Duvido. Duvido alguém ser preso no Brasil por destruir o meio ambiente. São vários crimes a céu aberto e a justiça nem aí. Cega que é

São mineradoras a céu aberto.

Lixões.

Nenhum empresa precisa fazer nada escondido no Brasil. É tudo escancarado mesmo. Que ninguém vai preso.

O que está acontecendo em Porto de Açu só poderia ser em São João da Barra, terra de prefeito ladrão. No desgovernado Estado do Rio de Janeiro. Leia os posts. Todo tipo de crime acontece por lá.

No Brasil devia ser assim:

Stephan Schmidheiny, magnate mundial del amianto, condenado a 18 años de cárcel “por desastre ambiental doloso permanente”

Crónica desde Turín Paco Puche, corresponsal de la revista El Observador

4 de junio de 2013

En el juicio de apelación, celebrado en Turín el pasado día 3, el magnate suizo del amianto ha visto cómo su pena era incrementada de 16 años a que fue condenado en primera instancia a 18 años en esta nueva sentencia. Además, tendrá que pagar de forma inmediata a las víctimas o a sus familiares un importe por valor de 88 millones de euros, en concepto de indemnizaciones.

Esta pena se ha acercado a la máxima prevista para este tipo de delitos que es de 20 años, que era lo que pedía el ministerio fiscal. El pedir la máxima pena la justifica el fiscal diciendo que al leer de nuevo la sentencias del Tribunal Supremo en los casos más graves de desastres y muertes “me dí cuenta de que no había nada comparable con el desastre que se revive en el curso de este juicio”.

Según la sentencia, ha de responder con toda su fortuna gestionada por los Holdings denominados AMINDUS, Becon y ANOVA. El tribunal no ha contemplado el patrimonio que en 2003 traspasó al ente llamado VIVA Trust, que es el financiador de la fundación AVINA. Se ve cada vez más claro que esta operación de filantropía no era tal, sino una manera de liberar patrimonio de las futuras responsabilidades que se le irían presentando, por las reclamaciones de las millares de víctimas que tiene sobre sus espaldas y que, dado el alto periodo de latencia de las enfermedades derivadas de la exposición al amianto, tendrá demandas hasta, al menos, el año 2040, si sigue vivo. Leia mais. Crónica desde Turín. De Paco Puche, corresponsal de la revista El Observador

O amianto é proibido de mentirinha no Brasil.

Estados e cidades do país que possuem legislações contra a fibra. Infografia do jornal O Globo
Estados e cidades do país que possuem legislações contra a fibra. Infografia do jornal O Globo
Stephan Schmidheiny começou seu capitalismo selvagem no Brasil. Em 1969, como “capataz de turno” da Eternit, empresa do pai.
Em 1988, iniciou a venda de todas as participações do grupo suíço Eternit, que concluiu no final da década de 1980. As participações foram vendidas para os sucessores legais com todos os direitos e deveres. 
Os tanques de água no Brasil são todos de amianto. É só olhar as favelas do Brasil. No teto de telha de amianto: um antena de tv e um caixa de câncer Eternit. É um crime para toda eternidade. Que no Brasil Colônia não existe pecado.
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A corrupção está destruindo o meio ambiente por inteiro

O risco Brasil
O risco Brasil
Continua a destruição de córregos, riachos, rios, lagoas, manguezais. Tudo ao sono do nosso hino: TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES; "NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA," "NOSSA VIDA" NO TEU SEIO "MAIS AMORES".
Continua a destruição de córregos, riachos, rios, lagoas, manguezais. Tudo ao sono do nosso hino: TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES;
“NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA,”
“NOSSA VIDA” NO TEU SEIO “MAIS AMORES”.

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Um meio de ganhar dinheiro fácil em um ambiente corrupto: As famosas licenças para roubar

BRA_DG um meio de ganhar dinheiro fácil em um ambiente corrupto. As famosas licenças para roubar

LISTA DO PRESOS

— Luiz Fernando Záchia, secretário municipal do Meio Ambiente de Porto Alegre

— Berfran Rosado, consultor ambiental e ex-secretário estadual do Meio Ambiente 

— Giancarlo Tusi Pinto, trabalha no Instituto Biosenso de Sustentabilidade Ambiental, que tem como sócio Berfran Rosado

— Alberto Antônio Muller, servidor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM)

— Ricardo Sarres Pessoa, servidor da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam)

— Lúcio Gonçalves da Silva Junior, consultor ambiental

— Carlos Fernando Niedersberg, secretário estadual do Meio Ambiente

— Élvio Alberto dos Santos, assessor na Câmara de Porto Alegre

— Mattos’Alem Roxo, servidor da Fepam

Empresários

— Vanderlei Antônio Padova, dono da Padova e Chedid Ltda, especializada em consultoria na área de geologia

— Bruno José Muller, engenheiro de minas e irmão de Alberto Antônio Muller, sócio das empresas Erthal e Muller Consultoria Ambiental e Mineral Ltda e da Geodinâmica, Engenharia, Geologia e Meio Ambiente Ltda

— Marcos Aurélio Chedid, sócio de Vanderlei Antônio Padova na Padova & Chedid Ltda, especializada em consultoria na área de geologia

— Gilberto Pollnow, proprietário da empresa Pollnow & Cia Ltda

— Disraeli Donato Costa Beber, empresário 

— Paulo Régis Mônego, sócio da Mineração Mônego Ltda

— Nei Renato Isoppo, empresário

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CARTA DE NOAM CHOMSKY AL PRESIDENTE COLOMBIANO JUAN MANUEL SANTOS

 

Me dirijo a usted por una preocupación general, que comparto con muchos otros, sobre los planes de operaciones mineras a gran escala, que, al parecer, suponen una grave amenaza para el delicado ecosistema del Macizo Colombiano. Pero escribo también por razones personales, que espero sean apropiadas para llamar su atención. Leer más

MANIFIESTO CONTRA LA VIOLENCIA INDISCRIMANDA E INADMISIBLE EJERCIDA HACIA CIUDADANAS Y CIUDADANOS DE CAJAMARCA-PERÚ

A EIKELÂNDIA DO PERU

 

Povo nas ruas por Cajamarca
Povo nas ruas por Cajamarca

 O conflito desatado no Peru pelo megaprojeto de mineração Conga é ilustrativo da importância das análises internacionais. Lá, neste investimento de cerca de 4,5 bilhões de dólares, apresentado pelos seus promotores como “a salvação” de uma das regiões mais pobres do país, está sendo disputada uma das mais fortes corridas políticas e econômicas a respeito da compreensão do desenvolvimento da América Latina. Por Eduardo Gudynas


Conga é uma proposta de megamineração a céu aberto de ouro e cobre, no departamento (estado) de Cajamarca. Promovido pela empresa Yanacocha (uma associação de capitais peruanos e a Newmont, uma gigantesca mineradora), sempre esteve envolto em polêmicas. Apesar de se tratar de um enorme investimento (os empresários garantem que chegará a 4,8 bilhões de dólares) e de se esperar que fará disparar as exportações, sempre encontrou resistência local.

As razões da oposição ao projeto são diversas. Em primeiro lugar, rejeitam-se os impactos ambientais, incluindo a desaparição de lagos andinos que os moradores locais consideram fundamentais, tanto para a agricultura como para o abastecimento de água potável. Nas regiões andinas, se conhecem estes e outros impactos ambientais que já foram vividos ao longo das décadas de coexistência com outras mineradoras. Tampouco acreditam nas promessas de uma gestão ambiental por parte da empresa Yanacocha, devido a seu comportamento em outros empreendimentos. E como se fosse pouco, o projeto foi aprovado no final do governo de Alan Garcia, afundado no descrédito com os cidadãos.

Como Ollanta Humala baseou parte de sua campanha sustentando que antes da exploração mineradora vinha a proteção da água, muitos acreditaram que ao conquistar a presidência o empreendimento em Cajamarca seria suspenso. Equivocaram-se, e desde então o conflito não parou de aumentar.

NI UNA MUERTE MÁS, NI UN ARRESTO ILEGAL MÁS, NO AL ESTADO DE EMERGENCIA, NO AL ABUSO DE PODER, NO A LA CRIMINALIZACIÓN DE LA PROTESTA. QUE NO QUEDEN IMPUNES ESTOS HECHOS. EXIGIMOS INVESTIGACION Y QUE SE ESTABLEZCA EL GRADO DE RESPONSABILIDAD DEL PRESIDENTEOLLANTA HUMALA.

https://www.facebook.com/groups/AmericaLatinaIndignada/

Este manifiesto nace fruto de la conmoción sentida ante los hechos ocurridos en la localidad de Celendín, Perú, donde se ha atentado de modo directo contra lxs ciudadanxs que allí se manifestaban, teniendo que lamentar la muerte de tres personas, al mismo tiempo que se han llevado a cabo una serie de arrestos ilegales.

La respuesta del gobierno peruano, ante las protestas de la población cajamarquina, ha sido declarar -sin fundamento jurídico- el estado de emergencia para reprimir a la población, con la intromisión de las fuerzas militares, lo que constituye una violación de los derechos fundamentales de lxs ciudadanxs. De este modo, se pretenden proteger los intereses privados de la transnacional Newmont Mining Corporation, ignorando el rechazo expresado por la población de Cajamarca, cuya protesta pacífica viene realizándose desde hace meses atrás.

Las protestas de lxs ciudadanxs cajamarquinxs están dirigidas a la defensa legítima de sus medios de vida y de los recursos hídricos, que serían seriamente afectados si se llegara a ejecutar el proyecto megaminero

Acontece o mesmo no Brasil, em São João da Barra, com desapropriações de terras, pelo governador Sérgio Cabral, com despejos violentos da justiça, para tornar realidade a criação da Eikelância, tendo como base o porto de Açu, um projeto que irá destruir praias  e mais praias no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.

 

Chinesa Wuhan desiste de siderúrgica na Eikelândia, Rio de Janeiro

O porto de Açu vai destruir uma faixa de 300 quilômetros de praias. A construção da Eikelândia tornará cinzento o verde e o azul dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Os chineses não quiseram entrar nessa fria. O lucro econômico e financeiro não compensa os desgastes da contrapropaganda internacional dos ambientalistas. A imprensa brasileira não toca no assunto. A imprensa ocidental fala, indiretamente, sobre a derrubada de matas, de bosques, do que resta da Floresta Atlântica. Do sumiço do mapa de lagos, riachos e praias. Da capinagem da vegetação nativa para construção de fábricas, de usinas, de destilarias, de mineradoras. Numa canetada, o governador Sérgio Cabral desapropriou 400 fazendas. E a justiça cuidou de destruir as moradias dos pequenos fazendeiros e suas famílias e empregados trabalhadores rurais. Um desalojamento forçados de mais de 1 500 pessoas. Um verdadeiro êxodo rural. Isso acontece porque Eike Batista, chamado de rei do Rio, governa o Estado do Rio de Janeiro. É o governador de fato. Preside vários tribunais regionais de justiça. Talvez seja o real (o dinheiro fala mais alto) presidente do Brasil.

A Wuhan Iron & Steel, quarta maior produtora de aço da China, desistiu do plano de construir uma siderúrgica de 5 bilhões de dólares no Brasil em joint-venture com o grupo EBX, após uma série de estudos de viabilidade ter concluído que o risco era muito alto, publicou nesta terça-feira o 21st Century Business Herald.

Citando duas fontes não identificadas, o jornal afirma que problemas de logística, transporte e fornecimento de carvão de coque eram os principais motivos da decisão.

A siderúrgica, que seria instalada na zona industrial do porto de Açu, que está sendo erguido pela LLX no Rio de Janeiro, exigiria a construção de uma ferrovia de 300 quilômetros para transportar matéria-prima para a usina.

Procurada no Brasil, a EBX não pode comentar o assunto de imediato.

“O custo da construção de uma ferrovia tão longa é muito alto e aumentou muito o valor total do projeto”, disse uma das fontes ao jornal.

A divulgação do abandono dos planos da Wuhan acontece em um momento em que o grupo alemão ThyssenKrupp estuda opções para a Companhia Siderúrgica do Atlântico, usina recém construída no Rio de Janeiro que passou por estouros de orçamento e cronograma e problemas ambientais.

Mais de mil espécies da fauna e da flora brasileira ameaçadas de extinção

A fauna e a flora brasileira têm, juntas, mais de mil espécies ameaçadas de extinção, segundo dados dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, lançados hoje pela primeira vez pela Fundação Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao todo, são 627 as espécies ameaçadas na fauna e 461 espécies na flora do país.

O local com maior número de espécies sob risco de desaparecimento é a Floresta Atlântica, presente, já em pouca quantidade, no litoral do país.

Justamente no litoral Norte Fluminense que se pretende construir um complexo portuário industrial, que envolve, apenas em São João da Barra, matas, bosques, 400 fazendas com suas reservas da Floresta Atlântica preservadas, duas lagoas e praias. Um projeto que não passaria no Rio+2o. Um projeto que violenta tudo que se propõe que seja economia azul. Que seja economia verde. Planejada foi a entrega de terras e mais terras, praias e mais praias para a ganância de Eike Batista e a megalomania de edificar uma cinzenta Eikelândia.

Projeto do porto de Açu, que destruirá quilômetros e quilômetros de praias
Projeto do porto de Açu, que destruirá quilômetros e quilômetros de praias

O segundo local mais ameaçado é o Cerrado, no centro do país, e o terceiro é a Amazónia.

Os 62 indicadores do IBGE avaliam os aspetos ambiental, social, económico e institucional do país, e foram divulgados durante a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20.

Entre as fragilidades, segundo a fundação, está a permanência das desigualdades sociais e de género. Já os fatores que tiveram melhoria nos últimos anos são a redução na desflorestação anual da Amazónia (77% a menos em seis anos), o aumento do número de áreas protegidas, a queda na mortalidade infantil e a melhoria no acesso dos moradores a serviços de água e saneamento.

Mais de metade dos indicadores aponta um resultado favorável ao país, mas com algum tipo de ressalva. A presença de poluentes no ar, por exemplo, registou tendência estacionária ou declino, mas ainda é alta em algumas áreas.

O saneamento também é um desafio, pois o tratamento inadequado de água, lixo e esgotos ainda causam um elevado índice de internamentos por doenças. A reciclagem do lixo é considerada alta, mas dependente das associações de “catadores” (pessoas que recolhem o material reciclável nas ruas para depois o revenderem), devido à coleta seletiva insuficiente.

Fonte: Jornal de Notícias, Portugal

Rio + 20. Farsa do Brasil e das Nações Unidas

A Rio + 20 vai ser transformada em uma farsa, quando a propriedade agrária e os direitos comunitários à terra e o trabalho escravo – quilombolas, despejos da justiça, desapropriações de fazendas, como o caso da Eikelândia no próprio Rio de Janeiro – não estão contemplados nos debates da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Desemvolvimento Sustentável de 20 a 22 de junho na Cidade do Rio de Janeiro.

O próprio Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, comprou (comprou de quem?) o Rock in Rio como um meio de campanha de relações públicas para encobrir os crimes da destruição de matas, de bosques, de lagoas, de praias, com desaproprietações, que constituem um verdadeiro roubo, de 70 quilômetros de plantações, com suas vilas rurais e demais benfeitorias.

Escreve Stephen Leahy, in IPS:Los gobiernos parecen ignorar que se están revirtiendo décadas de reformas sobre la concentración de la tierra a manos de especuladores, bancos de inversión, fondos de pensión y otros poderosos intereses financieros, que en los últimos años han tomado el control de por lo menos unas 200 millones de hectáreas pertenecientes a agricultores pobres de África, América Latina y Asia.

Los especuladores saben que la tierra es clave para cubrir tres necesidades vitales: alimento, agua y energía.

Sin embargo, esta temática no aparece en la agenda de la conferencia también conocida como Río+20.

“Los campesinos pierden el control de la tierra y del agua por la concentración mundial de la propiedad”, se lamentó el hondureño Rafael Alegría, dirigente del movimiento internacional La Vía Campesina.

Entre 80 millones y 227 millones de hectáreas, a menudo de tierras cultivables, terminaron en manos privadas y corporativas en los últimos años, según un estudio divulgado en abril por Amigos de la Tierra Internacional.

Muchos pequeños agricultores son desplazados en América Central y alrededor de 40 por ciento de los hondureños viven en extrema pobreza, según la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura, dijo Alegría a IPS.

“Los derechos de las poblaciones locales se ignoran repetidas veces y de forma trágica en lo que se ha convertido en una expedición de compras a África”, dijo Hatcher en un comunicado de prensa.

RRI y otras organizaciones tienen documentados cientos de acuerdos por medio de los cuales el gobierno entrega a inversores tierras que, en realidad, pertenecen a las comunidades locales. De hecho, más de 1.400 millones de hectáreas, incluidas selvas de África, son comunitarias, pero reclamadas por las autoridades de forma arbitraria.

Rara vez se incluye a las comunidades locales en las negociaciones de compra o arrendamiento, aun en países donde sus tierras son consideradas por ley como propiedad privada, señalaron investigadores de RRI. De hecho, muchas veces ellas ignoran la venta hasta que llegan las máquinas excavadoras.

John Muyiisha, un agricultor de Kalangala, Uganda, se levantó una mañana y vio cómo las excavadoras destruían sus cultivos. Casi 10.000 de las 40.000 hectáreas forestadas en las islas del lago Victoria frente a esa localidad, fueron plantadas con palma aceitera, según un estudio divulgado en abril por el capítulo local de Amigos de la Tierra.

El Banco Mundial aportó millones de dólares y ayuda técnica para lanzar el proyecto.

Rio+20. O desenvolvimento sustentável do Rio de Janeiro e Espírito Santo ameaçado pela Eikelândia em São da Barra

Praia de Atafona
Praia de Atafona

Superporto do Açu, em São Joao da Barra, uma ameaça para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo
Superporto do Açu, em São Joao da Barra, uma ameaça para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo

A beleza roubada de lagoas,

Porto de Açu. Veja que agressão
Porto de Açu. Veja que agressão

praias, bosques e matas

O projeto do porto. Os nomes que dão medo...
O projeto do porto. Os nomes que dão medo…

A organização da Rio+20 vai propor ao governo do Rio que entre os dias 20 e 22 de junho seja feriado. Que delegações visitem São João da Barra.  Que os 50 mil participantes deste evento internacional, em defesa do Planeta, analisem o projeto megalomaníaco da Eikelândia, que começou com a desapropriação de 400 fazendas.

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

A Conferência terá dois temas principais:

  • A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
  • A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.ECONOMIA VERDEEconomia verde inclusiva, produção rural sustentável e preservação da água são prioridades ambientais dos oito países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que serão apresentadas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro. O documento com a proposta dos países lusófonos é resultado da 5ª Reunião dos Países da CPLP, na Ilha do Sal, em Cabo Verde. O chefe da Assessoria Internacional do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fernando Coimbra, liderou a delegação brasileira na reunião, que contou com a participação de representantes dos ministérios do Meio Ambiente de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Brasil.

    “O encontro foi preparatório para a Rio+20, com discussões abertas em busca do fortalecimento ambiental e social da comunidade dos países de língua portuguesa”, destaca o gestor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria de Extrativismo de Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Ricardo Padilha, um dos representantes do Brasil na reunião. Entre os temas que serão levados à Rio+20 estão o uso, o abastecimento e a melhoria da oferta de água nas grandes metrópoles mundiais. Também será abordada a necessidade de equilíbrio do ecossistema e mitigação dos gases de efeito estufa.

    ECONOMIA AZUL

    Como parte das discussões sobre água, a comunidade lusófona defendeu atenção especial à economia azul, setor representado hoje pela preservação da água, oceano, rios, e nascentes, além dos recifes. A proposta inclui a manutenção da biodiversidade nas costas como meio de garantir o equilíbrio do ecossistema marinho. “A posição do Brasil e demais representantes da CPLP é de preocupação tanto com a qualidade ambiental do continente quanto dos mares, além do combate à acidez nos oceanos, reflexo do aumento das emissões de CO2″, explica Padilha. Ele destacou também a economia verde inclusiva na pauta de deliberações.

    A segurança alimentar, por meio do fomento à produção sustentável da agricultura familiar, foi consenso nas discussões, com a inclusão do tema no documento que será levado à Rio+20. Segundo Padilha, o Brasil e os outros sete países da comunidade de língua portuguesa querem reforçar o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar em todo o mundo, como garantia para uma vida saudável. Todos os representantes da CPLP defendem a segurança alimentar como ação prioritária para o crescimento sustentável de qualquer nação.

    AMEAÇAS DA EIKELÂNDIA
    O projeto da Eikelândia ameaça as economias azul e verde. Começou pelas desapropriações não investigadas em São João da Barra. Ameaça a economia azul não só do Estado do Rio de Janeiro, mas do Estado do Espírito Santo.
    Para encobrir a beleza roubada de São da Barra, as páginas na internet, da Prefeitura e da Câmara Municipal foram desativadas.
    Para criar um clima do que agora é tarde, o mal está feito, Eike Batista simulou o laçamento de pedras fundamentais de usinas de aço e cimento, e o governador corrupto do Rio Janeiro, Sérgio Cabral, mandou a Polícia Militar que comanda, destruir casas e plantações em dezenas de fazendas.
    A prefeita Carla Machado fez solenidade para condecorar Eike Batista pelos benefícios recebidos da Prefeitura de São João da Barra.
    Procure ficar informado sobre este assalto, crime que ainda pode ser contido. Não importa se no todo ou em parte.
    Será que o dinheiro do homem mais rico do Brasil compra tudo? Comprou o governo do Rio associado da Delta Construções. Também comprou a justiça?
    Algum deputado da oposição a Sérgio Cabral vai se pronunciar? E as ONGs e fundações ambientalistas?
PRINCIPAIS PRAIAS DE SÃO JOÃO DA BARRA
A beleza ameaçada pela X ganância da Eikelândia, um projeto que visa construir um porto e usinas que transformarão São João da Barra, em barras de aço, em barras cimento, em barras de ferro, em barras de ouro para Eike Batista.A beleza da natureza não tem preço. A beleza de São João da Barra não pode ser vendida por trinta moedas.

Praia de Atafona

O nome Atafona é de origem indígena e significa moinho de vento. Atafona possui o segundo maior delta do país e o terceiro clima medicinal do mundo. É em Atafona também, que ocorre o processo de transgressão do mar, que consiste na invasão do mar sobre o continente. O mar exibe sua força e impressiona  moradores e turistas.

 

Praia de Grussaí

O nome Grussaí vem do pequeno caranguejo chamado grauçá, também conhecido como espera maré. É nesta praia que costuma acontecer diversos shows no período de verão, atraindo diversas pessoas.


 Praia do Chapéu do Sol

Nome colocado por moradores de Atafona e veranistas no início do século XX, pois neste local várias pessoas colocavam chapéu de praia para evitar o sol, daí então o nome de Chapéu de Sol. Este local também é conhecido como hospital espiritual, estimulando fenômenos de cura e aparição de UFOs.


Praia de Iquipari

Com o nome característico indígena, Iquipari possui mar e lagoa, com mata preservada e fauna nativa. É ainda ideal para a pesca de anzol e contato maior com a natureza.


 Praia do Açu

Nome originado de moradores nativos da região, possui mar ideal para pesca de anzol e de rede.

 

São João da Barra possui 32 km de belas praias! Que não podem ser destruídas pela ganância do trio Eike Batista, Sérgio Cabral e Carla Machado

Trabalho escravo e os variados conceitos de propriedade rural em São João da Barra

Prefeitos não constroem casas para o povo. Dão terrenos em locais distantes e de risco. E os sem teto, devargazinho, economizando no pão nosso de cada dia, vão construindo aos poquinhos suas moradias. Se com o tempo, a cidade crescer, os terrenos ficarem valorizados pela especulação imobiliária, acontece a mágica de aparecer um misterioso dono: uma empresa limitada e, muitas vezes, fantasma ou falida a pedir o desalojamento de todos os moradores. Foi assim em Pinheirinho.

Polícia Militar de Alckmin expulsam de Pinheirinho, em São José dos Campos,  milhares de trabalhadores que recebem o salário mínimo do mínimo
Polícia Militar de Alckmin expulsa de Pinheirinho, em São José dos Campos, milhares de trabalhadores que recebem o salário mínimo do mínimo
Tragédia esquecida do Pinheirinho. O fogo amigo e legal do desembargador Ivan Sartori. Quem chora pelas vítimas?
Tragédia esquecida do Pinheirinho. O fogo amigo e legal do desembargador Ivan Sartori. Quem chora pelas vítimas?
A força do poderoso braço de Naji Nahas em Pinheiro, terra de uma família alemã misteriosamente assassinada
A força do poderoso braço do doleiro Naji Nahas em Pinheirinho, terra de uma família alemã misteriosamente assassinada

Tramita no Congresso Nacional uma lei que visa acabar com o trabalho escravo. Dez anos de discussão.

Os ruralistas consideram que a lei brasileira não é suficientemente clara sobre o conceito de trabalho escravo, o que força a apresentação de um projeto em separado para garantir que a aplicação não fique submetida a interpretações – ainda que o Código Penal brasileiro defina o que é trabalho escravo. “Isso é enrolação. Vai votar daqui a 15 dias a mesma coisa”, criticou o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ). “A princesa Isabel, quando aboliu a escravidão, enfrentou alguma resistência, mas ninguém chegou ao cúmulo de pedir que ela definisse de que se trata o trabalho escravo. O que mais vai ser definido?”

Temendo a derrota para a bancada ruralista, de atuação suprapartidária, PT e PSB aceitaram adiar para o dia 22 a votação. “Lamentamos que um tema do século 19 estamos discutindo no século 21, e com esta dificuldade de votar”, afirmou o líder do PT, Jilmar Tatto (SP). “Vamos remeter para 22 de maio, vamos colocar em pauta, vamos fazer todos os acordos possíveis, sem no entanto rebaixar de forma alguma o tema principal.”

Foi o segundo dia seguido em que os ruralistas conseguiram impor o adiamento da votação com o argumento de que a PEC é perigosa para a propriedade. Na véspera, estiveram no Congresso ministros e ex-ministros, artistas e representantes de centrais sindicais. Entre 1995 e 2012, 42 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A exemplo do dia anterior, houve discursos que colocaram a propriedade acima da dignidade humana – e mesmo da vida humana. Na terça-feira (8), Luis Carlos Heinze (PP-RS) chegou a relativizar o crime da escravidão afirmando que também eles, deputados, estão submetidos a condições degradantes.

Na quarta-feira, coube a Nelson Marquezelli (PTB-SP) a tarefa de dizer que se trata de um “crime” colocar em votação a PEC 438. “Se eu, na minha propriedade, matar alguém, tenho direito a defesa. Se tiver bom advogado, não vou nem preso. Mas se der a um funcionário um trabalho que será visto como trabalho escravo, minha esposa e meus herdeiros vão ficar sem um imóvel. É uma penalidade muito maior do que tirar a vida de alguém. A espinha dorsal da Constituição brasileira é o direito à propriedade.”

 Mas este direito à propriedade não é considerado pelo governador Sérgio Cabral em São João da Barra, no Rio de Janeiro, que desapropriou terras e mais terras, bosques, matas, fazendas, praias para um mega projeto de Eike Batista. É um ABC X, que Eike, bundinha de ouro, chama de Eikelândia. Confira.
Existe defesa da propriedade de terra em São João da Barra? Que ruralista, no Congresso, vai opinar contra esta desapropiação de terra? Veja vídeo.  São 70 quilômetros de fazendas e 300 de faixa de mar.
O conceito de propriedade me parece muito vago. Outro exemplo de que o direito de propriedade vale para uns sortudos, e não para todos ruralistas. Quatrocentas fazendas vão desaparecer. Clique aqui.  
Produtor rural, em São João da Barra, RJ, chora a fazenda perdida para Eike Batista. São 400 propriedades desapropriadas por Sérgio Cabral e dadas, de mão beijada, para o homem mais rico do Brasil
Produtor rural, em São João da Barra, RJ, chora a fazenda perdida para Eike Batista. São 400 propriedades desapropriadas por Sérgio Cabral e dadas, de mão beijada, para o homem mais rico do Brasil
O verde dos bosques, das matas, das plantações, e o azul dos lagos, dos rios e do mar das belas praias de São João da Barra vão ser acinzentados pela ganância do mega 20-X
O verde dos bosques, das matas, das plantações, e o azul dos lagos, dos rios e do mar das belas praias de São João da Barra vão ser acinzentados pela ganância do mega ABC-X