Rogério Chequer responde processo nos Estados Unidos e virou líder tucano (não é piada) contra a corrupção no vem pra rua

Nota do Painel da Folha de S. Paulo, desta terça-feira, sobre a presença de Rogério Chequer do Vem pra rua: “Um empresário sugeriu a Rogério Chequer que posasse para uma foto com um deputado que participava do encontro promovido pelo Lide. O porta-voz do Vem pra Rua recusou: ‘Não tiro foto com político’; ocorre que o tucano do Vem pra rua já subiu em carros de som de José Serra e pediu votos para Aécio Neves ao lado de FHC; ele não tira foto com político?”

Não disse a Folha de S. Paulo que esse Rogério Chequer ou do “Cheque” é uma figurinha bem suspeita. Tinha que andar de braços dados com FHC, que já prestou serviços remunerados para a CIA.

Chequer morava nos Estados Unidos, e trabalhava para a Stratfor, uma empresa privada de inteligência e investigação, segundo o site Wikileaks.

Que esse cara vem fazer no Brasil? Por que a Polícia Federal não investiga a fonte de dinheiro desse agitador de rua, que trama o golpe?

Chequer não passa de um dupla cidadania, apresentado pela suspeita revista Veja, e que responde processo nos Estados Unidos por corrupção.

O movimento Vem pra rua pretende o bate calçada do trabalhador brasileiro com emprego terceirizado, precário e servil. Defende o retorno da ditadura que cassou a estabilidade no emprego, e a continuação da tortura, o desemprego, os despejos judiciais, e o genocídio dos negros e mulatos pelas polícias militares dos governadores. Em São Paulo, a PM de Alckmin possui um efetivo de cem mil homens, e mais 65 mil policiais civis e mais os civis armados da terceirização de empresas de segurança. Eta Brasil selvagem dos bandeirantes, da TFP, dos latifundiários, dos especuladores, dos piratas de todas as bandeiras, dos leilões entreguistas de FHC, e do trabalho escravo.

E Rogerio Chequer fala grosso (eta país sem dono): “O governo vai ter de ouvir”.

Me engana que eu gosto
Me engana que eu gosto

Denuncia Pragmatismo Político: Rogério Chequer está sendo tratado como o novo herói de boa parte da imprensa brasileira. Ganhou espaço nas páginas amarelas da revista Veja, e, no programa Roda Viva da TV Cultura, comandado por Augusto Nunes, colunista de Veja, encarou perguntas tão confortáveis que parecia haver ali um cenário previamente combinado entre entrevistadores e sabatinado.

Sem se dar por satisfeito após ler a entrevista de Chequer na Veja e assistir ao seu Roda Viva, o jornalista independente Fernando Brito descobriu, com uma breve pesquisa, coisas que os profissionais dos supracitados meios de comunicação não quiseram vasculhar ou fingiram não se interessar.

“Chequer vivia, até poucos anos atrás, nos Estados Unidos. Lá era sócio de uma empresa chamada Atlas Capital Manegement, que geria fundos de investimentos junto com David Chon e Harry Kretsky. Apenas um dos fundos, o Discovery Atlas Fund (do qual Chequer também era sócio), tinha US$ 115 milhões (R$ 360 milhões) em ativos”, conta Brito. As informações são do Institutional Investitor.

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Chequer, não se sabe a razão, deixou a sociedade que cuidava de fundos milionários nos EUA e voltou ao Brasil para se tornar sócio dos primos numa agência especializada em produzir apresentações de ‘power point’. É sabido, porém, que o líder dos atos anti-Dilma é réu em um processo na Corte Distrital do estado americano de Connecticut, aberto em 2012 pelo seu ex-sócio Robert Citrone (dono da Discovery Atlas), um bilionário que integra, inclusive, a lista dos homens mais ricos do mundo da Forbes.

Fernando Brito conta que a curiosidade sobre a trajetória de Chequer surgiu naturalmente, já que os grandes veículos de comunicação lhe concederam o título de nova celebridade política.
“Ele [Chequer], como qualquer pessoa, tem o direito de se manifestar. Mas quando o tornam uma figura pública, uma “referência nacional”, o que ele faz, fez e qual é a sua trajetória passa a interessar e é dever dos jornalistas informar, salvo se não tiverem interesse em saber de onde vem o personagem que promovem nacionalmente”, afirma.

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Wikileaks e Stratfor

Brito foi além, e no último dia 28 de março descobriu que o nome de Chequer consta na lista da empresa de inteligência global Stratfor (também chamada de CIA of Shadow) – o arquivo foi vazado pelo Wikileaks, que teve acesso a mais de 5 milhões de e-mails confidenciais da empresa. Rogério Chequer aparece no arquivo identificado com a companhia “cyranony”. Seu nome está na 13ª linha do arquivo, que pode ser baixado diretamente do site do Wikileaks aqui.
“Existe, de fato, uma companhia Cyrano NY, LLC, registrada como “companhia estrangeira” no Estado de Delaware, um paraíso fiscal dentro do território americano, e assim reconhecido até pela Receita Federal brasileira”, diz Fernando Brito.

Como já noticiou Pragmatismo Político em diversas oportunidades, a Stratfor foi acusada de envolvimento em tentativas de golpes de estado em vários países e atua fortemente no setor de manipulação de interesses estratégicos. Um dos e-mails fala da insatisfação da Stratfor com a rejeição do ex-presidente Lula aos caças norte-americanos e sugere uma relação da empresa com um grande jornal brasileiro. (…)

São ainda misteriosas as razões que fizeram Chequer abandonar uma aparente vida empresarial de sucesso nos Estados Unidos para regressar ao Brasil. Espera-se, no entanto, que o líder de um movimento que apregoa a “transparência” como bandeira principal explique-se publicamente.

“Não acusamos Chequer, embora ele, como figura pública que é, agora, talvez pudesse explicar o que fez desde que seus negócios saíssem de um estado glorioso que tinha como dono de um fundo de investimento nos EUA e viesse, em 2012, se tornar sócio dos primos numa agência de publicidade especializada em produzir apresentações de “power point”, questiona Brito.

Chequer e Olavo de Carvalho

Na última semana, o astrólogo Olavo de Carvalho, uma espécie de cardeal da extrema-direita brasileira chamou Chequer às falas. Pelo Twitter, Carvalho ironizou o líder do Vem pra rua, referindo-se a ele como “Chequer Semfunds”, “Talão de Chequer” e como alguém adepto à “paumolice tucana” (referência ao fato de o grupo ser ligado ao PSDB). O astrólogo estava insatisfeito porque Chequer e o Vem Pra Rua não haviam ainda assumido posições mais incisivas em defesa do impeachment da atual presidente.

Pouco tempo depois de ser repreendido, Chequer prestou esclarecimentos a Olavo – foi quase um pedido de desculpas. A conversa surtiu efeitos. Chequer quis provar que se despira do manto da “paumolice tucana” e, imediatamente, procurou o jornal O Estado de S.Paulo para anunciar publicamente uma redefinição de posições. Ficou decidido que ele e o Vem Pra Rua dariam sustentação oficial aos pedidos de impeachment.

O jornalista Fernando Brito, que também acompanhou o episódio, comparou a subserviência de Chequer diante de Olavo com o recuo de Marina após a pressão do pastor Silas Malafaia para que a ex-presidenciável do PSB alterasse pontos polêmicos do seu programa de governo.

“Note-se-lhe a firmeza de convicções e de caráter”, afirmou Brito, referindo-se à repentina mudança de posicionamento de Chequer depois da consulta com Olavo.

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Chequer precisa explicar por que saiu às pressas dos Estados Unidos,

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Chequer precisa explicar por que saiu às pressas dos Estados Unidos, os motivos de sua pendência judicial e o fato de ser uma das possíveis fontes de informação da empresa americana de inteligência Stratfor – um braço privado da CIA que tenta aplicar golpes de Estado em países cujos governos não são simpáticos (leia-se, alinhados) à Washington. Não o fará, porém, se depender dos grandes conglomerados de comunicação do Brasil… Há algo em comum entre Chequer e a grande mídia brasileira: a falta de compromisso com o País.

Comenta Plantão Brasil: O empresário Rogerio Chequer, de 46 anos, apontado como líder do movimento Vem pra rua, é o personagem de uma nota curiosa publicada no Painel, da Folha de S. Paulo, nesta terça-feira:

Sem partido Um empresário sugeriu a Rogério Chequer que posasse para uma foto com um deputado que participava do encontro promovido pelo Lide. O porta-voz do Vem pra Rua recusou: “Não tiro foto com político”.

Quem será que ele acha que engana? Recentemente, o líder do vemprarua subiu em carros de som de José Serra e gravou um vídeo, ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em que pedia votos para o senador Aécio Neves na disputa presidencial.

Seria bem mais honesto assumir sua militância política [e os secretos serviços estratégicos]

Armínio Fraga sempre defendeu arrocho para o povo, e o dinheiro dele correndo solto no paraíso

O banqueiro Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, ex-empregado de George Soros maior acionista particular da Petrobras, e nomeado por Aécio Neves, antes da contagem dos votos nas urnas, ministro da Fazenda, quer um arrocho daqueles do povo botar a língua pra fora.

No lugar de Fraga, o ministro hoje é Joaquim. Os dois trabalharam juntos com FHC… Armínio tem que explicar, para Joaquim, como mandou um ônibus de dinheiro, pelo HSBC, para o paraíso… Coisa de anjo. O diabo seria se fosse explicar a origem do dinheiro…

Fraga deixou de ser brasileiro?  Como prova de que possui dupla nacionalidade – não sei qual está valendo – ele está sendo investigado pelo FBI.

Se o Brasil quer acabar com a corrupção, que fique proibido que um dupla nacionalidade exerça cargo do primeiro escalão do Executivo. Estou falando de quem renunciou a nacionalidade brasileira, para jurar fidelidade a uma outra Constituição.

O Brasil precisa de gente que ame o Brasil, mesmo que tenha nascido noutro país. O Brasil deve sua independência à imperatriz Maria Leopoldina de Áustria; e a Cidade do Rio de Janeiro, a preservação do verde, do que resta da Floresta Atlântica.

Em verdade, uma pessoa não possui dupla nacionalidade. E sim uma. Renuncia uma nacionalidade para assumir outra. Nos Estados Unidos participa de uma solenidade de juramento à Constituição e à Bandeira.

 

Tucano Armínio Fraga diz que medidas são “insuficientes para arrochar”

 

Manchete dos arrochados tempos de Fernando Henrique presidente e Armínio Fraga no Banco Central
Manchete dos arrochados tempos de Fernando Henrique presidente e Armínio Fraga no Banco Central

Enquanto a oposição tucana por meio da mídia golpista afirma que o governo comete “estelionato eleitoral” por conta das medidas econômicas, o guru econômico dos tucanos, Armínio Fraga, disse que a meta de superavit primário de 1,2%, estabelecida pelo governo, é “insuficiente para o arrocho” que considera necessário para para interromper o aumento da dívida bruta.

Fraga foi ex-presidente do Banco Central no governo FHC e deixou o governo com inflação em 12,5%, quase quatro vezes a meta determinada pelo próprio PSDB e juros na marca de 45%, beneficiando somente aqueles que especulavam, enquanto o desemprego e o arrocho de salários sacrificavam a vida dos trabalhadores.

Em entrevista ao Valor Econômico, ele afirmou que é necessário um “esforço superior a 3%”. “A continuar nesse passo, a dívida chegará a 100% do PIB em quatro anos ou cinco anos”, defendeu ele, dizendo que o governo deve cuidar do lado qualitativo do ajuste.

Salários subiram muito

Armínio Fraga

Durante a campanha no ano passado, Fraga chegou a afirmar que salários no Brasil subiram “muito” e saiu em defesa da política tucana, afirmando que as reformas feitas por FHC promoveram “ganhos sociais”, sem citar quais.

Fraga disse também que, como ministro da Fazenda dos tucanos, iria continuar com os programas sociais, mas “pretendemos também eliminar ao longo do tempo a parte injustificada das medidas de proteção, subsídio e desoneração voltadas às empresas”. Na época ele chamou as medidas de desoneração do governo Dilma, que mantiveram os empregos e reduziram os impactos da crise internacional, de “bolsa empresário”.

Fonte: Portal Vermelho

 

Fundo de Investimento do tucano Armínio Fraga na mira do FBI

 

HSBC aécio cpi

Armínio Fraga tem um fundo intitulado Armínio Fraga Neto Fundação Gávea. Pois este fundo é investigado nos Estados Unidos por ter feito a transferência de US$ 4,4 milhões de uma conta nas Ilhas Cayman para outra do HSBC na Suíça. Quem passou a informação ao R7 foi uma fonte do FBI, a polícia federal norte-americana.

Os documentos mostram, ainda, que para tentar evitar a tributação de impostos, Armínio Fraga teria declarado que o fundo era filantrópico, isto é, isento de tributos.

Armínio Fraga disse, ao R7, que a investigação nos EUA é “100% ficção”, mas admitiu que o fundo existiu. Declarou ele ao portal que investiu nesse fundo “há sete ou oito anos, mas tudo dentro da legalidade”. Segundo ele, todas as suas contas, de sua família e da Gávea Investimentos são “declaradas perante as autoridades competentes, brasileiras e americanas”. Ainda sobre a acusação, Fraga diz que “não houve esta transferência mencionada, houve sim um investimento regular e documentado”. E finalizou afirmando não ter notícia de qualquer investigação “sobre o tema”.

Fraga tem dupla cidadania, é brasileiro e norte-americano.

As autoridades americanas chegaram ao fundo nas investigações do Swissleaks, passando pente fino em contas do HSBC da Suíça. A lista foi vazada por um ex-funcionário do banco.

No caso da apuração do FBI, Armínio teria uma conta de compensação, conhecida como ‘conta-ônibus’, que só serve para transportar dinheiro, já que por ela não é possível fazer investimentos.

Os documentos de posse das autoridades norte-americanas mostram que antes de ser depositado no HSBC, o dinheiro passou por outra conta no Credit Bank da Suíça, supostamente para fugir do rastreamento. Depois de enviado à Suíça, mostram as investigações que o dinheiro teria volta para uma conta no America Bank de Nova York.

Os investigadores pediram quebra de sigilo do fundo.

Swissleaks

O vazamento do HSBC, conhecido por Swissleaks, tem mais de 8 mil brasileiros citados. Os detalhes de contas de mas de 100 mil clientes do banco HSBC na Suíça foram disponibilizados em fevereiro e contemplam cerca de 60 mil documentos mostrando movimentações nas contas entre 1988 e 2007, totalizando mais de US$ 100 bilhões. Na lista constam 8.667 brasileiros que depositaram US$ 7 bilhões apenas entre 2006 e 2007.

As informações foram cedidas ao jornal francês Le Monde pelo ex-funcionário do HSBC em Genebra, Herve Falciani. O jornal francês compartilhou os dados com mais de 140 jornalistas de 54 países do ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos) que comanda desde então a análise e divulgação do Swissleaks.

José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, determinou que a Polícia Federal apure possíveis crimes relacionados às movimentações nas contas dos brasileiros. A Receita Federal já conduz uma investigação em busca de indícios de evasão de divisas, sonegação de impostos e lavagem de dinheiro.

Apurar ou investigar?

Por que não avança a CPI do HSBC?

 

Fonte: Jornal GGN com informações do R7 e Portal Vermelho

Os golpistas e a destruição da Petrobras

A destruição da Petrobras, um projeto da pirataria internacional, que Fernando Henrique pôs em prática.

Denuncia a Federação Única dos Petroleiros: “A corrupção sempre esteve intimamente ligada à terceirização do trabalho no Sistema Petrobrás.

O processo de eliminação da corrupção sempre dependeu do fim dos contratos de terceirização, estes mesmos que deram início a todos os esquemas de desvios de recursos da empresa”, ora investigados na Operação Lava Jato.

A terceirização e a contratação de obras e serviços sem licitação são leis permissivas de FHC, para a destruição da Petrobras e de todas as estatais brasileiras.

Acrescenta a FUT: “O que se vê, até agora, é a implementação da gestão da destruição, liderada pelo mercado e seus parceiros – a mídia, principalmente.

Com essa estratégia destrutiva da Petrobrás, o mercado propõe extinguir “um conceito, uma bandeira, uma nação”, como bem definiu Mauro Santayanna, no histórico “Eu acuso”, um carta manifesto “Aos canalhas que querem destruir a Petrobrás”. Leia aqui

 

As greves contra a destruição da Petrobras

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Relembra a FUT: Na era FHC, petroleiros viveram anos de chumbo! Você quer isso de volta? Em 1994, os petroleiros lutaram contra as privatizações. E as perdas econômicas dos petroleiros chegavam a 100%.

Mesmo após duas greves da categoria, o governo Itamar Franco descumpriu o acordo de interníveis. O tucano Fernando Henrique Cardoso, que era ministro de Itamar, assumiu o governo em 1995 e intensificou o arrocho salarial, levando os petroleiros novamente à greve.

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O governo do PSDB partiu para o confronto, invadindo as refinarias com tanques e tropas do Exército.

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tropa de FHC

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Após 32 dias de enfrentamento, os petroleiros iniciaram uma nova luta para reverter as demissões e as multas milionárias que FHC impôs à FUP e aos seus sindicatos.

Não bastasse tudo isso, o governo lançou ainda um decreto, proibindo a livre negociação de salários nas empresas estatais.

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Anistia: primeira grande conquista no governo Lula

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Após tomar posse em 2003, o ex-presidente Lula assumiu o compromisso de anistiar e reintegrar os trabalhadores da Petrobrás e subsidiárias demitidos arbitrariamente por participações em movimentos reivindicatórios nos governos FHC, Itamar e Collor.

A FUP e seus sindicatos estiveram à frente do processo onde anistiamos 88 demissões, 443 advertências, 269 suspensões e 750 punições aplicadas contra os trabalhadores durante as greves de 1994 e 1995.

Além disso, conseguimos trazer de volta aos quadros da Petrobrás mais de 1.200 trabalhadores anistiados da Interbrás, Petromisa, Petroflex e Nitriflex, subsidiárias que haviam sido extintas e privatizadas no início dos anos 90.

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Impeachment o golpe a jato

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Todas as empresas citadas são partes da partilha da Petrobras, fatiada e entregue à pirataria por Fernando Henrique.

Agora, os predadores internacionais e traidores do Brasil querem – conforme promessa de campanha de Marina Silva e Aécio Neves – toda a Petrobras, a empresa por inteira privatizada, desnacionalizada, pirateada.

Eis a razão de ser do Golpe a Jato dos falsos puritanos, da CPI da Câmara de Cunha, da propaganda marrom da imprensa, da campanha pelo impeachment de Dilma ou golpe à Honduras e Paraguai.

Pedradores estrangeiros, dupla nacionalidade e traidores do Brasil já pediram, em marchas pelo terceiros turno em São Paulo, a invasão de um exercito estrangeiro e o retorno da ditadura.

Os canalhas arriscam uma guerra civil, a transformação do Brasil em uma Ucrânia dividida pelo dinheiro de George Soros, ou uma guerra pelo petróleo como acontece no mundo árabe, envolvendo, na América do Sul, a Venezuela, a Bolívia e o Equador. Pouco importa, para eles, que o Brasil se transforme em uma Iugoslávia.