Indenização é maior do que o salário da agente que parou juiz em lei seca por dirigir carro sem placa e documentos

 

luciana

 

Condenada pela 36ª Vara Cível do Rio de Janeiro a pagar R$ 5 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa após um desentendimento numa blitz, a agente da Lei Seca Luciana Silva Tamburini, de 34 anos, revelou nesta quarta-feira (5) que não teria como pagar a indenização. “Não tenho dinheiro para pagar isso, é mais que meu salário”, disse ela.

De acordo com decisão, em primeira instância, da 36ª Vara Cível do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio), a servidora pública “agiu com abuso de poder” e “zombou” da magistrado ao afirmar que ele “era juiz, mas não Deus”. O fato ocorreu em 2011.

A infração ocorreu depois que Corrêa foi parado em uma blitz da Lei Seca sem a carteira de habilitação e com o carro sem placa e sem documentos. Com isso, o carro do magistrado foi rebocado. Na ocasião, Corrêa era titular da 1ª Vara da Comarca de Búzios.

Luciana chegou a receber voz de prisão por desacato, mas se negou a ir à delegacia em um veículo da Polícia Militar.

“Ao apregoar que o demandado era ‘juiz, mas não Deus’, a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como do que a função representa na sociedade”, escreveu o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do TJ-RJ, que manteve a condenação em segunda instância.

Luciana disse ao G1 que a “carteirada” que recebeu do magistrado não foi a única ao longo de três anos que trabalhou na Lei Seca.

“Isso acontece todos os dias e não só comigo. Já recebi até um ‘Você sabe com quem está falando?’ da mulher de um traficante de um morro de Niterói”, contou.

Luciana acrescenta que vai entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a condenação que sofreu. Segundo ela, a decisão do Tribunal de Justiça do Rio é desmotivante.

“É um absurdo. Porque você bota a pessoa ali para trabalhar, para cumprir a lei. É uma pena a lei ser para poucos, para pessoas que têm o poder maior que o nosso. Imagina se vira rotina?”, pergunta.

Ela disse ainda que acredita que esse tipo de decisão não deveria afetar o trabalho que os agentes desempenham no cumprimento da lei.

O servidor público fica com medo de aplicar a lei. Você não pode trabalhar com medo”, explicou.

Sobre o uso da expressão “juiz não é Deus”, a servidora disse que houve interpretação errada por parte do magistrado. Segundo ela, na época da abordagem Correa chamou um policial militar e lhe deu voz de prisão.

“O PM já veio na tenda onde eu estava com a algema dizendo que ia me algemar porque ele [o juiz] queria. Eu então disse ao policial que ele queria, mas ele não era Deus. O policial falou isso para o juiz. Não fiz isso com o objetivo de ofender”, contou. Não sei se o juiz foi punido por dirigir um carro sem placa e documentos

La renovación (ética) de la Justicia

Rafael
Rafael

 

 

por Guido Croxatto *


El lúcido texto de renuncia al cargo de ministro de la Corte Suprema de Justicia de la Nación enviado por el profesor Zaffaroni a la presidenta de la Nación a once años de haber sido designado en ese cargo es un hecho simbólico, pedagógico por su contenido, inspirador por su mensaje y aleccionador para las nuevas generaciones de abogados que buscan utilizar las herramientas que les brinda el Derecho (que muchos aún aprenden de un modo acrítico en la facultad), no para conservar privilegios e intereses estatuidos (como quiere parte de la doctrina), sino para tender a la organización de una sociedad más igualitaria y más justa, única forma, como advierte Zaffaroni en su texto de renuncia, de disminuir los niveles de violencia imperantes en la sociedad. Hay muchas formas de violencia que aún los abogados no vemos. Formas de la violencia que la Justicia (el Poder Judicial) no nombra: la desigualdad es una de ellas. La pobreza es otra forma de violencia. La exclusión es violencia. Estas formas de violencia que el derecho no nombra y la Justicia no juzga como tales (y muchas veces gran parte de la sociedad no ve como “hechos de violencia”, no se considera a la desigualdad o a la pobreza como formas de una violencia muy grave) están, sin embargo, en la base del problema de la inseguridad. La desigualdad tiene que ver con la inseguridad. Tambien la pobreza.

El texto es valioso porque asume para la Justicia la periodicidad en los cargos, que no debiera ser asumida como un gesto de debilidad de los jueces ni de la Justicia ni como una amenaza a su independencia. El carácter vitalicio de los cargos es un elemento monárquico que, como bien señala Zaffaroni, poco se corresponde con los tiempos y debates y recambios de una democracia republicana y deliberativa, donde los jóvenes –como abogados o no– están llamados a participar cada vez más (y no cada vez menos) con voz propia, la juventud está llamada a intervenir y a tomar la palabra para rediscutir el Derecho, y es para eso, como dice Zaffaroni, que debe formarse y ser apoyada en su formación: para tener elementos para dar la discusión. Para poder construir un derecho mejor. Diferente. Y más justo.

Finalmente, Zaffaroni asume que la misión central de todo Estado que quiera organizar una sociedad mas justa pasa, en primer lugar, por una reforma de la educación, que ponga al alcance de sectores tradicionalmente excluidos y marginados de la vida civil y política ese derecho: el derecho a saber, el derecho a la educación, sin el cual la participación política efectiva de los jóvenes no se hace posible. En esto se esconde una semilla y es la de un nuevo modelo de ejercicio de derechos, que va empoderando a las personas antes “representadas”, dejando atrás el paradigma de la tutela. Del modelo tutelar se sale con más educación y otorgando mayores niveles de autonomía a las personas.

Zaffaroni habla de una revolución pacífica y silenciosa: la de sectores que se incorporan por primera vez a la universidad pública. El saber jurídico no puede permanencer impasible ante esta nueva realidad social, porque en ella radica, precisamente, la mayor oportunidad de cambio de cosmovisión del Derecho: sectores antes excluidos, ahora empoderados, que el día de mañana se incorporarán como funcionarios en la administración de Justicia, es decir, que se incorporen a un poder (como el Poder Judicial) que siempre los ha mirado desde arriba, los ha negado o los ha mirado con desprecio. La revolución pacífica y silenciosa es la revolución de la administración de Justicia, a través de una nueva composición mucho más abierta y plural. Una Justicia administrada por más manos, más y diferentes miradas, nuevos lenguajes, nuevos sectores, nuevos desafíos. Nuevos problemas que antes no veíamos. Que una parte de la sociedad no nombraba. Una Justicia a la que se le quita homogeneidad y uniformidad en los pensamientos y en su forma de composición. Para eso hace falta recambio generacional e ideológico, porque así se potencia el debate al interior de cada poder del Estado. La juventud está llamada a tomar en sus manos la defensa de los derechos. A ellos les habla Zaffaroni con su renuncia. Está diciendo: yo me voy porque vienen otros jóvenes. Y porque hay que formarlos. Porque sin formación es difícil luchar por el derecho. La incorporación educativa de sectores privados históricamente del derecho a la educación es el primer paso concreto para transformar el Poder Judicial en Argentina. Y la sociedad toda. La transformación de la educación es la transformación de la Justicia. El acceso a la educación es el acceso a la justicia. Y a una mayor igualdad. Y una mejor cultura.

 

* UBA-Conicet.

A desonestidade de Marina Silva, por Janio de Freitas

“Acredito que estou agindo de acordo com o Criador Todo-Poderoso”
Hitler

 

Marina religião Silas

A maior desonestidade de Marina é a certeza de crer que age em nome da Providência Divina. E que foi salva por Deus para presidir o Brasil.

E que ela e parceiros de campanha eleitoral estão sendo satanizados pelos adversários políticos.

Santa Marina. Santo o marido dela!

Marina não agride, não critica. Unicamente exorciza, em nome de Jesus. (*)

 

Thiago Lucas
Thiago Lucas

Escreve Janio de Freitas: Não se imaginava que a Marina Silva tão contida, como se toda travada por poderosas forças interiores, ou, sabe-se lá, celestiais (“Deus não quis que eu estivesse naquele avião”), fosse capaz de tamanha desinibição para dizer coisas como esta raridade: “Um partido que coloca por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da Petrobras”. “Para assaltar”? A desonestidade dessa afirmação, feita em sabatina há três dias no “Globo”, não tem limite nem para trás.

Funcionário de carreira, Paulo Roberto Costa fez sua ascensão na Petrobras durante o governo Fernando Henrique, nomeado então para sucessivos postos e funções relevantes, que vieram a culminar no governo Lula. É um mistério o momento em que começou sua corrupção. Mas há a certeza de que, a não ser para Marina, nenhum partido e nenhum governo dos dois presidentes promoveu Paulo Roberto Costa “para assaltar”.

Diante de tamanha e perversa difamação, não surpreende a facilidade com que Marina diz inverdades bondosas a seu respeito, atribuindo-se votos, pareceres e projetos no Senado que o Senado nunca ouviu ou leu. Sua agressividade tem este componente adicional: a inverdade. O que aquela sabatina tornou ainda mais perceptível (e registrado jornalisticamente).

Mas de Dilma, a “durona”, a “gerentona”, esperava-se que ao menos confirmasse a maneira como a imprensa a descreve. A surpresa que lhe cabe vem, no entanto, do oposto: é a menos ofensiva, tanto no sentido de ataque como de insulto. Tem preferido dar respostas, algumas duras e outras irônicas.(Transcrevi trechos)

 

Marina petróleo


(*) Exorcizar. Utilizar o exorcismo para retirar, afastar, expulsar os demônios ou maus espíritos que se apossaram do corpo de alguém. Figurado: Gritar ou lançar berros com a pessoa que esconjura. (Etm. do grego: eksorkízo, pelo latim: exorcizare). São sinônimos:

Conjurar. Evitar (um mal iminente) por meio de práticas religiosas, cabalísticas ou mágicas; conjurar o demônio.

Esconjurar. Amaldiçoar, apostrofar. Lamentar-se. Queixar-se.

 

Exorcismo na sinagoga de Cafarnaum. Afresco do século XI na Abadia de Lambach, na Áustria.
Exorcismo na sinagoga de Cafarnaum. Afresco do século XI na Abadia de Lambach, na Áustria.

O exorcismo na sinagoga de Cafarnaum é um dos milagres de Jesus, relatado em Marcos 1:21-28 e Lucas 4:31-371 .

De acordo com os evangelhos, no sabbath, Jesus e seus discípulos foram para Cafarnaum e Jesus começou a pregar. As pessoas ficaram maravilhadas com seus ensinamentos, pois ele os passava com autoridade e não da forma dos doutores da Lei. Neste momento, um homem que estava na sinagoga e que estava possuído por um espírito maligno gritou “Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a perder-nos. Bem sei quem és, és o Santo de Deus! Jesus repreendeu-o, dizendo: Cala-te e sai desse homem. O espírito imundo, agitando-o violentamente e bradando em alta voz, saiu dele.” (conforme o Evangelho de Marcos).

As pessoas ficaram novamente espantadas e perguntaram umas às outras: “Que é isto? uma nova doutrina com autoridade! ele manda aos próprios espíritos imundos, e eles lhe obedecem!”. Notícias sobre Jesus então se espalharam por toda a região.

Hoje, qualquer um faz exorcismo no Brasil.

 

 

 

Las facultades de derecho como fábricas de creyentes

La Facultad de Derecho como institución de encierro

paz direito justiça lei protesto

Todo buen manual de filosofía del Derecho que se preste dedica al menos un capítulo a la relación Poder-Derecho. Mas no se trata de una relación entre dos entidades diferenciadas, como en muchas ocasiones encontramos en la manualística – aunque sería preferible denominarla gast(r)onomía – universitaria. Poder y derecho son una misma cosa o, incluso, se puede decir que el derecho es un medio más para el poder. Remarco el adverbio porque el poder se ejerce en muchas ocasiones en un espacio vacío o anómico y en lo que se conoce como los ilegalismos estatales (núcleos de permisibilidad). No obstante, en otras tantas ocasiones el poder es ejercicio por medio del derecho.

justiça direito greve patrão

El docente en una Facultad de Derecho se convierte, en muchos casos, en un instrumento más para la perpetuación del poder o, por decirlo con Althusser, en un aparato ideológico del Estado. Su función consiste, básicamente, en enseñar –léase dogmatizar, domesticar, socializar – al futuro jurista a acatar de forma acrítica el sistema (tanto jurídico, como económico, social y político), convertir la ley en tótem a idolatrar y en tabú que no es posible cuestionar, ni siquiera en sus consecuencias respecto a la clase oprimida. Pero, eso sí, revestirlo todo con conceptos, que con su solo pronunciar ya se deshacen, como democracia, libertad, igualdad o paz. Enseñar qué dicen los códigos, sin saber por qué lo dicen y quién dice lo que dicen, muestra la servidumbre en la que nos encontramos, en cierto modo voluntaria, al estilo La Boëtie, sostén y fundamento de la tiranía. La pedagogía dominante es la pedagogía de la clase dominante. Al final los estudiantes se convierten en fieles y disciplinados creyentes ajenos a la realidad inmediata, cómplices de un sistema represivo.

Como en la República de Platón, los profesores de Derecho enseñamos – a través de una pedagogía del miedo: exámenes, listas, castigos – la ficción orgánica por la que cada miembro cumple una función predeterminada hacia la eternidad en el macro-cuerpo en que se nos (re)presenta el Estado y el Mercado. Una forma de control y disciplina social a través de la jerarquía funcional: cada miembro de una clase social, nos insisten, debe cumplir la función asignada a dicha clase, sin salirse de sus márgenes, sin cuestionar el sistema, puesto que de lo contrario el mismo sistema moriría y con él también el rebelde. Bienvenido el jurista-perito incapaz de poseer un pensamiento autocrítico.

La Facultad de Derecho se estructura al modo de un lugar de encierro que genera un tipo de sujeto (producción de subjetividad). La pedagogía jurídica dominante perfecciona el funcionamiento represivo de la institución, maquillada con un rostro suave, delicado y democrático. Los profesores de derecho fabrican un modelo de jurista al servicio – militante y militar – de la estructura político-económica dominante. Leer más

Los hijos bastardos del rey

Según publica hoy el diario El Mundo, dos juezas de Madrid han rechazado admitir a trámite las demandas de paternidad interpuestas por una mujer belga y un ciudadano español contra el rey Juan Carlos.

La figura del rey es inviolable. Es decir, el jefe del Estado está blindado, su figura “no está sujeta a responsabilidad” sea política o jurídica, según dice la Constitución, que le protege de cualquier investigación judicial.

Ese amparo ha servido para que dos juezas de Madrid hayan rechazado admitir a trámite dos demandas de paternidad contra el rey Juan Carlos, según publica hoy la periodista María Peral en la edición en papel de El Mundo. El auto del juzgado número 19 dice explícitamente que la decisión se basa en “la tradición histórica e internacional” que “atribuye al Rey un estatus o protección especial confiriéndole inviolabilidad e irresponsabilidad”.

Es la primera vez, según explica El Mundo, que la inviolabilidad del jefe del Estado, recogida en la Constitución, se extiende a cuestiones relacionadas con el Derecho de Familia. La magistrada del 19 considera que la inviolabilidad “implica la imposibilidad no solo de exigir responsabilidad penal sino también de dirigir contra el Monarca acciones ante la jurisdicción civil”.

Las personas que reclaman una prueba de paternidad al jefe del Estado son Ingrid Albert Solá e Ingrid Sartiau, que aseguran haber descubierto hace unos meses que son hermanos y, según testimonios familiares, hijos del rey. Fuentes de la Fiscalía aseguran a El Mundo, sin que se haya iniciado ninguna investigación, que la demanda carece de pruebas fundamentadas.

O casal Mujica, que governa o Uruguai, exemplo de esperança na humanidade, desfaz a legenda de que todo político é corrupto

Povo uruguaio tem motivos de sobra para ter orgulho do seu Presidente
Povo uruguaio tem motivos de sobra para ter orgulho do seu Presidente

O mundo capitalista em crise, e  reis e presidentes continuam com as suas mordomias na Espanha, na Itália, na Irlanda, na Grécia, para citar os países europeus que dançam sob a batuta da troika. Até o papa Bento tem lá sua vida nada cristã.

No Brasil, o país que metade da população – mais de cem milhões de miseráveis – sobrevive com menos de 270 reais, causa nojo as mordomias nos palácios dos três poderes e residências dos presidentes dos tribunais, do Congresso e República. Um luxo que se repete, escandalosamente, nos Estados, com os governadores, presidentes das assembléias e tribunais estaduais.

Dizem que a noblesse oblige.  Não tanto. Na América do Sul existem os exemplos do índio Evo Morales e do ex-guerrilheiro José Mujica.

O presidente uruguaio ofereceu a residência oficial para abrigar moradores de rua durante o inverno, caso faltem vagas em abrigos autorizados.

Mujica solicitou que seja feito um relatório listando os edifícios públicos disponíveis para serem utilizados caso os abrigos existentes estejam indisponíveis, como informou a publicação uruguaia Búsqueda.

Entres os locais listados pelo presidente ainda encontra-se a residência “Suarez y Reyes”, que é utilizada para a realização de reuniões do governo, mas onde ninguém mora.

No dia 24 de maio, uma mãe e seu filho, moradores de rua, foram os primeiros a se instalar na residência presidencial, diante de uma sugestão da Presidência ao Ministério de Desenvolvimento Social, mas eles encontraram outro local para ficar.

A residência oficial não foi ocupada pelo atual mandatário, que vive em um sítio em uma área de classe média nas redondezas de Montevidéu, nem pelo ex-presidente Tabaré Vásquez (2005-2010), que durante seu mandato permaneceu em sua própria casa. Eles foram os dois primeiros governos de orientação progressista da história do país.

No inverno de 2011, pelo menos cinco moradores de rua morreram por hipotermia, fato que gerou uma crise no governo que culminou com a destituição da ministra de Desenvolvimento Social, Ana Vignoli. (Infolatam)

Carlos Newton ressalta que “circula na internet um texto muito interessante, dando conta de que o presidente do Uruguai vive com o equivalente a R$ 2.500 e anda de Fusca.

José Mujica na direção do seu famoso Fusca e do Uruguai
José Mujica na direção do seu famoso Fusca e do Uruguai

José Mujica foi considerado o presidente mais pobre do mundo, segundo o jornal espanhol El Mundo. Mujica abriu mão de 90% do salário de US$ 12.500 e anda em um Fusca avaliado em cerca de US$ 1.900.

O restante do salário é distribuído entre pequenas empresas e ONGs que trabalham com habitação. ‘Este dinheiro me basta, e tem que bastar porque há outros uruguaios que vivem com menos’, diz o presidente vizinho. Sua esposa, Lucía Topolansky, é senadora e também doa a maioria dos seus rendimentos.

A matéria é tão surpreendente que fica difícil de acreditar. Mujica e a mulher participaram da guerrilha dos tupamaros contra a ditadura uruguaia e ficaram muitos anos presos. Depois, entraram na política partidária e acabaram chegado ao poder”.

Essa de que o poder corrompe, ou vicia, não merece desculpa. Acrescente-se que o casal Mujica não alisa nenhum banco de igreja.