Clube militar do Rio. Respeito total à hierarquia e à disciplina

Clube Militar na Avenida Rio Branco, Rio
Clube Militar na Avenida Rio Branco, Rio

 

Está no regulamento:

Art. 2o – O Clube Militar (CM), fundado em 26 de junho de 1887, neste Regulamento denominado Clube, é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos e que atua em âmbito nacional, com Sedes Principal, Esportiva e Praiana no Estado do Rio de Janeiro. §1o – O Clube destina-se essencialmente aos oficiais das Forças Armadas (Sócios Efetivos) e a suas famílias.

§2o – O Clube manter-se-á estranho a matéria de religião, política partidária ou discriminação de qualquer natureza, sendo vedada a cessão de suas dependências para reuniões que objetivem tratar de tais assuntos.

Que fique claro. Não é racismo. Pelo respeito à hierarquia não podem ser sócios: soldados, cabos e sargentos. Existe esta separação. Quanto aos civis leia o regulamento  

Quebra a disciplina a discussão de política partidária.

Um dos salões do Clube Militar do Rio (centro)
Um dos salões do Clube Militar do Rio (centro)

Galeria de Fotos sede no Centro do Rio

Sede da Lagoa, no Rio, com hotel de 72 apartamentos. Galeria de fotos

Sede de Cabo Frio, Rio. Galeria de fotos

 

Quando esposas de militares sobem a rampa do palácio

A presidente da União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas (UNEMFA), Ivone Luzardo, tentou hoje subir a rampa do Planalto, em protesto por “melhorias salariais para os militares”, “respeito aos presidentes dos Clubes Militares” e uma “política do governo para atendimento às mulheres dos militares que são impedidas de estudar e ter uma profissão por terem de acompanhar os maridos frequentemente transferidos pelo País”. Foi impedida pelos seguranças e criou um alvoroço em frente ao Palácio do Planalto.

Ivone protocolou um pedido de audiência com a presidente Dilma Rousseff para o dia da Mulher, 8 de março, quando quer apresentar diretamente a ela as reivindicações da categoria.

O protesto foi rápido. As mulheres exigem o pagamento de 28,86%, que já teria sido aprovado pelo STF e seria devido à categoria desde 1993, mas que o Ministério do Planejamento não atende. “Subimos a rampa para gerar um fato político e chamar a atenção para os nossos problemas. Hoje foi só a amostra grátis do que vamos fazer daqui para frente e a PM e os Bombeiros estão ao nosso lado”, ameaçou Ivone, ao lado de Marina Bavaresco, outra esposa de militar, que estava usando uniforme camuflado.

Comentário deste blogueiro:

MATRÍCULA COMPULSÓRIA 

Nos casos de transferências, militares, esposas e filhos têm direito à matricula compulsória em universidades públicas, inclusive os que estudam em faculdades particulares. Vide legislação e jurisprudência

APOIO DOS PM E BOMBEIROS

O presidente do Clube Naval, vice-almirante da reserva Ricardo Antônio da Veiga Cabral. “(Sobre a Comissão da Verdade) A verdade não tem de ser só de um lado. O que a gente espera é que haja equilíbrio.” Ele afirmou que o movimento dos clubes “não é como a greve do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar da Bahia”. “A coisa é um problema mais ético que financeiro”, destacou. “É preciso haver um diálogo sem radicalismos. Acho que a situação tende à acomodação.”

USO INDEVIDO DE TRAJES MILITARES

Estatuto dos Militares: LEI Nº 6.880, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1980 – DO USO DOS UNIFORMES….SE LÊ “… Parágrafo único. Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes, distintivos, insígnias e emblemas militares, bem como seu uso por quem a eles não tiver direito.”

Custa uma nota um uniforme camuflado feminino. Confira os preços

MELHORIAS SALARIAIS

Até agora não apareceu nenhum estudo sobre os gastos com aposentadorias e pensões, inclusive como heranças das filhas que, para alguns críticos, superam as despesas com o pessoal da ativa.

Eles têm medo da Comissão da Verdade

Comissão Nacional da Verdade, informa a Wikipedia, é o nome de uma comissão brasileira que visa investigar violações de direitos humanos ocorridas entre os anos de 1946 e 1988 no Brasil. Também identificará os locais, estruturas, instituições e circunstâncias relacionadas à prática de violações de direitos humanos e também eventuais ramificações na sociedade e nos aparelhos estatais.A lei que a institui foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 18 de novembro de 2011.

Essa comissão será formada por sete membros nomeados pela presidente do Brasil, que atuarão durante dois anos, sendo que no final desse período, publicarão um relatório dos principais achados, que poderá ser público ou poderá ser enviado apenas para o presidente da república ou o ministro da defesa. A comissão terá o direito de convocar vítimas ou acusados das violações para depoimentos, ainda que a convocação não tenha caráter obrigatório e também a ver todos os arquivos do poder público sobre o período, mas não terá o poder de punir ou recomendar que acusados de violar direitos humanos sejam punidos.

A comissão, proposta em 2010, passou por diversas mudanças, principalmente para atender as queixas dos militares. O termo “repressão política” foi retirado do texto, a comissão atual prevê o “exame” de violações de direitos humanos, diferente da versão de 2010, que previa a “apuração” e além de englobar fatos ocorridos durante o regime militar no Brasil, que ocorreu ente 1964 e 1985, englobará fatos que ocorreram entre os anos de 1946 e 1988.

A COMISSÃO DA VERDADE NÃO PUNE

Aprovação da Comissão da Verdade no Senado ocorreu de forma simbólica, sem alterações de mérito no texto enviado pela Câmara
Aprovação da Comissão da Verdade no Senado ocorreu de forma simbólica, sem alterações de mérito no texto enviado pela Câmara

 A Comissão não terá poderes para punir agentes da ditadura. As investigações incluem a apuração de autoria de crimes como tortura, mortes, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres, perdoados com a Lei da Anistia, de 1979.
Segundo o relator da proposta no Senado, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), a comissão terá como objetivo “efetivar o direito à memória e à verdade histórica” e “promover a reconciliação nacional“. 
A Comissão da Verdade é moleza. Vai apurar o que todo mundo já sabe. Vários livros foram publicados. De história, inclusive romances como o clássico “Quando Alegre Partiste – Melodrama de um delirante golpe militar”, de Moacir Japiassu. Existem inclusive filmes. Até novelas foram exibidas na televisão.
Apesar da brandura da Comissão da Verdade, eis que surgem os clubes militares com protestos inconsequentes, que quebram princípios que as Forças Armadas consideram sagrados: a ordem, a disciplina, a hierarquia.
Escreve Wilson Tosta no Estadão:
“Oficiais das Forças Armadas aposentados – alguns veteranos das ações de repressão à guerrilha e também à oposição desarmada, nas quais oposicionistas morreram, desapareceram ou foram torturados – se preocupam com a possível nomeação apenas de pessoas ligadas ao ‘outro lado’ ou que não sejam neutras em relação aos episódios”.

Imprensa Argentina chama de “insolente insubordinação militar” brasileira

 

 

Celso Amorim, ministro de Defensa, cuya autoridad no reconocen los dinosaurios
Celso Amorim, ministro de Defensa, cuya autoridad no reconocen los dinosaurios

 

Na Argentina a anistia imposta pelos militares foi considerada ilegal, que crimes contra os direitos humanos não prescrevem.

O Brasil vem sendo julgado por diferentes cortes internacionais. Publica o insuspeito Estadão:

“O Brasil se nega, desde o retorno à democracia em 1985, a abrir uma investigação para esclarecer o que aconteceu e determinar as responsabilidades, amparando-se na Lei de Anistia promulgada em 1979 pelo regime militar.

O Supremo Tribunal Federal descartou a possibilidade de abrir uma investigação para este caso, alegando a vigência desta lei de anistia.

‘A justiça brasileira parece ser vítima da síndrome de Estocolmo, a decisão do Supremo Tribunal respalda àqueles que no passado violaram os direitos humanos e hoje aspiram a manter a impunidade!’, afirmou Viviana Krsticevic, diretora executiva do Centro pela Justiça e Direito Internacional (CEJIL).

Se dá o nome de Síndrome de Estocolmo ao processo psicológico que leva a vítimas de sequestros a simpatizar com seus captores ou identificar-se com sua causa.

Os funcionários estatais acusados de envolvimento nas graves violações aos direitos humanos, que atuaram em nome da ditadura, foram incluídos entre os beneficiários da Lei de Anistia, mediante uma interpretação política que foi dada a esse texto, embora este não os contemplasse explicitamente”.

 

UNA NOTA CASTRENSE IRRESPETUOSA PROVOCO LA DURA REACCION DE LA PRESIDENTA DE BRASIL

 

Por Eric Nepomuceno

 

La presidenta Dilma Rou-sseff enfrenta un problema serio con los militares brasileños. O más exactamente, con militares retirados, que suelen manifestarse a través de sus asociaciones de clase, los clubes de la Marina, del Ejército y de la Fuerza Aérea. Una nota en términos insolentes e irrespetuosos lanzada hace algunos días provocó la dura reacción de la presidenta, que determinó a su ministro de Defensa, embajador Celso Amorim, a exigir que el texto fuese retirado de los portales, en Internet, de los tres clubes. La nota critica a las ministras de Derechos Humanos, Maria do Rosario, y de la Secretaría de la Mujer, Eleonora Menicucci (quien fue presa política, compañera de celda –y de suplicio– de Dilma). El texto dice no reconocer autoridad en Amorim y que, como jefe constitucional de las Fuerzas Armadas, Dilma debería haber reprendido a sus ministras por las “críticas exacerbadas dirigidas a los gobiernos militares”.

No es la primera ni la décima vez que los militares retirados (e incluso activos) se insubordinan, en términos groseros, contra presidentes civiles en Brasil. Nostálgicos de la dictadura y al amparo de una esdrújula ley de amnistía que impide que se investiguen los crímenes practicados durante la dictadura que duró de 1964 a 1985, y principalmente impide que se juzgue a los responsables, gozan de impunidad para manifestar total falta de respeto frente a los civiles que alcanzaron el poder por la vía del voto popular. Basta con recordar lo ocurrido cuando el presidente Fernando Henrique Cardoso, él mismo un ex exiliado político, creó el Ministerio de la Defensa, en 1998. Hasta entonces, cada fuerza armada era un ministerio en Brasil. El primer civil en ocupar la cartera de la Defensa, un político opaco llamado Elcio Alvarez, sintió la afrenta en el momento de asumir el puesto, cuando los tres comandantes de las fuerzas armadas se retiraron groseramente de la ceremonia.

Lula da Silva aguantó, a lo largo de sus ocho años en la presidencia, hartas demostraciones de la prepotencia de los uniformados, especialmente los retirados. Nada, en todo caso, se compara con lo que ahora enfrenta Dilma Rou-sseff que, además de primera mujer en llegar a la presidencia del país, es también la primera ex presa política, víctima de tortura, en gobernar Brasil.

En el fondo, se trata de una clara muestra de la resistencia que los sectores militares imponen a la instalación de la Comisión de la Verdad que investigará –aunque sin condición punitiva– los crímenes cometidos bajo la dictadura. Los presidentes de los tres clubes militares firmaron, ostensivamente, un manifiesto censurando a dos ministras civiles y a la propia presidenta, en un acto de insólita insubordinación. No hubo ninguna reprimenda de los comandantes militares activos.

La nota, firmada por 98 oficiales (incluso generales), provocó la inmediata reacción de Dilma, y luego de una rápida negociación entre el ministro de Defensa, Celso Amorim, y los comandantes de las tres armas, el texto fue retirado de Internet. Dilma determinó a su ministro punición para los responsables. Y ahí empezó la crisis: en la tarde de ayer, el mismo texto volvió a circular por Internet, pero ahora con la firma de 322 militares y 65 civiles. Firman el texto 44 oficiales-generales del Ejército y de la Fuerza Aérea (ninguno de la Marina), además de 195 oficiales superiores (13 de la Armada). Entre los civiles hay parientes de notorios torturadores.

Entre los que firman el duro documento está el general Valdesio Figueiredo (un apellido común en el medio castrense brasileño, como se ve: conviene no olvidar que el último dictador también era un Figueiredo), ex presidente del Supremo Tribunal Militar. Es evidente que si adhiere a un gesto de clara insubordinación, lo hace por saber cómo los uniformados se juzgan entre ellos. También aparece el nombre del coronel retirado Carlos Alberto Brilhante Ustra, uno de los más perversos y cobardes represores y torturadores de la dictadura.

El auge de la insolencia, sin embargo, le tocó al general retirado Luiz Eduardo Rocha Paiva, quien fue comandante de la Escuela de Comando del Estado Mayor del Ejército y ocupó el puesto de secretario-general del Ejército, segundo en la escala de la fuerza en 2007, bajo la presidencia de Lula da Silva.

En una contundente entrevista concedida al diario conservador O Globo, de Río de Janeiro, Rocha Paiva reniega de la Comisión de la Verdad, critica frontalmente el deseo de aclarar torturas, muertes, desapariciones y ocultación de cadáveres y pregunta si Dilma Rousseff será convocada a testimoniar, ya que participó de “un grupo terrorista”. Luego de afirmar que nunca vio tortura en el Ejército durante la dictadura, dice dudar de que Dilma haya sido torturada. “Es lo que se dice, pero yo no sé…”, dijo.

Es decir, en Brasil, los torturadores quedan impunes, y militares irrespetuosos, insolentes e insubordinados, también. ¿Hasta cuándo?

(Transscrevi trechos)

A eterna ameaça dos militares golpistas

Segundo o coronel Jarbas Passarinho,

  • “O movimento militar de 64 foi uma contrarrevolução, que só se efetivou, porém, quando a sedução esquerdista cometeu seu erro vital com a rebelião dos marinheiros, com a conivência do governo, o golpe de mão frustrado de sargentos em Brasília e a desastrosa fala de Jango para os sargentos no Automóvel Clube do Rio de Janeiro. A disciplina e a hierarquia estavam gravemente abaladas. As Forças Armadas só então se decidiram pela ofensiva, reclamada pela opinião pública. O apoio da sociedade brasileira, da imprensa, praticamente unânime, da maioria esmagadora dos parlamentares no Congresso, da Igreja,, maciçamente mobilizada nas manifestações das enormes passeatas, as mulheres rezando o terço e reclamando liberdade, tudo desaguou na deposição de João Goulart, sem o disparo de um tiro sequer, o povo aclamando os militares”.
Jango discusa para os sargentos
Jango discusa para os sargentos

Vem agora um bando de anistiados e/ou saudosistas quebrar a disciplina e a hierarquia. Esquecidos que os governos dos ditadores militares perderam o apoio do povo. Isso já em 68, quatro anos depois da tomada do poder.

A passeata dos cem mil no Rio de Janeiro testemunha esse momento histórico libertário.

Que beleza! Eva Todor, Tonia Carreiro, Eva Wilma, Leila Diniz, Odete Lara e Norma Bengel abrem alas na passeata dos cem mil
Que beleza! Eva Todor, Tonia Carreiro, Eva Wilma, Leila Diniz, Odete Lara e Norma Bengel abrem alas na passeata dos cem mil

Rebeliões dos marinheiros tivemos várias, inclusive contra a Lei da Chibata. Que terminou numa selvagem matança dos revoltosos.

A dos marinheiros de 64 foi uma criação dos infiltrados da CIA, liderados pelo famigerado cabo Anselmo, que era sargento.

Escreve Gilmar Crestani:

As Forças Armadas e as Polícias Militares sempre se safaram com o argumento que, nelas, reina o cumprimento da ordem e não há  quebra da hierarquia. Balela. Todo dia há quebra de hierarquia e os patentes (meu nono diria que não há nome mais apropriado…) superiores não conseguem se fazer ouvir pelas subalternos. E olha que a diferença salarial é única hierarquia que não é quebrada. Religiosamente, os superiores batem continência para uma salário também superior. Agora me digam, se não conseguem manter a ordem unida, como podem querer controlar a turba desunida? Só se for a bala. Bem, é aí que vem o nome da força, a arma. De fato, uma Força armada é bem mais perigosa que uma força desarmada. Portanto, quem deve ser punido são os superiores que são incapazes que impor a obediência hierárquica. A única razão de ser de sua existência e dos salários superiores.
Transcreve Crestani no blog Ficha Corrida:

Forças Armadas vão punir militares que assinaram manifesto

Enviado por luisnassif.

Autor: Adriano S. Ribeiro

BRASÍLIA – O ministro da Defesa, Celso Amorim, decidiu nesta quarta-feira, em conversa com os três comandantes militares, que os cem oficiais da reserva que assinaram o manifesto “Alerta à Nação – eles que venham, aqui não passarão” serão repreendidos por suas respectivas forças. A punição pela indisciplina depende do regulamento de cada um, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, e varia de uma simples advertência até a exclusão da força. Mesmo militares da reserva podem ser excluídos.

Nesse texto, os militares da reserva criticaram a interferência do governo no site do Clube Militar e o veto a um texto ali publicado que critica a presidente Dilma Rousseff e duas ministras. Nesse “Alerta à Nação”, os oficiais afirmam não reconhecer “qualquer tipo de autoridade ou legitimidade” de Celso Amorim.

“Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade”, diz o documento.

Como no manifesto vetado no site do Clube Militar, o documento de terça-feira também critica a criação da Comissão da Verdade.

“A aprovação da Comissão da Verdade foi um ato inconsequente, de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo”.

O texto publicado no site do Clube Militar atribuía à ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e à ministra da Secretaria Especial de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, declarações que estariam a serviço do que classificaram de “minoria sectária”, disposta a reabrir feridas do passado. O primeiro manifesto polêmico foi assinado pelos presidentes do Clube Militar, Renato Cesar Tibau Costa; do Clube Naval, Ricardo Cabral; e do Clube da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista, todos já na reserva.

No texto, dizem que Rosário vem apregoando a possibilidade de apresentação de ações judiciais para criminalizar agentes da repressão, enquanto Eleonora teria usado a cerimônia de posse — em 10 de fevereiro — para tecer “críticas exacerbadas aos governos militares”, sendo aplaudida por todos, até pela presidente. Eleonora foi presa durante a ditadura militar e, na cadeia, conheceu Dilma.

O texto diz ainda que o Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante e diz que as Forças Armadas são a instituição com maior credibilidade na opinião pública.