1% ricos: a His Brasil

O lançamento da campanha “Quem são os proprietários do Brasil?” vai acontecer neste 25 de outubro, no Circo Voador, Rio de Janeiro.

Nós, a sociedade, não sabemos quem de fato são os proprietários últimos dos maiores conglomerados atuantes no Brasil.

Por serem tão grandes, por empreenderem projetos em territórios cada vez maiores (e ali chegarem a mudar a institucionalidade local), por lidarem, regra geral, com recursos naturais tão vitais para nossa sobrevivência, e por receberem massiva quantidade de dinheiro público – sob as mais variadas formas –, são esses proprietários, e não a maioria dos congressistas, nem juízes, nem ministros, que acabam definindo os rumos do País.

Nas listas de maiores e melhores conglomerados brasileiros, publicados com pompa anualmente pela imprensa de negócios, estão lá, quase sempre, as mesmas corporações: Petrobras, Vale, Gerdau, etc., medidas pelo seu faturamento.

Porém se alterarmos o critério de cálculo e passarmos a considerar as participações acionárias cruzadas, teremos outros resultados. E, provavelmente, descobriremos siglas, e eventualmente, nomes de pessoas físicas desconhecidas da sociedade em geral e, até da vetusta imprensa de negócios.

O Estadão pesquisou a razão dessa estratégia de invisibilidade: “O objetivo mais latente da criação das empresas offshore é buscar um cenário mais positivo em termos de benefícios fiscais relacionados ao Imposto de Renda e à Contribuição Social Sobre o Lucro”, explica o especialista em direito tributário Paulo Sigaud, da Aidar SBZ Advogados.

Essa deve ser mesmo uma das principais razões. Mas, provavelmente, há outras mais importantes.

Esconder a propriedade de uma corporação ora em empresas de capital fechado, ora em companhias abertas, e às vezes em ambas, passando por subsidiárias, controladas, joint ventures, empresas de propósito específico e outros tipos de organização comercial é uma estratégia bem montada para escapar da responsabilidade civil e criminal de seus controladores finais.

Trabalhadores de SP defendem empresários. Na Alemanha promovem o Dia Anticapitalista

Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), afirmou que como cidadão, compreende as manifestações realizadas pela Força Sindical em São Paulo e disse que espera o mesmo da população.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região teve participação destacada no ato Grito de Alerta em Defesa da Produção e do Emprego, realizado na manhã do dia 4 na Assembleia Legislativa, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. O ato convocado pelas Centrais Sindicais, reuniu aproximadamente 100 mil pessoas, entre trabalhadores, sindicalistas e representantes dos sindicatos patronais.

A delegação de Guarulhos teve cerca de duas mil pessoas. Foram 47 ônibus, somente com trabalhadores de 73 empresas da base metalúrgica.

O presidente do Sindicato, José Pereira dos Santos, destacou: “O ato fortaleceu a nossa luta. As medidas recém-lançadas pelo governo são positivas, mas é preciso de uma política de incentivo de curto, médio e longo prazo. É o que queremos”.

O protesto conjunto, reunindo entidades de trabalhadores e patronais, cobrou do governo uma política industrial efetiva para o País. Entre as reivindicações estão a redução drástica dos juros e mudanças no câmbio, a fim de estimular a atividade econômica, proteger o parque produtivo nacional e conter a enxurrada de importações. Engraçado! O líder sinfical não defende nenhuma política salarial, nenhum direito trabalhista, nem condena a desnacionalização das empresas brasileiras e o capital especulativo.

Fuertes enfrentamientos durante una manifestación anticapitalista en Frankfurt

Contra o capitalismo
Contra o capitalismo

Al menos quince policías resultaron heridos, uno de ellos de gravedad, y 465 personas fueron detenidas en los disturbios desatados durante la manifestación del “Día Anticapitalista”, celebrado el sábado en Frankfurt. Los enfrentamientos se prolongaron durante la noche y hasta bien entrada la mañana del domingo.

Los manifestantes lanzaron pintura contra la sede del Banco Central Europeo (BCE) y atacaron varios vehículos policiales. Los enfrentamientos se intensificaron notablemente cuando la Policía intentó detener a varios de los participantes.

Las reyertas se prolongaron durante la noche y uno de los agentes que se quedó aislado tuvo que ser ingresado en una unidad de cuidados intensivos tras ser golpeado. Cuando otros agentes intentaron llegar hasta él se produjeron algunos de los enfrentamientos más graves.

Un portavoz de la organización convocante, M31, explicó que un grupo de unos 200 manifestantes se escindió de la marcha principal, de unas 6.000 personas –4.000 según la Policía–, y se dirigió al centro de la ciudad.

“La Policía de Frankfurt intervino al final de la manifestación, así que desconvocamos. No somos responsables de lo que ha ocurrido después”, explicó el portavoz en declaraciones telefónicas. Las acciones provocaron daños en un hotel de lujo y varios edificios de oficinas del centro de la ciudad, capital económica de Alemania.

“Hemos enviado una clara señal desde Frankfurt contra la política anticrisis alemana y europea”, declaró M31 en un comunicado. El grupo denuncia que “por unas cuantas ventanas rotas”, la Policía “ha atacado con brutalidad nuestra manifestación, ha herido a decenas de personas y ha detenido a 200 manifestantes”.

La Policía cargó con porras y utilizó gas pimienta contra los manifestantes.