GOLPE E TRAIÇÃO. Sem o apoio do povo, Temer quer derrubar Dilma para ser presidente

BRA_OG temer nao tem apoio popular

“Ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo (7%)”, foi o que disse o vice-presidente da Republica, Michel Temer, sobre os baixos índices de aprovação, falsificados,
adulterados, forjicados pelos conspiradores, do governo da presidente Dilma.

Não acredito nesta pesquisa encomendada e paga por jornal golpista, que fez propaganda da ditadura de 64, e ofereceu transporte para prender estudantes em porões de tortura e morte. Certamente que a Folha de S. Paulo conspira contra Dilma Rousseff, e forja pesquisas como meio de propaganda.

Pesquisas divulgadas pelos jornalões O Estado de S. Paulo, O Globo, Correio Braziliense, O Estado de Minas, Zero Hora

Acontece que Temer nem 7% tem de apoio popular. Foi indicado vice por Dilma, e eleito vice com os votos de Dilma.

Temer é da banda podre do PMDB de José Sarney, presidente de honra; Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados; Renan Calheiros, presidente do Senador Federal.

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Um deputado com tropa de choque, pitbulls e ‘paus-mandados’

Por meio de ajuda para obter doações, Cunha montou grupo que o apoia no Legislativo

Aroeira
Aroeira

por Afonso Benites/ El País

O poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ficou abalado depois das denúncias da Procuradoria, mas sua rede de aliados na Câmara dos Deputados é extensa. O peemedebista tem a sua tropa de choque, os pitbulls e os ‘paus-mandados’, segundo os congressistas que convivem com ele. ‘Pau mandado’ é como o delator Alberto Yousef se referiu, em depoimento à Justiça, aos parlamentares que seguem as orientações do polêmico deputado.

A linha de frente de defesa de Cunha está principalmente entre os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. É um grupo de parlamentares que atuam para desmentir delatores que incriminam os políticos na operação Lava Jato. Entre eles, estariam o presidente da comissão, o deputado Hugo Motta (PMDB-PB) e André Moura (PSC-SE). Os dois são os únicos que tiveram até agora acesso à investigação feita pela consultoria Kroll, contratada pela CPI por 1 milhão de reais, sobre 12 réus do esquema de desvio de recursos da Petrobras.

No grupo dos pitbulls estão alguns parlamentares espalhados por diversas comissões que agem para garantir os interesses de Cunha, como a celeridade no processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). Um deles é o deputado Hildo Rocha (PMDB-MA). Nesta semana, por exemplo, ele discutiu duramente com a senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) durante uma reunião da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional. A razão, foi ela não ter acatado um pedido feito por ele sobre o julgamento das contas de Rousseff. A análise dessas finanças pelo Tribunal de Contas da União pode resultar no pedido de destituição.

Já entre os chamados ‘paus-mandados’, estão os que agiram conforme a vontade do parlamentar até mesmo para obter o pagamento de propinas, diz o Ministério Público Federal e delatores da operação Lava Jato. Dois deles são a ex-deputada Solange Almeida e o deputado federal Celso Pansera. Almeida teria feito um requerimento a fim de pressionar o lobista da empresa Samsung Heavy Industries, Julio Camargo, a voltar a pagar propina para Cunha, conforme a denúncia da procuradoria. Ela nega.

Pansera ganhou esse incômodo apelido porque, na CPI da Petrobras, solicitou a quebra de sigilo de familiares do doleiro Alberto Yousseff, um dos principais delatores da operação. Ele admite ser aliado de Cunha, mas diz que age de acordo com sua consciência.

Em alguns momentos, Cunha também se apoia em movimentos que pedem a saída de Rousseff do cargo. Entre eles estão a Força Sindical, do deputado Paulo Pereira da Silva (SD), com quem se reuniu nesta sexta-feira, e militantes do Movimento Brasil Livre, que promovem protestos pelo país contra Rousseff, mas poupam Cunha.

Ascensão, apogeu…
Thiago Lucas
Thiago Lucas

Deputado federal desde 2003, o economista e radialista Cunha reforçou seu papel de protagonista na Câmara dez anos depois, quando se tornou líder do PMDB. Sua ascensão foi rápida e muito bem articulada. Seu apogeu foi em fevereiro deste ano quando obteve 267 dos 513 votos dos deputados e derrotou Arlindo Chinaglia (PT-SP) pela presidência da Casa.

O apoio à Cunha foi obtido de uma maneira pouco comum entre parlamentares. Conforme aliados e adversários dele, nas últimas duas eleições aproveitou o trânsito que tinha com empresas privadas e pediu doações para campanhas eleitorais para mais de uma centena de deputados de diversos partidos e Estados.

No início da década de 1990, Cunha se notabilizou por ser presidente da companhia telefônica do Rio, a Telerj, em um período em que as empresas de telefonia ainda eram públicas. Foi indicado ao cargo pelo tesoureiro de Fernando Collor, Paulo César Farias (o PC Farias). Seu convite veio em decorrência de ter participado da vitoriosa campanha presidencial de Collor no Rio de Janeiro em 1989. Cunha deixou o cargo na Telerj em 1993, pouco depois que Collor foi destituído do poder.

Filiado ao PPB (hoje PP), ele assumiu o cargo de subsecretário da Habitação e depois de presidente da Companhia de Habitação do Rio, durante o Governo Anthony Garotinho. Deixou a função, conforme reportagem do jornal O Globo, depois de uma série de denúncias de irregularidades na contratação de uma construtora. Eleito suplente de deputado estadual, assumiu a função entre 2001 e 2002, quando se tornou deputado federal já pelo PMDB.

Na Câmara, chegou a ter seus momentos de primeiro-ministro brasileiro já que era ele quem definia os rumos de quase tudo o que tramitava no Legislativo. Isso ocorria até mesmo quando era considerado um membro da base aliada. Foi uma das poucas vezes que o Executivo ficou sem o controle do Congresso desde a redemocratização do país.

Quando passou para a oposição, depois de ver as denúncias contra ele na operação Lava Jato ganharem corpo, sua situação piorou. Fez uma manobra que poderia resultar em julgamento mais rápido do impeachment presidencial logo no retorno dos trabalhos legislativos, mas, na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) mudou o rumo e lhe impôs uma de suas primeiras derrotas, ao determinar que todas as contas presidenciais deveriam ser analisadas em sessões conjuntas do Congresso Nacional.

O capital político dele também se reduziu quando seu correligionário, o senador alagoano Renan Calheiros, fez um acordo com o Governo e apresentou uma série de medidas para “ajudar o Brasil a sair da crise”, conforme declarou. A tal da Agenda Brasil causou desconforto entre os peemedebistas da Câmara, que não foram ouvidos na elaboração da proposta e atiçou o a inveja de Cunha, que a classificou como um jogo de espumas.

Nesta sexta-feira, mandou um recado aos que pensam que ela já está politicamente morto. “Não há a menor possibilidade de eu não continuar à frente da Câmara durante o mandato para o qual fui eleito”. Diz ele que a palavra renúncia, não faz parte de se vocabulário. Para se manter no cargo, o deputado tem articulado com a oposição à Dilma Rousseff para tentar emplacar o processo de impeachment contra ela no Congresso. Ao mesmo tempo, intensificou o contato com seus aliados, lembrando que quem os ajudou a estarem lá não pode ser abandonado assim, de uma hora para a outra.

Cunha é conhecido pela estratégia de se defender atacando. Logo que seu nome surgiu na primeira lista de Janot (ao lado de outros 48 políticos), reclamou por que nela não estariam outros políticos petistas, como o senador Delcídio do Amaral. Quando as acusações contra ele ficaram mais robustas, disse que tinha sido escolhido para ser o vilão da vez (uma espécie de boi de piranha). No dia em que foi oficialmente denunciado criticou o Governo Rousseff, dizendo que a presidenta fez um “acordão” com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para prejudicá-lo e proteger quem fosse de interesse do Palácio do Planalto.

Ferido, e sob o risco de perder poder, há a expectativa de que deputado jogue novas bombas em meio à guerra política que ele estabeleceu com o Executivo. Nos próximos dias ficará claro qual será o alcance de seu arsenal.

Clayton
Clayton

Cunha: Aqui na Câmara eu faço o que quero

House of Cunha: Vídeo ironiza presidente da Câmara e faz sucesso na internet

House of Cunha pelo Blog de Simão
House of Cunha pelo Blog de Simão

Eduardo Cunha, realmente, faz o que quer na Câmara dos Deputados. É um manda chuva, um pequeno César, que representa o baixo clero, formado por uma maioria de deputados que agem na obscuridade, no reino da escuridão – parlamentares escolhidos pelo poder do dinheiro que corre solto nas campanhas eleitorais.

A Câmara de Cunha tem aprovado leis contra o povo em geral, e que atendem os mais baixos e gananciosos interesses das grandes empresas, notadamente estrangeiras.

A kafkiana atuação de Cunha nem Freud explica, apesar do jornalista Luis Nassif considerar que ele está ostensivamente desequilibrado. Diz Nassif: “fosse um piloto de avião, seria interditado. Se policial, tirariam suas armas até se submeter a um teste psicotécnico”.

Cunha vem aprontando desde que foi indicado por PC Farias para ocupar um cargo no governo de Collor.

Ele ficou doidão quando se transformou em um fanático religioso, ou depois que a TV Globo demitiu a mulher dele, que era terceirizada. Bravamente, ela reclamou na justiça.

Tão sem… juízo, ou sem caráter, que apenas faz o que a família Marinho manda, a poderosa família que colocou a mulher de Cunha, excelente jornalista, no estaleiro.

Apesar da esposa vitimada, Cunha fez a Câmara aprovar a terceirização, o emprego precário, o trabalho escravo.

Cunha esposa terceir

É doido. Não tanto, que nunca rasgou dinheiro.

Doido, sim, por dinheiro. Fez a Câmara aprovar o financiamento de campanhas eleitorais pelas grandes empresas. Quando não existe uma honesta necessidade desse financiamento, que a justiça eleitoral paga, com o dinheiro do povo, toda propaganda.

Os deputados gastam milhões… e apresentam as notas frias para a devida aprovação dos tribunais eleitorais estaduais e federal.

Tem bandido candidato apenas para lavar dinheiro, e descontar os fictícios gastos no imposto de rendas ilícitas.

Eduardo Cunha, segundo Luís Nassif, foi apontado por testemunhas “como um sujeito perigoso – daí a importância de ser apeado do cargo, inclusive para que a Polícia Federal possa monitorá-lo, impedindo ações de retaliação contra testemunhas”.

Esse sujeito é apresentado nos vídeos do House of Cunha. Veja aqui 

eduardo cunha ovo serpente

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Eduardo Cunha tem que sair da presidência da Câmara

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por Luis Nassif


São visíveis os sinais de descontrole de Eduardo Cunha, por enquanto presidente da Câmara Federal.

Não se avalie apenas pelo olhar alucinado, que não consegue se fixar em nenhum ponto, pela fala descontrolada, pelos tiros que dispara a esmo, contra qualquer alvo que o descontente. Ele está clara e ostensivamente desequilibrado.

Fosse um piloto de avião, seria interditado. Se policial, tirariam suas armas até se submeter a um teste psicotécnico. Estivesse internado, seria confinado em uma área reservada a pacientes de alto risco.

Esse descontrole não recomenda que seja mantido à frente da Câmara, principalmente depois que for denunciado pelo Procurador Geral da República.

No cargo, ele pode armar barganhas, inclusive atropelando o regimento, como se observou no caso da votação da Lei da Maioridade Penal. Além disso, possui poder de retaliação e já demonstrou pretender utilizar as instituições públicas para livrar-se da denúncia.

Testemunhas apontam-no como um sujeito perigoso – daí a importância de ser apeado do cargo, inclusive para que a Polícia Federal possa monitorá-lo, impedindo ações de retaliação contra testemunhas.

Não se trata de um parlamentar comum, mas de uma ameaça pública – e ameaça individual aos seus adversários.

Eduardo Cunha joga sujo

Ditadura nunca mais na América do Sul

O golpe militar de primeiro de abril de 1964 no Brasil – comemorado no dia 31 de março – provocou a derrubada da democracia nos países da América do Sul.

Este efeito dominó, isto é, o retorno das ditaduras ameaçam a Bolívia, o Equador e a Venezuela. Isso depois de um golpe do judiciário em Honduras, e um golpe parlamentar no Paraguai.

El presidente de Uruguay, José “Pepe” Mujica rechazó este lunes las intenciones de Estados Unidos (EE.UU.) de sancionar al gobierno de Venezuela por los hechos violentos iniciados el pasado 12 de febrero tras un llamado a las calles hecho por la extrema derecha de esa nación suramericana con el fin de derrocar al gobierno electo de Nicolás Maduro; al tiempo que exigió “respeto y cariño” para Venezuela y su gente.

“Cuando el mundo entero le pide a Estados Unidos que archive su política de bloqueo económico a Cuba, surgen desde ese gobierno voces amenazando con sanciones a Venezuela. ¿No se aprende nada de la historia? ¿Acaso esa actitud ha servido para resolver algo que no sea imponer privaciones a los débiles en distintas sociedades?”, se preguntó el dignatario uruguayo.

Mujica agregó que en Venezuela “sus contradicciones son también las nuestras y su resolución no debería ser violenta, y menos, azuzada desde afuera” por lo que exhortó a encontrar una solución pacífica para la crisis política que enfrenta el gobierno de Nicolás Maduro y a respetar la Constitución como “un camino necesario” para encontrar una salida, informó la Secretaría de Comunicación de la Presidencia.

El pasado jueves el Gobierno de Venezuela rechazó de manera categórica las declaraciones injerencistas de EE,UU., a través de su subsecretaria de Estado, Roberta Jacobson, quien insistió en amenazar al país suramericano con posibles sanciones de no abrirse al diálogo, desconociendo así la disposición al diálogo para la paz de todos los sectores del país que fue reconocida por la comisión de cancilleres de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) que visitó el país esta nación.

El canciller venezolano Elías Jaua, recalcó este lunes que el gobierno de los Estados Unidos (EE.UU) hace lo posible por ver a Venezuela convertida en un campo de batalla, donde los venezolanos se enfrenten unos a otros con el fin de derrocar el Gobierno Bolivariano del presidente Nicolás Maduro.

“Los sectores más conservadores del gobierno de los Estados Unidos quieren una Venezuela inmersa en un conflicto. Lamentablemente, unos hasta sueñan con un conflicto armado, con una guerra civil”, dijo.

Sin embargo el canciller venezolano dejó claro que los gobiernos de América Latina no se dejan engañar por las difamaciones de la extrema derecha venezolana sobre el Gobierno revolucionario de su país, pues tienen un compromiso leal con los valores de paz de la región.

BRA^DF_MET golpe 50 anos

ditadura diário de pe

Criminalização das greves e 30 anos de cadeia para quem protestar na Copa do Mundo, pede o senador Crivella. É a volta da ditadura

Enrico Bertuccioli
Enrico Bertuccioli

 

Sem os créditos devidos aos atos institucionais da ditadura militar de 64, os senadores Marcelo Crivella (PRB/RJ), Ana Amélia (PP/RS) e Walter Pinheiro (PT/BA), o PL 728/2011, cuja votação está sendo apressada no Congresso, prevê limitações ao direito à greve, além de considerar atos de manifestações, sob determinadas circunstâncias, terrorismo.

Jarbas
Jarbas
De acordo com a ementa – parte do texto em que se resume a proposta -, o projeto

define crimes e infrações administrativas com vistas a incrementar a segurança da Copa das Confederações FIFA de 2013 e da Copa do Mundo de Futebol de 2014, além de prever o incidente de celeridade processual e medidas cautelares específicas, bem como disciplinar o direito de greve no período que antecede e durante a realização dos eventos, entre outras providências“.

Dispõe o art. 4º:

Provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa à integridade física ou privação da liberdade de pessoa, por motivo ideológico, religioso, político ou de preconceito racial, étnico ou xenófobo: Pena – reclusão, de 15 (quinze) a 30 (trinta) anos.

§ 1º Se resulta morte:

Pena – reclusão, de 24 (vinte e quatro) a 30 (trinta) anos.

§ 2º As penas previstas no caput e no § 1º deste artigo aumentam-se de um terço, se o crime for praticado:

I – contra integrante de delegação, árbitro, voluntário ou autoridade pública ou esportiva, nacional ou estrangeira;

II – com emprego de explosivo, fogo, arma química, biológica ou radioativa;

III – em estádio de futebol no dia da realização de partidas da Copa das

Confederações 2013 e da Copa do Mundo de Futebol;

IV – em meio de transporte coletivo;

V – com a participação de três ou mais pessoas.

§ 3º Se o crime for praticado contra coisa:

Pena – reclusão, de 8 (oito) a 20 (vinte) anos.

§ 4º Aplica-se ao crime previsto no § 3º deste artigo as causas de aumento da pena de que tratam os incisos II a V do § 2º.

§ 5º O crime de terrorismo previsto no caput e nos §§ 1º e 3º deste artigo éinafiançável e insuscetível de graça ou anistia”.

Neste ponto, cabe ressaltar a abertura do tipo penal, de forma que muitas condutas podem ser nele enquadradas. O fechamento de uma via pode ser considerado privação da liberdade de pessoa, considerando-se que a mesma terá, em certa medida, sua liberdade de ir e vir cerceada por uma manifestação que bloqueie uma via de acesso?

Como motivação ideológica ou política, pode-se enquadrar a aversão a possíveis gastos excessivos e a à corrupção e ao superfaturamento ocorrido nas obras voltadas aos citados eventos esportivos? Por que a motivação ideológica, justificativa apresentada para tais atos, deveria constituir um agravante, isto é, algo que enquadre a conduta no tipo penal?

O que seria considerado” infundir terror ou pânico generalizado “? Seria possível enquadrar manifestações de enorme vulto, que somem centenas de milhares de pessoas contrárias a determinado evento, atrapalhando a sua realização ou, indiretamente, coibindo a presença de pessoas no mesmo?

Caso, em manifestações pacíficas, alguns sujeitos, inclusive infiltrados por opositores aos protestos, iniciem depredações, haverá uma preocupação em distinguir participantes pacíficos? Em que medida esta lei poderá causar medo entre ativistas, considerando-se que, caso estejam em uma manifestação legítima e pacífica, poderão ser”envolvidos”em crimes que poderão atingir pena de até 30 anos?

Na justificativa, está escrito que “a tipificação do crime ‘Terrorismo’ se destaca, especialmente pela ocorrência das várias sublevações políticas que testemunhamos ultimamente, envolvendo nações que poderão se fazer presente nos jogos em apreço, por seus atletas ou turistas”. Conforme o dicionário Michaelis, define-se sublevação como “incitar à revolta, insurrecionar, revolucionar […] revoltar-se”.

Há discussões jurídicas quanto à violação do art. , inciso XVI, da Constituição Federal de 1988, o qual afirma que:”todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente“.

Ademais, critica-se a desproporcionalidade da punição ao” vandalismo “, o qual, ainda que reprovável, poderia acarretar sanção superior à cabível ao crime de homicídio, punível com pena de 6 a 20 anos.

Cabe a reflexão.

Felipe Garcia

Folha Política

http://www.folhapolitica.org/2013/06/senadores-propoem-que-protestos-durante.html

Postado em JusBrasil por Anderson Ferraz
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El descubrimiento reciente de nuevas redes de espionaje de Estados Unidos en Brasil, que afectaron directamente a la presidenta Dilma Rousseff

por Stella Calloni
Télam

espia

América Latina está sometida además a otro tipo de espionaje y recolección de datos, como el que realiza el Comando Sur, con sede en La Florida, que desde el año 2010 mantiene un portal en internet para la guerra de la desinformación en la región.

El 6 de diciembre de 2010, la especialista en Guerra Cibernética, Rosa Miriam Elizalde se refirió a esta ”creación web” del Comando Sur, similar a las que el Pentágono administra en otras regiones donde ha intervenido militarmente. Se trata de la divulgación de información elaborada “desde su punto de vista” y necesidades estratégicas, a través de Diálogo-Américas publicado en inglés, español y portugués.

En la portada de esta publicación, una encuesta invita a los lectores de la región a definir “cuál es el mayor problema de su país actualmente” y estos deben marcar una de las siguientes opciones:
Desempleo / Crimen / Seguridad pública / Problemas económicos / Problemas de salud / Terrorismo / Tráfico de drogas / Problemas políticos / Corrupción.

Elizalde señala que el “extraño diálogo que propone este sitio, presupone que todos los países del continente tienen al menos un problema de los que aparecen en la lista y que han servido de pretexto para las intervenciones militares del Ejército norteamericano en la región”.

La página se anunciaba como una revista militar profesional publicada trimestralmente por el Comandante del Comando Sur de Estados Unidos como “foro internacional para el personal militar de América Latina”, añadiendo que “el Secretario de Defensa ha determinado que la publicación de esta revista es necesaria para llevar a cabo la actividad pública que exige la ley del Departamento de Defensa”.

Es muy importante tener esto en cuenta, si se considera que tanto “propaganda como información” ya no es controlada por ministerios y funcionarios civiles estadounidenses, porque se ha militarizando ambos temas de uso común en las guerras sicológicas ue monitorea el ejército de ese país.

De esta manera, el Pentágono va obteniendo datos con los que luego diseña campañas. Por ejemplo, analizan si el tema “corrupción” puede “agitar” Brasil, o el de “seguridad” (como se promueve en Venezuela o en Argentina) o temas “económicos” que llegan encubiertos con informes y acusaciones falsas de todo tipo.

Lo que resulta más útil para “direccionar” las protestas en la población de cada país se instala a partir de informaciones preparadas – la mayoría falsas – o tomando alguna situación real y partiendo de ésta para crear una negativa corriente de opinión. El Pentágono enviará estos bien preparados diagramas a sus diversas ONGS, el 80 por ciento de las cuáles trabaja para las fundaciones estadounidenses, y que a su vez sugieren a los medios masivos que están en sus redes a instalar en las poblaciones una temática determinada.

“La Ciberguerra es hoy una realidad que nadie debe desconocer en nuestra región, un tema a tratarse en el Consejo de Defensa que reúne a nuestros países bajo el marco de la Unión de Naciones Suramericanas.”

No importa que se mienta. En la Guerra Psicológica, el golpe de la mentira es la primera acción a nivel masivo y luego se relega la respuesta o el desmentido el tiempo suficiente para que no tenga efectos o directamente se la oculta y por lo tanto la mayoría nunca sabrá la verdad.

En el año 2005 Los Angeles Times, publicó un análisis (30-12) donde se informaba que el ejército había activado en todo el mundo “centros de operaciones de prensa que funcionan durante las 24 horas del día”, situando por primera vez “la Internet y otros medios de información no tradicionales” bajo la competencia de expertos del Pentágono y de las agencias de inteligencia norteamericanas.

En este caso Elizalde cita que en Irak, el Pentágono subcontrató al Lincoln Group, como redactores de artículos que presentaban en medios iraquíes la ocupación norteamericana desde un punto de vista favorable a Estados Unidos. De esta forma se enmascaraba la realidad.

La Lincoln Group compró estaciones de radio y de periódicos, tradujeron los materiales y se hicieron pasar por periodistas independientes o ejecutivos de publicidad. Mientras esto ocurría, los funcionarios de EEUU, dentro y fuera de Irak, promovían los “principios democráticos”, la “transparencia política” y la “libertad de prensa”.

Aunque la propia legislación norteamericana formalmente prohíbe que el ejército realice este tipo de operaciones hoy por hoy es una de sus tareas más comunes. Precisamente Los Angeles Times argumentó -para justificar la violación de esa prohibición- que “la existencia de Internet, hace que los esfuerzos del Pentágono se ejecuten bajo el supuesto de que la prensa alternativa internacional está ejerciendo influencia negativa en los norteamericanos, y por tanto, forma parte de su ámbito de competencia”.

Por supuesto de acuerdo a este criterio esa prensa “alternativa” afecta “su” seguridad nacional. Más aún, voceros militares estadounidenses advierten que con internet resulta difícil “separar los medios extranjeros de los domésticos. Esas líneas definidas ya no existen”, según confesó un “contratista” privado que se dedicaba en Iraq a operaciones de información para el Pentágono y que se negó a revelar su nombre a Los Angeles Times.

La Ciberguerra es hoy una realidad que nadie debe desconocer en nuestra región, un tema a tratarse en el Consejo de Defensa que reúne a nuestros países bajo el marco de la Unión de Naciones Suramericanas.

Ya en el año 2007, bajo el gobierno de George W. Bush una de “las estrategias favoritas de la Ciberguerra,” que ya estaba en práctica “eran ataques piratas contra los sitios en Internet que molestaban a la administración” norteamericana. Para esto el Laboratorio de Investigación de la Fuerza Aérea disponía de 40 millones de dólares, pero lo más importante es que se fabricaban sitios web y “ciberdisidentes”, de acuerdo a las necesidades militares y de contrainsurgencia y para justificar acciones bélicas e injerencias diversas.

En mayo de 2008 ya se conocía que el Pentágono “creaba una red mundial de sitios web noticiosos en lengua extranjera, incluido un sitio en árabe para los iraquíes”, contratando periodistas locales para escribir historias de acontecimientos de actualidad y otros contenidos que promuevan los intereses de EE.UU. y mensaje contrainsurgentes”.

Todo esto supone un enorme peligro para América Latina. Se pueden crear campañas severas contra los gobiernos, agitar sectores opositores en acciones directamente golpistas como : Venezuela ( 2002-2003), Bolivia (2008), Ecuador (2010) los tres impedidos por sus pueblos y la solidaridad latinoamericana. También Honduras (2009) y Paraguay (2012), golpes que no pudieron evitarse especialmente porque en ambos países existen bases y presencia militar de Estados Unidos. De la misma manera actuaron los Parlamentos y las Cortes Supremas de Justicia, y esencialmente las campañas mediáticas, como factores claves, incorporados al nuevo golpismo para dar una falsa “institucionalidad” a esos golpes de Estado.

Para las campañas mediáticas lograron conformar una legión de periodistas que en realidad actúan como “contratistas” y escriben en consonancia con las necesidades bélicas, injerencistas o golpistas, en el marco de un plan de guerra contrainsurgente o directamente militar.

Los diseños tienen una misma característica y elementos culturales, políticos, religiosos, según las necesidades del Pentágono para informar a un público internacional. La información es ahora un arma de guerra, capaz de trasnformar la invasión y ocupación de un país – en las que se utilizan ejércitos privados (mercenarios) bajo el mando de la OTAN – en “guerras humanitarias” o “democratizadora”, términos que amparan la impunidad sobre miles y miles de víctimas y crímenes de lesa humanidad configrando los primeros genocidios del siglo XXI.

 

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Os inimigos do povo

 Gianfranco Uber
Gianfranco Uber

 

O Brasil é uma terra de vassalos. Da justiça absolutista. Do stalking policial. Dos prefeitos e governadores que não realizam nada que preste para o povo. Da eterna ditadura real ou disfarçada. Terra em que o enriquecimento ilícito não é crime. E são costumeiros o trabalho escravo, o assédio moral e o assédio judicial.

Amanhã, Sete de Setembro, Dia da Independência, as viúvas da ditadura de 1964 prometem ir para as ruas com máscaras dos Anonymous. Outros disfarces para enganar alguns tolos: levar cartazes contra a corrupção e os políticos.

Todo mundo é contra a corrupção. Tudo que é podre. E nada mais podre que uma ditadura. E nada mais corrupto que um ditador. Até a TV Globo reconhece isso.

Grite nas ruas Independência ou Morte! Ditadura nunca mais!

 

secret

O blogue do DoLaDoDeLá publica: Era uma vez um sujeito que achava que com seu poder e sua fortuna podia intimidar os outros. Reclamava à Justiça direitos absurdos, que não poderia obter. Em seu desatino não compreendia que não era a vítima e sim o algoz. Porém, com a fé cega e uma faca amolada nas mãos, o poder moderador não alcançava seu ideal. E, por causa disso, muitos achavam que o silêncio poderia ser a arma dos fracos. No entanto, a resistência se avolumava, uma força enorme crescia entre aqueles que se sentiam injustiçados e uma onda gigante se formava no horizonte. E ela vinha lenta, caudalosa e arrebatadora. Alguns segredos, quando revelados, deixarão os poderosos de joelhos. É quando vão implorar por perdão e, humilhados, terão nossa misericórdia. Ou não. Não subestime aqueles que escolheu para ser seus inimigos. Eles podem revelar a verdade tão cuidadosamente escondida.