínimo. Dois ou três salários mínimos, isto é, o salário piso de várias categorias profissionais formadas por nossas universidades públicas e privadas. E tem o direito de estabilidade, quando todos os empregos das empresas privadas passaram a ser temporários e precários. Não existe mais emprego fixo.

Como conseguir o apoio do povo? Metade da população pena com um rendimento mensal de 370 reais.

Ou da maioria dos trabalhadores?

O soldado não bate nos grevistas do Fisco nem do Judiciário.

Esta falta de apoio às greves justas dos praças, em vários Estados brasileiros, constitui uma lição que soldados, cabos e sargentos precisam aprender.

Os oficiais da Polícia Militar apoiam às escondidas os grevistas: por causa do gatilho salarial. Eles serão os principais beneficiados.

O povo continuará na mesma. A baixo da linha de pobreza, e perseguido pela polícia e pela justiça PPV.

OS POLÍTICOS

A esquerda extra-governamental brasileira, PSOL e PSTU, apoia a greve da polícia militar baiana, que continua a ocupar a Assembleia Legislativa, enquanto o número de mortos causado pela onda de violência já ultrapassou os cem.

PSTU considera que “os policiais lutam pela melhoria nas suas condições de trabalho” e acusa o governador do estado (Jacques Wagner, do PT) de procurar criminalizar os grevistas tratando-os como delinquentes. Para o PSTU, a solução passa pela retirada da Força Nacional deslocada para o estado da Bahía, considerando que a sua chamada visa “não a segurança do povo pobre, mas garantir a segurança para os milionários negócios da burguesia comercial e da grande indústria do turismo e do entretenimento no verão”, o que vai significar “um aumento da repressão e violência, um banho de sangue pode acontecer”. O PSTU defende “todo apoio e solidariedade a greve dos policiais” e “uma greve geral unificada de todas as associações de policiais”.

EXEMPLO DE PORTUGAL

Recentemente, as Forças Armadas de Portugal mandaram um aviso para o Governo: não iriam para as ruas reprimir o povo nas passeatas dos indignados, nem nas greves sindicais.

Deu a louca na imprensa golpista

Editorial hoje do Diário do Comércio

Vivendo no mundo da lua

O que o Brasil de hoje nos leva a crer é que estamos mesmo acima da crise econômica internacional e vivemos as delícias do “mundo da lua”:  sem preocupações, apenas filosofando e tratando de temas sentimentais e até mesmo históricos. Um verdadeiro” spa” mental!

Até parece que não temos uma das maiores cargas fiscais do mundo. Muito menos se nota que nossa legislação trabalhista a cada momento se torna mais onerosa para o empresário e faz retrair cada vez mais o mercado de trabalho. As contas são lidas pelas autoridades econômicas  com otimismo e mil justificativas para os dados verdadeiramente preocupantes.

Enquanto isso, o grevismo inconsequente, e justamente dos mais protegidos e bem remunerados, corre solto e impune. O país é presa fácil de um sindicalismo que já não sobrevive no mundo responsável de hoje em dia.

Reformas, avanços modernizantes, retiradas de entraves a importação, exportação, movimentação de capitais, segurança nos portos e estradas, nada mais é aventado. Resta a presidente Dilma, que reage, mal ou bem, ao saque dos aliados políticos, ocupam de má fé ministérios. Mas nem é tão rigorosa com os íntimos.

Queremos crescer sem investir em  estradas, portos, aeroportos e fontes competitivas (e limpas) de energia. As obras do governo federal, que se acredita do mais alto interesse nacional, são barradas por índios, ambientalistas e supostos herdeiros de quilombos, na sua maioria imaginários. Se existissem os mais de mil, reivindicados no pequeno – mas produtivo – estado de Santa Catarina, não teria havido escravidão por ali.

O Congresso Nacional  discute projetos eleitoreiros, apenas  se preocupa com a liberação de emendas e a crise vai se agravando… Nada é feito de concreto para defender as contas públicas dos rombos do sistema financeiro, que são estranhamente absorvidos pelos bancos oficiais.

Por outro lado, a dívida dos estados exige uma reavaliação e repactuação. Os juros são altos demais, as dificuldades para a liquidação dos débitos é imensa, mas vai se empurrando o problema com a barriga, como se diz popularmente. São bombas que, ao contrário do que ocorria no passado, explodem com muita velocidade. Não compensa mais enganar e protelar decisões.

A volta da  inflação é um fato. A qualquer momento pode haver uma fuga de capitais do mercado financeiro – e é bom lembrar que a retomada da confiança demora.

Em termos de posições políticas no campo internacional, nos fartamos de errar ao longo deste ano. O que, no fundo, ajuda a conter esta onda de simpatia que tanto tem nos ajudado. Sem falar no revanchismo em relação aos militares, o que, em primeiro lugar, é algo impatriótico e injusto.

Vamos aproveitar o clima  de virada de ano e colocar os pés no chão. Temos de agir – e não de tolerar esta conversa de gente irresponsável, que sabota patologicamente o Brasil, pela via das restrições ambientais, das decisões judiciais, das regulações hostis ao empreendedor e desta fúria fiscal, que, de muito, ultrapassou os limites da paciência empresarial. Não temos o direito de interromper um ciclo, que, apesar dos pesares, tem sido positivo para nós.

“O grevismo inconsequente, e justamente dos mais protegidos e bem remunerados”:   os marajás e Marias Candelária do judiciário, do fisco, da polícia. Os que deveriam combater a corrupção – os que investigam, fiscalizam, prendem e condenam. Todo supersalário, além do teto constitucional, é desvio de dinheiro, desfalque, apropriação indébita, crime contra o erário público, coisa de quadrilheiro: quem paga também recebe salário régio.
Greve é a cessação colectiva e voluntária do trabalho realizada por trabalhadores com o propósito de obter benefícios, como aumento de salário, melhoria de condições de trabalho ou direitos trabalhistas, ou para evitar a perda de benefícios.
Isso acontece adoidado com quem recebe o salário mínimo ou o salário piso. Começou com o ditador Catelo Branco que, em 1964, cassou a estabilidade no emprego, e com o rasga da CLT no governo Fernando Henrique. Não existe mais emprego fixo. Com ou sem carteira assinada, todo emprego é temporário.
“Queremos crescer sem investir em  estradas, portos, aeroportos e fontes competitivas (e limpas) de energia”. O jornal golpista não pede nada para o povo.
Nenhuma obra que melhore a qualidade de vida dos 99% dos brasileiros. Quer um crescimento que apenas beneficia o capital especulativo, os piratas estrangeiros, os traficantes de moedas. Nada para o povo. Nenhuma reforma de base. Nenhum investimento em educação, saúde, moradia popular.
“Índios, ambientalistas e supostos herdeiros de quilombos, na sua maioria imaginários” e outros da ralé e dos movimentos sociais são os inimigos do Brasil, os terroristas da guerra interna decretada pelo general Golbery.
“Revanchismo em relação aos militares, o que, em primeiro lugar, é algo impatriótico e injusto”. Essa defesa da ditadura de 64 é puro saudosismo  dos tempos de chumbo, da tortura que continua nas delegacias, das chacinas dos sem terra, dos sem teto pelas milícias, paramilitares que ensanguentam o Brasil.
“Existe uma percepção de influência  de radicais maior do que a conta mostra, inclusive nas agências reguladoras e na gestão das greves. Tudo isso acaba se refletindo na credibilidade nacional”.
Qualquer movimento dos indignados deve ser punido. Existe um povo encoberto: 500 mil prostitutas infantis, o tráfico humano, os milhões de brasileiros exilados pelos quatro cantos do mundo como emigrantes ilegais, os salários mínimos, os mortos de fome, os marginalizados. Existe o tráfico: de pessoas, de moedas. “Tudo isso não acaba se refletindo na credibilidade nacional”.
É, “apesar dos pesares, não devemos interromper um ciclo, que começou em 1964, e que tem sido positivo para nós”. Nós, as elites,

Estudar em uma universidade para receber o salário piso

Acorda, bicho! Estás estudando para receber um salário piso?

O salário piso, o salário pago pelas ex-estatais que foram leiloadas (doadas) por Fernando Henrique e Lula da Silva.

Desperta. Depois de formado, qual vai ser teu salário de bacharel?

Será um salário digno?

Esse teu futuro emprego vai durar quanto tempo?

Todo emprego no Brasil é temporário. Que a estabilidade foi cassada pelo ditador Castelo Branco, em 1964.

Apenas o funcionário público tem emprego fixo.

E depois dos 35 anos, arranjar emprego não é fácil. Mais difícil que o primeiro emprego.

Ô da poltrona!

Brzezinski: QUE EL MUNDO DESPIERTE ES LA PEOR PESADILLA PARA EL PODER

La humanidad estamos siendo engañados, esclavizados y manipulados por una pequeña élite de familias de poder organizadas en diversas estructuras que dominan a casi todos los países del planeta desde hace generaciones. Estas familias y sus organizaciones son las inductoras y responsables de casi todas las desgracias y penurias que acaecen en nuestras angustiadas vidas. Sin embargo, aunque dominen los ejércitos y las fuerzas de seguridad que les protegen, ELLOS nos tienen miedo, realmente son débiles y vulnerables. Su mayor MIEDO es el DESPERTAR de la población, el hecho de que las masas salgan de la ignorancia y el engaño en el que nos tienen sumidos, el salir de la MATRIX mental en la que vivimos encerrados.

Este medo existe. Eis porquê a polícia bate nos indignados.

Um bode que só pensa no embalo de sábado à noite não incomoda ninguém.
Uma vaca sentada só faz dar leite e carne para os outros.

Ô da poltrona, você acha justo a maioria dos trabalhadores, dos aposentados, dos pensionistas receberem 545 reais, o segundo pior salário mínimo da América do Sul?

Você chama de cristianismo mais da metade da população brasileira ter um rendimento de 375 reais?

Leia. Ser bem informado é importante. Clique aqui. Pense.

Jornal das oito desin-forma cordeirinhos. Não sejas medíocre!
Jornal das oito desin-forma cordeirinhos. Não sejas medíocre!

Ter uma opinião favorável é uma ação passiva. Sei dos males do cigarro, mas fumo.

Ter uma atitude favorável é ficar sentado no muro, na poltrona.

É precisa mudar o teu comportamento. Agir. Partir para uma ação ativa.

Seja bem informado!
Seja bem informado!
O conhecimento liberta.

A velhice no Brasil começa aos 40 anos

Para sofrer, o brasileiro não precisa esperar nenhum amanhã.
Nenhuma empresa oferece emprego para quem tem mais de 35 anos.

No Brasil não existe mais emprego fixo. A estabilidade foi cassada por Castelo Branco em abril de 1964.
Que fazer depois dos 40 anos?
Em um país que não tem salário desemprego, nem salário cidadania, significa fome, miséria, vida de pária.

Fernando Henrique disse que os velhos eram malandros. E esticou o tempo de aposentadoria dos 60, quando começa a velhice, para os 65 anos, quando se é idoso.

E tem gente malvada no governo que propõe alongar mais ainda esse tempo de espera. Que a aposentadoria comece com a ancianidade: aos 70 anos.

Eta Brasil cruel.

Milhões de brasileiros estão dentro do bolsa família. Uma esmola que não alimenta uma pessoa, quanto mais uma família. Que milagre faz um pobre diabo com menos de 5 dólares por dia?

A grande maioria dos brasileiros – os assalariados, os aposentados, os pensionistas – recebe por mês 545 reais. Isso não dá 10 dólares por dia.

Esse “amanhã pode ser você” do Correio Braziliense é um recado para a classe média, que se contenta, resignada, com o pisoteado piso nos empregos temporários.
É isso aí. Amanhã não tem mais. Não tem mais amanhã para quem tem 40 anos.

 

 

Só empregado público tem estabilidade no emprego

Eta jornal enganador!
Insinua que o comércio e a hotelaria possuem vagas que não são temporárias.

Não mais existe emprego fixo no Brasil. A estabilidade foi cassada pelo ditador Castelo Branco em 1964.
Estamos perto de, democraticamente, comemorar meio século de empregos precários.

Empregos sem futuro. Você dorme empregado, e pode acordar no olho da rua.

Velho empregado só de brincadeirinha

Depois que a ditadura de 64 cassou a estabilidade no emprego, e do rasga da CLT por Fernando Henrique e Lula da Silva, todos os empregos passaram a ser temporários. E assim começou a troca do empregado com mais de 40 anos por um mais baratinho de 20.

Trabalhador de cabelos brancos ou careca só de brincadeirinha. Veja só que piada:

Treinamento simula em jovens sensação de ser da ‘terceira idade’
Treze jovens que trabalham com supermercados vestiram luvas para perder o tato, óculos para enxergar menos e faixas para sentir o que é uma artrite”.

Quem disse que o velho, quem tem 60 anos, ou o idoso, quem tem 65 anos, ou mesmo o ancião, quem tem mais de 70 anos, perde os sentidos? Isso é escárnio.

“Trabalhadores do setor de supermercados tiveram nesta quarta-feira (14) em São Paulo uma experiência que provavelmente não vão esquecer nunca mais”. Deviam os jovens ficar preocupados com o futuro. Nas empresas que trabalham não existem velhos. E que eles amanhã também estarão desempregados. Que não existe mais emprego fixo no Brasil. Todo emprego é temporário