Rolezinhos na Europa. Os emigrantes

refugiado arame

Para onde devem ir os nativos dos países invadidos pelas nações atômicas, principalmente nas guerras pelo petróleo árabe e minérios na África Negra?

A imposição dos colonizadores: que permaneçam em campos de concentração, eufemisticamente chamados campos de refugiados.

O Brasil tem o Exército ocupando o Haiti, mas não quer mais negros aqui. Os pobres haitianos estão sendo barrados em nossas fronteiras.

Retirantes do Iraque
Retirantes do Iraque
Retirantes da Síria
Retirantes da Síria
Retirantes de Rwanda
Retirantes de Rwanda

lacroix. emigrante França

«Les Européens croient que tous les migrants veulent s’installer en Europe, c’est faux»

Pour Catherine Wihtol de Wenden, directrice de recherche au Centre d’études et de recherches internationales de Sciences-Po, spécialiste des questions migratoires, l’immigration peut être une chance pour l’Europe. Entretien

 

refugiado indignados barraca

La Croix : Que représente, pour l’Europe, l’immigration venue du Sud de la Méditerranée ?

Catherine Wihtol de Wenden : Le monde se divise en espaces migratoires régionaux et, pour ce qui est de l’Europe, elle fonctionne depuis très longtemps avec la Méditerranée. Pour des raisons historiques, géographiques, sociales et culturelles, l’essentiel des migrants en Europe vient de la rive sud, de Syrie, d’Égypte, du Proche-Orient, de Turquie, du Maghreb…

Il y a une complémentarité entre le nord et le sud de la Méditerranée. Au nord, l’âge médian est de 40 ans et, au sud, de 25 ans. Au nord, plusieurs secteurs – garde des personnes âgées, construction, ramassage des fruits et légumes – constituent des niches qui correspondent à une offre de main-d’œuvre dans les pays du Sud, où la population est de plus en plus urbaine, scolarisée et, pour une partie d’entre elle, au chômage. Il y a une dépendance migratoire réciproque. Mais à ce système se superpose un système migratoire institutionnel qui est en contradiction avec la réalité. L’Europe se ferme au niveau de la Méditerranée, mais les besoins demeurent. Ainsi les migrants sont-ils conduits à venir en Europe dans des situations illégales.

Depuis quand l’Europe se ferme-t-elle ?

C. W. de W. : Cela varie selon les pays européens, mais la fermeture a débuté après le premier choc pétrolier, au milieu des années 1970. Cependant, le besoin de main-d’œuvre a persisté, notamment dans ce qu’on appelle les « trois D », c’est-à-dire les métiers dirty, difficult, dangerous (sales, difficiles, dangereux, NDLR).

Ces emplois ont été essentiellement pourvus par les sans-papiers. Les migrants ayant en effet continué à venir en Europe car la situation ne s’était pas améliorée dans leur pays d’origine, ils se sont retrouvés dans une situation illégale.

Comment expliquer la persistance du décalage entre les besoins et le système institutionnel ?

C. W. de W. : Il y a ce principe selon lequel l’Europe s’arrête à la Méditerranée, et que c’est à ce niveau qu’il faut renforcer les frontières extérieures. Derrière cela, il y a la peur de la jeunesse de la population, de son dynamisme démographique, alors qu’elle est en transition, de l’islam… Il y a aussi l’idée qu’il faut construire l’Europe à l’Est. L’ouverture à l’Est a eu pour conséquence de renforcer la fermeture au Sud. Les pays à l’Est de l’UE représentent peu de chose en termes d’immigration car ils se trouvent souvent dans une situation de déclin démographique, souvent assez avancé. Enfin, il y a l’idée, pas toujours fausse, que les migrants venus de l’Est font des allers-retours plutôt que de s’installer tandis que les migrants venus du Sud, la situation politique dans leur pays n’offrant souvent pas d’espoir, ont tendance à s’installer.

La fermeture des frontières a-t-elle entraîné l’illégalité ?

C. W. de W. : L’illégalité existait déjà auparavant. En 1968, l’Office national d’immigration, en France, ne contrôlait que 18 % des entrées, ce qui signifie que 82 % d’entre elles étaient illégales. Mais à l’époque, les régularisations étaient plus faciles. Beaucoup de migrants accueillis comme réfugiés, des Vietnamiens en 1975, des Chiliens en 1974, n’auraient toujours pas, aujourd’hui, le statut de réfugié car le système est devenu beaucoup plus sévère. Un tour de vis a été donné sur les critères de l’asile et du regroupement familial.

Les Européens ont-ils une réflexion tronquée sur le phénomène migratoire ?

C. W. de W. : Oui, ils croient que tout le monde veut s’installer en Europe, ce qui est complètement faux. Un Africain sur deux qui émigre, ne va pas vers l’Europe. Il va aux États-Unis, mais surtout vers les pays du Golfe, qui constituent la troisième destination migratoire au monde. Mais il ne s’agit pas d’ouvrir les frontières à tout le monde tout de suite. Il s’agit de les ouvrir à plus de catégories de personnes, ou de les ouvrir à un espace régional donné, comme aux pays riverains de la Méditerranée, au Sud, qui sont d’ailleurs dans une situation de transition démographique.

RECUEILLI PAR MARIANNE MEUNIER

dia del regugiado 2

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Brasileiros que estudam no Japão relatam perseguições de colegas e professores

A palavra japonesa “ijime”, o mesmo que “bullying” em inglês, é uma das primeiras a entrar para o vocabulário dos brasileiros que chegam ao Japão para trabalhar. As histórias de maus-tratos contra estrangeiros nas escolas, oriundas da rejeição à diferença, correm a comunidade, que hoje tem cerca de 200 mil pessoas, mas já chegou a picos de quase 400 mil. Nos casos mais comuns, as crianças ouvem ofensas como “Caia fora do Japão! Vá embora pro Brasil!”. Qualquer coisa pode ser motivo para gozação – desde falar japonês com sotaque até ter hábitos alimentares diferentes.

Alunos na escola primária de Honkawa: cerca de dez mil estudantes brasileiros estão matriculados nas escolas públicas japonesas
Alunos na escola primária de Honkawa: cerca de dez mil estudantes brasileiros estão matriculados nas escolas públicas japonesas

por Thiago Minami

 

Era uma data especial na escola de Akiko Uehara, 12, em Kiryu, interior do Japão. Os pais visitavam seus filhos no 5º ano do ensino fundamental para acompanhar o dia a dia da sala de aula, numa das atividades mais esperadas pelos alunos japoneses de todo o país. Até que entrou a mãe de Akiko e o burburinho começou: “olha só, uma ””gaijin””!”. A palavra pejorativa, que significa “estrangeiro”, marcava a origem filipina da mãe de Akiko. Começava ali uma série de perseguições e ofensas contra a menina por alguns dos colegas.

Cerca de um ano depois, no dia 23 de outubro de 2010, Akiko enforcou-se. Os pais decidiram levar o caso a público para evidenciar uma falha grave de um sistema educacional conhecido mundo afora justamente pela competência. A inabilidade para lidar com a diferença gera rejeição aos estudantes estrangeiros por parte dos colegas e, muitas vezes, pressão dos próprios educadores em relação aos alunos imigrantes.

Problema comum
Este é um problema frequente na vida dos cerca de dez mil estudantes brasileiros matriculados nas escolas públicas do país (o maior grupo, seguido por chineses e filipinos). “Quando eu era criança, o diretor chamou meu pai na escola para falar sobre o meu cabelo cacheado. Ele queria que eu alisasse para ficar igual ao das outras crianças”, conta Daiane Oshiro, 25, que cursou o ensino básico e universitário no Japão. Nos países do leste asiático, que incluem também Coreia e China, a sociedade costuma colocar o grupo à frente do indivíduo – de acordo com o pensamento confucionista, trata-se de uma garantia de harmonia social. O lado negativo é que há pouco espaço para o diferente, atitude que acaba corroborada pelo sistema educacional.

Alunos japoneses com algum traço diferente também sofrem. Estar acima do peso ou ter algum problema de saúde evidente são causas comuns para o bullying. Em 2012, o Ministério da Educação registrou 70 mil casos em todo o país. Muitas histórias, no entanto, são mantidas em silêncio por vergonha ou medo de retaliação. Em geral, os nipônicos evitam a exposição pública a qualquer custo, o que leva muitos jovens a sofrerem calados. Outros casos, como o de Akiko, tornam-se públicos pelo fim trágico.  Em 2009, um estudante de 14 anos, que sofria de problemas alérgicos, suicidou-se ateando fogo ao próprio corpo após ser perseguido pelos colegas.

Violência “educativa”
Há ocasiões em que os próprios educadores causam a humilhação – o que foge à esfera do bullying ou ijime, referente apenas à agressão entre pares. Em 2012, na antevéspera do Natal, um garoto de 17 anos, em Osaka, enforcou-se após levar tapas na cara do treinador de basquete. Muitas agressões assim por parte de professores ainda hoje não são associadas pelos educadores a atos de violência, consideradas medidas de caráter educativo – em outras palavras, acredita-se estar fazendo um bem para o aluno. Continue lendo

 

 

Brasileiras que trabalham como faxineiras são maioria entre estrangeiros em Portugal

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Um estudo do governo português revela que o perfil dos imigrantes brasileiros que residem naquele país é formado prevalentemente por mulheres, cuja média de idade é de 34 anos, solteiras, com ensino médio e que trabalham como domésticas ou faxineiras para empresas de limpeza. Os dados foram divulagados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) de Portugal. Em março de 2011 residiam 394.496 estrangeiros no país, 3,7% do total da população. Desde a década de 1990, após o ingresso do país na União Europeia, a população estrangeira tem crescido.

Os países de língua portuguesa são os principais emissores de migrantes para Portugal: mais de 51% deles são do Brasil, de Cabo Verde, Angola, da Guiné-Bissau ou São Tomé e Príncipe. Entre os imigrantes lusófonos, os brasileiros correspondem a mais de 54%.

No universo total de estrangeiros em Portugal, os brasileiros formam a maior colônia, com 27,8%.

A Região Metropolitana de Lisboa concentra 51,6% dos estrangeiros residentes em Portugal. Entre as cidades, Sintra (a cerca de 30 quilômetros do centro de Lisboa), é a com maior número de imigrantes (39.994), superando a capital (com 39.492). Fonte: Agora Notícias

ignorada por Calderón: Caravana de Madres Centroamericanas de Migrantes Desaparecidos Liberando la Esperanza

En un comunicado, la caravana también llamó el 7 de noviembre a los gobiernos de México y de los países de Centroamérica a desarrollar campañas masivas de información acerca de los riesgos de la migración irregular y los derechos de las personas migrantes.

Agregó que para consolidar esta política deben cumplir con algunas medidas, entre las que destaca la creación de mecanismos nacionales y regionales para la búsqueda inmediata de todas las personas desaparecidas, así como la conformación de un banco de datos forenses nacionales y regionales de restos sin identificar.

De igual modo, la octava caravana, en la que participaron 38 madres y familiares de migrantes desaparecidos de Guatemala, El Salvador, Honduras y Nicaragua, demandó la implementación de un programa gubernamental federal y regional de atención integral a las familias de personas migrantes desaparecidas.

 

La caravana, que este año recorrió 14 estados y realizó 23 paradas en localidades aledañas a la ruta migratoria durante 19 días, permitió el reencuentro de cinco madres con sus hijos desaparecidos y la obtención de pistas para la posible localización de migrantes.

Además de los reencuentros y pesquisas halladas, la caravana avanzó en uno de sus objetivos: la sensibilización de la sociedad mexicana “para la causa migrante”.

En el camino, las madres y familiares encontraron que la delincuencia en complicidad con autoridades mexicanas a nivel municipal, estatal y federal, cometen crímenes contra migrantes como secuestros, extorsiones, asesinatos, trata de personas, así como la violación de mujeres y hombres.

En este año, observaron un incremento en el número de migrantes que les solicitaron apoyo para regresar a su país de origen como resultado de la violencia que enfrentan en su camino hacia el norte, ya que temen entregarse al Instituto Nacional de Migración por miedo a ser víctimas de delitos que las autoridades no esclarecen.

Del mismo modo, denunciaron que la información que han entregado a las autoridades para que encuentren a sus hijas e hijos desaparecidos ha sido ignorada, por lo que anunciaron que continuarán recorriendo el país hasta obtener respuestas sobre el paradero de las y los migrantes.

Pistola da polícia do governador de Santa Catarina matou brasileiro na Austrália

O assistente de controladoria Carlos Barbossa Meldola, de 33 anos, foi morto domingo último, pela polícia militar de Santa Catarina, com choques de uma pistola taser.

Os jornais de Florianópolis, comprados pelo governador, silenciam o caso.

Ainda retido pela autópsia, o corpo do estudante Roberto Curti, 21, morto  pela polícia em Sydney, deve ser liberado na semana que vem. Mas, para cumprir o desejo de levá-lo ao Brasil e realizar um enterro católico, a família estimou que terá de desembolsar US$ 100 mil.

A família não tem esta grana, e o dinheiro da prefeitura de Porto Alegre é para embalos nos finais de semana; do governo do Estado, para a  construção de um Coliseu da Copa do Mundo; e o governo federal não paga enterro de brasileiro assassinado no exterior.

Polícia ‘fritou’ ele, diz parente

Roberto Curti, 21 anos
Roberto Curti, 21 anos

A família de Roberto Laudisio Curti, também morto no último domingo, afirma ter “indícios de que a morte do rapaz foi um erro”. Os policiais “perseguiam outra pessoa e não tomaram o cuidado de identificá-lo antes de fritá-lo“.

Milhões de indignados por todo planeta. Nenhum brasileiro

Uma data que marca a História Hodierna. 15 de Outubro. Um dia que assinala a ausência do povo brasileiro. Por conta do boicote das centrais sindicais, das ONGs, OAB, Une e ABI que dominam os eventos de massa no Brasil, junto com a TV Globo e os pastores e padres eletrônicos.

Foi uma conspiração bem planejada. Todos conhecem os interesses dessas organizações e  pessoas.

Certamente que os exilados da ditadura econômica, os retirantes do atraso, do desemprego, do salário mínimo do mínimo, do salário piso universitário, as vítimas da política entreguista de Roberto Campos, Delfim Neto, FHC, Malan, Meirelles, Mantega, os emigrantes brasileiros nos quatro cantos do mundo participaram das marchas em

Bruxelas
Bruxelas
Suiça
Suiça
Tóquio
Tóquio
Lisboa
Lisboa
Madri
Madri

“La Bolsa o la vida.” La pancarta colgada en la fachada del edificio de la Bolsa de Bruselas sirvió de hilo conductor de la jornada Unidos para un Cambio Global, que congregó a decenas de miles de personas en todo el planeta. A lo largo del trayecto por la capital belga, cada vez que los 7000 manifestantes pasaban por un banco o cualquier otra institución financiera un coro de silbidos y gritos en todos los idiomas posibles rompía el consenso festivo de la marcha. Al igual que en otras capitales del mundo, la impune industria bancaria fue el blanco principal del encono popular. “Culpables, ladrones, cabrones”, gritaba un apuesto señor belga de unos 50 años a quien un indignado español le había enseñado a decir esas palabras en castellano. Cuando la marcha llegó a la sede de la Bolsa, el griterío se volvió un slogan común: “¡Puaj, Culpables!”. Acto seguido, los indignados venidos de varios países de Europa arrojaron una lluvia de zapatos contra el edificio de la Bolsa ante el mirada atónita y llena de incomprensión de los periodistas belgas que cubrían el evento. Un inmenso foso sigue separando a las círculos oficiales de los medios y a los miles de jóvenes y no tanto que salieron a expresar su hartazgo y la repugnancia frente a un sistema mundial que protege y subvenciona a los ladrones y castiga a las víctimas con todo el peso de la irresponsabilidad y la indolencia.

A lo largo del recorrido, los indignados pegaron decenas de cartelitos en los distribuidores automáticos de billetes, hicieron una sentada en la plaza de Burckère, lanzaron profusos insultos ante la sede del banco Euroclear – la institución se dispone a despedir a 500 personas – sin cansarse jamás de cantar el himno mundial de las marchas: “We are the 99%”, es decir, el 99 por ciento de la humanidad víctima de la barbarie social perpetrada sin piedad por esos señoritos con corbata, salarios de reyes y cuentas de banco con dinero que no les pertenece, según explicaba André, un joven belga con un diploma de ingeniero en redes, pero sin trabajo. A medida que iba pasando el tiempo y las cifras de la participación en otras ciudades del mundo iban llegando a sus oídos, los indignados celebraban y aplaudían el éxito y la visibilidad planetaria del movimiento. “No somos ni marionetas, ni mercadería del liberalismo, somos gente con conciencia y aquí estamos para que nos vean”, decía Antonio, un indignado español que se expresaba con orgullo y en un tono bien subido de voz. Jon Aguirre Such, uno de los miembros del grupo Democracia Ya que impulsó el movimiento del 15-M, resumió muy bien la situación cuando explicó que el alcance y la extensión de las protestas “demuestran que no se trata de un tema que atañe únicamente a los españoles, sino al mundo entero. La crisis es mundial, los mercados actúan a escala global, la respuesta es entonces mundial”. Hasta los más aguerridos militantes contra el sistema financiero mundial observan azorados la forma en que, paulatinamente, la bronca financiera, el repudio a la forma en que se empañó la democracia van ganando las capitales del mundo. En este sentido, el economista Thomas Coutrot, copresidente del movimiento Attac, señalaba que “lo que está ocurriendo es un fenómeno muy prometedor. Los ciudadanos ya no quieren delegar las decisiones en los hombres políticos y los partidos. Hoy quieren influenciar. Es una suerte de retorno a las fuentes de la democracia”.