Duvido. Duvido alguém ser preso no Brasil por destruir o meio ambiente. São vários crimes a céu aberto e a justiça nem aí. Cega que é

São mineradoras a céu aberto.

Lixões.

Nenhum empresa precisa fazer nada escondido no Brasil. É tudo escancarado mesmo. Que ninguém vai preso.

O que está acontecendo em Porto de Açu só poderia ser em São João da Barra, terra de prefeito ladrão. No desgovernado Estado do Rio de Janeiro. Leia os posts. Todo tipo de crime acontece por lá.

No Brasil devia ser assim:

Stephan Schmidheiny, magnate mundial del amianto, condenado a 18 años de cárcel “por desastre ambiental doloso permanente”

Crónica desde Turín Paco Puche, corresponsal de la revista El Observador

4 de junio de 2013

En el juicio de apelación, celebrado en Turín el pasado día 3, el magnate suizo del amianto ha visto cómo su pena era incrementada de 16 años a que fue condenado en primera instancia a 18 años en esta nueva sentencia. Además, tendrá que pagar de forma inmediata a las víctimas o a sus familiares un importe por valor de 88 millones de euros, en concepto de indemnizaciones.

Esta pena se ha acercado a la máxima prevista para este tipo de delitos que es de 20 años, que era lo que pedía el ministerio fiscal. El pedir la máxima pena la justifica el fiscal diciendo que al leer de nuevo la sentencias del Tribunal Supremo en los casos más graves de desastres y muertes “me dí cuenta de que no había nada comparable con el desastre que se revive en el curso de este juicio”.

Según la sentencia, ha de responder con toda su fortuna gestionada por los Holdings denominados AMINDUS, Becon y ANOVA. El tribunal no ha contemplado el patrimonio que en 2003 traspasó al ente llamado VIVA Trust, que es el financiador de la fundación AVINA. Se ve cada vez más claro que esta operación de filantropía no era tal, sino una manera de liberar patrimonio de las futuras responsabilidades que se le irían presentando, por las reclamaciones de las millares de víctimas que tiene sobre sus espaldas y que, dado el alto periodo de latencia de las enfermedades derivadas de la exposición al amianto, tendrá demandas hasta, al menos, el año 2040, si sigue vivo. Leia mais. Crónica desde Turín. De Paco Puche, corresponsal de la revista El Observador

O amianto é proibido de mentirinha no Brasil.

Estados e cidades do país que possuem legislações contra a fibra. Infografia do jornal O Globo
Estados e cidades do país que possuem legislações contra a fibra. Infografia do jornal O Globo
Stephan Schmidheiny começou seu capitalismo selvagem no Brasil. Em 1969, como “capataz de turno” da Eternit, empresa do pai.
Em 1988, iniciou a venda de todas as participações do grupo suíço Eternit, que concluiu no final da década de 1980. As participações foram vendidas para os sucessores legais com todos os direitos e deveres. 
Os tanques de água no Brasil são todos de amianto. É só olhar as favelas do Brasil. No teto de telha de amianto: um antena de tv e um caixa de câncer Eternit. É um crime para toda eternidade. Que no Brasil Colônia não existe pecado.
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A corrupção está destruindo o meio ambiente por inteiro

O risco Brasil
O risco Brasil
Continua a destruição de córregos, riachos, rios, lagoas, manguezais. Tudo ao sono do nosso hino: TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES; "NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA," "NOSSA VIDA" NO TEU SEIO "MAIS AMORES".
Continua a destruição de córregos, riachos, rios, lagoas, manguezais. Tudo ao sono do nosso hino: TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES;
“NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA,”
“NOSSA VIDA” NO TEU SEIO “MAIS AMORES”.

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Um meio de ganhar dinheiro fácil em um ambiente corrupto: As famosas licenças para roubar

BRA_DG um meio de ganhar dinheiro fácil em um ambiente corrupto. As famosas licenças para roubar

LISTA DO PRESOS

— Luiz Fernando Záchia, secretário municipal do Meio Ambiente de Porto Alegre

— Berfran Rosado, consultor ambiental e ex-secretário estadual do Meio Ambiente 

— Giancarlo Tusi Pinto, trabalha no Instituto Biosenso de Sustentabilidade Ambiental, que tem como sócio Berfran Rosado

— Alberto Antônio Muller, servidor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM)

— Ricardo Sarres Pessoa, servidor da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam)

— Lúcio Gonçalves da Silva Junior, consultor ambiental

— Carlos Fernando Niedersberg, secretário estadual do Meio Ambiente

— Élvio Alberto dos Santos, assessor na Câmara de Porto Alegre

— Mattos’Alem Roxo, servidor da Fepam

Empresários

— Vanderlei Antônio Padova, dono da Padova e Chedid Ltda, especializada em consultoria na área de geologia

— Bruno José Muller, engenheiro de minas e irmão de Alberto Antônio Muller, sócio das empresas Erthal e Muller Consultoria Ambiental e Mineral Ltda e da Geodinâmica, Engenharia, Geologia e Meio Ambiente Ltda

— Marcos Aurélio Chedid, sócio de Vanderlei Antônio Padova na Padova & Chedid Ltda, especializada em consultoria na área de geologia

— Gilberto Pollnow, proprietário da empresa Pollnow & Cia Ltda

— Disraeli Donato Costa Beber, empresário 

— Paulo Régis Mônego, sócio da Mineração Mônego Ltda

— Nei Renato Isoppo, empresário

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CARTA DE NOAM CHOMSKY AL PRESIDENTE COLOMBIANO JUAN MANUEL SANTOS

 

Me dirijo a usted por una preocupación general, que comparto con muchos otros, sobre los planes de operaciones mineras a gran escala, que, al parecer, suponen una grave amenaza para el delicado ecosistema del Macizo Colombiano. Pero escribo también por razones personales, que espero sean apropiadas para llamar su atención. Leer más

MANIFIESTO CONTRA LA VIOLENCIA INDISCRIMANDA E INADMISIBLE EJERCIDA HACIA CIUDADANAS Y CIUDADANOS DE CAJAMARCA-PERÚ

A EIKELÂNDIA DO PERU

 

Povo nas ruas por Cajamarca
Povo nas ruas por Cajamarca

 O conflito desatado no Peru pelo megaprojeto de mineração Conga é ilustrativo da importância das análises internacionais. Lá, neste investimento de cerca de 4,5 bilhões de dólares, apresentado pelos seus promotores como “a salvação” de uma das regiões mais pobres do país, está sendo disputada uma das mais fortes corridas políticas e econômicas a respeito da compreensão do desenvolvimento da América Latina. Por Eduardo Gudynas


Conga é uma proposta de megamineração a céu aberto de ouro e cobre, no departamento (estado) de Cajamarca. Promovido pela empresa Yanacocha (uma associação de capitais peruanos e a Newmont, uma gigantesca mineradora), sempre esteve envolto em polêmicas. Apesar de se tratar de um enorme investimento (os empresários garantem que chegará a 4,8 bilhões de dólares) e de se esperar que fará disparar as exportações, sempre encontrou resistência local.

As razões da oposição ao projeto são diversas. Em primeiro lugar, rejeitam-se os impactos ambientais, incluindo a desaparição de lagos andinos que os moradores locais consideram fundamentais, tanto para a agricultura como para o abastecimento de água potável. Nas regiões andinas, se conhecem estes e outros impactos ambientais que já foram vividos ao longo das décadas de coexistência com outras mineradoras. Tampouco acreditam nas promessas de uma gestão ambiental por parte da empresa Yanacocha, devido a seu comportamento em outros empreendimentos. E como se fosse pouco, o projeto foi aprovado no final do governo de Alan Garcia, afundado no descrédito com os cidadãos.

Como Ollanta Humala baseou parte de sua campanha sustentando que antes da exploração mineradora vinha a proteção da água, muitos acreditaram que ao conquistar a presidência o empreendimento em Cajamarca seria suspenso. Equivocaram-se, e desde então o conflito não parou de aumentar.

NI UNA MUERTE MÁS, NI UN ARRESTO ILEGAL MÁS, NO AL ESTADO DE EMERGENCIA, NO AL ABUSO DE PODER, NO A LA CRIMINALIZACIÓN DE LA PROTESTA. QUE NO QUEDEN IMPUNES ESTOS HECHOS. EXIGIMOS INVESTIGACION Y QUE SE ESTABLEZCA EL GRADO DE RESPONSABILIDAD DEL PRESIDENTEOLLANTA HUMALA.

https://www.facebook.com/groups/AmericaLatinaIndignada/

Este manifiesto nace fruto de la conmoción sentida ante los hechos ocurridos en la localidad de Celendín, Perú, donde se ha atentado de modo directo contra lxs ciudadanxs que allí se manifestaban, teniendo que lamentar la muerte de tres personas, al mismo tiempo que se han llevado a cabo una serie de arrestos ilegales.

La respuesta del gobierno peruano, ante las protestas de la población cajamarquina, ha sido declarar -sin fundamento jurídico- el estado de emergencia para reprimir a la población, con la intromisión de las fuerzas militares, lo que constituye una violación de los derechos fundamentales de lxs ciudadanxs. De este modo, se pretenden proteger los intereses privados de la transnacional Newmont Mining Corporation, ignorando el rechazo expresado por la población de Cajamarca, cuya protesta pacífica viene realizándose desde hace meses atrás.

Las protestas de lxs ciudadanxs cajamarquinxs están dirigidas a la defensa legítima de sus medios de vida y de los recursos hídricos, que serían seriamente afectados si se llegara a ejecutar el proyecto megaminero

Acontece o mesmo no Brasil, em São João da Barra, com desapropriações de terras, pelo governador Sérgio Cabral, com despejos violentos da justiça, para tornar realidade a criação da Eikelância, tendo como base o porto de Açu, um projeto que irá destruir praias  e mais praias no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.

 

Chinesa Wuhan desiste de siderúrgica na Eikelândia, Rio de Janeiro

O porto de Açu vai destruir uma faixa de 300 quilômetros de praias. A construção da Eikelândia tornará cinzento o verde e o azul dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Os chineses não quiseram entrar nessa fria. O lucro econômico e financeiro não compensa os desgastes da contrapropaganda internacional dos ambientalistas. A imprensa brasileira não toca no assunto. A imprensa ocidental fala, indiretamente, sobre a derrubada de matas, de bosques, do que resta da Floresta Atlântica. Do sumiço do mapa de lagos, riachos e praias. Da capinagem da vegetação nativa para construção de fábricas, de usinas, de destilarias, de mineradoras. Numa canetada, o governador Sérgio Cabral desapropriou 400 fazendas. E a justiça cuidou de destruir as moradias dos pequenos fazendeiros e suas famílias e empregados trabalhadores rurais. Um desalojamento forçados de mais de 1 500 pessoas. Um verdadeiro êxodo rural. Isso acontece porque Eike Batista, chamado de rei do Rio, governa o Estado do Rio de Janeiro. É o governador de fato. Preside vários tribunais regionais de justiça. Talvez seja o real (o dinheiro fala mais alto) presidente do Brasil.

A Wuhan Iron & Steel, quarta maior produtora de aço da China, desistiu do plano de construir uma siderúrgica de 5 bilhões de dólares no Brasil em joint-venture com o grupo EBX, após uma série de estudos de viabilidade ter concluído que o risco era muito alto, publicou nesta terça-feira o 21st Century Business Herald.

Citando duas fontes não identificadas, o jornal afirma que problemas de logística, transporte e fornecimento de carvão de coque eram os principais motivos da decisão.

A siderúrgica, que seria instalada na zona industrial do porto de Açu, que está sendo erguido pela LLX no Rio de Janeiro, exigiria a construção de uma ferrovia de 300 quilômetros para transportar matéria-prima para a usina.

Procurada no Brasil, a EBX não pode comentar o assunto de imediato.

“O custo da construção de uma ferrovia tão longa é muito alto e aumentou muito o valor total do projeto”, disse uma das fontes ao jornal.

A divulgação do abandono dos planos da Wuhan acontece em um momento em que o grupo alemão ThyssenKrupp estuda opções para a Companhia Siderúrgica do Atlântico, usina recém construída no Rio de Janeiro que passou por estouros de orçamento e cronograma e problemas ambientais.

Mais de mil espécies da fauna e da flora brasileira ameaçadas de extinção

A fauna e a flora brasileira têm, juntas, mais de mil espécies ameaçadas de extinção, segundo dados dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, lançados hoje pela primeira vez pela Fundação Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao todo, são 627 as espécies ameaçadas na fauna e 461 espécies na flora do país.

O local com maior número de espécies sob risco de desaparecimento é a Floresta Atlântica, presente, já em pouca quantidade, no litoral do país.

Justamente no litoral Norte Fluminense que se pretende construir um complexo portuário industrial, que envolve, apenas em São João da Barra, matas, bosques, 400 fazendas com suas reservas da Floresta Atlântica preservadas, duas lagoas e praias. Um projeto que não passaria no Rio+2o. Um projeto que violenta tudo que se propõe que seja economia azul. Que seja economia verde. Planejada foi a entrega de terras e mais terras, praias e mais praias para a ganância de Eike Batista e a megalomania de edificar uma cinzenta Eikelândia.

Projeto do porto de Açu, que destruirá quilômetros e quilômetros de praias
Projeto do porto de Açu, que destruirá quilômetros e quilômetros de praias

O segundo local mais ameaçado é o Cerrado, no centro do país, e o terceiro é a Amazónia.

Os 62 indicadores do IBGE avaliam os aspetos ambiental, social, económico e institucional do país, e foram divulgados durante a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20.

Entre as fragilidades, segundo a fundação, está a permanência das desigualdades sociais e de género. Já os fatores que tiveram melhoria nos últimos anos são a redução na desflorestação anual da Amazónia (77% a menos em seis anos), o aumento do número de áreas protegidas, a queda na mortalidade infantil e a melhoria no acesso dos moradores a serviços de água e saneamento.

Mais de metade dos indicadores aponta um resultado favorável ao país, mas com algum tipo de ressalva. A presença de poluentes no ar, por exemplo, registou tendência estacionária ou declino, mas ainda é alta em algumas áreas.

O saneamento também é um desafio, pois o tratamento inadequado de água, lixo e esgotos ainda causam um elevado índice de internamentos por doenças. A reciclagem do lixo é considerada alta, mas dependente das associações de “catadores” (pessoas que recolhem o material reciclável nas ruas para depois o revenderem), devido à coleta seletiva insuficiente.

Fonte: Jornal de Notícias, Portugal